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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Desafio Internacional das Estrelas – Primeira Vez*
* Por Débora Longen
Vários amigos tinham manifestado vontade de ir, alguns até planejaram a viagem, mas, por fim, ficamos novamente só eu, o amigo-irmão Fernando e o meu irmão de verdade, que tem marcado presença em vários eventos de automobilismo. Talvez ele esteja começando a entender meu amor por corridas. Ou talvez esteja só me seguindo, tipo um cachorro fiel.
Apesar de morar mais ou menos perto, não sou uma frequentadora assídua do Parque Beto Carrero. Só fui lá uma vez quando era criança e uma em dezembro, nas 500 milhas de kart. Mas não era o suficiente pra eu saber como chegar, então obriguei meu hóspede a ser também meu motorista e guia.
No sábado, dia 12, esperava o Fernando pra almoçar, mas o fidapu chegou só na hora do café da tarde. Partimos de Blumenau rumo a Penha umas 17h40 e chegamos ao kartódromo por volta das 18h20, já durante o treino de classificação. Não foi difícil encontrar o local, nem retirar os ingressos, mas os quase 30 reais por dia no estacionamento doeram no nosso bolso.
Chegando lá, ficamos na arquibancada geral, por ali na Curva da Vitória, pelo menos até que acabasse o Top Qualify. Já estava começando o grupo 2 quando arrumamos nosso lugar junto à grade, pertinho da entrada dos boxes. Cada vez que o Alonso passava, gritávamos “Where is Newey?” ou “Tadinho, tá com o pior kart dos últimos vinte anos!”, e, quando soubemos que o Massa ia largar à frente do espanhol na primeira corrida, ficamos gritando pra ele romper o lacre de novo (GP dos EUA - 2012). Não só nós; todos ali em volta gritavam elogios pro asturiano mais querido do mundo. Cheguei à conclusão de que, não importa se você é fã do Alonso ou não, a presença dele em um evento meio que obriga você a xingá-lo. É irresistível.
Depois do treino, começou a exibição do Freestyle Motocross, aqueles doidos que saltam com suas motos por cima de obstáculos (inclusive humanos, que devem ter se cagado na hora). Mas, mesmo com o locutor todo animadinho tentando puxar gritos na torcida, eu queria ver mesmo era kart correndo.
Depois do show de motos, o narrador no kartódromo começou a entrevistar alguns pilotos, tanto do Desafio das Estrelas quanto da Corrida dos Artistas, que seria dali a poucos instantes. A um certo ponto da brincadeira, flagrou o tal Fernando Alonso apontando a câmera do celular pra uma das arquibancadas. Perguntado sobre o que estava fazendo, o espanhol simplesmente respondeu: “Fotos de mulheres!”. Aí virou bagunça... as meninas do kartódromo inteiro começaram a gritar como se tivessem visto baratas gigantes, mutantes e voadoras. Uma das moças fotografadas foi localizada e teve seus trinta segundos de fama. E não era eu. Até porque o Lonso sabe onde me encontrar quando me quiser – pronto, falei.
Houve a cerimônia de abertura, com declaração de autoridades e hino nacional entoado pelo Mauricio Manieri, que, logo depois, participou da primeira corrida com os artistas. Um negócio meio muito amador, com muitos erros e ultrapassagens. Pra gente dar risada, era ótimo, e já servia como aquecimento pra prova que viria depois.
Antes da primeira prova do Desafio, aconteceu o Drive Parade, o desfile dos pilotos pelo kartódromo. Esperava todos juntos em carro aberto, como na F1, mas foi bem mais legal. Vieram de moto, um a um, passando pela gente, parando pras fotos, se exibindo, permitindo que cada piloto recebesse o apoio da galera, individualmente. Isso significa, claro, que usamos essa oportunidade pra xingar mais o Alonso, puxando o tradicional grito de “Alonso, viado!”, que tomou conta da arquibancada. Aliás, o espanhol foi um dos poucos que dividiu moto com outro piloto – veio NA GARUPA do Massa, o que rendeu ainda mais risos e elogios. Agora sim era a chance perfeita pra ele romper o lacre, se é que vocês me entendem.
