quinta-feira, 13 de março de 2008
NOVIDADES AERODINÂMICAS DA HONDA?

Será essa a novidade aerodinâmica que a Honda tanto preconizou?
GP DA AUSTRÁLIA + KISS

O mais bacana do fim de semana em Melbourne não é bem o GP, de tarde. É o show do Kiss, que toca lá mesmo em Albert Park à noite, na abertura da turnê que comemora os 35 anos da banda.
Rock e F-1, tem coisa melhor?
quarta-feira, 12 de março de 2008
iiGGOOrr: GGOO!!! BOLÃO F1 2008
A temporada 2008 da Fórmula 1 finalmente terá início nesse final de semana, com a disputa do Grande Prêmio da Austrália no circuito de Albert Park, na cidade de Melbourne. Além da expectativa que todo começo de campeonato proporciona aos amantes do automobilismo, neste ano teremos mais um “tempero” para motivar todos a assistirem aos GP’s, trata-se do “GGOO!!! BOLÃO F1 Regulamento - GGOO!!! Bolão F1 2008:
*** 50 PONTOS
Pole Position - 03 pontos
Posição no Grid Aleatória - 05 pontos (posição a ser definida antes de cada GP)
Volta mais Rápida na Corrida - 03 pontos
1º colocado na corrida - 10 pontos
2º colocado na corrida - 08 pontos
4º colocado na corrida - 05 pontos
5º colocado na corrida - 04 pontos
6º colocado na corrida - 03 pontos
7º colocado na corrida - 02 pontos
8º colocado na corrida - 01 ponto
*** Serão válidas somente as apostas realizadas em tópico específico na Comunidade no Orkut "GGOO!!! F1 setor G" (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=22496471) até 30 (trinta) minutos antes do início do treino oficial para decidir o grid de largada (exceto no GP Brasil, onde os membros da GGOO!!! poderão fazer as apostas pessoalmente no autódromo de Interlagos).
*** Não serão aceitas apostas duplas. (exemplo: Apostar
*** Os resultados do "GGOO!!! Bolão F1 2008" seguirão os resultados oficiais da FIA (exemplo: Raikkonen fez a pole, mas trocou de motor e Hamilton foi o segundo. Os pontos vão pra quem votou no Hamilton).
P
DEPOIS POSTE SEUS PALPITES, CLICANDO AQUI
E AQUI, ESPAÇO PARA OS COMENTÁRIOS, DÚVIDAS E GOZAÇÕES
Boa sorte a todos!
NOVA ASA DA RENAULT
Também chamada de "asa de gaivota", a meta da Renault é se aproximar de três a quatro décimos de Ferrari e McLaren. A novidade foi testada exaustivamente em túnel de vento e não foi utilizada em nenhum dos testes de inverno na Europa para que não fosse copiada pelas rivais.
A asa apresenta um duplo plano inferior em forma de W e foi mostrada hoje em Melbourne.

BUTTON: "ESTOU NO MEU MELHOR MOMENTO"
Na verdade, o inglês afirma, em entrevista à revista "Autosport" estar vivendo "o melhor momento" da sua carreira na F-1. Segundo o piloto, o motivo de tanta alegria é a presença de Ross Brawn no comando da equipe nipônica."Posso estar em um carro que não vai disputar pontos nas primeiras corridas, mas não poderia estar mais feliz pelo que teremos no futuro", disse o piloto.
De acordo com o inglês, a chegada de Brawn à equipe renovou as idéias de todos sobre o comportamento do time. "Todos sabem que Ross conhece o assunto. Além disso, ele acalma todo mundo; não faz o gênero de chegar gritando, apenas diz a todos o que achar ser certo. É meio clichê, mas ele consegue buscar o melhor de cada um", disse o piloto.
"Ele trabalhou em áreas que eu não percebia nada de errado, e nós realmente melhoramos nestes quesitos. No momento, tudo dentro do time está bem, mas tenho certeza de que Ross sabe de algo que possa melhorar ainda mais o nosso trabalho", concluiu.
É, parece que realmente Barrichello está influenciando todos na Honda.
