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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Um tapa na cara dos grandes*

* Por Julianne Cerasoli

Com menos da metade do orçamento de equipes como Red Bull, Ferrari e McLaren, a Force India vem conseguindo se manter em segundo lugar no mundial de construtores. Tudo bem que estamos apenas na terceira etapa do campeonato e o carro de Nico Hulkenberg e Sergio Perez não é o segundo mais rápido, de fato, mas ainda assim trata-se de um feito e tanto.

São várias as nuances que vêm fazendo da Force India a equipe mais consistente do meio do pelotão nos últimos anos. O time pode não ter tido os pódios da Sauber ou uma vitória, como a Williams, mas vem ficando entre a sexta e sétima colocações nos últimos quatro anos. Talvez seja esse sucesso relativo e constante que mantenha a equipe viva mesmo que empresas ligadas a seu dono, Vijay Mallya tenha sofrido fortes abalos desde 2011, incluindo problemas com a justiça indiana por débitos na casa de 1 bilhão de dólares.

Finanças obscuras à parte, é interessante como a equipe apostou em duplas de pilotos com boa relação custo/patrocínio/benefício, e viu o lucro disso.

Outro trunfo do time é o motor Mercedes, claro, e a eficiência de uma fábrica que aprendeu a se virar com orçamentos sempre abaixo dos 100 milhões de euros – este é o primeiro ano em que a quantia chegou aos nove dígitos, graças ao dinheiro trazido por Perez – 340 funcionários e uma fábrica bem menos paramentada que dos times grandes. O resultado são projetos conservadores, cuja função primordial é garantir confiabilidade, e toda e qualquer novidade é muito estudada antes de ser colocada em prática – simplesmente porque não se pode jogar dinheiro fora.

Isso, é claro, tem seu lado negativo e limita o nível de desenvolvimento ao longo da temporada. Por isso, é irreal neste momento pensar na Force India sequer no top 4 ao final do ano, mas todo e qualquer ganho de visibilidade, se possível com pódios, é bem-vindo.

Depois de conseguir reduzir em 10kg o peso do carro desde o início da temporada, o foco agora é ganhar em performance aerodinâmica e, no papel, as novidades que o time trará para as próximas duas etapas devem gerar 15 pontos em downforce. Talvez isso não fique tão claro na China, pois o carro se comporta melhor no calor, mas o certo é que, enquanto os grandes continuarem falhando, eles estarão por perto para aproveitar.

segunda-feira, 10 de março de 2014

quarta-feira, 5 de março de 2014

Duelos Internos 2014 – Force Índia*

* Por Luis Fernando Ramos


A boa forma apresentada pela Force Índia nos testes deste ano e, principalmente, o fato do time dispor dos motores Mercedes indica uma boa chance ao sexto colocado do ano passado de somar bons pontos e conquistar uma posição ainda melhor no Mundial de Construtores. Dupla de pilotos para esse, eles têm. Nico Hülkenberg se mostrou constante e eficiente no ano passado e Sergio Perez está louco para mostrar serviço após ser dispensado pela McLaren.

O alemão é o mais experiente dos dois e já correu pela equipe com sede em Silverstone por duas temporadas - uma delas como piloto reserva. Vive novamente a expectativa de consumar seu potencial e atrair a atenção de uma equipe de ponta. Se a performance indicada no Bahrein for confirmada nas primeiras corridas do ano, poderá causar uma sensação parecida com o que fez no GP da Coreia na última temporada.

Já o mexicano sabe que precisa corresponder depois de sua frustrada passagem pela McLaren. Ainda que tenha andado geralmente atrás de Button, o que parece ter custado sua vaga no time de Woking foi a postura fechada e distante. Pelo que escutei, a Sauber não cogitou tomá-lo de volta. Para dar certo na Force Índia, precisa ter a humildade de reconhecer os erros e mudar de atitude.

Vejo uma vantagem clara aqui para Nico Hülkenberg. É melhor que Perez tanto do ponto de vista técnico como do mental. Vai ser superado por ele uma vez ou outra, o que vai ser até positivo para que não se acomode. Mas parece ter carro e talento nas mãos para fazer um bom campeonato e ser um dos destaques do pelotão intermediário. E você, o que acha?

