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terça-feira, 1 de abril de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
QUEM VAI PRO SAMBA*
* Por Victor Martins
Quem queria um chacoalhão na F1 para quebrar o domínio de Vettel e da Red Bull está sorrindo desbragadamente. Já foram duas semanas de testes, ambas diferentes entre si em suas características, e já é possível dizer que apostar no pentacampeonato é uma ousadia – e até uma burrice. Não é nem pelo trabalho da equipe, mas a Renault errou a mão na concepção de seu V6 turbo. E tal como uma questão aerodinâmica, leva um tempo para que a montadora resolva todos os problemas de sua unidade para alcançar quem vem à frente, no caso a Mercedes.
Jerez é um circuito prioritariamente de baixa com uma reta mediana e apresentou temperaturas baixas e chuva em alguns momentos. Apesar de agora ter oito marchas, os carros mal chegavam à sétima com a configuração atual. Sakhir está sob o deserto, com temperaturas acima dos 20ºC e com seu teor tilkiano. Não teve um santo dia dentre os oito que a Red Bull passou incólume às falhas. E por mais que a tecnologia seja brilhante e avançada, não faz milagre. Os quatro próximos dias no Bahrein serão fundamentais para que os taurinos não cheguem na Austrália para fazer um papelão. O trabalho conjunto com a Renault nunca foi tão necessário. E os franceses, por sua vez, não podem se debruçar apenas sobre os atuais campeões porque há uma Lotus, uma Toro Rosso e uma Caterham que pagam, e muito, por seus propulsores.
No começo do ano, Button sugeriu que as equipes empurradas pelos Mercedes trabalhassem juntas. Talvez Vettel deva implorar por isso entre os usuários do losango. É o que acontece abertamente na Caterham, que abriu mão de seu desenvolvimento para ajudar a Renault. Kobayashi bem viu que a diferença dos motores chega às vezes a 30 km/h na reta. É absurdo.
O caso remete à Indy em 2012. A Lotus – que acaba sendo esta mesma da F1, na mescla confusa entre as divisões que acabou fazendo – resolveu se aventurar como fabricante de motores e se tornar a terceira via contra Honda e Chevrolet. Os motores eram os turbo de 2,4 L e empurrariam os carros da Dragon, DRR, Bryan Herta e a HVM de Simona de Silvestro, além de promover a volta de Alesi, embaixador da Lotus, ao automobilismo para disputar a Indy 500. Logo em St. Pete ficou claro que faltava potência. Às vésperas da principal corrida, três destas equipes se livraram dos motores e assinou com a Chevrolet. Simona e Alesi se arrastavam nos treinos, e o papo de que poderiam ser excluídos da corrida caso representassem perigo aos demais se confirmou na prática após parcas nove voltas. A HVM aguentou até o fim do ano, quando a Lotus resolveu abandonar o projeto. É uma prova que, por mais dinheiro e recursos que se tenha, não é tarefa simples achar a pólvora.
Pelos números apresentados em Sakhir, principalmente, os motores Ferrari também precisam de um ajuste maior para render como os Mercedes. Assim, a equipe homônima não vem com pinta de quem briga pelas primeiras posições nestas primeiras etapas fora da Europa. Alonso e Räikkönen devem se misturar com Force India e Williams pelas posições intermediárias da zona de pontos. A Sauber parece ter errado de novo a mão no nascimento de seu carro e a Marussia, coitada, até vírus de computador a afeta.
Os oito carros abençoados com Mercedes partem com larga vantagem, sobretudo Mercedes e McLaren. São aqueles que não têm problemas e andam rápido com constância. O cenário indica que dificilmente o título saia das mãos de Hamilton, Button, Rosberg ou Magnussen – este, então, tirou a sorte grande. Force India e Williams precisam só acertar uma ou outra coisinha: os carros são bons.
Na semana que culmina com o Carnaval, a F1 já sabe que a rainha de bateria tem uma estrela que samba na cara da sociedade. Os ensaios que ainda restam vão servir para, principalmente, ver se os touros e os cavalos ficam na dispersão ou o quanto tentam dançar no mesmo ritmo.