LUCAS DI GRASSI: " VAI SER INTERESSANTE VER A ESTRATÉGIA DE CADA UM"

Lucas Di Grassi – Com essa alteração no regulamento, as equipes terão que reduzir o tempo de permanência do carro na pista da largada até o primeiro pit stop, quando ele será reabastecido. Isso vai ocorrer simplesmente por que os dez carros que participarem da terceira parte da tomada sairão dela com menos combustível que os demais. Acho que vai ser interessante ver a estratégia de cada um, pois alguns destes carros de ponta vão para os boxes logo e outros podem até permanecer mais tempo na pista. Tudo vai depender da estratégia, condições de pista e outros aspectos que só poderão ser verificados com certeza na hora da largada.
Alterações no período de duração das três etapas que compõem os treinos classificatórios
Lucas Di Grassi – Este ano a classificação também será dividida em três partes, mas com períodos de 20, 15 e 10 minutos. Note que o período de cada uma das três divisões vai diminuindo, o que vai aumentar a tensão e o imediatismo da necessidade de registrar o quanto antes uma volta realmente boa, especialmente na segunda e na última parte. Além disso, este ano devem ser eliminados seis carros em cada uma das duas primeiras partes, deixando dez deles lutando pela pole na última. E, como falamos, quem participar da última não poderá colocar gasolina, o que complica tudo. É uma boa receita, que certamente vai render muita emoção nesta temporada.
Possibilidade de realizar uma primeira troca de motor sem que haja perda de posições no grid
Lucas Di Grassi – Além dos motores continuarem os mesmos de 2007, agora aumentou a lista de itens que serão controlados pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), aumentando ainda mais o controle sobre o que as equipes fazem nos motores. Ao controlar sistemas auxiliares, a FIA pretende impedir que as equipes gastem em pesquisas de peças ou sistemas que têm pouca perspectiva de gerar benefícios, como as bombas de gasolina. Uma mudança importante para este ano é a possibilidade de uma primeira troca de motores sem que haja perda de posições no grid. Sempre achei essa punição meio pesada, pois sempre que se troca um motor o motivo é geralmente um problema técnico. Acho que, na maioria dos casos, a troca não é algo que o piloto ou a equipe desejem fazer, pois vão sair prejudicados. Com essa nova isenção já é um alívio e, eu acho, as coisas ficam mais justas e equilibradas neste quesito.
Obrigatoriedade de se utilizar a mesma caixa de câmbio durante quatro GPs seguidos
Lucas Di Grassi – Depois da introdução do tipo de motores que os ingleses chamam de “long life” em 2004, a FIA vem estudando a mesma medida para os câmbios, que também custam muito caro. Agora, o piloto tem que usar o mesmo câmbio por quatro corridas, mas pode trocar em caso de quebra. Caso a substituição da caixa não ocorra por quebra, ou seja, se trocar o câmbio por um motivo que não seja problema técnico, o piloto perderá cinco posições no grid de largada. No fim das contas, isso vai gerar uma importante e significativa economia para as equipes. É provável que no futuro tenhamos um “congelamento” dos câmbios, assim como estão fazendo com os motores, cujo padrão atual deve permanecer até 2010.
Lucas Di Grassi – Este novo calculador eletrônico, batizado de Electronic Control Unit (Unidade de Controle Eletrônico), altera bastante a rotina das equipes. Para começar, será preciso adaptar-se às suas capacidades. Em termos técnicos, este novo calculador eletrônico tem a metade da potência do sistema anterior usado na Renault, por exemplo, e também possui um quarto de sua memória, além de pesar aproximadamente um terço a mais. Mas ela vai eliminar vários sistemas que auxiliam o piloto na condução de um F1, como o controle de tração e os dispositivos eletrônicos de gerenciamento do freio-motor. A Renault estima uma perda de 0s4 por volta, em média, devido a esse novo sistema. E os pilotos agora terão que se virar sem os auxílios eletrônicos. O Fernando Alonso (piloto titular da equipe Renault F1 Team) comentou que teremos que repensar o carro em termos de acerto e de projeto mecânico e aerodinâmico para compensar essas perdas, e ele tem toda a razão, é essa a atitude de toda a Fórmula 1. É um novo ponto de partida, muda muita coisa no carro a partir de agora. E os pilotos vão ter que mudar seu estilo na pista também.