A corrida foi muito foda, cheia de alternativas, e mostrando Jules Bianchi como o ótimo kartista que eu já sabia que ele era. Na última edição do Desafio, o francês só não foi campeão porque foi desclassificado da segunda bateria, onde não atingiu o peso mínimo do kart. Esse ano, com Di Grassi e Liuzzi, formou um podium muito digno. Enquanto isso, mais lá pro meio do grid, Alonso aprontava das suas. Cortou caminho, empurrou todo mundo, só faltou bater na Big Tower. Felizmente, não somou ponto nenhum, ao contrário do Massa, que chegou em 10º.
Depois do podium, fomos até a saída tentar ver algum piloto. Dizem os enxergadores que Koba-san e Alguersuari passaram perto da gente, mas, sacumé, escuro, multidão, eu mal conseguia ver meu irmãozinho. Enquanto ficávamos por lá, em vigília, um carinha da organização do evento começou a conversar com a gente e nos orientou a chegar lá muito cedo no dia seguinte; era a melhor forma de conseguir uma foto. Acatamos a ideia, desistindo de ficar ali, até porque não tivemos resultado nenhum mesmo.
Em casa, mais tarde, teve a ocorrência da pizza de calabresa, mas não quero comentar, senão eu choro.
Domingo, 5h da manhã, já estávamos de pé. Chegamos ao kartódromo por volta das 6h30 – e teria sido antes se não fosse a necessidade de achar um posto de gasolina aberto em Blumenau àquelas horas. Novamente no Beto Carrero, novamente na entrada, montando guarda, mas dessa vez sozinhos e podendo contar com a luz do sol. O problema é que o evento é organizado pelo tal Felipe Massa, então, todo estrelismo era pouco. Os pilotos vinham todos de helicópteros, vans ou carros fechados.
O ÚNICO que entrou a pé, passando por nós, foi o Luciano Burti, que, com isso, subiu muito no meu conceito. Sempre disseram que ele é muito metidinho (e que ficou pior depois que se tornou comentarista da Globo), mas o cara foi super querido com a gente, não negou atenção nem foto. Uma pena ele ter se dado mal nas duas corridas. Amigo meu tem que se dar bem, ora, tenho uma reputação a manter. Fica ligado aí, Lu.
Outro simpático – mas esse é sempre, já é famoso por ser gente fina – foi o Pizzonia. Dos que entraram de carro, SÓ ELE abriu o vidro e deixou a gente tirar umas fotos. Aposto que, se não estivesse atrasado, ele pararia o carro pra fotografar com a galera.
Dos demais, nem sinal. Um ser disse que o Alonso autografou a camiseta dele, mas no dia anterior. Outro conseguiu uma foto do Massa, saindo do helicóptero... mas, sinceramente, o língua-presa era um dos únicos que eu NÃO fazia questão de eternizar na minha câmera.
Alguns minutos antes do Warm-Up (ou Armape, no dialeto do locutor), fomos pra arquibancada e não saímos mais de lá até o fim do Desafio. Não tem muito o que contar sobre os eventos de domingo, porque a programação foi a mesma de sábado – inclusive com mais um Drive Parade pra gente brincar. Só há dois pontos a ressaltar:
- A marmelada descarada da “filial catarinense da FIA”. No sábado, tínhamos pensado que a organização não teria visto ou teria se fingido de cega em relação ao corte de caminho do Alonso. Mas, logo no começo do Warm-Up, se justificaram dizendo que “o incidente foi anulado porque o piloto se justificou dizendo estar tentando evitar uma colisão”. A pergunta é: colisão COM QUEM? Ele já tinha se tocado com outro kart no começo da volta, não havia mais ninguém ali, nem à frente e nem atrás do espanhol. E, pelos cálculos “de olho” do Fernando, o cara teria ganho pelo menos uns oito segundos com o atalho. A única explicação é que ele ficou com medo de passar muito perto da montanha-russa e colidir com ela.
