quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

RED BULL RB6: O CARRO

A dita última das grandes, enfim, lançou seu carro para a temporada 2010 da Fórmula 1. Trata-se da Red Bull, equipe que surpreendeu na temporada passada por desenvolver o melhor carro sem difusor duplo, conquistando o vice-campeonato de construtores.

O carro deste ano apresenta a já famosa bigorna e um bico bem parecido com a da Williams e da Force India.

Abaixo o carro:

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

LOTUS: A PRIMEIRA IMAGEM

E o pessoal da Autosport "flagrou" novamente o novo carro, assim como já haviam feito com a Williams. Desta vez foi descoberto o novo carro da Lotus malaia, que fez seu shakedown no circuito de Silverstone, hoje:


Ainda não se sabe se manterão as cores tradicionais da equipe, o famoso verde musgo e amarelo, mas de qualquer forma, é um carro bem diferente dos demais apresentados até agora, principalmente pelo bico curto em relação aos demais.

F1: OS PILOTOS QUE ESTARÃO EM JEREZ

Os pilotos brasileiros entrarão em ação nos testes coletivos desta semana, em Jerez de la Frontera, na Espanha, apenas na segunda metade do cronograma, informa o site TAZIO.

Tanto Felipe Massa, na Ferrari, quanto Rubens Barrichello, da Williams, e Lucas di Grassi, da Virgin, participam dos dois dias finais de ensaios, enquanto seus companheiros (Fernando Alonso, Nico Hulkenberg e Timo Glock) serão os responsáveis pelo início dos trabalhos.

Os treinos na pista andaluz também terão a presença de Red Bull e Force India, que não treinaram na semana passada, em Valência. Confira a lista provisória de presença em cada dia de prática desta semana:

Dia 10: Rosberg (Mercedes), Webber (Red Bull), Button (McLaren), Alonso (Ferrari), Kobayashi (Sauber), Hulkenberg (Williams), Petrov (Renault), Liuzzi (Force India), Buemi (Toro Rosso) e Glock (Virgin).

Dia 11: Schumacher (Mercedes), Webber (Red Bull), Button (McLaren), Alonso (Ferrari), Kobayashi (Sauber), Hulkenberg (Williams), Petrov (Renault), Liuzzi (Force India), Buemi (Toro Rosso) e Glock (Virgin).

Dia 12: Rosberg (Mercedes), Vettel (Red Bull), Hamilton (McLaren), Massa (Ferrari), De La Rosa (Sauber), Barrichello (Williams), Kubica (Renault), Sutil (Force India), Alguersuari (Toro Rosso) e Di Grassi (Virgin).

Dia 13: Schumacher (Mercedes), Vettel (Red Bull), Hamilton (McLaren), Massa (Ferrari), De La Rosa (Sauber), Barrichello (Williams), Kubica (Renault), Sutil (Force India), Alguersuari (Toro Rosso) e Di Grassi (Virgin).

FORCE INDIA VJM03: O CARRO

E saiu mais um carro, agora é o da Force India, que mostra suas linhas no bólido que disputará a temporada 2010 da Fórmula 1.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

GGOO ENTREVISTA: LUCAS FINGER

Por Daniel Macarenco e Douglas Vianna.
"O meu ídolo é o Ingo Hoffmann, ele é uma pessoa muito séria no que faz e isso é muito importante em um piloto."

Admirador de Ingo Hoffmann, o piloto Lucas Finger tem como suas principais conquistas o título de campeão paulista de Kart em 2002 e o da Stock Car Júnior em 2008. Em 2010 disputará a Pick Up Race, categoria que substitui a antiga Vicar, visando uma vaga na categoria principal da Stock Car, a V8.

Jovem e sonhador, o piloto de 24 anos concedeu uma entrevista ao Blog da GGOO, por e-mail, direto de Taubaté.


Como se deu o início de sua carreira no automobilismo? De onde nasceu a paixão pela velocidade?

O início da minha carreira foi quando meu pai me levou para andar de kart, quando tinha mais ou menos uns oito anos de idade, isso aconteceu em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Já chegando aqui em Taubaté, meu pai me deu de presente o primeiro kart de competição, depois disso eu comecei a competir no campeonato de kart do litoral. Na verdade, eu não sei da onde nasceu essa paixão que tenho até hoje pelo automobilismo, mas sem dúvida, o maior incentivador foi meu pai. Depois de muito tempo é que eu fui descobrir que ele tinha um sonho de correr em um carro de corrida.


