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sábado, 23 de junho de 2012
FÓRMULA 1 COMPETITIVA? ONDE?
A Fórmula 1 está um show em 2012!
Um recorde histórico de 7 vencedores diferentes nas primeiras 7 corridas da temporada.
E corrida após corrida, repórteres e colunistas dos mais diversos meios de comunicação especializados no assunto, escrevem e comentam, seja nas suas colunas ou programas, à exaustão, sempre o mesmo assunto: o equilíbrio e a competitividade na nova Fórmula 1 .
Não se fala em outra coisa, esse tema é a febre do momento
E muitos desses textos são reproduzidos aqui no blog, quem nos acompanha, sabe do que estou falando.
No quesito equilíbrio, não há o que se discutir. Foram 7 diferentes vencedores de 5 diferentes equipes em 7 provas seguidas, onde os 3 primeiros colocados do mundial de pilotos atualmente estão separados por míseros 3 pontos.
Em 2011, após a sétima prova, essa diferença era de 67 pontos.
Nico Rosberg está em quinto, a 21 pontos do líder Hamilton. Menos pontos do que se paga por uma vitória.
Se na próxima corrida Hamilton quebrar e Nico vencer...
Equilíbrio? Ok, confere.
Mas aí eu pergunto: onde estão a competitividade e a nova F-1??
Não entendi bem no que se referem quando falam de nova F-1.
Pra mim, de nova não tem nada. Principalmente nos carros.
O que eles tem de novo, além de continuarem feios e agora piorados, com esse tenebroso bico?
Uma aleta aqui, uma asinha ali, uma melhora aerodinâmica básica, set up de regulagens, calibração de motores, regulagens mecânicas e “otras cosas más”.
Visualmente, nenhuma grande inovação estética ou estrutural.
As principais mudanças continuam por conta de alterações no regulamento: altura do bico e flexibilidade da asa dianteira, proibição do difusor soprado, crash test obrigatório, regras de ultrapassagens, etc.
Em tempo: sabiam que a regra de poder mudar de posição apenas uma vez para poder se defender de uma ultrapassagem não era regra??
Antes era apenas uma recomendação de conduta, sob pena de punição caso não fosse cumprida.
Essa norma foi regulamentada apenas para a temporada 2012. E agora com mais um detalhe: deixar o espaço mínimo de um carro em relação à beira da pista, para o lado que você escolheu defender. Ou seja, se tem que deixar o espaço de um carro, vai defender o quê??
Nova Fórmula 1?? Não, nada!
E toda competitividade da atual temporada?
Creditar esse fantástico equilíbrio à competitividade, discordo totalmente.
Muitas posições ainda estão sendo ganhas em estratégias de corrida e paradas de boxes, não em disputas na pista.
E o recorde de ultrapassagens?
Ah, graças ao diabólico DRS, onde de repente parece que o carro da frente enroscou numa bigorna de 200 kg e o carro de trás vira um torpedo.
Na grande maioria das vezes, o carro da frente (que podemos chamar de vítima) não tem a mínima chance de defesa.
Eu, sinceramente, nunca curti o DRS.
Chega a ser até covardia. As ultrapassagens não são realmente resultados de disputa, são fabricadas, artificiais.
E portanto, na minha opinião, não se pode comparar os números em relação às outras temporadas em que esse sistema não existia.
Até mesmo o Lewis “sem paciência” Hamilton, arrojado e atirado nas ultrapassagens, se fez valer desse recurso no GP do Canadá, onde teve uma inesperada e surpreendente calma e tranquilidade para esperar o momento de usar o DRS e, sem nenhuma dificuldade, realizar as ultrapassagens sobre os bicampeões Alonso e Vettel e voltar pra liderança.
E eu tinha quase certeza, até apostaria, que ele ia colocar por dentro, ali no grampo, tocando roda como ele gosta, abrindo caminho no braço.
Ainda bem que não apostei.
