segunda-feira, 30 de setembro de 2013
S.O.S automobilismo brasileiro
Infelizmente, não é o que temos visto. Desnecessário dizer que esta administração é a mais inapetente da história – uma das que mais deixou perecer categorias. aliás e a propósito. Basta dizer que, num curto espaço de tempo, chegaram ao fim a Copa Fiat (antigo Trofeo Linea), a Fórmula Futuro, a Copa Peugeot de Rali, o Brasileiro de Spyder Race, o Mini Challenge, a Top Series, o Audi DTCC e a Copa Montana. Esta última foi a única substituída pelo chamado Campeonato Brasileiro de Turismo.
Apesar desse rol assustador, as federações referendaram a permanência do mandatário em seu cargo e ele foi reeleito para permanecer como presidente da entidade por mais quatro anos. Aliás, é um critério bastante discutível esse que permeia a eleição da CBA.
Tão discutível quanto a atuação da Federação de Automobilismo do Distrito Federal na sua esfera administrativa, com o chamado “autoduto” e uma roubalheira de fazer inveja aos anões do orçamento e ao pessoal do mensalão, na mesma Brasília que hoje é palco de alguns dos maiores escândalos do automobilismo nacional.
Não bastasse as denúncias apuradas pelo site Grande Prêmio, a situação do autódromo de Brasília, inaugurado em 1974, beira a tragédia. Sem receber grandes reformas de estrutura e melhorias desde que foi erguida, a pista vai de mal a pior e mais uma vez assistimos um show de horror durante o fim de semana da 5ª rodada dupla do Brasileiro de Marcas e 6ª da Fórmula 3 Sul-Americana.
Aliás, o certame tido como continental beira o fundo do poço com uma quantidade pífia de carros na pista. Foram apenas seis carros no circuito externo planaltino – quatro da classe principal e dois da Light. Pelo visto não adiantaram os esforços em reduzir os custos da categoria. Não é todo mundo que dispõe de orçamento à altura para manter equipamentos importados (chassis Dallara italiano e motor Berta argentino) e muito menos existe incentivo da CBA e da Codasur para a permanência da F-3 como esteio de jovens valores para o tão combalido automobilismo brasileiro.
A CBA provou sua inépcia ao tentar organizar a chamada Fórmula Júnior por mais de uma vez e hoje os gaúchos dão um show de competência ao manter a competição viva. Esse certame e a Fórmula 1.6 são – além da Fórmula Vee de São Paulo – os únicos que trabalham a transição do piloto jovem do kart para o monoposto no país. São alternativas boas e baratas. Só não vê quem não quer. E há quem infelizmente não queira ver.
Não deixa de ser risível quando o presidente da CBA sorri daquele jeito característico e afirma, com todas as letras, que a base rende frutos. Se rendesse, não estaríamos nessa entressafra que caminha a passos largos no automobilismo internacional e uma das fases do Campeonato Brasileiro de Kart, no Eusébio (CE), não teria sido marcada pelo absoluto desastre que foi o asfalto se desprendendo em pedaços.
E aí, diante de tudo isso, pergunto: quantos pilotos, de fato, nós podemos contar para o futuro? Quem realmente tem potencial para fazer uma boa campanha lá fora?
Ok… hoje temos Augusto Farfus muito bem no DTM, João Paulo de Oliveira com o nome feito no automobilismo japonês, Lucas di Grassi a caminho de se tornar piloto fixo da Audi no WEC e Bruno Senna provando, como todos os outros que citei, que existe vida além da Fórmula 1. Sem contar Nelsinho Piquet e Miguel Paludo na Nascar e os já estabelecidos Tony Kanaan e Hélio Castroneves na Fórmula Indy.
Já na chamada categoria máxima, a situação é preocupante. No caminho da Fórmula 1, só Felipe Nasr, que em dois anos de GP2 jamais venceu uma corrida na categoria de acesso. O xará Massa ainda não está garantido para 2014 e, contrariando as expectativas, poderá ter que lançar mão do expediente de pagar por sua vaga e se tornar, ora vejam, um pay driver. A que ponto chegamos…
Voltando ao que aconteceu em Brasília: os pilotos se submeteram ao vexame de correr, neste fim de semana, numa pista onde foram construídas à guisa de gambiarra, logicamente, três lombadas na saída de algumas curvas do traçado, para que os pilotos não tirassem benefício do acostamento.
Muito bem: lombada é um negócio que eu não gosto no trânsito – que dirá num autódromo. Lombada é excelente para Rali e Motocross. Para circuito fechado, é uma brincadeira de mau gosto, um acinte. E essa brincadeira quase saiu muito caro.
Na corrida de ontem da F-3 em Brasília, o piloto Raphael Raucci foi vítima de uma destas lombadas: o piloto decolou ao passar por cima de um desses indesejáveis obstáculos, dando um impressionante voo de 25 metros com seu Dallara F308. Evidente que o carro teve danos, Raucci abandonou a corrida e o prejuízo foi material, financeiro e esportivo, pois o piloto perdeu a liderança do campeonato para Felipe Guimarães.
Rogério Raucci, o pai do piloto, que investe na carreira de Raphael e de seus outros filhos, no automobilismo, fez um desabafo com grande propriedade no facebook, que reproduzirei ipsis litteris aqui embaixo.
