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terça-feira, 9 de agosto de 2016
9 ANOS...E PARECE ONTEM!
O tempo passa... o tempo voa, quem se lembra deste jingle certamente está se tornando um dinossauro. Mas se formos analisar o tempo, a GGOO começa a caminhar para a adolescência. São 9 anos de muitas risadas, grandes projetos, projetos menores, sonhos e acima de tudo amizade combinada com corridas assistidas.
O tempo quis que nem sempre conseguíssemos estar juntos em todas as corridas. Ao mesmo tempo, vimos autódromos serem fechados e o número de categorias diminuir, somado até ao momento em que a própria Fórmula 1 vive uma crise de identidade.
Mas, são 9 anos...de histórias, de risadas e de camisetas amarelas amarelando arquibancadas, paddocks, boxes e salas de imprensa dos mais diversos autódromos. Histórias que ficam e histórias que são contadas, hoje reveladas em fotos e lembranças, com direito a carinho de ídolos como Fittipaldi e Barrichello.
E o tempo passa... o tempo voa...E que venha o 10º GP Brasil juntos e em grande estilo.
O tempo quis que nem sempre conseguíssemos estar juntos em todas as corridas. Ao mesmo tempo, vimos autódromos serem fechados e o número de categorias diminuir, somado até ao momento em que a própria Fórmula 1 vive uma crise de identidade.
Mas, são 9 anos...de histórias, de risadas e de camisetas amarelas amarelando arquibancadas, paddocks, boxes e salas de imprensa dos mais diversos autódromos. Histórias que ficam e histórias que são contadas, hoje reveladas em fotos e lembranças, com direito a carinho de ídolos como Fittipaldi e Barrichello.
E o tempo passa... o tempo voa...E que venha o 10º GP Brasil juntos e em grande estilo.
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domingo, 9 de agosto de 2015
8 ANOS...E PARECE ONTEM!
O tempo passa... o tempo voa, quem se lembra deste jingle certamente está se tornando um dinossauro. Mas se formos analisar o tempo, a GGOO começa a caminhar para a adolescência. São 8 anos de muitas risadas, grandes projetos, projetos menores, sonhos e acima de tudo amizade combinada com corridas assistidas.
O tempo quis que nem sempre conseguíssemos estar juntos em todas as corridas. Ao mesmo tempo, vimos autódromos serem fechados e o número de categorias diminuir, somado até ao momento em que a própria Fórmula 1 vive uma crise de identidade.
Mas, são 8 anos...de histórias, de risadas e de camisetas amarelas amarelando arquibancadas, padocks, boxes e salas de imprensa dos mais diversos autódromos.
E o tempo passa... o tempo voa...
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sábado, 9 de agosto de 2014
MAIS UM ANO... E JÁ FORAM 7
Parece que foi ontem... quando a GGOO nasceu, o objetivo de todos que estavam ali no Orkut era encontrar uma forma de assistir a um GP Brasil junto. Muitos sendo marinheiro de primeira viagem não sabiam como se portar naquela imensidão do setor G.
E quem diria, que aquela brincadeira inicial, se transformaria numa família reconhecida e cheia de novidades a cada instante.
Nestes 7 anos muita coisa aconteceu, uns engordaram, outros perderam os cabelos, outros ganharam filhos, outros emagreceram...além disso, tomamos chuva, passamos frio e muito calor no templo, presenciamos a última pole do Barrichello e a última vitória do Massa...vimos corridas e mais corridas.
Só que não paramos por aí... os encontros, assim como as visitas no orkut, se tornaram mais escassas, mas não menos importantes.
O tempo vai passando, a amizade se tornou eterna, as corridas são pretextos... mas o que vale são as lembranças de cada encontro, de cada sorriso, de cada raio solar que preencheu a derme do povo, ou cada gota de chuva ou choro que molhou o rosto de quem conhece a GGOO.
Nobres amigos e FDPs, que venham mais 7 X 7 X 7 X n anos de corridas e principalmente amizades!
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
GGOO: CINCO ANOS DEPOIS (5 MIL POSTS)
É dia de festa, 09 de agosto de 2012, comemoramos o quinto aniversário da GGOO!!!
Tanta coisa já aconteceu que parece que fazemos essa “terapia em grupo” há muito mais tempo. Na verdade, podemos dizer que a data da “fecundação”, da concepção da idéia de reunir o pessoal da comunidade do Orkut “Eu vou no GP Brasil de F1” que ia ao setor G sozinho ou assistir a F1 pela primeira vez foi em 21 de maio de 2007, quando nosso amigo GUILHERME ICEMAN criou o famoso tópico “Vamos unir a galera do G”. A partir daí, as células desse “embrião” foram se multiplicando (mais gente chegando pro encontro) e agitavam o tópico no Orkut e as várias conversas via MSN, para conter a ansiedade e organizar tudo, ajudavam a criar afinidades entre o pessoal. Idéias foram surgindo, o simples encontro no autódromo crescia, resolveu-se fazer camisetas e para isso seria legal também adotarmos um nome para a turma.
E eis que em 09 de agosto de 2007, a GGOO finalmente “nasceu”, sendo esse nome e logotipo inicial citados pela primeira vez no tópico das “Camisetas da Galera do Setor G”. Alguns ajustes foram feitos, a arte da camiseta finalizada e depois orçamentada pelo MARCOS (que acabou sendo eleito o presidente da turma e conseqüentemente sua esposa CAROLINA tornou-se nossa “primeira dama”). FABRICIO, que possuía uma comunidade do setor G, resolveu renomeá-la para “GGOO!!!”, tornando-se o ponto oficial de conversas e discussões entre a galera.