- A babaquice da organização no domingo, de não deixar a gente ficar de pé, escorado nas grades de proteção. Tinha muita gente lá, tava praticamente lotado nos dois dias, e, no sábado, as grades ficaram CHEIAS de gente em pé, filmando e fotografando durante a corrida, inclusive nós. E ninguém tinha reclamado de absolutamente nada. E de repente, no domingo, vêm os hômi e mandam a gente sentar e ficar, igual cachorro.
Justificativa? “Vocês, ficando aqui, atrapalham a visão de quem está mais acima”. Primeiro que isso é mentira. Se atrapalhasse, alguém teria falado no sábado. Segundo, estando sentadinhos no primeiro degrau, a visão que ficou atrapalhada foi a nossa. Terceiro, ver uma corrida sem poder se mexer tira todo o tesão da coisa. O que pensamos foi que, pelo fato de a corrida de domingo ser transmitida pelo Plim-plim, eles quisessem passar uma imagem de organização. Mas isso também não faz sentido, ora. Uma corrida em que as pessoas ficam sentadas quietinhas é porque está muito chata, o que não era o caso do Desafio, mas era o que ia parecer na TV. Ou seja, sem explicações, bola fora total. Mas claro que não respeitamos isso ao pé da letra, conseguindo escapar pra grade vez ou outra.
Tirando esse contratempo, a prova foi ótima. O Alonso cometendo mais e mais erros (todos pensamos que ele seria super fodão no kart), vitória do promissoríssimo (?) Nasr, com Nelsinho e Beto Monteiro formando um podium todo brazuca, e Bianchi sendo campeão muito merecidamente com o 4º lugar. Massa foi o oitavo. Um mito, como sempre.
De modo geral, curti demais o evento. O custo-benefício vale muito a pena, a estrutura é legal, a arquibancada fica lotada de gente e, como já postei uma vez em algum lugar, nunca vi uma corrida de kart ser RUIM. Portanto, já convido vocês pro próximo Desafio, mesmo ele ainda não tendo data. Vamo que vamo!
P.S: Achei um site onde estão disponíveis as transmissões inteiras do Desafio, com a narração lá do kartódromo mesmo, contendo tudo o que falei no texto - http://www.brmtv.com.br/ - Vá em “Videos gravados” e escolha.
P.S.2: Perdoem este gato folgado pela demora com o texto. O fato é que, felizmente, minha semana passada foi CORRIDA :D
Vários amigos tinham manifestado vontade de ir, alguns até planejaram a viagem, mas, por fim, ficamos novamente só eu, o amigo-irmão Fernando e o meu irmão de verdade, que tem marcado presença em vários eventos de automobilismo. Talvez ele esteja começando a entender meu amor por corridas. Ou talvez esteja só me seguindo, tipo um cachorro fiel.
Apesar de morar mais ou menos perto, não sou uma frequentadora assídua do Parque Beto Carrero. Só fui lá uma vez quando era criança e uma em dezembro, nas 500 milhas de kart. Mas não era o suficiente pra eu saber como chegar, então obriguei meu hóspede a ser também meu motorista e guia.
No sábado, dia 12, esperava o Fernando pra almoçar, mas o fidapu chegou só na hora do café da tarde. Partimos de Blumenau rumo a Penha umas 17h40 e chegamos ao kartódromo por volta das 18h20, já durante o treino de classificação. Não foi difícil encontrar o local, nem retirar os ingressos, mas os quase 30 reais por dia no estacionamento doeram no nosso bolso.
Chegando lá, ficamos na arquibancada geral, por ali na Curva da Vitória, pelo menos até que acabasse o Top Qualify. Já estava começando o grupo 2 quando arrumamos nosso lugar junto à grade, pertinho da entrada dos boxes. Cada vez que o Alonso passava, gritávamos “Where is Newey?” ou “Tadinho, tá com o pior kart dos últimos vinte anos!”, e, quando soubemos que o Massa ia largar à frente do espanhol na primeira corrida, ficamos gritando pra ele romper o lacre de novo (GP dos EUA - 2012). Não só nós; todos ali em volta gritavam elogios pro asturiano mais querido do mundo. Cheguei à conclusão de que, não importa se você é fã do Alonso ou não, a presença dele em um evento meio que obriga você a xingá-lo. É irresistível.