“Hoje foi um daqueles dias em que a vida passa na nossa cabeça como um raio!
Quem me conhece sabe que sou um cara super dedicado à minha família e às coisas em que acredito.
Quem me conhece sabe que sou amante do automobilismo e apoiador do esporte!
Quem me conhece sabe que eu sempre lutei para que os regulamentos e as normas sejam respeitadas.
Hoje estou chocado!
Meu Deus, estou colocando as pessoas mais importantes da minha vida em um esporte de risco, cujo risco é estupidamente aumentado pela incompetência, arrogância, ignorância e descaso de alguns assessores e colaboradores da CBA!
Como alguém em sã consciência pode colocar aquelas lombadas nas saídas de curva do Autódromo de Brasília?
Sabem qual foi a explicação? “Essas lombadas estão aí para evitar que o piloto use a área de escape além da zebra.”
Então as lombadas foram colocadas propositalmente e com o objetivo real de penalizar o piloto caso ele desse uma de espertinho e usasse mais pista do que o permitido.
Ótimo, caso ele não consiga evitar a área de escape ele morre?
Foi isso que poderia ter acontecido hoje! Um do seus tesouros poderia ter se machucado.
A organização está tirando as lombadas agora, estive na pista e filmei tudo. Pasmem, teve gente que não gostou da minha filmagem. Talvez eu devesse perguntar a ele se fosse o filho dele que estivesse exposto ao risco o que ele faria.
Vamos tratar desse assunto com a serenidade que o assunto merece e vamos nos unir à CBA para evitar que esses péssimos assessores e responsáveis pelas vistorias de pista continuem a cometer esses desmandos e sejam responsabilizados e afastados.”
Some-se a esse completo desastre o fato de que a sinalização aos pilotos do Marcas e da Fórmula 3 foi improvisada, totalmente “nas coxas”, graças à iniciativa do Guará Motor Clube, comandado pelo mentor do “autoduto” de Brasília.
Vai mal, muito mal, o automobilismo brasileiro.
Categorias morrem, circuitos são extintos, kartódromos destruídos, as montadoras preferem patrocinar Copa do Mundo e Olimpíadas (e quem investiria num automobilismo tão mal gerido?) e o presidente da CBA continua achando tudo lindo e rindo, como se nada acontecesse.
Sim, está acontecendo o desastre diante dos nossos olhos. Se não houver união em torno de um nome de consenso capaz de reerguer o esporte desse momento terrível que ele vive, a morte do esporte no país será infelizmente decretada de fato – porque na visão de muitos, o automobilismo aqui já morreu faz algum tempo.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Falou bonito*
Era pra ser uma entrevista coletiva sobre a demonstração, no Rio.
Mas Massa acabou falando muito mais sobre a situação do automobilismo brasileiro.
Há, afinal, duas barbeiragens saltando aos olhos.
A primeira, o fato de haver apenas um representante do país na abertura da temporada da F-1, o que não ocorria desde 1978 _quando ele ainda não havia nascido. A segunda, o fato de a exibição acontecer numa cidade que sepultou seu autódromo no final do ano passado.
“Vai ser estranho, vou me sentir mais sozinho. Não vai ter aquela brincadeira antes da corrida, nas reuniões… Os brasileiros sempre foram muito grudados. Anos atrás, havia brasileiros correndo em tudo quanto era categoria na Europa. Hoje não há mais”, disse.
“Eu tentei ajudar. Tirei dinheiro do meu próprio bolso. Era algo que eu não precisava fazer, porque eu já estava na F-1. Mas quis ajudar e não consegui. A CBA [Confederação Brasileira de Automobilismo] tem muito a fazer, precisava criar oportunidades para ajudar o automobilismo, como acontece na Alemanha, na Inglaterra, na França… Mas, para isso, precisa mudar a mentalidade.”
É, ainda, curioso (e triste) que o único brasileiro na F-1 nunca tenha acelerado um carro da categoria em Jacarepaguá.
“Espero que este evento sirva para perceberem que destruir Jacarepaguá foi uma besteira.”
Já critiquei Massa várias vezes aqui no blog por conta do seu desempenho nas pistas. Assim como, quando ele foi bem, elogiei.
Mas é algo cada vez mais forte: com ou sem o microfone na mão, ele faz valer a condição de piloto na F-1 e tenta mudar as coisas.
Se vai conseguir, difícil dizer. Mas ele tenta. E já é mais, muito mais, do que a grande maioria de seus antecessores.
Aos 92, morre o pai de Emerson e Wilsinho Fittipaldi
Morreu por volta da 1h segunda-feira no Rio o ex-radialista Wilson Fittipaldi, 92, conhecido como Barão. Ele é pai dos pilotos Emerson e Wilsinho Fittipaldi e avô de Christian Fittipaldi, informa o Jornal Folha de São Paulo.
Fittipaldi estava internado no centro de tratamento intensivo do hospital Copa D'Or, na zona sul do Rio. O hospital não deu detalhes sobre a causa da morte.
O "Barão " foi fundador da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) e trabalhou na rádio Jovem Pan e foi comentarista do telejornal Record em Notícia (TV Record). Ele narrou inclusive o primeiro título de campeão mundial na categoria do filho Emerson Fittipaldi.