Até que chegou o tão esperado GP Brasil 2007, final de semana inesquecível onde a galera finalmente se conheceu pessoalmente, confirmando que apesar de loucos todos eram do bem. Mas o melhor veio depois do GP, pois mesmo após a euforia da F1 o pessoal manteve-se em contato, criamos nosso BLOG, a comunidade continuava movimentada diariamente, página no facebook, a primeira revista virtual especializada em automobilismo do Brasil. O blog, com tudo isso, foi ganhando força e vida própria e com essa postagem de aniversário, chegamos aos 5.000 posts e quase 370 mil visitas. Como o mundo é dinâmico o blog também vai mudando um pouco o seu perfil e com ele vamos introduzindo algumas novidades e conquistas, a ponto de ser plagiado e reconhecido por grandes nomes do jornalismo esportivo nacional. Alguns colaboradores apareceram e se juntaram aos editores principais, outros colaboram do jeito que dá, outros só aparecem de vez em quando, outros muitos fazem isso acontecer, os leitores principalmente. Além disso, a GGOO produz o programa Boletim da Velocidade na webrádio Morcegão FM, mais uma conquista inusitada que veio a fomentar as conversas de fila e de botecos que sempre permearam a história da GGOO.
Mas essa amizade já não se resume mais apenas ao automobilismo, aquilo que nos uniu hoje é apenas uma boa desculpa para nos encontrarmos. A GGOO já virou assunto de família, dos pais que vão nas corridas acompanhando os filhos, ou àqueles que já apresentaram alguns desses amigos “loucos” à nossa família (ok, alguns ainda não tiveram tanta coragem assim), bem como também apresentamos a família GGOO à velhos e novos amigos, sem contar os membros da GGOO que formaram ou formarão família. A amizade exista a ponto de viajarmos juntos não só para ver corrida, dar uma passadinha na casa do amigo apenas para "filar" um arroz com lentilha, para comprar carrinhos do Senna no shopping ou simplesmente para se encontrar às 6 da manhã para aparecer na TV. Nesse período alguns foram pra longe (sempre nos mandando notícias "rapidinhas"), outros se afastaram, outros se afastaram e voltaram e sempre tem gente nova chegando de todos os cantos do Brasil, de Manaus a Porto Alegre. Assim somos nós, loucos mas de boa cabeça e que essa “brincadeira” continue por muito tempo, PARABÉNS A TODOS OS AMIGOS DA GGOO e a todos os leitores do blog!!!
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
FELIZ ANIVERSÁRIO, EMMO
E a nossa homenagem, pelos seus 65 anos, é em forma de música, feita especialmente pelo amigo George Harisson.
Divirtam-se!
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
4 ANOS DE BLOG DA GGOO
Exatamente agora, há 4 anos atrás, foi dada a largada para mais uma loucura da GGOO. Depois de começar a amarelar o setor G, no GP Brasil de 2007, era a hora de compartilhar textos, vivências, histórias, causos e muito mais coisa.
Neste período muita coisa mudou, e não foi só o visual. Fazer 4 anos, em um cenário tão competitivo e ainda, dando furos e explicações concretas, faz com que, pelo menos para alguns, somos referências no assunto, a ponto de ser copiado e copiado por diversos co-irmãos "famosos".
Obrigado a todos, que fazem e fizeram parte do Blog e mais ainda para aqueles que são leitores frequentes, ou aqueles que passam de vez em quando. E pensar que tudo começou com uma idéia maluca e este texto: http://blogdaggoo.blogspot.com/2007/11/bem-vindo-ggoo.html
Neste período muita coisa mudou, e não foi só o visual. Fazer 4 anos, em um cenário tão competitivo e ainda, dando furos e explicações concretas, faz com que, pelo menos para alguns, somos referências no assunto, a ponto de ser copiado e copiado por diversos co-irmãos "famosos".
Obrigado a todos, que fazem e fizeram parte do Blog e mais ainda para aqueles que são leitores frequentes, ou aqueles que passam de vez em quando. E pensar que tudo começou com uma idéia maluca e este texto: http://blogdaggoo.blogspot.com/2007/11/bem-vindo-ggoo.html
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
E QUATRO ANOS SE PASSARAM... GGOO!!!
É ISSO MESMO, JÁ SÃO QUATRO ANOS DE GGOO!!!
09/08/2007 - 09/08/2011
Para quem ainda não sabe como tudo isso começou, quando completamos nosso primeiro aniversário tentamos contar a história dessa ideia que surgiu aos poucos e hoje se consolidou entre os verdadeiros torcedores de arquibancada pelas pistas mundo afora, os apaixonados pelo automobilismo. Relembre clicando aqui.
Nesse período, estivemos presente nas quatro últimas edições do GP Brasil de Fórmula 1 em Interlagos, sempre no setor G, encarando fila, frio, sol e chuva, uniformizados com mais 230 camisetas amarelas espalhadas pelo mundo. Também comparecemos às duas edições da São Paulo Indy 300, estivemos no FIA WTCC e no Rally IRC em Curitiba. Nossos integrantes, assistindo as mais diversas categorias, também já passaram pelo quase finado autódromo de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, pelo circuito de Rua de Ribeirão Preto e nas míticas pistas de Spa-Francorchamps na Bélgica e Indianápolis Motor Speedway nos Estados Unidos.