Depois do treino, começou a exibição do Freestyle Motocross, aqueles doidos que saltam com suas motos por cima de obstáculos (inclusive humanos, que devem ter se cagado na hora). Mas, mesmo com o locutor todo animadinho tentando puxar gritos na torcida, eu queria ver mesmo era kart correndo.
Depois do show de motos, o narrador no kartódromo começou a entrevistar alguns pilotos, tanto do Desafio das Estrelas quanto da Corrida dos Artistas, que seria dali a poucos instantes. A um certo ponto da brincadeira, flagrou o tal Fernando Alonso apontando a câmera do celular pra uma das arquibancadas. Perguntado sobre o que estava fazendo, o espanhol simplesmente respondeu: “Fotos de mulheres!”. Aí virou bagunça... as meninas do kartódromo inteiro começaram a gritar como se tivessem visto baratas gigantes, mutantes e voadoras. Uma das moças fotografadas foi localizada e teve seus trinta segundos de fama. E não era eu. Até porque o Lonso sabe onde me encontrar quando me quiser – pronto, falei.
Houve a cerimônia de abertura, com declaração de autoridades e hino nacional entoado pelo Mauricio Manieri, que, logo depois, participou da primeira corrida com os artistas. Um negócio meio muito amador, com muitos erros e ultrapassagens. Pra gente dar risada, era ótimo, e já servia como aquecimento pra prova que viria depois.
Antes da primeira prova do Desafio, aconteceu o Drive Parade, o desfile dos pilotos pelo kartódromo. Esperava todos juntos em carro aberto, como na F1, mas foi bem mais legal. Vieram de moto, um a um, passando pela gente, parando pras fotos, se exibindo, permitindo que cada piloto recebesse o apoio da galera, individualmente. Isso significa, claro, que usamos essa oportunidade pra xingar mais o Alonso, puxando o tradicional grito de “Alonso, viado!”, que tomou conta da arquibancada. Aliás, o espanhol foi um dos poucos que dividiu moto com outro piloto – veio NA GARUPA do Massa, o que rendeu ainda mais risos e elogios. Agora sim era a chance perfeita pra ele romper o lacre, se é que vocês me entendem.
A corrida foi muito foda, cheia de alternativas, e mostrando Jules Bianchi como o ótimo kartista que eu já sabia que ele era. Na última edição do Desafio, o francês só não foi campeão porque foi desclassificado da segunda bateria, onde não atingiu o peso mínimo do kart. Esse ano, com Di Grassi e Liuzzi, formou um podium muito digno. Enquanto isso, mais lá pro meio do grid, Alonso aprontava das suas. Cortou caminho, empurrou todo mundo, só faltou bater na Big Tower. Felizmente, não somou ponto nenhum, ao contrário do Massa, que chegou em 10º.
Depois do podium, fomos até a saída tentar ver algum piloto. Dizem os enxergadores que Koba-san e Alguersuari passaram perto da gente, mas, sacumé, escuro, multidão, eu mal conseguia ver meu irmãozinho. Enquanto ficávamos por lá, em vigília, um carinha da organização do evento começou a conversar com a gente e nos orientou a chegar lá muito cedo no dia seguinte; era a melhor forma de conseguir uma foto. Acatamos a ideia, desistindo de ficar ali, até porque não tivemos resultado nenhum mesmo.
Em casa, mais tarde, teve a ocorrência da pizza de calabresa, mas não quero comentar, senão eu choro.