No ano passado, o ex-piloto Emerson Fittipaldi participou do quadro "O que vi da vida", do Fantástico (Globo), e chorou ao lembrar do pai narrando seu primeiro título mundial.
"Meu pai foi muito responsável por tudo que aconteceu na minha carreira, tenho um amor por ele muito grande", disse Emerson emocionado ao programa.
Nesta madrugada, o piloto homenageou o pai postando mensagens nas redes sociais.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Stockdependência*
São 34 carros de 17 equipes, cada uma empregando de 20 a 25 funcionários, em média. Uma estrutura que ocupa outras 2.000 pessoas por etapa, entre bilheteiros, fiscais, seguranças, garçons, recepcionistas etc e tal. Um campeonato que visita sete autódromos e que monta duas pistas de rua por temporada.
A Stock Car é, hoje, o automobilismo brasileiro. E um exercício simples comprova a tese: imagine o que sobraria se ela fechasse as portas.
Dos circuitos, Interlagos sobreviveria graças à bênção anual da F-1 –os outros teriam sérias dificuldades. Pilotos ficariam em casa ou teriam de tirar terno e gravata dos armários. Mecânicos buscariam emprego em oficinas.
Sobrariam a Truck –muito específica, digamos– e categorias regionais, amadoras. Gols bolinha, Fuscas, Opalões. Mais nada. Só isso.
Por um lado, culpa da CBA. Que assistiu de braços cruzados ao definhamento das categorias de fórmula. Que não assumiu a responsabilidade quando montadoras mudaram suas estratégias de marketing. Que confiou demais na enganosa fábula de que nosso segredo está na água.
Por outro, mérito dos promotores da Stock, que souberam aproveitar a chance de aparecer na TV para crescer. Que, pensando na renovação, criaram subcategorias. Que atraíram e mantiveram patrocinadores. Que criaram um pacote atrativo, capaz de segurar pilotos que contam com bom mercado.
Da turma que começa a disputar o campeonato neste domingo, em São Paulo, Cacá, Thiago, Barrichello, Max, Átila, Zonta e Ricardinho poderiam tranquilamente correr lá fora. Mas, até do ponto de vista financeiro, acham melhor ficar por aqui.
Stockdependência do automobilismo brasileiro? Sim. Mas é daqueles casos em que a abstinência seria nociva. Mataria o paciente.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Fala, Massa!*
Nesta F-1 cheia de assessores de imprensa, marqueteiros, press releases, monitoramento de redes sociais e patrulhamento da FIA sobre o que os pilotos falam no pódio, é raro ver manifestação espontânea de alguém.
Massa rompeu esse enfadonho bloqueio duas vezes, recentemente. Pode/deve até ter levado puxões de orelhas. Que não se abale por isso.
O primeiro foi o choro em Interlagos. Um choro sentido, doído. Um choro de nítido desabafo após uma temporada em que foi tão mal e em que teve de ceder posições para o companheiro nos poucos momentos em que esteve bem.
Ato contínuo, ainda diante do público, disse a Piquet que a “corrida podia ter acabado de forma diferente” e que “nas circunstâncias normais, talvez pudesse lutar pela vitória”. Recados à torcida, mas que obviamente resvalam na Ferrari.
O segundo momento aconteceu na semana passada, no “Bem, Amigos!”, do SporTV.
Questionado sobre a “era alemã” na F-1, com oito títulos nas últimas 13 temporadas e cinco pilotos no grid em 2012, bateu forte contra a pasmaceira dos que comandam o automobilismo no Brasil.
E falou não só como piloto, mas principalmente na posição de quem tentou emplacar uma categoria-escola no país e se deu mal. Após duas temporadas, a F-Futuro encerrou as atividades em abril, por falta de pilotos. Fazer automobilismo de base no Brasil ficou muito caro, e a família Massa chegou ao limite de colocar a mão no bolso.
A CBA? Não se mexeu.
“A Alemanha ajudou na formação de novos pilotos, o que não acontece no nosso país faz tempo.”
Galvão Bueno pegou o gancho e contou de um papo que ele e Massa tiveram com um dirigente da Federação Francesa de Automobilismo.
A FFSA criou um programa para levar pilotos para a F-1. Começa com mil kartistas, que passam por uma peneira e viram cinco. Eles são bancados na F-Renault e, desses, um é selecionado para avançar até o topo, ajudado por parcerias da federação. “Fe-de-ra-ção”, pontuou Massa, mandando, desta vez, um recado para a CBA.
Franceses e alemães tiveram momentos sem pilotos na F-1 e se mexeram. O Brasil caminha para o mesmo problema, mas sem perspectivas de solução semelhante.
Nas duas ocasiões em que saiu do protocolo, o principal piloto do Brasil falou bem. Deveria falar mais.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Galvão lamenta fim do autódromo carioca *
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Aviso aos novos talentos do automobilismo do Brasil: “É proibido sonhar com a Fórmula 1″*
Houve um tempo, pelo menos aqui no Brasil, que sonhar com a Fórmula 1 era palpável. Sem dúvida, um sonho sonhado por muitos e tornado realidade por poucos, mas que de toda forma não era algo de “outro planeta”, irreal, fora de propósito. Nunca foi fácil, mas pelo menos havia um caminho a seguir, uma estrutura que preparasse os futuros ídolos.
