segunda-feira, 30 de abril de 2012

SENNA ESPECIAL


MORCEGÃO FM - BOLETIM DA VELOCIDADE - 30/04/2012

Pessoal,

Atendendo a pedidos e com a grande contribuição da Morcegão FM, que nos disponibilizou o áudio completo da gravação, passamos a retransmitir semanalmente o Boletim da Velocidade, gravado por Augusto Roque para a webrádio www.morcegaofm.com.br. Nesta edição falamos sobre a SP Indy 300.

Curtam, sem moderação:

SP INDY 300: GGOO NA BAND

Eis que sábado, antes dos treinos para a SP Indy 300, aparece a TV Bandeirantes em casa para fazer uma reportagem especial.

O resultado, você confere aqui, com uma menção honrosa do nosso presidente Marcos, que foi estranhamente pontual neste dia:

GRID GIRLS: SÃO PAULO INDY 300, 2012

sexta-feira, 27 de abril de 2012

REPLAY: SP INDY 300 - 2011 (COMPLETA)



SENNA ESPECIAL


GGOO NA BAND, FALANDO DE INDY

Pessoal, ontem (26) foi apresentada uma matéria na Band falando sobre a expectativa dos torcedores para a SP Indy 300 e eu fui um dos entrevistados.

O vídeo é este, com direito a fotos dos bastidores do Anhembi:

Felipe Massa, 31*

* Por Luiz Fernando Ramos

Felipe Massa comemorou ontem 31 anos de idade. No Brasil, ao lado de familiares e amigos. E, principalmente, do filho Felipinho. Massa é daqueles pais orgulhosos, que não hesita um segundo e pegar o telefone celular e mostrar fotos do garoto fazendo alguma estrepolia. Se do lado pessoal tudo vai muito bem, obrigado, a vida profissional do esportista Felipe Massa é menos colorida.

Seu contrato com a Ferrari termina no final deste temporada e um início complicado de campeonato fez aumentar as críticas que ele já vinha recebendo depois de duas temporadas com um desempenho global abaixo do esperado. As chances de renovar com a equipe italiana parecem pequenas. O mexicano Sergio Perez, que faz parte do programa de jovens pilotos do time de Maranello, faz uma boa temporada pela Sauber. Colocá-lo no lugar do brasileiro na próxima temporada parece uma decisão lógica.

O que algumas pessoas no paddock se questionam é se Perez ou qualquer outro piloto do grid estaria fazendo um trabalho melhor que o de Massa com o pouco competitivo carro da Ferrari. Uma pergunta válida. Pelo que o piloto demonstrou nas três primeiras corridas do ano, possivelmente sim. Pelo que fez na última, certamente não.

No Bahrein, Massa finalmente andou no mesmo ritmo do companheiro de equipe. De certa forma, se deu um presente de aniversário adiantado. Na comparação volta a volta, superou o espanhol em várias delas. Não é fácil fazer isso quando se trata de Fernando Alonso. Chegou a se colocar em posição de passá-lo na pista, mas não conseguiu. “Ele não estava tão lento assim”, garantiu. A péssima velocidade de reta da Ferrari lhe dá razão. Não dá nem para passar outra Ferrari.

De qualquer forma, é necessário ter desempenhos similares daqui para a frente. Se quiser continuar na Ferrari, ou mesmo encontrar lugar em uma outra equipe competitiva da Fórmula 1, o brasileiro precisa andar sempre no máximo de sua capacidade ou mesmo além dela. Vejamos se a autoconfiança recuperada nas 57 voltas barenitas o ajuda nessa tarefa. Ele está disposto a encará-la, isto é o mais importante.

SP INDY 300 2012: CARROS E PILOTOS

Para você que vai assistir a etapa brasileira da Indy nas arquibancadas do Sambódromo do Anhembi ou pela TV mas não acompanha regularmente a categoria, saiba que os carros de uma mesma equipe tem cores e patrocinadores completamente diferentes, sendo que em algumas corridas a pintura desses carros pode mudar totalmente.

Nessa edição da São Paulo Indy 300, a novidade em relação ao grid que vem disputando a temporada é a presença da brasileira Bia Figueiredo, que usará o numeral #25 no carro amarelo com detalhes em azul e laranja, patrocinado pela rede de postos Ipiranga.

Os brasileiros Helio Castroneves e Tony Kanaan correm essa etapa com cores diferentes daquelas que vêm utilizando nessa temporada. Helio (#3) muda para o amarelo e branco com detalhes em azul, patrocinado pela Penske Logistics e Tony (#11) "fica" vermelho, patrocinado pela cerveja Itaipava. Rubens Barrichello (#8) manterá a bela pintura azul, patrocinada pela Hyundai-BMC. 

E o campeão Dario Franchitti (#10), abandona o tradicional vermelho da equipe Ganassi para correr no Brasil com um carro preto com detalhes em dourado. Confira abaixo todos os layouts e cores dos carros e pilotos inscritos para a São Paulo Indy 300 2012 (clique nas imagens para ampliar):


O drama da Ferrari*


* Por Lívio Oricchio

Foram até agora quatro etapas muito interessantes, vocês não acham? Quatro vencedores distintos, de quatro equipes diferentes, é a maior prova desse início de temporada espetacular.

Estou curioso para saber como será o campeonato a partir do GP da Espanha, o próximo do calendário, dia 13 de maio, em Barcelona, pista que os times conhecem como nenhuma outra.
Terça, quarta e quinta-feira 11 das 12 equipes vão treinar no autódromo de Mugello, próximo a Florença, de propriedade da Ferrari. Seu traçado apresenta seções de elevada seletividade, com curvas contornadas em quinta e sexta marchas. Mas me surpreendi na China ao ouvir de profissionais experientes que o circuito não tem nada a ver com os demais do Mundial e não servir muito de referência.

A exceção no teste de Mugello será a HRT. O argumento oficial é que a organização espanhola aproveitará o intervalo das corridas para se estabelecer na nova sede, em Madrid, e não mais em Valência.

O assunto agora é a Ferrari, conforme diz o título do post.
Fernando Alonso treinará nos dois primeiros dias e Felipe Massa no último, em Mugello. Mas se vocês acham que eles vão pilotar a versão B do carro italiano é melhor esquecer. Tenho informações de que o novo monoposto não está pronto. Isso quer dizer que a Ferrari o levará diretamente para o GP da Espanha e Alonso e Massa o experimentarão, pela primeira vez, no treino livre da sexta-feira no Circuito da Catalunha.

Voei com Pat Fry, diretor técnico da escuderia de Maranello, de Frankfurt a Manama, no Bahrein, semana passada. Fry é em geral bastante discreto. Mas surpreendentemente conversou comigo no embarque e depois na hora de recolher a bagagem na esteira. Aguardava dois grandes volumes. “Peças novas que usaremos aqui (circuito de Sakhir).” As colocou no carrinho e pessoalmente levou para a pista árabe.

“Não vamos mexer na suspensão dianteira”, limitou-se a me dizer Fry sobre a versão B do F2012. Mas confirmou que todo o conjunto traseiro é novo. A suspensão dianteira tipo pull rod, da forma como foi construída, não permite curso quase nenhum. A barra (tirante) que conecta a porção superior da manga de eixo ao conjunto barra de torsão-amortecedor, na parte baixa do monocoque, trabalha numa posição quase paralela, contra tudo o que se faz nas suspensões pull rod. Até agora o tirante sempre foi empregando formando um importante ângulo em relação aos braços das suspensões e não ocupar posicionamento quase paralelo.

O grupo coordenado por Nikolas Tombazis, projetista-chefe, reestuda tudo na concepção aerodinâmica: os fluxos de ar que percorrem o carro por baixo, por dentro das laterais, e por cima.

Mais: os canos de escape serão posicionados mais para a frente e os gases vão percorrer as laterais que se abaixam na direção do difusor, a porção final do assoalho, curvada para cima. A exemplo de Adrian Newey na última versão do RB8-Renault da Red Bull, a Ferrari F2012 terá a solução traseira da Sauber C31-Ferrari, concebida por James Key e Matt Morris.

A imprensa italiana e alemã publicou hoje que Key, que deixou a Sauber, irá trabalhar na Ferrari. Pelos motivos que abordarei mais para a frente penso ser possível, apesar dos desmentidos da assessoria da equipe italiana.

Faz sentido acreditarmos que a nova Ferrari dê um significativo salto de performance à escuderia. Potencialmente mais que as demais equipes em razão do seu atraso e não dispor, até o GP de Bahrein, de um sistema capaz de lhe garantir maior geração de pressão aerodinâmica e já explorado pela concorrência. Refiro-me ao uso mais eficaz dos gases do escapamento para gerar pressão aerodinâmica.

Mas com todo o avanço esperado para a Ferrari, seria surpreendente se, de uma hora para a outra, Alonso e Massa se inserissem na luta com McLaren, Red Bull, Mercedes e Lotus pelas vitórias. A base do modelo F2012 é equivocada. A Ferrari já sabe disso. Seria maravilhoso termos quinto times em condições de disputar a pole position e o primeiro lugar nas corridas. Mas penso ser pouco provável, embora acredite no importante avanço da Ferrari.

O drama da Ferrari, no entanto, se estende para bem além de o F2012 tornar-se mais veloz ou menos do esperado a partir do GP da Espanha. O momento da escuderia do Commendador é sério.
Como escrevi, traduzindo o pensamento do grupo técnico da Ferrari, talvez com exceção do pai do F2012, o grego Nikolas Tombazis, o carro não pode servir de base para o projeto de 2013, como com certeza farão McLaren, Red Bull, Mercedes e Lotus, pelo acerto dos conceitos empregados no modelo deste ano.