Na internet, ferramenta responsável pela criação da GGOO, hoje somos mais de 200 no Twitter, mais de 350 no Orkut, além deste Blog que atingiu a marca de 200 mil visitas na última semana. E para comemorar o quarto aniversário, hoje inauguramos nosso espaço no Facebook: http://www.facebook.com/GaleraGGOO
E que venha nosso quinto GP Brasil de Fórmula 1 em novembro, já é hora de começar os preparativos, GGOO!!!
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segunda-feira, 21 de março de 2011
SENNA ESPECIAL: ANIVERSÁRIO
Como o Chefe faria aniversário hoje, nosso especial do Senna relembra o seu 31º aniversário.
Curtam e matem um pouco da saudades:
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
FOTO DO DIA: FELIZ ANIVERSÁRIO SÃO PAULO
A foto de hoje mostra o GP Brasil de 1976, realizado justamente no dia 25 de Janeiro, dia do aniversário da cidade de São Paulo.
Assim, nossas homenagens são prestadas:
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
FELIZ ANIVERSÁRIO, EMERSON FITTIPALDI
Ontem, Emerson Fittipaldi completou 64 anos de idade. Emerson foi o primeiro brasileiro campeão mundial em categorias de ponta no automobilismo internacional, abrindo portas para vários compatriotas. Foi bicampeão da Fórmula 1, campeão da Fórmula Indy e bicampeão das 500 milhas de Indianápolis.
Abaixo, deixamos uma homenagem a ele e uma recordação:
Abaixo, deixamos uma homenagem a ele e uma recordação:
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
ANIVERSARIANTE DO DIA: NELSON PIQUET
E para comemorar, nada melhor do que ouvir algumas de suas histórias:
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
JOJO, PARABÉNS
Nosso querido inspirador e criador da PRIMEIRA revista virtual totalmente dedicada ao automobilismo faz aniversário. Hoje, seu dia de extase, de descanso merecido que pouca gente reconhece em seu esforço diário.
Quem não se lembra do GP Brasil de 2007, o então moleque com um gravador na mão tentando entrevistar os membros da GGOO que acabara de se formar, ou ainda, tentando falar alguma coisa após deitar onde o Villeneuve voou. Hoje, nosso querido Daniel, o aniversáriante, tem desejos e sonhos, mais ousados.
Jornalista de futuro, ético e batalhador, fuçador e descobridor de um monte de novidades que colocamos aqui no blog e principalmente na nossa revista.
A você, nobre Daniel, nosso jornalista preferido, muitas felicidades, sucesso, textos e pautas aos montes na sua vida e, que um dia, você possa cobrir a F-1 do jeito em que você sempre sonhou, na sala de imprensa.
Quem não se lembra do GP Brasil de 2007, o então moleque com um gravador na mão tentando entrevistar os membros da GGOO que acabara de se formar, ou ainda, tentando falar alguma coisa após deitar onde o Villeneuve voou. Hoje, nosso querido Daniel, o aniversáriante, tem desejos e sonhos, mais ousados.
Jornalista de futuro, ético e batalhador, fuçador e descobridor de um monte de novidades que colocamos aqui no blog e principalmente na nossa revista.
A você, nobre Daniel, nosso jornalista preferido, muitas felicidades, sucesso, textos e pautas aos montes na sua vida e, que um dia, você possa cobrir a F-1 do jeito em que você sempre sonhou, na sala de imprensa.
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domingo, 21 de março de 2010
SENNA 50 ANOS: E A PIZZA NUNCA MAIS FOI A MESMA...
Era tradição, na sexta escolhíamos os sabores das pizzas, sempre uma de mussarela, outra de qualquer coisa, menos aliche, uma garrafa de dois litros de coca cola que seriam previamente colocadas carinhosamente na geladeira no sábado e que por ali permaneceriam até na manhã de domingo perto das nove, quando as transmissões da corrida se iniciariam. Quase sempre se desligava o som da televisão e se colocava em alguma rádio, principalmente a Bandeirantes por causa do Edgard Mello Filho e suas onomatopéias (o motor veio meio vrum, está fazendo préc, blac e tudo parecia mais um filme do seriado do Batman com os expectadores tentando adivinhar que raios o locutor queria transmitir ou passar para os pobres ouvintes).
Explicando melhor a introdução, lá pelo final dos anos 80 e início dos 90, eu, o Abrão Goldstein, meu sócio no consultório e o Gerson, escolhíamos uma casa para assistir formula 1 no domingo pela manhã. E antes dá-lhe discussão do programa Sinal Verde e de jornais, líamos e discutíamos o que o Prost falou, o Mansell e mais a opinião de alguns outros pilotos e principalmente a “Flying Lap” do Senna.
Início da prova, era um tal de ver a diferença, quando deixávamos o som da televisão, gozações sobre as bobagens ditas pelo Galvão, como pode se ver não é de agora que ele era GaGalvão! E sempre que alguém falava que o sujeito vinha bem, que estava melhorando seu tempo, era fatal... quebrava ou acabava sendo ultrapassado!
Já no início da prova as deliciosas iguarias eram degustadas com a melhor etiqueta possível, coca cola em copos de plástico e a pizza delicadamente acondicionada em nossas mãos e dá-lhe vai FDP, encosta porra, joga este merda prá fora, cacete Galvão, quanto tempo ele ficou parado nos boxes...
Era tradicional a reunião, cada domingo na casa de um para não acordar a mulherada... ou melhor a mesma mulher, pois a barulheira era maior que em estádio de futebol. No final a musiquinha, mais comentários, análises, avaliação da pontuação ou de chingamentos, contas sobre a pontuação do campeonato, etc...