E esse ano temos, ainda, os novos compostos de pneus, engenhosamente desenvolvido pela fornecedora oficial, que após um certo nível de desgaste, aliado a alguns fatores como temperatura, estilo de pilotagem e ajuste aerodinâmico do carro, de uma volta pra outra perdem drásticamente sua aderência e o carro se transforma numa carroça e começa a se arrastar pela pista, chegando a virar 4 segundos mais lento que suas voltas anteriores, conforme dados constatados no último GP.
Quem vem atrás, agradece.
Pelo menos, tem ultrapassagem, né? Tem, mas sem disputa, é chegar e passar, geralmente.
Como o DRS já existia na temporada passada, parece que os pneus, portanto, são os maiores responsáveis por essa diversidade de inesperados resultados.
Tá bacana? É, até tá. Pra quem assiste. Pro piloto que queima a mufa junto com a equipe o fim de semana inteiro pra traçar uma boa estratégia e tudo ir por água abaixo em duas voltas, não deve estar sendo.
Mas, onde estão os pegas?
Aquela coisa clássica de uma corrida de carros, pegar o vácuo, por de lado, rasgar a reta emparelhado, tocar rodas, disputar freada, esparramar sobre o adversário e sair na frente. E tomar o troco na reta seguinte. E devolver na próxima volta.
Pega, sabe? Disputa?
Não vejo uma dessas há mais de uma década. Teve uma parecida aqui, outra mais ou menos ali ano passado, algumas boas e arrojadas ultrapassagens, mas aquela coisa comum e rotineira que se via em quase todo GP....faz tempo!
E pra ajudar, quando alguém tenta ser arrojado e competitivo, vem os engessados comissários ou o diretor de prova com as famigeradas punições.
Tem que ser leal na disputa sim, até concordo em fiscalizar, tem que se cuidar da segurança dos pilotos, mas no meu ponto de vista, há muita incoerência e excesso de zelo nessas punições.
Já comentei em outro texto, que por conta desse excesso, parece que os pilotos estão ficando bundões pra ultrapassar.
Vai dizer que nunca reparou que frequentemente se vê um piloto brigando por posição, e na freada ele tira de lado, ameaça colocar por dentro da curva e refuga rapidinho??
Então, antigamente não era assim.
Por anos e anos, principalmente a partir da era Schumacher, amarguramos uma Fórmula 1 enfadonha, previsível, sem mais grandes atrativos, onde a cada nova temporada os cartolas mudavam o regulamento na tentativa de trazer de volta a competitividade, o brilho perdido dos tempos áureos, a emoção, o interesse dos fãs que estava esfriando. Não por amor ao esporte, mas por business, infelizmente a categoria é basicamente isso hoje.
Mas por muito tempo, essas burocráticas tentativas não obtiveram êxito. Pneu sulcado, reabastecimento proibido, corrida sem troca de pneu, pneus mais estreitos, aerofólio traseiro menor, Kers, DRS. Nada resolvia.
E tome corridas monótonas.
Mas esse ano deu certo!!! Oba!!!
Uma combinação de fatores que deu uma reviravolta geral na categoria, provocou uma sequência de resultados imprevisíveis, aumentou a audiência, e agradou principalmente quem é fã da categoria.
Todos estão eufóricos com a “nova” Fórmula 1.
É como uma recompensa por não termos abandonado nossa paixão, aguentamos firmes, pois sempre alimentamos a esperança de um dia voltarmos a ver corridas fantásticas e com o prazer e a satisfação de antigamente.
Temos até vontade de gritar: - “Ponte que caiu!! Até que enfim a boa Fórmula 1 voltou”!
Tá todo mundo empolgado, tem mais gente se interessando, quem tinha se afastado voltou a acompanhar, os resultados estão derrubando os apostadores nos bolões.
Maravilha!!
Mas essa euforia, da qual partilho, acredito que está, inconscientemente, confundindo a análise que se tem feito pelos profissionais das mídias especializadas a respeito de todas essas mudanças, novidades e agradáveis surpresas e resultados, corrida a corrida!
Portanto, não nos deixemos enganar, a temporada atual está gratificantemente equilibrada, mas não porque está competitiva. Ainda está longe de ser competitiva como já foi um dia, e como deveria ser a categoria máxima do automobilismo.