Quem queria um chacoalhão na F1 para quebrar o domínio de Vettel e da Red Bull está sorrindo desbragadamente. Já foram duas semanas de testes, ambas diferentes entre si em suas características, e já é possível dizer que apostar no pentacampeonato é uma ousadia – e até uma burrice. Não é nem pelo trabalho da equipe, mas a Renault errou a mão na concepção de seu V6 turbo. E tal como uma questão aerodinâmica, leva um tempo para que a montadora resolva todos os problemas de sua unidade para alcançar quem vem à frente, no caso a Mercedes.
Jerez é um circuito prioritariamente de baixa com uma reta mediana e apresentou temperaturas baixas e chuva em alguns momentos. Apesar de agora ter oito marchas, os carros mal chegavam à sétima com a configuração atual. Sakhir está sob o deserto, com temperaturas acima dos 20ºC e com seu teor tilkiano. Não teve um santo dia dentre os oito que a Red Bull passou incólume às falhas. E por mais que a tecnologia seja brilhante e avançada, não faz milagre. Os quatro próximos dias no Bahrein serão fundamentais para que os taurinos não cheguem na Austrália para fazer um papelão. O trabalho conjunto com a Renault nunca foi tão necessário. E os franceses, por sua vez, não podem se debruçar apenas sobre os atuais campeões porque há uma Lotus, uma Toro Rosso e uma Caterham que pagam, e muito, por seus propulsores.
No começo do ano, Button sugeriu que as equipes empurradas pelos Mercedes trabalhassem juntas. Talvez Vettel deva implorar por isso entre os usuários do losango. É o que acontece abertamente na Caterham, que abriu mão de seu desenvolvimento para ajudar a Renault. Kobayashi bem viu que a diferença dos motores chega às vezes a 30 km/h na reta. É absurdo.
O caso remete à Indy em 2012. A Lotus – que acaba sendo esta mesma da F1, na mescla confusa entre as divisões que acabou fazendo – resolveu se aventurar como fabricante de motores e se tornar a terceira via contra Honda e Chevrolet. Os motores eram os turbo de 2,4 L e empurrariam os carros da Dragon, DRR, Bryan Herta e a HVM de Simona de Silvestro, além de promover a volta de Alesi, embaixador da Lotus, ao automobilismo para disputar a Indy 500. Logo em St. Pete ficou claro que faltava potência. Às vésperas da principal corrida, três destas equipes se livraram dos motores e assinou com a Chevrolet. Simona e Alesi se arrastavam nos treinos, e o papo de que poderiam ser excluídos da corrida caso representassem perigo aos demais se confirmou na prática após parcas nove voltas. A HVM aguentou até o fim do ano, quando a Lotus resolveu abandonar o projeto. É uma prova que, por mais dinheiro e recursos que se tenha, não é tarefa simples achar a pólvora.
Pelos números apresentados em Sakhir, principalmente, os motores Ferrari também precisam de um ajuste maior para render como os Mercedes. Assim, a equipe homônima não vem com pinta de quem briga pelas primeiras posições nestas primeiras etapas fora da Europa. Alonso e Räikkönen devem se misturar com Force India e Williams pelas posições intermediárias da zona de pontos. A Sauber parece ter errado de novo a mão no nascimento de seu carro e a Marussia, coitada, até vírus de computador a afeta.
Os oito carros abençoados com Mercedes partem com larga vantagem, sobretudo Mercedes e McLaren. São aqueles que não têm problemas e andam rápido com constância. O cenário indica que dificilmente o título saia das mãos de Hamilton, Button, Rosberg ou Magnussen – este, então, tirou a sorte grande. Force India e Williams precisam só acertar uma ou outra coisinha: os carros são bons.
Na semana que culmina com o Carnaval, a F1 já sabe que a rainha de bateria tem uma estrela que samba na cara da sociedade. Os ensaios que ainda restam vão servir para, principalmente, ver se os touros e os cavalos ficam na dispersão ou o quanto tentam dançar no mesmo ritmo.
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Mais problemas na Renault*
* Por Tatiana Cunha
Xiiiiii… a coisa parece estar feia pro pessoal de Viry-Châtillon.
Depois dos problemas que a Renault teve na primeira sessão de testes da F-1 em Jerez, quando os carros equipados com seus motores só completaram 668 km (contra 3.874 km da Mercedes, por exemplo) em quatro dias, parece que duas semanas depois as coisas ainda não foram resolvidas.
Apesar de a Lotus não ter reportado nenhum problema em seu dia de filmagens, a Toro Rosso esteve anteontem em Misano para fazer uso de seu.