Nico Hulkenberg
Número: 27
Local de Nascimento: Emmerich (Alemanha)
Idade: 26
GPs disputados: 57
Vitórias: 0
Poles: 1
Melhores voltas: 1
Pontos: 136

Sergio Perez
Número: 11
Local de Nascimento: Guadalajara (México)
Idade: 24
GPs disputados: 56
Vitórias: 0
Poles: 0
Melhores voltas: 2
Pontos: 129

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

terça-feira, 2 de abril de 2013

Currywurst*

* Por Luis Fernando Ramos


Achei que a Force Índia acertou na mosca ao escolher Adrian Sutil em detrimento de Jules Bianchi na fase final da escolha de sua vaga remanescente para esta temporada. O alemão era a garantia de resultados sólidos, enquanto que o francês ainda não me tinha me convencido depois de uma passagem bem abaixo do esperado pela GP2 e de ser superado (de forma polêmica, é verdade) por um novato na World Series. Claro que o francês está dando o que falar com o excelente trabalho que vem fazendo na Marussia, mas ainda prefiro esperar para avaliar o quanto da sua qualidade brilha em cima das enormes deficiências de Max Chilton e também o quanto o carro da Marussia evoluiu.

Mas era subentendido que a escolha por Sutil tinha outros motivos além da pilotagem e o recente anúncio de que o time contará com motores, câmbio e hidráulica da Mercedes confirma isto. O alemão veio com o apoio de Toto Wolff, o novo homem forte do time de Stuttgart e é uma ameaça mais que realista para Paul di Resta, o queridinho do ex-chefe Norbert Haug. Aliás, vai ser uma briga boa entre os dois ao longo da temporada e é justamente os benefícios deste duelo que o time buscou ao escolher Sutil em detrimento a um estreante na F-1.

Para a Force Índia, foi um passo importante para uma certa “germanização” da equipe. A Mercedes fez um precinho camarada no pacote inteiro e roubou um cliente da McLaren (que vendia câmbio e hidráulica para o time de Silverstone até este ano). No paddock, há quem aposte que os motores da marca serão os melhores desta era V6 que se inicia no ano que vem.

A Mercedes também ganha a manutenção de um aliado na complicada política da Fórmula 1. Perder a Force Índia para a Ferrari seria também dar mais poder ao já tremendamente influente time italiano - que colocou Bianchi na Marussia e já está costurando o acordo de fornecimento de motores para ela.

Dito isto, não devemos nos surpreender com o bom início de temporada do time hindo-britânico. Em que pese o ridículo abandono duplo em Sepang por conta de uma inovação técnica para acelerar a troca de pneus que não funcionou, o time começou o ano firmemente estabelecido como a quinta força do grid. À frente da McLaren, por enquanto, e bem à frente de Sauber, Williams e Toro Rosso. Vale ficar de olho por quanto tempo eles conseguirão manter esta forma.

(* - Currywurst é o mais popular “street food” da Alemanha, uma salsicha picada banhada em gordura e num molho que mistura curry e ketchup. Eu acho um nojo, mas o povo de lá adora)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Aqui me tens de regresso*

* Por Rodrigo Mattar



Chega ao fim a novela mais irritante da pré-temporada da Fórmula 1. Após um ano de ‘exílio compulsório’ fora das pistas, em razão do processo movido por Eric Lux, da Genii, por uma briga de bar ocorrida na China, o alemão Adrian Sutil está de volta como titular da Force India para a temporada 2013.

Desde o fim das férias da categoria e a apresentação oficial do carro, especulou-se bastante sobre o companheiro de Paul Di Resta, que até hoje era o único piloto confirmado. Jules Bianchi vinha teoricamente como franco favorito à vaga: jovem, rápido e com o apoio da Ferrari, sonhava em ser titular. Experiente, com 90 GPs disputados no currículo e já conhecedor do modus operandi do time de Vijay Malliya, Sutil correu por fora – dizem que com algum dinheiro para garantir o cockpit – e levou a melhor nessa disputa.

Não significa que Bianchi sai de mãos abanando. A Force India, que precisa resolver sua situação financeira, que beira o desastre, não deve continuar com motores Mercedes-Benz para 2014, quando a categoria muda o regulamento para propulsores turboalimentados. A princípio é isto. E como Jules tem ligações com a Ferrari, algo pode apontar para esta direção no próximo ano.