Hoje, porém, esse modelo não existe mais. O kart conduzia para as categorias de monopostos do regional paulista, Cansei de ver kartista “pegando a mão” de Interlagos nos carros da escolinha de Aldo Piedade para, ato contínuo, ingressar na fórmulas Ford, Chevrolet ou Renault, dependendo da época de cada um. Seguia-se, depois, para a Fórmula 3 Sul-americana, que foi uma formadora tão formidável de talentos que hoje somente vive desse passado, diante de um presente sombrio. Com toda essa bagagem, o jovem piloto ia para a Europa e, não raras vezes, estourava. Apenas de cabeça, sem consultar manual algum, cito Rubens Barrichello, Tony Kanaan, Cristiano da Matta, Gil de Ferran, Enrique Bernoldi, Ricardo Zonta, André Ribeiro, Christian Fittipaldi, Bruno Junqueira, Helio Alves de Castro Neves (ainda não era Castroneves), Antonio Pizzonia, Nelsinho Piquet, Gualter Salles e tantos outros que chegaram na Europa e deixaram suas marcas. Alguns ficaram, outros foram para os Estados Unidos, outros abandonaram o sonho. Independentemente disso, esse grupo chegou entendendo de carro de corrida. Tendo passado por várias categorias e acumulado experiência durante anos, pode ter chegado no Velho Mundo sem saber o que significava steering wheel e overtake, posto a falta de domínio do idioma, mas bastava entrar no carro para o pessoal das equipes européias entender que não estava lidando com qualquer um. O automobilismo mudou. O Olimpo, que sempre foi representado pela Fórmula 1 está cada dia mais distante pelos custos da categoria, que insiste, em pleno Século XXI, a tocar a sua vida como se o mundo se restringisse a seu paddock, alheia ao emporcalhamento mundial que impera em todos os cantos, inclusive no seu próprio “quintal”, a Europa.
Mas nós, aqui no Brasil, também fizemos a nossa parte e ajudamos a tornar mais distante ainda o sonho da Fórmula 1. O kartismo perdeu a sua capacidade formadora por causa dos custos. Esforços isolados não foram o bastante para reviver os tempos em que uma etapa do Campeonato Paulista reunia mais gente e era mais plural, no que tange a estados representados, do que o próprio Brasileiro. O moleque que sai do kart não tem hoje para onde ir porque não fomos capazes de manter vivas as categorias escolas. Já tivemos tantas e tantos esforços foram feitos, mas em definitivo permitimos que elas morressem, sendo a Fórmula Futuro, oficialmente extinta hoje, apenas mais um capítulo nessa história da incapacidade brasileira na formação de talentos. Sobrou a Fórmula 3 Sul-americana cujo presente …. ora, o presente. Então, o único caminho é pular todas as etapas e, do kart, passar direto para o automobilismo europeu para, com bons sacos de Euros, pagar para ter um aprendizado que sua terra natal não foi capaz de lhe proporcionar. Obviamente que essa capacidade financeira não é prerrogativa de muitos, escasseando o número de representantes brasileiros no automobilismo internacional, minguado ano a ano.
Enquanto isso, nossas categorias de Turismo se ampliam num modelo padronizado, com altos e baixos, sempre à mercê dos ânimos financeiros dos inúmeros participantes que estão no esporte apenas como hobby. Por tudo isso, seria bom olhar Felipe Massa e Bruno Senna com olhos menos críticos. Poderão ser eles, salvo alguma metamorfose, nossos últimos representantes na Fórmula 1, a mesma que um dia teve o Brasil brilhando e que hoje, diante do cenário da incapacidade brasileira de promover um automobilismo profissional e sustentável, poderá ser coisa do passado em breve. Claro que Felipe Nasr está galgando esse caminho, e tomara que consiga, mas é muito pouco para o que o Brasil já representou.
Acho que a imprensa tem parcela de culpa, pois o espaço é muito pequeno para o automobilismo local, em muitos casos, quando comparado à Fórmula 1. Pais de pilotos que pagam “rios de dinheiro” no kartismo também fazem parte da lista, pois esquecem que o kartismo não é um fim, mas apenas um meio. Dirigente preocupados com taxas de inscrição e não com o fomento do esporte, ganham também uma cadeira cativa nesse rol. O empresário que não investe na base, mas só nas categorias que estão na Globo, também tornaram mais difícil a caminhada. Mas, sobretudo, “louva-se” a Confederação Brasileira de Automobilismo, cuja miopia é a principal responsável pela fixação dessa norma: É PROIBIDO SONHAR COM A FÓRMULA 1. É mais simples do que andar para a frente. Em se tratando de Fórmula 1, “colhemos” o que “plantamos”. Como não “plantamos”, não temos o que “colher”. Ponto final.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
CBA pede impugnação de obra do Parque Olímpico em Jacarepaguá *
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
A QUEDA DE VALDUGA*
A pressão que Nelson Piquet tem feito, em especial sobre o presidente do CTDN (Conselho Técnico Desportivo Nacional), Nestor Valduga, deve resultar em breve na queda de um dos homens fortes da CBA. Até se fala que o dirigente pode apresentar sua carta de demissão hoje.
