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sexta-feira, 7 de março de 2014
Duelos Internos 2014 – Caterham*
* Por Luis Fernando Ramos
Ironicamente, coube à nanica Caterham ser o time que mais andou na pré-temporada dentre os equipados com motores Renault. Pode ser pelo fato do CT05 ser conservador em termos de refrigeração do motor ou por ter uma performance tão baixa que mal estressa os propulsores - provavelmente uma combinação de ambos. O fato é que Kamui Kobayashi, um que fala o que pensa, afirmou na semana passada que um carro de GP2 seria mais veloz. Fato também que, nesta última bateria de testes do Bahrein, o time só andou na frente da atolada de problemas Lotus.
Se as perspectivas para o início da temporada não são das mais animadoras, o duelo interno é claro. Kamui Kobayashi retorna à Fórmula 1 trazendo três temporadas completas de experiência e muita vontade de mostrar serviço. Afinal, saiu da Sauber em 2012 justamente após sua melhor temporada na categoria. É um piloto endiabrado no seu melhor dia, mas inconstante na ocorrência deles.
Já Marcus Ericsson está no time porque traz dinheiro. Simples assim. Foi o sexto colocado no campeonato da GP2 no ano passado - era sua quarta temporada na categoria. Sua única preocupação é que o cheque dos patrocinadores caia pontualmente na conta do time. Afinal, a Caterham tem o talentoso porém sem grana Robin Frijns como piloto reserva e não vai ter paciência se compromissos não forem honrados.
Uma eventual dupla Kobayashi/Frijns seria interessante de ver, mas contra Ericsson, o japonês vai nadar de braçada. Numa briga que deve valer a penúltima posição.
Kamui Kobayashi
Número: 10
Local de Nascimento: Amagasaki (Japão)
Idade: 27
GPs disputados: 60
Vitórias: 0
Poles: 0
Melhores voltas: 1
Pontos: 125
Marcus Ericsson
Número: 9
Local de Nascimento: Kumla (Suécia)
Idade: 23
GPs disputados: 0
Vitórias: 0
Poles: 0
Melhores voltas: 0
Pontos: 0
Ironicamente, coube à nanica Caterham ser o time que mais andou na pré-temporada dentre os equipados com motores Renault. Pode ser pelo fato do CT05 ser conservador em termos de refrigeração do motor ou por ter uma performance tão baixa que mal estressa os propulsores - provavelmente uma combinação de ambos. O fato é que Kamui Kobayashi, um que fala o que pensa, afirmou na semana passada que um carro de GP2 seria mais veloz. Fato também que, nesta última bateria de testes do Bahrein, o time só andou na frente da atolada de problemas Lotus.
Se as perspectivas para o início da temporada não são das mais animadoras, o duelo interno é claro. Kamui Kobayashi retorna à Fórmula 1 trazendo três temporadas completas de experiência e muita vontade de mostrar serviço. Afinal, saiu da Sauber em 2012 justamente após sua melhor temporada na categoria. É um piloto endiabrado no seu melhor dia, mas inconstante na ocorrência deles.
Já Marcus Ericsson está no time porque traz dinheiro. Simples assim. Foi o sexto colocado no campeonato da GP2 no ano passado - era sua quarta temporada na categoria. Sua única preocupação é que o cheque dos patrocinadores caia pontualmente na conta do time. Afinal, a Caterham tem o talentoso porém sem grana Robin Frijns como piloto reserva e não vai ter paciência se compromissos não forem honrados.
Uma eventual dupla Kobayashi/Frijns seria interessante de ver, mas contra Ericsson, o japonês vai nadar de braçada. Numa briga que deve valer a penúltima posição.
Kamui Kobayashi
Número: 10
Local de Nascimento: Amagasaki (Japão)
Idade: 27
GPs disputados: 60
Vitórias: 0
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temporada 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Danem-se as pequenas*
* Por Fábio Seixas
Uma das últimas (e poucas) coisas boas que Mosley fez para a F-1 foi o incentivo ao ingresso de novas equipes, a partir de 2010.