E adivinha o que aconteceu? O mesmo que já havia ocorrido na Espanha: problemas e mais problemas.
Segundo a imprensa italiana, a equipe só conseguiu completar 70 km e seu carro parou diversas vezes no meio da pista por problemas na bateria e falhas no software.
Ou seja, mais um sinal de que o problema não é apenas da Red Bull. A coisa é bem maior. E o tempo está começando a ficar curto. Em menos de uma semana começa no Bahrein a segunda sessão de testes antes da temporada.
Serão quatro dias de treinos, quatro de folga e mais quatro de carros na pista. Depois disso eles só voltam a andar em Melbourne, nos treinos livres para a abertura do Mundial, no dia 16 de março.
Xiiiiii… a coisa parece estar feia pro pessoal de Viry-Châtillon.
Depois dos problemas que a Renault teve na primeira sessão de testes da F-1 em Jerez, quando os carros equipados com seus motores só completaram 668 km (contra 3.874 km da Mercedes, por exemplo) em quatro dias, parece que duas semanas depois as coisas ainda não foram resolvidas.
Apesar de a Lotus não ter reportado nenhum problema em seu dia de filmagens, a Toro Rosso esteve anteontem em Misano para fazer uso de seu.
E adivinha o que aconteceu? O mesmo que já havia ocorrido na Espanha: problemas e mais problemas.
Segundo a imprensa italiana, a equipe só conseguiu completar 70 km e seu carro parou diversas vezes no meio da pista por problemas na bateria e falhas no software.
Ou seja, mais um sinal de que o problema não é apenas da Red Bull. A coisa é bem maior. E o tempo está começando a ficar curto. Em menos de uma semana começa no Bahrein a segunda sessão de testes antes da temporada.
Serão quatro dias de treinos, quatro de folga e mais quatro de carros na pista. Depois disso eles só voltam a andar em Melbourne, nos treinos livres para a abertura do Mundial, no dia 16 de março.
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
F1: O fim da era de motores V-8
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
F1 Dijon 1979 (Full Race)
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
PETROV NÃO SE SENTE GARANTIDO...
Embora tenha contrato com a Renault para 2012, Vitaly Petrov não se vê tão seguro assim na equipe para o próximo ano. O russo, talvez por isso, decidiu quebrar o silêncio e manifestou críticas com relação ao desempenho do time nesta temporada. Atualmente, Petrov o ocupa a nona colocação do Mundial, com 36 pontos. O melhor resultado aconteceu ainda no início do campeonato, com o pódio na Austrália, informa o site Grande Premio.
De acordo com Petrov, a equipe não evoluiu o suficiente ao longo da temporada, muito em função do exaustivo desenvolvimento do sistema de escapamento. O piloto também afirmou que a escuderia se perdeu em erros de estratégias e falhas em pit-stops em diversas etapas.
"Por quase dez corridas, não tivemos absolutamente nada de novo no carro, o que, na verdade, significa que pilotamos basicamente o mesmo carro com o qual começamos o ano", afirmou Petrov, em entrevista à emissora russa Rossiya 2.
"Claro que o pódio foi inspirador para mim, para toda a Rússia e para os torcedores. Mas depois disso fiquei bastante desapontando e a única coisa que queria era tentar algo diferente. Infelizmente, não posso dizer nada de ruim sobre a equipe. Isso está escrito no meu contrato", contou o piloto de 27 anos, que reclamou ainda que a cúpula da equipe é altamente crítica com os pilotos.
"Lendo as minhas entrevistas, vai ver que eu nunca critiquei o time nas muitas vezes que perdemos algum resultado. Quantas vezes perdemos colocações com pit-stops? Ou com estratégias erradas? Devido a esse tipo de coisa, eu posso dizer que perdemos em pelo menos umas dez corridas. Infelizmente, ainda não posso falar sobre isso, mas, por outro lado, não posso também me calar. Eu aguentei o bastante, não posso mais manter isso dentro de mim", completou.
A repentina quebra de silêncio do russo pode sinalizar uma mudança nos planos da Renault para 2012, quando passará a atender pelo nome de Lotus. "Isto é a F1, é um negócio. Aos poucos, eles estão trabalhando para conseguir mais. Talvez um preço maior, talvez mais patrocinadores, talvez mais pilotos. Veja o caso da Williams. Acredito que pelo menos 20 pilotos estejam disputando aquela segunda vaga. Ainda bem que não estou um deles", destacou.
