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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Nelsinho em começo de ano de incertezas*

* Por Teo José

Nelsinho Piquet, no ultimo sábado, em entrevista ao programa Fórmula Jovem Pan, concedida a Felipe Motta, deixou em dúvida o que fará nesta temporada. Seu principal patrocinador Worx não anda tão interessado na NASCAR e pode migrar para Fórmula E – categoria de carros monopostos bonitos, movidos a energia elétrica e com calendário divulgado de dez provas. A primeira, em setembro, na China. Nesta relação estão também Rio de Janeiro, Buenos Aires e Punta del Este.

Não me parece ser uma categoria aventureira, como já vimos muitas. Pelo menos o seu nascimento está acontecendo de forma bem sólida. Onde pode chegar? Vamos ter de esperar. Nelsinho disse, também, que pode fazer provas em outras categorias ou mesmo na própria NASCAR, na Nationwide, segunda divisão.

Vamos ao outro lado. No fundo esta mudança não estava nos planos iniciais. O objetivo desde a entrada na categoria de camionetes da NASCAR, passando pela Nationwide, era desembarcar na Sprint – a divisão principal -, e fazer longa carreira por lá.

O ano de 2013 não foi como ele imaginou. Não venceu nenhuma prova e ainda teve alguns desentendimentos fora das pistas com pessoas que estavam trabalhando sua carreira nos EUA. Hoje está vivendo um momento novo. Mudando o que foi plantado.

Vejo como preocupante. Sem apoio, o piloto não vai muito longe. Mesmo tendo sobrenome. Nelsinho, depois da saída da Fórmula 1, pode em 2014 viver um novo recomeço na sua carreira. Tem algumas coisas encaminhadas nos EUA.

Mas, neste momento, eu diria que ter algo parecido com 2013 já seria um resultado interessante para sua carreira.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

terça-feira, 2 de outubro de 2012

NELSINHO, P1*

* Por Flávio Gomes

Para quem não viu, as últimas voltas da prova da Truck Series em Las Vegas no sábado à noite, com a linda ultrapassagem de Nelsinho no giro final, para ganhar pela segunda vez na categoria. Foi muito esperto o brasileiro, mostrando que já pegou todas as manhas dos ovais. Daqui a pouco, vai ter de pular para a Nationwide.

Um final de semana brilhante para o automobilismo brasileiro*

* Por Felipe Motta


Este foi um final de semana especial para os brasileiros nas pistas internacionais. O piloto Augusto Farfus se tornou no domingo o primeiro brasileiro a vencer na história da DTM. Além dele, outros dois brasileiros venceram competições: Nelsinho Piquet na Truck Series e Pietro Fittipaldi na Nascar All American. Tivemos ainda dois títulos conquistados pelo mesmo piloto, Nicolas Costa, sagrando-se campeão da Fórmula Abarth Europeia e Italiana. Veja a seguir o excelente desempenho tupiniquim e o que de melhor aconteceu no fim de semana do esporte a motor:

DTM (Valência – ESP): a prova do domingo (30) marcou mais uma vitória brasileira em pistas internacionais, desta vez na Espanha. Augusto Farfus tornou-se o primeiro brasileiro a vencer na história da DTM, escapando ileso de um enrosco na primeira volta e dominando a prova praticamente de ponta a ponta. Adrien Tambay surpreendeu e terminou em segundo. Faltando apenas uma etapa para o final da temporada, o campeonato permanece indefinido com Farfus em oitavo, com 54 pontos. A etapa decisiva do DTM acontece em Hockenheim, no dia 21 de outubro.

Nascar:
. Camping World Trucks (Las Vegas – Nevada – EUA): este sábado (29) viu a segunda vitória de Nelsinho Piquet na Truck Series, ultrapassando na última volta de forma incrível Matt Crafton  em manobra arriscada, quando chegou inclusive a raspar no limite da pista. Nelsinho largou na 13ª posição, mas postou-se logo entre os ponteiros da corrida e chegou a liderar a prova em várias oportunidades. Faltando 14 voltas para o final, Matt Crafton assumiu a liderança, com Piquet logo atrás. Nelsinho ameaçou a posição de Crafton repetidamente até conseguir a ultrapassagem na última volta. Matt Crafton terminou em segundo e Joey Coulter em terceiro. Miguel Paludo chegou em 11º. Com os resultados, Dillon lidera o campeonato, com 637 pontos, apenas um de vantagem para James Buescher. Timothy Peters, com 613, é o terceiro. Nelsinho está em oitavo e Paludo em nono.

. Nationwide Series (Dover – Delaware – EUA): o domínio de Joey Logano foi completo neste sábado (29), valendo-se ainda de problemas com os adversários para conseguir a vitória, sua sétima no ano. Antes de completadas 33 voltas da corrida, dez carros já haviam abandonado a pista com problemas. Brigando pelo título Elliott Sadler chegou em quarto e manteve a liderança da temporada,  ampliando a diferença sobre Stenhouse Jr. de 4 para 9 pontos.

