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quinta-feira, 31 de março de 2011
ALONSO IRONIZA FEITO DE PETROV
Em entrevista acompanhada pelo site TotalRace, espanhol, que terminou na sombra do russo da Renault pela segunda corrida consecutiva, ironiza 3º posto obtido pelo concorrente.

Parece que vai levar algum tempo para Fernando Alonso digerir a disputa que teve com Vitaly Petrov, em Abu Dhabi, no ano passado. O espanhol ficou preso atrás do piloto da Renault por mais da metade da corrida, terminou apenas em sétimo e viu Sebastian Vettel, que vencera a prova, celebrar o título.
Em Melbourne, no último domingo, mais de quatro meses depois, Alonso e Petrov se encontraram novamente na pista. O ferrarista, em prova de recuperação após péssima largada, chegou a tirar a diferença para o russo, que ocupava a terceira colocação.
Quando encostou, a prova estava próxima do fim e não houve tempo suficiente para investir contra o rival. Após mais um round entre os pilotos que alimentam rivalidade recente, Alonso preferiu ironizar o pódio de Petrov, o primeiro de sua carreira. “Ele terá uma corrida por ano em que subirá no pódio. Que o desfrute”, disse.
NB: cada vez mais, esse tal de Alonso me dá motivo (e razão) em acha-lo medíocre.
Isso sim é ridículo!
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Vitaly Petrov
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
GGOO RETROSPECTIVA: 2008
O ano de 2008 na F-1 teve a final mais emocionante da década, quiçá de todos os mundiais. Desta vez retrista a Lewis Hamilton e Felipe Massa, a disputa ponto a ponto chegou a última corrida graças aos erros e falhas das equipes e companheiros. E a decisão aconteceu com a tão famosa chuva de Interlagos, na última curva, da última volta, na última pista do ano.
2008 foi marcado pela farsa da Renault e o começo o reinado de Fernando Alonso como Dick Vigarista, a estréia de Nelsinho Piquet e pelo brilhante terceiro lugar de Rubens Barrichello no GP da Inglaterra. Já a GGOO ficou mundialmente famosa ao aparecer ao vivo, nas transmissões do GP Brasil, entre outros lugares também.
2008 foi marcado pela farsa da Renault e o começo o reinado de Fernando Alonso como Dick Vigarista, a estréia de Nelsinho Piquet e pelo brilhante terceiro lugar de Rubens Barrichello no GP da Inglaterra. Já a GGOO ficou mundialmente famosa ao aparecer ao vivo, nas transmissões do GP Brasil, entre outros lugares também.
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Iceman: "Odeio a Opinião da Massa"

Amigos leitores, amantes do automobilismo, diz-se que se você colocar uma rã em uma panela de água fria e for esquentando aos poucos, ele morrerá cozida, sem sentir que a temperatura está se elevando. Mas se você colocar a mesma rã em uma panela de água quente, ela pula. E todos nós pulamos.
Não estou aqui apenas para contrariar o que todos dizem, mas será que ninguém, em nenhum momento, se colocou no lugar de Felipe Massa desde domingo?
Em árduas conversas com todos os meus amigos que, conseqüentemente sabem da minha paixão por este esporte e me perguntaram sobre o ocorrido, minha resposta foi simples: “Imagine você trabalhando com alguém há quase 8 meses, dividindo toda uma estrutura e todo um projeto. Não importa o seu ramo de atuação, uma oficina mecânica, um escritório de advocacia, um departamento de marketing, enfim, imagina que você esteja brigando por um objetivo claro, ganhar. Agora imagine que você teve nove oportunidades e na maioria das vezes você sempre foi superado pelo seu companheiro de equipe, porque você está tendo alguns problemas de ambientação com o projeto. Sendo assim, o seu projeto está perdendo para outros projetos concorrentes e o seu chefe ou gestor pede que, neste momento onde você circunstancialmente está a frente de seu parceiro de trabalho, deixe-o levar as glórias, afinal somente com ele o projeto terá chances de dar certo. No próximo ano, nas próximas 19 tentativas de 2011 vocês terão novamente as mesmas condições de trabalho e se enfrentarão, mas dadas as circunstâncias e após análise fria de nossa cúpula, as chances que você tem de ser bem sucedido são remotas, quando as chances dele são de quase 50% a mais.” Esse meu amigo respondeu: “Eu nunca deixaria.” E minha resposta foi: “Espero nunca ter de trabalhar com você”.
As equipe de Fórmula 1 são grandes empresas, que geram milhões de dólares e empregam milhões de pessoas direta e indiretamente. As equipes precisam ter algo a seu favor para justificar seus patrocinadores, resultado. Equipes mais inexperientes deixam seus pilotos brigarem de forma até irracional. Webber e Vettel foram rechaçados pela imprensa internacional por não terem controlado o ímpeto de brigarem entre si. Disseram a quem quisesse ouvir que a Red Bull precisava de alguém que acalmasse os ânimos e que a equipe que tem uma superioridade na pista, perdia por não ter um pulso firme na direção. Disseram que isso não ocorreria na Ferrari e McLaren, por exemplo. Button e Hamilton, na mesma corrida, quase se atracaram, o motivo foi um defeito no rádio de Jenson que impediu de receber a maquiada ordem de equipe para poupar combustível e para de pressionar o seu companheiro Hamilton. A frase “tragam as crianças para casa” foi repetida pelo principal narrador brasileiro como referencia as flechas de prata que pararam a disputa e continuaram o 1-2 da equipe sem maiores danos. O que ocorreu no caso da Ferrari é que Massa deixou Alonso passar descaradamente. Se fosse uma manobra de corrida, um pit-stop, ou algo mais maquiado, tudo bem, ninguém se importaria com o caso, seria passada uma borracha em tudo isso e estaríamos discutindo sobre a falta de competitividade de Michael Schumacher ou o retorno dos carros vermelhos ao topo. Mas não, faltou a Ferrari um pouco mais de malícia nisso tudo. Foi tudo muito explícito, muito escancarado. Por isso, pulamos, pois assustamos com tamanha cara de pau da Ferrari em parecer que perdemos o nosso tempo durante 1h20 para assistir a uma corrida manipulada. Isso que nos revoltou. Ninguém se lembra de Felipe Massa fazendo um pit-stop mais longo para permitir que Kimi Raikkonen fosse campeão em 2007?!
Fiquei muito decepcionado na hora, porém, com sangue frio e análise racional, desculpem a sinceridade, mas qualquer um faria o mesmo.
Fiquem à vontade para jogarem as pedras.
Não estou aqui apenas para contrariar o que todos dizem, mas será que ninguém, em nenhum momento, se colocou no lugar de Felipe Massa desde domingo?
Em árduas conversas com todos os meus amigos que, conseqüentemente sabem da minha paixão por este esporte e me perguntaram sobre o ocorrido, minha resposta foi simples: “Imagine você trabalhando com alguém há quase 8 meses, dividindo toda uma estrutura e todo um projeto. Não importa o seu ramo de atuação, uma oficina mecânica, um escritório de advocacia, um departamento de marketing, enfim, imagina que você esteja brigando por um objetivo claro, ganhar. Agora imagine que você teve nove oportunidades e na maioria das vezes você sempre foi superado pelo seu companheiro de equipe, porque você está tendo alguns problemas de ambientação com o projeto. Sendo assim, o seu projeto está perdendo para outros projetos concorrentes e o seu chefe ou gestor pede que, neste momento onde você circunstancialmente está a frente de seu parceiro de trabalho, deixe-o levar as glórias, afinal somente com ele o projeto terá chances de dar certo. No próximo ano, nas próximas 19 tentativas de 2011 vocês terão novamente as mesmas condições de trabalho e se enfrentarão, mas dadas as circunstâncias e após análise fria de nossa cúpula, as chances que você tem de ser bem sucedido são remotas, quando as chances dele são de quase 50% a mais.” Esse meu amigo respondeu: “Eu nunca deixaria.” E minha resposta foi: “Espero nunca ter de trabalhar com você”.
As equipe de Fórmula 1 são grandes empresas, que geram milhões de dólares e empregam milhões de pessoas direta e indiretamente. As equipes precisam ter algo a seu favor para justificar seus patrocinadores, resultado. Equipes mais inexperientes deixam seus pilotos brigarem de forma até irracional. Webber e Vettel foram rechaçados pela imprensa internacional por não terem controlado o ímpeto de brigarem entre si. Disseram a quem quisesse ouvir que a Red Bull precisava de alguém que acalmasse os ânimos e que a equipe que tem uma superioridade na pista, perdia por não ter um pulso firme na direção. Disseram que isso não ocorreria na Ferrari e McLaren, por exemplo. Button e Hamilton, na mesma corrida, quase se atracaram, o motivo foi um defeito no rádio de Jenson que impediu de receber a maquiada ordem de equipe para poupar combustível e para de pressionar o seu companheiro Hamilton. A frase “tragam as crianças para casa” foi repetida pelo principal narrador brasileiro como referencia as flechas de prata que pararam a disputa e continuaram o 1-2 da equipe sem maiores danos. O que ocorreu no caso da Ferrari é que Massa deixou Alonso passar descaradamente. Se fosse uma manobra de corrida, um pit-stop, ou algo mais maquiado, tudo bem, ninguém se importaria com o caso, seria passada uma borracha em tudo isso e estaríamos discutindo sobre a falta de competitividade de Michael Schumacher ou o retorno dos carros vermelhos ao topo. Mas não, faltou a Ferrari um pouco mais de malícia nisso tudo. Foi tudo muito explícito, muito escancarado. Por isso, pulamos, pois assustamos com tamanha cara de pau da Ferrari em parecer que perdemos o nosso tempo durante 1h20 para assistir a uma corrida manipulada. Isso que nos revoltou. Ninguém se lembra de Felipe Massa fazendo um pit-stop mais longo para permitir que Kimi Raikkonen fosse campeão em 2007?!
Fiquei muito decepcionado na hora, porém, com sangue frio e análise racional, desculpem a sinceridade, mas qualquer um faria o mesmo.
Fiquem à vontade para jogarem as pedras.
Iceman 2010
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
De cabeça fria...
Pensando hoje com a cabeça fria cheguei a seguinte conclusão:
Vamos lá... Época Rubinho - Schumacher. Quando o Rubinho fez aquilo lá na Áustria todos meteram o pau nele, e todos tiveram a reação do tipo "Nunca mais torço por ele", certo?
Hoje em dia se você vê qualquer entrevista do Rubinho falando do episódio, ele deixa bem claro que fez aquilo porque não aguentava mais esconder o que acontecia nos bastidores da Ferrari. Ou seja, ele levou quatro temporadas para conseguir expor tal situação. Hoje em dia muita gente o admira por ter feito tal ação.
Claro, no Brasil, ele será eternamente o "Pé de Chinelo" para a maioria dos torcedores que se dizem "Apaixonados por F1". Mas aí é uma outra história que ficará para uma próxima vez.
Até onde sei a Ferrari sempre liberou a briga entre os pilotos enquanto visse que os dois pudessem brigar pelo título. Coisa que infelizmente esse ano não aconteceu. Massa demorou para se encontrar com o carro. Situações totalmente diferentes vividas por Red Bull e Mclaren e pelo próprio Massa em 2007 e 2008.
Outras coisas que me intrigam. Não estou duvidando em momento algum da capacidade de Senna, Mansell, Prost, Piquet e tantos outros. Pelo contrário. Acho todos mestres no que fizeram. Mas naquela época o apogeu da transmissão era quando liberavam o rádio para o campeão do mundo. Isso depois que já estava tudo decidido na última volta do campeonato. E olhe lá. Dados de telemetria jamais eram citados em repocrtagens. E aí me pergunto: Quantas vezes será que não tivemos casos parecidos?
Se não houvesse a telemetria e o Massa tivesse falado que a marcha não entrou (como se fazia antigamente) tudo estaria bem? Quantas corridas de antigamente a gente não via isso acontecer? Bom, isso também fica a cargo de cada um refletir e concluir.
Confesso, que estou um pouco decepcionado com o Massa. Também acho que ele não deveria ter deixado o Alonso ultrapassar. Mas na minha opinião, de todos os pilotos que vi e acompanhei correndo até hoje (ou seja, de 88 para cá), apenas um teria coragem de não permitir a ultrapassagem. E infelizmente não está entre nós. E seria demais querer comparar o Felipe com Ayrton.
Por isso e por outros motivos, continuarei torcendo e apoiando o Massa. Assim como continuo torcendo e apoiando o Rubinho.
Não me pronunciei em nada durante o dia de ontem pois não seriam palavras balanceando emoção x razão.
E por esse e outros motivos que faço questão de participar da GGOO. Cada um com sua opinião. O que faz as discussões na fila do GP Brasil sempre serem uma coisa à parte!!!
Por sinal faltam 103 dias.
Vamos lá... Época Rubinho - Schumacher. Quando o Rubinho fez aquilo lá na Áustria todos meteram o pau nele, e todos tiveram a reação do tipo "Nunca mais torço por ele", certo?
Hoje em dia se você vê qualquer entrevista do Rubinho falando do episódio, ele deixa bem claro que fez aquilo porque não aguentava mais esconder o que acontecia nos bastidores da Ferrari. Ou seja, ele levou quatro temporadas para conseguir expor tal situação. Hoje em dia muita gente o admira por ter feito tal ação.
Claro, no Brasil, ele será eternamente o "Pé de Chinelo" para a maioria dos torcedores que se dizem "Apaixonados por F1". Mas aí é uma outra história que ficará para uma próxima vez.
Até onde sei a Ferrari sempre liberou a briga entre os pilotos enquanto visse que os dois pudessem brigar pelo título. Coisa que infelizmente esse ano não aconteceu. Massa demorou para se encontrar com o carro. Situações totalmente diferentes vividas por Red Bull e Mclaren e pelo próprio Massa em 2007 e 2008.
Outras coisas que me intrigam. Não estou duvidando em momento algum da capacidade de Senna, Mansell, Prost, Piquet e tantos outros. Pelo contrário. Acho todos mestres no que fizeram. Mas naquela época o apogeu da transmissão era quando liberavam o rádio para o campeão do mundo. Isso depois que já estava tudo decidido na última volta do campeonato. E olhe lá. Dados de telemetria jamais eram citados em repocrtagens. E aí me pergunto: Quantas vezes será que não tivemos casos parecidos?
Se não houvesse a telemetria e o Massa tivesse falado que a marcha não entrou (como se fazia antigamente) tudo estaria bem? Quantas corridas de antigamente a gente não via isso acontecer? Bom, isso também fica a cargo de cada um refletir e concluir.
Confesso, que estou um pouco decepcionado com o Massa. Também acho que ele não deveria ter deixado o Alonso ultrapassar. Mas na minha opinião, de todos os pilotos que vi e acompanhei correndo até hoje (ou seja, de 88 para cá), apenas um teria coragem de não permitir a ultrapassagem. E infelizmente não está entre nós. E seria demais querer comparar o Felipe com Ayrton.
Por isso e por outros motivos, continuarei torcendo e apoiando o Massa. Assim como continuo torcendo e apoiando o Rubinho.
Não me pronunciei em nada durante o dia de ontem pois não seriam palavras balanceando emoção x razão.
E por esse e outros motivos que faço questão de participar da GGOO. Cada um com sua opinião. O que faz as discussões na fila do GP Brasil sempre serem uma coisa à parte!!!
Por sinal faltam 103 dias.
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
ALONSO DIZ QUE JÁ ATINGIU METAS
Após assegurar o quarto lugar no Mundial de Construtores, a Renault chega a Interlagos de sangue doce. Quem garante isso é Fernando Alonso. O espanhol afirmou que o time francês conseguiu o que pretendia, e que poderá correr livre de pressão no GP do Brasil.
"As boas performances na Ásia confirmaram que voltamos à melhor forma, e agora temos o terceiro melhor carro do grid. Além disso, garantimos o quarto posto entre os Construtores, nossa meta desde a metade da temporada. Já atingimos nossos objetivos, e podemos tratar da prova em Interlagos de maneira tranqüila", ressaltou o bicampeão.
E, para Alonso, isso pode ser vantajoso. "Correndo sem pressão, podemos esperar novamente por uma boa performance", afirmou o asturiano, que aproveitou para lembrar dos momentos especiais vividos no circuito paulistano. "Foi em Interlagos que eu conquistei meus dois títulos, então sempre é especial voltar para cá. O público brasileiro realmente gosta de F-1"
Sobre a pista, o espanhol destacou os "aspectos diferentes" com relação aos outros autódromos do Mundial. "O sentido anti-horário e a superfície mais ondulada fazem com que o trabalho de ajuste do carro seja essencial. E ainda existem várias curvas distintas, que necessitam de um bom pacote aerodinâmico", completou.
Fonte: Grande Prêmio
Só tenho uma coisa a declarar sobre a notícia acima:
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Jimmy News: A (provável) asa inovadora da Renault.
Olha, não sei se é real ou apenas um bom trampo no Photoshop, mas vazou na net 2 fotos de como poderia ser a inovadora asa traseira da Renault.




terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Cultura inútil - O SOLUCIONADOR DE PROBLEMAS

Já que fui um dos votados nesse quesito do GGOO AWARDS, segue mais uma.
É hilário, mas me parece ser uma metodologia bastante difundida pelas empresas do mundo todo.
Vai dizer que você nunca se utilizou disso??
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Raikkonen gostaria de ter Alonso na equipe

fonte: GLOBOESPORTE.COM
Valência, Espanha
Raikkonen foi o mais rápido nesta quinta
Em entrevista ao diário espanhol "Marca", Kimi Raikkonen disse que gostaria de um dia dividir a mesma equipe com Fernando Alonso. O finlandês garantiu que não teria problemas de relacionamento com o espanhol, e que só assim seria possível uma comparação entre os pilotos. - Não bateria de frente com Alonso, nunca tive problemas com nenhum companheiro de equipe. Eu gostaria, porque sem os dois pilotos na mesma equipe, fica difícil saber quem é o melhor - diz o atual campeão. Raikkonen, que fez o melhor tempo do dia nos testes em Valência, mostrou-se mais do que satisfeito em permanecer na Ferrari. - Não vejo nenhuma razão para ir embora da Ferrari, ainda que me faltem dois anos de contrato. Mas, em todo caso, acredito que esta será minha última equipe - avalia. Indagado se o bicampeão Fernando Alonso seria rival para o título nesta temporada, o finlandês esclareceu: - Se oferecerem um bom carro a Alonso, será muito difícil batê-lo. Então seria um a mais na corrida pelo título. McLaren vai estar forte com certeza, e a BMW, assim como a Renault, depende do rendimento do carro.
NOTA (só pra polemizar): na minha humilde opinião, não foi muito feliz essa declaração do Iceman. Deixa uma interpetração ambígua. O Kimi quer saber quem é o melhor da F-1 ou só o melhor dos dois? Na primeira hipótese, deixou o parceiro da Ferrari de fora??
O que estaria pensando Massa sobre isso??
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
COLUNA DO ROQUE: E FOI DADA A LARGADA!
Semaninha agitada essa...faltando um pouco mais de 2 meses para o início da temporada de F-1, as máquinas já começaram a aparecer, Ferrari, McLaren e Toyota já divulgaram seus bólidos e começaram os testes.
Das poucas mudanças conceituais ocorridas neste ano, chama a atenção para a diminuição dos entre-eixos da Ferrari de Kimi e Massa e o aumento dos mesmos da McLaren de Hamilton e Kovalein. Na Toyota a esperança, como sempre, é chegar ao pódio, com sucesso (Sempre com a promessa de que dias melhores virão, mas citando John Forgety "Somedays never come"... ), com talvez o carro (não a pintura) mais bonito até aqui.
Conceitos interessantes que fazem nos refletir sobre a importância de um automobilismo competitivo como valor agregado às grandes montadoras. Além dos lançamentos dos carros o grupo de pilotos para este ano também foi fechado. Na Force India, Fisichella (eterno) será o companheiro de Sutil e Liuzzi vai para o banco de reservas.