Ok, a ideia não foi bem executada. Havia marcas mais interessantes na disputa, que desistiram quando o inglês, numa manobra altamente suspeita, impôs a obrigatoriedade do uso de motor Cosworth.
Mas, de certa forma, o objetivo foi alcançado: aos trancos e barrancos, Hispania, Lotus (que depois virou Caterham) e Virgin (atual Marussia) se apresentaram para o GP do Bahrein de 2010.
A primeira já fechou. As outras duas correm risco.
Daí que leio hoje a história de que Ecclestone decidiu romper o bônus financeiro à 11ª colocada no Mundial.
Ele assinou acordos comerciais em separado com cada time, menos com a Marussia, 11ª em 2012. Ou seja, a nanica não terá direito à sua fatia na divisão dos lucros da categoria, algo em torno de R$ 10 milhões.
Não é preciso ser gênio para imaginar o que pode acontecer com ela em 2014.
A lógica é completamente inversa, por exemplo, à do esporte americano. Para citar a NBA: as equipes que terminam a temporada na lanterna têm preferência na escolha de novos jogadores no draft para o ano seguinte. É uma forma de tentar equilibrar as coisas.
Mas a NBA funciona num sistema de franquias, altamente profissional, em que o coletivo atua (e às vezes se sacrifica) em nome de um bem maior, o crescimento da liga.
A F-1 é profissional, sim, mas sua gestão ainda é coronelista e com cada equipe querendo sufocar a outra para se dar bem. É cada um por si, e dane-se o esporte.
Danar-se-ão (está certo isso?) as pequenas, de novo.
Uma das últimas (e poucas) coisas boas que Mosley fez para a F-1 foi o incentivo ao ingresso de novas equipes, a partir de 2010.
Ok, a ideia não foi bem executada. Havia marcas mais interessantes na disputa, que desistiram quando o inglês, numa manobra altamente suspeita, impôs a obrigatoriedade do uso de motor Cosworth.
Mas, de certa forma, o objetivo foi alcançado: aos trancos e barrancos, Hispania, Lotus (que depois virou Caterham) e Virgin (atual Marussia) se apresentaram para o GP do Bahrein de 2010.
A primeira já fechou. As outras duas correm risco.
Daí que leio hoje a história de que Ecclestone decidiu romper o bônus financeiro à 11ª colocada no Mundial.
Ele assinou acordos comerciais em separado com cada time, menos com a Marussia, 11ª em 2012. Ou seja, a nanica não terá direito à sua fatia na divisão dos lucros da categoria, algo em torno de R$ 10 milhões.
Não é preciso ser gênio para imaginar o que pode acontecer com ela em 2014.
A lógica é completamente inversa, por exemplo, à do esporte americano. Para citar a NBA: as equipes que terminam a temporada na lanterna têm preferência na escolha de novos jogadores no draft para o ano seguinte. É uma forma de tentar equilibrar as coisas.
Mas a NBA funciona num sistema de franquias, altamente profissional, em que o coletivo atua (e às vezes se sacrifica) em nome de um bem maior, o crescimento da liga.
A F-1 é profissional, sim, mas sua gestão ainda é coronelista e com cada equipe querendo sufocar a outra para se dar bem. É cada um por si, e dane-se o esporte.
Danar-se-ão (está certo isso?) as pequenas, de novo.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Rumor do dia: Bruno Senna na Caterham?*
* Por Paulo Teixeira
Afinal, os persistentes rumores sobre o anuncio de Bruno Senna numa equipa de Formula 1 podem ter um fundo de verdade. Mas não onde alguns apontavam inicialmente. Esta tarde surgiu no Twitter a indicação de que a Caterham tirou todos os patrocinadores que eram pertencentes a Vitaly Petrov, como a Sibir e a Russian Helicopters, enquanto que quem for neste momento ao site oficial de Bruno Senna é recebido com a placa de "Under Construction" (Sob Construção). Muito provavelmente, o anuncio poderá acontecer amanhã ou até ao final da semana.
