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domingo, 29 de janeiro de 2012

"SE GOSTAR DA INDY, VOU CORRER LÁ" *


As 19 temporadas e 325 GPs de experiência na Fórmula 1, recorde absoluto de longevidade, o peso da idade, próximo de completar 40 anos, dois vice-campeonatos mundiais, em 2002 e 2004, uma condição de vida confortável e nenhuma sequela de acidentes não arrefecem o interesse de Rubens Barrichello pelo automobilismo. "Questão de paixão", diz. As portas da Fórmula 1 parecem ter mesmo se fechado para esse paulistano controverso: os fãs da competição o amam ou não perdem a chance de uma gozação. 

Rubens Barrichello diz que seus filhos querem vê-lo na Fórmula Indy O baque da notícia de ser preterido pela equipe Williams, ao optar por Bruno Senna, ao contrário de afetar Rubinho o lançou numa cruzada ainda mais intensa para se manter ativo como piloto numa categoria de importância mundial. Amanhã e terça-feira realizará testes na Fórmula Indy com o Dallara-Chevrolet modelo 2012 da equipe KV, "do meu irmão Tony Kanaan", no circuito de Sebring, Flórida, nos Estados Unidos. 

Oficialmente, definiu a experiência como "um teste para atender ao pedido de Tony". Mas quem o conhece sabe que a história não é bem assim. Nessa entrevista exclusiva ao Estado, Rubinho afirma que a Fórmula Indy pode mesmo ser o seu destino profissional, apesar da resistência da mulher, Silvana. "Meus filhos estão louquinhos para que eu me mantenha como piloto", comenta. Mais: não guarda mágoas da Fórmula 1 e dá detalhes surpreendentes das negociações com a Williams. 

Por que você vai testar o carro da KV na Fórmula Indy? Considera a categoria como uma opção para você?
Sempre desejei testar um carro da Indy, amo velocidade, é natural querer conhecê-lo. Passei o fim de ano com o Tony (Kanaan é piloto da equipe e ficou em quinto no campeonato do ano passado) e ele me disse para andar no seu carro. Agora, como não tenho contrato com ninguém, não há nada que me impeça de testá-lo. Estou indo para esse teste com a mente bem aberta. Se sair do carro com aquela paixão que sempre tenho quando piloto, por que não? Amo as corridas. Posso adiantar que estou ansioso. Usarei o novo modelo da Dallara, equipado com o novo motor Chevrolet turbo. Até os donos da KV confirmaram que estarão em Sebring. E dono de equipe normalmente não vai a teste. 

Mas você adiantou para o ‘Estado’, em novembro, que sua mulher, Silvana, lhe pediu para não competir nas pistas ovais, cenário de algumas provas da Fórmula Indy. 
É verdade. É uma importante questão a ser resolvida. Mas antes de pensar nisso eu preciso, primeiro, conhecer o carro, o que é a Indy. Dentro de mim não está claro o que farei. E existe sempre a possibilidade de disputar a temporada, mas não as etapas nos ovais (o campeonato este ano terá apenas quatro provas em traçados ovais). O teste, agora, é num traçado misto, o mesmo em que o Ayrton Senna, em dezembro de 1992, usou para conhecer o carro da Penske, onde corria o Emerson Fittipaldi. Eu estava negociando com a Jordan para estrear na Fórmula 1 e torcia para o Ayrton correr na Fórmula 1 e não na Indy para eu competir do seu lado. Era o meu ídolo.

Seus filhos apoiariam uma eventual decisão de competir na Fórmula Indy?
Eles estão pulando de alegria diante da possibilidade de verem o pai continuar correndo. Se dependesse apenas deles eu já estaria lá. A notícia de que não fiquei na Williams, eles sabem, representa apenas uma transição para outra atividade no automobilismo e não o fim de minha carreira. O meu prazer em pilotar ainda é imenso e farei de tudo para estar nas pistas, para felicidade do Eduardo e do Fernando também. 

A Fórmula 1 já faz parte do seu passado? 
Não. Hoje não tem vaga mais em aberto. Mas se surgir uma oportunidade, o sonho de disputar minha 20.ª temporada na Fórmula 1 continua vivíssimo. Nunca se sabe. Às vezes as coisas, pelos mais distintos motivos, mudam e você, com sua velocidade e experiência, pode vir a ser chamado. O Kimi Raikkonen e o Michael Schumacher voltaram, por qual razão eu não poderia também? 