"Quanto a mim, acho que é bem claro: eu tenho contrato, mas é como disse antes. Até mesmo um campeão como Kimi Raikkonen teve o contrato quebrado. É um mundo onde tudo é possível, é difícil se opor quando a equipe não deseja mais alguém", finalizou.
A equipe anglo-francesa ainda não se pronunciou sobre a dupla de 2012, principalmente porque aguarda uma definição quanto ao retorno de Robert Kubica, que se recupera do acidente que sofreu no início do ano, durante uma disputa de rali, na Itália. Neste ano, Nick Heidfeld foi escalado como substituto do polonês, mas acabou perdendo a vaga para Bruno Senna.
De acordo com Petrov, a equipe não evoluiu o suficiente ao longo da temporada, muito em função do exaustivo desenvolvimento do sistema de escapamento. O piloto também afirmou que a escuderia se perdeu em erros de estratégias e falhas em pit-stops em diversas etapas.
"Por quase dez corridas, não tivemos absolutamente nada de novo no carro, o que, na verdade, significa que pilotamos basicamente o mesmo carro com o qual começamos o ano", afirmou Petrov, em entrevista à emissora russa Rossiya 2.
"Claro que o pódio foi inspirador para mim, para toda a Rússia e para os torcedores. Mas depois disso fiquei bastante desapontando e a única coisa que queria era tentar algo diferente. Infelizmente, não posso dizer nada de ruim sobre a equipe. Isso está escrito no meu contrato", contou o piloto de 27 anos, que reclamou ainda que a cúpula da equipe é altamente crítica com os pilotos.
"Lendo as minhas entrevistas, vai ver que eu nunca critiquei o time nas muitas vezes que perdemos algum resultado. Quantas vezes perdemos colocações com pit-stops? Ou com estratégias erradas? Devido a esse tipo de coisa, eu posso dizer que perdemos em pelo menos umas dez corridas. Infelizmente, ainda não posso falar sobre isso, mas, por outro lado, não posso também me calar. Eu aguentei o bastante, não posso mais manter isso dentro de mim", completou.
A repentina quebra de silêncio do russo pode sinalizar uma mudança nos planos da Renault para 2012, quando passará a atender pelo nome de Lotus. "Isto é a F1, é um negócio. Aos poucos, eles estão trabalhando para conseguir mais. Talvez um preço maior, talvez mais patrocinadores, talvez mais pilotos. Veja o caso da Williams. Acredito que pelo menos 20 pilotos estejam disputando aquela segunda vaga. Ainda bem que não estou um deles", destacou.
"Quanto a mim, acho que é bem claro: eu tenho contrato, mas é como disse antes. Até mesmo um campeão como Kimi Raikkonen teve o contrato quebrado. É um mundo onde tudo é possível, é difícil se opor quando a equipe não deseja mais alguém", finalizou.
A equipe anglo-francesa ainda não se pronunciou sobre a dupla de 2012, principalmente porque aguarda uma definição quanto ao retorno de Robert Kubica, que se recupera do acidente que sofreu no início do ano, durante uma disputa de rali, na Itália. Neste ano, Nick Heidfeld foi escalado como substituto do polonês, mas acabou perdendo a vaga para Bruno Senna.
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
ESPECIAL GP BRASIL 2011: GP BRASIL, 2005
O Autódromo de Interlagos começou a ficar azul já na pole position conquistada por Fernando Alonso. Seis vitórias, cinco pole positions, seis segundos e um quarto lugar eram o retrospecto de Alonso até ele subir em terceiro no pódio do GP do Brasil, colocação que lhe deu o título mundial. Pode não ter sido uma avalanche à Michael Schumacher, mas ele foi o piloto mais regular do ano, que mudou a história da F-1, fechando a era vermelha da Ferrari e de Schummy.
Asturiano de Oviedo, 24 anos, Alonso tornou-se o mais jovem campeão da F-1 após competir em 66 grandes prêmios e marcar 8 pole positions, 7 vitórias e 225 pontos. Alonso garantiu o título a partir da 32ª volta, ao se firmar em terceiro. Não interessava se fosse Montoya ou Raikkonen o vencedor e pouco importava o jogo de equipe da McLaren. A chuva que ameaçava cair durante a prova só apareceu para refrescar a comemoração, na hora de a equipe receber seu campeão nos braços.