Isto quererá dizer que Vitaly Petrov poderá rumar á Marussia, que tem uma vaga após a rescisão do contrato com Timo Glock, esta segunda-feira. Nicolay Fomenko, o fundador da marca, já disse no passado que não iria deixar Petrov apeado, caso surgisse essa possibilidade, e isto pode significar que as vagas existentes serão preenchidas de uma forma muito rápida, como se fosse uma jogada de xadrez.
A ser verdade, a movimentação de Bruno Senna era a opção mais lógica, após a saída da Williams, mas confesso uma coisa: estava muito cético sobre a sua situação. Quem lia a imprensa internacional, ninguém acreditava que o piloto de 29 anos estaria na Formula 1 em 2013. Aliás, após o teste que ele fez no Estoril, no inicio de dezembro, muitos falaram que estaria a caminho do DTM, mais concretamente na Mercedes.
Somente os brasileiros é que alimentavam a ida dele, mas para a Force India. Alguns diziam que Bruno tinha sido visto nas instalações de Silverstone na passada quinta-feira e tinham jurado que ele já tinha assinado por eles, contrariando as noticias de que a equipa de Vijay Mallya estaria mais inclinado a contratar Adrian Sutil, com o francês Jules Bianchi a ser titular em 2014, quando a marca trocar os motores Mercedes pelos Ferrari.
Contudo, ontem à noite li o site oficial da Formula 1, que tinha uma matéria sobre os pilotos que estavam a negociar vagas para 2013 e o primeiro a ser falado era precisamente... Bruno Senna. Sendo o site oficial, é porque tinha algumas informações previlegiadas. Logo... veremos se tudo isto tem um fundo de verdade. Tudo muda rapidamente, e a improbabilidade de hoje torna-se na certeza de amanhã...
Afinal, os persistentes rumores sobre o anuncio de Bruno Senna numa equipa de Formula 1 podem ter um fundo de verdade. Mas não onde alguns apontavam inicialmente. Esta tarde surgiu no Twitter a indicação de que a Caterham tirou todos os patrocinadores que eram pertencentes a Vitaly Petrov, como a Sibir e a Russian Helicopters, enquanto que quem for neste momento ao site oficial de Bruno Senna é recebido com a placa de "Under Construction" (Sob Construção). Muito provavelmente, o anuncio poderá acontecer amanhã ou até ao final da semana.
Isto quererá dizer que Vitaly Petrov poderá rumar á Marussia, que tem uma vaga após a rescisão do contrato com Timo Glock, esta segunda-feira. Nicolay Fomenko, o fundador da marca, já disse no passado que não iria deixar Petrov apeado, caso surgisse essa possibilidade, e isto pode significar que as vagas existentes serão preenchidas de uma forma muito rápida, como se fosse uma jogada de xadrez.
A ser verdade, a movimentação de Bruno Senna era a opção mais lógica, após a saída da Williams, mas confesso uma coisa: estava muito cético sobre a sua situação. Quem lia a imprensa internacional, ninguém acreditava que o piloto de 29 anos estaria na Formula 1 em 2013. Aliás, após o teste que ele fez no Estoril, no inicio de dezembro, muitos falaram que estaria a caminho do DTM, mais concretamente na Mercedes.
Somente os brasileiros é que alimentavam a ida dele, mas para a Force India. Alguns diziam que Bruno tinha sido visto nas instalações de Silverstone na passada quinta-feira e tinham jurado que ele já tinha assinado por eles, contrariando as noticias de que a equipa de Vijay Mallya estaria mais inclinado a contratar Adrian Sutil, com o francês Jules Bianchi a ser titular em 2014, quando a marca trocar os motores Mercedes pelos Ferrari.
Contudo, ontem à noite li o site oficial da Formula 1, que tinha uma matéria sobre os pilotos que estavam a negociar vagas para 2013 e o primeiro a ser falado era precisamente... Bruno Senna. Sendo o site oficial, é porque tinha algumas informações previlegiadas. Logo... veremos se tudo isto tem um fundo de verdade. Tudo muda rapidamente, e a improbabilidade de hoje torna-se na certeza de amanhã...