(No outro post, eu coloco uns vídeos pra ilustrar o que eu quero dizer)
Mas, por enquanto, o que se tem é o que se queria há tempos pelos cartolas, afinal, faz bem pros negócios.
E a competição? Ora, a competição...
Mas, isso tudo, é apenas a humilde e singela opinião de um torcedor, fã de corridas, saudosista, ufanista e leigo no assunto.
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junho 2011
terça-feira, 15 de maio de 2012
O COMEÇO DE UMA HISTÓRIA*.
*Blog do Stik
O ano era 1950, 13 de Maio de 1950 para ser mais específico. O palco era Silverstone, o antigo aeroporto. O evento? Uma corrida de Grande Prêmio que dava início a um novo campeonato, chamado de Fórmula 1.
Depois da grande corrida que vimos domingo, com Pastor Maldonado fazendo história, é bom saber como ela começou. Como toda a história começou.
O vídeo abaixo é um relato de 12 minutos sobre a primeira corrida do primeiro campeonato de Fórmula 1. Vídeo raro, a cores, que não mostra só a corrida, mas também o evento, coisas que hoje não existem mais.
E proponho um desafio. Quem consegue descobrir o nome de pelo menos uma personalidade que aparece no vídeo? E uma que faz história na F1 hoje em dia e não está presente no mesmo? Comentários abaixo.
Aproveitem!
segunda-feira, 8 de março de 2010
F1 x FERRARI x FIAT 500
Ontem em Interlagos tivemos um desafio diferente promovido pelo atual patrocinador da Scuderia Italiana, uma disputa entre três carros para ver quem chegava na frente. Não era uma corrida, mas sim uma demonstração da velocidade de um Fórmula 1 contra "carros comuns". Participaram Luciano Burti, pilotando o Fiat 500, Emerson Fittipaldi, pilotando a Ferrari 599 e Felipe Massa pilotando a Ferrari F1 de 2008.
Muito divulgado, e também por ser gratuito, o evento atraiu diversas pessoas a Interlagos, algo raro hoje em dia nas disputas do campeonato paulista. Muitos pais e muitas crianças empolgadas com a possibilidade de ver um Fórmula 1 acelerando eram a tona do evento. O que fazia de Interlagos um palco familiar.
Ao chegarmos fomos aos boxes, verificamos os carros que competiriam naquele dia, reencontramos bons amigos e nos direcionamos ao final do pitlane onde um burbirinho tomava conta. Era lá no box 23, o último dos boxes de Interlagos, que estavam as Ferraris. Muita gente querendo fotografar. Aquele aperto básico que logo foi resolvido quando a Classic Cup começou a aquecer os motores. Aí todas as atenções se deram nos carrinhos antigos e charmosos. Bom para quem estava no fundão e pode ir pra frente.
Exatamente nessa hora os pilotos começaram a dar suas caras nos boxes. Primeiro Felipe Massa deu as caras, olhou, olhou, viu o movimento e deu uma sumida. Logo em seguida Luciano Burti, veio, acertou macacão, mal foi reconhecido pela galera e também se mandou. Ai chegou a vez de Emerson. Como toda sua simpatia, saiu dos boxes e pacientemente atendeu a todos para fotos e autografos, sempre sorrindo. Sorriso este que se abriu ainda mais quando levaram uma camiseta da Copersucar para ele autografar.
Estava chegando a hora e, como em todo evento patrocinado, os vips desceram e ficaram na área privilegiada, Felipe Massa desceu, sorriu, acenou e foi embora. Foi dar uma voltinha em uma Ferrari conversível, só que durante a corrida da Classic Cup. Pagou mico e teve que voltar os boxes de marcha ré, pois não podia deixar a pista.
Mas o grande momento foi quando verdadeiramente eles aceleraram. Aí sim, a galera veio abaixo e o vídeo, por si só, não nos deixa mentir como foi o evento:
Muito divulgado, e também por ser gratuito, o evento atraiu diversas pessoas a Interlagos, algo raro hoje em dia nas disputas do campeonato paulista. Muitos pais e muitas crianças empolgadas com a possibilidade de ver um Fórmula 1 acelerando eram a tona do evento. O que fazia de Interlagos um palco familiar.
