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quarta-feira, 12 de março de 2014
Frank, o último garagista*
* Por Reginaldo Leme
Essa semana já é tempo de começar a viajar. Por mais que eu esteja acostumado, o início da temporada é sempre motivo de entusiasmo. Primeiro, por ser na Austrália, em vários aspectos o pais mais agradável deste planeta. E, depois, porque esta é a primeira vez desde 2009, o ano de Barrichello na Brawn, que a gente tem motivo para chegar animado à pista de Melbourne. A consistência e velocidade do carro da Williams é motivo de sobra para levar ao torcedor a mesma dose de esperança que se vê em Felipe Massa. Os quase cinco mil quilômetros de testes de cada uma das equipes mais bem sucedidas na pré-temporada indicam um favoritismo da equipe Mercedes na abertura do Mundial, mas a Williams está, junto com a McLaren, entre as chamadas equipes de ponta.
A equipe, fora da luta pelo título desde 2003, começou a se reestruturar no final do ano passado, quando sentiu que poderia vencer a concorrência na busca do patrocínio da Martini. Foi quando a Williams voltou a respirar ares de equipe grande. Contratou técnicos e engenheiros importantes, aceitou a saída da PDVSA mediante o pagamento de metade do que petroleira venezuelana devia do restante do contrato com Maldonado, começou a conversar com Felipe Massa e o engenheiro dele na Ferrari, Rob Smedley, que só foi confirmado recentemente por questões legais, confirmou a permanência do talentoso Valtteri Bottas, apostou em Felipe Nasr como um piloto de futuro e, para coroar a promessa de novos tempos, trouxe de volta à Fórmula-1 a marca da Martini, que construiu uma tradição de apoio ao esporte a motor com presença no rali, motoclismo, motonáutica desde 1968, e na Fórmula-1 desde 1972, quando teve uma breve aparição na equipe Tecno do piloto italiano Nanni Galli, voltando de forma consistente em 75 na Brabham, então propriedade de Bernie Ecclestone, que tinha como pilotos o argentino Carlos Reutemann e o brasileiro José Carlos Pace.
Foi com um carro branco e as mesmas listras em dois tons de azul e um de vermelho que agora estão de volta no carro da Williams, que Pace conquistou, pela Brabham, sua única vitória na F-1 em Interlagos. Uma eventual vitória de Massa este ano, certamente, mexeria com os sentimentos dos torcedores mais antigos. No ano seguinte, 1976, ainda mantendo as listras, os carros passaram a ser vermelhos. Depois desses três anos ligados à Brabham, a Martini ainda teria outra breve passagem pela F-1 com a Lotus em 79, coincidentemente também tendo Reutemann como um dos pilotos, ao lado do norte-americano Mario Andretti. Entre 2006 e 2008, a marca apareceu discretamente, e sem as listras, nos carros da Ferrari.
Frank Williams é o único remanescente dos tempos em que a F-1 ainda era formada pelo chamados garagistas, os donos de autênticas oficinas de fundo de quintal da Inglaterra. Todas as outras equipes da época fecharam as portas. Foi assim com a BRM, Cooper, Surtees, March, Hesketh, Lola, Lotus (a original) e a própria Brabham. Dessa turma das mais antigas a Tyrrell é a única que foi vendida para a BAR (British American Racing), que passou a ser Honda em 2006, Brawn em 2009 e hoje é Mercedes. A McLaren, embora mudando de mãos, também nunca deixou de ser McLaren. Fundada pelo ex-piloto Bruce McLaren e, após a morte dele, tocada por Teddy Mayer, a equipe foi comprada em 1980 por um grupo liderado por Ron Dennis, ex-mecânico da Brabham, que ainda é o proprietário, embora tendo como sócio o árabe Mansur Ojejh. Das inglesas que apareceram dos anos 80 em diante várias conseguiram escapar da falência ao serem vendidas. A Toleman, por onde Ayrton Senna estreou, virou Benetton e, depois, Renault. A Stewart virou Jaguar, que, em 2005 deu origem à atual tetracampeã mundial Red Bull.
A Williams nasceu de um sonho de Frank, que, como piloto, chegou apenas até a F-3. Desde os anos 80 a equipe se tornou uma vencedora. Teve parcerias com BMW e Toyota, e a pequena garagem onde nasceu tornou-se um grande complexo, que acomoda 600 funcionários e todos os modelos produzidos ao longo da história, do FW-1 ao atual FW-36. Com este seu novo carro, ela deve estrear conquistando numa única corrida mais pontos do que a equipe somou durante todo o campeonato de 2013, o pior de sua rica história.
Essa semana já é tempo de começar a viajar. Por mais que eu esteja acostumado, o início da temporada é sempre motivo de entusiasmo. Primeiro, por ser na Austrália, em vários aspectos o pais mais agradável deste planeta. E, depois, porque esta é a primeira vez desde 2009, o ano de Barrichello na Brawn, que a gente tem motivo para chegar animado à pista de Melbourne. A consistência e velocidade do carro da Williams é motivo de sobra para levar ao torcedor a mesma dose de esperança que se vê em Felipe Massa. Os quase cinco mil quilômetros de testes de cada uma das equipes mais bem sucedidas na pré-temporada indicam um favoritismo da equipe Mercedes na abertura do Mundial, mas a Williams está, junto com a McLaren, entre as chamadas equipes de ponta.