E o regulamento será praticamente o mesmo desta temporada.
Enquanto o projeto do ano que vem da Ferrari vai partir de uma página de computador em branco, os adversários já iniciam essa disputa na frente por terem referências positivas de seus monopostos modelo 2012.

Mais: quem vai coordenar o projeto de 2013 da Ferrari? Tombazis dispôs de todas as condições para conceber o F2012 e fracassou por completo, por mais que o carro melhore com as mudanças em curso. Domenicali até mandou embora Aldo Costa, ex-diretor técnico, hoje na Mercedes, por ser considerado conservador diante do arrojo de Tombazis.

O carro nasceu com enorme arrasto, que lhe causa algumas das mais baixas velocidades nas retas, não gera pressão aerodinâmica, responsável dentre outras coisas pela reduzida velocidade nas curvas e o desgate prematuro dos pneus, traciona muito mal, e não há interatividade entre as várias áreas do carro, suas soluções não se interligam, como é a marca registrada dos monopostos de Newey.

A Ferrari, através de Fry, está no mercado à caça literalmente de bons nomes na engenharia da Fórmula 1 para reforçar o grupo atual e já começar os estudos do projeto de 2014, quando o desafio técnico será imenso, por causa da introdução do motor V-6 turbo de 1, 6 litro em substituição ao V-8 aspirado de 2,4 litro de hoje. E as regras para a concepção do chassi serão outras, com maiores restrições aerodinâmicas e a introdução de pelo menos mais um sistema de recuperação de energia (kers), além do usado atualmente.

Fry já adiantou, também, que as necessidades da Ferrari são ainda maiores. “Precisamos repensar a forma de projetar os carros”, disse. Não falou, mas sabe-se que se refere ao modelo de um homem, em particular, conduzir toda a coordenação. É o oposto do que faz a McLaren, de onde vem Fry, onde há um projetista-chefe, mas as decisões do que será adotado no carro são definidas numa espécie de colegiado. Fry quer o mesmo na Ferrari e já contratou engenheiros para participar do grupo, como o experiente Ben Agathangelou, ex-Red Bull e Benetton, por exemplo. “As possibilidades de erro são menores”, explicou Fry ainda na Malásia, quando já havia ficado claro o equívoco do revolucionário F2012.

O grupo de trabalho da Ferrari na área de aerodinâmica é inexperiente, com exceção de Tombazis. O F2012 foi concebido por Tombazis, que nunca fez nada brilhante, coordenador de um grupo de jovens engenheiros especializados nos estudos de túnel de vento sem muitas horas de voo. As imensas dificuldades do projeto, citadas já, atestam o trabalho, pode-se dizer, grosseiro da equipe.

Fry já viu que eles não podem ser os responsáveis pelo modelo de 2013 e principalmente o de 2014, quando novos conceitos terão de ser desenvolvidos. Os atuais não mais serão válidos, pela mudança drástica das regras.

Vamos rever, então? A Ferrari refaz seu departamento de projeto, com nova metodologia, menos individual. Segundo: se for Tombazis que coordenará o modelo de 2012, suas ideias serão discutidas num grupo com outros engenheiros, agora mais experientes e eventualmente contestadores, não apenas discípulos da orientação do grego, como agora.

Se a Ferrari tiver a oportunidade de contratar um novo coordenador de projeto, dentro da nova metodologia de Fry, não hesito em acreditar que não medirá esforços. Essa tarefa é mais difícil do que parece. James Key seria um bom nome para agregar ideias novas e eficientes para a Ferrari.

Não acabou: na área administrativa deveremos ter novas faces também em 2013. Se Domenicali continuar na direção da Ferrari terá um vice, pois assumiu funções demais. Cuida desde as questões políticas, nos encontros com outras escuderias e Bernie Ecclestone e Jean Todt, até se responsabilizar por decisões de importância menor dentro da organização.

Por tudo isso é que penso que a Ferrari deve evoluir já em Barcelona, como disse, sem que possa desafiar as quatro melhores desse início de campeonato, ao menos é pouco provável, mas apostaria que as chances de o modelo de 2013 não nascer com problemas crônicos, como o atual, é bem maior. Dá para ir além: deverá ser um monoposto que recoloque a Ferrari na luta pelo pódio. As dificuldades da organização foram equacionados e as soluções que estão sendo buscadas parecem fazer todo sentido.

Nos vemos na corrida da Fórmula Indy aqui em São Paulo?

quinta-feira, 26 de abril de 2012

SP INDY 300 2012: COLETIVA DE IMPRENSA

Assista à coletiva de imprensa, promovida pelos realizadores da prova, realizada hoje no final da manhã.

SENNA ESPECIAL


SP INDY 300 2012: MAIS DETALHES SOBRE TRANSPORTE

TEM DE GOSTAR MUITO*


* Por Flávio Gomes


O e-mail que recebi do Luiz “Guima” Guimarães ontem mostra como é a vida de quem gosta de automobilismo em São Paulo. E explica por que as arquibancadas de Interlagos vivem desertas no Campeonato Paulista. Segue:
Flavio, boa noite.
Estive sábado em Interlagos, com meu filho, minha nora e minhas netas. Sou o “talvez pai” da frase abaixo, extraída do comentário de Bernardo Costa (19:47) no seu post “P 11”. “Havia um homem que levou a família, mulher e duas filhas, e foi o maior responsável pelo aumento do público. Depois chegou um senhor amigo dele, talvez o pai.”
O passeio teve dois momentos distintos: as corridas e a revolta. Quanto às corridas, tudo de acordo com a expectativa. Assistimos à Força Livre (grid decepcionante, 10 carros!), à Classic Cup (belo grid, belo desempenho do Meiano e do Puma vencedor, depois de bela disputa com o Maveco). As netinhas adoraram tudo e gostaram muito do Meianov. Na sequência, assistimos à Formula Vee e à tomada de tempos do Brasileiro de Marcas – belos carros de verdade (ao invés dos chassis tubulares e bolhas da Stock), pena que não usam os motores correspondentes às marcas…
Quanto à revolta: frequento Interlagos desde a década de 50, como aficionado. Entre 1989 e 1993, fui “paitrocinador” de meu filho, nas categorias Speed 1600, Turismo “N”, Turismo “A” e Força Livre até 1.600. Na época, as arquibancadas não ficavam lotadas, mas também não eram desertos de concreto.
A revolta começou quando um segurança nos impediu (gentilmente, é bom ressaltar) de estacionar de ré (porta-malas aberto, se chovesse as crianças teriam um abrigo) na área fronteiriça ao portão 2, altura da faixa de entrada dos boxes. Motivo? “Não é permitido, senhor”. Suponho que estaríamos perturbando o enorme público presente. Ok, vamos estacionar na área das quadras, à esquerda do portão 7. Afinal, estamos aqui para nos divertir e não nos aborrecer por um detalhe tão pequeno. Mas chegou uma hora que as meninas pediram para “fazer xixi”. Sem problemas, basta ir ao banheiro, certo? Errado! O banheiro existente estava fechado a cadeado. Nisso chega outro segurança, de moto. Pergunto se ele tem a chave ou sabe quem tem. “Não, senhor, banheiro, só nos boxes”. Ou seja, o público, que era de 19 pessoas, se fosse de 190 ou 1.900, que se vire. Por sorte, meu filho, macaco velho de Interlagos, levava no porta-malas um peniquinho de quando elas eram menores. Colocamos o tal peniquinho atrás do prédio do banheiro. É um lixo só.
Desculpe-me pela extensão deste e-mail, mas esses fatos, aliados aos demais já conhecidos — falta de promoção, interesse único dos clubes em faturar com inscrições e carteirinhas, total descaso dos administradores do autódromo com sua conservação (só realizada por ocasião da F-1, assim como a “maquiagem” do entorno do autódromo e das vias que a ele levam) etc, etc — servem para afastar cada vez mais os admiradores do verdadeiro automobilismo. Como dificilmente algo será feito para reverter a atual situação, só nos resta “botar a boca no trombone” através dos meios que dispomos. Seu blog é um deles.
Forte abraço e, mais uma vez parabéns pela sua tocada de ontem com o Meianov. P11 merecida.
Luiz Guimarães


O Fabiano, filho do Guima, conta mais um pouquinho com outras fotos aqui. Nem é preciso me estender demais. Apenas acrescento que as coisas pioram quando temos, agregadas ao Paulista, provas de categorias nacionais, como o Brasileiro de Marcas. Elas restringem o acesso aos boxes e paddock, onde o parco público tem alguma estrutura e diversão, onde há alguma vida, sem oferecer, do lado de lá da pista, nas arquibancadas, o mínimo necessário para que se possa assistir a um treino ou corrida. É como se o público de arquibancada atrapalhasse. O automobilismo paulista faz questão de ser secreto.

Não vejo luz no fim desse túnel.

FORMULA 1: TESTES DE MUGELLO*


* Por Fábio Seixas

O próximo compromisso da F-1 agora é em Mugello: três valiosos dias de testes, na semana que vem, de terça a quinta.

Será a primeira sessão de testes no meio de uma temporada em três anos.

O noticiário, claro, já esquenta.

A Ferrari anunciou que Alonso testará por dois dias _o primeiro e o último. Massa, que completa 31 anos hoje, treinará só na quarta-feira. Pérez não vai andar, ao contrário do que escreveu a “Autosprint” na semana passada.

A McLaren informou que apenas os reservas Paffett e Turvey trabalhariam, mas Hamilton já disse que quer treinar. A Williams dará um dia para cada piloto: Bottas, Maldonado e Bruno.