Ao chegarmos fomos aos boxes, verificamos os carros que competiriam naquele dia, reencontramos bons amigos e nos direcionamos ao final do pitlane onde um burbirinho tomava conta. Era lá no box 23, o último dos boxes de Interlagos, que estavam as Ferraris. Muita gente querendo fotografar. Aquele aperto básico que logo foi resolvido quando a Classic Cup começou a aquecer os motores. Aí todas as atenções se deram nos carrinhos antigos e charmosos. Bom para quem estava no fundão e pode ir pra frente.
Exatamente nessa hora os pilotos começaram a dar suas caras nos boxes. Primeiro Felipe Massa deu as caras, olhou, olhou, viu o movimento e deu uma sumida. Logo em seguida Luciano Burti, veio, acertou macacão, mal foi reconhecido pela galera e também se mandou. Ai chegou a vez de Emerson. Como toda sua simpatia, saiu dos boxes e pacientemente atendeu a todos para fotos e autografos, sempre sorrindo. Sorriso este que se abriu ainda mais quando levaram uma camiseta da Copersucar para ele autografar.
Estava chegando a hora e, como em todo evento patrocinado, os vips desceram e ficaram na área privilegiada, Felipe Massa desceu, sorriu, acenou e foi embora. Foi dar uma voltinha em uma Ferrari conversível, só que durante a corrida da Classic Cup. Pagou mico e teve que voltar os boxes de marcha ré, pois não podia deixar a pista.
Mas o grande momento foi quando verdadeiramente eles aceleraram. Aí sim, a galera veio abaixo e o vídeo, por si só, não nos deixa mentir como foi o evento:
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
VEM AÍ O CARTÃO DE CRÉDITO DA F-1
Segundo o site Grand Prix, os fãs de Fórmula 1 poderão ter um cartão de crédito com a marca F1 em breve, através da parceria da F1 com o Grupo Corpcom, uma companhia que especializada na emissão e gestão de cartões de crédito além de co-branded programs.
A Corpcom espera criar uma nova geração de mundial de cartões para recompensar a fidelidade dos clientes, gerar receitas adicionais e aumentar o alcance da marca (F-1). Ainda não está claro quais privilégios virá com um cartão de Fórmula 1.
O cartão será lançado em um evento no Amber Lounge, em Barcelona.
A Corpcom espera criar uma nova geração de mundial de cartões para recompensar a fidelidade dos clientes, gerar receitas adicionais e aumentar o alcance da marca (F-1). Ainda não está claro quais privilégios virá com um cartão de Fórmula 1.
O cartão será lançado em um evento no Amber Lounge, em Barcelona.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
OS IMPACTOS DA LEGALIDADE
Agora que todos já comemoraram a informação de que os difusores são legais. Agora que todos verão um campeonato novo...analisaremos os impactos desta decisão nas equipes e nos pilotos.
Na Ferrari a ordem é correr atrás, depois de um início de ano desastroso como há tempos não se via, mudou-se a estrutura interna, ordens fortes foram dadas e o que se espera é uma reação. Contava com a proibição dos tais difusores, mas como ela não veio, possivelmente terás que construir um novo chassi, assim como havia feito em 1996. A pergunta que fica é, será que vai dar tempo? Dificilmente.
Na Mclaren as coisas andam feias. Mentiras, deturpações, falsidades ideológicas jogam por terra toda a imagem imaculada que tinha na época de Senna e Prost ou até de Mika e Coulthard. Se perdeu ao tentar levar a lei de Gerson (a de levar vantagem em tudo) ao pé da letra. Terá que correr contra o prejuízo moral, para depois se concentrar no carro. A temporada foi jogada fora.
A Renault, das sem difusor, é quem mais se aproxima de fazer um novo dispositivo mandraque a ponto de correr na China com tal peça. Apesar de um mal começo, espera-se uma boa evolução do carro, pena que conta só com um piloto.