Desde o fim de semana do GP do Brasil, Nelsão se firmou como voz forte e oponente ao comando do automobilismo brasileiro, dizendo que o presidente Cleyton Pinteiro “não entende nada” do esporte e que Valduga é, segundo suas palavras, “ladrão”.
Piquet divulgou seu endereço eletrônico para que denúncias contra irregularidades e atitudes ilícitas lhe fossem reveladas. Sabe-se que chegou ao conhecimento do tricampeão a existência de um inquérito instaurado no Rio Grande do Sul, origem de Valduga, por conta de desvio de dinheiro na FGA.
Segundo o inquérito, Valduga pegou emprestado dinheiro de uma factoring usando cheques da FGA, em um valor total de cerca de 178 mil dilmas. Conselheiros fiscais e diretores da federação gaúcha estão sendo ouvidos desde o meio do ano, e a área financeira confirmou à justiça que esta grana não foi contabilizada no balanço da mencionada federação do RS.
No meio automobilístico, Valduga não conta com o apreço nem de pilotos nem de chefes de equipe. Muitas das decisões e punições tomadas nos últimos anos, sobretudo na Stock Car, são vistas como forma de retaliação pessoal do gaúcho.
Geraldo Piquet, filho de Nelson, recebeu uma punição do STJD em tempo recorde: depois de um acidente com Felipe Giaffone na etapa da F-Truck em Curitiba em novembro, a Comissão Disciplinar se reuniu às pressas e decidiu afastar Geraldo da etapa final. Piquet acabou entrando com recurso e disputou a prova. O Tribunal, nesta semana, confirmou a suspensão e a ampliou para seis meses.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Brasil fora do calendário do FIA GT
A julgar pela imagem acima, retirada do site oficial do FIA GT, o Brasil não terá sua corrida em Curitiba, marcada para o dia 23 de outubro. É lamentável. Mais um evento internacional no país que vai para o espaço.
E pelo que acabo de saber, a notícia não é nova. Parece que não foram fechados os acordos financeiros que viabilizariam a corrida em território brasileiro e paranaense.
Um passarinho de origem bastante emplumada, me contou que houve uma devassa financeira num grupo que tem tido grande participação no automobilismo nacional. Coisa feia: ao que consta, houve desvio de dinheiro, muito dinheiro. E parece que a fonte secou já para 2011. Em 2012, não haverá nenhum patrocínio desse grupo em nenhuma categoria, seja a Stock Car, a GT Brasil, a Fórmula Indy ou mesmo patrocínio pessoal de piloto.
Daí podemos ligar os pontos: lembram que Antonio Hermann deixou o comando da SRO Latin America? Lembram quem foi que trouxe o FIA GT para o Brasil? Pois é… tudo faz muito sentido agora.
Parabéns. Mais um triste capítulo do igualmente triste automobilismo brasileiro.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
COLUNA DO ROQUE: A MORTE DO AUTOMOBILISMO BRASILEIRO
A zica que ronda Interlagos, lembra muito o que andou acontecendo tempos atrás com Ímola. De queridinha a ordinária e insegura. De desafiante a obsoleta. Diante de tantos acontecimentos trágicos é de se esperar que nossa pista também se transforme no bode expiatório de tudo de ruim sobre o que acontece no automobilismo brasileiro. Ela, que não se mexe, que não anda, que precisa de cuidados, em silêncio sofre.
As recentes tragédias ocorridas em Interlagos mostram uma outra faceta. A morte lenta e gradual do automobilismo nacional. O que antes eram os fórmulas, que falamos e reclamamos muitas vezes, o descaso toma conta também das ditas categorias de turismo que tanto orgulham os "organizadores" que dizem que levam milhares e milhares de pessoas às arquibancadas.
Carros mal projetados, pilotos mal preparados, dirigentes prepotentes e diretores de prova arrogantes. E uma entidade que realmente não faz o que se espera dela. Este é o retrato do automobilismo nacional. Um automobilismo onde os interesses pessoais se contrapõem aos interesses coletivos. Onde a vida começa a pagar o preço pela desorganização.
Assim como vemos as arquibancadas vazias e com poucos atrativos, muito menos condições higiênicas, vemos o mesmo ocorrer dentro das pistas. Até quando os pilotos pagarão com a própria vida as besteiras de uma confederação só preocupada em ganhar dinheiro "vendendo" carteirinha?
E lentamente vemos, a cada dia, a morte do automobilismo brasileiro.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
REAÇÃO ESPERADA
* por Bruno Vicária
Já era sabido que as acusações contra o diretor de prova da Stock Car causariam polêmica. Já tinha conhecimento deste conteúdo no fim de semana, pois alguns pilotos, como Thiago Camilo, não se conformaram com o que ouviram. No domingo, ainda no hospital, sob o impacto da morte de Gustavo Sondermann, o barulho ficou cada vez mais alto.
A boa cobertura apresentada pelos sites especializados Tazio e Grande Prêmio sobre o assunto ajudou a colocar ainda mais o dedo na ferida. Contudo, a resposta do diretor Sérgio Berti nada mais é do que um outro procedimento padrão da CBA: fingir que nada aconteceu. Ele é só mais um fantoche entre tantos dali. Quem me conhece sabe que há muito tempo critico a postura das pessoas que realmente comandam a entidade, e que não são aquelas com o título de presidente e vice.