Em seu primeiro ano no Kart, quais foram as suas principais dificuldades e o que de mais importante você aprendeu nesse ano?

Na verdade eu não tinha muita dificuldade a minha grande preocupação era ser competitivo e o mais rápido, eu mesmo me cobrava demais. Nessa época eu amadureci muito, pois sempre estava longe da minha família. Meus pais não conseguiam me acompanhar em todos os campeonatos.


Neste ano você correrá na Pick Up Race, categoria que substitui a Vicar, a qual você competia em 2009. Como você vê essa mudança? Ela afetará o seu desempenho nas pistas?

O ano passado foi muito bom para mim, no início do ano eu tive muitas dificuldades no carro, pois era bem diferente do que eu estava acostumado na Stock Car Júnior. Porém, já no meio do ano eu já estava com o título de melhor estreante. Nesse ano de 2010, a mudança deve ser bem simples comparada ao do ano passado, pois o carro é bem semelhante, tem o mesmo câmbio e o mesmo motor e com uma vantagem, a Pick Up tem uma maior aerodinâmica por causa do aerofólio. Estou tranqüilo e acredito que o meu desempenho não será afetado.


Quase todo jovem piloto sonha em ir para a Europa e competir nas principais categorias de fórmula, para um dia quem sabe, chegar a F1. Você hoje corre em carros Turismo. Isso se deve ao fato de você gostar dessa categoria ou porque as faltam oportunidades nas categorias de fórmula?

Eu já tive uma oportunidade de ir para fora e correr de Fórmula, porém o custo é absurdo de caro, então eu precisei fazer o plano B que era andar de turismo aqui no Brasil. Mesmo sem saber que o mundo da Stock Car estava tão bem estruturado e competitivo. As oportunidades existem, mas por enquanto o objetivo é continuar aqui no Brasil e correr na V8, categoria principal da Stock Car .


Todos os pilotos tem seu ídolo. Qual é o piloto que você considera o seu ídolo e em que se espelha nele?

O meu ídolo é o Ingo Hoffmann, ele é uma pessoa muito séria no que faz e isso é muito importante em um piloto. Quando eu o conheci na Stock Car percebi o quanto ele é bom.



Como andam os preparativos para o início da temporada 2010 da Pick Up Race?

Está tudo indo muito bem, ainda falta fechar alguns patrocinadores. O carro ainda não está pronto e devo conhecê-lo no final de fevereiro.

Como você avalia a sua carreira no automobilismo até hoje? E o futuro, quais são seus planos e sonhos?


É difícil avaliar a si mesmo, mas eu tive alguns erros, fiquei muito tempo competindo de kart então perdi um pouco de tempo, poderia tem me dedicado mais na categoria turismo se eu tivesse entrado antes. Quanto ao futuro, é incerto mais pretendo estar no ano que vem na categoria principal da Stock Car. Também tenho um sonho de correr nos Estados Unidos na Nascar.

Mais fotos de Lucas Finger:
Video.

No video abaixo Lucas Finger mostra o interior de um Stock Car.


PILOTOS: GILLES VILLENEUVE

Canadense, nascido em 18 de janeiro de 1950, falecido em Zolder, em 8 de maio de 1982. Competiu em 67 grandes premios entre 1977 a 1982. Tem 6 vitórias, 2 pole positions, 7 voltas mais rápidas e fez 107 pontos na carreira.

Ele tinha uma frase maravilhosa. Cada vez que Gilles tomava o volante de sua Ferrari, deixava Joanne, sua mulher, com as seguintes palavras: "Espere por mim, não vou demorar". E mantinha a palavra, ele que hoje é considerado o piloto mais rápido da história da Fórmula 1.

Em 8 de maio de 1982, em Zolder, Joanne não estava lá. Estava em Mônaco, cuidando dos dois filhos, Melaine e Jacques. Gilles tinha o rosto fechado, o que era raro acontecer. No Grande Premio anterior, em Ímola, seu companheiro de equipe, Didier Pironi, havia lhe roubado a vitória, surpreendendo-o na última volta. Gilles estava desconfiado. As duas Ferraris estavam tão na frente da corrida que, na metade do percurso, Enzo Ferrari os intimou a aliviar o pé. Então Gilles deixou Didier se aproximar e Pironi não cumpriu o acordo que garantiria a vitória para Villeneuve, ultrapassando-o na última volta.