. Sprint Cup (Dover – Delaware – EUA): o piloto Brad Keselowski retomou a liderança do campeonato, apostando na economia de combustível e conquistando sua segunda vitória no Chase. Faltando apenas oito voltas para o final da corrida, Kyle Busch abriu mão da liderança para fazer um rápido splash-and-go e evitar o perigo de uma pane seca. Keselowski também corria o risco de ficar sem combustível, mas arriscou e se deu bem, cruzando a linha de chegada em primeiro. Jeff Gordon chegou em segundo, seguido por Mark Martin. Jimmie Johnson ainda conseguiu terminar a prova em quarto, mas cedeu a liderança do campeonato para Keselowski e agora é o vice.

Merece uma nota especial a vitória de Pietro Fittipaldi, neto do bicampeão Emerson, na última etapa da temporada 2012 da Nascar All American em Hickory, ao ultrapassar o campeão Austin McDaniel, depois de ficar com o título na categoria Limited Late Models no ano passado. Na corrida mais longa do ano, com 200 voltas de duração, Pietro largou em quinto e conseguiu superar os adversários até grudar em Austin McDaniel, que já havia conquistado o título do certame por antecipação. Na volta 140, Pietro fez a ultrapassagem no rival e seguiu firme rumo à linha de chegada. Além da vitória, Pietro já havia obtido o título de estreante do ano do campeonato. Um belo presente para o avô nas comemorações pelos quarenta anos de seu primeiro título na F-1.

Worldseries (Paul Ricard – Le Castellet – FRA):

. Corrida 1: o português Antonio Féliz da Costa comprovou sua ótima fase na categoria vencendo a prova deste sábado (29), na penúltima etapa do campeonato deste ano. A corrida foi bastante tumultuada, disputada em pista encharcada e marcada por muita confusão devido à chuva. O piloto soube levar vantagem sobre a intensa troca de posições que as condições instáveis do asfalto e do tempo proporcionaram na primeira parte da corrida. André Negrão abandonou a prova devido a falha elétrica em seu carro.

. Corrida 2: desta vez não deu para Félix da Costa. O português foi superado por Jules Bianchi, que deu um passo importante para a conquista do título da temporada. Sam Bird, reserva da Mercedes, acabou em terceiro. A prova também foi disputada com pista bastante molhada, que proporcionou muitos erros e rodadas. Bianchi chegou a ser superado por Félix, que largou em quinto, mas conseguiu recuperar a liderança e vencer a prova. O brasileiro Lucas Foresti terminou em décimo, Yann Cunha foi o 19º e André Negrão, o 22º. Com o resultado, Bianchi assumiu a liderança do campeonato, com 179 pontos, seguido por Frijns, com 174. Bird voou para terceiro, com 155. A etapa decisiva da temporada será nos dias 20 e 21 de outubro, em Barcelona.

Fórmula 3 Inglesa (Donington Park – Leicestershire – ING):

. Corrida 1:  neste sábado (29), Jack Harvey fez valer a vantagem de largar na pole-position, manteve a ponta na largada e bateu Jazeman Jaafar na disputa pela vitória.  Disputando o título com Jaafar e Felix Serrales, o inglês ficou a um ponto do malaio, líder do certame.

. Corrida 2: apesar de terminar a prova em sexto, o piloto Jack Harvey viu aumentarem suas chances de tornar-se campeão da temporada assumindo a liderança do campeonato depois do abandono de Jazeman Jaafar. Harry Tincknell largou na frente, não encontrou adversários e venceu a segunda corrida da F3 Inglesa.

. Corrida 3: Jack Harvey dominou a etapa para conquistar o título da temporada 2012 da F3 Inglesa. Ele é o primeiro britânico campeão da categoria desde 2006, quando Mike Conway ficou com o título. O piloto da Carlin entrou na última corrida como líder do campeonato e não decepcionou. Largou na pole-position e dominou a prova praticamente de ponta a ponta. Jazeman Jaafar e Felix Serralles podiam impedir a conquista de Harvey, mas não tiveram bons desempenhos. O malaio terminou na terceira colocação, sem conseguir brigar pela ponta em momento algum, enquanto o porto-riquenho teve uma corrida bastante tumultuada, terminando em oitavo. Pipo Derani, em quinto, foi o melhor brasileiro na prova. Na temporada, Pietro Fantin foi o sétimo e Pipo Derani, ficou em oitavo.

Fórmula 3 Alemã (Hockenheim – Baden-Württemberg – ALE): com a ajuda de sua enorme vantagem sobre o vice-líder, o sueco Jimmy Eriksson – que obteve as duas poles em disputa na etapa final da categoria – se sagrou campeão da temporada, com os 6 pontos extras. Como o pole ganha 3 pontos de bonificação e Eriksson tinha 72 pontos de vantagem para o austríaco Lucas Auer, não mais poderia ser alcançado, mesmo que não pontuasse mais e Auer levasse todos os pontos.

MotoGP (Aragón – ESP):

. MotoGP: o espanhol Daniel Pedrosa teve trabalho para passar Jorge Lorenzo, mas, assumindo a liderança, garantiu uma vitória sossegada, levando a disputa do Mundial até a última prova. Com o resultado, Dani chegou aos 257 pontos, e levou a vantagem de Lorenzo para 33. Se a disputa pela ponta não foi emocionante, o mesmo não se pode dizer da luta entre Andrea Dovizioso e Cal Crutchlow. A dupla travou um intenso duelo pela terceira colocação, com o italiano cruzando a linha 0s137 à frente do britânico.