Como a Williams te comunicou que você perdeu a concorrência para o Bruno Senna?
Frank Williams, pessoalmente, me ligou. Começou dizendo que não tinha uma boa notícia e me explicou que eles decidiram assinar com outro piloto. Como profissional que é, não disse quem era. Pouco tempo depois, no mesmo dia, anunciaram a contratação do Bruno. Eu também levaria uma cota de patrocínio para a equipe. Havia fechado com a BMC - Brasil Máquinas, o que me deu elevadas esperanças de permanecer no time, também pelas facilidades de meu contrato, condicionando salário aos resultados conquistados. Desejava correr, basicamente. Mas é público que a Williams tem hoje dificuldades com o orçamento, perdeu alguns dos seus principais patrocinadores, e se viu obrigada a optar por um contrato que pudesse colaborar mais com as suas necessidades. É compreensível. A decisão foi única e exclusivamente financeira, não há dúvida, sem demérito para ninguém, por favor. Vamos ver como ficará, agora, o desenvolvimento do carro, com essas dificuldades. O Bruno Senna e o Pastor Maldonado (a dupla de pilotos) terão de se desdobrar para ajudá-los, o problema é que não são experientes. Será um desafio para todos. 

O Bruno Senna te ligou depois do anúncio? 
Ligou. Ele estava meio sem graça, supercarinhoso. Eu lhe pedi para parar com aquilo, somos amigos. Falei que minha disputa não era com ele, mas com a Williams. O bom dessa história é que eram dois pilotos brasileiros, o que, de qualquer forma, garantiria um piloto brasileiro a mais no grid. Éramos e continuamos amigos. Não muda nada. Torço, agora, pelo Bruno. Tem a seu favor que pegará um carro melhor que o meu do ano passado. Se tiver disponibilidade financeira, a Williams pode crescer. Vai depender muito também, como disse, do trabalho de seus pilotos para ditar os rumos do desenvolvimento. Conversei com os engenheiros e eles me sinalizaram existir avanços importantes nos ensaios do novo modelo. 

Você ficou abalado com o fato de deixar a Fórmula 1?
Lutei muito para permanecer na Fórmula 1. Mas uma vez que, ao menos agora, não deu, não me sinto por nada atingido. Como já disse, miro outras possibilidades profissionais, que atendam a meu amor pela velocidade. Sinto, sim, orgulho de ter disputado 19 temporadas. Nesses anos todos vi muitos e muitos pilotos entrarem e saírem. Eu fiquei. Fiquei 19 anos porque o meio me quis. E me pagou por isso. Estou super em paz. Fui à sede da Williams dia 23 de dezembro e desde o início de janeiro me encontro na Flórida, de férias com a família. Estou super em paz. 

Você se tornou um profissional bem-sucedido. Agora, quais são os seus planos? Vai tornar-se um empresário, investir um pouco do que ganhou em negócios ou será conservador com seu dinheiro?
Eu sou superconservador. Aprendi com o meu pai. Não se meta naquilo que não conhece. 

Parte da torcida e da imprensa não poupou você de, por vezes, pesadas críticas e muitas gozações. Guarda mágoa?
Nenhuma. Nem da Fórmula 1 nem da mídia ou da torcida. Apenas gostaria de fazer algo para cobrar um pouco mais de responsabilidade de setores da mídia, em especial a internet. Alguns pseudo-profissionais fazem o que bem entendem, sem responsabilidade, levianamente, sem se dar conta da extensão do que fazem, ou, pior, conscientemente. Isso ocorre mais aqui, no Brasil. Está errado. É preciso que esse tipo de cidadão seja punido, pelo crime que cometeu, até para outros pilotos não serem tratados da mesma forma. Se eu puder colaborar para coibir essas irresponsabilidades estarei disponível.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

De cabeça fria...

Pensando hoje com a cabeça fria cheguei a seguinte conclusão:

Vamos lá... Época Rubinho - Schumacher. Quando o Rubinho fez aquilo lá na Áustria todos meteram o pau nele, e todos tiveram a reação do tipo "Nunca mais torço por ele", certo?

Hoje em dia se você vê qualquer entrevista do Rubinho falando do episódio, ele deixa bem claro que fez aquilo porque não aguentava mais esconder o que acontecia nos bastidores da Ferrari. Ou seja, ele levou quatro temporadas para conseguir expor tal situação. Hoje em dia muita gente o admira por ter feito tal ação.