Domingo, 5h da manhã, já estávamos de pé. Chegamos ao kartódromo por volta das 6h30 – e teria sido antes se não fosse a necessidade de achar um posto de gasolina aberto em Blumenau àquelas horas. Novamente no Beto Carrero, novamente na entrada, montando guarda, mas dessa vez sozinhos e podendo contar com a luz do sol. O problema é que o evento é organizado pelo tal Felipe Massa, então, todo estrelismo era pouco. Os pilotos vinham todos de helicópteros, vans ou carros fechados.
O ÚNICO que entrou a pé, passando por nós, foi o Luciano Burti, que, com isso, subiu muito no meu conceito. Sempre disseram que ele é muito metidinho (e que ficou pior depois que se tornou comentarista da Globo), mas o cara foi super querido com a gente, não negou atenção nem foto. Uma pena ele ter se dado mal nas duas corridas. Amigo meu tem que se dar bem, ora, tenho uma reputação a manter. Fica ligado aí, Lu.
Outro simpático – mas esse é sempre, já é famoso por ser gente fina – foi o Pizzonia. Dos que entraram de carro, SÓ ELE abriu o vidro e deixou a gente tirar umas fotos. Aposto que, se não estivesse atrasado, ele pararia o carro pra fotografar com a galera.
Dos demais, nem sinal. Um ser disse que o Alonso autografou a camiseta dele, mas no dia anterior. Outro conseguiu uma foto do Massa, saindo do helicóptero... mas, sinceramente, o língua-presa era um dos únicos que eu NÃO fazia questão de eternizar na minha câmera.
Alguns minutos antes do Warm-Up (ou Armape, no dialeto do locutor), fomos pra arquibancada e não saímos mais de lá até o fim do Desafio. Não tem muito o que contar sobre os eventos de domingo, porque a programação foi a mesma de sábado – inclusive com mais um Drive Parade pra gente brincar. Só há dois pontos a ressaltar:
- A marmelada descarada da “filial catarinense da FIA”. No sábado, tínhamos pensado que a organização não teria visto ou teria se fingido de cega em relação ao corte de caminho do Alonso. Mas, logo no começo do Warm-Up, se justificaram dizendo que “o incidente foi anulado porque o piloto se justificou dizendo estar tentando evitar uma colisão”. A pergunta é: colisão COM QUEM? Ele já tinha se tocado com outro kart no começo da volta, não havia mais ninguém ali, nem à frente e nem atrás do espanhol. E, pelos cálculos “de olho” do Fernando, o cara teria ganho pelo menos uns oito segundos com o atalho. A única explicação é que ele ficou com medo de passar muito perto da montanha-russa e colidir com ela.
- A babaquice da organização no domingo, de não deixar a gente ficar de pé, escorado nas grades de proteção. Tinha muita gente lá, tava praticamente lotado nos dois dias, e, no sábado, as grades ficaram CHEIAS de gente em pé, filmando e fotografando durante a corrida, inclusive nós. E ninguém tinha reclamado de absolutamente nada. E de repente, no domingo, vêm os hômi e mandam a gente sentar e ficar, igual cachorro.
Justificativa? “Vocês, ficando aqui, atrapalham a visão de quem está mais acima”. Primeiro que isso é mentira. Se atrapalhasse, alguém teria falado no sábado. Segundo, estando sentadinhos no primeiro degrau, a visão que ficou atrapalhada foi a nossa. Terceiro, ver uma corrida sem poder se mexer tira todo o tesão da coisa. O que pensamos foi que, pelo fato de a corrida de domingo ser transmitida pelo Plim-plim, eles quisessem passar uma imagem de organização. Mas isso também não faz sentido, ora. Uma corrida em que as pessoas ficam sentadas quietinhas é porque está muito chata, o que não era o caso do Desafio, mas era o que ia parecer na TV. Ou seja, sem explicações, bola fora total. Mas claro que não respeitamos isso ao pé da letra, conseguindo escapar pra grade vez ou outra.
Tirando esse contratempo, a prova foi ótima. O Alonso cometendo mais e mais erros (todos pensamos que ele seria super fodão no kart), vitória do promissoríssimo (?) Nasr, com Nelsinho e Beto Monteiro formando um podium todo brazuca, e Bianchi sendo campeão muito merecidamente com o 4º lugar. Massa foi o oitavo. Um mito, como sempre.