A equipe, fora da luta pelo título desde 2003, começou a se reestruturar no final do ano passado, quando sentiu que poderia vencer a concorrência na busca do patrocínio da Martini. Foi quando a Williams voltou a respirar ares de equipe grande. Contratou técnicos e engenheiros importantes, aceitou a saída da PDVSA mediante o pagamento de metade do que petroleira venezuelana devia do restante do contrato com Maldonado, começou a conversar com Felipe Massa e o engenheiro dele na Ferrari, Rob Smedley, que só foi confirmado recentemente por questões legais, confirmou a permanência do talentoso Valtteri Bottas, apostou em Felipe Nasr como um piloto de futuro e, para coroar a promessa de novos tempos, trouxe de volta à Fórmula-1 a marca da Martini, que construiu uma tradição de apoio ao esporte a motor com presença no rali, motoclismo, motonáutica desde 1968, e na Fórmula-1 desde 1972, quando teve uma breve aparição na equipe Tecno do piloto italiano Nanni Galli, voltando de forma consistente em 75 na Brabham, então propriedade de Bernie Ecclestone, que tinha como pilotos o argentino Carlos Reutemann e o brasileiro José Carlos Pace.
Foi com um carro branco e as mesmas listras em dois tons de azul e um de vermelho que agora estão de volta no carro da Williams, que Pace conquistou, pela Brabham, sua única vitória na F-1 em Interlagos. Uma eventual vitória de Massa este ano, certamente, mexeria com os sentimentos dos torcedores mais antigos. No ano seguinte, 1976, ainda mantendo as listras, os carros passaram a ser vermelhos. Depois desses três anos ligados à Brabham, a Martini ainda teria outra breve passagem pela F-1 com a Lotus em 79, coincidentemente também tendo Reutemann como um dos pilotos, ao lado do norte-americano Mario Andretti. Entre 2006 e 2008, a marca apareceu discretamente, e sem as listras, nos carros da Ferrari.
Frank Williams é o único remanescente dos tempos em que a F-1 ainda era formada pelo chamados garagistas, os donos de autênticas oficinas de fundo de quintal da Inglaterra. Todas as outras equipes da época fecharam as portas. Foi assim com a BRM, Cooper, Surtees, March, Hesketh, Lola, Lotus (a original) e a própria Brabham. Dessa turma das mais antigas a Tyrrell é a única que foi vendida para a BAR (British American Racing), que passou a ser Honda em 2006, Brawn em 2009 e hoje é Mercedes. A McLaren, embora mudando de mãos, também nunca deixou de ser McLaren. Fundada pelo ex-piloto Bruce McLaren e, após a morte dele, tocada por Teddy Mayer, a equipe foi comprada em 1980 por um grupo liderado por Ron Dennis, ex-mecânico da Brabham, que ainda é o proprietário, embora tendo como sócio o árabe Mansur Ojejh. Das inglesas que apareceram dos anos 80 em diante várias conseguiram escapar da falência ao serem vendidas. A Toleman, por onde Ayrton Senna estreou, virou Benetton e, depois, Renault. A Stewart virou Jaguar, que, em 2005 deu origem à atual tetracampeã mundial Red Bull.
A Williams nasceu de um sonho de Frank, que, como piloto, chegou apenas até a F-3. Desde os anos 80 a equipe se tornou uma vencedora. Teve parcerias com BMW e Toyota, e a pequena garagem onde nasceu tornou-se um grande complexo, que acomoda 600 funcionários e todos os modelos produzidos ao longo da história, do FW-1 ao atual FW-36. Com este seu novo carro, ela deve estrear conquistando numa única corrida mais pontos do que a equipe somou durante todo o campeonato de 2013, o pior de sua rica história.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
"SE GOSTAR DA INDY, VOU CORRER LÁ" *
As 19 temporadas e 325 GPs de experiência na Fórmula 1, recorde absoluto de longevidade, o peso da idade, próximo de completar 40 anos, dois vice-campeonatos mundiais, em 2002 e 2004, uma condição de vida confortável e nenhuma sequela de acidentes não arrefecem o interesse de Rubens Barrichello pelo automobilismo. "Questão de paixão", diz. As portas da Fórmula 1 parecem ter mesmo se fechado para esse paulistano controverso: os fãs da competição o amam ou não perdem a chance de uma gozação.
Rubens Barrichello diz que seus filhos querem vê-lo na Fórmula Indy
O baque da notícia de ser preterido pela equipe Williams, ao optar por Bruno Senna, ao contrário de afetar Rubinho o lançou numa cruzada ainda mais intensa para se manter ativo como piloto numa categoria de importância mundial. Amanhã e terça-feira realizará testes na Fórmula Indy com o Dallara-Chevrolet modelo 2012 da equipe KV, "do meu irmão Tony Kanaan", no circuito de Sebring, Flórida, nos Estados Unidos.
Oficialmente, definiu a experiência como "um teste para atender ao pedido de Tony". Mas quem o conhece sabe que a história não é bem assim. Nessa entrevista exclusiva ao Estado, Rubinho afirma que a Fórmula Indy pode mesmo ser o seu destino profissional, apesar da resistência da mulher, Silvana. "Meus filhos estão louquinhos para que eu me mantenha como piloto", comenta. Mais: não guarda mágoas da Fórmula 1 e dá detalhes surpreendentes das negociações com a Williams.