É prática comum por ali negar, minimizar, rebater e ridicularizar qualquer tipo de argumento que vá contra eles. E é também prática comum fazer com que comissários, diretores e outros membros, mesmo vendo a verdade, neguem. E ai de quem operar a verdade. A coisa é tão bem-feita por ali que não existem provas. Por mais que você tenha todos os argumentos possíveis, eles conseguem por A + B inverter o que você diz, já que manipulam a informação e seus comissários. E pior: te enfiar nas costas um processo por calúnia, difamação e injúria, ou, em alguns casos, aniquilar o seu cliente, caso você trabalhe diretamente com algum piloto.
É por isso que, de tempos para cá, parei de me manifestar com tanta veemência. Vi que não adiantava nada lutar sem ter algo mais para lutar além de palavras e correr o risco de ser prejudicado. Como jornalista, é preciso de provas para apontar o dedo, mas todas as provas são mascaradas, escondidas e, até, destruídas com maestria por parte de quem comanda o esporte nacional. E já estou há um bom tempo trabalhando em silêncio atrás de provas concretas para poder colocar minha cara a tapa. As pessoas que possuem provas têm medo de se manifestar, com medo de represálias (como ir para a geladeira e ficar suspenso de várias corridas, no caso dos comissários), perder o emprego, ou a licença, pois tudo dentro da entidade é operado por um sistema ditatorial, que consegue até fazer pessoas mudarem de opinião como quem troca Coca-Cola por guaraná no restaurante.
Cansei de ouvir pessoas que comentam as coisas com medo, comissários amigos que se lamentam "in off", pois, se fizerem isso abertamente, correm sérios riscos diante do "Todo Poderoso". Você pode ouvir as mais graves acusações dos mais diversos tipos, provenientes de pessoas de várias áreas do esporte, mas nada pode fazer: sem provas contra, todos os tiranos dão risada da nossa cara, com os cheques das inscrições e de todas as taxas que cobram no bolso.
A coisa é tão bem nivelada que as eleições são feitas de uma forma que a mesma corja é eleita em todos os pleitos. E isso em todos os âmbitos: nacional e regional. Pilotos e equipes, os participantes e vítimas do espetáculo, que sustentam as entidades pagando as altas taxas de inscrição e botam o deles na reta sem saber se sairão vivos da pista, não têm poder de voto, não podem eleger presidentes, muito menos exigir mudanças. Esta mesma corja criou a tal da comissão, com os mesmos integrantes inúteis, que vai investigar o acidente do Gustavo e, assim como em 2007, farão cena, jogarão a bola para a FIA e deixarão a poeira baixar, fingindo que nada aconteceu. Eles tentarão, mas desta vez não será assim.
Espero que este momento de tristeza sirva para gerar uma coisa que só uma tragédia pode fazer: unir a todos para uma profunda alteração nas fundações da CBA, começando pela substituição de toda a base e, principalmente, o CTDN, que caga regra mal-escrita e pune conforme for o desejo de seu mandante, sem fundamento algum. Se uma andorinha não faz verão, todas juntas e unidas em prol desse esporte que tanto amamos pode fazer a diferença. Como eu disse e repeti em tweets inúmeras vezes no ano passado e retrasado, é tudo uma questão de atitude, de pilotos e equipes, sem medo de represálias. Mas é preciso união e organização. Não podemos mais seguir como reféns.
Estamos apenas na casca da ferida. A hora que tirarmos ela, será possível fazer um curativo decente. Essa é a minha esperança, e a esperança é a última que morre. Aliás, nem precisava morrer nada...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
ESTE SILÊNCIO, ATÉ QUANDO?
Até quando teremos uma categoria que prioriza os toques e ninguém é punido? E mais, por que, no meio de tantas batidas, vários pilotos saem machucados e/ou mortos? Quem a fiscaliza? Quem autoriza estas "gaiolas" a correrem?
Mais do que isso, quem tem o poder de vetar e organizar qualquer campeonato em prol do espetáculo capitalista?
Estava vendo esta corrida pela TV, percebendo que Interlagos estava vazia, naquela tarde cinzenta e chuvosa. Quando aconteceu o acidente. Minha reação foi a mesma de 2007: mãos na cabeça e incredulidade. Estávamos vendo mais uma morte no automobilismo?
Infelizmente sim. Novamente o silêncio pairou sobre Interlagos.
Pior que isso é o silêncio de quem organiza, fiscaliza e chancela os campeonatos. Praticamente 24h após o acidente, nenhuma manifestação, nenhuma nota. Nada! Um silêncio irresponsável.
Irresponsável como toda a atual gestão da CBA, de Interlagos e da Vicar.
Sinceramente estou cansado disso tudo. Cansado de ver aquilo que mais gosto de acompanhar, acabar por conta de interesses somente financeiros e pessoais.
Até quando este silêncio de palavras e atitudes vai durar no automobilismo brasileiro? Quantos terão que morrer para que se façam algo decente? Até quando Interlagos conviverá com o fardo das mortes sem sofrer nenhuma retaliação?
Passou da hora de exigirmos mudanças, de tentarmos acabar com este silêncio. Aliás, já passou da hora.