D’Ambrosio vai andar com a Lotus. González vai testar com a Caterham.

Ah, a Hispania já disse que não vai. Vai trocar os três dias de treinos pela economia dos gastos da viagem. Isso explica bem a draga que a equipe vive…

LOS MINI DRIVERS: 2012 Bahrain Grand Prix

quarta-feira, 25 de abril de 2012

GGOO BOLÃO F1 2012 - TOP 10 GP BAHREIN *


* Arte do Marcelão Vargas


Para acessar os resultados e a classificação detalhada do GGOO BOLÃO F1 2012, clique aqui.

SENNA ESPECIAL


A corrida paralela*


* Por Luis Fernando Ramos

Um Mundial de Fórmula 1 é feito de vinte provas disputadas em circuitos espalhados pelo planeta. E de uma outra corrida muito mais complexa: a de desenvolvimento dos carros utilizados na temporada. Depois de quatro corridas longe da Europa, as equipes da categoria voltam para suas bases e devem acelerar este processo em suas respectivas fábricas. É como se um novo campeonato começasse a partir do GP da Espanha, no dia 13 de maio em Barcelona.

Antes disso, a partir do dia 1º, os times se reúnem em Mugello para três dias de testes coletivos, onde muitas novidades serão testadas. Especialmente no caso da Ferrari, cujo carro tem tido uma performance decepcionante.

- Precisamos melhorar mais do que as outras equipes. Se formos no mesmo ritmo, ficaremos onde estamos agora e conseguir um pódio continuaria sendo algo difícil e muito longe do pode acontecer com o carro que temos hoje - admite Felipe Massa.

O passado mostra a tendência de equipes endinheiradas conseguirem um desenvolvimento mais acelerado que as outras em cima desse poderio econômico. Para Eric Boullier, chefe da Lotus, a melhor maneira de combater isso é usando a cabeça:

- Temos o compromisso de melhorar e os meios necessários para manter contato com as equipes grandes. Sei que enfrentamos grandes organizações e muito vai depender do quão criativos e eficientes seremos em comparação com elas.

Bruno Senna, da Williams, também fala que os times médios não podem se dar ao luxo de errar nesse processo.

- Naturalmente algumas equipes vão ganhar de outras em termos de desenvolvimento. Para nós, é importante ser eficiente. Se formos numa direção errada, vamos para trás. Mas se formos na direção certa, poderemos melhorar em relação aos outros. Temos uma ideia boa do que é preciso fazer.

SP INDY 300 2012: VOLTA VIRTUAL PELA PISTA DO ANHEMBI

A GRANDE PERDEDORA*


* Por Ivan Capelli


O equilíbrio vem sendo a marca da temporada 2012 da Fórmula 1. As equipes estão tão próximas que as oscilações normais de performance entre um circuito e outro são suficientes para jogar um time da ponta para o segundo pelotão. Com isso, ainda não há uma hierarquia clara. McLaren, Ferrari, Mercedes e Red Bull ganharam as quatro primeiras provas do ano, mas tanto Lotus quanto Sauber também estiveram próximas da vitória. Com isso, fica claro que estamos em um campeonato de regularidade e que qualquer ponto pode fazer muita diferença no fim do ano.

E aí, colocando em perspectiva as primeiras provas do ano, fica claro que a grande perdedora deste primeiro quinto de campeonato foi a McLaren. De todos os times, foi o que mais vezes apareceu na frente e teve condições de vencer praticamente todas as corridas. Foram duas poles e três primeiras filas em quatro corridas, mas que se converteram em apenas uma vitória. Os motivos foram os mais diversos: bobagem de piloto, quebras e até erros absurdos nos pit stops, pouco comuns na história da McLaren. A sequência de pit stops terríveis com Hamilton no Bahrein foi inacreditável, assim como uma desastrosa troca de pneus tirou de Button qualquer chance de vitória na China. Ontem, em Sakhir, dois dos três piores pit stops da corrida foram da McLaren.

O tour oceânico-asiático da Fórmula 1 se encerrou com a Red Bull na frente entre os construtores e com Vettel na liderança entre os pilotos, quando a lógica diz que a McLaren é quem deveria estar chegando de volta à Europa com vantagem. Uma gigantesca oportunidade foi desperdiçada, mas isso não significa que a equipe seja carta fora do baralho. Hamilton é segundo no campeonato, Button é o quarto, todos eles muito próximos da ponta da tabela. Pilotos, dinheiro e estrutura ela tem. Um carro vencedor, também. Não deve é se deixar abater pelas chances perdidas e ser mais competente, como de hábito é.

SP INDY 300 2012: DICAS PARA OS TORCEDORES

Transporte: Uma boa alternativa é ir de ônibus para o Anhembi, como ficamos no setor B no ano passado, o desembarque foi na porta. Falando com outros colegas que assistiram a corrida em outros setores, muitos tiveram que andar muito até o portão certo, dependendo do local onde ele preferiu tomar o ônibus. Porém, quem foi de carro pegou muito engarrafamento e pagou caro para deixar o carro em lugares nem sempre tão confiáveis.

O que levar (roupa):
- Camisetas leves, de preferência clara e tecidos leves.
- Uma blusa de agasalho, moletom, jaqueta ou blusão.
- Calça jeans é interessante, ou então aquela calça de agasalho de esporte também é bem confortável. Bermuda é aconselhável para os calorentos. Para a mulherada, pode ser calça de ginástica.
- Calçados: TENIS mais confortável, e mais bem ventilado possível.
- Na cabeça: Boné ou chapéu. Vale também uma adaptação: Prender a camiseta na cabeça e colocar o boné para proteger a nuca.
- Óculos de sol
- Protetor Solar e Capa de Chuva.

O que levar (mochila):
- Máquina fotográfica e pilhas.
- Protetor solar
- Radinho de pilha ou celular com rádio am/fm
- Capa de Chuva
- Chinelo e par de meia (em caso de chuva)
- Pacote de bisnaguinha recheada (de preferencia sem ingredientes que azedem o lanche ou estraguem)
- Bolacha
- Sucos de caixinha ou toddynho
- Copo de Água
- Frutas (Maçã, bananã, pera)


Comida (no sambódromo): Tem boas opções de comidas e diversas opções que variavam, em 2011, de R$ 6,00 a R$ 15,00. Tem opções de bebida geladas e em diversos quiosques, o que evita as filas.

Banheiros: De alvenaria, muito melhores do que os químicos da F-1 e com papel higiênico.

terça-feira, 24 de abril de 2012

SP INDY 300 2012: OS DETALHES DOS TROFÉUS

O artista plástico Paulo Solariz fala sobre sua paixão de infância pelo automobilismo e revela os detalhes dos troféus criados por ele exclusivamente para a etapa brasileira da Fórmula Indy.

SENNA ESPECIAL


SP INDY 300 2012: CARROS JÁ ESTÃO NO ANHEMBI

Hamilton perdeu a liderança do Mundial nos boxes*

* Por Livio Oricchio

Lewis Hamilton perdeu preciosos segundos em dois dos seus três pit stops, ontem, nas voltas 9 e 23, de um total de 57. E por causa de problemas na mesma roda, traseira esquerda. Tempo do primeiro: 28 segundos e 341 milésimos. Sebastian Vettel, 22s017. Segundo: 30s622 contra 22s717 de Vettel.

O então líder do campeonato, Hamilton, terceiro colocado nas três provas anteriores, classificou-se apenas em oitavo e viu a primeira colocação do Mundial transferir-se para o vencedor do GP de Bahrein, Vettel, que não teve, como os tempos atestam, nenhuma dificuldade nas três paradas, nas voltas 11, 25 e 39. No último, 36.ª volta, os danos foram menores para Hamilton 23s696 diante de 21s800 de Vettel.

No total, Hamilton gastou 82 segundos e 659 milésimos nos três pit stops e Vettel, 66 segundos e 534 milésimos. Só nessas três operações, portanto, o alemão da Red Bull impôs 16 segundos e 125 milésimos de vantagem, para não mencionar as dificuldades de Hamilton, depois, de sair dos boxes onde em geral há muito mais tráfego e seus tempos de volta tenderem a ser piores.

Já na China, etapa anterior à prova no circuito de Sakhir, Jenson Button, companheiro de Hamilton, afirmou que poderia lutar pela vitória com Nico Rosberg, da Mercedes, se no seu terceiro pit stop, na 39.ª volta de um total de 56, não tivesse perdido tempo extra, cerca de 5 segundos. Roda que retardou seu retorno à pista: traseira esquerda, a mesma de Hamilton, ontem.

“Prometo investigar profundamente o que aconteceu nas nossas operações nos boxes”, afirmou, ontem, Martin Whitmarsh, diretor da McLaren. A equipe inglesa tentou uma solução de emergência ao substituir o responsável pelo uso da pistola de ar depois do primeiro pit stop de Hamilton, ontem. Mas na parada seguinte o jovem piloto inglês passou pelo mesmo drama. Há questões técnicas também a serem resolvidas em relação à dificuldade de encaixe da porca única no cubo rápido.

“Estamos muito próximos, décimos de segundo significam muitas posições à frente ou para trás. Qualquer detalhe é capaz de lançar você para as vitórias ou rapidamente distanciá-lo delas. O trabalho de boxes é um componente essencial nesse processo”, disse ao Estado, sexta-feira, Button, ainda ao abordar sua experiência na prova de Xangai. Para Hamilton, não há dúvida: “Se não tivesse esses problemas hoje (ontem) seria realista chegar na quarta colocação”.