De modo geral, curti demais o evento. O custo-benefício vale muito a pena, a estrutura é legal, a arquibancada fica lotada de gente e, como já postei uma vez em algum lugar, nunca vi uma corrida de kart ser RUIM. Portanto, já convido vocês pro próximo Desafio, mesmo ele ainda não tendo data. Vamo que vamo!
P.S: Achei um site onde estão disponíveis as transmissões inteiras do Desafio, com a narração lá do kartódromo mesmo, contendo tudo o que falei no texto - http://www.brmtv.com.br/ - Vá em “Videos gravados” e escolha.
P.S.2: Perdoem este gato folgado pela demora com o texto. O fato é que, felizmente, minha semana passada foi CORRIDA :D
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
segunda-feira, 8 de março de 2010
F1 x FERRARI x FIAT 500
Ontem em Interlagos tivemos um desafio diferente promovido pelo atual patrocinador da Scuderia Italiana, uma disputa entre três carros para ver quem chegava na frente. Não era uma corrida, mas sim uma demonstração da velocidade de um Fórmula 1 contra "carros comuns". Participaram Luciano Burti, pilotando o Fiat 500, Emerson Fittipaldi, pilotando a Ferrari 599 e Felipe Massa pilotando a Ferrari F1 de 2008.
Muito divulgado, e também por ser gratuito, o evento atraiu diversas pessoas a Interlagos, algo raro hoje em dia nas disputas do campeonato paulista. Muitos pais e muitas crianças empolgadas com a possibilidade de ver um Fórmula 1 acelerando eram a tona do evento. O que fazia de Interlagos um palco familiar.
Ao chegarmos fomos aos boxes, verificamos os carros que competiriam naquele dia, reencontramos bons amigos e nos direcionamos ao final do pitlane onde um burbirinho tomava conta. Era lá no box 23, o último dos boxes de Interlagos, que estavam as Ferraris. Muita gente querendo fotografar. Aquele aperto básico que logo foi resolvido quando a Classic Cup começou a aquecer os motores. Aí todas as atenções se deram nos carrinhos antigos e charmosos. Bom para quem estava no fundão e pode ir pra frente.
Exatamente nessa hora os pilotos começaram a dar suas caras nos boxes. Primeiro Felipe Massa deu as caras, olhou, olhou, viu o movimento e deu uma sumida. Logo em seguida Luciano Burti, veio, acertou macacão, mal foi reconhecido pela galera e também se mandou. Ai chegou a vez de Emerson. Como toda sua simpatia, saiu dos boxes e pacientemente atendeu a todos para fotos e autografos, sempre sorrindo. Sorriso este que se abriu ainda mais quando levaram uma camiseta da Copersucar para ele autografar.
Estava chegando a hora e, como em todo evento patrocinado, os vips desceram e ficaram na área privilegiada, Felipe Massa desceu, sorriu, acenou e foi embora. Foi dar uma voltinha em uma Ferrari conversível, só que durante a corrida da Classic Cup. Pagou mico e teve que voltar os boxes de marcha ré, pois não podia deixar a pista.
Mas o grande momento foi quando verdadeiramente eles aceleraram. Aí sim, a galera veio abaixo e o vídeo, por si só, não nos deixa mentir como foi o evento:
Muito divulgado, e também por ser gratuito, o evento atraiu diversas pessoas a Interlagos, algo raro hoje em dia nas disputas do campeonato paulista. Muitos pais e muitas crianças empolgadas com a possibilidade de ver um Fórmula 1 acelerando eram a tona do evento. O que fazia de Interlagos um palco familiar.
Ao chegarmos fomos aos boxes, verificamos os carros que competiriam naquele dia, reencontramos bons amigos e nos direcionamos ao final do pitlane onde um burbirinho tomava conta. Era lá no box 23, o último dos boxes de Interlagos, que estavam as Ferraris. Muita gente querendo fotografar. Aquele aperto básico que logo foi resolvido quando a Classic Cup começou a aquecer os motores. Aí todas as atenções se deram nos carrinhos antigos e charmosos. Bom para quem estava no fundão e pode ir pra frente.