Claro, no Brasil, ele será eternamente o "Pé de Chinelo" para a maioria dos torcedores que se dizem "Apaixonados por F1". Mas aí é uma outra história que ficará para uma próxima vez.

Até onde sei a Ferrari sempre liberou a briga entre os pilotos enquanto visse que os dois pudessem brigar pelo título. Coisa que infelizmente esse ano não aconteceu. Massa demorou para se encontrar com o carro. Situações totalmente diferentes vividas por Red Bull e Mclaren e pelo próprio Massa em 2007 e 2008.

Outras coisas que me intrigam. Não estou duvidando em momento algum da capacidade de Senna, Mansell, Prost, Piquet e tantos outros. Pelo contrário. Acho todos mestres no que fizeram. Mas naquela época o apogeu da transmissão era quando liberavam o rádio para o campeão do mundo. Isso depois que já estava tudo decidido na última volta do campeonato. E olhe lá. Dados de telemetria jamais eram citados em repocrtagens. E aí me pergunto: Quantas vezes será que não tivemos casos parecidos?

Se não houvesse a telemetria e o Massa tivesse falado que a marcha não entrou (como se fazia antigamente) tudo estaria bem? Quantas corridas de antigamente a gente não via isso acontecer? Bom, isso também fica a cargo de cada um refletir e concluir.

Confesso, que estou um pouco decepcionado com o Massa. Também acho que ele não deveria ter deixado o Alonso ultrapassar. Mas na minha opinião, de todos os pilotos que vi e acompanhei correndo até hoje (ou seja, de 88 para cá), apenas um teria coragem de não permitir a ultrapassagem. E infelizmente não está entre nós. E seria demais querer comparar o Felipe com Ayrton.

Por isso e por outros motivos, continuarei torcendo e apoiando o Massa. Assim como continuo torcendo e apoiando o Rubinho.

Não me pronunciei em nada durante o dia de ontem pois não seriam palavras balanceando emoção x razão.

E por esse e outros motivos que faço questão de participar da GGOO. Cada um com sua opinião. O que faz as discussões na fila do GP Brasil sempre serem uma coisa à parte!!!

Por sinal faltam 103 dias.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

[OFF] ENTENDA O QUE É GLOBALIZAÇÃO

O QUE É GLOBALIZAÇÃO?
SIMPLESMENTE FANTÁSTICA A DEFINIÇÃO.

Pergunta: Qual é a mais correta definição de Globalização?
Resposta: A Morte da Princesa Diana..
Pergunta: Por quê?
Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates), e,provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos em Taiwan, e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia.
Isto é, caros amigos, *GLOBALIZAÇÃO! !! *

terça-feira, 3 de março de 2009

RAPIDINHAS DA ZOROPA 2

Seguindo as especulações sobre o futuro da Honda, a www.autosport.com publicou mais uma matéria hoje, dessa vez com Rubens Barrichello. Confiram os detalhes:

Barrichello garante novo acordo na F1

Rubinho irá extender seu recorde como o piloto mais experiente da história da F1 este ano, após assinar com a mais nova equipe a ser criada a partir da Honda!

Embora o contrato ainda não tenha sido assinado, fontes de alto nível, próximas ao time alocado em Brackley confirmaram o nosso veterano ao lado de Button para a temporada de 2009.

O time aguarda "a tão adiada" luz verde da Honda Motor Company para o eminente management buyout liderado por Ross Brown e Nick Fry somente após esse acordo ser finalizado (quinta as 21h de Londres???) os arranjos para 2009 serão finalisados.

"Nós esperamos ser capazes fazer o anúncio da compania e do time em um futuro próximo", frase vinda do HQ japonês que completa: "A Honda tem feito todos os esforços possíveis para evitar a pior opção e acabar com o time".

Barrichello começou sua carreira na temporada de 1993 e participou de 267 GP's.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Bate no peito Felipe!!!

"Não ganhei o Título...mais sair vitorioso, ganhei a corrida! "

Assim Felipe Massa descreveu o seu gesto ao encostar seu carro nos boxes para subir ao pódium. Foi um misto de tudo que poderia acontecer em Interlagos, e aconteceu: Sol, chuva, calor, põe capa, tira capa, acende vela, apaga vela, chama pela chuva, atormenta São Pedro....vivemos tudo isto.