. Moto2: a vitória de Pol Espargaró reduziu a vantagem de Marc Márquez na liderança do campeonato em cinco pontos. Já Scott Redding conseguiu superar Andrea Iannone nos metros finais e ficou com o terceiro lugar. Com o resultado, Márquez chegou aos 258 pontos e agora tem 48 de vantagem para Espargaró. Iannone segue em terceiro na classificação com 178 pontos.

. Moto3: em um final emocionante, o piloto Luis Salom conseguiu vencer o duelo com Sandro Cortese e Jonas Folger e cruzar a linha de chegada em primeiro. Já Maverick Viñales teve problemas técnicos com sua moto e nem conseguiu largar. Com o caminho livre, Sandro Cortese tratou de aproveitar a ausência para aumentar sua larga vantagem na liderança da temporada, mas foi batido por Luis Salom nos metros finais após um duelo eletrizante que também incluiu Jonas

Fórmula Abarth Europeia e Italiana (Monza – ITA): o brasileiro Nicolas Costa não sentiu a pressão e, realizando uma das melhores provas da categoria na temporada, conquistou dois títulos inéditos para o Brasil no automobilismo internacional. Foi uma prova de recuperação e com direito a muitas ultrapassagens. O carioca herdou a segunda colocação na prova, beneficiado pela punição dada a Luca Ghiotto, que terminou a corrida em segundo. Com o resultado garantiu os dois títulos: o Europeu e o italiano da categoria. Nicolas Costa teve uma temporada mais que positiva em 2012: seis vitórias, 15 pódios, três poles e nove voltas mais rápidas, além do título. A vitória na corrida ficou para o italiano Antonio Giovinazzi.

Stock Car (Tarumã – RS): a vitória neste domingo (30) foi conquistada pelo paulista Thiago Camilo, sua primeira na temporada. Antes disso, o piloto possuía dois segundos lugares como melhores resultados em 2012. Na volta de Tarumã ao calendário, depois de três anos de ausência, Camilo largou bem, ganhou posições na primeira curva e ainda foi beneficiado pela má sorte do pole Allam Khodair, que precisou entrar nos boxes pouco depois da metade da corrida para trocar o pneu traseiro direito furado. Átila Abreu e Daniel Serra completaram o pódio. Ricardo Maurício e Cacá Bueno travaram uma batalha acirrada nas duas últimas voltas. Maurício suportou a forte pressão do rival, que tentou até uma improvável ultrapassagem por fora na Curva 1 na última passagem, e conseguiu descontar mais um pontinho na luta pelo título da temporada. Cacá continua na liderança, agora com 131 pontos contra 129 de Maurício.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Em nome do pai, “Piket” vence a primeira na Truck Series


* Por Rodrigo Mattar

A semana do 60º aniversário de Nelson Piquet não poderia terminar melhor. Nelson Ângelo Piquet venceu neste sábado a VFW 200, 12ª etapa da Camping World Truck Series, no super oval de Michigan. É a terceira vitória de Nelsinho nos EUA, contando o triunfo na K&N em Bristol e o da Nationwide Series, o primeiro de um brasileiro numa divisão sancionada pela Nascar. Mas no campeonato que é prioridade na temporada de Piquet, é o primeiro triunfo após 37 corridas.

Piquet correu como “Piket” neste fim de semana, homenageando Nelsão, que começou a carreira correndo com este sobrenome e escondido do pai, o dr. Estácio Souto Maior, que não aprovava a opção do filho mais novo pelo automobilismo. Na picape Chevrolet Silverado #30, Nelsinho colocou o sobrenome daqueles tempos e na pintura do capacete, reproduziu o primeiro “casco” do pai.

Largando em 2º no grid, Nelsinho fez uma corrida exemplar, sem erros e digna do sobrenome, com estratégia, inteligência e bom uso da economia de combustível, fundamental para que o piloto chegasse ao primeiro triunfo na Truck. Com o resultado, o brasileiro passou para a 8ª colocação no campeonato.

Miguel Paludo, que largou em terceiro, não conseguiu repetir o bom resultado do compatriota. Acabou em 10º, mas continua lutando para se incluir no top 10 do campeonato. Atrás de Nelsinho, terminaram Jason White, Dakoda Armstrong, Parker Kligerman e James Buescher. Ty Dillon foi o 6º e o então líder Timothy Peters recebeu a quadriculada apenas na décima-terceira colocação.


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ao pai, com carinho*

* Por Rodrigo Mattar


Hoje, nosso tricampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet completa 60 anos muito bem vividos. E neste fim de semana, Nelson Ângelo Piquet disputa em Michigan uma corrida de 200 milhas da Camping World Truck Series. A quilômetros de distância do pai, o filho o homenageia com uma sacada genial.

Com uma pintura nova em seu capacte, Nelsinho homenageia Nelsão que corria escondido da família com o sobrenome Piket, grafado com K, porque o avô do piloto da Nascar, o dr. Estácio Souto Maior, ministro da saúde no governo de João Goulart, não aprovava a opção de Nelson pai pelo automobilismo.