Alonso e a Renault conquistaram duas proezas inéditas: o espanhol, o título de pilotos, e a Renault, o primeiro campeonato mundial totalmente azul, com carro e motor franceses. Com oito vitórias em 2005 – sete de Alonso e uma de Giancarlo Fisichella –, o foguete azul derrotou a McLaren, conquistou o campeonato mundial de construtores e relegou a Ferrari a ilustre coadjuvante.
Resultado final
1 - Juan Pablo Montoya - McLaren-Mercedes
2 - Kimi Raikkonen - McLaren-Mercedes
3 - Fernando Alonso - Renault
4 - Michael Schumacher - Ferrari
5 - Giancarlo Fisichella - Renault
6 - Rubens Barrichello - Ferrari
7 - Jenson Button - BAR-Honda
8 - Ralf Schumacher - Toyota
Pole-position - Fernando Alonso-Renault
Asturiano de Oviedo, 24 anos, Alonso tornou-se o mais jovem campeão da F-1 após competir em 66 grandes prêmios e marcar 8 pole positions, 7 vitórias e 225 pontos. Alonso garantiu o título a partir da 32ª volta, ao se firmar em terceiro. Não interessava se fosse Montoya ou Raikkonen o vencedor e pouco importava o jogo de equipe da McLaren. A chuva que ameaçava cair durante a prova só apareceu para refrescar a comemoração, na hora de a equipe receber seu campeão nos braços.
Alonso e a Renault conquistaram duas proezas inéditas: o espanhol, o título de pilotos, e a Renault, o primeiro campeonato mundial totalmente azul, com carro e motor franceses. Com oito vitórias em 2005 – sete de Alonso e uma de Giancarlo Fisichella –, o foguete azul derrotou a McLaren, conquistou o campeonato mundial de construtores e relegou a Ferrari a ilustre coadjuvante.
Resultado final
1 - Juan Pablo Montoya - McLaren-Mercedes
2 - Kimi Raikkonen - McLaren-Mercedes
3 - Fernando Alonso - Renault
4 - Michael Schumacher - Ferrari
5 - Giancarlo Fisichella - Renault
6 - Rubens Barrichello - Ferrari
7 - Jenson Button - BAR-Honda
8 - Ralf Schumacher - Toyota
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A SITUAÇÃO ATUAL DE KUBICA
Robert Kubica foi flagrado nesta quarta-feira (2) em fase final de recuperação do grave acidente que sofreu no início do mês de fevereiro, quando disputava um rali na Itália. Na ocasião, o piloto quase perdeu o braço direito após o guard-rail da pista ter atravessado o carro em que estava. Apesar de não ter mais a aparência debilitada pós-batida, o polonês não conseguiu esconder a enorme proteção que imobiliza completamente o braço direito, informa o site GRANDE PREMIO.
Na terça-feira, Eric Boullier, chefe de equipe da Renault, havia afirmado que o time francês está esperando uma resposta de Kubica para saber se poderá contar com o piloto no próximo ano. O dirigente disse que o polonês ainda precisará passar por uma bateria de testes para comprovar que tem condições de retornar à F1.
Boullier admitiu, ainda, que a Renault já se mobiliza para um plano B, caso não possa contar Kubica. Por isso, Romain Grosjean, atual campeão da GP2, vai participar dos treinos de sexta-feira em Abu Dhabi e no Brasil para ser avaliado.
Na terça-feira, Eric Boullier, chefe de equipe da Renault, havia afirmado que o time francês está esperando uma resposta de Kubica para saber se poderá contar com o piloto no próximo ano. O dirigente disse que o polonês ainda precisará passar por uma bateria de testes para comprovar que tem condições de retornar à F1.
Boullier admitiu, ainda, que a Renault já se mobiliza para um plano B, caso não possa contar Kubica. Por isso, Romain Grosjean, atual campeão da GP2, vai participar dos treinos de sexta-feira em Abu Dhabi e no Brasil para ser avaliado.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
RENAULT COGITA SENNA E GROSJEAN
Conforme a revista alemã 'Auto Motor und Sport', a Renault estuda a possibilidade de efetivar os pilotos Bruno Senna e Romain Grosjean como titulares em 2012. Caso seja confirmada, Robert Kubica e Vitaly Petrov deixarão a escuderia francesa.