Exatamente nessa hora os pilotos começaram a dar suas caras nos boxes. Primeiro Felipe Massa deu as caras, olhou, olhou, viu o movimento e deu uma sumida. Logo em seguida Luciano Burti, veio, acertou macacão, mal foi reconhecido pela galera e também se mandou. Ai chegou a vez de Emerson. Como toda sua simpatia, saiu dos boxes e pacientemente atendeu a todos para fotos e autografos, sempre sorrindo. Sorriso este que se abriu ainda mais quando levaram uma camiseta da Copersucar para ele autografar.
Estava chegando a hora e, como em todo evento patrocinado, os vips desceram e ficaram na área privilegiada, Felipe Massa desceu, sorriu, acenou e foi embora. Foi dar uma voltinha em uma Ferrari conversível, só que durante a corrida da Classic Cup. Pagou mico e teve que voltar os boxes de marcha ré, pois não podia deixar a pista.
Mas o grande momento foi quando verdadeiramente eles aceleraram. Aí sim, a galera veio abaixo e o vídeo, por si só, não nos deixa mentir como foi o evento:
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domingo, 29 de novembro de 2009
DESAFIO DAS ESTRELAS DE KART: MASSA VENCE, SCHUMACHER É O CAMPEÃO
CLASSIFICAÇÃO FINAL:
01º - 42 pontos - Michael Schumacher
02º - 36 pontos - Felipe Massa
03º - 26 pontos - Vitor Meira
04º - 25 pontos - Vitantonio Liuzzi
05º - 23 pontos - Rubens Barrichello
06º - 19 pontos - Tony Kanaan
07º - 13 pontos - Lucas di Grassi
08º - 11 pontos - Marcos Gomes
09º - 09 pontos - Max Wilson
10º - 08 pontos - Antonio Pizzonia / Christian Fittipaldi
12º - 07 pontos - Nelsinho Piquet / Enrique Bernoldi / Raphael Matos
15º - 06 pontos - Bia Figueiredo / Duda Pamplona
17º - 05 pontos - Ricardo Zonta
18º - 04 pontos - João Paulo de Oliveira / Tarso Marques
20º - 02 pontos - Mario Moraes / Xandinho Negrão
22º - 01 ponto - Luciano Burti
Não ponturaram: Popó Bueno / Felipe Giaffone / Eduardo Berlanda
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
NOTÍCIAS DE MASSA: A VOLTA CONFIRMADA
Fora das pistas desde o acidente no GP da Hungria de F-1, Felipe Massa confirmou sua participação no Desafio das Estrelas de Kart, evento organizado por ele que será realizado no dia 29 de novembro, em um novo kartódromo na cidade de Florianópolis.
A volta está marcada, enfim.
A volta está marcada, enfim.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
ALONSO NO DESAFIO DAS ESTRELAS!*
*Por Rodrigo Mattar
Uma fonte pra lá de confiável me revelou hoje à tarde uma bomba sobre o Desafio Internacional das Estrelas de Kart, previsto para o último domingo de novembro no Kartódromo de Canasvieiras, que está sendo construido em Florianópolis: Fernando Alonso foi convidado por Felipe Massa para o evento e vem para o Brasil disputar a corrida.
O bicampeão mundial de Fórmula 1 se juntará a Michael Schumacher, Rubens Barrichello, Lucas di Grassi e outros grandes nomes do automobilismo nacional e internacional para o evento que já é uma coqueluche do esporte a motor, nos moldes do que foi o Karting Bercy organizado na França entre as décadas de 80 e 90.
A vinda de Alonso pode dar margem a inúmeras interpretações e uma delas, a mais óbvia de todas, é que o asturiano vai dividir a equipe Ferrari com Felipe Massa em 2010. É difícil, mas não impossível. Afinal, se os leitores se lembram bem, jamais os dois tiveram qualquer problema dentro ou fora da pista.