Por que você vai testar o carro da KV na Fórmula Indy? Considera a categoria como uma opção para você?
Sempre desejei testar um carro da Indy, amo velocidade, é natural querer conhecê-lo. Passei o fim de ano com o Tony (Kanaan é piloto da equipe e ficou em quinto no campeonato do ano passado) e ele me disse para andar no seu carro. Agora, como não tenho contrato com ninguém, não há nada que me impeça de testá-lo. Estou indo para esse teste com a mente bem aberta. Se sair do carro com aquela paixão que sempre tenho quando piloto, por que não? Amo as corridas. Posso adiantar que estou ansioso. Usarei o novo modelo da Dallara, equipado com o novo motor Chevrolet turbo. Até os donos da KV confirmaram que estarão em Sebring. E dono de equipe normalmente não vai a teste.
Mas você adiantou para o ‘Estado’, em novembro, que sua mulher, Silvana, lhe pediu para não competir nas pistas ovais, cenário de algumas provas da Fórmula Indy.
É verdade. É uma importante questão a ser resolvida. Mas antes de pensar nisso eu preciso, primeiro, conhecer o carro, o que é a Indy. Dentro de mim não está claro o que farei. E existe sempre a possibilidade de disputar a temporada, mas não as etapas nos ovais (o campeonato este ano terá apenas quatro provas em traçados ovais). O teste, agora, é num traçado misto, o mesmo em que o Ayrton Senna, em dezembro de 1992, usou para conhecer o carro da Penske, onde corria o Emerson Fittipaldi. Eu estava negociando com a Jordan para estrear na Fórmula 1 e torcia para o Ayrton correr na Fórmula 1 e não na Indy para eu competir do seu lado. Era o meu ídolo.
Seus filhos apoiariam uma eventual decisão de competir na Fórmula Indy?
Eles estão pulando de alegria diante da possibilidade de verem o pai continuar correndo. Se dependesse apenas deles eu já estaria lá. A notícia de que não fiquei na Williams, eles sabem, representa apenas uma transição para outra atividade no automobilismo e não o fim de minha carreira. O meu prazer em pilotar ainda é imenso e farei de tudo para estar nas pistas, para felicidade do Eduardo e do Fernando também.
A Fórmula 1 já faz parte do seu passado?
Não. Hoje não tem vaga mais em aberto. Mas se surgir uma oportunidade, o sonho de disputar minha 20.ª temporada na Fórmula 1 continua vivíssimo. Nunca se sabe. Às vezes as coisas, pelos mais distintos motivos, mudam e você, com sua velocidade e experiência, pode vir a ser chamado. O Kimi Raikkonen e o Michael Schumacher voltaram, por qual razão eu não poderia também?
Como a Williams te comunicou que você perdeu a concorrência para o Bruno Senna?
Frank Williams, pessoalmente, me ligou. Começou dizendo que não tinha uma boa notícia e me explicou que eles decidiram assinar com outro piloto. Como profissional que é, não disse quem era. Pouco tempo depois, no mesmo dia, anunciaram a contratação do Bruno. Eu também levaria uma cota de patrocínio para a equipe. Havia fechado com a BMC - Brasil Máquinas, o que me deu elevadas esperanças de permanecer no time, também pelas facilidades de meu contrato, condicionando salário aos resultados conquistados. Desejava correr, basicamente. Mas é público que a Williams tem hoje dificuldades com o orçamento, perdeu alguns dos seus principais patrocinadores, e se viu obrigada a optar por um contrato que pudesse colaborar mais com as suas necessidades. É compreensível. A decisão foi única e exclusivamente financeira, não há dúvida, sem demérito para ninguém, por favor. Vamos ver como ficará, agora, o desenvolvimento do carro, com essas dificuldades. O Bruno Senna e o Pastor Maldonado (a dupla de pilotos) terão de se desdobrar para ajudá-los, o problema é que não são experientes. Será um desafio para todos.
O Bruno Senna te ligou depois do anúncio?
Ligou. Ele estava meio sem graça, supercarinhoso. Eu lhe pedi para parar com aquilo, somos amigos. Falei que minha disputa não era com ele, mas com a Williams. O bom dessa história é que eram dois pilotos brasileiros, o que, de qualquer forma, garantiria um piloto brasileiro a mais no grid. Éramos e continuamos amigos. Não muda nada. Torço, agora, pelo Bruno. Tem a seu favor que pegará um carro melhor que o meu do ano passado. Se tiver disponibilidade financeira, a Williams pode crescer. Vai depender muito também, como disse, do trabalho de seus pilotos para ditar os rumos do desenvolvimento. Conversei com os engenheiros e eles me sinalizaram existir avanços importantes nos ensaios do novo modelo.
Você ficou abalado com o fato de deixar a Fórmula 1?
Lutei muito para permanecer na Fórmula 1. Mas uma vez que, ao menos agora, não deu, não me sinto por nada atingido. Como já disse, miro outras possibilidades profissionais, que atendam a meu amor pela velocidade. Sinto, sim, orgulho de ter disputado 19 temporadas. Nesses anos todos vi muitos e muitos pilotos entrarem e saírem. Eu fiquei. Fiquei 19 anos porque o meio me quis. E me pagou por isso. Estou super em paz. Fui à sede da Williams dia 23 de dezembro e desde o início de janeiro me encontro na Flórida, de férias com a família. Estou super em paz.