Lucas Di Grassi – Parece pouco, mas as laterais dos cockpit dos carros deste ano estão cerca de 20 mm mais altas do que em 2007. Esse não é um número aleatório, certamente foi bastante estudado. A idéia é tentar reduzir a possibilidade de um piloto sair machucado caso um carro passe por cima do outro em um acidente, como já aconteceu muitas vezes na Fórmula 1. Do ponto de vista do trabalho dos engenheiros, esse aumento influenciou o projeto do carro como um todo, já que hoje em dia a aerodinâmica desses carros é tão sensível que qualquer alteração pode alterar seu comportamento. Apesar de ser uma modificação igual para todos, as equipes vão encontrar boas soluções. Elas sempre encontram.
Lucas Di Grassi – Do ponto de vista da construção do carro, os engenheiros estão voltando atrás e usando antigos materiais, mas que não deixam de ser materiais de qualidade. Isso aproxima a F-1 da indústria automobilística, já que os veículos que utilizamos no dia-a-dia não usam metais exóticos extremamente caros e difíceis de substituir. Por outro lado, essa medida também visa reduzir os custos das equipes, que estão indo longe demais, conforme os chefes de equipe dizem unanimemente. A FIA já se preocupa com esse tipo de coisa há muito tempo, mas por pressão das equipes, que não querem perder o trabalho e o desempenho conquistado ao longo dos anos, sempre encontrou barreiras para mudanças radicais como esta.
Lucas Di Grassi – Testar carros de Fórmula 1 é um sonho de todo piloto aspirante. Mas as oportunidades são raras. Primeiro, por que os testes são caros, o que é um limitador. Segundo, por que se a quilometragem é inserida no pacote máximo de testes permitido pela FIA, então as equipes preferem fazer esses ensaios com pilotos mais experientes, que podem passar informações mais precisas e gerar muito mais valor por quilômetro rodado. A FIA retirou uma das principais barreias, e com isso facilitou o ingresso de novos talentos na categoria.
Lucas Di Grassi – Esta é mais uma medida para reduzir custos. Antigamente, com custos menores e uma resistência mecânica menos eficiente, a existência de dois carros reserva por equipe era justificável e muito interessante. Mas agora os carros quase não quebram, e cada carro reserva custa uma fortuna. Assim, ao invés de quatro carros (dois titulares e dois reservas, completamente montados ou não), teremos apenas três por equipe. É uma medida bem-vinda, especialmente para as equipes menores.
FOTO DO DIA
Para "estrear" a nova pista de Melbourne que recebia pela primeira vez o circo da Fórmula 1, Martin Brundle aprontou das suas:

Ao contrário do que a foto sugere, o piloto saiu ileso.
terça-feira, 11 de março de 2008
Aviso -- Comunidade GGOO
Mais tarde eu coloco um link fixo no menu a direita.
PIQUET JR: "DESDE PEQUENO FUI NELSINHO"
Após os testes de pré-temporada, como está a Renault para 2008?
Evoluímos bastante nos testes da pré-temporada. Conseguimos informações muito boas, que estão sendo trabalhadas em nossas oficinas e devem dar mais competitividade ao carro. Ainda não dá para afirmar com certeza como estaremos nas primeiras corridas, mas nossa expectativa é ficar logo atrás da Ferrari e McLaren, disputando para ser a terceira força.
Você teme a pressão dos torcedores brasileiros por bons resultados na primeira temporada?
Estou tranqüilo em relação a isso. Meu desempenho vai depender fundamentalmente da competitividade do carro. Meu objetivo é realizar um bom campeonato, tentar não cometer erros e andar no mesmo ritmo do Alonso. Não estou focado em pódios e vitórias, afinal é meu ano de estréia. O importante é fazer um trabalho de acordo com as expectativas da equipe.
Quais os principais conselhos que seu pai lhe deu antes de sua estréia em GPs na Fórmula 1?
Ele me falou para manter sempre a tranqüilidade e fazer o meu melhor. Meu pai confia na minha capacidade e sabe que tenho condições de fazer um bom campeonato.
Você gosta de ser chamado de Nelsinho pela imprensa e pelos torcedores? Prefere Nelsinho, Nelson Piquet Jr. ou Nelson Ângelo?
Desde pequeno sempre fui Nelsinho. Gosto de ser chamado assim.
A entrevista completa pode ser vista aqui.
Uma coisa é certa, mais do que o pai confiar na capacidade do filho, Nelsinho precisa ter confiança em si mesmo, senão...
HEAD: "O IDEAL SERIA A LARGADA EM ORDEM INVERTIDA"
Um dos donos da Williams, Patrick Head apresentou uma idéia radical para resolver o problema da falta de ultrapassagens na Fórmula 1. A sugestão é que o grid de largada seja montado na ordem invertida da classificação do Mundial.