Isto foi padrão, quase que uma obsessão, por alguns anos, com o Senna a coisa ficou mais séria, a mudança para a McLaren, as corridas quase com final previsível, assim como as pizzas, a coca cola...Até aquele primeiro de maio de 94, depois disto o pessoal passou a não se reunir mais, mas dá ainda uma saudade danada.
Hoje a pizza já não é mais escolhida, é a que sobra do sábado, claro que guardada cuidadosamente na geladeira, a coca cola já não tem o mesmo gosto, os tempos você checa pelo computador, o tempo de volta, diferenças, apenas uma coisa continua a mesma, um filhote pentelho que me acorda as sei lá que horas da madrugada para ver o treino, corrida do Japão, Barhein, e me manda email, foto, pergunta se li o comentário, se vi a página não sei de que site, que vai ver até corrida de caramujo e ainda torce.
Esta coluna, mais do que para mostrar o que fazíamos no tempo do Senna, vai para o filhote que mais herdou o gosto de pular muro de Interlagos, de acampar, de juntar todo tipo de tranqueira, principalmente carrinhos.
Tô, com acento mesmo, apesar de você não gostar, esta coluna é para você!
Um grande abraço a todos, e o que mais marcou este tempo todo pós Senna, foi que quando o bichinho do vrum pica você, não sai jamais. É só vocês se verem, no retão com dilúvio, com um sol de rachar, serve também para o Anhembi, e sem banho de mangueira, com choro, com desce FDP.
Mantenham a amizade e Tô: um beijão filhote!
Dr. Roque
Explicando melhor a introdução, lá pelo final dos anos 80 e início dos 90, eu, o Abrão Goldstein, meu sócio no consultório e o Gerson, escolhíamos uma casa para assistir formula 1 no domingo pela manhã. E antes dá-lhe discussão do programa Sinal Verde e de jornais, líamos e discutíamos o que o Prost falou, o Mansell e mais a opinião de alguns outros pilotos e principalmente a “Flying Lap” do Senna.
Início da prova, era um tal de ver a diferença, quando deixávamos o som da televisão, gozações sobre as bobagens ditas pelo Galvão, como pode se ver não é de agora que ele era GaGalvão! E sempre que alguém falava que o sujeito vinha bem, que estava melhorando seu tempo, era fatal... quebrava ou acabava sendo ultrapassado!
Já no início da prova as deliciosas iguarias eram degustadas com a melhor etiqueta possível, coca cola em copos de plástico e a pizza delicadamente acondicionada em nossas mãos e dá-lhe vai FDP, encosta porra, joga este merda prá fora, cacete Galvão, quanto tempo ele ficou parado nos boxes...
Era tradicional a reunião, cada domingo na casa de um para não acordar a mulherada... ou melhor a mesma mulher, pois a barulheira era maior que em estádio de futebol. No final a musiquinha, mais comentários, análises, avaliação da pontuação ou de chingamentos, contas sobre a pontuação do campeonato, etc...
Isto foi padrão, quase que uma obsessão, por alguns anos, com o Senna a coisa ficou mais séria, a mudança para a McLaren, as corridas quase com final previsível, assim como as pizzas, a coca cola...Até aquele primeiro de maio de 94, depois disto o pessoal passou a não se reunir mais, mas dá ainda uma saudade danada.
Hoje a pizza já não é mais escolhida, é a que sobra do sábado, claro que guardada cuidadosamente na geladeira, a coca cola já não tem o mesmo gosto, os tempos você checa pelo computador, o tempo de volta, diferenças, apenas uma coisa continua a mesma, um filhote pentelho que me acorda as sei lá que horas da madrugada para ver o treino, corrida do Japão, Barhein, e me manda email, foto, pergunta se li o comentário, se vi a página não sei de que site, que vai ver até corrida de caramujo e ainda torce.
Esta coluna, mais do que para mostrar o que fazíamos no tempo do Senna, vai para o filhote que mais herdou o gosto de pular muro de Interlagos, de acampar, de juntar todo tipo de tranqueira, principalmente carrinhos.
Tô, com acento mesmo, apesar de você não gostar, esta coluna é para você!
Um grande abraço a todos, e o que mais marcou este tempo todo pós Senna, foi que quando o bichinho do vrum pica você, não sai jamais. É só vocês se verem, no retão com dilúvio, com um sol de rachar, serve também para o Anhembi, e sem banho de mangueira, com choro, com desce FDP.
Mantenham a amizade e Tô: um beijão filhote!
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SENNA 50 ANOS: AINDA DEMORARÁ OUTROS 50 ANOS...
Final de semana: Aos goles de muito nescau e farinha láctea mais uma manhã de domingo começava. Meu pai customeiramente me acordava e entre escaladas nas costas e deitadas no colo, mais uma largada iria acontecer.
- Pai, que lugar o Senna vai largar?
- Qual você acha filhão?
- Primeiro né?!
- Isso aí. Agora desce das costas do papai que vai começar.
Silêncio.
A corrida começa. O importante era saber se o capacete amarelo estava em primeiro. O resto, oras, era o resto. E assim foi desde 1988. Começo a pegar gosto pela coisa. Ganho de aniversário um autorama. Aqueles da Estrela que vinham com a Lotus do Émerson. Porém era o tipo do presente que foi se passando de geração para geração. Ao chegar na minha vez, a pobre Lotus já merecia ser aposentada. Ok. Próximo aniversário era simples. O carrinho de autorama dele. Não tinha problema ser só um. Afinal de contas, ele sempre ganharia como de costume.