* Esse texto reflete apenas a opnião de seu autor e não necessariamente de todos os colaboradores deste Blog.
domingo, 3 de abril de 2011
MAIS UMA MORTE, "PARABÉNS" *
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Super Kart Brasil (na falta de dirigentes, os pilotos dão o show)
Muito legal ver essa iniciativa mostrando que na falta de compromentimento dos velhotes que se acham dono do automobilismo nacional, os próprios pilotos é quem dão show nas pistas e na organização de eventos bacanas como esse.
A programação da 2ª etapa do Super Kart Brasil que acontece nesse final de semana (29 e 30/01) no Kartódromo de Interlagos, você pode encontrar aqui
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
PROVA DA INDY EM SP É UM PROBLEMA!
A categoria norte-americana confirmou na semana passada a realização da corrida brasileira, que deve ter a pista montada nas ruas que circundam o Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte da capital paulista, para o dia 14 de março.
No entanto, evento esbarra no Estatuto da CBA, que não deve ter sido consultado no momento da concretização do acordo e diz: "Fica vetada qualquer competição em circuitos alternativos, quando realizadas em vias públicas, fechadas ao tráfego de veículos ou não, em cidades que possuam um circuito permanente homologado pela CBA."
Pinteiro, que tem ciência do Estatuto, sabe que tem uma grande "batata quente" nas mãos. "É, este é um nó apertado que precisa ser desenrolado. Na verdade, é uma saia tão justa que até para andar é complicado", disse, durante a realização do Desafio das Estrelas.
"Só que estou aqui para promover corridas, não para "despromover", então vou procurar uma maneira de liberar esta corrida. Meu desejo era que fosse em Interlagos, mas parece que existe um acordo entre a Prefeitura e Bernie Ecclestone, que proíbe corridas de categorias como a Indy por lá", continuou.
Para que a prova aconteça, no entanto, Pinteiro se reunirá com os organizadores da categoria e da prova. "Vamos fazer um encontro nesta quinta-feira, no Rio, onde nosso advogado estará presente, e vamos resolver isso da melhor maneira possível", encerrou.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
SUPERBIKE: UMA NOVA MENTALIDADE
Após a corrida, participamos da coletiva de imprensa e uma coisa nos chamou a atenção e ficou me martelando a noite inteira: a falta de interesse da CBA.
Um campeonato bacana, com certa atratividade de público e muitas disputas e ultrapassagens, simplesmente foi ignorado pela atual gestão, que na verdade não gere nada.
Não adianta culpar pilotos, equipes e promotores se quem deveria mais apoiar o desenvolvimento do automobilismo e motociclismo brasileiro não o faz.
Acho que assim, podemos acreditar que muito da falta de identidade que tanto comentamos alguns posts abaixo, vem desta não gestão da confederação, que prefere esconder os eventos do que divulgá-los, como vemos aqui e no Brasil como um todo.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR (2)
Mudará algo na CBA e na gestão do automobilismo nacional?
Duvido!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
CALENDÁRIO DO AUTOMOBILISMO 2009
Sim, 2009 já chegou! E para os amantes da velocidade que visitam o Blog da GGOO, é hora de planejar quais as corridas a assistir nesse novo ano nos autódromos e pela TV, sejam elas no Brasil ou mundo afora.
Para quem freqüenta os autódromos brasileiros, são várias as categorias nacionais: Fórmula Truck, Stock Car V8, Stock Light Copa Vicar, Stock Jr., Pick-Up Racing, GT3 Brasil, Copa Clio, Trofeo Maserati, Endurance. As datas das provas da Porsche Cup ainda não foram divulgadas pela CBA. Por mais um ano, não teremos nenhuma categoria nacional de monopostos para o desenvolvimento de jovens talentos oriundos do kart, fato este que certamente prejudicará o futuro da tradição brasileira nas categorias “top” do automobilismo mundial.
Teremos também as categorias internacionais disputando corridas no Brasil, sendo a principal delas o GP Brasil de Fórmula 1, penúltima etapa do campeonato a ser disputada em Interlagos no mês de outubro. Novamente, o autódromo de Curitiba sediará a prova de abertura do FIA WTCC no mês de março. A esvaziada F-3 Sul-Americana, que em 2008 foi praticamente um campeonato brasileiro correndo nas mesmas datas da GT3 Brasil e Copa Clio terá várias provas disputadas no Brasil, porém ainda não divulgou seu calendário de corridas para 2009.
PROGRAME-SE: PARA OS TORCEDORES DE ARQUIBANCADA!
Nada melhor do que ouvir o ronco dos motores ao vivo. Seguem abaixo as datas das provas em cada autódromo, sempre sujeita a alterações:CORRIDAS EM SÃO PAULO:
Autódromo José Carlos Pace (Interlagos)
25/01 – Endurance
08/02 – Trofeo Maserati
29/03 – Stock Car V8 / Stock Light Copa Vicar / Stock Jr.
12/04 – Trofeo Maserati26/04 – GT3 Brasil / Copa Clio
24/05 – Trofeo Maserati21/06 – GT3 Brasil / Copa Clio
03/07 – Endurance
12/07 – Trofeo Maserati
19/07 – Fórmula Truck
09/08 – Stock Car V8 / Stock Light Copa Vicar / Stock Jr.