Você se tornou um profissional bem-sucedido. Agora, quais são os seus planos? Vai tornar-se um empresário, investir um pouco do que ganhou em negócios ou será conservador com seu dinheiro?
Eu sou superconservador. Aprendi com o meu pai. Não se meta naquilo que não conhece.
Parte da torcida e da imprensa não poupou você de, por vezes, pesadas críticas e muitas gozações. Guarda mágoa?
Nenhuma. Nem da Fórmula 1 nem da mídia ou da torcida. Apenas gostaria de fazer algo para cobrar um pouco mais de responsabilidade de setores da mídia, em especial a internet. Alguns pseudo-profissionais fazem o que bem entendem, sem responsabilidade, levianamente, sem se dar conta da extensão do que fazem, ou, pior, conscientemente. Isso ocorre mais aqui, no Brasil. Está errado. É preciso que esse tipo de cidadão seja punido, pelo crime que cometeu, até para outros pilotos não serem tratados da mesma forma. Se eu puder colaborar para coibir essas irresponsabilidades estarei disponível.
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Frank Williams tenta reviver parceria de sucesso com os árabes*
* Por Lívio Oricchio
Apesar dos 69 anos de idade e da tetraplegia, Frank Williams não arrefece o ritmo. E sua determinação continua inabalável. Nos últimos dias realizou peregrinação entre nações árabes. Esteve no Qatar e na Arábia Saudita. Seu desejo é reviver a época em que os petrodólares árabes permitiram sua equipe surgir como uma das forças da Fórmula 1, no final dos ano 70.
Agora, ajudaria o time em vários sentidos também: reerguer-se tecnicamente e contratar o finlandês Kimi Raikkonen para liderar a organização na área esportiva. Mas muitos na Fórmula 1 questionam se Raikkonen voltaria em condições de realizar o trabalho depois de dois anos fora da competição.
Em 1977, os sauditas, através da Saudia Arabian Airlines, estabeleceram contrato de patrocínio com Frank Williams. Nesse mesmo ano, Williams ofereceu ao engenheiro Patrick Head 33% da escuderia em troca de assumir a direção técnica e ser o responsável pelos projetos dos carros. A associação funcionou bem. Em 1980, a Williams foi campeã com Alan Jones além de ficar com o título dos construtores.
A situação, agora, se assemelha à de antes do acordo com os árabes. Este ano só não vai perder a disputa entre equipes para os três estreantes no ano passado, Lotus, Marussia Virgin e Hispania. Em vez de receber, por exemplo, US$ 100 milhões (R$ 180 milhões), como a Red Bull, por ser a campeã, Frank Williams verá depositado na sua conta somente US$ 23 milhões (R$ 43 milhões), por ser a nona colocada entre os construtores.
Pela primeira vez na história da Fórmula 1 uma equipe abriu seu capital na bolsa de valores. A Williams disponibilizou ações na Bolsa de Frankfurt, em março. Em razão do fraco desempenho na temporada, não vai gerar receita aos investidores. Como forma de responder a essa situação grave, Frank Williams reestruturou a organização. Contratou o polêmico e questionável diretor-técnico Mike Coughlan e agora tenta Raikkonen, com a ajuda dos árabes.
Na sua cabeça, a receita para voltar a ser grande é simples: dispor de um bom carro, concebido por Coughlan, bem administrado pela equipe, dotada de importante orçamento, vindo dos árabes, e conduzido por um grande piloto, Raikkonen. Há quem diga, no entanto, que Coughlan nunca fez um carro competitivo e o finlandês, se voltar à Fórmula 1, produzirá ainda menos que Michael Schumacher.
Dentre esses cidadãos que não acreditam na eficiência de Raikkonen, caso volte, estou eu. A razão do finlandês desejar regressar é uma só: dinheiro. Este ano não tem salário. Só está saindo do seu cofre. E não é pouco. Disputou provas de rali com equipe própria e por conta de orçamento reduzido nem mesmo cumpriu o calendário, o que lhe valeu uma punição.
Mais: a empresa que tem associado ao inglês Steve Robertson administra a carreira de vários pilotos, dentre eles o talentoso brasileiro Felipe Nasr, o que quer dizer que Raikkonen tem de investir elevadas somas de dinheiro. E esses jovens ainda não entraram na fase de repassar à Raikkonen-Robertson o investido e, claro, o extra, o lucro, razão do negócio.
Se já na última temporada na Fórmula 1, em 2009, pela Ferrari, Raikkonen não foi nem a sombra do piloto que disputou título com Michael Schumacher, a ponto de ser dispensado pelos italianos, agora, depois de dois anos parado, colocaria 9 das minhas 10 fichas que cometerá erros de toda natureza e não será veloz, ao menos como antes. Não deverá contribuir muito com a reconstrução da Williams. Aliás, como muitos profissionais da Fórmula 1 não confio também nessa dupla de técnicos que responderá pelo modelo de 2012 e gestão do time, Mike Coughlan e Mark Gillan.
Portanto, se não der para Rubens Barrichello, como é, neste momento, mais provável, não estará perdendo grande coisa.