Com o oitavo lugar, Hamilton somou 4 pontos. Se fosse, de fato, quarto, receberia 12 pontos. Hoje Hamilton está em segundo no campeonato, com 49 pontos. Vettel tem 53 e é o novo líder. Ambos chegaram em Bahrein assim: Hamilton, primeiro, com 45 pontos e Vettel, quinto, 28.

A quarta colocação, na projeção de Hamilton, no caso de pit stops normais, ontem, lhe daria 12 pontos em vez dos 4, ou seja 8 a mais. Dessa forma, hoje teria 57 pontos e não 49. Em outras palavras, os preciosos segundos a mais perdidos principalmente nas duas paradas nos boxes lhe custaram a liderança do Mundial, com uma vantagem de 4 pontos sobre Vettel (57 a 53).

Se o GP de Bahrein fosse o da definição do título, Hamilton o teria perdido por causa da pouca eficiência da McLaren nos pit stops.

O mais interessante nessa história foi lembrado, ontem, por Vettel: “Depois da Austrália parecia que a McLaren tinha um supercarro e seria difícil vencê-los, ao menos a curto prazo.” As etapas seguintes, Malásia, China e ontem, ratificaram o belo projeto da escuderia inglesa, mas ao mesmo tempo deixaram claro que não se trata de um carro como o da Red Bull, no ano passado, muito além dos concorrentes, e o próprio time ainda necessita de ajustes para funcionar com a perfeição necessária para lutar pelo título.

SP INDY 300 2012: DICAS DE ALIMENTAÇÃO (ENTORNO)

Início de ano, Formula 1 começando e junto com ela aqui em São Paulo, a Fórmula Indy. Prá quem sempre reclama neste terceiro ano já é o terceiro evento em movimentação monetária de São Paulo, perde para a F1, a primeira, a Parada Gay em segundo.

Para quem vem a São Paulo pela primeira vez, ou vem só a Interlagos, a Fórmula Indy irá oferecer muito mais comodidades em relação à Alimentação. Aqui temos uma vantagem em relação a Interlagos, como existem pelo menos 3 shoppings ao redor, Centre Norte, Lar Center e shopping D, existe também a estação Rodoviária que oferece um leque razoável de opções de alimentação rápida.

O Clube Espéria oferece também opção de almoço e fica perto do pavilhão de exposições do Anhembí, assim como a churrascaria Anhembí, na rua Olavo Fontoura, praticamente dentro da pista.

Em frente a pista no campo de Marte existem alguns bares e restaurantes que podem ser utilizados pelos torcedores.

Quem tiver um pouco mais de tempo pode se deslocar até a avenida Braz Leme e desfrutar de diversas lanchonetes, casas de esfiha, cachorro quente, restaurantes e até aproveitar as casas de show e restaurantes. Existem também um supermercado Carrefour que oferece praça de alimentação.

A escolha vai depender muito do local do portão de acesso, quem estiver entrando pelos portões junto a praça Campo de Bagatelle, fica mais fácil o deslocamento até as proximidades da rodoviária, quem estiver mais perto do outro portão fica mais fácil a av. Braz Leme.

Vemos que a semelhança com Interlagos só fica com a proximidade em ambos de um supermercado Carrefour...

Pessoal, não se esqueçam de levar água, protetor solar, bonés e capa de chuva.

Esperamos que tenhamos um bom entretenimento e com vitória de um brasileiro a tarde no Anhembi.

Um abraço,

Dr. Roque

FÁCIL NÃO É*


* Por Flávio Gomes

As declarações de Domenicali ao “El Mundo” da Espanha são muito fortes e claras. O chefe da Ferrari diz que Massa não deve tentar desafiar Alonso, mas sim aprender com ele. Coloca, com sinceridade, as coisas em seus devidos lugares. Fernandinho é o dono do time, o novo Schumacher. O outro piloto será sempre o outro piloto.

Não vejo sacanagem nenhuma aí. Não significa que vão mandá-lo para a pista com três rodas ou pedir para comer na cozinha do motorhome quando o espanhol estiver almoçando. A Ferrari tem essa política há bastante tempo, desde que contratou Michael, em 1996, fazendo sua aposta para sair da fila. É uma opção, tem de ser respeitada. Há quem não goste — eu, por exemplo, prefiro o estilo McLaren, de ter dois pilotos fortes, do mesmo nível; mas nem sempre é possível.

Primeiro e segundo piloto é algo que quase todo mundo tem. Claro que nas equipes grandes essas coisas saltam mais aos olhos, e quando há um brasileiro envolvido, mais ainda por estes lados do planeta. Afinal, desde que Barrichello foi para Maranello, em 2000, é uma situação com a qual a pachecada convive, estimulada pelas bobagens da Globo. Ontem, li aqui (não ouvi) que a emissora oficial clamava por uma ordem de equipe quando Felipe estava atrás de Alonso com pneus macios. Foi isso mesmo?

Se foi, não há tolice maior. Transformar algo tão irrelevante em assunto numa transmissão de corrida apenas alimenta a desinformação e estimula os incautos a acharem que na F-1 todo mundo é contra o Brasil, que os pilotos brasileiros são coitadinhos, que só não são campeões todos os anos porque alguém não deixa.

Nada mais falso. Massa é segundo piloto da Ferrari porque Alonso é melhor. Em 2008, Felipe fez um ano melhor que Raikkonen e teve sua chance de ser o primeiro. Fez um campeonato exuberante e só perdeu o título por detalhes, numa decisão que, desconfio, jamais veremos de novo. Rubens sempre foi segundo de Schumacher porque Schumacher era melhor. Mas na Jordan e na Stewart, quase sempre foi ele, Barrichello, o primeiro. Senna era primeiro piloto da McLaren quando corria com Berger.  Com Prost, vivia-se uma situação parecida com a de hoje, com Hamilton e Button. Piquet teve de peitar todo mundo na Williams para não sucumbir à preferência por Mansell. Encheu o saco e saiu, depois de conquistar o título de 1987. Na Red Bull, alguém duvida que Vettel é o primeiro e Webber o segundo? E na Lotus? Será que alguém acredita que Grosjean não compreendeu seu papel neste ano, com a chegada de Raikkonen?

Domenicali foi sincero, embora esse tipo de coisa nem precise ser dita. Massa tem mais é de se concentrar em seu próprio trabalho, esquecer Alonso (e nem acho que se preocupa tanto; muitas vezes é parte da mídia brasileira que dá corda a essas coisas, à revelia do piloto) e mostrar à F-1, e não à Ferrari, que tem lugar no grid em 2013.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

GGOO BOLÃO F1 2012 - RESULTADOS DO GP BAHREIN

RESULTADO OFICIAL DA CORRIDA:
Pole Position - VETTEL
Posição no Grid Aleatória (11º) - RAIKKONEN
Volta mais rápida na corrida - VETTEL
01º colocado na corrida - VETTEL
02º colocado na corrida - RAIKKONEN
03º colocado na corrida - GROSJEAN
04º colocado na corrida - WEBBER
05º colocado na corrida - ROSBERG
06º colocado na corrida - DI RESTA
07º colocado na corrida - ALONSO
08º colocado na corrida - HAMILTON
09º colocado na corrida - MASSA
10º colocado na corrida - SCHUMACHER

PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+62 pontos - GILDO A.
+39 pontos - NATÁLIA WENDY
+33 pontos - FABIO MAROTTI
+25 pontos - DUFF
+22 pontos - IGOR DPN
+19 pontos - RUDSON
+18 pontos - A. ROQUE
+16 pontos - TIO BRUNO
+14 pontos - DR. ROQUE | MILTON NEVES
+13 pontos - MARCELÃO
+08 pontos - CÁSSIO EDUARDO | GABRIELA ARGENTINA | RENNER | CAROLINA
+06 pontos - RUI LENHARI R10
+02 pontos - NETO ROX
+01 pontos - SANDRA TARALLO
+00 pontos - FABRICIO | STIK | DEBORA LONGEN | MARCOS | ANDRÉ DE ITU | CARLOS MONTEIRO | MURILO MOURA | RODRIGO PIOIO | JOÃO FELICIANO | GUSTAVO LUZÓRIO | ANDRÉ ROQUE | RODRIGO CABRAL | RICARDO
-10 pontos - EDUARDO ROCHA | WALLISON | CÁSSIO LEÃO | CELSO COELHO | RAFAEL SILVA | RAFAEL FREITAS | KAKINHU | S | EGIDIO SILVA | SANDRA BARROS | JOÃO SCHUBERT | ROSE STABILE | JORGE | XANDÃO

CLASSIFICAÇÃO GERAL:

SENNA ESPECIAL


Um Mundial muito louco*

* Por Luiz Fernando Ramos

Sebastian Vettel gritou efusivamente no rádio da equipe depois de cruzar a linha de chegada e mostrou o dedo em riste ao descer do carro sinalizando que era o número 1 daquela corrida. A mesma cena que foi sinônimo de um domínio avalassador no ano passado ganhou um novo contexto nesse domingo no Bahrein.

Na quarta corrida de 2012, o alemão da Red Bull se tornou o quarto vencedor de quatro equipes diferentes neste ano. É algo que não acontecia desde 1983. E uma olhada na tabela deixa ainda mais clara a singularidade da atual temporada: Apenas dez pontos - o equivalente a um quinto lugar - separam o líder do quinto colocado no Mundial de Pilotos.