Quando “Piket” já despontava como uma promessa da Fórmula Super Vê em 1974, o dr. Estácio faleceu em meio aos treinos para a 3ª rodada do Brasileiro, em Interlagos. Daí em diante, Piquet não precisou mais esconder o sobrenome e o resto, meus amigos, todo mundo já sabe.

“Sei muito bem que o melhor presente de 60 anos que posso dar para ele é a vitória. Mas acho importante contar para os fãs da Nascar a história do PIKET e ao mesmo tempo lembrar os torcedores brasileiros dos primeiros capítulos da trajetória dele nas pistas”, diz Nelsinho, nono colocado no campeonato da Nascar Truck Series, com 345 pontos.

Não é a primeira vez em que ele homenageia o pai em 2012. Em fins de março, a caçamba de sua picape carregava um desenho do antigo traçado urbano de Long Beach, onde Piquet venceu sua primeira corrida na Fórmula 1 em 30 de março de 1980. E pode vir mais por aí, até porque neste ano chegamos ao jubileu de prata do tricampeonato do Nelsão, comemorado em 1987.

A foto abaixo mostra como era antigo o capacete de Nelson “Piket” no início de sua vitoriosa carreira. Tudo enviado pelo Luís Ferrari, assessor de imprensa do Nelsinho.

terça-feira, 26 de junho de 2012

O automobilismo brasileiro não tem o direito de pegar carona na vitória de Nelson Angelo Piquet*


Por Americo Teixeira Jr.

Embora possa parecer poético e bonito afirmar que a vitória de Nelson Piquet, no último sábado em Road America, foi “a conquista de um país”, de “uma geração”,  um “abrir de portas” para jovens pilotos brasileiros, na verdade, não foi nada disso. Foi uma vitória dele. Ponto final.

Não passa de licença poética pautar o Brasil como tendo uma “nova geração” para o automobilismo. É como se houvesse um esforço nacional, liderado pelos dirigentes do automobilismo brasileiro e empresas do setor, lutando para assim fazê-lo. Não há e os que estão aí, por méritos próprios, galgam posições exclusivamente com seus esforços e ferramentas.

O que vimos foi mais uma demonstração individual de um jovem que, com talento e suporte condizentes, chegou ao topo e, em seguida, estatelou-se no chão. Se o Gande Prêmio de Singapura está no seu currículo como uma mancha, envolveu-se nessa situação por imaturidade e incapacidade de lidar com um chefe de equipe polêmico e, ao final, banido da Fórmula 1, como foi o caso de Flavio Briatore.

Rico e bem formado, poderia ter “guardado a viola no saco” e ido “chorar suas mágoas” em alguma ilha ensolarada e paradisíaca em qualquer lugar do mundo. Não, preferiu começar de novo, lá de baixo, em categorias de acesso à Nascar. Deixou o glamour de Monaco para se enfiar na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Vive e respira 24 horas por dia o clima de Charlotte e região, o “centro nervoso” da Nascar, onde estão instaladas muitas de suas equipes (Charlotte é para a Nascar o que Indianapolis é para a IndyCar).

Ir ao pódio é uma delícia. Dar zerinhos depois da bandeirada, então, é demais. Mas nada disso acontece sem trabalho, trabalho e trabalho. É claro que não adianta “ralar o dito cujo na ostra” sem suporte de qualquer espécie. Como também não adianta o cara ter todas as condições, mas ser grosso e preguiçoso. Há de ter uma combinação equilibrada e perfeita de todos esses fatores.

Foi isso que fez Nelson Piquet. Soube tirar o máximo proveito do suporte  que teve ao seu dispor, mostrou disposição para acordar cedo e “sair pro pau”, além de sentar em qualquer carro com o mesmo tesão, como se estivesse disputando uma vitória na Fórmula 1. E, tudo isso, muito na dele. Se o pai é adoravelmente sem “papas na língua”, Nelson Angelo é super discreto.

Então, por tudo isso, a vitória de sábado não foi do automobilismo brasileiro, da geração ou um ato de “abrir portas”. Foi, sim, uma vitória de Nelson Angelo Piquet, um rapaz sobre cuja cabeça o “mundo caiu”, mas que soube fazer uma releitura de sua vida e seus valores. Alguém, ao que parece, está encontrando o “graal” de uma vida, o que realmente importa, que é ser feliz.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

PODE ISSO, ARNALDO? NASCAR COM 97 CARROS...

Esse vídeo Nelsinho Piquet postou ontem na sua conta do twitter. 97 carros disputando uma corrida da Nascar, em Daytona Beach, 1952. Pode isso, Arnaldo?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

NAS ONDAS DO RÁDIO E O NAUFRÁGIO*

* Por Victor Martins

A comunicação via rádio no automobilismo foi criada essencialmente para que piloto e equipe pudessem trocar informações a respeito da funcionalidade do carro e andamento da corrida, respectivamente, além de ser um meio mais fácil do que as placas postas na reta dos boxes — meramente parte do show e úteis em caso de dificuldade na transmissão. Com o tempo, e com o aperfeiçoamento dos detalhes e dos equipamentos, o rádio se tornou parte imprescindível para o resultado de uma prova, acionado precisamente para definição das estratégias. E num mundo de espetacularização, a revelação das conversas, ainda que em trechos, trouxe um componente interessantíssimo para o público da TV.