"Se você colocar os mais rápidos na frente e os mais lentos atrás, por que haverá qualquer ultrapassagem? (Se minha sugestão for acatada,) no fim do ano, o cara certo ganhará o campeonato do mesmo jeito", afirmou o dirigente à BBC.
De acordo com Head, um dos mais respeitados engenheiros do esporte, as tentativas da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) de facilitar a troca de posições não vem dando resultado. Por isso, ele sugeriu que a entidade seja "mais aventureira".
A principal medida em busca das ultrapassagens foi a proibição do reabastecimento entre o treino classificatório e a corrida. No entanto, como a estratégia das equipes é quase sempre semelhante, pouco mudou.
Patrick Head tem consciência de que sua idéia seria "rejeitada pelos puristas". "Tenho certeza de que reclamariam, mas eu cruzo com muita gente que prefere assistir ao motociclismo porque não há ultrapassagens na Fórmula 1", contou.
Por fim, o dirigente da Williams disse que sua idéia não é motivada pela queda de sua escuderia, dominante nos anos 80 e 90. "Eu já sugeri isso à FIA no passado. E fiz essas sugestões quando a Williams estava vencendo corridas", concluiu.
ECCLESTONE: "AINDA VEJO RALF NA F-1"
Por incrível que pareça o homem forte da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, sente falta de Ralf Schumacher (ou seria do sobrenome Schumacher?) na categoria.
Para o dirigente, Ralf "tem muito talento, mas ele não teve um desempenho regular. Se ele estivesse na McLaren ou Ferrari, talvez continuasse na F-1, mas Ralf estava em um time que não é bom o suficiente".
Ecclestone está indignado, mas acredita que um bom desempenho do Schumacher caçula possa trazê-lo de volta à F-1.
"Eu ainda consigo vê-lo pilotando novamente na categoria", disse Bernie.
Quer dizer que a culpa do desempenho do Ralf era da Toyota...
Bom, quando Barrichello se aposentar, a culpa será só do desempenho da Honda?
segunda-feira, 10 de março de 2008
Costela do STIK!: O melhor de todos, G. Ceara! Oo?
Como eu ia dizendo o ano começará agora (sim, carnaval pra mim é lixo) , e como uma criança que acha o brinquedo perdido resolvi abrir a pasta GP3 do meu PC, que a tempos não passava sequer perto por ela. Passei horas jogando, eu e minha Honda (o MOD era de 2007, ou seja, o carro uma droga) batendo nas Spyker e brigando com as Super Aguri, depois de um tempo o jogo desanimou, não porque o F%#@¨% do Speed me tirou da briga pela 15º posição, mas porque me bateu a saudades do melhor jogo de F1 de todos os tempos.

Pra quem é das antigas sabe o que significa essa foto acima, e não é o Senna (ou é mais não deveria ser, porem é e sei lá o que), esse joguinho criado em meados de 89 (se não me engano) quando eu só tinha 1 ano faz história até hoje! Quem nunca tentou de tudo para vencer o cara da foto? Quem nunca nas duas ultimas provas da temporada, já com o resultado definido não quis desafiar a Zero Force e fazer ela campeã!? Minha infância é marcada por esse jogo caros amigos e membros da GGOO, e até hoje quando eu posso, dou umas voltinhas com o carro amarelo. Pra quem não teve infância e não sabe do que eu estou falando, se trata do jogo feito para o Mega Drive “Super Mônaco GP”, um jogo que marcou época e até hoje é lembrado por tudo o que representou. Hoje em dia já conseguiram segurar o tal G.Ceara, foi bom enquanto durou. Abaixo vai uma lista curiosa: O nome fictício dos pilotos e em quem eles foram inspirados, mesmo vale para as equipes:
Class A
A. Asselin
Alain Prost
Madonna McLaren
F. Elssler
Gerhard Berger
Firenze Ferrari
G. Alberti
Riccardo Patrese
Millions Williams
A. Picos
Nelson Piquet
Bestowal Benetton
Class B
J. Herbin
Jean Alesi
Blanche Brabham
M. Hamano
Satoru Nakajima
Tyrant Tyrrell
E. Pacheco
Luis Perez Sala
Losel Lotus
G. Turner
Johnny Herbert
May March
Class C
B. Miller
Eddie Cheever
Bullets Arrows
E. Bellini
Andrea de Cesaris
Dardan Dallara
M. Moreau
René Arnoux
Linden Ligier
You
Your Country
N/A
Minarae Minardi
Class D
R. Cotman
Nigel Mansell
Rigel Rial
E. Tornio
JJ Lehto
Comet Coloni
C. Tegner
Stefan Johansson
Orchis Onyx
P. Klinger
Bernd Schneider
Zeroforce Zakspeed
Special Driver
G. Ceara
Ayrton Senna
Bullets Arrows
E antes que alguém venha me dizer: “Que droga de costela STIK, cadê aquele humor que faz sua costela ser engraçada e que me faz acessar a Internet só para poder aprecia-la?” Eu digo: Pra uma “Costela” ser divertida não é preciso ser engraçada, e tem mais, eu disse que essa seria a mais louca, não a mais engraçada. Ta compreendido!?