1992. Meu pai chega do serviço com um cartão magnético Azul e Cinza. Nele estava escrito "Setor A". Havia aprendido a ler fazia pouco tempo. Mas a felicidade não estava em identificar o "Setor A". E sim, as letrinhas que estavam posicionadas em outro ponto do cartão: F1. Veria-o ao vivo, a alguns metros de mim. Iria apenas ao treino, já que o ingresso era emprestado pois o dono não poderia ir no sábado. Não tinha problema. O capacete amarelo iria passar por mim. E assim foi. Era ele voltar para os boxes e não aguentava mais aquele barulho ensurdecedor e queria ir embora. Era ele voltar para a pista, e o barulho se tornava melodia e não queria ir embora.
Até que aquele domingo chegou. Os goles de Nescau ainda aconteciam, quando entre a porta da sala e da cozinha com o copo na mão vi a cena. Silêncio. Mais silêncio.
- Pai, que aconteceu?
- O Senna bateu forte.
- Ah, que droga!!! Bom, pelo menos a próxima é em Mônaco. Lá ele não perde.
- É filhão, é... (com um tom de voz que nunca havia ouvido)
Hora do almoço. Fiquei encabulado. Tom de voz que nunca tinha ouvido, aquela poça vermelha. O helicóptero. Estava preocupado.
- Pai, vai ficar tudo bem com ele né?
- Papai do Céu sabe o que faz meu filho...
- Como assim?
- Um dia você vai entender... Vamos, pega suas coisas que eu e sua mãe temos algumas coisas para resolver e você vai ficar na sua avó com os seus primos.
- Tá.
Aquela frase não saiu da minha cabeça. Até que durante a rodada do futebol é anunciado. Não sabia o que fazer. Queria meu pai, só meu pai e ninguém mais. Só ele iria conseguir me entender. Mas só tinha minha avó para me consolar. Choro, choro e mais choro. Oração. E a mesma frase vem de novo... "Papai do Céu sabe o que faz meu filho..." porém agora da minha avó.
Quando meu pai chega, abraço ele e pergunto quando o nosso campeão vai voltar a correr. Precisava ouvir do meu pai, daquele que me ensinou tudo. Não era possível. Mas era verdade.
- Filhão, agora ele vai correr lá em cima. O Papai do Céu quer assisti-lo correndo em outro tipo de pista.
E assim para mim continua até hoje. O baque demorou um tempo a passar e ainda hoje as emoções persistem em vir à tona hora ou outra.
Vai-se o homem. Fica o mito. Institui-se o herói. E até hoje, a única coisa que posso dizer é: VALEU SENNA!!! Por cinquenta vezes, obrigado!!!
Ps: Talvez demore outros 50 anos para eu entender aquela frase dita pelo meu pai e minha avó.
- Pai, que lugar o Senna vai largar?
- Qual você acha filhão?
- Primeiro né?!
- Isso aí. Agora desce das costas do papai que vai começar.
Silêncio.
A corrida começa. O importante era saber se o capacete amarelo estava em primeiro. O resto, oras, era o resto. E assim foi desde 1988. Começo a pegar gosto pela coisa. Ganho de aniversário um autorama. Aqueles da Estrela que vinham com a Lotus do Émerson. Porém era o tipo do presente que foi se passando de geração para geração. Ao chegar na minha vez, a pobre Lotus já merecia ser aposentada. Ok. Próximo aniversário era simples. O carrinho de autorama dele. Não tinha problema ser só um. Afinal de contas, ele sempre ganharia como de costume.
1992. Meu pai chega do serviço com um cartão magnético Azul e Cinza. Nele estava escrito "Setor A". Havia aprendido a ler fazia pouco tempo. Mas a felicidade não estava em identificar o "Setor A". E sim, as letrinhas que estavam posicionadas em outro ponto do cartão: F1. Veria-o ao vivo, a alguns metros de mim. Iria apenas ao treino, já que o ingresso era emprestado pois o dono não poderia ir no sábado. Não tinha problema. O capacete amarelo iria passar por mim. E assim foi. Era ele voltar para os boxes e não aguentava mais aquele barulho ensurdecedor e queria ir embora. Era ele voltar para a pista, e o barulho se tornava melodia e não queria ir embora.
Até que aquele domingo chegou. Os goles de Nescau ainda aconteciam, quando entre a porta da sala e da cozinha com o copo na mão vi a cena. Silêncio. Mais silêncio.
- Pai, que aconteceu?
- O Senna bateu forte.
- Ah, que droga!!! Bom, pelo menos a próxima é em Mônaco. Lá ele não perde.
- É filhão, é... (com um tom de voz que nunca havia ouvido)
Hora do almoço. Fiquei encabulado. Tom de voz que nunca tinha ouvido, aquela poça vermelha. O helicóptero. Estava preocupado.
- Pai, vai ficar tudo bem com ele né?
- Papai do Céu sabe o que faz meu filho...
- Como assim?
- Um dia você vai entender... Vamos, pega suas coisas que eu e sua mãe temos algumas coisas para resolver e você vai ficar na sua avó com os seus primos.
- Tá.
Aquela frase não saiu da minha cabeça. Até que durante a rodada do futebol é anunciado. Não sabia o que fazer. Queria meu pai, só meu pai e ninguém mais. Só ele iria conseguir me entender. Mas só tinha minha avó para me consolar. Choro, choro e mais choro. Oração. E a mesma frase vem de novo... "Papai do Céu sabe o que faz meu filho..." porém agora da minha avó.
Quando meu pai chega, abraço ele e pergunto quando o nosso campeão vai voltar a correr. Precisava ouvir do meu pai, daquele que me ensinou tudo. Não era possível. Mas era verdade.