Quinze dias depois, ele não perdoou a ofensa. Esperou em vão que Enzo Ferrari repreendesse Pironi. Mas o Commendatore, sem dúvida enfraquecido pela idade, nada disse. Gilles se sente duplamente traído. Em 1979, ele tinha obedecido quando Enzo Ferrari lhe havia pedido para ajudar Scheckter a conquistar o título, já que ele era mais rápido que Jody. Em seguida, foi ele quem assegurou o desenvolvimento do V6 turbo Ferrari em 1980 e 1981, duas temporadas sacrificadas pela Scuderia para preparar o futuro. Em 19 Grandes Premios depois do início de sya coabitação em 1981, Didier Pironi só o tinha ultrapassado cinco vezes no grid de largada. E, em 1982, o V6 Ferrari enfim parece pronto. Assim, o título lhe parecia prometido.

Porém, quando Gilles toma a pista em Zolder para fazer as últimas voltas de treino, Pironi está a sua frente na contagem de tempo. Gilles não consegue batê-lo. O final dos treinos está próximo. Seus pneus de classificação estão moles demais para que ele possa tentar outra volta rápida. Ele deve então voltar aos boxes. No caminho, passa o March de Mass, que também anda em velocidade reduzida. A sabedoria dizia para Gilles aliviar o pé e seguir atrás de Mass, já que ele nada ganharia ao ultrapassá-lo. Seria a cólera por não ter conseguido superar Pironi no grid que o teria incitado a ultrapassar o piloto alemão? Os dois homens não se compreendiam. A Ferrari bate no March. Gilles é ejetado. E não sobrevive aos ferimentos.

Seus resultados magros não dizem quem foi Gilles Villeneuve. Ele falava baixo, tinha um olhar claro, um rosto juvenil. Como tinha aprendido a correr em ski-doos, scooters de neve que deslizavam como o vento sobre os lagos gelados do Canadá, ele achava que todas as máquinas motorizadas eram pilotadas do mesmo modo: com as nádegas. Para ele, era com essa parte do corpo que uma pessoa sentada sentia melhor as perdas de aderência. A teoria era original. Ele foi muito bem-sucedido com ela.

Os outros pilotos dariam tudo para saber como ele fazia para trazer de volta à pista uma Ferrari desestabilizada com a vibração externa numa curva de velocidade. Não era sempre que ele conseguia, mas o fazia na maioria das vezes. De fato, nunca um piloto quebrou tantas Ferraris. Mas seus apoiadores perdoavam tudo, pois ele ousava tudo. E Enzo Ferrari ria. Gilles foi o sol de seus últimos dias: o chefe havia reencontrado (Tazio) Nuvolari, o piloto que o havia encantado na juventude. O mesmo físico retorcido, o mesmo temperamento, o mesmo talento de trapezista.

Em Mônaco, em 1981, a Ferrari 126C não valia grande coisa. Pironi, que era um grande piloto, tinha marcado em seu volante apenas o 17º tempo nos treinos. Villeneuve estava na outra ponta do grid, na primera fila. A distância entre os dois homens: 2,5 segundos... Naquele dia, nenhum piloto conseguiria fazer vencer em Mônaco uma 126C que se desequilibrava a cada aceleração.

Exceto Villeneuve, que não tinha nada contra brincar de rodeio entre dois guard rails. Ele vivia como pilotava: no limite, sempre. Na pista, ele exauria sua Ferrari de tanto serviço, trazia-a de volta a Maranello com pneus gastos até o fim, caixas de câmbio agonizantes. E lá pegava uma nova. Raros foram aqueles que ousaram subir em seu helicóptero. Pois Gilles garantia que, um dia qualquer, desmentira a teoria que diz que é impossível fazer um looping de helicóptero...



A corda acabou se rompendo, e o trapezista caiu. Gilles Villeneuve nunca foi campeão mundial. Pouco importa. Na memória da Fórmula 1 ele está bem mais na frente.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

[OFF] CADA UM PAGA O SEU!!

"CADA UM PAGA O SEU, CADA UM PAGA O SEU!!" - gritava incansavelmente o proprietário do veículo laranja.
Não sei porque tanta histeria...




















 


Se for dirigir, não beba!
Se beber e for dirigir, PELAMORDEDEUS, não faça uma cagada dessas!!!
Isso é sacrilégio!

Enviada pelo Fabrício, sucursal GGOO Curitiba.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

VÍDEO: VIRGIN NA PISTA

Vídeo feito por Luiz Razia, a estreia da Virgin na pista britânica.

A ESTREIA DE DI GRASSI NA VIRGIN RACING

Ontem Lucas Di Grassi começou a realizar o seu sonho de pilotar na F-1.  Pela Virgin Racing, o piloto brasileiro fez algumas poucas voltas a bordo do bólido da equipe estreante. Cofiante com o carro, Di Grassi era só sorrisos após a estreia, mesmo sem saber a real capacidade do carro.