Nota: Link da Capa do jogo(do nada deu pau no blog). E para os curiosos de plantão, o link de como ganhar do G.Ceara, o que por mim tira a graça do jogo:
Capa: http://www.freewebs.com/skeetoids/Super%20Monaco%20Grand%20Prix_000.bmp
Passando G.Ceara: http://www.youtube.com/watch?v=iOieI1gZW80
RED BULL: MOMENTO ARTÍSTICO
A uma semana do início da temporada, a Red Bull envia aos jornalistas este belo estudo do novo carro da equipe.
Junto uma mensagem que está numa tradução livre aqui: “Lindas imagens, na esperança que o carro seja lindamente rápido também”.
Colecionadores de Wallpapers, cliquem na imagem para ampliar!
BARRICHELLO: ME CHAMARAM DE LOUCO
Perto de se tornar o piloto com maior número de Grande Prêmios disputados na Fórmula 1, o brasileiro Rubens Barrichello já teve o seu melhor momento na categoria, ao ser o fiel escudeiro do alemão Michael Schumacher na Ferrari, entre 2000 e 2005. Mas o piloto da Honda admite que nem todos apoiaram a decisão de trocar a Stewart pela escuderia italiana na época e dá sua explicação para a mudança.
"Muitas pessoas acharam que eu estava louco de assinar um contrato com a equipe de Schumacher. Mas eu estava cheio de pilotar carros que não me permitiam ser o Rubens vitorioso das categorias inferiores", disse.
Em diversas oportunidades, Barrichello foi criticado por acatar as ordens da equipe e permitir a ultrapassagem do heptacampeão, mesmo depois de liderar a corrida inteira. Para o brasileiro, os seis anos na escuderia italiana - em que subiu nove vezes ao lugar mais alto do pódio - o tornaram um vencedor.
"Eu desejava ser um vencedor novamente. Assinar com a Ferrari significou a reconstrução da minha autoconfiança no meu potencial", explicou o veterano, vice-campeão do Mundial de Pilotos em 2002 e 2004.
Em sua 16ª temporada na categoria, Barrichello entrará para a história como o piloto que mais participou de provas da categoria quando entrar na pista do circuito de Istambul - quinta etapa do ano -, somando 257 GPs no total. Além de almejar este recorde, o piloto também tenta apagar da memória o ano de 2007, em que não somou nenhum ponto.
Para isso, a Honda conta em 2008 com a experiência de Ross Brawn, ex-diretor técnico da Ferrari. Barrichello participou hoje de um evento conjunto com a Super Aguri, no Japão. A escuderia japonesa fornecerá motores para a parceira durante a temporada. 
E LÁ VEM A SUPER AGURI...

domingo, 9 de março de 2008
GGOO: SUPERCLASSIC E PORSCHE GP












sábado, 8 de março de 2008
FELIZ DIA DAS MULHERES

Com essa foto, tirada hoje em Interlagos (durante o Campeonato Paulista de Automobilismo), homenageamos todas as mulheres da GGOO e demais, que são amigas, companheiras, namoradas, amantes, e que são tudo na vida dos homens.
Jimmy News: Vídeo da Super League
O ronco de um V-12 é uma coisa linda de se ouvir! =]
C YA!!!
sexta-feira, 7 de março de 2008
Post "Histórico"

E o modelo é lindão não!? (Porque cortaram a cabeça dele?)