- Filhão, agora ele vai correr lá em cima. O Papai do Céu quer assisti-lo correndo em outro tipo de pista.
E assim para mim continua até hoje. O baque demorou um tempo a passar e ainda hoje as emoções persistem em vir à tona hora ou outra.
Vai-se o homem. Fica o mito. Institui-se o herói. E até hoje, a única coisa que posso dizer é: VALEU SENNA!!! Por cinquenta vezes, obrigado!!!
Ps: Talvez demore outros 50 anos para eu entender aquela frase dita pelo meu pai e minha avó.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
COLUNA DO ROQUE: MEUS 30 ANOS
Este ano resolvi fazer um aniversário diferente. Deixei de lado os modismos, deixei de lado a vida boemia e noturna da cidade de São Paulo para me divertir com os amigos. Nada de balada, nada de almoço. Este ano fiz uma corrida de Kart.
Correr de Kart foi uma opção que veio meio que por acaso, na calada da noite. Fixei a idéia e comecei a comentar com os amigos. A receptividade foi muito boa e fui me empolgando com a organização. Porém, e sempre tem um porém, era necessário consciliar as agendas e as oportunidades de cada um. O melhor dia escolhido foi domingo, dia 31/01, dois dias depois do aniversário oficial. O horário teria que ser a tarde, por conta do show do Metallica e o local deveria ser em algum lugar em que criança pudesse correr. O jeito foi correr em um Kart Indoor e a escolha recaiu sobre o Kart In Jaguaré.
O passo seguinte era montar o convite. Mas como fazer algo diferente e original. O jeito foi pegar uma foto e a partir delar, montar o modelo. Um domingo a noite inspirado ajudou para colocarmos um bom texto. A seguir, escolher algumas pessoas especiais para esta corrida e aguardar a confirmação. Dia a dia elas foram chegando e consequentemente isso fazia a ansiedade aumentar. No final, chegamos ao limite da capacidade da pista. Uma corrida entre amigos e um GGOOKart enfim aconteceriam.
No dia anterior, os preparativos. Abre as gavetas, procura luva e balaclava. Separa a roupa. Roupa não, o manto da GGOO, que seria o diferencial para identificar cada um na pista. Tudo estava pronto, separado. Nada poderia dar errado agora. O jeito era tentar dormir para viver fortes emoções no dia seguinte.
Dito e feito, um a um foram chegando. Alguns em casa e outros no kartodromo. O encontro não poderia ser mais do que especial. Uma corrida fechada, uma pista só para nós. E, por ter horário, lá fomos nós para o Briefing que é passado em imagens, de forma lúdico que todos pudessem entender. O duro era reconhecer quem era quem, afinal a maioria já estava de capacete e tirava o sarro um do outro. Após o final do filme foi feita a escolha dos karts. E desta vez não fiquei com o kart 13, fiquei com o 7.
E assim, lá fomos nós para 10 minutos de classificação. As primeiras voltas, de instalação, foram para conhecer a pista, que estreava um novo traçado naquele mês. Acelera, vira para direita, acelera, curva pra esquerda, acelera, freia...freia? Com que freio? Meu kart estava com o freio baixo demais. Não tinha problema, não queria usar muito o freio mesmo (mesmo sendo necessário). E assim fomos completando as voltas e mais voltas, tentando apertar o ritmo para fazer o melhor tempo possível e ao mesmo tempo passar alguns retardatários que ficavam pelo caminho. O tempo passou rápido, muito rápido e fomos para o grid. Fiquei em terceiro na classificação, sendo o segundo melhor da GGOO. Entre o alinhamento final e a largada, uma grande espera, alguns pilotos trocaram de kart, acerta daqui, acerta de lá e enfim todos estão a postos completando o grid.
Vem a largada. E o sistema anti-stall entra em cena. O carro não saiu do lugar e lentamente começou a andar. De terceiro cai para o sétimo lugar. E lá fomos nós batalhar por posições melhores. O jeito era acelerar e muito para compensar. Na primeira volta já estava em quinto e na volta 10 assumi o quarto lugar. Meia pista me separava do terceiro e lá fomos nós. Acelerando, acelerando. Passadas algumas voltas, vi nosso nobre presidente saindo do carro. Pensei que tivesse algum problema com o carro, então continuei concentrado, tentando alcançar. Por mais que eu chegasse perto, na reta o peso menor fazia o carro andar mais e eu ficava para trás. Minha intenção era que algum retardatário me ajudasse nesta tarefa. Esforço em vão. Na última volta, quase que isso acontece, na última curva. Mas não deu. Cheguei em quarto. Feliz da vida por estar realizado.
Correr de Kart foi uma opção que veio meio que por acaso, na calada da noite. Fixei a idéia e comecei a comentar com os amigos. A receptividade foi muito boa e fui me empolgando com a organização. Porém, e sempre tem um porém, era necessário consciliar as agendas e as oportunidades de cada um. O melhor dia escolhido foi domingo, dia 31/01, dois dias depois do aniversário oficial. O horário teria que ser a tarde, por conta do show do Metallica e o local deveria ser em algum lugar em que criança pudesse correr. O jeito foi correr em um Kart Indoor e a escolha recaiu sobre o Kart In Jaguaré.
O passo seguinte era montar o convite. Mas como fazer algo diferente e original. O jeito foi pegar uma foto e a partir delar, montar o modelo. Um domingo a noite inspirado ajudou para colocarmos um bom texto. A seguir, escolher algumas pessoas especiais para esta corrida e aguardar a confirmação. Dia a dia elas foram chegando e consequentemente isso fazia a ansiedade aumentar. No final, chegamos ao limite da capacidade da pista. Uma corrida entre amigos e um GGOOKart enfim aconteceriam.