16/08 – GT3 Brasil / Copa Clio
16 a 18/10 – FÓRMULA 1
18/10 – Trofeo Maserati
15/11 – GT3 Brasil / Copa Clio
22/11 – Endurance
06/12 – Stock Car V8 / Stock Light Copa Vicar / Stock Jr. / Pick-Up Racing
13/12 – Trofeo Maserati
CORRIDAS NO RIO DE JANEIRO:
Autódromo Internacional Nelson Piquet (Jacarepaguá)
14/06 – Trofeo Maserati
20/09 – Stock Car V8 / Stock Light Copa Vicar / Stock Jr.
27/09 – GT3 Brasil
04/10 – Trofeo Maserati
CORRIDAS NO PARANÁ:
Autódromo Internacional de Curitiba (Pinhais)
06 a 08/03 – FIA WTCC
12/04 – Stock Car V8 / Stock Jr. / Pick-Up Racing
31/05 – GT3 Brasil / Copa Clio
09/08 – Trofeo Maserati
23/08 – Endurance
25/10 – Stock Car V8 / Stock Light Copa Vicar / Stock Jr.
15/11 – Fórmula Truck
Autódromo Internacional Ayrton Senna (Londrina)
26/07 – GT3 Brasil / Copa Clio
16/08 – Fórmula Truck
13/09 – Trofeo Maserati
04/10 – Stock Car V8 / Stock Jr. (a confirmar)
Autódromo Internacional de Cascavel
14/06 – Stock Light Copa Vicar / Stock Jr. / Pick-Up Racing
CORRIDAS NO RIO GRANDE DO SUL:
Autódromo Internacional de Tarumã (Viamão)
05/04 – Endurance
22/11 – Stock Car V8 / Pick-Up Racing (a confirmar)
Autódromo Internacional de Guaporé
08/03 – Fórmula Truck
Autódromo de Santa Cruz do Sul
17/05 – Stock Car V8 / Stock Light Copa Vicar / Pick-Up Racing
04/10 – Endurance
11/10 – GT3 Brasil / Copa Clio
25/10 – Fórmula Truck
CORRIDAS NO CENTRO-OESTE:
Autódromo Internacional Nelson Piquet (Brasília/DF)
03/05 – Stock Car V8 / Stock Light Copa Vicar / Stock Jr.
13/12 – Fórmula Truck
08/11 – Stock Car V8 / Stock Light Copa Vicar / Stock Jr.
Autódromo Internacional de Goiânia (GO)
14/06 – Fórmula Truck
CORRIDAS NO NORDESTE:
Autódromo Virgílio Távora (Eusébio/CE)
26/04 – Fórmula Truck
13/09 – Pick-Up Racing
Autódromo de Caruaru Ayrton Senna (Caruaru/PE)
17/05 – Fórmula Truck
06/09 – Pick-Up Racing
CORRIDA EM MINAS GERAIS:
Autódromo Mega Space (Santa Luzia)
13/09 – Pick-Up Racing / Stock Jr.
CORRIDAS COM LOCAL A DEFINIR:
20/09 – Fórmula Truck (provavelmente na Argentina)
05/07 – Stock Car V8 (provavelmente nas ruas de Salvador/BA)
20/09 – Copa Clio
PROGRAME-SE: PARA OS TORCEDORES DE SOFÁ!
Para quem está longe dos autódromos, a TV aberta brasileira transmite além das principais categorias nacionais, às provas das duas principais categorias internacionais. Seguem abaixo as datas dessas corridas:FÓRMULA 1
29/03 – GP Austrália, Melbourne
05/04 – GP Malásia, Kuala Lumpur
19/04 – GP China, Xangai
26/04 – GP Bahrein, Sakhir
10/05 – GP Espanha, Barcelona
24/05 – GP Mônaco, Monte Carlo
07/06 – GP Turquia, Istambul
21/06 – GP Inglaterra, Silverstone
12/07 – GP Alemanha, Nurburgring
26/07 – GP Hungria, Budapeste
23/08 – GP Europa, Valência
30/08 – GP Bélgica, Spa-Francorchamps
13/09 – GP Itália, Monza
27/09 – GP Cingapura, Cingapura (corrida noturna)
04/10 – GP Japão, Suzuka
18/10 – GP BRASIL, Interlagos
01/11 – GP Emirados Árabes Unidos, DubaiINDYCAR SERIES (Fórmula Indy)
05/04 – GP St. Petersburg (circuito de rua)
19/04 – GP Long Beach, (circuito de rua)
26/04 – GP Kansas (oval)
24/05 – 500 MILHAS DE INDIANÁPOLIS (oval)
31/05 – GP Milwaukee (oval)
06/06 – GP Texas (oval, corrida noturna)
21/06 – GP Iowa (oval)
27/06 – GP Richmond (oval, corrida noturna)
05/07 – GP Watkins Glen (circuito misto)
12/07 – GP Toronto, Canadá (circuito de rua)
26/07 – GP Edmonton, Canadá (circuito de rua)
01/08 – GP Kentucky (oval, corrida noturna)
09/08 – GP Mid-Ohio (circuito misto)
23/08 – GP Sonoma (circuito misto)
29/08 – GP Chicago (oval, corrida noturna)
06/09 – a definir (data reservada ao GP Detroit, que foi cancelado)
19/09 – GP Motegi, Japão (oval)
11/10 – GP Miami (oval)
A gente se vê por aí, FELIZ GGOO 2009!!!