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Senna: a caminho do DTM?*
* Por Rodrigo Mattar
Este é um assunto espinhoso. Envolve um sobrenome que mexe com o imaginário do torcedor – que ainda deseja ver a continuidade desse sobrenome na Fórmula 1. Categoria que, para o próximo campeonato, tem duas vagas apenas em aberto e existe um leilão por elas. Quem der mais “tutu” vai para Force India e Caterham, que são os times onde ainda não se definiram as duplas de pilotos.
E por que é um assunto espinhoso? Simples: porque ao mesmo tempo em que se deseja – torcedores e o próprio piloto – que Bruno Senna continue na Fórmula 1, quer na Force India, quer na Caterham, são cada vez mais fortes os rumores de que o piloto brasileiro está próximo de um acordo para disputar o DTM em 2013 pela Mercedes-Benz.
Diz o site Italiaracing.net, inclusive, que Bruno não estaria mais na disputa interna pela vaga na Caterham onde, segundo consta, o russo Vitaly Petrov parece a um passo de continuar. Mas é fato que o nome do sobrinho do tricampeão Ayrton Senna foi ventilado – como também o foi na Force India.
Mas na equipe de Vijay Malliya há outros problemas: o indiano quer Adrian Sutil de volta e ainda existe Jules Bianchi como uma possível aposta – se não este ano, talvez no próximo. A equipe estuda opções para o fornecimento de motores turbo para 2014 e a Mercedes está fora, razão pela qual Paul Di Resta não fica no time depois da temporada que ainda vai começar. Ferrari e Renault são as alternativas para Malliya e a Renault poderia impor o nome de Bruno Senna. Como eu disse, há outros problemas e a opção pelo brasileiro não parece ser a mais forte no momento.
Como a Mercedes passa por um momento de transição no DTM, tendo perdido nomes como Bruno Spengler, atual campeão pela BMW e Jamie Green, que foi para a Audi, faria mais sentido que a montadora de Stuttgart preferisse investir na contratação de Bruno Senna para formar um time repleto de sangue novo. A marca precisa de gente nova e as opções estão aí, todas vindas da Fórmula 1. Além dele, Jerôme d’Ambrosio, Robin Frinjs e Daniel Juncadella, este oriundo da F-3 europeia, têm tido seus nomes constantemente vinculados ao construtor, que já anunciou a permanência de Robert Wickens e Roberto Mehri em seus quadros.
O torcedor brasileiro, insisto, precisa entender que existe vida no automobilismo além da Fórmula 1. Já perdemos muitos nomes promissores no passado e pilotos como Augusto Farfus e João Paulo de Oliveira certamente estão muito felizes com o que fazem. Lucas Di Grassi percebeu que o WEC é um excelente caminho. Quem sabe, Bruno Senna não percebe que o DTM pode ser um campeonato capaz até de reconduzi-lo ao lugar que ele sempre sonhou?
Este é um assunto espinhoso. Envolve um sobrenome que mexe com o imaginário do torcedor – que ainda deseja ver a continuidade desse sobrenome na Fórmula 1. Categoria que, para o próximo campeonato, tem duas vagas apenas em aberto e existe um leilão por elas. Quem der mais “tutu” vai para Force India e Caterham, que são os times onde ainda não se definiram as duplas de pilotos.
E por que é um assunto espinhoso? Simples: porque ao mesmo tempo em que se deseja – torcedores e o próprio piloto – que Bruno Senna continue na Fórmula 1, quer na Force India, quer na Caterham, são cada vez mais fortes os rumores de que o piloto brasileiro está próximo de um acordo para disputar o DTM em 2013 pela Mercedes-Benz.
Diz o site Italiaracing.net, inclusive, que Bruno não estaria mais na disputa interna pela vaga na Caterham onde, segundo consta, o russo Vitaly Petrov parece a um passo de continuar. Mas é fato que o nome do sobrinho do tricampeão Ayrton Senna foi ventilado – como também o foi na Force India.