Apesar dos 69 anos de idade e da tetraplegia, Frank Williams não arrefece o ritmo. E sua determinação continua inabalável. Nos últimos dias realizou peregrinação entre nações árabes. Esteve no Qatar e na Arábia Saudita. Seu desejo é reviver a época em que os petrodólares árabes permitiram sua equipe surgir como uma das forças da Fórmula 1, no final dos ano 70.
Agora, ajudaria o time em vários sentidos também: reerguer-se tecnicamente e contratar o finlandês Kimi Raikkonen para liderar a organização na área esportiva. Mas muitos na Fórmula 1 questionam se Raikkonen voltaria em condições de realizar o trabalho depois de dois anos fora da competição.
Em 1977, os sauditas, através da Saudia Arabian Airlines, estabeleceram contrato de patrocínio com Frank Williams. Nesse mesmo ano, Williams ofereceu ao engenheiro Patrick Head 33% da escuderia em troca de assumir a direção técnica e ser o responsável pelos projetos dos carros. A associação funcionou bem. Em 1980, a Williams foi campeã com Alan Jones além de ficar com o título dos construtores.
A situação, agora, se assemelha à de antes do acordo com os árabes. Este ano só não vai perder a disputa entre equipes para os três estreantes no ano passado, Lotus, Marussia Virgin e Hispania. Em vez de receber, por exemplo, US$ 100 milhões (R$ 180 milhões), como a Red Bull, por ser a campeã, Frank Williams verá depositado na sua conta somente US$ 23 milhões (R$ 43 milhões), por ser a nona colocada entre os construtores.
Pela primeira vez na história da Fórmula 1 uma equipe abriu seu capital na bolsa de valores. A Williams disponibilizou ações na Bolsa de Frankfurt, em março. Em razão do fraco desempenho na temporada, não vai gerar receita aos investidores. Como forma de responder a essa situação grave, Frank Williams reestruturou a organização. Contratou o polêmico e questionável diretor-técnico Mike Coughlan e agora tenta Raikkonen, com a ajuda dos árabes.
Na sua cabeça, a receita para voltar a ser grande é simples: dispor de um bom carro, concebido por Coughlan, bem administrado pela equipe, dotada de importante orçamento, vindo dos árabes, e conduzido por um grande piloto, Raikkonen. Há quem diga, no entanto, que Coughlan nunca fez um carro competitivo e o finlandês, se voltar à Fórmula 1, produzirá ainda menos que Michael Schumacher.
Dentre esses cidadãos que não acreditam na eficiência de Raikkonen, caso volte, estou eu. A razão do finlandês desejar regressar é uma só: dinheiro. Este ano não tem salário. Só está saindo do seu cofre. E não é pouco. Disputou provas de rali com equipe própria e por conta de orçamento reduzido nem mesmo cumpriu o calendário, o que lhe valeu uma punição.
Mais: a empresa que tem associado ao inglês Steve Robertson administra a carreira de vários pilotos, dentre eles o talentoso brasileiro Felipe Nasr, o que quer dizer que Raikkonen tem de investir elevadas somas de dinheiro. E esses jovens ainda não entraram na fase de repassar à Raikkonen-Robertson o investido e, claro, o extra, o lucro, razão do negócio.
Se já na última temporada na Fórmula 1, em 2009, pela Ferrari, Raikkonen não foi nem a sombra do piloto que disputou título com Michael Schumacher, a ponto de ser dispensado pelos italianos, agora, depois de dois anos parado, colocaria 9 das minhas 10 fichas que cometerá erros de toda natureza e não será veloz, ao menos como antes. Não deverá contribuir muito com a reconstrução da Williams. Aliás, como muitos profissionais da Fórmula 1 não confio também nessa dupla de técnicos que responderá pelo modelo de 2012 e gestão do time, Mike Coughlan e Mark Gillan.
Portanto, se não der para Rubens Barrichello, como é, neste momento, mais provável, não estará perdendo grande coisa.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
"SEM BARRICHELLO, NÃO ESTARÍAMOS EM LUGAR NENHUM", DIZ FRANK WILLIAMS
Aos poucos, o mercado de pilotos para a temporada 2011 vai amadurecendo — e sem mudanças. Depois de Ferrari e Red Bull renovarem contratos para o ano que vem, a revista " Auto Motor und Sport" apontou que a próxima equipe a manter seus pilotos deve ser a Williams. De acordo com a publicação, a cúpula do time está muito satisfeita com Rubens Barrichello, informa o site GRANDE PREMIO.
"Sem Rubens, não estaríamos em lugar nenhum", afirmou Frank Williams, co-proprietário da equipe de Grove. A revista aponta também que, apesar dos resultados muito fracos de Nico Hülkenberg em 2010, o alemão ainda é visto como uma joia para o futuro.
Além de Ferrari e Red Bull, a Mercedes e a McLaren têm pilotos cujos contratos abrangem a temporada 2011. Quem não está gostando nada disso é Nick Heidfeld, piloto de testes da equipe alemã, louco para voltar ao grid. "Receio que os dez melhores lugares para o ano que vem já estejam ocupados", disse.
Muitos dos outros times do grid parecem ter seus preferidos em caso de substituição para 2011: a Force India trabalha de perto com Paul di Resta e a Toro Rosso tem o programa de jovens da Red Bull para escolher alguém — como o australiano Daniel Ricciardo, campeão da F3 Inglesa no ano passado e atual vice-líder da World Series.