A revista informa que os dirigentes da equipe talvez não esperem a recuperação do polonês Kubica, que ficou fora do Mundial neste ano por conta de um grave acidente em um rali em fevereiro, na Itália. O piloto ainda está em processo de reabilitação das lesões, no entanto há a possibilidade de voltar a pilotar já no próximo mês.
Atualmente, Robert não possui contrato para a temporada do ano que vem e o chefe da escuderia Eric Boullier pretende fechar a dupla titular para 2012 o mais breve possível. Já o russo Petrov tem um acordo firmado, porém, segundo a publicação alemã, Senna 'tem um maior potencial para encontrar patrocinadores no Brasil, diferente do que acontece com Petrov na Rússia'.
Por fim, Romain Grosjean é cotado pois facilitaria as negociações para que a equipe permaneça utilizando os motores da Renault.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
HISPANIA DE RENAULT?
Equipe com desempenho mais fraco da Fórmula 1, a Hispania trabalha para melhorar neste quesito na temporada 2012. Segundo a revista Autosprint, o time espanhol estaria de olho em trocar seu fornecedor de motor atual, a Cosworth, pela Renault, informa o site Terra.
A montadora francesa já é a fabricante da atual campeã, Red Bull, além do Team Lotus e da Lotus Renault. No ano que vem, a Williams se unirá a este time, o que é motivo de ânimo nos boxes da tradicional escuderia inglesa.
No fim de semana do GP da Bélgica, no entanto, o novo conselheiro da Hispania, Luiz Pérez Sala, disse que a Cosworth permaneceria por mais um ano no time, que tem contrato com a investidora Thesan Capital e procura recursos para conquistar melhores resultados nas pistas da categoria. Ainda segundo o periódico italiano, a equipe estaria disposta a mudar já na temporada seguinte, enquanto a Renault, por sua vez, teria demonstrado interesse em contar com mais uma escuderia na F1.
Já o diário espanhol As mostrou que uma parceria com o time de Bruno Senna poderia mudar o fornecedor de toda a parte traseira do carro da Hispania do ano que vem, incluindo o câmbio, visto que o usado atualmente é da Williams. O jornal também afirmou que Jong Zanger, ex-projetista da Toyota, BAR, Williams, BMW Sauber, Brawn e Honda, foi visto nos boxes do time de Múrcia conversando com o chefe de equipe, Colin Koles.
A montadora francesa já é a fabricante da atual campeã, Red Bull, além do Team Lotus e da Lotus Renault. No ano que vem, a Williams se unirá a este time, o que é motivo de ânimo nos boxes da tradicional escuderia inglesa.
No fim de semana do GP da Bélgica, no entanto, o novo conselheiro da Hispania, Luiz Pérez Sala, disse que a Cosworth permaneceria por mais um ano no time, que tem contrato com a investidora Thesan Capital e procura recursos para conquistar melhores resultados nas pistas da categoria. Ainda segundo o periódico italiano, a equipe estaria disposta a mudar já na temporada seguinte, enquanto a Renault, por sua vez, teria demonstrado interesse em contar com mais uma escuderia na F1.
Já o diário espanhol As mostrou que uma parceria com o time de Bruno Senna poderia mudar o fornecedor de toda a parte traseira do carro da Hispania do ano que vem, incluindo o câmbio, visto que o usado atualmente é da Williams. O jornal também afirmou que Jong Zanger, ex-projetista da Toyota, BAR, Williams, BMW Sauber, Brawn e Honda, foi visto nos boxes do time de Múrcia conversando com o chefe de equipe, Colin Koles.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
VEM AÍ SENNA X KUBICA?
Eric Boullier, chefe da Renault, afirmou que Bruno Senna mostrará o que realmente é capaz de fazer nas últimas cinco provas do calendário da F1. O dirigente, que já se disse impressionado com a performance do substituto de Nick Heidfeld, destacou a evolução de Senna em suas primeiras três provas pelo time anglo-francês, informa o site Grande Prêmio.