Abaixo as fotos da sua estreia:

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

VEM AÍ O 1º CINE MOTOR BRASIL!


Essa os amantes do automobilismo não podem perder. Em abril, aqui em São Paulo, acontecerá o 1º Cine Motor Brasil. O objetivo é passar horas ao lado de Pilotos que fizeram a História do Automobilismo Brasileiro. Ouvir suas aventuras, o início no esporte, as disputas.

Estarão presentes Bob Sharp, Francisco Lameirão, Jan Balder, Bird Clemente, Luiz Pereira Bueno e muitos outros….

Haverá também Exposição de Troféus, fotos, muitas inéditas, jornais da década de 60. Documentos originais, nunca expostos, que relatam histórias e bastidores das mais famosas provas de Interlagos.

A GGOO apóia, incentiva e colabora com a idéia.

Para saber mais veja o blog Cine Motor Brasil e os siga no Twitter.

[OFF] NOVO "BUSÃO" PRA SAMPA

Face às catastróficas interpéries que assolam a capital paulista todos os anos, parece que a única solução pra ninguém mais ficar preso no trânsito vai ser esta.





























E se o problema fosse só em São Paulo seria fácil.

Depois do carro a álcool, carro flex, e a mais nova tendência, o carro elétrico, parece que as montadoras vão ter que começar a fabricar o carro anfíbio, já que a solução correta parece estar distante...

VIRGIN RACING: O SHAKEDOWN EM FOTOS

E agora temos as primeiras imagens do carro andando na pista fria e molhada de Silverstone. Como falamos, coube a Timo Glock dar as primeiras voltas com o carro e checar todos os equipamentos.

A julgar pelos sorrisos de todos, tudo deu certo.


A VELOCIDADE ESTÁ NO DNA

É com enorme prazer que volto a escrever sobre minha paixão, a velocidade. Como poucas pessoas na GGOO me conhece, resolvi escrever um pouco sobre minha história.

Foi conversando com nosso presidente Marcos, que a ideía dessa coluna surgiu em minha mente. O kart em comemoração ao aniversário de nosso amigo Augusto Roque, fez com que uma simples diversão virasse momento de euforia e de pura emoção. Cada um ficou com uma sensação especial e ao presenciar a euforia de nosso presidente, simplesmente entusiasmado com a performance de seu filho Guilherme em seu primeiro contato com um kart, despertou em mim a necessidade de passar a vocês o momento especial que vivi no dia 31 de Janeiro de 2010.

Sou filho de um ex projetista da Ford, amante da indústria automobilística e da velocidade. Meu pai era aficcionado por Fórmula 1 como todos nós, e consequentemente acompanhou o início da carreira de Ayrton Senna e sempre dizia. Senna será o maior de todos...

Mas o destino traçou sua linha e fez com que uma parceria entre pai e filho fosse interrompida. Por obra do destino perdi meu pai em um acidente automobilístico na BR-116. E com apenas um ano de idade perdi sem dúvida alguma o maior companheiro que eu poderia ter relacionado a paixão por carros e velocidade.

O destino sempre está presente em nossas vidas. Mesmo não convivendo com meu pai, a paixão pelo automobilismo está presente em meu DNA. E com apenas alguns aninhos de idade eu já estava em frente a Tv vibrando, acompanhando os títulos e presenciando Ayrton Senna a ser o maior de todos os tempos.

Incrível, todos perceberam em mim logo cedo a paixão por corridas e por carros. Era de praxe os meus tios perguntarem pra mim qual era o companheiro do Senna, qual a equipe o Senna pilotava, qual era o apelido do Nigel Mansell. Só para ver minhas respostas certeiras.

Até que perdi a única razão da minha alegria. Eu não sabia qual era meu propósito nesse mundo, mas sabia que aos domingos nosso campeão estava na Tv vencendo corridas, erguendo nossa bandeira em punho dentro de seu Mclaren, no alto do podio e fazendo com que o Tema da Vitória fosse o tema da minha vida...

Perdi Ayrton Senna, novamente em um acidente automobilístico, poderia ser o fim de uma paixão. Eu já estava crescendo, já sabia que não havia volta, era pra sempre, nunca mais me emocionaria com o capacete amarelo com as faixas verde e azul diante de meus olhos aos domingos.