Caso a Sauber mude seus pilotos — hipótese que ganha força já em 2010 —, deve optar por pilotos pagantes, dadas suas dificuldades financeiras.
"Sem Rubens, não estaríamos em lugar nenhum", afirmou Frank Williams, co-proprietário da equipe de Grove. A revista aponta também que, apesar dos resultados muito fracos de Nico Hülkenberg em 2010, o alemão ainda é visto como uma joia para o futuro.
Além de Ferrari e Red Bull, a Mercedes e a McLaren têm pilotos cujos contratos abrangem a temporada 2011. Quem não está gostando nada disso é Nick Heidfeld, piloto de testes da equipe alemã, louco para voltar ao grid. "Receio que os dez melhores lugares para o ano que vem já estejam ocupados", disse.
Muitos dos outros times do grid parecem ter seus preferidos em caso de substituição para 2011: a Force India trabalha de perto com Paul di Resta e a Toro Rosso tem o programa de jovens da Red Bull para escolher alguém — como o australiano Daniel Ricciardo, campeão da F3 Inglesa no ano passado e atual vice-líder da World Series.
Caso a Sauber mude seus pilotos — hipótese que ganha força já em 2010 —, deve optar por pilotos pagantes, dadas suas dificuldades financeiras.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
WILLIAMS FW32: A PRIMEIRA FOTO
A responsável pelo furo é o site Autosport que flagrou o shakedown do carro, realizado hoje, em Silverstone, por Nico Hulkenberg.
E assim será a nova Williams, confirmando a tendência de bicos longos e finos, como a Red Bull:
E assim será a nova Williams, confirmando a tendência de bicos longos e finos, como a Red Bull:
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
F1: OS TESTES DE DEZEMBRO
A F-1 retomará suas atividades logo no início do próximo mês de dezembro, com os testes de inverno no autódromo de Jerez de La Frontera, na Espanha.
Nove equipes participarão das sessões que serão realizadas entre os dias 1º e 3, das 9h às 17h locais, informa o Tazio.
A lista das equipes e pilotos que participarão do evento é a seguinte:
1º.dez
BMW - Alexander Rossi
Mercedes - Mike Conway e Marcus Ericsson
Ferrari - Jules Bianchi
Force India - J.R. Hildebrand
McLaren - A confirmar
Red Bull - Daniel Ricciardo
Renault - Bertrand Baguette
Toro Rosso - Brandon Hartley
Williams - Andy Soucek
2.dez
BMW - Esteban Gutierrez
Mercedes - Marcus Ericsson e Mike Conway
Ferrari - Jules Bianchi, Marco Zipoli e Pablo Sánchez López
Force India - Paul Di Resta
McLaren - A confirmar
Red Bull - Daniel Ricciardo
Renault - Lucas Di Grassi
Toro Rosso - Mirko Bortolotti
Williams - Nico Hulkenberg
3.dez
BMW - A confirmar
Mercedes - Mike Conway e Marcus Ericsson
Ferrari - Daniel Zampieri
Force India - Paul Di Resta e J.R. Hildebrand
McLaren - A confirmar
Red Bull Racing - Daniel Ricciardo
Renault - Lucas Di Grassi
Toro Rosso - Mirko Bortolotti
Williams - Nico Hulkenberg
Destaque para o brasileiro Lucas Di Grassi, que participará dos dois últimos dias pilotando pela Renault, pilotando pela última vez pela equipe francesa e de malas prontas para a Manor.
No entanto, entre todos estes nomes, Nico Hulkenberg, que testará pela Williams, é o único nome já confirmado para 2010 e que estará presente nas sessões, já testando especificidades do modelo do ano que vem.
Nove equipes participarão das sessões que serão realizadas entre os dias 1º e 3, das 9h às 17h locais, informa o Tazio.
A lista das equipes e pilotos que participarão do evento é a seguinte:
1º.dez
BMW - Alexander Rossi
Mercedes - Mike Conway e Marcus Ericsson
Ferrari - Jules Bianchi
Force India - J.R. Hildebrand
McLaren - A confirmar
Red Bull - Daniel Ricciardo
Renault - Bertrand Baguette
Toro Rosso - Brandon Hartley
Williams - Andy Soucek
2.dez
BMW - Esteban Gutierrez
Mercedes - Marcus Ericsson e Mike Conway
Ferrari - Jules Bianchi, Marco Zipoli e Pablo Sánchez López
Force India - Paul Di Resta
McLaren - A confirmar
Red Bull - Daniel Ricciardo
Renault - Lucas Di Grassi
Toro Rosso - Mirko Bortolotti
Williams - Nico Hulkenberg
3.dez
BMW - A confirmar
Mercedes - Mike Conway e Marcus Ericsson
Ferrari - Daniel Zampieri
Force India - Paul Di Resta e J.R. Hildebrand
McLaren - A confirmar
Red Bull Racing - Daniel Ricciardo
Renault - Lucas Di Grassi
Toro Rosso - Mirko Bortolotti
Williams - Nico Hulkenberg
Destaque para o brasileiro Lucas Di Grassi, que participará dos dois últimos dias pilotando pela Renault, pilotando pela última vez pela equipe francesa e de malas prontas para a Manor.
No entanto, entre todos estes nomes, Nico Hulkenberg, que testará pela Williams, é o único nome já confirmado para 2010 e que estará presente nas sessões, já testando especificidades do modelo do ano que vem.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
PIQUET E WILLIAMS?