Mas na equipe de Vijay Malliya há outros problemas: o indiano quer Adrian Sutil de volta e ainda existe Jules Bianchi como uma possível aposta – se não este ano, talvez no próximo. A equipe estuda opções para o fornecimento de motores turbo para 2014 e a Mercedes está fora, razão pela qual Paul Di Resta não fica no time depois da temporada que ainda vai começar. Ferrari e Renault são as alternativas para Malliya e a Renault poderia impor o nome de Bruno Senna. Como eu disse, há outros problemas e a opção pelo brasileiro não parece ser a mais forte no momento.
Como a Mercedes passa por um momento de transição no DTM, tendo perdido nomes como Bruno Spengler, atual campeão pela BMW e Jamie Green, que foi para a Audi, faria mais sentido que a montadora de Stuttgart preferisse investir na contratação de Bruno Senna para formar um time repleto de sangue novo. A marca precisa de gente nova e as opções estão aí, todas vindas da Fórmula 1. Além dele, Jerôme d’Ambrosio, Robin Frinjs e Daniel Juncadella, este oriundo da F-3 europeia, têm tido seus nomes constantemente vinculados ao construtor, que já anunciou a permanência de Robert Wickens e Roberto Mehri em seus quadros.
O torcedor brasileiro, insisto, precisa entender que existe vida no automobilismo além da Fórmula 1. Já perdemos muitos nomes promissores no passado e pilotos como Augusto Farfus e João Paulo de Oliveira certamente estão muito felizes com o que fazem. Lucas Di Grassi percebeu que o WEC é um excelente caminho. Quem sabe, Bruno Senna não percebe que o DTM pode ser um campeonato capaz até de reconduzi-lo ao lugar que ele sempre sonhou?
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Chances de Bruno Senna na Force India são pequenas*
* Por Felipe Motta
Gostaria de escrever um pouco sobre a situação de Bruno Senna. O brasileiro trabalha nos bastidores para conseguir uma vaga no grid de 2013.
Já escrevi aqui que a experiência que Bruno acumulou no último ano e meio mais os patrocinadores que dispõe fazem do piloto uma boa opção, ainda que ele não tenha impressionado por resultados acima da média.
Hoje, no entanto, apurei que as chances do brasileiro com a Force India diminuíram bastante. O brasileiro neste momento está apenas com chances pequenas na equipe. Ele, mais do que nunca, tem apenas chances remotas de estar na Force India.
A Lotus ainda não anunciou o companheiro de Kimi Raikkonen no próximo. Romain Grosjean, que teve alguns altos e muitos baixos em 2012, ainda é considerado o favorito. Mas se o time estivesse certo do que fazer já teria anunciado qual seu piloto. Muita gente tem procurado a Lotus para oferecer seu trabalho e dinheiro.
A Caterham é a outra opção. Bruno Senna não deixou claro se voltaria para trás para andar em uma nanica. O que pergunto a vocês é: valeria a pena para ele voltar para trás? No lugar de Bruno vocês migrariam para outra categoria em uma condição melhor ou ficariam na F-1 mesmo em uma equipe menor para tentar algo melhor no futuro?
Gostaria de escrever um pouco sobre a situação de Bruno Senna. O brasileiro trabalha nos bastidores para conseguir uma vaga no grid de 2013.
Já escrevi aqui que a experiência que Bruno acumulou no último ano e meio mais os patrocinadores que dispõe fazem do piloto uma boa opção, ainda que ele não tenha impressionado por resultados acima da média.
Hoje, no entanto, apurei que as chances do brasileiro com a Force India diminuíram bastante. O brasileiro neste momento está apenas com chances pequenas na equipe. Ele, mais do que nunca, tem apenas chances remotas de estar na Force India.
A Lotus ainda não anunciou o companheiro de Kimi Raikkonen no próximo. Romain Grosjean, que teve alguns altos e muitos baixos em 2012, ainda é considerado o favorito. Mas se o time estivesse certo do que fazer já teria anunciado qual seu piloto. Muita gente tem procurado a Lotus para oferecer seu trabalho e dinheiro.
A Caterham é a outra opção. Bruno Senna não deixou claro se voltaria para trás para andar em uma nanica. O que pergunto a vocês é: valeria a pena para ele voltar para trás? No lugar de Bruno vocês migrariam para outra categoria em uma condição melhor ou ficariam na F-1 mesmo em uma equipe menor para tentar algo melhor no futuro?