E este líder, o próprio Vettel, reconhece a igualdade existente na Fórmula 1 atual. - Estas primeiras quatro corridas foram extremamente equilibradas. Pequenas coisas fazem diferenças num final de semana - quantos pneus novos você tem, a relação de marchas que você escolhe, se asa traseira móvel é efetiva... Sem falar que cada uma das quatro corridas aconteceu em temperaturas diferentes e em traçados diferentes. Assim, não me surpreendo termos um resultado diferente a cada prova - avaliou.

A principal ameça de Vettel foi outro piloto de outra equipe que ainda não venceu neste ano. Kimi Raikkonen conseguiu um ótimo ritmo de corrida com o carro da Lotus, chegou a esboçar uma ultrapassagem a vinte voltas do final, mas teve de se conformar com o segundo lugar. Seu melhor resultado até agora neste seu retorno à F-1 teve, para ele, sabor de derrota.

- Estou decepcionado por não vencer. Havia uma possibilidade, mas só tive uma chance de ultrapassar e não consegui. O segundo lugar é bom, mas não é o que queremos. De qualquer jeito, a Lotus colocou Raikkonen e também Romain Grosjean no pódio. Ao lado da Sauber, forma uma dupla de equipes que não venceu, mas poderia ter vencido nesse ano - o time suíço chegou perto com Sergio Perez na Malásia.

Foi também em 1983 que seis equipes diferentes venceram corridas. Seria interessante se acontecesse o mesmo neste ano. Mas a Fórmula 1 faz uma pausa de três semanas até a próxima prova, com um teste coletivo em Mugello no meio. Na corrida de desenvolvimento, as equipes de orçamento maiores não medirão esforços para abrir vantagem para o resto.

Se vivemos um empate técnico, dá para afirmar sem medo de nenhum clichê: o Mundial vai começar para valer na temporada europeia com o GP da Espanha, no dia 13 do próximo mês.

GRID GIRLS: BRASILEIRO DE MARCAS - SÃO PAULO, 2012


Kanaan lança aposta com Barrichello para a SP Indy 300

A São Paulo Indy 300, que acontece no circuito urbano do Anhembi, neste próximo final de semana, ganhou um ingrediente a mais para a edição 2012.

Os brasileiros Tony Kanaan e Rubens Barrichello, companheiros na equipe KV Racing, resolveram apostar com a possibilidade de subir ao pódio, informa o site Amigos da Velocidade. “Se a gente subir no pódio juntos, eu não corto meu cabelo até 31 de dezembro e ele não faz a barba até 31 de dezembro”, brincou Kanaan. “Eu sei que não vai ser uma coisa muito bonita, mas vai ser engraçado”, disse o piloto em entrevista ao Jornal da Band, nesta última semana.

 Os equipamentos da Fórmula Indy desembarcam no Brasil, no aeroporto internacional de Viracopos (Campinas), nesta segunda-feira. A montagem das oficinas das escuderias, no pavilhão de exposições do Anhembi, começará nesta terça-feira.

A SP Indy 300 acontece no próximo domingo (29).

FOTO DO DIA


RUBENS FOI MELHOR DO QUE SENNA, CONTRA MALDONADO*

* Por Lucas Berredo


Apesar de Bruno Senna ter marcado 77% dos pontos da Williams nos quatro primeiros GPs desta temporada, Rubens Barrichello, no ano passado, teve um rendimento melhor contra Pastor Maldonado do que o atual brasileiro na F1.

A vantagem de Barrichello pode ser explicada principalmente pelo fato de o veterano ter superado Maldonado nos quatro primeiros treinos classificatórios de 2011, enquanto Senna largou atrás do companheiro em 75% do mesmo número de amostragem no ano seguinte – a exceção foi no Bahrein.

É verdade que Bruno teve um aproveitamento melhor em corridas ao marcar 14 dos 18 pontos anotados pela Williams em 2012, enquanto nem Barrichello ou Maldonado chegaram no top 10 no início do ano passado. Mas, na comparação entre campanhas com dois carros de rendimento completamente distintos – o difícil FW33 e sua configuração traseira radical e o conservador e mais competitivo FW34 –, não se pode levar em conta apenas o compartilhamento de pontos.

Primeiramente, pelo ritmo de classificação: em 2011, os carros da Williams ficavam cerca de 2s5 atrás dos líderes na classificação, em 2012, a diferença diminuiu em um segundo. Depois, pela discrepância no ritmo da corrida, principalmente ao analisar a lista de voltas mais rápidas em cada pista. Na China, em 2011, o melhor giro marcado por um modelo da Williams ficou a 2s709 da Red Bull; um ano depois, na mesma pista, Maldonado andou a meio décimo do carro mais rápido do dia, a Sauber de Kamui Kobayashi. 

Portanto, vamos aos números. Nos quatro primeiros treinos de 2011, Barrichello só não superou Maldonado na Austrália. Na ocasião, quando ambos avançaram ao Q2, o brasileiro cometeu um erro e não marcou volta rápida na sessão, mas antes, na primeira parte do treino, havia sido mais rápido do que o companheiro. Neste trecho do campeonato, a diferença média de classificação entre o brasileiro e o venezuelano foi de 0s276, sendo que Barrichello chegou a colocar 0s491 em cima do rival em Xangai.

Senna, por outro lado, só superou Maldonado no último GP do Bahrein, quando o venezuelano teve um problema no Kers e precisou abolir sua volta rápida. Além disso, embora a diferença média de classificação entre ambos seja relativamente pequena – 0s113 –, Maldonado tem um importante trunfo sobre o brasileiro em classificações: foi o único a avançar ao Q1, em Melbourne, quando largou do 8º lugar.

Outro fator importante é que, em 2011, com um carro bem inferior, Barrichello chegou a emplacar um 11º lugar no grid em Istambul - a melhor posição de Senna no grid foi uma 12ª colocação.

Quanto ao posicionamento nas corridas, a vantagem para Barrichello é mais nítida. Nos quatro primeiros GPs, o brasileiro andou apenas seis voltas atrás do companheiro de equipe – em Sepang –, quando sofreu um toque de Adrian Sutil, à época da Force India, no pneu traseiro e abandonou a prova com pneu hidráulico. Em ritmo de prova, a diferença entre as melhores voltas marcadas por Barrichello e Maldonado foi de cerca de 97 milésimos, com vantagem para o venezuelano – cuja velocidade nunca foi um problema, ao contrário de sua irregularidade.

Na pista, o confronto entre Senna e Maldonado foi mais equilibrado. Na Austrália, o brasileiro andou atrás do venezuelano durante toda a prova, enquanto em Sepang, na prova seguinte, Senna mostrou um melhor ritmo em pista molhada do que o rival. A situação permaneceu na China, quando Bruno só ficou atrás de Maldonado durante a janela de pitstops, mas se inverteu novamente no Bahrein, em que o brasileiro caiu para o fundo do pelotão enquanto o venezuelano lutava pelo top 10.

De qualquer forma, o fato de Senna ter garantido 77% dos pontos marcados pela Williams na temporada confere a vantagem ao brasileiro, que chegou ao top 10 na única vez em que os dois pilotos puderam fechar a prova juntos.

Em comparação a 2011, no entanto, seja por causa da inexperiência de Pastor Maldonado, Barrichello, por conta da vantagem em treinos classificatórios (o único fator em que Senna foi batido em três das quatro corridas pelo venezuelano), levou a melhor sobre o compatriota em relação ao duelo com o companheiro de equipe.


Desempenho de Barrichello e Senna contra Maldonado nos 4 primeiros GPs 


Rubens Barrichello (4 GPs) 
Porcentagem de pontuação: 0% 
Melhor colocação: 13º x 18º 
Pódios: 0 a 0 
Posição média de largada: 14,5 x 16,0 
Posição média de chegada: 14 x 17,5 
Placar de classificação: 3 a 1 (*) 
Maior diferença em classificação:: -0s491, na China 
Diferença média de classificação:: -0s276 
Placar na corrida: 2 a 0 
Abandonos: 2 (transmissão/problema hidráulico) a 2 (transmissão/motor) 
(*) Na Austrália, Barrichello superou Maldonado na única vez em que ambos registraram voltas rápidas, isto é, na primeira parte do treino. No Q2, no entanto, o brasileiro cometeu um erro e terminou no grid atrás do venezuelano. 


Bruno Senna (4 GPs) 
Porcentagem de pontuação: 77,7% (14 de 18 pontos) 
Melhor colocação: 6º x 8º 
Pódios: 0 a 0 
Posição média de largada: 13,5 x 13,5 
Posição média de chegada: 6,5 x 8 
Placar de classificação: 1 a 3 
Maior diferença em classificação: +0s457 
Diferença média de classificação: +0s113 
Placar na corrida: 2 a 0 Abandonos: 2 (colisão com Massa/freios) a 3 (acidente/motor/pneu furado)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

SENNA ESPECIAL


ROBERTO CARLOS #71

Ontem o Rei Roberto Carlos comemorou 71 anos...e a nossa homenagem à ele é essa:

Power é favorito em S. Paulo*

* Por Teo José

Will Power venceu as duas últimas provas da Indy, uma em circuito misto permanente e outra na rua. Sua equipe venceu as três do ano. Power ganhou as duas primeiras corridas no traçado do Anhembi - a São Paulo Indy 300. Por estes resultados, o aponto como o homem a ser batido no próximo dia 29, em mais uma edição da etapa brasileira.

O motor Chevrolet, da Penske, tem se mostrado superior ao Honda. Tanto em potência como em melhor consumo. Como o tempo entre Long Beach e a capital paulista é de apenas duas semanas, muito pouco poderá ser desenvolvido pelas fábricas -- até mesmo em mapeamento eletrônico.
A Chip Ganassi, sempre grande rival da Penske, anda sofrendo com a permanência do motor japonês e ainda não encontrou o melhor acerto do novo carro da categoria.

