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sexta-feira, 13 de julho de 2012
terça-feira, 13 de julho de 2010
(OFF) DIA MUNDIAL DO ROCK
Hoje é o Dia Mundial do Roque...digo, do Rock. Um gênero musical que mudou completamente a forma do mundo pensar a musica e suas atitudes. Hoje é dia de celebrar mais do que um "It's Only Rock'n' Roll but I like", e sim fazer um "Rock'n' Roll all Night".
E com hoje o dia é de celebração, aproveito para falar que Julho remete a frio, que remete a neve, que remete ao Sul, que remete a férias, que remete a ausência de aulas, não ir ao trabalho e não atualizar o blog. Mas não precisem ficar nervosos ou carentes, volto em breve.
Enquanto isso, aproveitem um TOP 25, de alguns dos melhores Rocks de todos os tempos:
E com hoje o dia é de celebração, aproveito para falar que Julho remete a frio, que remete a neve, que remete ao Sul, que remete a férias, que remete a ausência de aulas, não ir ao trabalho e não atualizar o blog. Mas não precisem ficar nervosos ou carentes, volto em breve.
Enquanto isso, aproveitem um TOP 25, de alguns dos melhores Rocks de todos os tempos:
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terça-feira, 4 de março de 2008
UMA EQUIPE ROCK'N' ROLL
Diretamente do Blog do Fábio Seixas, perfeito, não é necessário mudar uma letra sequer para expressar este sentimento:
Já escrevi neste espaço, com tristeza, sobre os rumos que a Jordan tomou.
Em meados dos 90, era a equipe mais promissora do paddock. Comandada por gente que entende e que tem paixão pelo automobilismo, vira-e-mexe assustava uma equipe grande com bons resultados aqui e ali.
De quebra, era o time mais divertido da F-1. Eddie sempre foi uma figuraça. E nas coletivas, nos bate-papos informais, nos shows de rock pós-GP, era ele o animador.
Mas ele não agüentou as pressões da nova F-1. Esta F-1 das montadoras, que cria aberrações como a Toyota, que deve gastar € 290 milhões neste ano para não conquistar nada.
Eddie vendeu sua Jordan para o tal russo-canadense Alex Shnaider. Que só queria fazer negócios. Que fez, vendendo-a para a Spyker. Que pensei que daria um rumo diferente para a equipe. Que não deu. E que a vendeu para o tal Vijay Mallya. Que pensei que só queria fazer negócios. Mas que vem me surpreendendo.
Primeiro, porque parece comprometido com a F-1. Os testes, as contratações, as declarações, todas as suas ações até agora guardam uma lógica automobilística.
E o que motiva este post é o que acabo de ler na internet. Mallya que “resgatar o espírito rock’n’roll da Jordan”. Diz o indiano que o time deve batalhar para conquistar de volta a reputação e o amor pelo esporte que a levaram ao terceiro lugar no Mundial de Construtores de 1999.
Detalhe que eu não sabia, Mallya convidou Eddie para tocar baterias na festa de Natal da equipe. E ele aceitou, claro.
“Gosto dele. Ele não tem medo de gastar dinheiro. Ele diz que seu sonho é ser como a Jordan e ganhar corridas de vez em quando. E vai fazer um grande esforço para que isso aconteça”, diz o irlandês.
Que bom. Se a Force India for sombra do que a Jordan era nos 90, já será legal demais.
Já escrevi neste espaço, com tristeza, sobre os rumos que a Jordan tomou.
Em meados dos 90, era a equipe mais promissora do paddock. Comandada por gente que entende e que tem paixão pelo automobilismo, vira-e-mexe assustava uma equipe grande com bons resultados aqui e ali.
De quebra, era o time mais divertido da F-1. Eddie sempre foi uma figuraça. E nas coletivas, nos bate-papos informais, nos shows de rock pós-GP, era ele o animador.
Mas ele não agüentou as pressões da nova F-1. Esta F-1 das montadoras, que cria aberrações como a Toyota, que deve gastar € 290 milhões neste ano para não conquistar nada.
Eddie vendeu sua Jordan para o tal russo-canadense Alex Shnaider. Que só queria fazer negócios. Que fez, vendendo-a para a Spyker. Que pensei que daria um rumo diferente para a equipe. Que não deu. E que a vendeu para o tal Vijay Mallya. Que pensei que só queria fazer negócios. Mas que vem me surpreendendo.
Primeiro, porque parece comprometido com a F-1. Os testes, as contratações, as declarações, todas as suas ações até agora guardam uma lógica automobilística.
E o que motiva este post é o que acabo de ler na internet. Mallya que “resgatar o espírito rock’n’roll da Jordan”. Diz o indiano que o time deve batalhar para conquistar de volta a reputação e o amor pelo esporte que a levaram ao terceiro lugar no Mundial de Construtores de 1999.
Detalhe que eu não sabia, Mallya convidou Eddie para tocar baterias na festa de Natal da equipe. E ele aceitou, claro.
“Gosto dele. Ele não tem medo de gastar dinheiro. Ele diz que seu sonho é ser como a Jordan e ganhar corridas de vez em quando. E vai fazer um grande esforço para que isso aconteça”, diz o irlandês.
Que bom. Se a Force India for sombra do que a Jordan era nos 90, já será legal demais.
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