“A curva de aprendizado dele é boa e a cada corrida ele está ganhando alguma coisa”, disse. “Para ser justo, sabemos que Spa foi muito difícil por causa do clima, Monza é uma pista muito especifica e Cingapura também. Além disso, nós também não temos o melhor carro para ir bem. A partir do Japão ele começará a montar o quebra-cabeça e dar melhores resultados”, garantiu.
Boullier disse que não está preocupado com os resultados de Vitaly Petrov, mas reconheceu que o russo está tendo que lidar com a forma como Bruno se integrou ao time. “Acho que o Vitaly está indo bem, mas ele talvez esteja mais preocupado com o fato de o Bruno estar se ajustando muito bem ao time e basicamente recebendo um pouco mais de atenção”, disse.
Apesar de elogiar o desempenho de Senna, o brasileiro ainda não tem vaga garantida para 2012. Boullier voltou a afirmar que se comprometeu a esperar uma posição de Robert Kubica, que está afastado das pistas desde fevereiro quando sofreu um grave acidente no Rali Ronde di Andora, sobre seu retorno à F1.
“Me comprometi a esperar até o pronunciamento do Robert, então veremos”, disse Eric. “Tenho que me obrigar a colocar uma data limite. Se você fica atrasando, atrasando, atrasando, você coloca os interesses do time em risco. Então eu tenho que ter uma data limite. Tenho que trabalhar com uma data até para entender se existe chance do Robert voltar”, encerrou.
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sábado, 10 de setembro de 2011
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
SENNA OCUPARÁ VAGA NA RENAULT ATÉ O FIM DO ANO!
Pouco depois de anunciar o desligamento total de Nick Heidfeld de seu quadro de funcionários, a Lotus Renault oficializou que Bruno Senna disputará o final da temporada ao lado de Vitaly Petrov, informa o site TAZIO.
O brasileiro já havia substituído o alemão no GP da Bélgica, no último fim de semana de agosto, tendo chamado a atenção da equipe ao obter o sétimo lugar no grid de largada em Spa-Francorchamps.
Na corrida, se envolveu em um toque com a Toro Rosso de Jaime Alguersuari logo na largada, e, após trocar o bico de seu carro e pagar uma penalização por drive-through por causa do acidente, terminou a prova em 13º.
Após a separação amigável entre Heidfeld e a Lotus Renault, Senna herdou o cockpit de número 9, podendo disputar mais sete provas até o final da temporada, incluindo sua corrida local, o GP do Brasil, no final de novembro.
Senna, de 27 anos, estreou na F1 no ano passado, guiando pela novata equipe Hispania. Com um carro pouco competitivo, o brasileiro teve poucas chances de mostrar serviço, desligando-se da escuderia ao término da temporada. Sem cockpit de titular garantido para 2011, Senna assinou para ser reserva da Lotus Renault no início do ano.
Com a lesão de Robert Kubica e o desentendimento de Heidfeld com a equipe, o brasileiro ganha, em definitivo, uma segunda chance na categoria.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
KUBICA DE VOLTA!
A primeira experiência de Robert Kubica na F1 depois do gravíssimo acidente sofrido no Rali Ronde di Andora, em Gênova, na Itália, será a bordo do simulador da Toyota. Quem garante é o diário suíço ‘Blick’, endossado pela revista alemã ‘Auto Motor und Sport’. De acordo com as publicações citadas, o piloto da Renault vai usar o sofisticado equipamento da extinta equipe nipo-germânica, localizada na cidade de Colônia, porque seu simulador é muito melhor que o de seu time, localizado em Enstone, informa o site GRANDE PREMIO.
Na verdade, o teste de Robert no simulador da Toyota é apenas uma fase do seu processo de readaptação à categoria. Passo a passo, o esquema planejado pelo chefe de equipe da Renault, Eric Boullier, compreende, logo em seguida, uma sessão privada, dessa vez em um carro de dois anos atrás, o R29, testado recentemente por Maria de Villota, por conta da regra que proíbe testes na F1.
Kubica permanece internado na Itália depois de ter sido submetido à última cirurgia no cotovelo direito, visando reestabelecer todos os movimentos do membro atingido na batida no guard-rail quando o polaco corria com seu Skoda Fabia no rali. Apesar da gravidade do acidente, o otimismo pelo seu retorno às pistas é grande e é compartilhado pelo seu empresário, Daniele Morelli, o médico responsável pela recuperação, Riccardo Ceccarelli, e o patrão Gerard Lopez, que garantiu sua vaga para 2012.