No dia anterior, os preparativos. Abre as gavetas, procura luva e balaclava. Separa a roupa. Roupa não, o manto da GGOO, que seria o diferencial para identificar cada um na pista. Tudo estava pronto, separado. Nada poderia dar errado agora. O jeito era tentar dormir para viver fortes emoções no dia seguinte.
Dito e feito, um a um foram chegando. Alguns em casa e outros no kartodromo. O encontro não poderia ser mais do que especial. Uma corrida fechada, uma pista só para nós. E, por ter horário, lá fomos nós para o Briefing que é passado em imagens, de forma lúdico que todos pudessem entender. O duro era reconhecer quem era quem, afinal a maioria já estava de capacete e tirava o sarro um do outro. Após o final do filme foi feita a escolha dos karts. E desta vez não fiquei com o kart 13, fiquei com o 7.
E assim, lá fomos nós para 10 minutos de classificação. As primeiras voltas, de instalação, foram para conhecer a pista, que estreava um novo traçado naquele mês. Acelera, vira para direita, acelera, curva pra esquerda, acelera, freia...freia? Com que freio? Meu kart estava com o freio baixo demais. Não tinha problema, não queria usar muito o freio mesmo (mesmo sendo necessário). E assim fomos completando as voltas e mais voltas, tentando apertar o ritmo para fazer o melhor tempo possível e ao mesmo tempo passar alguns retardatários que ficavam pelo caminho. O tempo passou rápido, muito rápido e fomos para o grid. Fiquei em terceiro na classificação, sendo o segundo melhor da GGOO. Entre o alinhamento final e a largada, uma grande espera, alguns pilotos trocaram de kart, acerta daqui, acerta de lá e enfim todos estão a postos completando o grid.
Vem a largada. E o sistema anti-stall entra em cena. O carro não saiu do lugar e lentamente começou a andar. De terceiro cai para o sétimo lugar. E lá fomos nós batalhar por posições melhores. O jeito era acelerar e muito para compensar. Na primeira volta já estava em quinto e na volta 10 assumi o quarto lugar. Meia pista me separava do terceiro e lá fomos nós. Acelerando, acelerando. Passadas algumas voltas, vi nosso nobre presidente saindo do carro. Pensei que tivesse algum problema com o carro, então continuei concentrado, tentando alcançar. Por mais que eu chegasse perto, na reta o peso menor fazia o carro andar mais e eu ficava para trás. Minha intenção era que algum retardatário me ajudasse nesta tarefa. Esforço em vão. Na última volta, quase que isso acontece, na última curva. Mas não deu. Cheguei em quarto. Feliz da vida por estar realizado.
Saindo de lá, ainda no parque fechado, o que mais se via era o sorriso de todos os presentes. Compartilhando a felicidade, a alegria e todas as sensações de se correr de Kart. Para completar, fomos ver o filho do nosso presidente Marcos, o Guilherme, andar pela primeira vez. Ele que com 7 anos já é um dos mais fanáticos por corrida, estava a carater. Por ser loirinho e com um macacão da Ferrari, logo foi apelidado de "mini Kimi" em uma alusão à Kimi Raikkonen. E ao olhar os pais com os olhos marejados de emoção, poucos de nós conseguiram também conter a emoção. Quem viu aquela cena, quem viveu aqueles momentos, quem viu aquela tocada, viu que o nosso mini Kimi tem dom pela coisa. Até corrigida ele deu, para surpresa de todos.
No final inesquecível era a palavra mais comentada por todos. E realmente foi este meu aniversário foi inesquecível.
Muito obrigado a todos, que fizeram desta festa algo inesquecível: Rodrigo Moconauta, William, Dr. Roque, Igor, Marcelinho, Fábio, Luciana, Terezinha, Dawidson, Stik, Douglas, Marcos, Carolina, Jadhe, Bruno, Fábio Pinto e Guilherme.
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
2 ANOS DE BLOG!!
Como bem lembrou nosso saudoso Roque, dia 16 de novembro, mais exatamente às 22:30 hs, este singelo e humilde blog completou 2 anos de vida!
Mais uma primavera completada com muitos assuntos discutidos, muitas notícias, algumas piadas, mais de 85 mil visitas únicas, mas o mais importante: o carinho e a dedicação com que ele foi tratado.
Principalmente pelo maior responsável, nosso mestre Roque, que está de férias.
Estamos tentando "tapar buraco" aqui.
Mas em breve, voltaremos com nossa programação normal.
Por enquanto, agradecemos à todos os colaboradores que contribuiram para que esse blog "crescesse e aparecesse".
Obrigado à todos, esperamos comemorar muitos e muitos outros aniversários.
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terça-feira, 18 de agosto de 2009
PARABÉNS, PIQUET!
Foi ontem, como lembrado na nossa coluna Retrovisor, e para não passar totalmente em branco, um filme tributo:
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domingo, 9 de agosto de 2009
GGOO: 2 ANOS

Dois anos se passaram e muita coisa mudou. Do objetivo comum de ver o GP Brasil de 2007 as grandes histórias, a GGOO vai trilhando a sua história de um jeito diferente de tudo.
A excitação de ver, diante dos nossos olhos, dois campeões do mundo deu lugar a uma amizade fraterna, onde os objetivos de se ver uma corrida, de qualquer categoria, são pretextos justificados para reunir grandes amigos.