Na Penske tem também Ryan Briscoe e Hèlio Castroneves com todas as possibilidades de vitória. Ainda mais o segundo. Hélio corre em casa, tem esta dose extra de determinação e é um piloto que sempre obtém vitórias pontuais. Tem estrela. Ganhar em casa ainda falta em seu currículo. Quem sabe será nesta edição.

Tony Kanaan e Rubens Barrichello têm tido carros mais competitivos a cada prova. Acompanhamos isto em Long Beach. Mas a KV ainda não está no mesmo nível da Penske e Andretti. Vão precisar de mais tempo para arrumar a casa e até mais poderio financeiro.

Bia Figueiredo estará na Andretti. Não se pode cobrar nada, faz a primeira corrida com mecânicos e engenheiros diferentes e não terá a mesma atenção que tem aqueles que vão fazer toda temporada. Pelo menos sabe que tem um bom equipamento.

Como na Indy vários carros são iguais (como os da Penske, Andretti e KV), com um pouco de sorte e tática arriscada (e certeira) não se pode afastar nenhum resultado. Analisando a situação de uma maneira pura e simples, aponto o australiano como favorito a sua 18ª vitória - a oitava em pista de rua.

E para você, quem vence em São Paulo?

SP INDY 300 2012: PROGRAMAÇÃO OFICIAL

Aviso aos novos talentos do automobilismo do Brasil: “É proibido sonhar com a Fórmula 1″*

* Por Américo Teixeira Jr.


Houve um tempo, pelo menos aqui no Brasil, que sonhar com a Fórmula 1 era palpável. Sem dúvida, um sonho sonhado por muitos e tornado realidade por poucos, mas que de toda forma não era algo de “outro planeta”, irreal, fora de propósito. Nunca foi fácil, mas pelo menos havia um caminho a seguir, uma estrutura que preparasse os futuros ídolos.

Hoje, porém, esse modelo não existe mais. O kart conduzia para as categorias de monopostos do regional paulista, Cansei de ver kartista “pegando a mão” de Interlagos nos carros da escolinha de Aldo Piedade para, ato contínuo, ingressar na fórmulas Ford, Chevrolet ou Renault, dependendo da época de cada um. Seguia-se, depois, para a Fórmula 3 Sul-americana, que foi uma formadora tão formidável de talentos que hoje somente vive desse passado, diante de um presente sombrio. Com toda essa bagagem, o jovem piloto ia para a Europa e, não raras vezes, estourava. Apenas de cabeça, sem consultar manual algum, cito Rubens Barrichello, Tony Kanaan, Cristiano da Matta, Gil de Ferran, Enrique Bernoldi, Ricardo Zonta, André Ribeiro, Christian Fittipaldi, Bruno Junqueira, Helio Alves de Castro Neves (ainda não era Castroneves), Antonio Pizzonia, Nelsinho Piquet, Gualter Salles e tantos outros que chegaram na Europa e deixaram suas marcas. Alguns ficaram, outros foram para os Estados Unidos, outros abandonaram o sonho. Independentemente disso, esse grupo chegou entendendo de carro de corrida. Tendo passado por várias categorias e acumulado experiência durante anos, pode ter chegado no Velho Mundo sem saber o que significava steering wheel e overtake, posto a falta de domínio do idioma, mas bastava entrar no carro para o pessoal das equipes européias entender que não estava lidando com qualquer um. O automobilismo mudou. O Olimpo, que sempre foi representado pela Fórmula 1 está cada dia mais distante pelos custos da categoria, que insiste, em pleno Século XXI, a tocar a sua vida como se o mundo se restringisse a seu paddock, alheia ao emporcalhamento mundial que impera em todos os cantos, inclusive no seu próprio “quintal”, a Europa. 

Mas nós, aqui no Brasil, também fizemos a nossa parte e ajudamos a tornar mais distante ainda o sonho da Fórmula 1. O kartismo perdeu a sua capacidade formadora por causa dos custos. Esforços isolados não foram o bastante para reviver os tempos em que uma etapa do Campeonato Paulista reunia mais gente e era mais plural, no que tange a estados representados, do que o próprio Brasileiro. O moleque que sai do kart não tem hoje para onde ir porque não fomos capazes de manter vivas as categorias escolas. Já tivemos tantas e tantos esforços foram feitos, mas em definitivo permitimos que elas morressem, sendo a Fórmula Futuro, oficialmente extinta hoje, apenas mais um capítulo nessa história da incapacidade brasileira na formação de talentos. Sobrou a Fórmula 3 Sul-americana cujo presente …. ora, o presente. Então, o único caminho é pular todas as etapas e, do kart, passar direto para o automobilismo europeu para, com bons sacos de Euros, pagar para ter um aprendizado que sua terra natal não foi capaz de lhe proporcionar. Obviamente que essa capacidade financeira não é prerrogativa de muitos, escasseando o número de representantes brasileiros no automobilismo internacional, minguado ano a ano.

Enquanto isso, nossas categorias de Turismo se ampliam num modelo padronizado, com altos e baixos, sempre à mercê dos ânimos financeiros dos inúmeros participantes que estão no esporte apenas como hobby. Por tudo isso, seria bom olhar Felipe Massa e Bruno Senna com olhos menos críticos. Poderão ser eles, salvo alguma metamorfose, nossos últimos representantes na Fórmula 1, a mesma que um dia teve o Brasil brilhando e que hoje, diante do cenário da incapacidade brasileira de promover um automobilismo profissional e sustentável, poderá ser coisa do passado em breve. Claro que Felipe Nasr está galgando esse caminho, e tomara que consiga, mas é muito pouco para o que o Brasil já representou.

Acho que a imprensa tem parcela de culpa, pois o espaço é muito pequeno para o automobilismo local, em muitos casos, quando comparado à Fórmula 1. Pais de pilotos que pagam “rios de dinheiro” no kartismo também fazem parte da lista, pois esquecem que o kartismo não é um fim, mas apenas um meio. Dirigente preocupados com taxas de inscrição e não com o fomento do esporte, ganham também uma cadeira cativa nesse rol. O empresário que não investe na base, mas só nas categorias que estão na Globo, também tornaram mais difícil a caminhada. Mas, sobretudo, “louva-se” a Confederação Brasileira de Automobilismo, cuja miopia é a principal responsável pela fixação dessa norma: É PROIBIDO SONHAR COM A FÓRMULA 1. É mais simples do que andar para a frente. Em se tratando de Fórmula 1, “colhemos” o que “plantamos”. Como não “plantamos”, não temos o que “colher”. Ponto final.

SP INDY 300 2012: ESSE SERÁ O CARRO DE BIA FIGUEIREDO

A equipe Andretti Autosport, divulgou hoje em seu perfil no twitter, o layout do carro com o qual Bia Figueiredo irá disputar a etapa brasileira da Fórmula Indy. Bia correrá com o numeral #25 e patrocínio principal da Ipiranga, confira:

CHELSEA FORMULA1 CLUB*

* Por Blog GP

A F-Superliga acabou, mas a combinação entre equipes de futebol e automobilismo pode voltar em breve. No GP da China, disputado no último final de semana, a Sauber chamou a atenção com uma mensagem “Out of the Blue” escrita na tampa do motor.

 Mais tarde, a equipe suíça confirmou que a frase diz respeito à chegada de um novo patrocinador, que será anunciado em breve.

De acordo com a imprensa europeia, esse novo patrocinador é nada mais nada menos que Roman Abramovich, dono do time inglês de futebol do Chelsea e um dos homens mais ricos do mundo. Talvez sem ter mais onde gastar dinheiro, o russo decidiu expandir os negócios para a F1, investindo na equipe suíça.

Caso o acordo seja confirmado, a Sauber deve passar por uma reformulação em seu layout, tendo mais azul, cor que representa o Chelsea.

É curioso que em uma época onde as equipes de futebol sofrem para arrumar patrocínio – no campeonato espanhol, por exemplo, metade das esquadras não tem um investidor exibido na camisa –, um time decida entrar na F1 despejando dinheiro em uma escuderia mediana. Só esses ricaços mesmo.

Se os boatos estiverem corretos, não seria surpresa ver Didier Drogba substituindo Kamui Kobayashi em algumas etapas da F1, ou Sergio Pérez sendo escalado como atacante titular em algum jogo em Stamford Bridge. Se bem que é capaz de o mexicano acabar marcando mais gols que Fernando Torres…


quinta-feira, 19 de abril de 2012

SENNA ESPECIAL

PFC – Pilotos Futebol Clube, é o jeito!*

* Por Johilton Pavlak - Piloto de automobilismo

O jeito para nos tornamos esportistas profissionais é só se montarmos o PFC: Pilotos Futebol Clube! Infelizmente hoje o automobilismo brasileiro dá mais um passo para trás. O que é pior, estou falando sobre a base do automobilismo, a desistência da Formula Futuro!

Como podemos lutar por um sonho, por um objetivo, nos sacrificar como é preciso e como muito de nós veem fazendo, para cada dia que passa a luz no fim do túnel ficar cada vez mais longe?

Fico triste pelo o automobilismo brasileiro perder, e consequentemente, nós pilotos também, uma categoria como era a Formula Futuro. Alô REDE GLOBO – Fórmula 1, alô BANDEIRANTES – Formula Indy, como o produto de vocês será uma mina de ouro sem pilotos brasileiros. Alô entidades: Vão ficar parados e ver aos poucos um esporte se acabar?