Neste cenário, Massa tornou-se protagonista na F1. E numa temporada cujo fim virtual se dará neste próximo fim de semana, a grande chama veio na revelação feita pela própria categoria dos melhores momentos do GP de Cingapura, em que o engenheiro Rob Smedley (“Fernando is faster than you”) pede para que Felipe “destrua a corrida” de Hamilton, seguida de uma frase de incentivo, “vamos lá, meu garoto”.

Vamos lá, meu garoto. O objetivo da Ferrari foi alcançado. Ainda que Hamilton tivesse habilidade e capacidade para recuperar-se na prova, não conseguiu chegar em Alonso para tirar do espanhol o quarto lugar, ou ainda brigar com o espanhol durante parte da corrida. Também, por mais que a ordem tenha sido dada, não foi Massa quem a executou: Hamilton afobou-se e, castigo dos deuses, destruiu a corrida de Massa. O pedido em si, quase uma declaração beligerante dentro da espera esportiva (esportiva?), não ameniza nem tira do inglês a culpa. E por mais que esteja numa fase de cair vaca e boi na cabeça, é exagero que peçam a sua durante as próximas reuniões de pilotos antes das etapas.

Ao garoto Massa. Bom garoto, já disse aqui, um rapaz de personalidade, íntegro e que não se deixou levar pelo ufanismo e pela fuzarca nacionalista. Bom piloto também, mas não mais que isso, se analisada sua carreira como um todo. Defenestrado da Sauber de início, por se opor a ordens de equipes, encontrou na Ferrari sua redenção, treinou, voltou à Sauber e foi preparado pelo time italiano para ser seu primeiro pupilo lá desenvolvido. Substituiu Barrichello e não foi a pedra no sapato que havia sido o compatriota, sendo tratado como irmão por Schumacher. Pegou Raikkonen como companheiro. Com um ano de casa, e em tempos que a Red Bull ainda não era grande, foi o único dos grandes a não disputar o título em 2007. No ano seguinte, Kimi enfraqueceu-se, e Massa foi o homem da Ferrari a brigar com Hamilton pela taça. Não vinha mal em 2009 até sofrer o acidente na Hungria. Em 2010 e até agora, tem sido um esboço de piloto.

Então, Massa só foi competitivo, de verdade, em 2008. Merecia aquele título, olhando por um prisma holístico. Não foi, caprichos da vida e, especificamente, daquela corrida memorável em Interlagos, toca-se o barco.

Mas o rádio, de todas aquelas funções, revela um Massa dominado pela Ferrari, que deve se submeter aos pedidos de quaisquer natureza, desde abrir passagem para o companheiro em tempos que teoricamente as ordens de equipe estão proibidas até mesmo acabar com a corrida de um rival. No ano passado, Felipe não fez só um mau danado à F1 e ao esporte ao se deixar levar pela voz que insistia orelhas adentro, mas ao não vencer na Alemanha, num momento particular difícil, fez da sua vida enquanto esportista algo mais difícil ainda. A frase de Smedley, em inglês ou em português, virou chacota mundial e de tempos em tempos rotula o brasileiro. Sem se impor, Massa virou o boneco de ventríloquo da Ferrari.

A nova conversa via rádio infelizmente corrobora. Massa, com menos de metade dos pontos de todos os seus concorrentes diretos, passou a ser visto como um secretário do mês em prol de um companheiro quase que sempre mais rápido em classificação e sempre melhor em corrida. A Ferrari faz lá sua tática para Alonso, e Massa que se vire para ajudá-lo. É claro que não se espera de Felipe que vá jogar Hamilton no muro e que o “destrua” seja mais forte do que possa significar, mas a grita que o próprio Massa fez há três anos por causa de Nelsinho e… Alonso… na armação em Cingapura se torna vazia e inócua diante do que ele poderia fazer na corrida. Massa é o que Nelsinho foi, um mero suporte para o brilho do parceiro de garagem, e se chegou a se ponto, se achou ridículo a atitude e o comportamento do compatriota, deveria se inserir no contexto para ver qual é o tipo de papel que está desempenho na prática.

As ondas do rádio estão ajudando a revelar que não só corridas podem ser destruídas, assim, a torto e a direito. Carreiras, também.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

LINHA DE CHEGADA ENTREVISTA NELSON (E A FAMÍLIA) PIQUET

Reproduzimos abaixo o texto do Rodrigo Mattar, que vai direto ao ponto:

"Quando resolve falar para a televisão, Nelson Piquet tem sempre boas, ótimas, maravilhosas histórias. Não importa se muitos o consideram uma personagem contraditória, polêmica, com declarações beirando a grosseria. Nelson Piquet Souto Maior é uma dessas pessoas autênticas, que dispara a metralhadora giratória e, doa a quem doer, diz o que pensa e sabe. E por isso e principalmente pelos três títulos ganhos numa época de apogeu da Fórmula 1, tem minha profunda admiração.

Uma dessas oportunidades, cada vez mais raras e por motivos que todo mundo não desconhece, foi proporcionada pelo SporTV nesta terça-feira (09/08). A equipe de produção do Linha de Chegada foi a Brasília, onde o tricampeão mundial abriu as portas de sua garagem onde repousam alguns dos seus maiores tesouros: uma coleção de carros antigos sensacionais, de fazer o aficionado babar na gravata de tão bonitos e raros que são.