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segunda-feira, 19 de março de 2012
FOTO DO DIA
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quinta-feira, 15 de março de 2012
GUIA F1 2012 - CATERHAM
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Vitaly Petrov
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
PETROV SUBSTITUI TRULLI NA CATERHAM
A Caterham anunciou na manhã desta sexta-feira que Vitaly Petrov irá substituir Jano Trulli como piloto titular da equipe em 2012, informa o site Tazio.
Existiam rumores sobre a possível contratação do russo pela equipe nas últimas semanas, apesar do veterano italiano ter contrato com o time, em que corre desde 2010.
Petrov competiu na F1 nos últimos dois anos pela Renault (que se tornou Lotus em 2012) e perdeu o seu lugar para a próxima temporada quando a equipe resolveu mudar a sua dupla e assinou com Kimi Raikkonen e Romain Grosjean.
Ele será companheiro de Heikki Kovalainen, que parte para a sua terceira temporada com o time, que se chamava Lotus até 2011.
Existiam rumores sobre a possível contratação do russo pela equipe nas últimas semanas, apesar do veterano italiano ter contrato com o time, em que corre desde 2010.
Petrov competiu na F1 nos últimos dois anos pela Renault (que se tornou Lotus em 2012) e perdeu o seu lugar para a próxima temporada quando a equipe resolveu mudar a sua dupla e assinou com Kimi Raikkonen e Romain Grosjean.
Ele será companheiro de Heikki Kovalainen, que parte para a sua terceira temporada com o time, que se chamava Lotus até 2011.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
F1 LANÇAMENTOS 2012: CATERHAM CT01
Revelado o primeiro modelo que irá disputar a temporada 2012 da F1. Imagens do novo carro da equipe malaia Caterham (Lotus em 2011), vazaram hoje na internet e apesar do novo nome a equipe mantém o mesmo esquema de cores dos anos anteriores. Destaque para o bico mais baixo, imposição do novo regulamento.
Novas imagens e informações sobre o projeto serão divulgadas na apresentação oficial do modelo, marcada para amanhã (quinta-feira, 26/01).
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
DA FÓRMULA 1 PARA O KART
A Caterham entrará no mercado do kartismo a partir do próximo ano. A informação foi divulgada no website da montadora, com um cartaz com os dizeres: “Quem disse que os irmãos mais novos são chatos?”, informa o site Allkart.net
A marca inglesa voltou a se envolver com o esporte a motor no ano passado, quando foi adquirida pelo multi-milionário malaio Tony Fernandes. A companhia tem também uma equipe de Fórmula 1, homônima, que correu, em 2011, como Team Lotus. A compra da Caterham por Fernandes se deu em um momento de disputa pelos direitos de uso do nome Lotus. O empresário também investe na GP2, onde tem a Caterham Racing GP2 – equipe pela qual o baiano Luiz Razia disputou a última temporada.
O kart terá design e desenvolvimento próprio da Caterham, e o projeto visa dar a jovens pilotos a oportunidade de dar os primeiros passos em suas carreiras. A Caterham, além da equipe de GP2, ainda atua nas categorias de base com um programa de desenvolvimento de pilotos. Dentre os nomes, além do já citado Luiz Razia, estão o norte-americano Alexander Rossi, que se destacou na Fórmula Renault 3.5, a World Series, e o malaio Fairuz Fauzy, que foi reserva do time na Fórmula 1 em 2011, ao lado de Razia e do indiano Karun Chandhok, e disputou a GP2 pela equipe Super Nova.
Simon Lambert, gerente da montadora, disse que a Caterham adquiriu um enorme conhecimento durante sua existência e agora gostaria de aplicá-la no kartismo. “Queremos estabelecer uma série de baixo custo que combine diversão, tecnologia e elementos competitividade que nós acreditamos que estãos sendo subestimados no kartismo”, afirmou.