O Nosso piloto brazuca também fez por merecer, andou bem...redondinho, o seu estilo de guiar com pé em baixo, cravado, cadenciando e domando a Ferrari até o fim. Mas não deu!

Em momentos mágicos como este, lembrei do Senna, do Piquet, do Emerson, do Barrichello (vencendo a prova logo após a morte de Senna)...só emoção. Agradeço por não estar sozinho nestes momentos, agradeço a GGOO!!!, desdes os veteranos aos novatos, com quem tenho grande respeito por todos os GGOOGirls!!! e GGOOboys!!!.


Com imagem da Bandeira Nacional...ao som do Hino Nacional... com cenas de Felipe Massa e da Torcida.....chega ao fim a temporada deste ano

Gigante pela própria natureza, {Massa correu como um grande Campeão}
És belo, és forte, impávido colosso, {Toda a sua determinação e foco}
E o teu futuro espelha essa grandeza. {Aceitou os erros da equipe e foi a luta}

Terra adorada, {GGOO!!! e mais um montão lhe dando forças}
Entre outras mil, {brasileiro é único em qualquer lugar do mundo}
És tu, Brasil,{Só aqui tem esta emoção, Hamilton sentiu}
Ó Pátria amada! {Sempre de agradeceremos Massa pela emoção}
Dos filhos deste solo és mãe gentil, {Barrichello, Massa e Nelsinho - vai que dá!!!}
Pátria amada, {Interlagos setor 'G'}
Brasil! {Acredite que dá, Massa!}

Obrigado galera por me permitir carregar esta lembrança, esse gostinho, essa sensação espetacular. Obrigado torcedores do setor 'G'.

segunda-feira, 10 de março de 2008

BARRICHELLO: ME CHAMARAM DE LOUCO

Perto de se tornar o piloto com maior número de Grande Prêmios disputados na Fórmula 1, o brasileiro Rubens Barrichello já teve o seu melhor momento na categoria, ao ser o fiel escudeiro do alemão Michael Schumacher na Ferrari, entre 2000 e 2005. Mas o piloto da Honda admite que nem todos apoiaram a decisão de trocar a Stewart pela escuderia italiana na época e dá sua explicação para a mudança.

"Muitas pessoas acharam que eu estava louco de assinar um contrato com a equipe de Schumacher. Mas eu estava cheio de pilotar carros que não me permitiam ser o Rubens vitorioso das categorias inferiores", disse.

Em diversas oportunidades, Barrichello foi criticado por acatar as ordens da equipe e permitir a ultrapassagem do heptacampeão, mesmo depois de liderar a corrida inteira. Para o brasileiro, os seis anos na escuderia italiana - em que subiu nove vezes ao lugar mais alto do pódio - o tornaram um vencedor.

"Eu desejava ser um vencedor novamente. Assinar com a Ferrari significou a reconstrução da minha autoconfiança no meu potencial", explicou o veterano, vice-campeão do Mundial de Pilotos em 2002 e 2004.

Em sua 16ª temporada na categoria, Barrichello entrará para a história como o piloto que mais participou de provas da categoria quando entrar na pista do circuito de Istambul - quinta etapa do ano -, somando 257 GPs no total. Além de almejar este recorde, o piloto também tenta apagar da memória o ano de 2007, em que não somou nenhum ponto.

Para isso, a Honda conta em 2008 com a experiência de Ross Brawn, ex-diretor técnico da Ferrari. Barrichello participou hoje de um evento conjunto com a Super Aguri, no Japão. A escuderia japonesa fornecerá motores para a parceira durante a temporada.

quinta-feira, 6 de março de 2008

ENQUANTO ISSO NA HONDA...

Kevin Taylor, projetista-chefe da Honda, deixou a equipe ontem.

É praticamente uma admissão de que o RA108 é um lixo.

É, também, o primeiro passo na luta para recuperar o que talvez já seja irrecuperável. Jorg Zander, abaixo apenas de Ross Brawn na hierarquia técnica, deve assumir o cargo.

Mas nem Brawn nem Zander são milagreiros.

E lá vai a Honda jogar mais € 200 milhões pelo ralo numa temporada...

Fonte: Fábio Seixas

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

COLUNA DO ROQUE: O QUE ESPERAR?