Passaram-se duas semanas e lá estava eu novamente diante da Tv. Está no DNA e só a história de Bruno Senna pode explicar a paixão que ainda permaneceu em mim. Bruno também perdeu seu pai em um acidente e seu tio Ayrton, teria todos os motivos para jamais pensar em pilotar um carro de corrida. Mas não existe família que segura uma paixão, e hoje Bruno Senna está contando os dias para estrear na categoria que leva o nome de seu tio Ayrton como o maior de todos os tempos, provando que realmente a velocidade está no DNA.

E no dia 31 de Janeiro de 2010, pilotei de verdade um Kart. Omitindo para minha familia onde realmente eu iria nesta tarde de domingo para não preocupá-los, senti o prazer da velocidade e da competição pulsar em minhas veias. Foram trinta minutos de pura adrenalina, e com certeza um filme passou em minha mente. Como seria se meu pai estivesse presente ali naquele momento acompanhando minha performance??? A resposta eu encontrei na pista ao lado ao ver a euforia do Marcos ao ver seu filho guiando pela primeira vez. Terminei a corrida na quinta posição, primeiro entre os "estreantes" e encerrei a corrida na volta dos líderes. Mostrando que a paixão pela velocidade pode nos tirar a alegria da presença de pessoas especiais que nós amamos. Mas este mesmo destino faz com que essa paixão permaneça viva e intensa. Ao ponto de nos emocionar a cada momento em que recordamos daqueles que são primordiais em nossa formação...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

GALVÃO BUENO...NA BAND!

Essa dica veio de Bruno Vicária, via twitter, e mostra o dia em que eu completei um ano de idade. Neste dia, um anúncio foi feito. Emerson deixava a Fórmula 1. Quem fez a matéria foi Galvão Bueno, especialmente enviado pela rede Bandeirantes para cobrir o evento.

Aqui você vê um trecho desta entrevista:

VIRGIN RACING: O SHAKEDOWN

E o primeiro carro totalmente computadorizado da história da Fórmula 1 saiu do papel e acaba de fazer o seu shakedown. O piloto responsável pelas primeiras voltas e aceleradas do carro foi Timo Glock, e aqui no blog da GGOO você vê a primeira foto deste teste.

VAI CORINTHIANS...PARA A STOCK?

A aliança que o automobilismo tem procurado fazer com o futebol, hoje vista na F-Superliga, tem chance de se tornar real em 2010 na Stock Car, justamente com as duas equipes brasileiras que fazem parte da categoria internacional dos clubes, informa Victor Martins.


Negociações acontecem para que o Corinthians estampe sua marca nos carros de turismo do campeonato brasileiro. Há até um acordo verbal entre as partes, e no caso da equipe paulista envolve o diretor cultural, Duílio Monteiro Alves, o vice-presidente de marketing, Luis Paulo Rosenberg, e o presidente, Andrés Sanchez.

Mas o Corinthians não atuaria diretamente, nem gastaria dinheiro com a Stock Car. A proposta é que seus direitos sejam cedidos a uma agência ou a um representante, que então ficaria responsável pelo envolvimento do time na categoria.

O Corinthians estamparia seus patrocinadores nos carros, diferente do que acontece na Superliga. Mas não necessariamente seria uma extensão das marcas vistas na camisa alvinegra ou roxa — hoje Banco Panamericano, Batavo e Bozzano. Por conta da disputa da Copa Libertadores no ano que vem, o time já tem uma lista extensa de empresas que querem aproveitar a visibilidade do retorno corintiano à competição sul-americana. A Stock Car serviria como uma espécie de refugo das preteridas.

E porque o jornalismo é dinâmico deixo cá a informação complementar daquela história do Corinthians na Stock Car.


O negócio já foi fechado, e as cores dos co-irmãos sem estádio vão ser estampadas na equipe de Ricardo Zonta, a RZ. É a primeira empreitada de um time de futebol no automobilismo nacional.

O Corinthians se lançou no mundo do esporte a motor há dois anos, quando resolveu, ao lado do Flamengo, ser uma das equipes da Superliga. O acordo com a RZ, aliás, foi oficializado nesta semana, com a liberação da categoria europeia para uso da marca Corinthians em um outro campeonato.

E até onde soube de um condor estufado, o centenário Corinthians está de olho em outra categoria nacional. Pra não dizer que está bem próximo de fechar uma parceria com um nome mítico da área.

VIRGIN RACING: OS PREPARATIVOS PARA O SHAKEDOWN

E a novata já está nos preparativos para o Shakedown do carro, hoje em Silverstone. Reparem que a pintura, ao invés de vermelho, tem um tom alaranjado.