Entendo que a culpa não é apenas da RM Events ou só do Felipe para este acontecimento. Isso começa pela educação e cultura que de um modo em geral o Brasil vêm pecando com nosso esporte a motor!

Gostaria de deixar claro de que a Fórmula Futuro de 2012 não fazia parte em meu projeto para o ano. Estou aqui, mostrando a indignação como piloto, em ver vários de meus colegas, ter planejado o ano na mesma e tomar um grande “banho de água fria” com essa notícia de hoje!

Entristecedor um país com o nível que tem de pilotos, com o histórico que tem no automobilismo mundial, vir desta maneira, dificuldades com patrocínios, poucos incentivos e agora com uma perda de uma categoria!

Aproveito meu post, para propor para nós pilotos, e fazermos uma “pelada” (partida de futebol) na reta do Autódromo de Interlagos. Derrepente assim apareceremos mais, teremos mais apoio e seremos bem sucedido no esporte!

OBS: Agora, creio que se o Felipe Massa tiver o propósito realmente, de: como para mim mesmo foi apresentado, de que, seu interesse era/é incentivar os pilotos brasileiros e a base do automobilismo, ele arrumará um jeito. Quero só ver!

MORCEGÃO FM E BLOG DA GGOO

Caros amigos leitores do Blog da GGOO,

Oficialmente, assim podemos dizer, a GGOO está ampliando os seus espaços. Da comunidade no Orkut ao Blog e a Revista GGOO News, a partir de hoje temos o privilégio de colaborar com um novo e grande parceiro, a Web Rádio Morcegão FM, sintonizada pelo site: www.morcegaofm.com.br (ou também pelo banner que está na nossa página).

A rádio, que iniciou suas atividades no dia 13/07/2009 (dia Mundial do Rock), é uma rádio completamente voltada para o Rock'n Roll, uma rádio 100% on line e voltada para o público que ama Rock’n Roll, suas raízes e suas manifestações diversas, com uma programação cativante que atravessa desde grandes clássicos até músicas mais recentes, de som nacional à internacional.

A Morcegão FM é uma criação do locutor Renato Chiquito, vulgo Morcegão (dai o seu nome), torcedor do cativo do Noroeste de Bauru, e que em sua vida soltou a voz em rádios como a 89 FM A Rádio Rock, Mix FM e a Kiss FM. Além disso apresentou os shows de: Rita Lee, Capital Inicial, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Deep Purple, Nazareth, Rolling Stones, dentre outros.

Desta forma, entraremos no ar com o Boletim da Velocidade, falando sobre o automobilismo em suas diversas categorias, da F-1 a F-Truck, opinando e mostrando algumas curiosidades do mundo da velocidade. O Boletim da Velocidade terá uma programação semanal de conteúdo e contará com inserções diárias na programação da Rádio.

Então é isso, leiam o Blog da GGOO e curtam a Morcegão FM!

SP INDY 300 2012: OPERAÇÃO ESPECIAL PARA O TRÂNSITO

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implantará a partir do dia 26 de abril (quinta-feira) um esquema especial de trânsito para a terceira edição da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, que acontecerá no dia 29 de abril no Circuito Anhembi e terá transmissão ao vivo pelos canais Band e Bandsports, além das rádios Bandeirantes e Bandnews FM. As ações programadas incluem o bloqueio de vias como a Avenida Olavo Fontoura e um trecho da pista local da Marginal Tietê. Haverá também uma Central de Gerenciamento de Operações na Praça Campo de Bagatelle, e reforço do monitoramento, da orientação e da fiscalização do tráfego.

A operação contará com mais de 700 funcionários, entre técnicos na Central de Operações e operadores de tráfego. A sinalização será feita com mais de 820 cavaletes, 220 cones, 155 cilindros, 3.700 metros de gradil, 10 painéis de mensagem variável, 33 faixas de orientação e 75 rolos de fita zebrada.

BLOQUEIOS OPERACIONAIS

Como o circuito da corrida da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé será prioritariamente de rua - num total de 4.180 metros e 11 curvas - a CET já está realizando intervenções no entorno do Anhembi. A Rua Professor Milton Rodrigues, sentido Olavo Fontoura, já está parcialmente bloqueada e será totalmente fechada para a construção de uma passarela no local. O bloqueio prossegue até as 23h59 de domingo (29/04).

A partir das 23h59 de quinta-feira (26/04) até as 23h59 de domingo (29/04), serão bloqueadas as seguintes vias:

Pista local da Marginal do Tietê, sentido Castello Branco, entre a Ponte das Bandeiras e a Ponte da Casa Verde;
Avenida Olavo Fontoura, sentido Santana, entre a Rua Brazelisa Alves de Carvalho e a Praça Campo de Bagatelle;
Rua Professor Milton Rodrigues, sentido Olavo Fontoura;
Rua Marechal Leitão de Carvalho, entre a Rua Massinet Sorcinelli e a Avenida Santos Dumont, com alteração de circulação de sentido único para duplo;
Rua Massinet Sorcinelli, entre a Marginal Tietê e a Rua Marechal Leitão de Carvalho.

Das 21h de sexta-feira (27/04) às 23h59 de domingo (29/04), passam a valer também os seguintes bloqueios:
Avenida Olavo Fontoura, sentido Casa Verde, entre Praça Campo de Bagatelle e a Rua Brazelisa Alves de Carvalho;
Rua Professor Luciano Prata;
Rua Doutor Melo Nogueira;
Rua Brazelisa Alves de Carvalho (Interdição parcial);
Rua Anita Malfatti (Interdição parcial).

E a inversão de mão de direção na Rua Professor Hermenegildo de Campos Almeida, entre a Rua Brazelisa Alves de Carvalho e a Avenida Braz Leme.

O acesso à Avenida Olavo Fontoura será restrito às pessoas devidamente credenciadas. Os veículos com destino ao Aeroporto Campo de Marte deverão acessá-lo pela Avenida Santos Dumont, sentido Centro, portaria oposta à Rua Santa Eulália.

CAMINHOS ALTERNATIVOS

Ponte Governador Orestes Quércia: opção de caminho alternativo para veículos que trafegam pelo Eixo Norte/Sul com destino a Santana ou que desejem acessar as rodovias dos Bandeirantes, Anhanguera ou Castelo Branco;
Pista Expressa da Marginal Tietê: opção para a Pista Local da Marginal Tietê;
Avenida Braz Leme ou Pistas Expressa e Central da Marginal Tietê: opção para a Avenida Olavo Fontoura.

Na ocorrência de lentidões na Praça Campo de Bagatelle, ela poderá ser bloqueada junto à Avenida Santos Dumont. Neste caso, a opção de desvio será a Avenida Santos Dumont (sentido Bairro), Praça Heróis da FEB, Avenida Santos Dumont (sentido Centro), acessando a Praça Campo de Bagatelle.

TRANSPORTE COLETIVO

Como não há previsão de bolsões de estacionamento para veículos de passeio nas proximidades do circuito da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, a CET sugere que o público utilize o transporte público para chegar ao local do evento.

ÔNIBUS MUNICIPAIS - A SPTrans disponibilizará cinco linhas expressas de ônibus partindo de miniterminais temporários implantados na Avenida Paulista (em frente ao Parque Trianon), na Praça da República com Rua do Arouche, no Aeroporto de Congonhas, na Estação Tietê do Metrô (Avenida Cruzeiro do Sul) e na Estação Barra Funda do Metrô (Rua Professor Wilfrides Alves de Lima, entre a Rua Tagipuru e a Av. Auro Soares de Moura Andrade). As linhas expressas seguirão direto para o Anhembi, sem paradas no percurso.

ÔNIBUS FRETADOS - Será ativado bolsão de ônibus para fretados na Avenida Braz Leme, sentido Centro, entre a Rua do Aclamado e a Rua Sóror Angélica. O embarque/desembarque de passageiros deverá ser realizado na mesma avenida, ambos os sentidos, entre as ruas Doutor Melo Nogueira e Marambaia.
METRÔ - As estações Tietê e Barra Funda terão os horários de funcionamento mantidos nos dias de treino e corrida. Haverá linha de ônibus fazendo integração entre os terminais e o local da corrida.

TÁXI - Na chegada ao evento, o desembarque deverá ser realizado na Rua Brazelisa Alves de Carvalho (local de menor trajeto até os portões do evento). Para a saída foram credenciados 3.500 táxis, que serão distribuídos em dois pontos: um na junção da Rua Anita Malfatti com Avenida Olavo Fontoura; e outro na Praça Campo de Bagatelle, junto à Avenida Olavo Fontoura.

MOBILIDADE REDUZIDA - Estará disponível serviço especial de transporte do Atende às pessoas com Deficiência Física e Mobilidade Reduzida, partindo dos cinco miniterminais: Avenida Paulista (em frente ao Parque Trianon), na Praça da República com Rua do Aouche, Aeroporto de Congonhas, Estação Tietê do Metrô (Rua Marechal Odylio Dennys) e Estação Barra Funda do Metrô (Avenida Auro Soares de Moura Andrade, internamente ao terminal, ao lado da rampa de acesso de deficientes).