O time está unido, a galera está junta e, muito mais do que isso, temos muitas histórias. Acontecimentos que não saem das nossas cabeças e que poderiam ser descritas de vários modos e pontos de vista, mas elas insistem em permanecer juntas com estes bandos de loucos.
Viagens, rally, churrasco, banda, corridas, Paddock, boxes, VIP, blog, volta na pista, quem um dia imaginaria que em apenas dois anos tudo isso fosse ocorrer?
A GGOO é uma família, cada vez mais unida no propósito de assistir corridas, se emocionar com elas e emocionar cada participantes com um simples gesto: carinho.
Neste dia dos pais, comemoramos mais uma vez o nosso aniversário. Parabéns a todos da GGOO por mais um ano de loucuras, histórias, felicidades, tristezas e muita, muita amizade.
Long Live GGOO!
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quarta-feira, 29 de julho de 2009
FERNANDO "PRINCÍPE DAS ASTÚRIAS" ALONSO*
Por Vanusa Firmo, da GGOO e também do FC Brasil Asturias F1:
Muita gente estranha o fato d'eu , havendo 3 pilotos nacionais no grid, escolher um espanhol para torcer. Para alguns, é só pelo rostinho e belo par de olhos que o moço tem (e não nego: Alonso é BONITÃÃO!). Mas engana-se quem pensa que é por isso. Mais que achá-lo bonito, Fernando é o piloto, que depois da era Senna, me faz vibrar.
Após Ayrton, a F1 tinha perdido totalmente a graça. E Schumacher nunca me desceu pela goela. Sete títulos que eu, sinceramente, desconheço. Barrichello? Tem seu valor, mas quando quis dar crédito, me decepcionou total. Os demais são bons pilotos, mas nada que me fizesse parar na frente da TV ou passar uma madrugada em claro.
Foram precisos 11 anos pra Fórmula 1 voltar a me encantar. E justamente num GP da Hungria, com um carrinho azul metido a besta. Depois dessa corrida, e mais precisamente às vésperas do GP Brasil de 2005, pesquisei sobre a vida, corridas, vitórias, tudo o que havia na web sobre o "tal" Fernando Alonso. O que vi foi exatamente aquilo que espanhóis costumam chamá-lo: Magic.
Para mim, nunca é exagero dizer que ele é o melhor depois do Senna. Quem mais conseguiria fazer milagre com aquele Renault? Calibrar um carro, melhorá-lo, ter um feeling de boas estratégias e fazer superlargadas (ultimamente, o R29 tá barrando essa qualidade). Que digam a Mclaren e seu pupilo.
Quem é torcedor, admirador de pilotos arrojados, naturalmente talentosos, grandes campeões, certamente compreende minha predileção. Perdendo ou ganhando, na Renault, Mclaren ou Ferrari (será?), Fernando Alonso faz o sangue esquentar nas veias.
E hoje é um dia especial: Alonso está completando 28 anos. Meu desejo é que Deus continue abençoando e cuidando para que continue cada vez melhor, seguro, saudável, no lugar que for do teu merecimento, dando alegrias, fazendo vibrar “la afición”, um verdadeiro campeão. Sem nenhuma fachada, privilégios, apenas com força do seu talento. E de um carro, minimamente, bom.
Vida longa, Fernando Alonso!! Feliz Cumpleaños!
Muita gente estranha o fato d'eu , havendo 3 pilotos nacionais no grid, escolher um espanhol para torcer. Para alguns, é só pelo rostinho e belo par de olhos que o moço tem (e não nego: Alonso é BONITÃÃO!). Mas engana-se quem pensa que é por isso. Mais que achá-lo bonito, Fernando é o piloto, que depois da era Senna, me faz vibrar.
Após Ayrton, a F1 tinha perdido totalmente a graça. E Schumacher nunca me desceu pela goela. Sete títulos que eu, sinceramente, desconheço. Barrichello? Tem seu valor, mas quando quis dar crédito, me decepcionou total. Os demais são bons pilotos, mas nada que me fizesse parar na frente da TV ou passar uma madrugada em claro.
Foram precisos 11 anos pra Fórmula 1 voltar a me encantar. E justamente num GP da Hungria, com um carrinho azul metido a besta. Depois dessa corrida, e mais precisamente às vésperas do GP Brasil de 2005, pesquisei sobre a vida, corridas, vitórias, tudo o que havia na web sobre o "tal" Fernando Alonso. O que vi foi exatamente aquilo que espanhóis costumam chamá-lo: Magic.
Para mim, nunca é exagero dizer que ele é o melhor depois do Senna. Quem mais conseguiria fazer milagre com aquele Renault? Calibrar um carro, melhorá-lo, ter um feeling de boas estratégias e fazer superlargadas (ultimamente, o R29 tá barrando essa qualidade). Que digam a Mclaren e seu pupilo.
Quem é torcedor, admirador de pilotos arrojados, naturalmente talentosos, grandes campeões, certamente compreende minha predileção. Perdendo ou ganhando, na Renault, Mclaren ou Ferrari (será?), Fernando Alonso faz o sangue esquentar nas veias.
E hoje é um dia especial: Alonso está completando 28 anos. Meu desejo é que Deus continue abençoando e cuidando para que continue cada vez melhor, seguro, saudável, no lugar que for do teu merecimento, dando alegrias, fazendo vibrar “la afición”, um verdadeiro campeão. Sem nenhuma fachada, privilégios, apenas com força do seu talento. E de um carro, minimamente, bom.
Vida longa, Fernando Alonso!! Feliz Cumpleaños!
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