WELCOME BACK DA MATTA
CM: Neste momento, agora com a experiência de voltar ao carro, acho que não mudou praticamente nada. Em termos de testes que os médicos fizeram comigo, consegui passar em todos, sempre com médias parecidas com as que eu tinha antes. E, no dia a dia, não tenho sentido nada de diferente.
CM: Já tenho o sinal verde para correr em 2008 e, agora, estou conversando com várias pessoas. Correr com o Gil de Ferran pode ser muito legal. Ele terá uma equipe na America Le Mans Series. Seria uma experiência ótima porque só andei em um carro assim uma vez, nas 24 Horas de Daytona. Se olharmos mais friamente o automobilismo, as categorias de Fórmula não estão lá essas coisas, estão em uma situação um pouco difícil. Então, seria legal ter a chance de correr com protótipos. Só que, querendo ou não, tenho experiência em Fórmula. Corro de Fórmula desde 1999 (Indy, Champ Car e F-1). Então, não descarto nenhuma delas. Na GT, terei de aprender tudo, mas isso também não será problema.
CM: Depois dos testes em Miami com a GT, vou testar com a Grand Am, de protótipo, no meio de março. Também acho que vai ser uma coisa muito legal. Tenho uma indicação médica para praticar um pouco antes de voltar. Hoje, tenho praticado bastante, mas as oportunidades que podem acontecer não serão concretizadas já para a primeira corrida das categorias. Algumas pessoas me perguntaram se eu não ligo de perder duas ou três provas, e eu respondi que, para mim, hoje é o ideal. Os médicos pediram para eu fazer isso, e é uma grande coincidência que os contratos não fiquem prontos. Então, para mim, está sendo perfeito. Se tentasse planejar algo assim, eu realmente não conseguiria. Está dando certo, sem mais nem menos. Mas, neste momento, como eu disse, não tenho nada assinado. Tenho opções próximas e caminhando para o final feliz. Mesmo assim, espero que aconteça rápido. Fico feliz só de saber que a partir de março ou abril posso estar de volta às pistas. Se estiver pronto para dirigir nessa época, se estiver com algo acertado mesmo que só para maio e começo de junho, pegando pesado, ficarei satisfeito.
COLUNA DO ROQUE: AS REALIDADES...
É possível fazer um campeonato multi-marcas, com carros de verdade e ter disputas equilibradíssimas. Seat, BMW, Chevrolet e até a Lada (para alegria de Flávio Gomes) disputam o campeonato que são disputados palmo a palmo e possuem inúmeras possibilidades para os pilotos. O clima é descontraído, existe uma certa nostalgia no ar. Pilotos de turismo se encontram com ex-pilotos de Fórmula 1 para o que parece ser, além da corrida propriamente dita, uma grande confraternização.
Já pelos lados de cá, na mesma pista de Curitiba ocorreram as provas da F-Brasil (campeonato criado com os restos de Formula Renault) e do Brasileiro de Marcas e Pilotos. Ao todo (nas duas categorias) participaram 14 carros (6 na F-Brasil e 8 no campeonato de "marcas" e pilotos, sendo 3 carros emprestados por uma escola de pilotagem). A culpa para este número enorme de participantes, segundo o nosso inestimável presidente da CBA, é das próprias equipes a quem chama de rídiculas e despreparadas (?!).
Pois é, diante dos olhos do mundo, demonstramos a nossa incapacidade de se fazer algo decente, algo direito e com participação efetiva de todos os públicos (pilotos, equipes, patrocinadores e principalmente o público). Está na hora de alguma coisa mudar. Ou a CBA, enfim realiza sua atividades de fomento ao automobilismo, ou toda a nossa história se resumirá em conquistas e doces lembranças. E isso, para um país 8 vezes campeão do mundo de Formula 1, Campeão da Formula Indy, tantas vezes vencedores das 500 milhas de Indianápolis e de tantas outras corridas importantes, é inaceitável.
No mesmo domingo, a Fórmula Truck levou o seu show para Guaporé e disputou uma corrida ora no seco, ora no molhado que foi emocionante, cheio de toques e enfim, disputada. Porém após a corrida, a Truck perdeu o seu showman, idealizador e promotor que, acima de tudo e todos, superou todas as dificuldades impostas pela CBA, conseguiu fazer com que a Truck chamasse a aatenção e desse show. Espero que este show continue após a perda de seu front man. À família de Aurélio Batista Félix, os sentimentos da família GGOO com muito pesar.
E enquanto isso a vida segue e o show precisa continuar...
MEMÓRIAS DO GP: AUSTRÁLIA 1991
O primeiro vídeo é a volta da pole de Ayrton Senna em 1991. Ainda de câmbio manual, percebe-se a dificuldade na condução do carro, com lindas corrigidas. Mas o que mais chama atenção é a vontade com que, na busca da volta perfeita, Senna se lança nas curvas.
Apreciem, com moderação:
quinta-feira, 6 de março de 2008
Charge da GGOO: "F1 Brigas 2008!" Massa X Kimi

Esse ano a briga promete!
E tem mais "F1 Brigas 2008" vindo por ai! (Isso se eu achar fotos boas, ta dificil...) Aguardem!!! Ou não.....
Aviso da Equipe GGOO!!!
Daniel “STIK10” Macarenco
Torcida Organizada GGOO
ENQUANTO ISSO NA HONDA...
É praticamente uma admissão de que o RA108 é um lixo.
É, também, o primeiro passo na luta para recuperar o que talvez já seja irrecuperável. Jorg Zander, abaixo apenas de Ross Brawn na hierarquia técnica, deve assumir o cargo.
Mas nem Brawn nem Zander são milagreiros.
E lá vai a Honda jogar mais € 200 milhões pelo ralo numa temporada...
Fonte: Fábio Seixas
E VAI ESCURECER...
quarta-feira, 5 de março de 2008
iiGGOOrr: MORRE O CRIADOR DA F-TRUCK
Criador e organizador da única categoria nacional que coloca em disputa caminhões com apoio das montadoras, o chefe e criador da F-Truck morreu no início da noite desta quarta-feira (05/03/2008)
Fonte: Grande Prêmio / Warm UP
LEIA MAIS, CLIQUE AQUI
Quase um tubarão...
Depois de um bom tempo sem postar por aqui, volto aproveitando o gancho da "Costela do Stik" que está aí embaixo.
Ao ler o post, fiquei curioso pra saber se mais alguém tentou um bico "diferente" na F1.
E vejam o que eu achei:

Sim!!
A McLaren fazendo experimentos com bico alto.
O problema foi quem eles levaram a asa dianteira pra cima também!
Não achei muitas informações por aí, mas parece que o carro tinha um bom downforce, mas perdia pressão aerodinâmica nas freadas e também tinha dificuldades para entrar no vácuo dos adversários.
Não sei pq, mas me lembrou muito a F1 atual!
Bom... é isso!
C YA!!!
HABEMUS CARRUM, O DEBUT DA SUPERLEAGUE
O Shakedown ocorreu em Doninghton e, aparentemente, correu tudo bem, sem maiores percalços.
Abaixo, algumas fotos oficiais deste primeiro teste. Diferentemente dos showscar mostrados (Milan, Flamengo e Corinthians), o carro tem um desenho bem arrojado e bonito e chama atenção a utilização de pneus slicks e de grandes (e desproporcionais) aerofólios traseiros.
De qualquer forma, ainda esperarei sair efetivamente do papel para começar a torcer contra o Corinthians.
terça-feira, 4 de março de 2008
FOTO DO DIA
A primeira foto é o momento em que Niguel Mansell perde o título de 1986 na própria Australia que, então, fechava a temporada de Fórmula 1.
UMA EQUIPE ROCK'N' ROLL
Já escrevi neste espaço, com tristeza, sobre os rumos que a Jordan tomou.
Em meados dos 90, era a equipe mais promissora do paddock. Comandada por gente que entende e que tem paixão pelo automobilismo, vira-e-mexe assustava uma equipe grande com bons resultados aqui e ali.
De quebra, era o time mais divertido da F-1. Eddie sempre foi uma figuraça. E nas coletivas, nos bate-papos informais, nos shows de rock pós-GP, era ele o animador.
Mas ele não agüentou as pressões da nova F-1. Esta F-1 das montadoras, que cria aberrações como a Toyota, que deve gastar € 290 milhões neste ano para não conquistar nada.
Eddie vendeu sua Jordan para o tal russo-canadense Alex Shnaider. Que só queria fazer negócios. Que fez, vendendo-a para a Spyker. Que pensei que daria um rumo diferente para a equipe. Que não deu. E que a vendeu para o tal Vijay Mallya. Que pensei que só queria fazer negócios. Mas que vem me surpreendendo.