A Red Bull é o melhor carro daqueles que não tem nem Kers nem Difusor. Vai continuar incomodando, pode ganhar uma corrida ou outra, mas ficará mais na mídia pelo seu marketing do que pelas suas vitórias. Será que consegue refazer um difusor?
Toro Rosso, se as coisas estão boas para a irmã mais velha, para a segunda equipe dos energéticos as coisas estão feias. Falta estrutura, piloto e dinheiro. Correrá para trás apartir de agora.
A Force India vai no embalo da Mclaren. Se a matriz não se desenvolve, a filial também não sairá do lugar. Falta estrutura para se fazer um carro bem feito, falta velocidade, pilotos e dinheiros. Continuará disputando as últimas vagas no grid com a Toro Rosso.
A BMW foi a equipe que mais testou o Kers, em contra partida seu carro é lento mas constante. Tem determinação e força (além de dinheiro) para ressurgir. Está no mesmo nível da Ferrari e consequentemente, vive o mesmo dilema. Vale a pena ainda investir nesta temporada?
Já a turma do difusor, começamos com a Toyota que tem um bom carro, mas como a Renault, faltam pilotos aptos para dar aquele passo a mais que separam equipes medíocres das equipes vitoriosas. Baterá na trave várias vezes e, com a evolução das demais, não deverá fazer muito mais do que fez até agora.
A Williams é outra que tem um carros constante, mas peca pela falta de dinheiro. Talvez, com os resultados obtidos até agora, consiga algum patrocinador para a equipe. Consequentemente, conseguirá mais desenvolvimento podendo, se a Brawn deixar, ganhar até algumas corridas.
Por último, a queridinha de todos, a Brawn GP. Sem dinheiro, mas com vitórias acumuladas e, correndo com o regulamento debaixo do braço, tende a ter um ano maravilhoso. Ganhando corridas com Button e Barrichello, conseguindo novos patrocinadores e chegando, assim, ao final da disputando, também o título de construtores.
Uma nova F-1, de cabeça para baixo, mas muito mais divertida para o público!
Na Ferrari a ordem é correr atrás, depois de um início de ano desastroso como há tempos não se via, mudou-se a estrutura interna, ordens fortes foram dadas e o que se espera é uma reação. Contava com a proibição dos tais difusores, mas como ela não veio, possivelmente terás que construir um novo chassi, assim como havia feito em 1996. A pergunta que fica é, será que vai dar tempo? Dificilmente.
Na Mclaren as coisas andam feias. Mentiras, deturpações, falsidades ideológicas jogam por terra toda a imagem imaculada que tinha na época de Senna e Prost ou até de Mika e Coulthard. Se perdeu ao tentar levar a lei de Gerson (a de levar vantagem em tudo) ao pé da letra. Terá que correr contra o prejuízo moral, para depois se concentrar no carro. A temporada foi jogada fora.
A Renault, das sem difusor, é quem mais se aproxima de fazer um novo dispositivo mandraque a ponto de correr na China com tal peça. Apesar de um mal começo, espera-se uma boa evolução do carro, pena que conta só com um piloto.
A Red Bull é o melhor carro daqueles que não tem nem Kers nem Difusor. Vai continuar incomodando, pode ganhar uma corrida ou outra, mas ficará mais na mídia pelo seu marketing do que pelas suas vitórias. Será que consegue refazer um difusor?
Toro Rosso, se as coisas estão boas para a irmã mais velha, para a segunda equipe dos energéticos as coisas estão feias. Falta estrutura, piloto e dinheiro. Correrá para trás apartir de agora.
A Force India vai no embalo da Mclaren. Se a matriz não se desenvolve, a filial também não sairá do lugar. Falta estrutura para se fazer um carro bem feito, falta velocidade, pilotos e dinheiros. Continuará disputando as últimas vagas no grid com a Toro Rosso.
A BMW foi a equipe que mais testou o Kers, em contra partida seu carro é lento mas constante. Tem determinação e força (além de dinheiro) para ressurgir. Está no mesmo nível da Ferrari e consequentemente, vive o mesmo dilema. Vale a pena ainda investir nesta temporada?