Sem falar dos outros tesouros da vida de Nelson Piquet – três dos filhos que decidiram seguir a carreira do pai. Geraldo Piquet, líder da Fórmula Truck; Nelson Ângelo Piquet, hoje na Nascar e que passou uma temporada e meia na F1; e Pedro Piquet, o mais novo integrante da tropa, tão tímido e tão sincero quanto o pai.

Aliás, a timidez é uma característica comum entre os Piquets. Mas quando se trata de falar o que pensam do automobilismo, da vida, da família, da carreira e de gente como Flavio Briatore, sai de baixo. Eles não poupam absolutamente ninguém."

Vale a pena ver, rever e guardar:

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

SUPER KART BRASIL: NELSINHO PIQUET CONFIRMA PRESENÇA

A segunda edição do Super Kart Brasil, que será realizada neste fim de semana (29 e 30 de janeiro) no Kartódromo de Interlagos (SP), receberá mais uma estrela do automobilismo brasileiro nas categorias Shifter e Graduados.

Nelsinho Piquet, piloto da Nascar Truck Series e tricampeão brasileiro de kart, já está no circuito paulistano treinando para o evento - e integra o grupo de repatriados ao lado de Pedro Nunes e Leonardo Cordeiro (ambos da GP3 Series), Cesar Ramos e Victor Guerin (F-3 Italiana) e Raphael Abbate (F-Ford Norte-Americana).

"Ao longo do ano tenho poucas oportunidades de andar de kart, e o Super Kart Brasil aliou essa vontade de treinar com a possibilidade de andar em uma pista que marcou o início de carreira de boa parte dos pilotos da minha geração", comentou Piquet. "Sem contar que o campeonato é muito legal. O sete pilotos que estão organizando dão muita credibilidade ao evento, por isso ele está fazendo tanto sucesso", completou o piloto brasiliense, que vai disputar duas categorias no SKB-02: a Shifter, de karts com marcha, e a Graduados.

O Super Kart Brasil foi criado por Paulo Carcasci, Ruben Carrapatoso, Sérgio Jimenez, Danielo Dirani, Renato Russo, André Nicastro e Dennis Dirani - que juntos acumulam mais de 25 títulos no Campeonato Brasileiro de Kart e conquistas em campeonatos Panamericanos, Sul-Americanos, Norte-Americanos e Mundiais.

Volta ao passado - Para o gaúcho César Ramos, que voltará a correr em Interlagos depois de sete anos, o desafio deste fim de semana tem ares de nostalgia. Esta, no entanto, não é a única razão do interesse do piloto da F-3 Italiana pela prova. Campeão da primeira edição do SKB - disputada no Rio Grande do Sul em novembro do ano passado -, ele vai defender o título frente à verdadeira constelação que se formou em torno da segunda edição do evento.

"Aquela prova no Velopark (RS) foi a minha primeira corrida com um Shifter e fiquei surpreso, mas ao mesmo tempo muito feliz, por ter vencido. Agora acho que as coisas vão ser mais difíceis. A competitividade em Interlagos será maior. Temos mais pilotos do que no Rio Grande do Sul, e o fato de um grande evento voltar a Interlagos deixa todos muito motivados para vencer", comentou o gaúcho, campeão da F-3 Italiana.

De olho no SKB-03 - Mas a presença de pilotos que vão correr fora do Brasil em 2011 no SKB 02 não parece ter sido apenas uma coincidência pelo fato de a prova ser realizada em janeiro - mês de férias em praticamente todas as categorias do automobilismo mundial. Tanto que César Ramos, Nelsinho Piquet e o também piloto da F-3 italiana Victor Guerin foram enfáticos ao falar do interesse de voltar ao país para a terceira edição do Super Kart Brasil.

"Desmarquei alguns compromissos nos Estados Unidos para estar aqui nesta semana, e certamente se as datas dos próximos eventos não coincidirem com meu calendário na Nascar, virei só para correr no SKB", destacou Nelsinho.

Para Victor Guerin, que participou do F-3 Brazil Open na semana passada, um dos principais atrativos do Super Kart Brasil é a qualidade dos pilotos e o seu formato de disputas. "O formato é muito interessante. Cada edição do SKB vale um título, por isso quero vir ao máximo de provas que puder em 2011, aproveitando as folgas de calendário na Europa", completou.

As provas do Super Kart Brasil 02 acontecem neste sábado e domingo no Kartódromo de Interlagos. Serão quatro corridas divididas entre os dois dias. Confira abaixo a programação:

Sábado - 29/1
1ª corrida
Júnior - 10h50
Graduados - 11h15
Sênior - 12h05
Shifter - 12h30
Super Cadete - 12h55

2ª corrida
Júnior - 14h30
Graduados - 15h
Sênior - 16h
Shifter - 16h30
Super Cadete - 17h

Domingo - 30/1
3ª corrida
Júnior - 9h45
Graduados - 10h10
Sênior - 10h35
Super Cadete - 11h
Shifter - 11h25

4ª corrida
Júnior - 13h30
Graduados - 14h
Sênior - 14h30
Super Cadete - 15h
Shifter - 15h30

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

NELSINHO PIQUET X FELIPE MASSA

Nelsinho Piquet que corre hoje na Truck Series da Nascar, alfinetou Felipe Massa em entrevista ao site UOL Esportes. Das polêmicas, das lembranças e corridas, Piquet falou um pouco de tudo. Porém o que chamou mais a atenção foram as suas declarações contra Felipe Massa.