Em entrevista ao diário luxemburguês ‘Tageblatt’, o dirigente e empresário espanhol prefere esperar pela recuperação de Robert antes de divulgar os próximos passos de seu retorno à F1. “Ainda não sei exatamente, mas acho que isso deve ficar claro nas próximas semanas”, declarou Lopez, garantindo o cockpit de titular para o polonês. “No momento, estamos esperando que em 2012 Robert corra conosco”, concluiu.
Na verdade, o teste de Robert no simulador da Toyota é apenas uma fase do seu processo de readaptação à categoria. Passo a passo, o esquema planejado pelo chefe de equipe da Renault, Eric Boullier, compreende, logo em seguida, uma sessão privada, dessa vez em um carro de dois anos atrás, o R29, testado recentemente por Maria de Villota, por conta da regra que proíbe testes na F1.
Kubica permanece internado na Itália depois de ter sido submetido à última cirurgia no cotovelo direito, visando reestabelecer todos os movimentos do membro atingido na batida no guard-rail quando o polaco corria com seu Skoda Fabia no rali. Apesar da gravidade do acidente, o otimismo pelo seu retorno às pistas é grande e é compartilhado pelo seu empresário, Daniele Morelli, o médico responsável pela recuperação, Riccardo Ceccarelli, e o patrão Gerard Lopez, que garantiu sua vaga para 2012.
Em entrevista ao diário luxemburguês ‘Tageblatt’, o dirigente e empresário espanhol prefere esperar pela recuperação de Robert antes de divulgar os próximos passos de seu retorno à F1. “Ainda não sei exatamente, mas acho que isso deve ficar claro nas próximas semanas”, declarou Lopez, garantindo o cockpit de titular para o polonês. “No momento, estamos esperando que em 2012 Robert corra conosco”, concluiu.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
BRUNO SENNA, HEIDFELD E O FURO QUE DEMOS
No dia 15 de Fevereiro de 2011, aqui neste modesto blog, postamos o seguinte:
BOMBA: HEIDFELD ASSINA POR APENAS 4 CORRIDAS!
A Renault, confiante na rápida recuperação de Robert Kubica, decidiu por uma estratégia similar à Brawn. Como o piloto polaco deve voltar em até 6 meses, de acordo com fontes internas, Heidfeld assinou contrato como piloto tampão por 4 corridas. Caberá a Bruno Senna correr em uma ou duas provas, consideram, inclusive, fazer isso em Interlagos.
Ficamos no aguardo.
Exatamente 6 meses depois, prazo inicial dado para o retorno de Kubica, Heidfeld é demitido (sob a justificativa de maus resultados). À Renault, coube então, em SPA, correr Bruno Senna, fato que repetirá em Monza. Depois, o que se espera é o nível de recuperação de Robert Kubica, já que o piloto polonês prepara uma volta (oficial ou não) para daqui um mês.
Caso Kubica não volte, a Renault nº 09 será pilotada por Senna (Suzuka e Interlagos) e por Romain Grosjean (Cingapura, Coréia do Sul, Índia e Abu Dhabi), naquele vestibular já previsto onde cada integrante pilotará por 4 provas.
BOMBA: HEIDFELD ASSINA POR APENAS 4 CORRIDAS!
A Renault, confiante na rápida recuperação de Robert Kubica, decidiu por uma estratégia similar à Brawn. Como o piloto polaco deve voltar em até 6 meses, de acordo com fontes internas, Heidfeld assinou contrato como piloto tampão por 4 corridas. Caberá a Bruno Senna correr em uma ou duas provas, consideram, inclusive, fazer isso em Interlagos.
Ficamos no aguardo.
Exatamente 6 meses depois, prazo inicial dado para o retorno de Kubica, Heidfeld é demitido (sob a justificativa de maus resultados). À Renault, coube então, em SPA, correr Bruno Senna, fato que repetirá em Monza. Depois, o que se espera é o nível de recuperação de Robert Kubica, já que o piloto polonês prepara uma volta (oficial ou não) para daqui um mês.
Caso Kubica não volte, a Renault nº 09 será pilotada por Senna (Suzuka e Interlagos) e por Romain Grosjean (Cingapura, Coréia do Sul, Índia e Abu Dhabi), naquele vestibular já previsto onde cada integrante pilotará por 4 provas.
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