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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A F-1 de 1973 na visão da Lotus*

* Por Bruno Vicária


Achei uma coisa muito legal por aqui, que certamente deixará muitos encantados. Um documentário chamado "If You're Not Winning… You're Not Trying", que descreve a temporada de 1973 da Fórmula 1 pelos olhos da equipe Lotus.

Este filme mostra, entre outras coisas, a vitória de Emerson Fittipaldi em Interlagos, com imagens bem legais, assim como a pilotagem fabulosa de Ronnie Peterson, os dois pilotos imortalizados nos carros com a pintura preta e dourada.

São 60 minutos fantásticos, para serem vistos e apreciados por todos, dos jovens aos velhos. Afinal, também temos outros nomes fantásticos como Jacky Ickx, Jackie Stewart, Carlos Reutemann, Clay Regazzoni, entre muitos outros.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

CARROS DE F1 "CORREM" EM LOOPING INFINITO

Escultura tem modelos de Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi

Os fãs de Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi e Fórmula 1 em geral ganharam um bom motivo para conhecer a cidadezinha de Chichester, no condado de West Sussex, sul da Inglaterra. Isso porque, no fim de junho, o local ganhou uma escultura com nada menos do que seis lendários carros da escuderia Lotus - entre eles, modelos pilotados pelos dois maiores ídolos brasileiros do esporte a motor.
A obra é de autoria do prestigiado designer Gerry Judah, e foi criada como parte do Goodwood Festival of Speed, a maior festa de automobilismo do mundo, que ocorre todos os anos numa propriedade nobre chamada Goodwood House.
Feita com 60 toneladas de retalhos de aço, a escultura simula uma pista de corrida retorcida, com curvas em loopings que se cruzam, formando uma estrutura triangular por onde "correm" os veículos.
Além do Lotus 72E usado por Emerson Fittipaldi em 1973, e do 99T pilotado por Ayrton Senna em 1987, a lista de carros que compõem a escultura inclui o 32B de Jim Clark em 1965, o 49B de Graham Hill em 1968, o 79 de Mario Andretti em 1978, e o modelo com o qual a equipe corre na atual temporada, o Lotus F1 Team.
A obra é uma homenagem ao fundador da mitológica escuderia, o designer Colin Chapman, que introduziu os cockpits monopostos - planejados a partir do corpo do piloto, e não o contrário - no automobilismo.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

NO TEMPO DO CARBURADOR: AT LAST BUT NOT AT LEAST: DR. ROQUE RIDES AGAIN…

Passado o ano novo(?), vendo o noticiário e pensando nos tempos passados ou nas corridas passadas ou nestas épocas de treinos, daquilo que acontecia em Interlagos e no finado Jacarepaguá!

A primeira constatação: sem amor ou tesão pelas pistas nada acontece, nos anos 60; 70; 80 e início dos 90 a maioria de equipes eram independentes, você tinha o kit car, ou seja motor Ford Cosworth, freios e geralmente cambio e embreagens padrão e muita imaginação de engenheiros de pista, pilotos e chefes de equipes pensando em corridas, as empresas não se envolviam, Lauda nesta última semana se referiu a falta de caráter dos atuais pilotos, com certeza se referindo às suas atitudes, pois pistas com subidas? Descidas? Curvas inclinadas? Curvas cegas (pro pessoal que já invadiu Interlagos é só ver o S do Senna prá ter idéia!), o piloto quer mais é pista de autorama, tudo planinho, pista como mesa de bilhar, carro com super patrocínio, super salário e na hora de disputar uma curva diz que a aerodinâmica de seu carro não ajuda.

Quanto as equipes, metem o pau nos autódromos mais velhos, pois onde já se viu fazer uma curva em ascendente ou descendente, por curiosidade penso em ver o Kimi e um monte de outros pilotos fazendo a Ferradura no antigo Interlagos ou a curva 1 e 2, com o pé flat, com o carro sobre-esterçando e o piloto corrigindo, basta ver a câmera on-board e ver que o piloto apenas faz a curva...

Falta amor as pistas, culhão de andar pendurado e com equipes que queiram mostrar serviço e não na hora que não quiserem brincar mais saírem porque não me deixam ganhar. A Toyota já falou se não ganhar(!) se retira das pistas, exemplos deste tipo de atitude ou pensamento não faltam: Ford, Honda, Peugeot ou até quando uma Mercedes vai manter a sua marca? Faltam mais Frank Willians, Fittipaldis, Chapmans, Tyrrells e tantos outros para que o que importava era a corrida em si ou o meio de pensar em automóvel, duplos chassis, carros movidos a turbina (aí Marcão...), carros de seis rodas ou dupla embreagem, Chapman, carros sem radiadores de Gordon Murray (Brabham) e muitos outros.

Vai ser dada nova luz verde, vamos xingar mais, ver qual será o campeão e o braço duro do ano, e aí pessoal, que tal fazer pontuação não só dos oito primeiros mas também dos 4 últimos no bolão? E que neste ano termine também com o choro iniciado 15 segundos antes do término final de Interlagos, mas por motivo de alegria.

Um grande abraço e vamos acelerar a barata do nosso modo!

Dr. Roque (e neste ano lembrem-se que depois de um Roque vem sempre outro Roque...)