O dirigente também ressaltou que a progressão pela “escada” da Caterham, que pode levar a Fórmula 1, será possível, mas este não é o único objetivo. “A Caterham vai buscar aqueles que estão procurando fazer carreira no automobilismo, mas, o mais importante é que o nosso alvo é o grande mercado de pais e filhos que gostariam de correr em um campeonato competitivo e de custos acessíveis”.
Segundo Lambert, esse padrão foi, até hoje, um “sonho inatingível”. Mas ele acredita que a história pode mudar: “A Caterham está determinada a tornar o automobilismo acessível a todos”.
O comunicado divulgado pela Caterham deixa a entender que faz parte do projeto a criação de “campeonatos monomarca de baixo custo e valor alto, em que a firma tem 26 anos de experiência”. A primeira série deste tipo criada pela Caterham foi exclusivo para o modelo Seven, o mais lendário da montadora, em 1986.
Mais informações sobre o projeto serão divulgadas ao longo de 2012.
ART: A Caterham não é a única marca presente nos monopostos a entrar no mercado do kartismo. No fim de 2011, a ART Grand Prix participou dos processos de homologação da CIK-FIA (Comissão Internacional de Kart) e da CNK-CBA (Comissão Nacional de Kart) e também possibilitará que seus pilotos subamdegrau por degrau até os estágios mais altos do automobismo internacional.
A marca inglesa voltou a se envolver com o esporte a motor no ano passado, quando foi adquirida pelo multi-milionário malaio Tony Fernandes. A companhia tem também uma equipe de Fórmula 1, homônima, que correu, em 2011, como Team Lotus. A compra da Caterham por Fernandes se deu em um momento de disputa pelos direitos de uso do nome Lotus. O empresário também investe na GP2, onde tem a Caterham Racing GP2 – equipe pela qual o baiano Luiz Razia disputou a última temporada.
O kart terá design e desenvolvimento próprio da Caterham, e o projeto visa dar a jovens pilotos a oportunidade de dar os primeiros passos em suas carreiras. A Caterham, além da equipe de GP2, ainda atua nas categorias de base com um programa de desenvolvimento de pilotos. Dentre os nomes, além do já citado Luiz Razia, estão o norte-americano Alexander Rossi, que se destacou na Fórmula Renault 3.5, a World Series, e o malaio Fairuz Fauzy, que foi reserva do time na Fórmula 1 em 2011, ao lado de Razia e do indiano Karun Chandhok, e disputou a GP2 pela equipe Super Nova.
Simon Lambert, gerente da montadora, disse que a Caterham adquiriu um enorme conhecimento durante sua existência e agora gostaria de aplicá-la no kartismo. “Queremos estabelecer uma série de baixo custo que combine diversão, tecnologia e elementos competitividade que nós acreditamos que estãos sendo subestimados no kartismo”, afirmou.
O dirigente também ressaltou que a progressão pela “escada” da Caterham, que pode levar a Fórmula 1, será possível, mas este não é o único objetivo. “A Caterham vai buscar aqueles que estão procurando fazer carreira no automobilismo, mas, o mais importante é que o nosso alvo é o grande mercado de pais e filhos que gostariam de correr em um campeonato competitivo e de custos acessíveis”.
Segundo Lambert, esse padrão foi, até hoje, um “sonho inatingível”. Mas ele acredita que a história pode mudar: “A Caterham está determinada a tornar o automobilismo acessível a todos”.
O comunicado divulgado pela Caterham deixa a entender que faz parte do projeto a criação de “campeonatos monomarca de baixo custo e valor alto, em que a firma tem 26 anos de experiência”. A primeira série deste tipo criada pela Caterham foi exclusivo para o modelo Seven, o mais lendário da montadora, em 1986.
Mais informações sobre o projeto serão divulgadas ao longo de 2012.
ART: A Caterham não é a única marca presente nos monopostos a entrar no mercado do kartismo. No fim de 2011, a ART Grand Prix participou dos processos de homologação da CIK-FIA (Comissão Internacional de Kart) e da CNK-CBA (Comissão Nacional de Kart) e também possibilitará que seus pilotos subamdegrau por degrau até os estágios mais altos do automobismo internacional.
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