Uma vez que a busca por uma equipe por parte de Nelson Piquet parece ter esfriado, crescem as chances de Nelsinho Piquet assumir um lugar na Williams.
E, pasmem, tudo leva a crer que com o apoio da Renault.
É mais do que sabido que a Toyota não renovará o fornecimento de motores para o time de Frank Williams e com isso Nakajima sairia. Quem forneceria o propulsores seria a Renault, reeditando a parceria vitoriosa dos anos 90.
Mas por enquanto, tudo são boatos.
Lembrando que outro nome (muito) cotado para a Williams é ninguém menos do que Rubens Barrichello que ganha hoje, aproximadamente, US$ 100 mil, por ponto conquistado.
E, pasmem, tudo leva a crer que com o apoio da Renault.
É mais do que sabido que a Toyota não renovará o fornecimento de motores para o time de Frank Williams e com isso Nakajima sairia. Quem forneceria o propulsores seria a Renault, reeditando a parceria vitoriosa dos anos 90.
Mas por enquanto, tudo são boatos.
Lembrando que outro nome (muito) cotado para a Williams é ninguém menos do que Rubens Barrichello que ganha hoje, aproximadamente, US$ 100 mil, por ponto conquistado.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
SCHUMACHER: TESTE NEGADO
E as vozes dissonantes da Fota acabaram com a alegria de Michael Schumacher e, por consequencia, da Ferrari.
O velho Frank, numa das mais sensatas decisões dos últimos tempos, vetou o teste do piloto alemão com o carro novo.
Literalmente ele falou: "Que se Fota, Ferrari".
Homem de palavra, esse.
O velho Frank, numa das mais sensatas decisões dos últimos tempos, vetou o teste do piloto alemão com o carro novo.
Literalmente ele falou: "Que se Fota, Ferrari".
Homem de palavra, esse.
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
O DONO DA BOLA.
A exclusão da Williams da Fota mostra o quanto há de mesquinharia no mundo da F-1. Por cumprir acordos comerciais e destoar dos demais dirigentes, a Williams agora é a "ovelha negra da familia", como já dizia Rita Lee.
Esta atitude, da Fota, lembra muito aquele cara que é o dono da bola e por conta disso monta o melhor time, não fica no gol e ainda o time dele é quem começa o jogo.
Mais uma vez o esporte perde em relação à política. E mostra o verdadeiro raxa que existe entre as equipes/ montadoras.
Só temos que lamentar e torcer para que novos garageiros encampem os ideais de se construir uma equipe e, na cara e na coragem, façam o carro andar.
Estes são os verdadeiros "donos da bola".
Esta atitude, da Fota, lembra muito aquele cara que é o dono da bola e por conta disso monta o melhor time, não fica no gol e ainda o time dele é quem começa o jogo.
Mais uma vez o esporte perde em relação à política. E mostra o verdadeiro raxa que existe entre as equipes/ montadoras.
Só temos que lamentar e torcer para que novos garageiros encampem os ideais de se construir uma equipe e, na cara e na coragem, façam o carro andar.
Estes são os verdadeiros "donos da bola".
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domingo, 22 de fevereiro de 2009
NO TEMPO DO CARBURADOR: AT LAST BUT NOT AT LEAST: DR. ROQUE RIDES AGAIN…
Passado o ano novo(?), vendo o noticiário e pensando nos tempos passados ou nas corridas passadas ou nestas épocas de treinos, daquilo que acontecia em Interlagos e no finado Jacarepaguá!
A primeira constatação: sem amor ou tesão pelas pistas nada acontece, nos anos 60; 70; 80 e início dos 90 a maioria de equipes eram independentes, você tinha o kit car, ou seja motor Ford Cosworth, freios e geralmente cambio e embreagens padrão e muita imaginação de engenheiros de pista, pilotos e chefes de equipes pensando em corridas, as empresas não se envolviam, Lauda nesta última semana se referiu a falta de caráter dos atuais pilotos, com certeza se referindo às suas atitudes, pois pistas com subidas? Descidas? Curvas inclinadas? Curvas cegas (pro pessoal que já invadiu Interlagos é só ver o S do Senna prá ter idéia!), o piloto quer mais é pista de autorama, tudo planinho, pista como mesa de bilhar, carro com super patrocínio, super salário e na hora de disputar uma curva diz que a aerodinâmica de seu carro não ajuda.
Quanto as equipes, metem o pau nos autódromos mais velhos, pois onde já se viu fazer uma curva em ascendente ou descendente, por curiosidade penso em ver o Kimi e um monte de outros pilotos fazendo a Ferradura no antigo Interlagos ou a curva 1 e 2, com o pé flat, com o carro sobre-esterçando e o piloto corrigindo, basta ver a câmera on-board e ver que o piloto apenas faz a curva...
Falta amor as pistas, culhão de andar pendurado e com equipes que queiram mostrar serviço e não na hora que não quiserem brincar mais saírem porque não me deixam ganhar. A Toyota já falou se não ganhar(!) se retira das pistas, exemplos deste tipo de atitude ou pensamento não faltam: Ford, Honda, Peugeot ou até quando uma Mercedes vai manter a sua marca? Faltam mais Frank Willians, Fittipaldis, Chapmans, Tyrrells e tantos outros para que o que importava era a corrida em si ou o meio de pensar em automóvel, duplos chassis, carros movidos a turbina (aí Marcão...), carros de seis rodas ou dupla embreagem, Chapman, carros sem radiadores de Gordon Murray (Brabham) e muitos outros.