Abaixo reproduzimos algumas perguntas e respostas (a entrevista na íntegra, você lê aqui):

UOL Esporte - E como ficou a sua relação na Fórmula 1 depois do episódio (a batida no GP de Cingapura, 2008)? Você não correu mais no Desafio das Estrelas... Abalou a sua relação com o Felipe Massa?
Nelsinho - É, o Felipe ficou chateado, achou que perdeu o campeonato por causa de mim, tem as birras dele. Mas ele acha o que quiser, ele pode ficar puto, tem todo o direito, mas não é por causa de uma corrida que ele perdeu o campeonato. Aconteceu aquilo que aconteceu com ele nos boxes, que não teve nada a ver comigo, podia ter acontecido em qualquer corrida a qualquer hora, mas enfim, ele tem os motivos dele, não acho ruim, o problema é dele.

UOL Esporte - Você tinha amigos no grid? Com quem você se dava melhor?
Nelsinho - Tinha, sou amigo até hoje do [Sebastien] Buemi, o Rubinho... Os pilotos da GP2 todos eram amigos meus. Quando você chega na Fórmula 1, se você não entra lá já amigo, e difícil fazer amizade lá dentro, porque cada um fica na sua equipe. O Rubinho não, porque na época da GP2 eu já conversava com ele, ele já me dava algumas dicas, e chegou lá a gente continuou sendo amigo. Mas o Massa eu não conhecia ele, só fui conhecer realmente quando entrei na Fórmula 1.

UOL Esporte - O que você faria no lugar de Felipe Massa no último GP da Alemanha?
Nelsinho - Eu tive isso na Renault. Teve corrida em Silverstone que acho que o Alonso errou no começo, ou eu passei ele no começo da corrida, não sei, e ele realmente estava mais rápido que eu, e tive que deixar passar. Mas esse é um código que tem em todas as equipes. Quando seu companheiro de equipe está mais rápido do que você, tem que deixar passar para não estragar a corrida dele. Sei que é difícil para as pessoas entenderem isso, mas às vezes tem que rolar jogo de equipe para ajudar a equipe inteira. Às vezes é melhor ganhar com um carro só do que não ganhar com nenhum. A equipe ganha mais dinheiro, você tem um orçamento melhor para o outro ano, pode desenvolver mais o carro.

UOL Esporte - Você já viu e já participou de outros jogos de equipe e é mais comum do que a gente imagina vendo de fora?
Nelsinho - Com certeza. E assim, no meu caso, era o meu primeiro ano... Quem era eu para falar alguma coisa, entendeu? O cara manda eu abrir a porta, tudo bem, não vou ficar discutindo com o cara que está me dando emprego. No caso do Massa, ele está na Fórmula 1 há oito anos, mas não sei... Ele estava se recuperando de um acidente, tava realmente bem atrás do Alonso no campeonato... Se ele tivesse realmente na disputa, perto nos pontos, tendo a chance de terminar na frente dele no campeonato, aí tudo bem, não concordo. Mas ele percebeu que o Alonso estava num outro ritmo.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

CALA A BOCA, CHORONSO!!

Parafraseando a campanha que rola no Twitter, com um pequeno ajuste que acredito ser mais adequado, aproveito para aqui também fazer essa "homenagem" à esse "grande" piloto.

As alonsetes (ou choronsetes?) que me desculpem, mas na minha humilde e singela opinião, Choronso está longe de ser um piloto que mereça, ao menos, minha admiração.

"Isto é ridículo", disse ele para a equipe no rádio, após ser bloqueado por Massa, que defendia sua posição na corrida. E diga-se de passagem, era a liderança da prova, e não um 10º lugar. Ele pos o carro ao lado de Massa por duas vezes e não conseguiu, depois enfiou o bico numa entrada de curva e Massa lhe fechou a porta. Aí, quando esgotam-se os recursos, ele faz o que sabe melhor: chorar. Chorou para a equipe, e conseguiu que a ordem viesse.

Assim, até eu ganho corridas.

Uai, se é bicampeão do mundo, se conseguiu se adaptar melhor ao carro, se estava mais rápido que Massa, porque não passou na pista? Na raça? No talento?

Como eu já comentei ontem no blog das meninas do Octeto, o Choronso tem mais se preocupado em saber pelo rádio o que fazem os adversários na pista pra tentar tirar algum proveito disso, do que propriamente correr. Vide o último ocorrido este ano em Valência , onde questionou a equipe sobre a manobra de Hamilton - seu alvo preferido - na saída dos boxes, se ele poderia fazer aquilo. Ora bolas, vai correr, Choronso, tem uns 20 comissários de pista e umas 52 câmeras da FIA pra fiscalizar isso.

O Choronso é o mais novo Schumacher: gosta de correr sem adversários, com favorecimento da equipe, e com um declarado escudeiro. Seu sonho, é ter sempre um Briattore como chefe de equipe, e um Nelsinho como companheiro.