Já a turma do difusor, começamos com a Toyota que tem um bom carro, mas como a Renault, faltam pilotos aptos para dar aquele passo a mais que separam equipes medíocres das equipes vitoriosas. Baterá na trave várias vezes e, com a evolução das demais, não deverá fazer muito mais do que fez até agora.
A Williams é outra que tem um carros constante, mas peca pela falta de dinheiro. Talvez, com os resultados obtidos até agora, consiga algum patrocinador para a equipe. Consequentemente, conseguirá mais desenvolvimento podendo, se a Brawn deixar, ganhar até algumas corridas.
Por último, a queridinha de todos, a Brawn GP. Sem dinheiro, mas com vitórias acumuladas e, correndo com o regulamento debaixo do braço, tende a ter um ano maravilhoso. Ganhando corridas com Button e Barrichello, conseguindo novos patrocinadores e chegando, assim, ao final da disputando, também o título de construtores.
Uma nova F-1, de cabeça para baixo, mas muito mais divertida para o público!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
BOATOS DO DIA...
Bruno Senna na STR, só se o frânces da Renault não topar, a assessoria nega.
Sei...
Exclusão da Mclaren do mundial.
Sei...
Destas, poucas chances dos boatos virarem realidade.
Sei...
Exclusão da Mclaren do mundial.
Sei...
Destas, poucas chances dos boatos virarem realidade.
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domingo, 22 de março de 2009
3 HOMENS E UM SEGREDO...
Foto: Voando Baixo

Os três homens acima escondem um segredo. Na busca pela vaidade, pelo poder e pelo dinheiro, o segredo de cada um é colocado a prova a cada instante.
Mas como descobrir este segredo? Neste trama que envolve sexo, mulheres, bebidas, iates, dinheiro, muito dinheio e corridas, o segredo é algo supremo. É através dele que o mundo se transformará.
Mas este segredo não pode ficar escondido, é preciso ser compartilhado e debatido com aqueles que querem descobrir o segredo do segredo.
Essa é a FIA, a FOM e a FOTA...e seus três homens que comandam um segredo: A Fórmula 1.
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sexta-feira, 20 de março de 2009
COLUNA DO ROQUE: AONDE ESTÃO NOSSOS ÍDOLOS?
Semana passada fui ao aniversário surpresa da minha cunhada e, entre uma conversa e outra, entre uma música e outra, uma foto me chamou a atenção: ela vestida de Ayrton Senna, com seu macacão e um capacete e, ao fundo, uma mensagem ao dia dos pais.
Acredito que todos que estão com idade entre 25 e 30 anos, também tenham uma foto dessas, no mesmo estilo, caracterizando um personagem: um piloto de corridas de sucesso.
Tempos para cá, essa cumplicidade com os idolos acabaram. Não se veem pessoas tirando fotos caracterizadas, um boné, uma faixa. Tudo ficou descartável. Um grande exemplo, Gustavo Kuerten, quem hoje se lembra dos feitos por ele alcançados? O papel de ídolo foi roubado pela mídia.
A mesma mídia que endeusa medíocres, que fazem aparecer BBBs, que transformam a personalidade das pessoas em busca do tal "quinze minutos de fama". Mas para que isso? Para trocarmos de ídolos a cada instante? Ou seria para deixarmos de pensar em tudo o que acontece?
Estes são caminhos tortuosos, que muitas vezes nos deixam sem explicações. Nossos ídolos, como diz a música cantada por Elis Regina, ainda são os mesmos. Mas por que são os mesmos? Será que não houveram pessoas capazes para tal feito?
Este é o caso vivido por Rubens Barrichello. Graças aos sucessos imediatistas, sua competência e carisma foi deixada de lado em prol de diversos fatores, muitos deles comerciais, que impediam ser alçado a tal posto. Mas pergunto a vocês, quem naquele dia em Hockenhein não se emocionou ao vê-lo ganhando sua primeira corrida? Ou mais ainda, quem não vai à Interlagos e não ouve seu nome ser gritado a plenos pulmões?
Por que, pelos seus feitos ele não pode ser alçado à idolo nacional? Aliás, quais são os nossos ídolos? O que eles fazem? Onde eles estão? Por que vivemos esta ausência total de valores?
Mas, mesmo não conseguindo enxergar o novo, cadê as grandes demonstrações de carinho? As reportagens, as conversas na mesa do bar. Infelizmente, por mais informações que disponhamos, este tipo de prática deixa de existir.
Como já cantava Elis: "minha dor é perceber, que apesar de termos, feito tudo, tudo, tudo, tudo o que fizemos, nós ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais...", afinal, os nossos ídolos são os mesmos dos nossos pais.
Acredito que todos que estão com idade entre 25 e 30 anos, também tenham uma foto dessas, no mesmo estilo, caracterizando um personagem: um piloto de corridas de sucesso.
Tempos para cá, essa cumplicidade com os idolos acabaram. Não se veem pessoas tirando fotos caracterizadas, um boné, uma faixa. Tudo ficou descartável. Um grande exemplo, Gustavo Kuerten, quem hoje se lembra dos feitos por ele alcançados? O papel de ídolo foi roubado pela mídia.
A mesma mídia que endeusa medíocres, que fazem aparecer BBBs, que transformam a personalidade das pessoas em busca do tal "quinze minutos de fama". Mas para que isso? Para trocarmos de ídolos a cada instante? Ou seria para deixarmos de pensar em tudo o que acontece?
Estes são caminhos tortuosos, que muitas vezes nos deixam sem explicações. Nossos ídolos, como diz a música cantada por Elis Regina, ainda são os mesmos. Mas por que são os mesmos? Será que não houveram pessoas capazes para tal feito?
Este é o caso vivido por Rubens Barrichello. Graças aos sucessos imediatistas, sua competência e carisma foi deixada de lado em prol de diversos fatores, muitos deles comerciais, que impediam ser alçado a tal posto. Mas pergunto a vocês, quem naquele dia em Hockenhein não se emocionou ao vê-lo ganhando sua primeira corrida? Ou mais ainda, quem não vai à Interlagos e não ouve seu nome ser gritado a plenos pulmões?
Por que, pelos seus feitos ele não pode ser alçado à idolo nacional? Aliás, quais são os nossos ídolos? O que eles fazem? Onde eles estão? Por que vivemos esta ausência total de valores?
Mas, mesmo não conseguindo enxergar o novo, cadê as grandes demonstrações de carinho? As reportagens, as conversas na mesa do bar. Infelizmente, por mais informações que disponhamos, este tipo de prática deixa de existir.
Como já cantava Elis: "minha dor é perceber, que apesar de termos, feito tudo, tudo, tudo, tudo o que fizemos, nós ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais...", afinal, os nossos ídolos são os mesmos dos nossos pais.
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quinta-feira, 19 de março de 2009
AQUECENDO OS MOTORES...
Faltam 10 dias para a primeira largada do ano!
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quarta-feira, 18 de março de 2009
NOVAS REGRAS: A MELHOR DAS DEFINIÇÕES
"A Fórmula 1 virará um campeonato brasileiro futebol com pontos corridos. Justo, porém sem aquelas emoções das fases finais".
Frase proferida pelo nosso presidente Marcos, a respeito das novas regras.
Frase proferida pelo nosso presidente Marcos, a respeito das novas regras.
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terça-feira, 17 de março de 2009
OS PILOTOS...E SUAS ESPOSAS
Já que a seção pilotos é um sucesso de público feminino aqui no Blog, resolvemos fazer algo que também contente os homens visitantes deste espaço.
A revanche, irão dizer, mas deixo para vocês analisarem as mulheres dos atuais pilotos:
PS: Como as mulheres sempre tem razão, no vídeo os pilotos também aparecem...
PS2: O Rosberg é casado?
A revanche, irão dizer, mas deixo para vocês analisarem as mulheres dos atuais pilotos:
PS: Como as mulheres sempre tem razão, no vídeo os pilotos também aparecem...
PS2: O Rosberg é casado?
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quinta-feira, 5 de março de 2009
BRAWN RACING: AS RAZÕES DAS CONTRATAÇÕES
Mais uma notícia da Brawn Racing, a ex-Honda, publicada pelo jornal "O Estado de São Paulo" ontem.