Vai ser dada nova luz verde, vamos xingar mais, ver qual será o campeão e o braço duro do ano, e aí pessoal, que tal fazer pontuação não só dos oito primeiros mas também dos 4 últimos no bolão? E que neste ano termine também com o choro iniciado 15 segundos antes do término final de Interlagos, mas por motivo de alegria.
Um grande abraço e vamos acelerar a barata do nosso modo!
Dr. Roque (e neste ano lembrem-se que depois de um Roque vem sempre outro Roque...)
A primeira constatação: sem amor ou tesão pelas pistas nada acontece, nos anos 60; 70; 80 e início dos 90 a maioria de equipes eram independentes, você tinha o kit car, ou seja motor Ford Cosworth, freios e geralmente cambio e embreagens padrão e muita imaginação de engenheiros de pista, pilotos e chefes de equipes pensando em corridas, as empresas não se envolviam, Lauda nesta última semana se referiu a falta de caráter dos atuais pilotos, com certeza se referindo às suas atitudes, pois pistas com subidas? Descidas? Curvas inclinadas? Curvas cegas (pro pessoal que já invadiu Interlagos é só ver o S do Senna prá ter idéia!), o piloto quer mais é pista de autorama, tudo planinho, pista como mesa de bilhar, carro com super patrocínio, super salário e na hora de disputar uma curva diz que a aerodinâmica de seu carro não ajuda.
Quanto as equipes, metem o pau nos autódromos mais velhos, pois onde já se viu fazer uma curva em ascendente ou descendente, por curiosidade penso em ver o Kimi e um monte de outros pilotos fazendo a Ferradura no antigo Interlagos ou a curva 1 e 2, com o pé flat, com o carro sobre-esterçando e o piloto corrigindo, basta ver a câmera on-board e ver que o piloto apenas faz a curva...
Falta amor as pistas, culhão de andar pendurado e com equipes que queiram mostrar serviço e não na hora que não quiserem brincar mais saírem porque não me deixam ganhar. A Toyota já falou se não ganhar(!) se retira das pistas, exemplos deste tipo de atitude ou pensamento não faltam: Ford, Honda, Peugeot ou até quando uma Mercedes vai manter a sua marca? Faltam mais Frank Willians, Fittipaldis, Chapmans, Tyrrells e tantos outros para que o que importava era a corrida em si ou o meio de pensar em automóvel, duplos chassis, carros movidos a turbina (aí Marcão...), carros de seis rodas ou dupla embreagem, Chapman, carros sem radiadores de Gordon Murray (Brabham) e muitos outros.
Vai ser dada nova luz verde, vamos xingar mais, ver qual será o campeão e o braço duro do ano, e aí pessoal, que tal fazer pontuação não só dos oito primeiros mas também dos 4 últimos no bolão? E que neste ano termine também com o choro iniciado 15 segundos antes do término final de Interlagos, mas por motivo de alegria.
Um grande abraço e vamos acelerar a barata do nosso modo!
Dr. Roque (e neste ano lembrem-se que depois de um Roque vem sempre outro Roque...)
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
WILLIAMS FW31: PINTURA FINAL REVELADA!
E, graças as filmagens feitas pelo seu patrocinador, a Allianz, a Williams revelou as novas cores para a temporada de 2009 que, apesar de tudo, de não mudou muito em relação aos anos anteriores.
O que mudou mesmo foi o bico do carro, com um perfil mais baixo do que no lançamento oficial.
Abaixo as fotos, em alta resolução:

O que mudou mesmo foi o bico do carro, com um perfil mais baixo do que no lançamento oficial.
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PALAVRAS DO MESTRE...
E, quando poucos falavam nele, ele ressurge com sábias idéias. Frank Williams, o único garageiro da atual F-1, ainda tem muito o que dizer.
Sabiamente, devemos enxergar a F-1 como o indutor de novas tecnologias, como algo de ponta, sem esquecer o conceito da moda, de ser socioambientalmente sustentável. Mas hoje em dia, nenhuma nova tecnologia está presente nas corridas. O Kers, a novidade do ano, já é utilizado em grande escala nos carros de passeio.
E as novidades tecnológicas? Se perderam em peduricalhos?
Sabias palavras do mestre Williams.
Sabiamente, devemos enxergar a F-1 como o indutor de novas tecnologias, como algo de ponta, sem esquecer o conceito da moda, de ser socioambientalmente sustentável. Mas hoje em dia, nenhuma nova tecnologia está presente nas corridas. O Kers, a novidade do ano, já é utilizado em grande escala nos carros de passeio.
E as novidades tecnológicas? Se perderam em peduricalhos?
Sabias palavras do mestre Williams.
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
F-1 LANÇAMENTOS: WILLIAMS FW31
A Williams lançou hoje, no belo circuito de Algrave, seu carro para a Temporada 2009. Com sua pintura "oficial" de inverno, novos patrocinadores (e o grupo saudita?) e um design dos mais feios dentre todos.
A Williams conseguiu deixar o carro pior do que o carro híbrido, como isso é possível?




A Williams conseguiu deixar o carro pior do que o carro híbrido, como isso é possível?




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