É fim de fevereiro, fim dos testes coletivos. Agora é hora de esperar longos 15 dias para o ínicio da temporada 2008 de Fórmula 1, em Melbourne na Austrália.
Mais do que analisar os testes da pré-temporada, seus dados e a kilometragem rodada, motivado pela vinheta da Rádio Jovem Pan (AM 620) que apelidava os pilotos brasileiros como guerreiros, Massa (o Pequeno Notável); Piquet Jr. (Pequeno Príncipe) e Barrichello (Capitão Barrichello), vamos analisar o que esperar de Barrichello nesta temporada.

Apesar de ser possivelmente a última da carreira de Barrichello ele deverá se superar, deixar com que a motivação em busca da glória seja maior do que a desmotivação de um carro mal feito. A desculpa já foi dada, o carro novo ainda não andou com menos de 50kg de combustível no tanque, o que fazia andar até 1 1/2 segundos mais lentos do que todos. Se o problema não está no carro, está na hora de acelerar e marcar muitos pontos.

Apesar de desenvolver o carro é sabido que já não tem a mesma velocidade de antes, é preciso usar a inteligência de um capitão portanto para assimilar novos focos de motivação que levem a posições de destaque na Formula 1.

Fazendo uma analogia, Barrichello deverá, cada vez mais incorporar um grande super herói japones, talvez o maior da história, o National Kid.

Como dizia tal herói, é preciso ser "Mais rápido que os aviões a jato. Mais forte do que o aço". Sendo o invencível, cavaleiro da paz e da justiça! Sua meta agora é lutar contra os incas venusianos (as Ferraris, McLarens, BMWs, Renaults, Red Bulls, Toro Rossos, Williams, Super Aguris, Toyotas e Force Indias). E espero que o resultado seja o mesmo do vídeo abaixo, ou seja, vitórias (mesmo que só sobre o companheiro de equipe), muitos pontos e uma despedida honrrosa.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

COLUNA DO ROQUE: A IMPORTÂNCIA DOS NÚMEROS

O que faz um grande esportista ser reconhecido são os seus números. Seja os pouco segundos para cruzar a linha dos 100 m, seja a luta para atingir os 1000 gols, seja nas vitórias de sets que garantem títulos.

Os maiorais da formula 1 até os anos 80 era Jackie Stewart, com suas impressionantes 27 vitórias e Fangio tinha inalcansáveis 5 títulos mundiais. Em 1985, Alain Prost conseguiu ultrapassar o número de vitórias de Stewart e após ele vieram Senna.

Senna, o rei de Mônaco com 6 vitórias, das 61 pole positions.

E como diria a propaganda, o tempo passa, o tempo voa... e apareceu um "tal" de Schumacher e detonou tudo.

Mas outros números estão em jogo e um deles é o de piloto que disputou a maior quantidade de GPs, que era de Jacques Laffite, depois Ricardo Patrese...este ano chegou (enfim) a vez de Rubens Barrichello.

Barrichello de tantas emoções, de tanto carinho e de tantas injustiças, mas acima de tudo de um piloto reconhecido e valorizado, dentro das suas capacidades. Em sua época áurea, só perdia pro Schumacher, desta forma deixo a nossa homenagem e o nosso reconhecimento, ao melhor piloto brasileiro da atualidade.

Valeu Barrichello!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

HONDA RA108 - IN ACTION

Tá certo que o carro continua horrível em termos de desempenho, porém essa pintura destoa da mesmisse que ronda a F-1 neste ano.



terça-feira, 29 de janeiro de 2008

LANÇAMENTOS F-1: HONDA RA108

Complementando o beaknews do Jimmy, mais algumas fotos:



sábado, 26 de janeiro de 2008

COLUNA DO ROQUE: TENDÊNCIAS

Tendência...sempre as seguimos. O modo como nos vestimos, o jeito de falar, nossos gostos pessoasi sempre seguem tendências. Na Formula 1, isso não é diferente...desde os idos dos anos 50 as tendências são colocadas à prova, à disposição de todas as equipes. Dos anos 90 pra cá, a grande tendência seguida foi a do Bico de Tubarão, implementada pela Benneton em 1991.

De lá pra cá, as grandes tendências foram:

- Os chifres da Mclaren
- Os apêndices da Honda
- O bico da Toyota
- As calotas da Ferrari
- A boca de bagre da McLaren
- A aleta lateral da Mclaren

Mas tudo isso, não tem lógica se não trás resultados. Quantas destas equipes foram campeãs.

