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quarta-feira, 9 de abril de 2014
O Dinheiro de Kubica*
* Por Humberto Corradi
Interessante analisar os vencimentos obtidos por Robert Kubica em sua curta passagem pela categoria máxima do automobilismo.
O piloto fez sua estreia oficial na Fórmula 1 substituindo Jacques Villeneuve nas últimas seis corridas de 2006.
Mas contei os recebimentos a partir de sua primeira temporada completa, logo no ano seguinte.
Lembrando que estamos falando apenas dos salários.
Os valores, atualizados, estão em Euro.
De 2007 até 2009 o polonês recebeu cerca de 13 milhões na BMW Sauber.
No ano seguinte, 2010, ele se mudou para a Renault.
Time que já contava com Eric Boullier controlando a parte técnica e a Genii Capital o lado financeiro.
Kubica faturou 7,5 mlhões naquela temporada, quando obteve a oitava colocação no Mundial..
O piloto da Polônia fez um acordo para defender a Lotus Renault em 2011.
Mas aí o acidente na pré-temporada interrompeu a trajetória de Kubica na categoria.
Mesmo sem correr, a escuderia ainda pagou os 9 milhões acordados para aquele ano.
Ao todo o motorista recebeu 29,5 milhões em cinco temporadas, sendo que a última ele não competiu.
Ah, sim...
Podemos arredondar o número para 31 milhões se contarmos o dinheiro recebido no pré-contrato com a Ferrari.
Fica ao seu critério.
Interessante analisar os vencimentos obtidos por Robert Kubica em sua curta passagem pela categoria máxima do automobilismo.
O piloto fez sua estreia oficial na Fórmula 1 substituindo Jacques Villeneuve nas últimas seis corridas de 2006.
Mas contei os recebimentos a partir de sua primeira temporada completa, logo no ano seguinte.
Lembrando que estamos falando apenas dos salários.
Os valores, atualizados, estão em Euro.
De 2007 até 2009 o polonês recebeu cerca de 13 milhões na BMW Sauber.
No ano seguinte, 2010, ele se mudou para a Renault.
Time que já contava com Eric Boullier controlando a parte técnica e a Genii Capital o lado financeiro.
Kubica faturou 7,5 mlhões naquela temporada, quando obteve a oitava colocação no Mundial..
O piloto da Polônia fez um acordo para defender a Lotus Renault em 2011.
Mas aí o acidente na pré-temporada interrompeu a trajetória de Kubica na categoria.
Mesmo sem correr, a escuderia ainda pagou os 9 milhões acordados para aquele ano.
Ao todo o motorista recebeu 29,5 milhões em cinco temporadas, sendo que a última ele não competiu.
Ah, sim...
Podemos arredondar o número para 31 milhões se contarmos o dinheiro recebido no pré-contrato com a Ferrari.
Fica ao seu critério.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Kubica ainda deve sonhar*
* Por Luiz Fernando Ramos
O grupo sorri para a foto num campo coberto de neve. À direita estão os anfitriões Franz e Alexander Wurz, que comandam o Centro de Técnica de Direção no interior da Áustria. Os acompanham o lendário piloto alemão de rali Walter Röhrl (duas vezes campeão do mundo, em 1980 e 82), o casal Toto e Susie Wolff e o polonês Robert Kubica. A imagem ilustra a matéria do meu colega Gerald Enzinger no semanário austríaco SportWoche. O encontro aconteceu há uma semana, um dia de diversão para os envolvidos em carros de rali com direito a muitos drifts na neve.
Enzinger escreve que Kubica ainda sonha com um um retorno à Fórmula 1, mas admite que a funcionalidade de seus dedos ainda é limitada. É o que impede seu retorno. Quase dois anos após o grave acidente o polonês mostra que, num carro de rali, não tem problemas para lidar com o volante e o câmbio sequencial. Mas um F-1 exige movimentos de dedo o tempo todo, são inúmeras as funções que o piloto precisa controlar no volante.
A grande questão é se o polonês vai um dia recuperar completamente estes movimentos. O tempo longe da Fórmula 1 nunca será um problema para um piloto com tamanho talento e determinação. Kubica é muito popular no paddock e, assim que estiver clinicamente pronto, não faltarão equipes dispostas a lhe dar a chance de fazer um teste.
Mas a recuperação de nervos secionados é algo complexo demais. Alguns estudos apontam que há uma janela de tempo após uma operação para que a funcionalidade seja inteiramente recuperada. Após ela, o processo de sinapse nunca mais seria recuperado - mesmo que os nervos continuem se reconstruindo aos poucos depois disso. Mas é impossível avaliar com exatidão qual seria esta janela, os estudos ainda não estão tão avançados nessa questão.
Diante das incertezas, o melhor que Kubica tem a fazer é continuar trabalhando para voltar. Esta motivação é a sua melhor arma para que isso aconteça. E se tem um cara que mostrou ao longo de sua carreira ser capaz de desafiar qualquer prognóstico é ele. Em 2003, me lembro de ter assistido na tevê alemã à corrida da F-3 Europeia em Norisring. Kubica voltava às pistas depois de ter sofrido como passageiro um grave acidente nas ruas de Cracóvia. Ainda tinha dezoito pinos de titânio no braço. Ele fez a pole e ganhou a prova.
O grupo sorri para a foto num campo coberto de neve. À direita estão os anfitriões Franz e Alexander Wurz, que comandam o Centro de Técnica de Direção no interior da Áustria. Os acompanham o lendário piloto alemão de rali Walter Röhrl (duas vezes campeão do mundo, em 1980 e 82), o casal Toto e Susie Wolff e o polonês Robert Kubica. A imagem ilustra a matéria do meu colega Gerald Enzinger no semanário austríaco SportWoche. O encontro aconteceu há uma semana, um dia de diversão para os envolvidos em carros de rali com direito a muitos drifts na neve.
Enzinger escreve que Kubica ainda sonha com um um retorno à Fórmula 1, mas admite que a funcionalidade de seus dedos ainda é limitada. É o que impede seu retorno. Quase dois anos após o grave acidente o polonês mostra que, num carro de rali, não tem problemas para lidar com o volante e o câmbio sequencial. Mas um F-1 exige movimentos de dedo o tempo todo, são inúmeras as funções que o piloto precisa controlar no volante.
A grande questão é se o polonês vai um dia recuperar completamente estes movimentos. O tempo longe da Fórmula 1 nunca será um problema para um piloto com tamanho talento e determinação. Kubica é muito popular no paddock e, assim que estiver clinicamente pronto, não faltarão equipes dispostas a lhe dar a chance de fazer um teste.
Mas a recuperação de nervos secionados é algo complexo demais. Alguns estudos apontam que há uma janela de tempo após uma operação para que a funcionalidade seja inteiramente recuperada. Após ela, o processo de sinapse nunca mais seria recuperado - mesmo que os nervos continuem se reconstruindo aos poucos depois disso. Mas é impossível avaliar com exatidão qual seria esta janela, os estudos ainda não estão tão avançados nessa questão.
Diante das incertezas, o melhor que Kubica tem a fazer é continuar trabalhando para voltar. Esta motivação é a sua melhor arma para que isso aconteça. E se tem um cara que mostrou ao longo de sua carreira ser capaz de desafiar qualquer prognóstico é ele. Em 2003, me lembro de ter assistido na tevê alemã à corrida da F-3 Europeia em Norisring. Kubica voltava às pistas depois de ter sofrido como passageiro um grave acidente nas ruas de Cracóvia. Ainda tinha dezoito pinos de titânio no braço. Ele fez a pole e ganhou a prova.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Entenda melhor essa volta de Kubica às competições*
* Por Lívio Oricchio
Nos últimos dias percebi uma onda de otimismo em relação à recuperação de Robert Kubica e ao eventual retorno à Fórmula 1. Durante o GP da Itália, em Monza, vi pessoas conversando sobre a volta desse simpático polonês de 27 anos às competições. Inscreveu-se para disputar o rali de Ronde Gomitolo di Lana, com seu Subaru Impreza modelo 2006, bancando ele próprio as despesas. Como a prova era na Lombardia também e a 120 quilômetros de Monza, cogitei a possibilidade de dar um pulo lá, mas os horários batiam com os meus na cobertura da Fórmula 1 e não foi possível.
No último fim de semana Kubica voltou a correr, desta vez no Piemonte, em San Martino di Castrozza, sempre na Itália, onde ele reside. Com a namorada polonesa mora em Viareggio, perto de Lucca, Pisa, na Toscana.
As duas competições são amadoras, locais, destinadas a apaixonados por rali. Na Europa há uma fã-club de rali de velocidade enorme. Infelizmente não temos essa cultura no Brasil. Nosso interesse maior é por corridas com monopostos ou turismo. O rali no País ainda não se tornou popular, apesar do idealismo e abnegação de seus praticantes.
Em Gomito di Lana Kubica venceu com cerca de um minuto de vantagem para o segundo colocado, enquanto domingo, em San Martino, se acidentou. O vídeo está na internet. Um comentarista do blog disponibilizou o link. A dinâmica sugere que teve sorte ao não se ferir de novo. Despencou numa pequena ribanceira.
Já escrevi aqui que sou amigo de Roberto Chinchero, jornalista italiano, da Autosprint, o amigo mais próximo de Kubica. Sentamos sempre juntos na sala de imprensa dos autódromos: eu, Roberto e Luis Vasconcelos, jornalista português. Agora que não trabalho mais para nenhuma rádio, assisto às corridas na sala de imprensa tendo Kubica como comentarista. Roberto nos disponibiliza o áudio de parte dos comentários ao vivo. É divertido. O polonês não perdoa ninguém. Por manter o acordo com Roberto não posso escrever a respeito.
Através do meu amigo italiano sou informado do andamento da recuperação de Kubica. Hoje ainda não consegue produzir o movimento rotacional do antebraço direito, o mais atingido no acidente de 6 de fevereiro do ano passado, com seu Skoda Fabia, em Andora, na Liguria, Itália, a uma hora apenas de carro de onde resido, aqui em Nice, França.
Para movimentar o antebraço, o polonês comanda o braço. Só para lembrar, o braço é a porção do membro superior que articula com o ombro; o antebraço, com a mão. A articulação do cotovelo direito de Kubica também está um tanto comprometida, bem como a do punho. Mais: sua preensão de força e de precisão da mão direita está bem aquém da existente antes do acidente.
Ele tem o chamado braço duro parcial. Não confundir, por favor, com o termo destinado popularmente aos que não sabem dirigir. Kubica é o oposto. Representa um dos grandes talentos da pródiga geração que chegou à Fórmula 1 nos últimos anos.
Num carro de turismo, como os de rali, Kubica consegue conduzir ainda com habilidade levando a mão esquerda, não afetada no acidente, ao volante, e movimentando o braço direito para mover o antebraço e a mão direitos a fim de obter o deslocamento rotacional. Ele consegue mexer o braço direito para frente e para trás, o que não cria inconvenientes para a troca de marchas.
Você pode simular a condição em que Kubica pilota impondo a si próprio as limitações de movimento rotacional do antebraço direito e do pulso, bem como angular do cotovelo. Ficará mais fácil a compreensão.
Repare que para realizar o movimento com o braço direito para ter o efeito desejado no antebraço é preciso dispor de espaço, o que não é um problema num veículo de turismo. Já num monoposto, onde tudo é miniaturizado ao extremo para reduzir o arrasto aerodinâmico, peso etc, esse movimento rotacional do antebraço e do punho através do braço não é possível. A lateral do cockpit está ali do lado dos braços, tangenciando o corpo do piloto praticamente.
E como no acidente de Andora, há pouco mais de um ano e meio, Kubica teve secção de boa parte dos nervos do antebraço, razão da dificuldade dos movimentos, sua recuperação, a ponto de voltar a realizar as revoluções do antebraço exigidas na pilotagem de um monoposto de Fórmula 1, o enquadraria na literatura médica. Li na imprensa italiana, ontem, uma declaração de Kubica a esse respeito: “Tenho, ainda, muitas limitações para pilotar um monoposto”.
Ouvi do doutor Igor Rosello, no hospital Santa Corona, em Pietra Ligure, onde Kubica foi levado depois do acidente de Andora, para onde fui também depois de entender a gravidade do caso, na conversa por telefone com Daniele Morelli, seu empresário: “Precisamos esperar cerca de uma semana para ver se o antebraço e a mão direitos vão sobreviver”.
Isso mesmo, foi cogitada a possibilidade de amputação, por comprometimento não só neurológico como vascular. Felizmente, mesmo, as várias cirurgias necessárias foram bem executadas e a condição atlética de Kubica colaborou decisivamente para sabermos que, por enquanto, aos menos nos ralis poderemos vê-lo.
Enganam-se, no entanto, os que pensam que para ser feliz Kubica precisa retornar à Fórmula 1. Se for possível, pouco provável, ótimo. Se não, sua natureza o faz aproveitar a vida, e muito bem, com os recursos físicos de que dispõe.
Nos últimos dias percebi uma onda de otimismo em relação à recuperação de Robert Kubica e ao eventual retorno à Fórmula 1. Durante o GP da Itália, em Monza, vi pessoas conversando sobre a volta desse simpático polonês de 27 anos às competições. Inscreveu-se para disputar o rali de Ronde Gomitolo di Lana, com seu Subaru Impreza modelo 2006, bancando ele próprio as despesas. Como a prova era na Lombardia também e a 120 quilômetros de Monza, cogitei a possibilidade de dar um pulo lá, mas os horários batiam com os meus na cobertura da Fórmula 1 e não foi possível.
No último fim de semana Kubica voltou a correr, desta vez no Piemonte, em San Martino di Castrozza, sempre na Itália, onde ele reside. Com a namorada polonesa mora em Viareggio, perto de Lucca, Pisa, na Toscana.
As duas competições são amadoras, locais, destinadas a apaixonados por rali. Na Europa há uma fã-club de rali de velocidade enorme. Infelizmente não temos essa cultura no Brasil. Nosso interesse maior é por corridas com monopostos ou turismo. O rali no País ainda não se tornou popular, apesar do idealismo e abnegação de seus praticantes.
Em Gomito di Lana Kubica venceu com cerca de um minuto de vantagem para o segundo colocado, enquanto domingo, em San Martino, se acidentou. O vídeo está na internet. Um comentarista do blog disponibilizou o link. A dinâmica sugere que teve sorte ao não se ferir de novo. Despencou numa pequena ribanceira.
Já escrevi aqui que sou amigo de Roberto Chinchero, jornalista italiano, da Autosprint, o amigo mais próximo de Kubica. Sentamos sempre juntos na sala de imprensa dos autódromos: eu, Roberto e Luis Vasconcelos, jornalista português. Agora que não trabalho mais para nenhuma rádio, assisto às corridas na sala de imprensa tendo Kubica como comentarista. Roberto nos disponibiliza o áudio de parte dos comentários ao vivo. É divertido. O polonês não perdoa ninguém. Por manter o acordo com Roberto não posso escrever a respeito.
Através do meu amigo italiano sou informado do andamento da recuperação de Kubica. Hoje ainda não consegue produzir o movimento rotacional do antebraço direito, o mais atingido no acidente de 6 de fevereiro do ano passado, com seu Skoda Fabia, em Andora, na Liguria, Itália, a uma hora apenas de carro de onde resido, aqui em Nice, França.
Para movimentar o antebraço, o polonês comanda o braço. Só para lembrar, o braço é a porção do membro superior que articula com o ombro; o antebraço, com a mão. A articulação do cotovelo direito de Kubica também está um tanto comprometida, bem como a do punho. Mais: sua preensão de força e de precisão da mão direita está bem aquém da existente antes do acidente.
Ele tem o chamado braço duro parcial. Não confundir, por favor, com o termo destinado popularmente aos que não sabem dirigir. Kubica é o oposto. Representa um dos grandes talentos da pródiga geração que chegou à Fórmula 1 nos últimos anos.
Num carro de turismo, como os de rali, Kubica consegue conduzir ainda com habilidade levando a mão esquerda, não afetada no acidente, ao volante, e movimentando o braço direito para mover o antebraço e a mão direitos a fim de obter o deslocamento rotacional. Ele consegue mexer o braço direito para frente e para trás, o que não cria inconvenientes para a troca de marchas.
Você pode simular a condição em que Kubica pilota impondo a si próprio as limitações de movimento rotacional do antebraço direito e do pulso, bem como angular do cotovelo. Ficará mais fácil a compreensão.
Repare que para realizar o movimento com o braço direito para ter o efeito desejado no antebraço é preciso dispor de espaço, o que não é um problema num veículo de turismo. Já num monoposto, onde tudo é miniaturizado ao extremo para reduzir o arrasto aerodinâmico, peso etc, esse movimento rotacional do antebraço e do punho através do braço não é possível. A lateral do cockpit está ali do lado dos braços, tangenciando o corpo do piloto praticamente.
E como no acidente de Andora, há pouco mais de um ano e meio, Kubica teve secção de boa parte dos nervos do antebraço, razão da dificuldade dos movimentos, sua recuperação, a ponto de voltar a realizar as revoluções do antebraço exigidas na pilotagem de um monoposto de Fórmula 1, o enquadraria na literatura médica. Li na imprensa italiana, ontem, uma declaração de Kubica a esse respeito: “Tenho, ainda, muitas limitações para pilotar um monoposto”.
Ouvi do doutor Igor Rosello, no hospital Santa Corona, em Pietra Ligure, onde Kubica foi levado depois do acidente de Andora, para onde fui também depois de entender a gravidade do caso, na conversa por telefone com Daniele Morelli, seu empresário: “Precisamos esperar cerca de uma semana para ver se o antebraço e a mão direitos vão sobreviver”.
Isso mesmo, foi cogitada a possibilidade de amputação, por comprometimento não só neurológico como vascular. Felizmente, mesmo, as várias cirurgias necessárias foram bem executadas e a condição atlética de Kubica colaborou decisivamente para sabermos que, por enquanto, aos menos nos ralis poderemos vê-lo.
Enganam-se, no entanto, os que pensam que para ser feliz Kubica precisa retornar à Fórmula 1. Se for possível, pouco provável, ótimo. Se não, sua natureza o faz aproveitar a vida, e muito bem, com os recursos físicos de que dispõe.
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
A volta de Kubica*
* Por Rafael Lopes
Em seu retorno oficial às competições, 19 meses após o grave acidente no rali Ronde di Andora, na Itália, Robert Kubica já se sagrou campeão. Ao lado do navegador Giuliano Manfredi em um Subaru Impreza WRC, o polonês ex-Fórmula 1 levou o título do rali Ronde Gomitolo di Lana neste domingo, 58 segundos à frente dos rivais mais próximos, a dupla formada por Omar Bergo e Alberto Brusati, com um Mini Countryman WRC.
Kubica sofreu várias lesões no braço e perna direitas após um guard rail entrar no cockpit de seu carro em fevereiro de 2011. Após uma longa recuperação e várias operações no local, o polonês chegou a testar carros de rali, mas seu retorno à Fórmula 1 sempre foi colocado em dúvida. A vitória neste domingo é um sopro de esperança para o vencedor do GP do Canadá de 2008, mas seu braço direito claramente ainda não está 100%.
E ele ainda venceu...
Em seu retorno oficial às competições, 19 meses após o grave acidente no rali Ronde di Andora, na Itália, Robert Kubica já se sagrou campeão. Ao lado do navegador Giuliano Manfredi em um Subaru Impreza WRC, o polonês ex-Fórmula 1 levou o título do rali Ronde Gomitolo di Lana neste domingo, 58 segundos à frente dos rivais mais próximos, a dupla formada por Omar Bergo e Alberto Brusati, com um Mini Countryman WRC.
Kubica sofreu várias lesões no braço e perna direitas após um guard rail entrar no cockpit de seu carro em fevereiro de 2011. Após uma longa recuperação e várias operações no local, o polonês chegou a testar carros de rali, mas seu retorno à Fórmula 1 sempre foi colocado em dúvida. A vitória neste domingo é um sopro de esperança para o vencedor do GP do Canadá de 2008, mas seu braço direito claramente ainda não está 100%.
E ele ainda venceu...
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
Quinhentos dias*
* Por Fabio Seixas
"Desculpa, mas liga de novo em agosto. Ou no fim de julho. Aí já terei uma resposta pra você. Agora não posso falar, não dá pra comentar nada. Temos que esperar mais um pouco." Na outra ponta da linha, o italiano Daniele Morelli, empresário de Robert Kubica.
São quase 500 dias.
Para ser mais exato, 488. Dias de susto, de preocupação e de batalha para voltar à vida normal. Sendo que, no caso, é uma missão bem complicada: a vida normal exige cabeça e físico 100% para acelerar a mais de 300 km/h.
Foram três cirurgias, uma delas de sete horas, para reconstruir e remendar ossos esmagados e fraturados em um acidente de rali, na Itália. No 340º dia, outro golpe: tíbia quebrada após um escorregão no gelo, andando na rua. Nova intervenção.
Nesta semana, veio à tona a notícia de mais uma operação. O cotovelo direito ganhou duas próteses que, segundo o médico Ruggero Testoni, permitirão que o polonês consiga girar o volante sem nenenhuma limitação.
(Até então, em karts e simuladores, ele tinha de soltar a mão do volante por um instante, quando virava à esquerda, para empunhá-lo novamente logo depois...)
Deve ter sido a última. Agora, enfrentará mais 30 dias de fisioterapia no local.
Daí, a explicação para o "liga de novo em agosto" de Morelli. Depois de tantas idas e vindas, tantos diagnósticos e tantos contratempos, a hora da verdade para um dos mais talentosos pilotos da F-1 está realmente chegando.
Se tudo enfim voltar a dar certo, se Kubica tiver condições de retornar a um cockpit, será ótimo para ele e para o esporte. O mercado se agitará -há quem fale em pré-contrato com a Ferrari para o ano que vem-, o grid ganhará ainda mais competitividade, o paddock ficará menos chato.
Se não der, será uma pena. Mas vida que segue.
Há 488 dias, Kubica estava sedado em uma UTI e corria o risco de ter amputada sua mão direita.
Pensando assim, a boa notícia já veio. Mas, no mês que vem, claro, ligo de novo.
"Desculpa, mas liga de novo em agosto. Ou no fim de julho. Aí já terei uma resposta pra você. Agora não posso falar, não dá pra comentar nada. Temos que esperar mais um pouco." Na outra ponta da linha, o italiano Daniele Morelli, empresário de Robert Kubica.
São quase 500 dias.
Para ser mais exato, 488. Dias de susto, de preocupação e de batalha para voltar à vida normal. Sendo que, no caso, é uma missão bem complicada: a vida normal exige cabeça e físico 100% para acelerar a mais de 300 km/h.
Foram três cirurgias, uma delas de sete horas, para reconstruir e remendar ossos esmagados e fraturados em um acidente de rali, na Itália. No 340º dia, outro golpe: tíbia quebrada após um escorregão no gelo, andando na rua. Nova intervenção.
Nesta semana, veio à tona a notícia de mais uma operação. O cotovelo direito ganhou duas próteses que, segundo o médico Ruggero Testoni, permitirão que o polonês consiga girar o volante sem nenenhuma limitação.
(Até então, em karts e simuladores, ele tinha de soltar a mão do volante por um instante, quando virava à esquerda, para empunhá-lo novamente logo depois...)
Deve ter sido a última. Agora, enfrentará mais 30 dias de fisioterapia no local.
Daí, a explicação para o "liga de novo em agosto" de Morelli. Depois de tantas idas e vindas, tantos diagnósticos e tantos contratempos, a hora da verdade para um dos mais talentosos pilotos da F-1 está realmente chegando.
Se tudo enfim voltar a dar certo, se Kubica tiver condições de retornar a um cockpit, será ótimo para ele e para o esporte. O mercado se agitará -há quem fale em pré-contrato com a Ferrari para o ano que vem-, o grid ganhará ainda mais competitividade, o paddock ficará menos chato.
Se não der, será uma pena. Mas vida que segue.
Há 488 dias, Kubica estava sedado em uma UTI e corria o risco de ter amputada sua mão direita.
Pensando assim, a boa notícia já veio. Mas, no mês que vem, claro, ligo de novo.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Kubica se recupera de última cirurgia no cotovelo direito e já pode virar volante, garante médico
No fim de maio, Robert Kubica foi submetido a mais uma cirurgia para ajudar a melhorar a mobilidade de seu braço direito, ainda seriamente lesionado depois do gravíssimo acidente sofrido no Rali Ronde di Andora, na Itália, em 6 de fevereiro de 2011. Desde então, o ex-piloto de BMW e Renault não conseguiu voltar à F1 e vem lutando para se recuperar plenamente da quase tragédia na região da Ligúria. Desta vez a operação foi no cotovelo direito, informa o site Grande Prêmio.
O responsável por conduzir o procedimento cirúrgico no piloto polonês, de 27 anos, foi Dr. Ruggero Testoni, no hospital Pederzoli, localizado nas cercanias de Verona, na Itália. Durante a operação, o médico substituiu ossos lesionados do cotovelo de Robert por duas próteses. Na opinião do cirurgião, Kubica agora terá total capacidade para esterçar o volante de um carro.
Dr. Testoni também confirmou que o polonês já vinha realizando testes no simulador antes da operação, como treinamento físico e também para avaliar as condições dos membros lesionados após a batida em fevereiro do ano passado.
“Desta forma [com a cirurgia], o piloto poderá esterçar completamente o volante, enquanto antes ele era incapaz de fazê-lo para baixo, por isso ele era forçado a soltar o volante para virar à esquerda”, comentou o médico em entrevista à imprensa italiana. “A cirurgia foi precedida de uma série de testes em um simulador de carro. Vai levar pelo menos um mês para [ele] se estabilizar”, acrescentou.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
KUBICA ASSINA COM A FERRARI!

A notícia confirma o que já havia sido veiculado pelo jornalista italiano Pino Allievi, bastante ligado a Kubica, que informou no último domingo que o polonês estará pronto para guiar um F1 em junho, depois de passar por uma bateria de testes no simulador para checar suas condições físicas na pilotagem de um carro da categoria. A nota também confirma uma informação veiculada pelo diário 'La Gazzetta dello Sport', em dezembro do ano passado.
Segundo a reportagem, Kubica já está na fase final de sua reabilitação física, visando garantir principalmente os movimentos do braço direito, membro mais afetado após o acidente sofrido no rali. Apesar da queda em uma rua de gelo próxima à sua casa na Itália, ocasionando a fratura na perna direita, no mesmo local em que já havia se lesionado há quase um ano, o piloto de 27 anos se recupera bem.
Antes de guiar a F10, em junho, Robert vai testar em um simulador em abril. Caso o polonês se mostre apto fisicamente, então a Ferrari vai lhe proporcionar a chance de guiar um carro de F1 após mais de um ano. A publicação informou que o modelo que será preparado para Kubica estará equipado com o novo motor V6 turbo de 1,6 L, especificação que será usada pela categoria a partir de 2014. O circuito-sede do teste de Kubica não foi revelado.
Dentre os titulares da Ferrari, Fernando Alonso tem contrato garantido até o fim do Mundial de 2016. Felipe Massa, por sua vez, tem vínculo firmado com Maranello até o fim da atual temporada. A cúpula da escuderia italiana, volta e meia, afirma que o ano de 2012 é crucial para as pretensões de permanência do brasileiro na Ferrari. Além de Kubica, Sergio Pérez, hoje na Sauber, é especulado como um dos possíveis sucessores de Felipe no próximo ano.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
KUBICA QUEBRA PERNA!
Ainda se recuperando do grave acidente que sofreu em um rali em fevereiro de 2011, Robert Kubica voltou a se lesionar. O polonês sofreu uma queda, nesta quarta-feira (10), em frente da casa em que mora, em Pietrasanta, na Itália, quebrando a perna direita, a mesma que já havia sido atingida na batida anterior, informa o site Grande Prêmio.
O piloto escorregou no gelo que cobria a rua, indo ao chão. Sentindo fortes dores por conta da fratura, Kubica teria pedido para voltar ao hospital Pietra Ligure, onde foi atendido após o acidente no rali, mas o polonês acabou mudando de ideia.
Ao ser atendido, os médicos realizaram um exame de raio-x para verificar a extensão da fratura e logo liberaram o piloto. O exame constatou que a nova fratura aconteceu exatamente onde a perna já havia se partido, uma decalcificação da tíbia.
Kubica ainda não se pronunciou sobre a queda. Os médicos também não determinaram em quanto tempo o retorno do piloto ao automobilismo poderá ser prejudicado, mas a expectativa é de que a recuperação seja atrasada em ao menos três semanas.
O piloto escorregou no gelo que cobria a rua, indo ao chão. Sentindo fortes dores por conta da fratura, Kubica teria pedido para voltar ao hospital Pietra Ligure, onde foi atendido após o acidente no rali, mas o polonês acabou mudando de ideia.
Ao ser atendido, os médicos realizaram um exame de raio-x para verificar a extensão da fratura e logo liberaram o piloto. O exame constatou que a nova fratura aconteceu exatamente onde a perna já havia se partido, uma decalcificação da tíbia.
Kubica ainda não se pronunciou sobre a queda. Os médicos também não determinaram em quanto tempo o retorno do piloto ao automobilismo poderá ser prejudicado, mas a expectativa é de que a recuperação seja atrasada em ao menos três semanas.
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
KUBICA NA FERRARI?
Definitivamente, tudo indica que o futuro de Robert Kubica na F1 pode estar em Maranello. Ainda em processo de recuperação por conta do gravíssimo acidente sofrido em fevereiro, durante o Rali Ronde di Andora, nos arredores de Gênova, na Itália, o polonês deixará oficialmente a Lotus Renault em três semanas, quando se encerra seu contrato com o time anglo-russo. O piloto, então, fica livre para assinar com a Ferrari visando a temporada 2013, informa o site Grande Premio.
Segundo o diário italiano ‘La Gazzetta dello Sport’, a Ferrari aposta na recuperação física de Kubica. A publicação pôde assegurar que o polonês vai testar a F10, carro de 2010 da equipe de Maranello, durante a primavera europeia, ou seja, entre março e junho do próximo ano.
Na esteira do jornal italiano, o diário espanhol ‘AS’ informou também que a Ferrari apenas espera a realização dos testes para confirmar se Robert tem condições de voltar a ser competitivo na F1. Caso a resposta nos treinamentos na primavera seja positiva, então Kubica deverá firmar contrato para ser o novo companheiro de Fernando Alonso na equipe a partir de 2013, colocando o futuro de Felipe Massa e de um brasileiro na categoria em xeque.
Se após o acidente sofrido por Kubica em fevereiro deste ano na Itália a Lotus Renault, e seu chefe de equipe, Eric Boullier, demonstrava todo apoio ao piloto em seu processo de recuperação, o tom deixou de ser amistoso tão logo os primeiros rumores ligando o piloto à Ferrari começaram a surgir. Primeiro, o dirigente francês deixou claro que não se esforçaria a ajudar Robert e jamais lhe ofereceria um carro para testar caso o polonês estivesse apalavrado com outra equipe.
As contratações de Romain Grosjean e, principalmente, Kimi Raikkonen, indicam também que Boullier cansou de esperar por Kubica. Em declaração recente, o chefe de equipe da Lotus Renault colocou em dúvida a permanência do piloto no time e deixou claro que pretende contar com a nova dupla para retomar o projeto de luta pelo título mundial, segundo o francês, previsto para “dois ou três anos”.
Segundo o diário italiano ‘La Gazzetta dello Sport’, a Ferrari aposta na recuperação física de Kubica. A publicação pôde assegurar que o polonês vai testar a F10, carro de 2010 da equipe de Maranello, durante a primavera europeia, ou seja, entre março e junho do próximo ano.
Na esteira do jornal italiano, o diário espanhol ‘AS’ informou também que a Ferrari apenas espera a realização dos testes para confirmar se Robert tem condições de voltar a ser competitivo na F1. Caso a resposta nos treinamentos na primavera seja positiva, então Kubica deverá firmar contrato para ser o novo companheiro de Fernando Alonso na equipe a partir de 2013, colocando o futuro de Felipe Massa e de um brasileiro na categoria em xeque.
Se após o acidente sofrido por Kubica em fevereiro deste ano na Itália a Lotus Renault, e seu chefe de equipe, Eric Boullier, demonstrava todo apoio ao piloto em seu processo de recuperação, o tom deixou de ser amistoso tão logo os primeiros rumores ligando o piloto à Ferrari começaram a surgir. Primeiro, o dirigente francês deixou claro que não se esforçaria a ajudar Robert e jamais lhe ofereceria um carro para testar caso o polonês estivesse apalavrado com outra equipe.
As contratações de Romain Grosjean e, principalmente, Kimi Raikkonen, indicam também que Boullier cansou de esperar por Kubica. Em declaração recente, o chefe de equipe da Lotus Renault colocou em dúvida a permanência do piloto no time e deixou claro que pretende contar com a nova dupla para retomar o projeto de luta pelo título mundial, segundo o francês, previsto para “dois ou três anos”.
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A SITUAÇÃO ATUAL DE KUBICA
Robert Kubica foi flagrado nesta quarta-feira (2) em fase final de recuperação do grave acidente que sofreu no início do mês de fevereiro, quando disputava um rali na Itália. Na ocasião, o piloto quase perdeu o braço direito após o guard-rail da pista ter atravessado o carro em que estava. Apesar de não ter mais a aparência debilitada pós-batida, o polonês não conseguiu esconder a enorme proteção que imobiliza completamente o braço direito, informa o site GRANDE PREMIO.
Na terça-feira, Eric Boullier, chefe de equipe da Renault, havia afirmado que o time francês está esperando uma resposta de Kubica para saber se poderá contar com o piloto no próximo ano. O dirigente disse que o polonês ainda precisará passar por uma bateria de testes para comprovar que tem condições de retornar à F1.
Boullier admitiu, ainda, que a Renault já se mobiliza para um plano B, caso não possa contar Kubica. Por isso, Romain Grosjean, atual campeão da GP2, vai participar dos treinos de sexta-feira em Abu Dhabi e no Brasil para ser avaliado.
Na terça-feira, Eric Boullier, chefe de equipe da Renault, havia afirmado que o time francês está esperando uma resposta de Kubica para saber se poderá contar com o piloto no próximo ano. O dirigente disse que o polonês ainda precisará passar por uma bateria de testes para comprovar que tem condições de retornar à F1.
Boullier admitiu, ainda, que a Renault já se mobiliza para um plano B, caso não possa contar Kubica. Por isso, Romain Grosjean, atual campeão da GP2, vai participar dos treinos de sexta-feira em Abu Dhabi e no Brasil para ser avaliado.
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
KUBICA JÁ DIRIGE CARRO!
O Dr. Igor Rossello, um dos cirurgiões que operou Robert Kubica, revelou que o polonês já dirige um carro de passeio e afirmou ter certeza de que ele pode voltar a guiar um carro de Fórmula 1 em breve. Kubica feriu gravemente mão, braço e pernas direitas em um forte acidente em sofrido em fevereiro no 'Ronde di Andora', prova de rali italiana, informa o site Globo.com
- Ele está recuperado. Pode mover todos os dedos da mão. Agora nós podemos pensar em colocá-lo assim que possível em um carro. Perdão, em um carro de corrida, porque ele já dirige um carro de rua - disse em entrevista à rádio polonesa ‘Trojce'.
As declarações de Rossello são bem mais otimistas que a opinião de Dr. Riccardo Ceccarelli, que acompanha o tratamento do piloto. Ceccarelli afirmou recentemente que o polonês precisaria de "mais alguns meses de recuperação" para voltar a dirigir um F-1. Dr. Rossello disse estar impressionado com Kubica.
- Olho para ele e não paro de me perguntar como ele tem ido bem. Todas as fraturas e feridas foram curadas. Sua recuperação é um milagre.
O cirurgião, no entanto, admitiu que o piloto terá algumas limitações decorrentes do acidente e por isso não sabe se ele conseguirá ser tão rápido quanto era antigamente.
- A incerteza é se ele poderá voltar a ser veloz. Ele terá algumas limitações. É bom lembrar que chegou a ser considerada a amputação. De qualquer forma ele será capaz de dirigir seu F-1 de novo e pressionar todos os botões, nós estamos falando de um piloto, não de um pianista - brincou Rosselo.
- Mas isso (ser rápido o suficiente), os especialistas em F-1 precisarão analisar. Nós fizemos nosso trabalho perfeitamente - completou o médico, que disse ainda ser necessária uma pequena intervenção para melhorar a mobilidade do pulso direito de Kubica, além de uma forte carga de exercícios para a recuperação total do polonês.
- Ele está recuperado. Pode mover todos os dedos da mão. Agora nós podemos pensar em colocá-lo assim que possível em um carro. Perdão, em um carro de corrida, porque ele já dirige um carro de rua - disse em entrevista à rádio polonesa ‘Trojce'.
As declarações de Rossello são bem mais otimistas que a opinião de Dr. Riccardo Ceccarelli, que acompanha o tratamento do piloto. Ceccarelli afirmou recentemente que o polonês precisaria de "mais alguns meses de recuperação" para voltar a dirigir um F-1. Dr. Rossello disse estar impressionado com Kubica.
- Olho para ele e não paro de me perguntar como ele tem ido bem. Todas as fraturas e feridas foram curadas. Sua recuperação é um milagre.
O cirurgião, no entanto, admitiu que o piloto terá algumas limitações decorrentes do acidente e por isso não sabe se ele conseguirá ser tão rápido quanto era antigamente.
- A incerteza é se ele poderá voltar a ser veloz. Ele terá algumas limitações. É bom lembrar que chegou a ser considerada a amputação. De qualquer forma ele será capaz de dirigir seu F-1 de novo e pressionar todos os botões, nós estamos falando de um piloto, não de um pianista - brincou Rosselo.
- Mas isso (ser rápido o suficiente), os especialistas em F-1 precisarão analisar. Nós fizemos nosso trabalho perfeitamente - completou o médico, que disse ainda ser necessária uma pequena intervenção para melhorar a mobilidade do pulso direito de Kubica, além de uma forte carga de exercícios para a recuperação total do polonês.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
A F1 ATUAL NOS FILMES DE CINEMA
Muito legal a montagem feita pelo site inglês WTF1, inserindo os pilotos da F-1 nos filmes do cinema.
Vejam alguns exemplos:
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
KUBICA E A FERRARI*
* Por Victor Martins
Há dois anos, a Ferrari se via na seguinte situação: o carro não era bom o suficiente para brigar com Brawn e Red Bull e só uma vitória na temporada é o que a equipe apresentava de melhor. Ainda, a equipe ainda sentia os efeitos da saída abrupta de Massa por seu acidente na classificação na Hungria e não conseguia colocar ninguém à altura para substituí-lo — a ausência de testes e a impossibilidade de adaptação ao carro acabaram com as carreiras de Badoer e Fisichella.
Na frieza da análise, 2011 parece bem semelhante. A Ferrari é a terceira força e belisca aqui e ali o pódio quando um piloto da Red Bull e a McLaren falham — neste caso, geralmente Hamilton. Uma só vitória no Mundial, a de Alonso em Silverstone, e Massa num papel parecido com o de Fisichella: bem distante do desempenho do companheiro.
Em 2009, havia o temor de que Massa poderia não voltar, mas a presença de Raikkonen no ano seguinte era posta em xeque. O segundo ano seguido apagado do finlandês pesava na equipe que só tinha um piloto na prática. Os rumores se transformaram em realidade, e mesmo com um ano de contrato por vir, Kimi teve seu contrato rescindido e Alonso chegou.
A continuação de Felipe na equipe vermelha sempre foi colocada em dúvida, mas sempre Luca di Montezemolo e outros dirigentes da equipe sempre se apressaram em desmenti-los, e o tempo sempre veio lhes dando razão. Mas como Raikkonen, Massa está completando duas temporadas extremamente ruins, da mesma forma com uma temporada no papel.
Paralelo a isso, há a história de Kubica. Se voltar como antes, o polonês é piloto para andar na frente. É um dos melhores. A Renault, sua equipe, deu a ele e ao empresário um mês de prazo para que informem se Robert reúne condições para sentar em seu carro de 2012. Para quem saiu da sala de cirurgia pela última vez não tem muito tempo, e pela gravidade do acidente, um mês é até pouco para que se tenha pleno conhecimento de seu estado físico e se garanta 100% seu retorno triunfal.
Como a Renault está sendo irredutível em seu prazo, e ela não está errada, já há quem aponte aqui e ali que há uma porta se abrindo na Ferrari caso Kubica não esteja pronto para dar uma resposta até o fim de outubro. Seria interessante para a Ferrari esperar até o fim do ano, por exemplo? Como não há treinos pós-temporada, talvez não faria tanta diferença — afinal o carro do ano que vem já está no forno, ao gosto de Alonso.
Assim, a decisão que Kubica for tomar em relação à Renault deve ser acompanhada com atenção por Massa. Que ele se cubra. Com o histórico recente que a Ferrari apresenta e pelo descrito acima, é bem capaz que a equipe aposte num polonês remendado do que um brasileiro teoricamente inteiro.
Há dois anos, a Ferrari se via na seguinte situação: o carro não era bom o suficiente para brigar com Brawn e Red Bull e só uma vitória na temporada é o que a equipe apresentava de melhor. Ainda, a equipe ainda sentia os efeitos da saída abrupta de Massa por seu acidente na classificação na Hungria e não conseguia colocar ninguém à altura para substituí-lo — a ausência de testes e a impossibilidade de adaptação ao carro acabaram com as carreiras de Badoer e Fisichella.
Na frieza da análise, 2011 parece bem semelhante. A Ferrari é a terceira força e belisca aqui e ali o pódio quando um piloto da Red Bull e a McLaren falham — neste caso, geralmente Hamilton. Uma só vitória no Mundial, a de Alonso em Silverstone, e Massa num papel parecido com o de Fisichella: bem distante do desempenho do companheiro.
Em 2009, havia o temor de que Massa poderia não voltar, mas a presença de Raikkonen no ano seguinte era posta em xeque. O segundo ano seguido apagado do finlandês pesava na equipe que só tinha um piloto na prática. Os rumores se transformaram em realidade, e mesmo com um ano de contrato por vir, Kimi teve seu contrato rescindido e Alonso chegou.
A continuação de Felipe na equipe vermelha sempre foi colocada em dúvida, mas sempre Luca di Montezemolo e outros dirigentes da equipe sempre se apressaram em desmenti-los, e o tempo sempre veio lhes dando razão. Mas como Raikkonen, Massa está completando duas temporadas extremamente ruins, da mesma forma com uma temporada no papel.
Paralelo a isso, há a história de Kubica. Se voltar como antes, o polonês é piloto para andar na frente. É um dos melhores. A Renault, sua equipe, deu a ele e ao empresário um mês de prazo para que informem se Robert reúne condições para sentar em seu carro de 2012. Para quem saiu da sala de cirurgia pela última vez não tem muito tempo, e pela gravidade do acidente, um mês é até pouco para que se tenha pleno conhecimento de seu estado físico e se garanta 100% seu retorno triunfal.
Como a Renault está sendo irredutível em seu prazo, e ela não está errada, já há quem aponte aqui e ali que há uma porta se abrindo na Ferrari caso Kubica não esteja pronto para dar uma resposta até o fim de outubro. Seria interessante para a Ferrari esperar até o fim do ano, por exemplo? Como não há treinos pós-temporada, talvez não faria tanta diferença — afinal o carro do ano que vem já está no forno, ao gosto de Alonso.
Assim, a decisão que Kubica for tomar em relação à Renault deve ser acompanhada com atenção por Massa. Que ele se cubra. Com o histórico recente que a Ferrari apresenta e pelo descrito acima, é bem capaz que a equipe aposte num polonês remendado do que um brasileiro teoricamente inteiro.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
KUBICA VOLTA EM 2012!
Um parecer médico garante que a pergunta sobre a possibilidade de retorno de Robert Kubica agora é coisa do passado. Segundo Riccardo Ceccarelli, médico que cuida da recuperação do polonês, ele estará pronto para disputar a temporada 2012 da F1, informa o site Grande Premio.
Apesar de o processo de reabilitação ainda requerer algumas fases até que o piloto volte a sentar em um carro de F1, Ceccarelli disse que já é possível afirmar quando Kubica poderá retornar — ainda que o prazo seja extenso. "Eu diria com certeza que Robert vai ser um piloto de F1 em 2012. Não posso dizer quando ele estará pronto, mas vai ser entre os meses de novembro e janeiro", disse.
Menos certeiro, o empresário de Robert, Daniele Morelli, declarou ao site 'Omnicorse' que o retorno do polonês às pistas é um fato. "Não podemos especificar uma data precisa para o retorno dele, porque trata-se da natureza tomando o seu caminho. Mas estamos otimistas, muito otimistas, e não acho que um atraso de algumas semanas possa afetar os planos. Uma coisa é certa: ele está voltando. O único problema agora é muscular."
Segundo Ceccarelli, que coordena a equipe de médicos responsável pelo caso de Kubica, os avanços na recuperação do piloto de 26 anos são nítidos. "Isso é ótimo, ainda que o processo de cura seja gradual. Robert sofreu lesões em dois dos três nervos, além de ter rompido tendões e músculos. E a sensibilidade voltou às pontas dos dedos", disse.
Apesar do otimismo, Kubica ainda tem diversos empecilhos até que volte a pilotar um carro — qualquer carro. "É verdade, Robert ainda está usando um fixador externo na sua perna, e não temos pressa para removê-lo. Quanto mais tempo, melhor; quanto mais tempo, melhor o resultado. Então, enquanto esperarmos pela melhora da mão e do cotovelo, não há pressa", falou o médico.
"Os músculos estão inativos há meses, então ele precisa recuperar tônus e força. Mas a grande questão — se ele voltaria a pilotar na F1 novamente — ficou para trás", encerrou.
Apesar de o processo de reabilitação ainda requerer algumas fases até que o piloto volte a sentar em um carro de F1, Ceccarelli disse que já é possível afirmar quando Kubica poderá retornar — ainda que o prazo seja extenso. "Eu diria com certeza que Robert vai ser um piloto de F1 em 2012. Não posso dizer quando ele estará pronto, mas vai ser entre os meses de novembro e janeiro", disse.
Menos certeiro, o empresário de Robert, Daniele Morelli, declarou ao site 'Omnicorse' que o retorno do polonês às pistas é um fato. "Não podemos especificar uma data precisa para o retorno dele, porque trata-se da natureza tomando o seu caminho. Mas estamos otimistas, muito otimistas, e não acho que um atraso de algumas semanas possa afetar os planos. Uma coisa é certa: ele está voltando. O único problema agora é muscular."
Segundo Ceccarelli, que coordena a equipe de médicos responsável pelo caso de Kubica, os avanços na recuperação do piloto de 26 anos são nítidos. "Isso é ótimo, ainda que o processo de cura seja gradual. Robert sofreu lesões em dois dos três nervos, além de ter rompido tendões e músculos. E a sensibilidade voltou às pontas dos dedos", disse.
Apesar do otimismo, Kubica ainda tem diversos empecilhos até que volte a pilotar um carro — qualquer carro. "É verdade, Robert ainda está usando um fixador externo na sua perna, e não temos pressa para removê-lo. Quanto mais tempo, melhor; quanto mais tempo, melhor o resultado. Então, enquanto esperarmos pela melhora da mão e do cotovelo, não há pressa", falou o médico.
"Os músculos estão inativos há meses, então ele precisa recuperar tônus e força. Mas a grande questão — se ele voltaria a pilotar na F1 novamente — ficou para trás", encerrou.
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
VEM AÍ SENNA X KUBICA?
Eric Boullier, chefe da Renault, afirmou que Bruno Senna mostrará o que realmente é capaz de fazer nas últimas cinco provas do calendário da F1. O dirigente, que já se disse impressionado com a performance do substituto de Nick Heidfeld, destacou a evolução de Senna em suas primeiras três provas pelo time anglo-francês, informa o site Grande Prêmio.
“A curva de aprendizado dele é boa e a cada corrida ele está ganhando alguma coisa”, disse. “Para ser justo, sabemos que Spa foi muito difícil por causa do clima, Monza é uma pista muito especifica e Cingapura também. Além disso, nós também não temos o melhor carro para ir bem. A partir do Japão ele começará a montar o quebra-cabeça e dar melhores resultados”, garantiu.
Boullier disse que não está preocupado com os resultados de Vitaly Petrov, mas reconheceu que o russo está tendo que lidar com a forma como Bruno se integrou ao time. “Acho que o Vitaly está indo bem, mas ele talvez esteja mais preocupado com o fato de o Bruno estar se ajustando muito bem ao time e basicamente recebendo um pouco mais de atenção”, disse.
Apesar de elogiar o desempenho de Senna, o brasileiro ainda não tem vaga garantida para 2012. Boullier voltou a afirmar que se comprometeu a esperar uma posição de Robert Kubica, que está afastado das pistas desde fevereiro quando sofreu um grave acidente no Rali Ronde di Andora, sobre seu retorno à F1.
“Me comprometi a esperar até o pronunciamento do Robert, então veremos”, disse Eric. “Tenho que me obrigar a colocar uma data limite. Se você fica atrasando, atrasando, atrasando, você coloca os interesses do time em risco. Então eu tenho que ter uma data limite. Tenho que trabalhar com uma data até para entender se existe chance do Robert voltar”, encerrou.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
FOTO DO DIA
Neste fim de semana, o italiano Damiano Salvatori, fã do piloto da Renault-Lotus, tirou uma foto com o polonês no sábado após uma noite animada de pôquer na Toscana, na Itália. A imagem, que já circulou amplamente pela imprensa polonesa, mostra um Kubica muito mais bem disposto do que nas últimas aparições e com uma bandagem em seu braço direito, informa Rafael Lopes.
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Kubica, disposto após uma rodada de Poker. A pergunta que fica é: o que o sr. Renner Silva estava fazendo lá? |
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