Entretanto, a Fórmula 1 começou a acompanhar outra novela, com pitadas de dramalhão: a situação de Luiz Razia na Marussia. Pelo visto, os patrocinadores prometidos pelo piloto brasileiro não apareceram com o ‘dindim’ pedido por John Booth e até segunda ordem o baiano está impedido de testar com o carro da equipe. É aquela velha história: “no money, no race”. E a imprensa internacional começa a especular nomes, o que deixa a situação ainda mais constrangedora. Fala-se até em Narain Kartikheyan, a pé desde a falência definitiva da HRT. E também em Jules Bianchi, numa solução de última hora, de acordo com o site Italiaracing.net.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Sutil x Bianchi*

* Por Renan do Couto


Nessa F1 de poucos testes e pilotos pagantes, há algum tempo que uma equipe não promove um duelo direto entre dois candidatos. Mas é na pista que Adrian Sutil e Jules Bianchi vão brigar pela última vaga disponível do grid da F1 2013.

Na F1 atual, dar um dia de testes a um piloto que não vai seguir na equipe na temporada não é uma coisa muito provável. Bianchi terá seu segundo dia nesta pré-temporada. O francês andará na sexta-feira, um dia depois do alemão.

Sutil é bom piloto, daqueles que merece estar o grid, mas, se estiver fora, não faz falta. E está tratando essa oportunidade como sua última chance, como disse seu empresário.

Para Bianchi, essa também deveria ser a última chance, mas é possível que não seja, em caso de fracasso. Se não conseguir entrar na F1 agora, só vai conseguir depois se a Ferrari o empurrar para alguma equipe. Ele está a um bom tempo batendo na porta da F1, vem andando na GP2 e na World Series, mas ainda não conseguiu passar no vestibular.

A seu favor pesa justamente a mencionada Ferrari. A Force India, segundo reportes, visa se aliar à Ferrari para 2014. Porém, o time deve ter outras cartas na manga. Do contrário, estaria tudo certo com Bianchi.

Se Sutil andar melhor que Bianchi após um ano distante da categoria, é porque realmente é bem melhor do que o francês, que participou de treinos livres no ano passado.

Vai ser interessante esse duelo. Para não ficar em cima do muro, aposto em Bianchi. Aguardemos os resultados.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Senna: a caminho do DTM?*

* Por Rodrigo Mattar



Este é um assunto espinhoso. Envolve um sobrenome que mexe com o imaginário do torcedor – que ainda deseja ver a continuidade desse sobrenome na Fórmula 1. Categoria que, para o próximo campeonato, tem duas vagas apenas em aberto e existe um leilão por elas. Quem der mais “tutu” vai para Force India e Caterham, que são os times onde ainda não se definiram as duplas de pilotos.

E por que é um assunto espinhoso? Simples: porque ao mesmo tempo em que se deseja – torcedores e o próprio piloto – que Bruno Senna continue na Fórmula 1, quer na Force India, quer na Caterham, são cada vez mais fortes os rumores de que o piloto brasileiro está próximo de um acordo para disputar o DTM em 2013 pela Mercedes-Benz.

Diz o site Italiaracing.net, inclusive, que Bruno não estaria mais na disputa interna pela vaga na Caterham onde, segundo consta, o russo Vitaly Petrov parece a um passo de continuar. Mas é fato que o nome do sobrinho do tricampeão Ayrton Senna foi ventilado – como também o foi na Force India.

Mas na equipe de Vijay Malliya há outros problemas: o indiano quer Adrian Sutil de volta e ainda existe Jules Bianchi como uma possível aposta – se não este ano, talvez no próximo. A equipe estuda opções para o fornecimento de motores turbo para 2014 e a Mercedes está fora, razão pela qual Paul Di Resta não fica no time depois da temporada que ainda vai começar. Ferrari e Renault são as alternativas para Malliya e a Renault poderia impor o nome de Bruno Senna. Como eu disse, há outros problemas e a opção pelo brasileiro não parece ser a mais forte no momento.

Como a Mercedes passa por um momento de transição no DTM, tendo perdido nomes como Bruno Spengler, atual campeão pela BMW e Jamie Green, que foi para a Audi, faria mais sentido que a montadora de Stuttgart preferisse investir na contratação de Bruno Senna para formar um time repleto de sangue novo. A marca precisa de gente nova e as opções estão aí, todas vindas da Fórmula 1. Além dele, Jerôme d’Ambrosio, Robin Frinjs e Daniel Juncadella, este oriundo da F-3 europeia, têm tido seus nomes constantemente vinculados ao construtor, que já anunciou a permanência de Robert Wickens e Roberto Mehri em seus quadros.

O torcedor brasileiro, insisto, precisa entender que existe vida no automobilismo além da Fórmula 1. Já perdemos muitos nomes promissores no passado e pilotos como Augusto Farfus e João Paulo de Oliveira certamente estão muito felizes com o que fazem. Lucas Di Grassi percebeu que o WEC é um excelente caminho. Quem sabe, Bruno Senna não percebe que o DTM pode ser um campeonato capaz até de reconduzi-lo ao lugar que ele sempre sonhou?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Chances de Bruno Senna na Force India são pequenas*

* Por Felipe Motta

Gostaria de escrever um pouco sobre a situação de Bruno Senna. O brasileiro trabalha nos bastidores para conseguir uma vaga no grid de 2013.

Já escrevi aqui que a experiência que Bruno acumulou no último ano e meio mais os patrocinadores que dispõe fazem do piloto uma boa opção, ainda que ele não tenha impressionado por resultados acima da média.

Hoje, no entanto, apurei que as chances do brasileiro com a Force India diminuíram bastante. O brasileiro neste momento está apenas com chances pequenas na equipe. Ele, mais do que nunca, tem apenas chances remotas de estar na Force India.

A Lotus ainda não anunciou o companheiro de Kimi Raikkonen no próximo. Romain Grosjean, que teve alguns altos e muitos baixos em 2012, ainda é considerado o favorito. Mas se o time estivesse certo do que fazer já teria anunciado qual seu piloto. Muita gente tem procurado a Lotus para oferecer seu trabalho e dinheiro.

A Caterham é a outra opção. Bruno Senna não deixou claro se voltaria para trás para andar em uma nanica. O que pergunto a vocês é: valeria a pena para ele voltar para trás? No lugar de Bruno vocês migrariam para outra categoria em uma condição melhor ou ficariam na F-1 mesmo em uma equipe menor para tentar algo melhor no futuro?

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Brasil pode ter três pilotos na Fórmula 1 em 2013*

* Por Lívio Oricchio


Felipe Massa já foi confirmado pela Ferrari. Bruno Senna negocia com a Williams a renovação do contrato, além de conversar com Force India. Apesar da temporada difícil, tem chances de prosseguir na competição. Mas nesse momento o piloto brasileiro mais perto de também garantir presença na Fórmula 1 em 2013 é Luiz Razia. Sua ótima temporada na GP2, vice-campeão com uma equipe que andava lá atrás nos últimos anos, Arden, e o apoio de patrocinadores, como é a regra, deverá formar nos grids em 2013.

Hoje Razia está em Paris, na festa da entrega dos prêmios da FIA. Mas dias 6 e 8 Razia vai testar o carro da Toro Rosso no ensaio de jovens pilotos em Abu Dabi, no circuito Yas Marina, dois dias apenas depois da 18.ª etapa do Mundial. A Toro Rosso deverá anunciar o teste em breve. As possibilidades maiores de Razia, no entanto, não estão na equipe satélite da Red Bull, mas na Marussia e na Force India. Christian Horner, diretor da Red Bull e proprietário da Arden, tem ajudado Razia a fazer os contatos com os times da Fórmula 1.

O piloto não confirma, mas sabe-se que na Marussia, hoje, depende apenas de Razia assinar o contrato para correr no lugar de Charles Pic. O francês realiza bom trabalho este ano e tenta ascender a um time mais estruturado. Na Force India há forte concorrência pela vaga de Nico Hulkenberg que, tudo indica, já assinou com a Sauber. O mexicano Steban Gutierrez, terceiro na GP2 este ano, e piloto reserva da Sauber, deverá ser confirmado pela escuderia suíça.

“Nós conversávamos com a Sauber também, mas nos últimos dias eles mudaram a postura, dizendo não ser mais possível. Dessa história entendo que eles já fecharam com seus dois pilotos”, disse-me Razia, hoje. Gutierrez pilotará para a Sauber no teste de Abu Dabi. Sua presença na Sauber garante a continuação do patrocínio da Telmex, empresa que apoiou Sergio Perez, já contratado pela McLaren, importante para o orçamento da equipe.

A disputa para ser o companheiro de Paul Di Resta na Force India é grande. Bruno Senna, Kamui Kobayashi, Charles Pic, Jules Bianchi, Giedo van der Garde são exemplos de pilotos interessados e com possibilidades de assinar com a organização de Vijay Mallya. E até mesmo há espaço para uma reviravolta no destino de Pastor Maldonado, que com o apoio da PDVSA, seu patrocinador, trocaria a Williams pela Force India.

Na Williams, apesar de quase todos na Fórmula 1 afirmarem que Valtteri Botas será titular em 2013, nada está definido. O mais provável é a permanência de Maldonado. Quanto ao outro piloto pode acontecer de tudo.

E não é de todo impossível que a Toro Rosso substitua um de seus pilotos, Jean-Eric Vergne e Daniel Ricciardo, embora o mais provável seja a renovação do contrato de ambos. A surpresa do ano passado, quando dia 15 de dezembro mandou embora Jaime Alguersuari e Sebastian Buemi, sugere prudência ao abordarmos a Toro Rosso.

Quando a Fórmula 1 desembarcar em São Paulo, na última semana de novembro, muito provavelmente saberemos já quem vai correr por quem em 2013. E o Brasil que correu sério risco de não ter nenhum piloto no campeonato pode, de repente, contar com três representantes. O que seria ótimo.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

terça-feira, 13 de março de 2012

GUIA F1 2012 - FORCE INDIA


11 - Paul di Resta

12 - Nico Hulkenberg

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

FOTO DO DIA

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

RUBENS NEGOCIA COM OUTRA EQUIPE*

* Por Teo José

A Williams não fala nada sobre a renovação de contrato de seus pilotos. E a dupla está proibida de dar declarações sobre o assunto. Pastor Maldonado fica. O venezuelano leva dinheiro e, hoje, os atuais dirigentes estão mais preocupados com o lado financeiro. Para 2012 ainda não fecharam o orçamento, então a segunda vaga também pode ser negociada.

Rubens quer ficar, mas não tem dinheiro e nem vai atrás. Apesar de deixar claro que a Fórmula 1 é uma das coisas que mais gosta na vida e que ainda não tem planos de parar, o piloto acha que merece ficar pelo que representa dentro da pista - e não comprar a vaga.

A situação já foi melhor. Hoje diria que tem 50% de chances de ficar e 50% de sair. São vários candidatos atrás da vaga. Existe até a possibilidade do Bruno Senna aparecer por lá. Tem boa exposição na mídia e levaria uma quantia menor de combustível financeiro. Bruno espera a definição de Robert Kubica na Lotus/Renault e, também, o motor para 2012. Por lá o dinheiro anda contado e, por isso mesmo, o time pode optar pelo Cosworth - seria um desastre total.

Apesar de Rubens estar focado na Williams, também conversa em outros lugares. A Force India avisou que só anuncia seus pilotos no fim do ano e esta passou a ser uma opção do brasileiro. As primeiras conversas já aconteceram. Para quem antes de fechar com a Brawn GP, em 2009, foi dado como com a carreira encerrada na F-1, não duvido de nada. Por isso, vamos esperar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

FORCE INDIA VJM03: O CARRO

E saiu mais um carro, agora é o da Force India, que mostra suas linhas no bólido que disputará a temporada 2010 da Fórmula 1.


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A PROJEÇÃO PARA 2010*

*Por Victor Martins

Se entre o começo das temporadas 2008 e 2009 apenas um piloto surgiu, Sébastien Buemi, que substituiu Sebastian Vettel, que foi para a Red Bull, na Toro Rosso, o cenário é de mudança geral entre as equipes para o campeonato do ano que vem. Até agora, justamente Red Bull e Toro Rosso vão manter suas atuais duplas; as outras oito equipes atuais se preparam para mudanças. Vai aí uma breve lista, com a ordem baseada na classificação atual do campeonato.

1) Brawn-Mercedes
Jenson Button
Rubens Barrichello
Nico Rosberg

Barrichello tinha seu lugar arriscado pela falta de vitórias e pelas declarações que chacoalharam a equipe após os GPs da Espanha e da Alemanha. Melhores desempenhos que Button desde o GP da Inglaterra e a língua controlada são passos decisivos rumo à renovação de contrato.

2) Red Bull-Mercedes
Sebastian Vettel
Mark Webber

A única coisa que muda é o motor. A Red Bull tem sofrido com os estouros dos Renault e deve apostar na segurança da Mercedes para o ano que vem.

3) Ferrari
Felipe Massa
Fernando Alonso
Kimi Raikkonen

Não fosse o acidente de Massa, já seria possível afirmar que o brasileiro e Alonso vão defender o time de Maranello em 2010. Mas ainda há um vínculo com Raikkonen, que só fica se o brasileiro não tiver condições de guiar. A Kimi ou resta uma aventura no Mundial de Rali com a entrada da Fiat ou uma ida para Renault ou Toyota.

4) McLaren-Mercedes
Lewis Hamilton
Heikki Kovalainen
Nico Rosberg
Robert Kubica
Adrian Sutil

Kovalainen não anda no ritmo de Hamilton, e a equipe já admitiu conversas com Rosberg. Nico é amigo de Lewis, e isso pode ajudar. O que definitivamente conta a favor é que Nico é alemão, atendendo um desejo da Mercedes. Nesta linha, amizade e nacionalidade, se encaixa Sutil, mas suas chances são pequenas. Ainda tem disponível no mercado Kubica, em chances mais do que pequenas.

5) Toyota
Timo Glock
Jarno Trulli
Kimi Raikkonen

Já que diz que fica, Glock deve ser mantido. Trulli já manifestou publicamente que quer permanecer, aceitando até uma redução salarial. E como a Toyota vai cortar custos, os caminhos se alinham. Se houver outro motivo para defenestrar o italiano, Raikkonen aparece como opção clara para substituí-lo.

6) Williams-Renault
Nico Rosberg
Kazuki Nakajima
Nico Hülkenberg
Nelsinho Piquet
Robert Kubica
Heikki Kovalainen

Manter Rosberg vai ser difícil. A mesma coisa com Nakajima, mas porque o japonês não colabora. A Williams deve promover uma reformulação total. Quem aparece como praticamente certo é Nico Hülkenberg, provável campeão da GP2 e piloto de testes da equipe. Neste caso, a equipe, que vai abandonar os motores Toyota e deve voltar a usar os Renault, vai optar por um piloto experiente. Kubica aparece bem neste quadro. Kovalainen vem em seguida.

7) Renault
Romain Grosjean
Robert Kubica
Kimi Raikkonen

Resta saber o que vai acontecer à Renault por conta do caso de armação de resultado em Cingapura. Se conseguir se safar, fica na F1 com Grosjean e um piloto experiente, que deve ser ou Kubica ou Raikkonen. Dificilmente outro piloto de ponta deve pintar por aquelas bandas.

8 ) Force India-Mercedes
Adrian Sutil
Vitantonio Liuzzi
Bruno Senna
Vitaly Petrov

Sem grana, a equipe deve pegar alguém que lhe possa satisfazer. Senna, que tem foco na Force India no ano que vem, está bem cotado. Petrov e a grana russa, idem. Liuzzi tem contrato para ser titular, e ao que parece é bem amarrado. E Sutil é uma incógnita, embora, até o momento, mais um ano de acordo seja o cenário mais provável.

9) Toro Rosso-Ferrari
Sébastien Buemi
Jaime Alguersuari

Como está fica.

10) US F1-Cosworth
Jacques Villeneuve
Alexander Wurz
Nick Heidfeld
Jonathan Summerton

Três pilotos com muita experiência, sendo dois fora de atividade há algum tempo, pintam como possíveis escolhas da equipe americana. E Summerton é a opção mais provável para ajustar às necessidades de um piloto made in USA na F1.

11) Campos Meta-Cosworth
Pedro de la Rosa
Marc Gené
Bruno Senna
Nelsinho Piquet
Vitaly Petrov

Corre atrás de quem tem dinheiro para alinhar ao lado de De la Rosa ou Gené, com mais chances ao primeiro. A Piquet já foi oferecido um salário baseado por pontos no campeonato, que não balançou muito o brasileiro. Senna e Petrov, como mencionado acima, vêm forte.

12) Manor/Virgin-Cosworth
Nick Heidfeld
Rubens Barrichello
Lucas Di Grassi

A única coisa que parece concreta é o acordo com a Virgin, que pode dar nome ao time. Barrichello interessa. Heidfeld não tem para onde ir. Di Grassi negocia.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

BRUNO SENNA, MERCEDES, FORCE INDIA

Informa Victor Martins que Bruno Senna tem apoio de cerca de € 15 milhões para conseguir uma vaga na F1 em 2010.

Há interesse da Campos — que, sem grana, se interessa por todos os pilotos que possam “ajudar” —, mas o foco do brasileiro está na Force India.

Are Baba!