Molezinha né? Eu tb quero assim...

E por onde ele passa, ou ele tem a preferência na equipe, ou rolam intrigas, brigas, choradeiras, controvérsias. Foi assim na Mclaren, quando percebeu que não podia com Hamilton, está sendo assim na Ferrari. Não que Massa esteja sendo um graaaaaande adversário pra ele, mas na primeira dificuldade, ele já apelou. E é só o começo. Isso sem falar daquela entrada de boxes no GP da China e na batida da última corrida. Eu tinha até apostado no nosso bolão, exatamente no resultado que aconteceu, Alonso em primeiro, Massa em segundo, mas pensando que isso iria acontecer na pista, por méritos, não ganhando no grito.

Por isso tudo, repito que Choronso não tem sequer minha admiração como piloto, porque isso não é pilotar.

E não quero com isso, defender Felipe, Ferrari, FIA ou quem quer que seja. Muito, mas muito pelo contrário, pois todos são culpados. Só que estes, são assunto pra outra hora.

Maaaaassss....isso tudo é apenas a minha humilde e singela opinião.

Abraços,

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

RETROSPECTIVA 2009: ANIMAÇÃO

Excelente animação enviada por email pelo nosso diretor DPN (que anda sumido, dizem que está de férias).

Aproveitem, o melhor resumo já feito.

sábado, 26 de dezembro de 2009

GGOO RETROSPECTIVA: F1 2009 BY GLOBO ESPORTE

Para quem estava bem mais ocupado com a tradição do almoço de natal e não assistiu ao "Globo Esporte" de ontem (25/12), é só conferir aqui o resumão feito pela TV Globo para contar a história da Fórmula 1 nesse ano:

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

BRIATORE x FIA (E UM MILHÃO DE EUROS)


* Fonte: Globo Esporte

O ex-chefe da equipe Renault Flavio Briatore quer que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que o baniu do automobilismo, pague uma indenização de 1 milhão de euros pelo caso revelado pelo brasileiro Nelsinho Piquet. As informações são do jornal britânico “The Guardian”. Briatore apresentou um recurso contra a FIA para obter a anulação da punição. O Tribunal de Grande Instância de Paris examinará a ação no dia 24 de novembro.

Segundo o italiano, a FIA não seguiu normas nem procedimentos apropriados ao tomar a decisão e por isto exige um ressarcimento por danos a sua reputação.

Em 21 de setembro, Briatore foi banido pelo Conselho Mundial da FIA, enquanto o ex-diretor técnico da Renault Pat Symonds foi suspenso por cinco anos pelo caso em que Nelsinho Piquet admitiu ter provocado um acidente no Grande Prêmio de Cingapura de 2008, a pedido dos diretores da escuderia, para favorecer o companheiro Fernando Alonso, que venceu a prova.

O jornal afirma que Symonds se unirá ao recurso e que Briatore alegará que o ex-presidente da FIA Max Mosley atuou com o desejo de vingança pessoal. Briatore, que representava a Associação de Equipes de Fórmula 1 (Fota), e Mosley tiveram disputas acirradas em 2009.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

CONFIRMADO: BRUNO SENNA NA F-1 2010


Bruno Senna fará sua estreia na F-1 como piloto da Campos na próxima temporada
Brasileiro deverá ter o experiente Pedro de la Rosa como companheiro



Após meses de negociação, Bruno Senna fará sua estreia na Fórmula 1 em 2010. O brasileiro correrá pela equipe Campos, também novata na categoria, e deverá ter como companheiro de equipe o espanhol Pedro de la Rosa, atual reserva da McLaren.
A notícia foi publicada nesta quarta pela revista alemã "Motorsport Magazin" e confirmada por fontes ao GLOBOESPORTE.COM. O acordo foi fechado na noite do último domingo e Bruno Senna não terá como obrigação levar seus patrocínios pessoais para o time, como é praxe para pilotos estreantes em times menores na Fórmula 1.
O anúncio oficial da Campos está previsto para a próxima semana, após o GP dos Emirados Árabes, em Abu Dhabi, última corrida da temporada 2009. O time tem sede na cidade espanhola de Murcia e deverá contar com um patrocínio forte da prefeitura da cidade, que pretende investir na imagem do turismo da região.

As chances de uma entrada de Nelsinho Piquet como companheiro de equipe de Bruno Senna em 2010, como é desejo de Bernie Ecclestone, são muito pequenas. Adrian Campos, dono do time que leva seu nome, deve colocar Pedro de la Rosa, piloto espanhol, para atender aos patrocinadores locais.
(Dica do nosso Marcelão lá na comunidade)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

FALA GIL!

Confira a entrevista que Gil de Ferran concedeu ao site Grande Prêmio, falando sobre seus planos para sua equipe competir na Fórmula Indy em 2010. O ex-piloto brasileiro também comentou sobre a Honda, Brawn, Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet.








segunda-feira, 5 de outubro de 2009

FALA NELSINHO

Veja reportagem exibida ontem durante o Fantástico onde Nelsinho Piquet fala à Reginaldo Leme sobre a palhaçada de Cingapura no ano passado:



E aqui a íntegra da entrevista dada ao Reginaldo Leme em Interlagos:


E aqui o Making Of: