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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

segunda-feira, 29 de julho de 2013

sexta-feira, 26 de julho de 2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

A volta da McLaren-Honda*

* Por Rafael Lopes



McLaren-Honda. Confesso que ler estes dois nomes combinados dá uma certa sensação de nostalgia. Afinal, uma das parcerias mais bem-sucedidas da história da Fórmula 1 já tem data marcada para retornar: a temporada de 2015. O anúncio foi feito em Tóquio, capital do Japão, na tarde desta quinta-feira (no horário local). A montadora japonesa quer usar este tempo, cerca de um ano e meio, para desenvolver o novo motor turbo V6 de 1,6 litro, exigido pelo novo regulamento da F-1, e os sistemas de recuperação de energia em sua fábrica na cidade de Tochigi. Com isso, a equipe cumprirá o contrato com a Mercedes até o fim de 2014.

Será a segunda vez que McLaren e Honda estarão juntas. Da primeira vez, entre os anos de 1988 e 1992, sucesso absoluto, com 80% de aproveitamento em campeonatos. A equipe inglesa e a montadora japonesa conquistaram quatro títulos mundiais de pilotos (três de Ayrton Senna e um de Alain Prost) e quatro de construtores em cinco possíveis, além de 44 vitórias (30 de Senna, 11 de Prost e três de Gerhard Berger). Por estar tão viva na memória dos fãs da Fórmula 1 e ter marcado tantos êxitos, a parceria renasce cercada de expectativas. Afinal é a união de uma das melhores equipes com uma das maiores montadoras do mundo.

A volta da Honda à Fórmula 1 mostra o acerto da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) na adoção de um novo regulamento técnico em 2014, apesar da forte oposição de Bernie Ecclestone, chefe comercial da categoria. Ao apostar em um motor turbo V6 de baixa cilindrada, nos sistemas de recuperação de energia e na limitação do desenvolvimento aerodinâmico, a FIA tornou a F-1 atrativa novamente para as grandes montadoras, que poderão usar novamente as pistas do mundial como campo de testes para a tecnologia dos carros de rua. A parte mecânica voltará a ter uma grande importância, assim como as tecnologias ditas “limpas”.

A Honda, por sua vez, tinha deixado a categoria no fim de 2008, após duas temporadas frustrantes como dona de sua própria equipe. Mas não foi uma decisão meramente esportiva: a crise mundial afetou fortemente o Japão e a montadora foi praticamente forçada por seus acionistas a se afastar da maior categoria do automobilismo após o fracasso. Para mim, entretanto, estava claro que a Honda voltaria para a Fórmula 1. Não é do feitio dos japoneses deixar um trabalho mal-feito como lembrança. E o retorno teria de ser em grande estilo. A oportunidade apareceu em uma equipe como a McLaren. Alguém aí duvida do sucesso da parceria?

quinta-feira, 21 de março de 2013

GILLETTE NA MCLAREN?*

* Por Fernando Silva


Esse é o rumor da vez no paddock da F1. A Gillette, marca de propriedade da gigante norte-americana Procter & Gamble e ligada a Bruno Senna, pode, segundo a revista alemã ‘Auto Motor und Sport’, ser a principal patrocinadora da McLaren a partir da próxima temporada. O time de Woking perderá a Vodafone no fim do ano e procura um investidor de peso para permanecer entre as equipes de ponta da F1.

A Gillette, claro, não é a primeira empresa que aparece ligada à McLaren a partir do ano que vem. O principal rumor aponta para a Telmex, gigante mexicana das telecomunicações, comandada pelo bilionário Carlos Slim, como substituta da Vodafone, que opera no mesmo ramo de atividade, só que na Europa. E, ainda por cima, haveria outro interesse, já que seu pupilo Sergio ‘Checo’ Pérez agora está no time britânico. Torcida, pelo menos da parte de Pérez, não falta.

Nesta fase, já li rumores apontando a Emirates Airlines e também a Coca Cola à McLaren. A primeira empresa já estampou sua marca nos carros cromados de Woking em um passado não muito distante. Já a Coca Cola atualmente patrocina a Lotus por meio da marca de bebidas energéticas Burn.

Voltemos à Gillette. Essa especulação remete, obviamente, a Bruno Senna, piloto que contou com o apoio da empresa principalmente nos seus dois últimos anos de F1, quando correu pela Renault e pela Williams. O primeiro-sobrinho foi sacado do grid e agora tem um novo foco na vida, já que se prepara, junto com a Aston Martin, para disputar o Mundial de Endurance nesta temporada.

Só que Bruno permanece no WEC com o patrocínio da Gillette, que bancou a maior parte do seu orçamento na Williams no ano passado. Não é difícil imaginar numa possibilidade de Senna vestir o macacão da McLaren, ainda que como piloto reserva, caso a equipe tenha, de fato, o patrocínio da P&G. Vai depender mesmo de Bruno ter o interesse em deixar o endurance para ocupar o posto de reserva e piloto de testes — que quase não testa — na McLaren.

Mas nunca é demais lembrar que Senna + McLaren, do ponto de vista do marketing, é algo muito forte a ser explorado. Indo além, existe também outro rumor — que ganha muita força a cada dia — ligando a Honda à McLaren. Assim, a combinação Senna + McLaren + Honda hoje é ainda mais forte, quase explosiva.

Sinceramente, acho bem difícil que tal situação se torne realidade, ainda que aconteça a união McLaren-Gillette. Bruno, convenhamos, foi apenas mediano na F1 e tem diante de si um horizonte muito mais interessante no endurance, que vem crescendo a passos largos. E outra: a McLaren vem investindo muito em jovens talentos, um em especial: Kevin Magnussen. E o padrão de exigência da equipe em termos de pilotos é muito maior do que é hoje na Williams, por exemplo.

Rumores são rumores. Mas nesse mundo da F1, tudo pode acontecer.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

McLaren deve trocar motor Mercedes por Honda


A McLaren usa motores Mercedes desde 1995, e desde então conquistou três títulos do Mundial de Pilotos e um de Construtores. Mas, a partir do ano que vem, a escuderia inglesa terá que pagar R$ 26 milhões para a fabricante alemã, que já conta com sua própria equipe no grid. Visando economizar e aproveitar a volta dos propulsores turbo prevista para 2014, o time de Woking poderá reeditar a parceria com a Honda, que fez sucesso nos tempos de Ayrton Senna, informa o site UOL.

A informação é do jornal inglês The Sun, que publicou a seguinte declaração de uma fonte da equipe: “Não há nenhuma chance de a McLaren continuar como cliente dos motores Mercedes”. Antes da montadora alemã lançar sua própria escuderia na Fórmula 1, o time inglês tinha a prioridade no fornecimento de motores.

Mas, com a taxa milionária que passará a ser cobrada no ano que vem, a McLaren já conversa com outros fabricantes, incluindo a Porsche. Mas as conversas mais avançadas são com a Honda, que saiu da categoria em 2008, mas já ajudou a equipe inglesa a conquistar quatro títulos entre 1988 e 1991, três deles com Ayrton Senna.

Diretor de desenvolvimento da Honda, Yoshiharu Yamamoto não descartou a volta da fabricante à Fórmula 1 quando a categoria promover a mudança de motores V8 para V6. No começo do mês, ele declarou: “Acompanho o regulamento, e se tivermos uma oportunidade, seria bom voltar”.

Como fornecedora de motores, a Honda tem cinco títulos de pilotos da Fórmula 1: três com Senna, um com Alain Prost em 1989 e outro com Nelson Piquet, pela Williams, em 1987. Como escuderia, nunca foi campeã. Após três temporadas mantendo sua própria equipe entre 2006 e 2008, a montadora japonesa decidiu encerrar suas atividades na categoria. Mas, em 2014, poderá estar de volta.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Rubinho pode ser piloto oficial da Honda na Indy*

* Por Lívio Oricchio

As 19 temporadas de Fórmula 1, de 1993 a 2011, e a de Fórmula Indy, encerrada sábado, em Fontana, Califórnia, não arrefecem o interesse de Rubens Barrichello, aos 40 anos, pelo automobilismo. Depois de terminar o campeonato de estreia na Indy em 12.º lugar, pela equipe KV, com 289 pontos diante de 468 do campeão, Ryan Hunter-Reay, da Andretti, Rubinho já planeja 2013.
E apesar de evitar o assunto, a antiga relação com a Honda, para quem competiu na Fórmula 1 de 2006 a 2008, associada ao potencial demonstrado este ano, levou os japoneses a convidá-lo para ser seu piloto oficial também na Indy. Em entrevista ao Estadão, ontem, afirmou: “Prefiro esperar para me pronunciar. Há muita coisa acontecendo”.

A Honda forneceu motores este ano para alguns dos principais times da competição, como Chip Ganassi, do terceiro colocado Scott Dixon, e a Schimidt/Hamilton, do quinto na classificação, Simon Pagenaud. Confirmada a associação de Rubinho com os japoneses, como parece provável, deverá correr em 2013 por uma das escuderias fornecidas pela Honda, o que deve facilitar bastante sua vida para se manter na Indy, projeto inicial. “Tenho convite para competir em outras categorias também.” Este ano a equipe de Rubinho utilizou motor Chevrolet, o mesmo de Hunter-Reay.

“É bem diferente do que imaginava”, comentou sobre a troca da Fórmula 1 pela Indy. “Não pensava que a adaptação se estendesse tanto tempo. As pessoas falam do meu primeiro teste, em Sebring, quando fui muito rápido. Mas eu treinei lá cinco dias. Tive de reaprender a pilotar este ano, por ser distinto de tudo o que fiz até hoje.” A pista onde conseguiu seu melhor resultado, Sonoma, 13.ª do calendário, quarto colocado, foi onde também teve a oportunidade de treinar antes, lembra o piloto.
Dá mais detalhes do aprendizado: “Até a metade do campeonato eu ainda não conseguia tirar tudo do carro. É 200 quilos mais pesado de um Fórmula 1 e não tem o volante hidráulico. Não é possível conduzi-lo como fiz durante 19 anos, bem suavemente, até para também economizar os pneus. Na Indy você tem de ser mais rude com o volante, andamos mais de lado, o que não é possível na Fórmula 1. O desafio maior na Indy é saber administrar o consumo de combustível (etanol), não dos pneus”.

Algo que exigiu tempo para aprender foi explorar melhor os pneus: “Usamos os duros nos treinos e só vamos conhecer como o carro se comporta com os moles direto na classificação”, explica. “E a categoria é supercompetitiva. Alguns décimos de segundo te jogam lá para trás no grid e aí tudo fica mais complicado. O nível dos pilotos é muito bom.” Rubinho acredita que a sua segunda temporada tende a ser menos difícil.

“Você tem de terminar o treino entre os seis primeiros para depois ir para a final na classificação. E em várias ocasiões por ficar a apenas alguns décimos do sexto não avancei. O Tony (Kanaan, companheiro na KV), pela experiência, entende melhor como fazer essa transição do pneu duro para o mole sem ter treinado.”

Outro desafio foi correr nos circuitos ovais, novidade absoluta para o piloto: “Tive a primeira experiência em Indianápolis. Nos primeiros dias, sozinho, consegui atingir já um bom nível. Estava me acostumando com os 400 km/h e o muro do lado o tempo todo”, conta. “Mas aí tive de aprender a pilotar com outros carros na pista e muda tudo… me senti um menino no meio daquele pessoal. O mais complexo é saber usar o vácuo.”

Mais: “Não dá para seguir o carro à frente. Tem de usar outra linha. E é muito importante saber com quem você está duelando. Se o carro cruzar a sua frente você sabe que perderá o controle e acabará no muro. Os pilotos que lutam pela vitória no oval não vão até a zebra, passam a cerca de um metro dela nas quatro curvas. Isso tem permite acompanhá-los e aproveitar o vácuo. E eles se tornam mais rápidos dos demais formando seu bloco, mesmo sendo adversários entre si. Só depois, lá na frente da corrida, vão começar a sua luta para ver quem vai ganhar a prova”.

Fato curioso descoberto nos ovais: “Enquanto nos circuitos mistos e de rua o volante é pesado e exige ser agressivo, nos ovais ele fica leve e é necessário conduzir com suavidade. Nesse sentido, as provas nos ovais vieram para o meu lado. Mas aí entra em cena todo aquele conhecimento de como usar o vácuo, como reagir à mudança na direção do vento, normal em três horas de corrida e tanta coisa que você descobre ali na hora.” Nas 500 Milhas de Indianápolis, estreia de Rubinho nos ovais, terminou em 11.º dentre os 33 que largaram.

Apesar dos resultados terem ficado um pouco abaixo do esperado, Rubinho diz ter se divertido muito. “Receberam-me muito bem na América. E correr ao lado do Tony (Kanaan), meu amigo, e com o ambiente alegre da KV foi sensacional. O Jimmy Vasser (ex-piloto e sócio) e meu engenheiro são muito legais. Foi um ano de prazer, divertimento, ensinamentos. Aos 40 anos me senti superinteressado em descobrir algo novo naquilo que sempre fiz, a pilotagem.”

O nível técnico do time, porém, comentou, nem sempre acompanhou o dos melhores. “Foi tudo montado de última hora, os mecânicos, o engenheiro, o estrategista e, claro, o piloto. Demorou um tempo até encontrarmos a sintonia necessária para o trabalho começar a fluir melhor.”

Disputar a Indy em São Paulo, dia 29 de abril, no circuito do Anhembi, lhe trouxe a maior das emoções da temporada. “Eu estava no carro por onde desfilam os pilotos e entramos no sambódromo. Lá há arquibancada nos dois lados da pista. E a torcida começou a gritar meu nome, repetidas vezes… Foi demais de gostoso, purificador diria. Senti como me dissessem que não estou na Fórmula 1 mas eles estavam lá. Fiquei com os olhos marejados e vi o Viso (Ernesto, piloto venezuelano, companheiro de Rubinho) emocionado, chorando.”

Isso o levou a reflexões mais profundas. “Tenho consciência de que 33% das pessoas gostam de você, 33% não gostam e 33% não se importam. O importante é que sou uma pessoa extremamente feliz e agradecido por ter renascido numa categoria diferente, depois de deixar a Fórmula 1, e pela forma como me receberam.”

Mas a Fórmula 1 ainda é uma paixão, confessa. “Você não namora alguém por 19 anos e a esquece no dia seguinte. Foi doído acordar meu filho Eduardo para assistir à corrida de Melbourne (abertura da temporada) pela TV.” E outro momento que certamente o sensibilizará será quando for a Interlagos nos dias do GP do Brasil, de 23 a 25 de novembro. “Tenho muitos amigos na Fórmula 1, vou visitá-los. Agora, não estar no grid será duro.”

Ao falar da sua ex-equipe, Williams, que até venceu o GP da Espanha, este ano, com Pastor Maldonado, Rubinho mede bem as palavras. “Como acompanhei todos os trabalhos deles até o último instante, sabia que cresceriam. E sem o escapamento aerodinâmico mais ainda, porque no nosso carro não fazia diferença, enquanto para os outros, muita.” O recurso foi proibido. Mas não hesita em afirmar: “Não tenho bola de cristal, mas o carro demonstra potencial para a Williams ter o dobro de pontos”.

Em seguida explica: “Não estou querendo dizer, por favor, que faria melhor do que os que estão lá. Apenas que com um bom carro é natural esperar de um piloto experiente chegar mais vezez aos pontos”. A Williams somou em 13 etapas 54 pontos e é a oitava entre os construtores. A Red Bull lidera com 272.

Rubinho não dá detalhes, mas confirma ter sido cogitado para disputar o GP da Itália, pela Lotus, no lugar de Romain Grosjean, suspenso. Ele venceu a prova três vezes, em 2002 e 2004, pela Ferrari, e 2009, Brawn GP. “No fim houve pressão para utilizarem o terceiro piloto (Jerome D’Ambrosio)”, diz.

“O campeão este ano? Penso que o Alonso. O Hamilton é o cara com mais velocidade natural na F-1, mas o Alonso o mais completo. Por isso é difícil para o Felipe (Massa), sempre o comparam com o mais forte.” Para Rubinho, Massa realiza, agora, um bom trabalho. “Esteve bem perto do Alonso nas últimas provas.” Mas diz desconhecer o seu futuro.

Em 2014 os motores turbo voltarão à Fórmula 1, onde estiveram de 1977 a 1988 da última vez. Serão unidades V-6 de 1,6 litro, capazes de desenvolver cerca de 740 cavalos de potência, a princípio. E Rubinho competiu na Indy este ano como motor turbo, V-6 de 2,4 litros, 600 cavalos de potência.

“Isso mexe diretamente com a dirigibilidade do carro. No turbo a potência não entra de cara, assim que você acelera, mas depois, e vem forte. Será extremamante importante para o carro como o motor vai disponibilizar a potência. Na Fórmula 1 ela é maior que na Indy.” Será, para Rubinho, um fator determinante no rendimento do carro, da equipe, a eficiência desse motor. “Sempre foi, na realidade, mas agora diante dessa característica mais ainda.”

sábado, 19 de novembro de 2011

MCLAREN HONDA, JUNTAS NOVAMENTE?

Depois de Williams e Renault, que em 2012 vão reeditar casamento marcante na história da F1, com uma série de conquistas nos anos 90, outra parceria de sucesso poderá ser revivida em três anos. De acordo com a publicação alemã ‘Auto Motor und Sport’, a Honda planeja retornar à categoria como fornecedora de motores e visa adotar a McLaren como sua equipe a partir da temporada de 2014, informa o site Grande Prêmio.

O período entre 1986 e 1991 foi o mais glorioso da montadora enquanto fornecedora de motores. Nesse tempo, a Honda foi campeã do Mundial de Construtores seis vezes consecutivas e quatro vezes seguidas campeã do Mundial de Pilotos. Desses títulos, oito foram pela McLaren: entre 1988 e 1991, pelo Mundial de Construtores, e no mesmo período, pelo campeonato de Pilotos, três vezes com Ayrton Senna e com Alain Prost em uma oportunidade.

A principal motivação para o retorno da Honda é nova regra sobre os motores turbo V6 que vai passar a valer na F1 a partir de 2014. “As chances são boas de que, com a introdução do turbo V6 em 2014, a Honda vá celebrar seu retorno com a McLaren”, informou a publicação.

“Um gerente disse em Suzuka que a Honda está se preparando para voltar com um turbo V6 em 2014. Só está faltando a luz verde por parte do conselho [da montadora]”, diz a reportagem da ‘Auto Motor und Sport’.

Atualmente a McLaren conta com a parceria da Mercedes para o fornecimento de motores, que já vem desde 1995, quando a fábrica rescindiu com a Sauber para trabalhar com a equipe. Entretanto, a montadora alemã, que detinha parte das ações da escuderia de Woking, mudou seus planos ao adquirir a Brawn e voltar à F1 como equipe. O contrato entre Mercedes e McLaren vai, teoricamente, até 2015.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

SENNA ESPECIAL

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

GGOO RETROSPECTIVA: 2008

O ano de 2008 na F-1 teve a final mais emocionante da década, quiçá de todos os mundiais. Desta vez retrista a Lewis Hamilton e Felipe Massa, a disputa ponto a ponto chegou a última corrida graças aos erros e falhas das equipes e companheiros. E a decisão aconteceu com a tão famosa chuva de Interlagos, na última curva, da última volta, na última pista do ano.

2008 foi marcado pela farsa da Renault e o começo o reinado de Fernando Alonso como Dick Vigarista, a estréia de Nelsinho Piquet e pelo brilhante terceiro lugar de Rubens Barrichello no GP da Inglaterra. Já a GGOO ficou mundialmente famosa ao aparecer ao vivo, nas transmissões do GP Brasil, entre outros lugares também.

GGOO RETROSPECTIVA: 2006

Assim como em 2005, a briga pelo título se resumiu a Fernando Alonso e Michael Schumacher. 2006 foi um ano de transação: Rubens Barrichello iniciava sua longa vida na Honda, Felipe Massa corria pela Ferrari. Este ano marcou a despedida de Schumacher da F-1, por 3 anos e a primeira vitória de Massa no GP Brasil, a primeira após Senna vencer em 1993.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

FOTO DO DIA


Rubens Barrichello, 2007 (clique para ampliar)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

FALA GIL!

Confira a entrevista que Gil de Ferran concedeu ao site Grande Prêmio, falando sobre seus planos para sua equipe competir na Fórmula Indy em 2010. O ex-piloto brasileiro também comentou sobre a Honda, Brawn, Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet.








terça-feira, 7 de julho de 2009

A CRISE FAZ MAIS UMA VÍTIMA

O circuito de Fuji, de propriedade da Toyota, anunicou hoje que não fará parte do calendário do Mundial de 2010, onde começaria o revezamento com Suzuka.

As justificativas para o abandono do projeto F-1, com apenas 2 corridas disputadas, foi a seguintes, segundo informe oficial: "Tendo em vista as condições econômicas cada vez mais deterioradas e os poucos sinais de uma recuperação rápida, decidimos que seria extremamente difícil manter o GP do Japão".

Culpa-se a crise, mais uma vez, para os erros de gestão.

Sobra agora Suzuka, de propriedade da rival Honda, palco de tantas alegrias brasileiras e de tantas emoções em suas corridas.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

1 LIBRA

E em troca das dívidas, a Honda vendeu sua equipe.

1 Libra e o sucesso passou a acontecer.

1 Libra e hpje todos querem tirar a sua hegemonia

1 Libra para que dia 14, os difusores sejam liberados.

1 Libra...1 libra.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

E A HONDA...

Sim, e a Honda?

O que será que estão pensando seus inestimados representantes numa horas dessas?

Ver todo um trabalho jogado fora por uma decisão e mais do que isso, ver todos os louros na mão de um ex-funcionário.

Estamos assistindo a história ser contada. Estamos vendo que a tão propagada eficiência de gestão japonesa, também se deixa levar pelos momentos de turbulência. O cooperativismo e a integridade junto a sua nação são momentos que estão ficando para trás.

Nesta aldeia global, unida pela globalização. Os mais competitivos são aqueles que sobreviverão...

Será que bateu o arrependimento?

sexta-feira, 6 de março de 2009

BRAWN GP: CARRO REVELADO!

As primeiras imagens do novo carro da Brawn GP estão reveladas, com Button ao volante.





Fonte: Autosport


Simplesmente, lindo!

Atualização:
No site da Brawn, saiu uma foto maior: