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quinta-feira, 27 de março de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Desafio Internacional das Estrelas – Primeira Vez*
* Por Débora Longen
Vários amigos tinham manifestado vontade de ir, alguns até planejaram a viagem, mas, por fim, ficamos novamente só eu, o amigo-irmão Fernando e o meu irmão de verdade, que tem marcado presença em vários eventos de automobilismo. Talvez ele esteja começando a entender meu amor por corridas. Ou talvez esteja só me seguindo, tipo um cachorro fiel.
Apesar de morar mais ou menos perto, não sou uma frequentadora assídua do Parque Beto Carrero. Só fui lá uma vez quando era criança e uma em dezembro, nas 500 milhas de kart. Mas não era o suficiente pra eu saber como chegar, então obriguei meu hóspede a ser também meu motorista e guia.
No sábado, dia 12, esperava o Fernando pra almoçar, mas o fidapu chegou só na hora do café da tarde. Partimos de Blumenau rumo a Penha umas 17h40 e chegamos ao kartódromo por volta das 18h20, já durante o treino de classificação. Não foi difícil encontrar o local, nem retirar os ingressos, mas os quase 30 reais por dia no estacionamento doeram no nosso bolso.
Chegando lá, ficamos na arquibancada geral, por ali na Curva da Vitória, pelo menos até que acabasse o Top Qualify. Já estava começando o grupo 2 quando arrumamos nosso lugar junto à grade, pertinho da entrada dos boxes. Cada vez que o Alonso passava, gritávamos “Where is Newey?” ou “Tadinho, tá com o pior kart dos últimos vinte anos!”, e, quando soubemos que o Massa ia largar à frente do espanhol na primeira corrida, ficamos gritando pra ele romper o lacre de novo (GP dos EUA - 2012). Não só nós; todos ali em volta gritavam elogios pro asturiano mais querido do mundo. Cheguei à conclusão de que, não importa se você é fã do Alonso ou não, a presença dele em um evento meio que obriga você a xingá-lo. É irresistível.
Depois do treino, começou a exibição do Freestyle Motocross, aqueles doidos que saltam com suas motos por cima de obstáculos (inclusive humanos, que devem ter se cagado na hora). Mas, mesmo com o locutor todo animadinho tentando puxar gritos na torcida, eu queria ver mesmo era kart correndo.
Depois do show de motos, o narrador no kartódromo começou a entrevistar alguns pilotos, tanto do Desafio das Estrelas quanto da Corrida dos Artistas, que seria dali a poucos instantes. A um certo ponto da brincadeira, flagrou o tal Fernando Alonso apontando a câmera do celular pra uma das arquibancadas. Perguntado sobre o que estava fazendo, o espanhol simplesmente respondeu: “Fotos de mulheres!”. Aí virou bagunça... as meninas do kartódromo inteiro começaram a gritar como se tivessem visto baratas gigantes, mutantes e voadoras. Uma das moças fotografadas foi localizada e teve seus trinta segundos de fama. E não era eu. Até porque o Lonso sabe onde me encontrar quando me quiser – pronto, falei.
Houve a cerimônia de abertura, com declaração de autoridades e hino nacional entoado pelo Mauricio Manieri, que, logo depois, participou da primeira corrida com os artistas. Um negócio meio muito amador, com muitos erros e ultrapassagens. Pra gente dar risada, era ótimo, e já servia como aquecimento pra prova que viria depois.
Antes da primeira prova do Desafio, aconteceu o Drive Parade, o desfile dos pilotos pelo kartódromo. Esperava todos juntos em carro aberto, como na F1, mas foi bem mais legal. Vieram de moto, um a um, passando pela gente, parando pras fotos, se exibindo, permitindo que cada piloto recebesse o apoio da galera, individualmente. Isso significa, claro, que usamos essa oportunidade pra xingar mais o Alonso, puxando o tradicional grito de “Alonso, viado!”, que tomou conta da arquibancada. Aliás, o espanhol foi um dos poucos que dividiu moto com outro piloto – veio NA GARUPA do Massa, o que rendeu ainda mais risos e elogios. Agora sim era a chance perfeita pra ele romper o lacre, se é que vocês me entendem.
A corrida foi muito foda, cheia de alternativas, e mostrando Jules Bianchi como o ótimo kartista que eu já sabia que ele era. Na última edição do Desafio, o francês só não foi campeão porque foi desclassificado da segunda bateria, onde não atingiu o peso mínimo do kart. Esse ano, com Di Grassi e Liuzzi, formou um podium muito digno. Enquanto isso, mais lá pro meio do grid, Alonso aprontava das suas. Cortou caminho, empurrou todo mundo, só faltou bater na Big Tower. Felizmente, não somou ponto nenhum, ao contrário do Massa, que chegou em 10º.
Depois do podium, fomos até a saída tentar ver algum piloto. Dizem os enxergadores que Koba-san e Alguersuari passaram perto da gente, mas, sacumé, escuro, multidão, eu mal conseguia ver meu irmãozinho. Enquanto ficávamos por lá, em vigília, um carinha da organização do evento começou a conversar com a gente e nos orientou a chegar lá muito cedo no dia seguinte; era a melhor forma de conseguir uma foto. Acatamos a ideia, desistindo de ficar ali, até porque não tivemos resultado nenhum mesmo.
Em casa, mais tarde, teve a ocorrência da pizza de calabresa, mas não quero comentar, senão eu choro.
Domingo, 5h da manhã, já estávamos de pé. Chegamos ao kartódromo por volta das 6h30 – e teria sido antes se não fosse a necessidade de achar um posto de gasolina aberto em Blumenau àquelas horas. Novamente no Beto Carrero, novamente na entrada, montando guarda, mas dessa vez sozinhos e podendo contar com a luz do sol. O problema é que o evento é organizado pelo tal Felipe Massa, então, todo estrelismo era pouco. Os pilotos vinham todos de helicópteros, vans ou carros fechados.
O ÚNICO que entrou a pé, passando por nós, foi o Luciano Burti, que, com isso, subiu muito no meu conceito. Sempre disseram que ele é muito metidinho (e que ficou pior depois que se tornou comentarista da Globo), mas o cara foi super querido com a gente, não negou atenção nem foto. Uma pena ele ter se dado mal nas duas corridas. Amigo meu tem que se dar bem, ora, tenho uma reputação a manter. Fica ligado aí, Lu.
Outro simpático – mas esse é sempre, já é famoso por ser gente fina – foi o Pizzonia. Dos que entraram de carro, SÓ ELE abriu o vidro e deixou a gente tirar umas fotos. Aposto que, se não estivesse atrasado, ele pararia o carro pra fotografar com a galera.
Dos demais, nem sinal. Um ser disse que o Alonso autografou a camiseta dele, mas no dia anterior. Outro conseguiu uma foto do Massa, saindo do helicóptero... mas, sinceramente, o língua-presa era um dos únicos que eu NÃO fazia questão de eternizar na minha câmera.
Alguns minutos antes do Warm-Up (ou Armape, no dialeto do locutor), fomos pra arquibancada e não saímos mais de lá até o fim do Desafio. Não tem muito o que contar sobre os eventos de domingo, porque a programação foi a mesma de sábado – inclusive com mais um Drive Parade pra gente brincar. Só há dois pontos a ressaltar:
- A marmelada descarada da “filial catarinense da FIA”. No sábado, tínhamos pensado que a organização não teria visto ou teria se fingido de cega em relação ao corte de caminho do Alonso. Mas, logo no começo do Warm-Up, se justificaram dizendo que “o incidente foi anulado porque o piloto se justificou dizendo estar tentando evitar uma colisão”. A pergunta é: colisão COM QUEM? Ele já tinha se tocado com outro kart no começo da volta, não havia mais ninguém ali, nem à frente e nem atrás do espanhol. E, pelos cálculos “de olho” do Fernando, o cara teria ganho pelo menos uns oito segundos com o atalho. A única explicação é que ele ficou com medo de passar muito perto da montanha-russa e colidir com ela.
- A babaquice da organização no domingo, de não deixar a gente ficar de pé, escorado nas grades de proteção. Tinha muita gente lá, tava praticamente lotado nos dois dias, e, no sábado, as grades ficaram CHEIAS de gente em pé, filmando e fotografando durante a corrida, inclusive nós. E ninguém tinha reclamado de absolutamente nada. E de repente, no domingo, vêm os hômi e mandam a gente sentar e ficar, igual cachorro.
Justificativa? “Vocês, ficando aqui, atrapalham a visão de quem está mais acima”. Primeiro que isso é mentira. Se atrapalhasse, alguém teria falado no sábado. Segundo, estando sentadinhos no primeiro degrau, a visão que ficou atrapalhada foi a nossa. Terceiro, ver uma corrida sem poder se mexer tira todo o tesão da coisa. O que pensamos foi que, pelo fato de a corrida de domingo ser transmitida pelo Plim-plim, eles quisessem passar uma imagem de organização. Mas isso também não faz sentido, ora. Uma corrida em que as pessoas ficam sentadas quietinhas é porque está muito chata, o que não era o caso do Desafio, mas era o que ia parecer na TV. Ou seja, sem explicações, bola fora total. Mas claro que não respeitamos isso ao pé da letra, conseguindo escapar pra grade vez ou outra.
Tirando esse contratempo, a prova foi ótima. O Alonso cometendo mais e mais erros (todos pensamos que ele seria super fodão no kart), vitória do promissoríssimo (?) Nasr, com Nelsinho e Beto Monteiro formando um podium todo brazuca, e Bianchi sendo campeão muito merecidamente com o 4º lugar. Massa foi o oitavo. Um mito, como sempre.
De modo geral, curti demais o evento. O custo-benefício vale muito a pena, a estrutura é legal, a arquibancada fica lotada de gente e, como já postei uma vez em algum lugar, nunca vi uma corrida de kart ser RUIM. Portanto, já convido vocês pro próximo Desafio, mesmo ele ainda não tendo data. Vamo que vamo!
P.S: Achei um site onde estão disponíveis as transmissões inteiras do Desafio, com a narração lá do kartódromo mesmo, contendo tudo o que falei no texto - http://www.brmtv.com.br/ - Vá em “Videos gravados” e escolha.
P.S.2: Perdoem este gato folgado pela demora com o texto. O fato é que, felizmente, minha semana passada foi CORRIDA :D
Vários amigos tinham manifestado vontade de ir, alguns até planejaram a viagem, mas, por fim, ficamos novamente só eu, o amigo-irmão Fernando e o meu irmão de verdade, que tem marcado presença em vários eventos de automobilismo. Talvez ele esteja começando a entender meu amor por corridas. Ou talvez esteja só me seguindo, tipo um cachorro fiel.
Apesar de morar mais ou menos perto, não sou uma frequentadora assídua do Parque Beto Carrero. Só fui lá uma vez quando era criança e uma em dezembro, nas 500 milhas de kart. Mas não era o suficiente pra eu saber como chegar, então obriguei meu hóspede a ser também meu motorista e guia.
No sábado, dia 12, esperava o Fernando pra almoçar, mas o fidapu chegou só na hora do café da tarde. Partimos de Blumenau rumo a Penha umas 17h40 e chegamos ao kartódromo por volta das 18h20, já durante o treino de classificação. Não foi difícil encontrar o local, nem retirar os ingressos, mas os quase 30 reais por dia no estacionamento doeram no nosso bolso.
Chegando lá, ficamos na arquibancada geral, por ali na Curva da Vitória, pelo menos até que acabasse o Top Qualify. Já estava começando o grupo 2 quando arrumamos nosso lugar junto à grade, pertinho da entrada dos boxes. Cada vez que o Alonso passava, gritávamos “Where is Newey?” ou “Tadinho, tá com o pior kart dos últimos vinte anos!”, e, quando soubemos que o Massa ia largar à frente do espanhol na primeira corrida, ficamos gritando pra ele romper o lacre de novo (GP dos EUA - 2012). Não só nós; todos ali em volta gritavam elogios pro asturiano mais querido do mundo. Cheguei à conclusão de que, não importa se você é fã do Alonso ou não, a presença dele em um evento meio que obriga você a xingá-lo. É irresistível.
Depois do treino, começou a exibição do Freestyle Motocross, aqueles doidos que saltam com suas motos por cima de obstáculos (inclusive humanos, que devem ter se cagado na hora). Mas, mesmo com o locutor todo animadinho tentando puxar gritos na torcida, eu queria ver mesmo era kart correndo.
Depois do show de motos, o narrador no kartódromo começou a entrevistar alguns pilotos, tanto do Desafio das Estrelas quanto da Corrida dos Artistas, que seria dali a poucos instantes. A um certo ponto da brincadeira, flagrou o tal Fernando Alonso apontando a câmera do celular pra uma das arquibancadas. Perguntado sobre o que estava fazendo, o espanhol simplesmente respondeu: “Fotos de mulheres!”. Aí virou bagunça... as meninas do kartódromo inteiro começaram a gritar como se tivessem visto baratas gigantes, mutantes e voadoras. Uma das moças fotografadas foi localizada e teve seus trinta segundos de fama. E não era eu. Até porque o Lonso sabe onde me encontrar quando me quiser – pronto, falei.
Houve a cerimônia de abertura, com declaração de autoridades e hino nacional entoado pelo Mauricio Manieri, que, logo depois, participou da primeira corrida com os artistas. Um negócio meio muito amador, com muitos erros e ultrapassagens. Pra gente dar risada, era ótimo, e já servia como aquecimento pra prova que viria depois.
Antes da primeira prova do Desafio, aconteceu o Drive Parade, o desfile dos pilotos pelo kartódromo. Esperava todos juntos em carro aberto, como na F1, mas foi bem mais legal. Vieram de moto, um a um, passando pela gente, parando pras fotos, se exibindo, permitindo que cada piloto recebesse o apoio da galera, individualmente. Isso significa, claro, que usamos essa oportunidade pra xingar mais o Alonso, puxando o tradicional grito de “Alonso, viado!”, que tomou conta da arquibancada. Aliás, o espanhol foi um dos poucos que dividiu moto com outro piloto – veio NA GARUPA do Massa, o que rendeu ainda mais risos e elogios. Agora sim era a chance perfeita pra ele romper o lacre, se é que vocês me entendem.
A corrida foi muito foda, cheia de alternativas, e mostrando Jules Bianchi como o ótimo kartista que eu já sabia que ele era. Na última edição do Desafio, o francês só não foi campeão porque foi desclassificado da segunda bateria, onde não atingiu o peso mínimo do kart. Esse ano, com Di Grassi e Liuzzi, formou um podium muito digno. Enquanto isso, mais lá pro meio do grid, Alonso aprontava das suas. Cortou caminho, empurrou todo mundo, só faltou bater na Big Tower. Felizmente, não somou ponto nenhum, ao contrário do Massa, que chegou em 10º.
Depois do podium, fomos até a saída tentar ver algum piloto. Dizem os enxergadores que Koba-san e Alguersuari passaram perto da gente, mas, sacumé, escuro, multidão, eu mal conseguia ver meu irmãozinho. Enquanto ficávamos por lá, em vigília, um carinha da organização do evento começou a conversar com a gente e nos orientou a chegar lá muito cedo no dia seguinte; era a melhor forma de conseguir uma foto. Acatamos a ideia, desistindo de ficar ali, até porque não tivemos resultado nenhum mesmo.
Em casa, mais tarde, teve a ocorrência da pizza de calabresa, mas não quero comentar, senão eu choro.
Domingo, 5h da manhã, já estávamos de pé. Chegamos ao kartódromo por volta das 6h30 – e teria sido antes se não fosse a necessidade de achar um posto de gasolina aberto em Blumenau àquelas horas. Novamente no Beto Carrero, novamente na entrada, montando guarda, mas dessa vez sozinhos e podendo contar com a luz do sol. O problema é que o evento é organizado pelo tal Felipe Massa, então, todo estrelismo era pouco. Os pilotos vinham todos de helicópteros, vans ou carros fechados.
O ÚNICO que entrou a pé, passando por nós, foi o Luciano Burti, que, com isso, subiu muito no meu conceito. Sempre disseram que ele é muito metidinho (e que ficou pior depois que se tornou comentarista da Globo), mas o cara foi super querido com a gente, não negou atenção nem foto. Uma pena ele ter se dado mal nas duas corridas. Amigo meu tem que se dar bem, ora, tenho uma reputação a manter. Fica ligado aí, Lu.
Outro simpático – mas esse é sempre, já é famoso por ser gente fina – foi o Pizzonia. Dos que entraram de carro, SÓ ELE abriu o vidro e deixou a gente tirar umas fotos. Aposto que, se não estivesse atrasado, ele pararia o carro pra fotografar com a galera.
Dos demais, nem sinal. Um ser disse que o Alonso autografou a camiseta dele, mas no dia anterior. Outro conseguiu uma foto do Massa, saindo do helicóptero... mas, sinceramente, o língua-presa era um dos únicos que eu NÃO fazia questão de eternizar na minha câmera.
Alguns minutos antes do Warm-Up (ou Armape, no dialeto do locutor), fomos pra arquibancada e não saímos mais de lá até o fim do Desafio. Não tem muito o que contar sobre os eventos de domingo, porque a programação foi a mesma de sábado – inclusive com mais um Drive Parade pra gente brincar. Só há dois pontos a ressaltar:
- A marmelada descarada da “filial catarinense da FIA”. No sábado, tínhamos pensado que a organização não teria visto ou teria se fingido de cega em relação ao corte de caminho do Alonso. Mas, logo no começo do Warm-Up, se justificaram dizendo que “o incidente foi anulado porque o piloto se justificou dizendo estar tentando evitar uma colisão”. A pergunta é: colisão COM QUEM? Ele já tinha se tocado com outro kart no começo da volta, não havia mais ninguém ali, nem à frente e nem atrás do espanhol. E, pelos cálculos “de olho” do Fernando, o cara teria ganho pelo menos uns oito segundos com o atalho. A única explicação é que ele ficou com medo de passar muito perto da montanha-russa e colidir com ela.
- A babaquice da organização no domingo, de não deixar a gente ficar de pé, escorado nas grades de proteção. Tinha muita gente lá, tava praticamente lotado nos dois dias, e, no sábado, as grades ficaram CHEIAS de gente em pé, filmando e fotografando durante a corrida, inclusive nós. E ninguém tinha reclamado de absolutamente nada. E de repente, no domingo, vêm os hômi e mandam a gente sentar e ficar, igual cachorro.
Justificativa? “Vocês, ficando aqui, atrapalham a visão de quem está mais acima”. Primeiro que isso é mentira. Se atrapalhasse, alguém teria falado no sábado. Segundo, estando sentadinhos no primeiro degrau, a visão que ficou atrapalhada foi a nossa. Terceiro, ver uma corrida sem poder se mexer tira todo o tesão da coisa. O que pensamos foi que, pelo fato de a corrida de domingo ser transmitida pelo Plim-plim, eles quisessem passar uma imagem de organização. Mas isso também não faz sentido, ora. Uma corrida em que as pessoas ficam sentadas quietinhas é porque está muito chata, o que não era o caso do Desafio, mas era o que ia parecer na TV. Ou seja, sem explicações, bola fora total. Mas claro que não respeitamos isso ao pé da letra, conseguindo escapar pra grade vez ou outra.
Tirando esse contratempo, a prova foi ótima. O Alonso cometendo mais e mais erros (todos pensamos que ele seria super fodão no kart), vitória do promissoríssimo (?) Nasr, com Nelsinho e Beto Monteiro formando um podium todo brazuca, e Bianchi sendo campeão muito merecidamente com o 4º lugar. Massa foi o oitavo. Um mito, como sempre.
De modo geral, curti demais o evento. O custo-benefício vale muito a pena, a estrutura é legal, a arquibancada fica lotada de gente e, como já postei uma vez em algum lugar, nunca vi uma corrida de kart ser RUIM. Portanto, já convido vocês pro próximo Desafio, mesmo ele ainda não tendo data. Vamo que vamo!
P.S: Achei um site onde estão disponíveis as transmissões inteiras do Desafio, com a narração lá do kartódromo mesmo, contendo tudo o que falei no texto - http://www.brmtv.com.br/ - Vá em “Videos gravados” e escolha.
P.S.2: Perdoem este gato folgado pela demora com o texto. O fato é que, felizmente, minha semana passada foi CORRIDA :D
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
DA FÓRMULA 1 PARA O KART
A Caterham entrará no mercado do kartismo a partir do próximo ano. A informação foi divulgada no website da montadora, com um cartaz com os dizeres: “Quem disse que os irmãos mais novos são chatos?”, informa o site Allkart.net
A marca inglesa voltou a se envolver com o esporte a motor no ano passado, quando foi adquirida pelo multi-milionário malaio Tony Fernandes. A companhia tem também uma equipe de Fórmula 1, homônima, que correu, em 2011, como Team Lotus. A compra da Caterham por Fernandes se deu em um momento de disputa pelos direitos de uso do nome Lotus. O empresário também investe na GP2, onde tem a Caterham Racing GP2 – equipe pela qual o baiano Luiz Razia disputou a última temporada.
O kart terá design e desenvolvimento próprio da Caterham, e o projeto visa dar a jovens pilotos a oportunidade de dar os primeiros passos em suas carreiras. A Caterham, além da equipe de GP2, ainda atua nas categorias de base com um programa de desenvolvimento de pilotos. Dentre os nomes, além do já citado Luiz Razia, estão o norte-americano Alexander Rossi, que se destacou na Fórmula Renault 3.5, a World Series, e o malaio Fairuz Fauzy, que foi reserva do time na Fórmula 1 em 2011, ao lado de Razia e do indiano Karun Chandhok, e disputou a GP2 pela equipe Super Nova.
Simon Lambert, gerente da montadora, disse que a Caterham adquiriu um enorme conhecimento durante sua existência e agora gostaria de aplicá-la no kartismo. “Queremos estabelecer uma série de baixo custo que combine diversão, tecnologia e elementos competitividade que nós acreditamos que estãos sendo subestimados no kartismo”, afirmou.
O dirigente também ressaltou que a progressão pela “escada” da Caterham, que pode levar a Fórmula 1, será possível, mas este não é o único objetivo. “A Caterham vai buscar aqueles que estão procurando fazer carreira no automobilismo, mas, o mais importante é que o nosso alvo é o grande mercado de pais e filhos que gostariam de correr em um campeonato competitivo e de custos acessíveis”.
Segundo Lambert, esse padrão foi, até hoje, um “sonho inatingível”. Mas ele acredita que a história pode mudar: “A Caterham está determinada a tornar o automobilismo acessível a todos”.
O comunicado divulgado pela Caterham deixa a entender que faz parte do projeto a criação de “campeonatos monomarca de baixo custo e valor alto, em que a firma tem 26 anos de experiência”. A primeira série deste tipo criada pela Caterham foi exclusivo para o modelo Seven, o mais lendário da montadora, em 1986.
Mais informações sobre o projeto serão divulgadas ao longo de 2012.
ART: A Caterham não é a única marca presente nos monopostos a entrar no mercado do kartismo. No fim de 2011, a ART Grand Prix participou dos processos de homologação da CIK-FIA (Comissão Internacional de Kart) e da CNK-CBA (Comissão Nacional de Kart) e também possibilitará que seus pilotos subamdegrau por degrau até os estágios mais altos do automobismo internacional.
A marca inglesa voltou a se envolver com o esporte a motor no ano passado, quando foi adquirida pelo multi-milionário malaio Tony Fernandes. A companhia tem também uma equipe de Fórmula 1, homônima, que correu, em 2011, como Team Lotus. A compra da Caterham por Fernandes se deu em um momento de disputa pelos direitos de uso do nome Lotus. O empresário também investe na GP2, onde tem a Caterham Racing GP2 – equipe pela qual o baiano Luiz Razia disputou a última temporada.
O kart terá design e desenvolvimento próprio da Caterham, e o projeto visa dar a jovens pilotos a oportunidade de dar os primeiros passos em suas carreiras. A Caterham, além da equipe de GP2, ainda atua nas categorias de base com um programa de desenvolvimento de pilotos. Dentre os nomes, além do já citado Luiz Razia, estão o norte-americano Alexander Rossi, que se destacou na Fórmula Renault 3.5, a World Series, e o malaio Fairuz Fauzy, que foi reserva do time na Fórmula 1 em 2011, ao lado de Razia e do indiano Karun Chandhok, e disputou a GP2 pela equipe Super Nova.
Simon Lambert, gerente da montadora, disse que a Caterham adquiriu um enorme conhecimento durante sua existência e agora gostaria de aplicá-la no kartismo. “Queremos estabelecer uma série de baixo custo que combine diversão, tecnologia e elementos competitividade que nós acreditamos que estãos sendo subestimados no kartismo”, afirmou.
O dirigente também ressaltou que a progressão pela “escada” da Caterham, que pode levar a Fórmula 1, será possível, mas este não é o único objetivo. “A Caterham vai buscar aqueles que estão procurando fazer carreira no automobilismo, mas, o mais importante é que o nosso alvo é o grande mercado de pais e filhos que gostariam de correr em um campeonato competitivo e de custos acessíveis”.
Segundo Lambert, esse padrão foi, até hoje, um “sonho inatingível”. Mas ele acredita que a história pode mudar: “A Caterham está determinada a tornar o automobilismo acessível a todos”.
O comunicado divulgado pela Caterham deixa a entender que faz parte do projeto a criação de “campeonatos monomarca de baixo custo e valor alto, em que a firma tem 26 anos de experiência”. A primeira série deste tipo criada pela Caterham foi exclusivo para o modelo Seven, o mais lendário da montadora, em 1986.
Mais informações sobre o projeto serão divulgadas ao longo de 2012.
ART: A Caterham não é a única marca presente nos monopostos a entrar no mercado do kartismo. No fim de 2011, a ART Grand Prix participou dos processos de homologação da CIK-FIA (Comissão Internacional de Kart) e da CNK-CBA (Comissão Nacional de Kart) e também possibilitará que seus pilotos subamdegrau por degrau até os estágios mais altos do automobismo internacional.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
GGOO Kart Troféu Dan Wheldon
Após muita espera, realizamos no sábado, 27, a 1ª edição do GGOO Kart. Com homenagem a Dan Wheldon, piloto que faleceu na última etapa da Indy esse ano, fomos para a pista da Granja Viana com muita chuva. Por conta disso tivemos uma corrida cheia de emoções e que terminou com a vitória inesperada do Rodrigo Lopes (renovou com a Toro Rosso depois dessa corrida). Um dos favoritos a vitória, Douglas Vianna, piloto da casa, terminou em 3º, resultado que até agora não acredita.
Já Dan Stik, que era líder nas casas de aposta (1.005), teve problemas nos treinos com o motor de seu kart e largou em último, para complicar, um problema com os freios e desgaste acelerado nos pneus o fizeram perder muita velocidade e até causar acidentes.
Surpreendendo a todos, Augusto Roque foi 12º, sua melhor posição na vida, depois do 10º na etapa inicial onde apenas 10 correram.
Na coletiva de imprensa, Dan Stik disse estar muito desapontado, mas que ainda esta motivado para correr, não deve parar e que ainda dará um título de kart para o Brasil.
Confira o resultado final:
Já Dan Stik, que era líder nas casas de aposta (1.005), teve problemas nos treinos com o motor de seu kart e largou em último, para complicar, um problema com os freios e desgaste acelerado nos pneus o fizeram perder muita velocidade e até causar acidentes.
Surpreendendo a todos, Augusto Roque foi 12º, sua melhor posição na vida, depois do 10º na etapa inicial onde apenas 10 correram.
Na coletiva de imprensa, Dan Stik disse estar muito desapontado, mas que ainda esta motivado para correr, não deve parar e que ainda dará um título de kart para o Brasil.
Confira o resultado final:
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
ESPECIAL GP BRASIL 2011: GGOO PROGRAMAÇÃO OFICIAL

09h00 Chegada ao Autódromo, Setor G, ENTREGA DAS CAMISETAS
10h00 1º Treino Livre F1
12h00 Treino Livre Porsche Cup
14h00 2º Treino Livre F1
20h00 GGOO ENCONTRO - LOCAL A DEFINIR (faça sua sugestão)
SÁBADO (26/11/2011)
07h00 Chegada ao Autódromo, Setor G, ENTREGA DAS CAMISETAS
11h00 3º Treino Livre F1
14h00 TREINO CLASSIFICATÓRIO F1
15h00 FILA (aspiras e mais jovens saem correndo na frente)
16h00 FILA - CHURRAS COMUNITÁRIO (juntar $$$, comprar, comer)
20h30 GGOOKART - CHAMADA PARA O GGOOKART
21h00 GGOOKART - SÁIDA PARA O KARTÓDROMO
23h00 GGOOKART - LARGADA
00h30 GGOOKART - RETORNO PARA A FILA
DOMINGO (27/11/2011)
01h00 FILA - Cinema na barraca da P7 F1 Team
02h00 FILA - Acordar com o meGGOOfone quem estiver dormindo
03h00 FILA - Café na padaria
04h00 FILA - Acordar com o meGGOOfone quem AINDA estiver dormindo
05h00 FILA - Outro café na padaria
05h10 FILA - Mais um café (sem açúcar) e uma lata de Red Bull
07h00 Entrada no Autódromo, Setor G (em frente placa dos 50m)
07h01 Sono, muito sono
09h40 Largada Porsche Challenge
09h41 Acidente Porsche Challenge na curva do Lago
09h42 Safety Car Porsche Challenge
09h45 Outro acidente Porsche Challenge na curva do Lago
10h25 Largada Porsche Cup
10h26 Acidente Porsche Cup na curva do Lago
10h27 Safety Car Porsche Cup
10h30 Outro acidente Porsche Cup na curva do Lago
11h15 HOMENAGEM NELSON PIQUET (aplausos, gritos, emoção, lágrimas?)
12h00 "Deeesce FDP!!!"
12h30 Desfile Pilotos F1 ("Alooonso Viaaaado... Rubinho, Rubinhooo!!!")
13h00 "Levantou tarde, tomou café, agora vai ficar de pé!!!"
13h01 "Deeesce FDP!!!"
13h02 "A gostosa sobe, o viado desce!!!"
13h03 "Deeesce FDP!!!"
13h30 Formação Grid F1
14h00 LARGADA F1
16h00 FOTO OFICIAL 2011
* Programação sempre sujeita a alterações
Marcadores:
Churrasco,
F1,
fila,
Formula 1,
GGOO,
GGOOkart,
GP Brasil 2011,
INTERLAGOS,
kart,
Setor G
domingo, 20 de novembro de 2011
[GGOO Kart] CRONOGRAMA, DICAS E REGULAMENTO
Bom, para você que se atentou nas informações e se inscreveu para a 1ª Edição do desafio GGOO de Kart Indoor (ou de locação como preferirem), aqui vão algumas informações extremamente úteis:
Começando pelo vídeo abaixo, é de extrema importância que todos assistam, principalmente aqueles que nunca correram de kart.
Abaixo segue o regulamento, cronograma e algumas dicas:
Os karts serão lastreados em 90kgs. Ou seja, se o piloto pesar 80kgs (contando equipamento de segurança), receberá 10kgs de lastro.
Cada participante sorteará o seu próprio kart, retirando o papel com o número correspondente. O sorteio será realizado em ordem alfabética.
ATENÇÃO: Apenas a Direção do kartódromo poderá excluir algum kart participante. Caso o kart tenha sido sorteado por algum piloto, o mesmo terá o direito de realizar novo sorteio.
Caso o piloto deseje trocar de kart, deverá obrigatoriamente sair dos boxes durante a classificação, dar uma volta com o kart, retornar os boxes e pegar o PRIMEIRO kart da fila, que será indicado pelos fiscais do kartódromo.
No caso da quebra do kart por problemas mecânicos, poderá ser realizado a troca.
No caso da quebra do kart por acidente, o kartódromo não permite que seja feita a troca de kart.
É de responsabilidade do piloto certificar de que o lastro foi devidamente colocado. O uso incorreto do lastro acarretará na desclassificação do piloto.
Caso algum piloto não esteja presente na hora do sorteio, a organização irá sortear um kart e o mesmo será lastreado em 25kgs. Exemplo: Se o piloto pesar 80kgs, ao invés de receber apenas 10kgs de lastro, receberá 25kgs, totalizando 105kgs ao invés dos 90kgs dos outros participantes.
Abaixo o cronograma e que deverá ser respeitado:
20:30hs -> Encontro na fila do Setor G (Quem vai direto para o kartódromo pode desconsiderar);
21:00hs -> Saída rumo ao Kartódromo Granja Viana;
22:00hs -> Chegada ao Kartódromo, preenchimento da ficha cadastral, assinatura do termo de responsabilidade, retirada dos equipamentos (macacão, luva e balaclava). ATENÇÃO PARA QUEM VAI POR CONTA PRÓPRIA. CHEGAR NO MÁXIMO NESSE HORÁRIO;
22:30hs -> Pesagem dos pilotos e sorteio dos karts. OBRIGATÓRIO A PRESENÇA DE TODOS;
23:00hs -> Briefing e últimas recomendações;
23:30hs -> Início do 1º Desafio GGOO de Kart Indoor;
00:10hs -> Entrega dos troféus aos 6 primeiros colocados;
00:30hs -> Retorno à fila do GP Brasil de F1.
Algumas dicas e informações que vale a pena passar:
Provavelmente, o circuito que iremos correr é o do vídeo abaixo. Vale lembrar que a direção do kartódromo se reserva o direito de alterar o traçado sem prévio aviso:
No caso de chuva, a corrida ocorrerá normalmente, exceto a direção do kartódromo julgue a segurança dos pilotos estar em risco. Nesse caso, os participantes terão os valores devolvidos;
Como pode haver o risco de chuva, é recomendado que os participantes levem uma troca de roupa. Principalmente aqueles que irão retornar à fila do GP Brasil. O kartódromo possui vestiários masculino e feminino;
Quem tiver equipamento próprio, poderá utiliza-lo sem problemas.
Caso o piloto não queira utilizar o macacão do kartódromo, é obrigatório que o mesmo esteja de camiseta de manga comprida e calça comprida.
É obrigatório o uso de calçado que cubra todo o pé e que não tenha salto.
Quem tiver cabelos compridos, deverá prende-lo por dentro da balaclava.
Lembrem-se que uma corrida não se decide na primeira volta, muito menos na primeira curva.
TODOS estaremos lá para nos divertir e fortalecer nossos laços de amizade. Por tanto, o respeito é mais do que necessário para fazermos com que a noite seja de agrado para todos. Infelizmente só poderá haver um vencedor, mas isso é o de menos. Como dito anteriormente, a intenção é fortalecer e/ou criar novos laços de amizade.
É isso aí, agora é só aguardar e ter a certeza de que cada participante estará na história da GGOO para sempre!!!
Caso ainda tenha ficado alguma dúvida, basta entrar em contato através do e-mail contato@ggoo.com.br que responderemos com o maior prazer.
Começando pelo vídeo abaixo, é de extrema importância que todos assistam, principalmente aqueles que nunca correram de kart.
Abaixo segue o regulamento, cronograma e algumas dicas:
Os karts serão lastreados em 90kgs. Ou seja, se o piloto pesar 80kgs (contando equipamento de segurança), receberá 10kgs de lastro.
Cada participante sorteará o seu próprio kart, retirando o papel com o número correspondente. O sorteio será realizado em ordem alfabética.
ATENÇÃO: Apenas a Direção do kartódromo poderá excluir algum kart participante. Caso o kart tenha sido sorteado por algum piloto, o mesmo terá o direito de realizar novo sorteio.
Caso o piloto deseje trocar de kart, deverá obrigatoriamente sair dos boxes durante a classificação, dar uma volta com o kart, retornar os boxes e pegar o PRIMEIRO kart da fila, que será indicado pelos fiscais do kartódromo.
No caso da quebra do kart por problemas mecânicos, poderá ser realizado a troca.
No caso da quebra do kart por acidente, o kartódromo não permite que seja feita a troca de kart.
É de responsabilidade do piloto certificar de que o lastro foi devidamente colocado. O uso incorreto do lastro acarretará na desclassificação do piloto.
Caso algum piloto não esteja presente na hora do sorteio, a organização irá sortear um kart e o mesmo será lastreado em 25kgs. Exemplo: Se o piloto pesar 80kgs, ao invés de receber apenas 10kgs de lastro, receberá 25kgs, totalizando 105kgs ao invés dos 90kgs dos outros participantes.
Abaixo o cronograma e que deverá ser respeitado:
20:30hs -> Encontro na fila do Setor G (Quem vai direto para o kartódromo pode desconsiderar);
21:00hs -> Saída rumo ao Kartódromo Granja Viana;
22:00hs -> Chegada ao Kartódromo, preenchimento da ficha cadastral, assinatura do termo de responsabilidade, retirada dos equipamentos (macacão, luva e balaclava). ATENÇÃO PARA QUEM VAI POR CONTA PRÓPRIA. CHEGAR NO MÁXIMO NESSE HORÁRIO;
22:30hs -> Pesagem dos pilotos e sorteio dos karts. OBRIGATÓRIO A PRESENÇA DE TODOS;
23:00hs -> Briefing e últimas recomendações;
23:30hs -> Início do 1º Desafio GGOO de Kart Indoor;
00:10hs -> Entrega dos troféus aos 6 primeiros colocados;
00:30hs -> Retorno à fila do GP Brasil de F1.
Algumas dicas e informações que vale a pena passar:
Provavelmente, o circuito que iremos correr é o do vídeo abaixo. Vale lembrar que a direção do kartódromo se reserva o direito de alterar o traçado sem prévio aviso:
No caso de chuva, a corrida ocorrerá normalmente, exceto a direção do kartódromo julgue a segurança dos pilotos estar em risco. Nesse caso, os participantes terão os valores devolvidos;
Como pode haver o risco de chuva, é recomendado que os participantes levem uma troca de roupa. Principalmente aqueles que irão retornar à fila do GP Brasil. O kartódromo possui vestiários masculino e feminino;
Quem tiver equipamento próprio, poderá utiliza-lo sem problemas.
Caso o piloto não queira utilizar o macacão do kartódromo, é obrigatório que o mesmo esteja de camiseta de manga comprida e calça comprida.
É obrigatório o uso de calçado que cubra todo o pé e que não tenha salto.
Quem tiver cabelos compridos, deverá prende-lo por dentro da balaclava.
Lembrem-se que uma corrida não se decide na primeira volta, muito menos na primeira curva.
TODOS estaremos lá para nos divertir e fortalecer nossos laços de amizade. Por tanto, o respeito é mais do que necessário para fazermos com que a noite seja de agrado para todos. Infelizmente só poderá haver um vencedor, mas isso é o de menos. Como dito anteriormente, a intenção é fortalecer e/ou criar novos laços de amizade.
É isso aí, agora é só aguardar e ter a certeza de que cada participante estará na história da GGOO para sempre!!!
Caso ainda tenha ficado alguma dúvida, basta entrar em contato através do e-mail contato@ggoo.com.br que responderemos com o maior prazer.
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