Primeiro, porque parece comprometido com a F-1. Os testes, as contratações, as declarações, todas as suas ações até agora guardam uma lógica automobilística.
E o que motiva este post é o que acabo de ler na internet. Mallya que “resgatar o espírito rock’n’roll da Jordan”. Diz o indiano que o time deve batalhar para conquistar de volta a reputação e o amor pelo esporte que a levaram ao terceiro lugar no Mundial de Construtores de 1999.
Detalhe que eu não sabia, Mallya convidou Eddie para tocar baterias na festa de Natal da equipe. E ele aceitou, claro.
“Gosto dele. Ele não tem medo de gastar dinheiro. Ele diz que seu sonho é ser como a Jordan e ganhar corridas de vez em quando. E vai fazer um grande esforço para que isso aconteça”, diz o irlandês.
Que bom. Se a Force India for sombra do que a Jordan era nos 90, já será legal demais.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Costela do STIK! Bico de Tubarão! Nhack Nhack
O ano é 92, domínio da Williams e Nigel Mansell, Senna e Berger sofrendo na McLaren e o “Schumacão” com sua Benneton crescendo cada vez mais. E foi nesse ano que o mundo viu o “nascimento” (ahammm) dos famosos bicos de Tubarão! Schumacher neste ano terminou a frente do Deus...ops, digo, Ayton Senna... e deu o primeiro passo para o que vinha depois, o que vocês já sabem muito bem. Porem uma injustiça foi realizada durante todos esses anos... todos dizem que foi a Benneton que criou os bicos de Tubarão, mas eu digo para vocês irmãos! Não foi a Benneton que criou os Bicos de Tubarão... não foi! E para comprovar...e para comprovar... tenho uma foto em minhas mãos, que eu consegui pesquisando em vários lugares da net fonte google... e que mostra! Prestem bem atenção... e que mostra! A Tyrrell usando bico de Tubarão.... Não estou mentindo irmãos, o pecado tantas vezes cometido, e você nem sabia...

Queime no inferno pecador, Nhack Nhack, que falta de respeito!
domingo, 2 de março de 2008
QUANTO VALE O SHOW DAS EQUIPES?
Hoje, vamos conhecer a estimativa da revista “Kicker” de quanto as equipes vão gastar nesta temporada. Vale lembrar da proposta de um teto máximo para o ano que vem e o valor que foi comentado foi algo em torno de 100 milhões de Euros. Confira:
Toyota - € 290 milhões
Ferrari - € 270 milhões
BMW Sauber - € 250 milhões
McLaren - € 240 milhões
Renault - € 225 milhões
Honda - € 200 milhões
Williams - € 170 milhões
Red Bull - € 150 milhões
Force India - € 85 milhões
Toro Rosso - € 80 milhões
Super Aguri - € 80 milhões
Alguns fatos chamam a atenção. A Toyota continua sendo a que mais gasta, com parcos resultados. A Honda é a montadora que menos gasta e a Williams não é tão econômica quanto muita gente (eu, pelo menos) imaginava. E Dietrich Mateschitz poderia, quem sabe, obter melhores resultados se corresse apenas com uma equipe, com um orçamento concentrado de equipe de ponta.
Mas o grande barato é tirar a média e ver o quanto foi gasto por ponto conquistado. Pegando os valores deste ano com os pontos somados em 2007, o quadro seria o seguinte:
Force India/Spyker - € 85 milhões gastos por ponto conquistado
Honda - € 33,333 milhões
Toyota - € 22,308 milhões
Super Aguri - € 20 milhões
Toro Rosso - € 10 milhões
Red Bull - € 6,25 milhões
Williams - € 5,152 milhões
Renault - € 4,412 milhões
BMW Sauber - € 2,475 milhões
Ferrari - € 1,125 milhão
McLaren - € 1,1 milhão
Como se vê, com a óbvia exceção da Toyota, o investimento feito é proporcional ao sucesso alcançado nas pistas.
Sei lá, no fundo eu acho que as idéias socialistas de Marx Mosley podem até tornar a F-1 mais interessante.
sábado, 1 de março de 2008
FIA WTCC GP BRASIL (CURITIBA)

BENETTON B191 X FERRARI F2000
Vale pelo show e para analisar o quanto os carro evoluiram:
Bom divertimento!





