Além das corres do carro, quem bancará os custos da temporada será a Honda e, diante de um cenário de incerteza e dúvida, tanto Barrichello quanto Button aceitaram reduzir seus salários em 50%.
Depois dessa notícia, começo a entender porque a Honda não foi vendida a algum interessado, está parecendo a "manobra administrativa" realizada pela Kawasaki, saiu de cena, mas estou presente, com outro nome, indiretamente.
Além das corres do carro, quem bancará os custos da temporada será a Honda e, diante de um cenário de incerteza e dúvida, tanto Barrichello quanto Button aceitaram reduzir seus salários em 50%.
Depois dessa notícia, começo a entender porque a Honda não foi vendida a algum interessado, está parecendo a "manobra administrativa" realizada pela Kawasaki, saiu de cena, mas estou presente, com outro nome, indiretamente.
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domingo, 14 de dezembro de 2008
GGOO RETROSPECTIVA
Final de ano é tempo de recordarmos os fatos mais marcantes do ano que está se encerrando, e é por isso que a GGOO faz uma retrospectiva dos principais acontecimentos ocorridos em 2008, de F-1 a diversos encontros, seja em Interlagos, seja ouvindo música...o ano da GGOO começou assim:
Com o aniversário deste que vos escreve, com churrasco, animação e muita música.
E é claro que a GGOO esteve presente, participando ativamente da comemoração e entoando para todos ouvirem, a já clássica: CONCHETA!
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
Pilotos de Carroça
Os resultados dos Brasileiros Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet nas duas corridas recentes, Silverstone e Hockenheim respectivamente, não só foram “culpa” da experiência de Rubens, ou do talento ali mostrado por Nelsinho, muita sorte também os rodeou.
Rubens pilota para a Honda e “Little” Piquet, Renault. E todos sabem como elas andam mal neste ano, e por isso a sorte conta muito. Quando começou a chover em Silverstone, eu e muitos, já imaginávamos o que poderia estar a vir. Rubens corre muito na chuva e um bom resultado, mais do que esperado, era iminente, no entanto, nunca pensei que fosse conseguir aquele 3º lugar, emocionante.
Já Nelsinho se beneficiou do acidente de Glock e da entrada do “Carro-Madrinha”, como só faria uma parada, aproximou-se dos outros, e quando pararam, ganhou a 2ª posição, e não “achou”, como mais tarde disse um certo Espanhol.
Sim. Tiveram muita sorte. Mas se não fosse Barrichello escolher pneus de chuva enquanto todos usavam intermediário, e se Nelsinho não tivesse escolhido realizar uma parada e ao fim conseguir render o mesmo que a Ferrari de Massa (mesmo que tivesse problemas a Ferrari, ou não), duvido que eles não teriam conseguido tal resultado. Parabéns para os dois, e que a sorte os acompanhe sempre, mesmo de Carroça.
Rubens pilota para a Honda e “Little” Piquet, Renault. E todos sabem como elas andam mal neste ano, e por isso a sorte conta muito. Quando começou a chover em Silverstone, eu e muitos, já imaginávamos o que poderia estar a vir. Rubens corre muito na chuva e um bom resultado, mais do que esperado, era iminente, no entanto, nunca pensei que fosse conseguir aquele 3º lugar, emocionante.
Já Nelsinho se beneficiou do acidente de Glock e da entrada do “Carro-Madrinha”, como só faria uma parada, aproximou-se dos outros, e quando pararam, ganhou a 2ª posição, e não “achou”, como mais tarde disse um certo Espanhol.
Sim. Tiveram muita sorte. Mas se não fosse Barrichello escolher pneus de chuva enquanto todos usavam intermediário, e se Nelsinho não tivesse escolhido realizar uma parada e ao fim conseguir render o mesmo que a Ferrari de Massa (mesmo que tivesse problemas a Ferrari, ou não), duvido que eles não teriam conseguido tal resultado. Parabéns para os dois, e que a sorte os acompanhe sempre, mesmo de Carroça.
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sábado, 19 de janeiro de 2008
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