O episódio do GP da Europa de 2007 em Nürburgring, quando os dois trocaram palavras ríspidas antes da cerimônia de premiação é coisa do passado. Afinal de contas, os dois são bem crescidinhos para alimentarem rancores passageiros.
E quem ganha é o público: afinal de contas, é ele quem vai poder ver um show de kart com alguns dos melhores pilotos do mundo. E Alonso é um deles, sem dúvida alguma.
Uma fonte pra lá de confiável me revelou hoje à tarde uma bomba sobre o Desafio Internacional das Estrelas de Kart, previsto para o último domingo de novembro no Kartódromo de Canasvieiras, que está sendo construido em Florianópolis: Fernando Alonso foi convidado por Felipe Massa para o evento e vem para o Brasil disputar a corrida.
O bicampeão mundial de Fórmula 1 se juntará a Michael Schumacher, Rubens Barrichello, Lucas di Grassi e outros grandes nomes do automobilismo nacional e internacional para o evento que já é uma coqueluche do esporte a motor, nos moldes do que foi o Karting Bercy organizado na França entre as décadas de 80 e 90.
A vinda de Alonso pode dar margem a inúmeras interpretações e uma delas, a mais óbvia de todas, é que o asturiano vai dividir a equipe Ferrari com Felipe Massa em 2010. É difícil, mas não impossível. Afinal, se os leitores se lembram bem, jamais os dois tiveram qualquer problema dentro ou fora da pista.
O episódio do GP da Europa de 2007 em Nürburgring, quando os dois trocaram palavras ríspidas antes da cerimônia de premiação é coisa do passado. Afinal de contas, os dois são bem crescidinhos para alimentarem rancores passageiros.
E quem ganha é o público: afinal de contas, é ele quem vai poder ver um show de kart com alguns dos melhores pilotos do mundo. E Alonso é um deles, sem dúvida alguma.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
MANDEM O TAPE PRA HONDA!

Sensacional! Fantástico! Estes poucos adjetivos podem demonstrar como foi a vitória de Rubens Barrichello no Desafio Internacional das Estrelas, promovido por Felipe Massa, em Florianópolis.
Uma vitória em que demonstrou seu talento como um dos melhores kartistas do mundo e que mostra o quanto ele está disposto a correr mais e mais...
Das divididas de curvas, fica a imagem de uma torcida que vibrava como nunca a cada ultrapassagem de Barrichello por Schumacher, que vibrava quando ele dava um "X" em Di Grassi, que vibrou muito quando venceu a primeira bateria.
Como bem lembrou o próprio Rubinho, mandem o tape desta corrida para a Honda!... é disso que eles estão precisando!
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
COLUNA DO ROQUE: SERÁ QUE VALE A PENA?
Ainda que o campeonato tivesse sido decidido na última curva.
Ainda que todos fosse só para assistir corridas
Ainda que misturamos expectativas e frustrações
Ainda que buscamos nosso ideal de vida
Ainda que sonhamos com uma coisa melhor.
Não podemos deixar de lado a bondade
A situação de Santa Catarina
Os desastres e a dor
Será que tem cabimento fazer um evento festivo por lá?
Por mais que parte de arrecadação seja doada
Por mais que temos que considerar as agendas dos pilotos
Será que tem cabimento fazer um evento festivo por lá?
Busquemos nossos sonhos, mas sem esquecer a bondade de lado.
Ainda que todos fosse só para assistir corridas
Ainda que misturamos expectativas e frustrações
Ainda que buscamos nosso ideal de vida
Ainda que sonhamos com uma coisa melhor.
Não podemos deixar de lado a bondade
A situação de Santa Catarina
Os desastres e a dor
Será que tem cabimento fazer um evento festivo por lá?
Por mais que parte de arrecadação seja doada
Por mais que temos que considerar as agendas dos pilotos
Será que tem cabimento fazer um evento festivo por lá?
Busquemos nossos sonhos, mas sem esquecer a bondade de lado.
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