A mesma coisa é com os pilotos brasileiros. quem são as tendências a serem seguidas? Barrichello, Massa, Piquet?

Atualmente todos segundos pilotos. É com este espírito e sem o apoio da estimada CBA que o ano começa, sem uma tendência real a ser seguida.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

F1-LANÇAMENTOS: HONDA RA108

E saiu a nova Honda, coube à Barrichello as primeiras voltas, aparentemente diferente de todas as outras equipes...







Aliás, linda corrigida Rubinho... (mesmo com o carro antigo)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

COLUNA DO ROQUE: E FOI DADA A LARGADA!

Semaninha agitada essa...faltando um pouco mais de 2 meses para o início da temporada de F-1, as máquinas já começaram a aparecer, Ferrari, McLaren e Toyota já divulgaram seus bólidos e começaram os testes.

Das poucas mudanças conceituais ocorridas neste ano, chama a atenção para a diminuição dos entre-eixos da Ferrari de Kimi e Massa e o aumento dos mesmos da McLaren de Hamilton e Kovalein. Na Toyota a esperança, como sempre, é chegar ao pódio, com sucesso (Sempre com a promessa de que dias melhores virão, mas citando John Forgety "Somedays never come"... ), com talvez o carro (não a pintura) mais bonito até aqui.

Conceitos interessantes que fazem nos refletir sobre a importância de um automobilismo competitivo como valor agregado às grandes montadoras. Além dos lançamentos dos carros o grupo de pilotos para este ano também foi fechado. Na Force India, Fisichella (eterno) será o companheiro de Sutil e Liuzzi vai para o banco de reservas.

Uma das questões que surgem é: Será que que a Toyta está ai para perder dinheiro? Com certeza não. Porém o grande problema dela é justamente seu maior sucesso, o Sistema Toyota de Produção. Que, pela busca da excelência, dá-se o tempo que for necessário para solução dos problemas. Tempo este que não existe na F-1! A inovação e o P&D caminham juntos a todo vapor. Assim, a Toyota só terá sucesso se conseguir estes níveis de excelência na pista, quando ajustar seu sistema de produção.

Enquanto isso só nos resta admirar, discutir, debater estes novos, misteriosos carros de corrida e torcer para que a F-1 deste ano seja repleta de emoções, vitórias brasileiras e muita farra no GP Brasil.

domingo, 6 de janeiro de 2008

FÓRMULA 1: CALENDÁRIO 2008

Devidamente copiado do blog do capelli:


Dia 2, estaremos lá!!! GGOO!!!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

COLUNA DO ROQUE: PREVISÕES DE ANO NOVO

Toda virada de ano prometemos mudanças em nossas vidas, seja viajar mais, ganhar mais dinheiro, assistir mais um GP Brasil de F-1, fazer parte da GGOO, enfim creio que este ano não foi diferente e cada um de nós fez pedidos especiais.

E, assim, o ano começa de branco, verde, vermelho, rosa, laranja carregado de emoção, de pensamento e reflexão.

Transpondo todo este sentimentalismo para o papel (ou para o computador), veremos que a situação na F-1 em 2008 não é muito diferente de nós pobres mortais (exceto por alguns milhões de dollares). Vejamos algumas previsões para 2008:

Ferrari: com a ordem dos pilotos definida, cabe à ela manter o título, tem tudo para conseguir, Kimi será o campeão em 2008.

McLaren: Sem a cópia do projeto da Ferrari e com dois ex-GP2, busca tirar o número 22 e 23 da carenagem e ganhar algumas corridas, será a 3ª força da temporada.

BMW: será a surpresa, ganhará corridas com o Kubica e chegará na frente da McLaren.

Renault: Ganhará corridas com Alonso, mas o carro não será tão confiável. Piquet Jr. mudará de equipe ao final da temporada.

Toyota: continuará gastando dinheiro, sem retorno.

Honda: Chegará no pódio várias vezes com o Barrichello, será a 4ª no campeonato.

Force India: Marcará 3 pontos

Super Aguri: Sato chegará no podio 2 vezes na temporada.

Red Bull: Marcará pontos, mas continuará mediana. Coulthard se aposenta no final do ano.

Toro Rosso: Marcará pontos, mas continuará mediana.

Williams: Ganhará uma corrida.

Aos pilotos brasileiros muita torcida, mas apenas Barrichello se dará bem neste ano.

E assim o ano começa, cheio de expectativas.