RECOMENDAÇÕES AO PÚBLICO
Os motoristas que utilizam as rodovias no entorno da Capital, em especial os que conduzem veículos de carga, devem evitar acessar o sistema viário da Cidade, especialmente a Marginal Tietê, entre os dias 26 e 29 de abril;
Os motoristas oriundos da Região Norte do país pelas rodovias Presidente Dutra, Fernão Dias e Ayrton Senna, com destino ao Sul; assim como os provenientes da região Sul pelas rodovias Régis Bittencourt, Raposo Tavares, Castelo Branco e sistema Anhanguera/Bandeirantes, com destino ao Norte, todos devem utilizar a Rodovia D. Pedro I ou o Rodoanel Mário Covas. Aos motoristas oriundos do interior do Estado com destino ao Litoral através do sistema Anchieta/Imigrantes, também recomendamos a utilização do Rodoanel Mário Covas;
Dê preferência ao uso do transporte público (Metrô, ônibus e táxi);
Não confie em guardadores de veículos que indicam locais para estacionar e que não sejam permitidos;
Não estacione veículos sobre calçadas, canteiros centrais, ajardinamentos e frente a guias rebaixadas;
Se necessitar pedir informações, faça de forma a não atrapalhar a fluidez do trânsito;
Não embarque ou desembarque em fila dupla ou afastado da calçada;
Pedestre atravesse na faixa e utilize a passarela.

Para informações de trânsito, ligue 1188 - Fale com a CET. Atende 24 horas por dia para informações sobre trânsito, ocorrências, remoções, reclamações e sugestões.

INGRESSOS - Os ingressos para a etapa brasileira da IZOD IndyCar Series, que acontece no próximo dia 29 de abril, podem ser adquiridos no site oficial da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé (www.saopauloindy300.com.br) ou pelo endereço eletrônico da Livepass (www.livepass.com.br), além da central telefônica acessada pelo número (11) 4003-1527 (custo de ligação local, mais impostos), de segunda-feira a sábado, das 9h às 21h. Uma bilheteria oficial da prova (sem cobrança de taxa de conveniência) está disponível na capital paulista, no estádio do Morumbi (Praça Roberto Gomes Pedrosa, s/n - Morumbi) com funcionamento de segunda-feira a domingo, das 10h às 18h. A bilheteria não funciona em dias de jogos no estádio. Estudantes, crianças entre cinco e 12 anos - acompanhadas pelos responsáveis -, e idosos acima de 65 anos têm direito a meia-entrada. As instalações também oferecem acessos para portadores de necessidades especiais.

MELHOR QUE A ENCOMENDA*

* Por Ivan Capelli

Pouca gente – para não dizer ninguém – imaginava um começo de campeonato tão bom para a Williams em 2012. O time britânico acertou a mão no carro, os motores Renault deram um belo upgrade no desempenho e seus pilotos estão respondendo muito bem.

Com 18 pontos no Mundial de Construtores (mais que o triplo de tudo o que somou em todo o ano de 2011), a Williams já está em sétimo na classificação, mas só não é a quinta ao lado da Mercedes por causa do acidente de Pastor Maldonado na última volta do GP da Austrália. Tivesse conduzido o carro “para casa” com tranquilidade, os oito pontos estariam garantidos.

Porém, a pancada do Pastor no muro não depõe contra seu campeonato. O venezuelano tem feito corridas com inteligência, é rápido nas classificações e tem se mostrado muito combativo durante as provas. Briga, ultrapassa, defende posição, é praticamente um showman. Pontuou apenas na China, mas faria um ponto na Malásia não tivesse tido um problema de motor a poucas voltas do fim. É um dos protagonistas do campeonato.

Assim como Bruno Senna. Olhado com desconfiança por causa do sobrenome e por duas oportunidades não aproveitadas na Fórmula 1, o brasileiro é outro que vem se saindo melhor que a encomenda. Apesar da corrida ruim na Austrália, foi brilhante em Sepang e fez bonito também em Xangai. Nas últimas duas provas, andou sempre à frente do companheiro de equipe, um piloto mais experiente e que batia Rubens Barrichello com regularidade no ano passado. Precisa melhorar seu posicionamento nas largadas, já que tocou ou foi tocado em todas as três corridas até aqui. Na China, teve a sorte de não ter tido o carro danificado, depois de encostar sua asa dianteira no pneu traseiro esquerdo da Ferrari de Felipe Massa. Porém, apesar dessa ressalva, faz um campeonato brilhante até aqui. Quem especulava no começo do ano que a Williams tinha a pior dupla de pilotos do campeonato deve estar com a língua bem dolorida hoje.

Frank Williams completou 70 anos anteontem e tem como presente o renascimento de sua equipe. Menor do que já foi um dia, mas muito maior do que era em 2011. O resgate da Williams é importante para a história da Fórmula 1 e um pódio nesta temporada seria o presente perfeito. Vitória só em alguma situação absurda, mas um pódio e uma classificação final entre as seis melhores equipes é um objetivo bastante factível, mesmo com pouco dinheiro para desenvolver o carro. E eu acho que vai acontecer.

LOS MINI DRIVERS: 2012 Chinese Grand Prix

quarta-feira, 18 de abril de 2012

AO VIVO: FÓRMULA 1 - GP DO BAHREIN 2012 (TREINOS E CORRIDA)

Por melhorias na estrutura do Setor G do GP Brasil de Fórmula 1 em Interlagos, a campanha da Torcida Pisa Fundo Brasil, com apoio da P7 F1 Team e GGOO continua, PRECISAMOS DE SUA ASSINATURA! 
PARTICIPE: www.TelaoNoSetorG.com.br


*** PRÓXIMAS TRANSMISSÕES AO VIVO ***
TREINO LIVRE 1 - 20/04/2012 (sexta-feira), 04:00h (horário de Brasília)
TREINO LIVRE 2 - 20/04/2012 (sexta-feira), 08:00h (horário de Brasília)
TREINO LIVRE 3 - 21/04/2012 (sábado), 05:00h (horário de Brasília)
CLASSIFICAÇÃO - 21/04/2012 (sábado), 08:00h (horário de Brasília)
CORRIDA - 22/04/2012 (domingo), 09:00h (horário de Brasília)
GP DA ESPANHA - TREINOS LIVRES - 11/05/2012 (sexta-feira)

DESAFIO DO DIA

Quem? Carro? Ano? Pista?

HÁ 18 ANOS, 1º PÓDIO DE BARRICHELLO NA F1 MARCAVA "ÉPOCA DE ESPERANÇAS"*

* Por Leonardo Felix

Em 17 de abril de 1994, portanto há exatos 18 anos, Rubens Barrichello conquistava o primeiro de seus 68 pódios na F1. Foi no GP do Pacífico, segunda etapa da temporada, que teve vitória de Michael Schumacher e Gerhard Berger na segunda posição. O brasileiro chegou em terceiro com a Jordan e, além de tomar champanhe, sorrir para fotos e dar sambadinhas, comemorou também a surpreendente vice-liderança do campeonato, com sete pontos marcados.

Sim, Barrichello constou na segunda posição do certame após essa etapa, porque teve também um quarto lugar no GP do Brasil. Enquanto Ayrton Senna vivia um inferno astral e Williams, Ferrari e McLaren capengavam por falta de confiabilidade, Rubens era o único piloto fora Schumacher a pontuar nas duas provas.



Para aqueles que assistem à F1 só por causa dos brasileiros, o bom início de campanha do paulista foi um alento contra os resultados decepcionantes de Senna. Amplo favorito ao título, o tricampeão sofria com a sina de não conseguir terminar um GP sequer em sua nova equipe, ao mesmo tempo em que via um Schumacher mais consistente e veloz do que nunca.

Com o grande nome do Brasil fora da corrida sem conseguir completar uma curva (tomou um toque de Mika Hakkinen logo após a largada), as atenções da transmissão brasileira se voltaram às boas atuações de Rubens e também de Christian Fittipaldi, que terminou logo atrás, em quarto, a bordo de uma Footwork que esbanjava uma pintura de causar inveja aos criadores do logotipo do Windows 95.

É importante ressaltar que, se ambos fizeram uma corrida consistente, também contaram com uma porção de abandonos para chegarem onde chegaram: Senna, Larini, Hill, Hakkinen, Martin Brundle e Jos Verstappen estavam na frente dos dois, ou pelo menos de um deles, quando deixaram a prova.

O otimismo era latente: Senna já estava deixando seu legado e o Brasil formava um sem-número de novos talentos, que em breve dominariam o mundo e criariam uma supremacia nunca vista antes na história do automobilismo mundial.

Só de cabeça, dá para lembrar de Gil de Ferran, Pedro Diniz e Tarso Marques na F3000; Ricardo Rosset, Guarter Salles e Luiz Garcia Jr na F3 Inglesa; Marco Campos (que faleceria em um acidente terrível na F3000, em Magny-Cours, no ano seguinte) na F-Opel Europeia; André Ribeiro na Indy Lights. Reginaldo Leme chega a citar outros nomes no decorrer da transmissão.

Duas semanas depois, iniciou-se uma sucessão de hecatombes que levaram a situação ao estado periclitante dos atuais dias: a tragédia de Ayrton na Tamburello, a pressão em cima de Rubens, o fracasso de outras promessas que nunca se concretizaram (exceto Gil, bicampeão da Champ Car), a decepção com uma "geração perdida" e o sucesso efêmero de Felipe Massa, hoje convertido em uma agonizante decrepitação.

Há 18 anos, o Brasil se colocava em um patamar de grande formador de pilotos de ponta. Atualmente, com exceção aos sucessos esporádicos de Bruno Senna e ao bom início de temporada de Luiz Razia e Felipe Nasr na GP2, não há nenhum novo "fenômeno" nacional assombrando a Europa. Em menos de duas décadas, o automobilismo brasileiro saiu de um sonho fantástico de hegemonia para a dura realidade atual, que está mais para um pesadelo elegíaco.

GGOO BOLÃO F1 2012 - TOP 08 GP CHINA *



* Arte do Marcelão Vargas