Uma das questões que surgem é: Será que que a Toyta está ai para perder dinheiro? Com certeza não. Porém o grande problema dela é justamente seu maior sucesso, o Sistema Toyota de Produção. Que, pela busca da excelência, dá-se o tempo que for necessário para solução dos problemas. Tempo este que não existe na F-1! A inovação e o P&D caminham juntos a todo vapor. Assim, a Toyota só terá sucesso se conseguir estes níveis de excelência na pista, quando ajustar seu sistema de produção.
Enquanto isso só nos resta admirar, discutir, debater estes novos, misteriosos carros de corrida e torcer para que a F-1 deste ano seja repleta de emoções, vitórias brasileiras e muita farra no GP Brasil.
Das poucas mudanças conceituais ocorridas neste ano, chama a atenção para a diminuição dos entre-eixos da Ferrari de Kimi e Massa e o aumento dos mesmos da McLaren de Hamilton e Kovalein. Na Toyota a esperança, como sempre, é chegar ao pódio, com sucesso (Sempre com a promessa de que dias melhores virão, mas citando John Forgety "Somedays never come"... ), com talvez o carro (não a pintura) mais bonito até aqui.
Conceitos interessantes que fazem nos refletir sobre a importância de um automobilismo competitivo como valor agregado às grandes montadoras. Além dos lançamentos dos carros o grupo de pilotos para este ano também foi fechado. Na Force India, Fisichella (eterno) será o companheiro de Sutil e Liuzzi vai para o banco de reservas.
Uma das questões que surgem é: Será que que a Toyta está ai para perder dinheiro? Com certeza não. Porém o grande problema dela é justamente seu maior sucesso, o Sistema Toyota de Produção. Que, pela busca da excelência, dá-se o tempo que for necessário para solução dos problemas. Tempo este que não existe na F-1! A inovação e o P&D caminham juntos a todo vapor. Assim, a Toyota só terá sucesso se conseguir estes níveis de excelência na pista, quando ajustar seu sistema de produção.
Enquanto isso só nos resta admirar, discutir, debater estes novos, misteriosos carros de corrida e torcer para que a F-1 deste ano seja repleta de emoções, vitórias brasileiras e muita farra no GP Brasil.
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domingo, 6 de janeiro de 2008
FÓRMULA 1: CALENDÁRIO 2008
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
RENAULT E ALONSO: DIVÓRCIO À VISTA?
Não, não estou louco ao colocar este título.
A confirmação da dupla de pilotos da Renault para 2008 aconteceu ontem. A equipe, com dois, digamos, novos pilotos (Alonso e Piquet Jr.) buscará resgatar os áureos tempos de glórias.
Mas ao sucumbir as pressões e pretensões de Alonso, a Renault demonstrou que trabalhará para um só piloto. Um só carro. Porém existem dois campeonatos...
Carros, pilotos e equipe devem estar em sintonia, e me pergunto, será que haverá aquela sintonia que houve tempos atrás, capaz de derrotar a toda poderosa Ferrari de Schumacher e Barrichello?
Eu dúvido, os tempos são outros, e novos pilotos estão aparecendo. E, com a cabeça na Ferrari, duvido que consiga repetir as mesmas atuações do passado, coisa que já não cosneguiu fazer na McLaren.
Assim, será que este casamento dura?
A confirmação da dupla de pilotos da Renault para 2008 aconteceu ontem. A equipe, com dois, digamos, novos pilotos (Alonso e Piquet Jr.) buscará resgatar os áureos tempos de glórias.
Mas ao sucumbir as pressões e pretensões de Alonso, a Renault demonstrou que trabalhará para um só piloto. Um só carro. Porém existem dois campeonatos...
Carros, pilotos e equipe devem estar em sintonia, e me pergunto, será que haverá aquela sintonia que houve tempos atrás, capaz de derrotar a toda poderosa Ferrari de Schumacher e Barrichello?
Eu dúvido, os tempos são outros, e novos pilotos estão aparecendo. E, com a cabeça na Ferrari, duvido que consiga repetir as mesmas atuações do passado, coisa que já não cosneguiu fazer na McLaren.
Assim, será que este casamento dura?
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