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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
SENNA ESPECIAL: GP BRASIL, 1993
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
Carros parados nos boxes. Bravo, FIA!*
* Por Lívio Oricchio
Amigos, essa é a Fórmula 1 que a FIA oferece por não ouvir as equipes e a própria fornecedora de pneus da competição, a Pirelli. Agora são para mim 11 horas e 7 minutos, 7 horas e 7 minutos em Brasília. Restam 22 minutos para encerrar o treino livre da manhã. Chove, desde o início da sessão, às 10 horas. Não há carros na pista. Opa, um deles saiu, deixe-me ver quem é… Romain Grosjean. Apenas ele.
No total, Grosjean completou 8 voltas, Lewis Hamilton, 6, Felipe Massa, 5, Fernando Alonso, 1. Quanto não? E não é porque a previsão do tempo indica que irá melhorar nos próximos dias e não valeria a pena andar com o carro agora, pois as referências não poderiam ser aproveitadas. Pelo contrário. Todos sabem que deverá ser assim amanhã e depois. Portanto, recolher o máximo de dados agora será útil para a classificação e a corrida.
Por que então não estão na pista? Como escrevi ontem, por causa da limitação de pneus de chuva. Rídiculo, não? No caminho para o autódromo, no eterno caos de Silverstone, vê-se muitos campings, cidadãos abnegados, dispostos a tudo para assisitir ao GP da Grã-Bretanha. Estão, agora, sob frio, vento e chuva nas arquibancadas. Com botas longas, em razão da lama nos campings. Ou quem veio de casa se encolhe sob capas e guarda-chuvas. Para ver o quê? Nada.
É impressionante e no mínimo desrespeitoso como os homens que comandam a Fórmula 1 não enxergam a necessidade de rever algumas regras. Como essa de distribuir quatro jogos de pneus de chuva e três do tipo intermediário por piloto por fim de semana de competição. Essa é a razão de os pilotos permanecerem nos boxes. Têm de economizar os pneus para os treinos de maior importância, sábado pela manhã e a classificação, à tarde, além da corrida, domingo.
Isso é Fórmula 1 ou gincana? Quem gasta menos pneu tem maior chance de se dar bem?
A fornecedora de pneus defende o aumento do número de jogos por piloto. A FIA não se manifesta. Esses torcedores e milhões no mundo todo têm direito de questionar duramente a entidade. Venha a público e explique essa idiotioce. Estamos aqui na sala de imprensa assistindo ao cronômetro avançar sem carros na pista. O que os pilotos querem é que acabe a sessão livre.
Profissional, não?
Já passou da hora de os homens que pensam a Fórmula 1 começar a se sensibilizar com o que os fãs da competição apreciam, como ver carros na pista. É o mínimo, não? Mais: como elaborar um regulamento que vai gerar carros com o degrau no bico a exemplo dos modelos deste ano? O aspecto elegância também faz parte do espetáculo.
Marcas como Ferrari, Mercedes investem milhões no desenvolvimento do design de seus projetos para atrair o consumidor também no aspecto visual. E justamente na sua atividade de maior tecnologia e emprego de dinheiro, a Fórmula 1, o carro que produzem se contrapõe a tudo o que fazem nos veículos de série. Que coerência da FIA não?
Como sempre, não estão nem aí para as consequências de suas medidas, muitas vezes descabidas, como essa, de limitar o número de jogos de pneus e obrigar todos a ver os monopostos de Fórmula 1 parados nos boxes. Bravo, pessoal!
Amigos, essa é a Fórmula 1 que a FIA oferece por não ouvir as equipes e a própria fornecedora de pneus da competição, a Pirelli. Agora são para mim 11 horas e 7 minutos, 7 horas e 7 minutos em Brasília. Restam 22 minutos para encerrar o treino livre da manhã. Chove, desde o início da sessão, às 10 horas. Não há carros na pista. Opa, um deles saiu, deixe-me ver quem é… Romain Grosjean. Apenas ele.
No total, Grosjean completou 8 voltas, Lewis Hamilton, 6, Felipe Massa, 5, Fernando Alonso, 1. Quanto não? E não é porque a previsão do tempo indica que irá melhorar nos próximos dias e não valeria a pena andar com o carro agora, pois as referências não poderiam ser aproveitadas. Pelo contrário. Todos sabem que deverá ser assim amanhã e depois. Portanto, recolher o máximo de dados agora será útil para a classificação e a corrida.
Por que então não estão na pista? Como escrevi ontem, por causa da limitação de pneus de chuva. Rídiculo, não? No caminho para o autódromo, no eterno caos de Silverstone, vê-se muitos campings, cidadãos abnegados, dispostos a tudo para assisitir ao GP da Grã-Bretanha. Estão, agora, sob frio, vento e chuva nas arquibancadas. Com botas longas, em razão da lama nos campings. Ou quem veio de casa se encolhe sob capas e guarda-chuvas. Para ver o quê? Nada.
É impressionante e no mínimo desrespeitoso como os homens que comandam a Fórmula 1 não enxergam a necessidade de rever algumas regras. Como essa de distribuir quatro jogos de pneus de chuva e três do tipo intermediário por piloto por fim de semana de competição. Essa é a razão de os pilotos permanecerem nos boxes. Têm de economizar os pneus para os treinos de maior importância, sábado pela manhã e a classificação, à tarde, além da corrida, domingo.
Isso é Fórmula 1 ou gincana? Quem gasta menos pneu tem maior chance de se dar bem?
A fornecedora de pneus defende o aumento do número de jogos por piloto. A FIA não se manifesta. Esses torcedores e milhões no mundo todo têm direito de questionar duramente a entidade. Venha a público e explique essa idiotioce. Estamos aqui na sala de imprensa assistindo ao cronômetro avançar sem carros na pista. O que os pilotos querem é que acabe a sessão livre.
Profissional, não?
Já passou da hora de os homens que pensam a Fórmula 1 começar a se sensibilizar com o que os fãs da competição apreciam, como ver carros na pista. É o mínimo, não? Mais: como elaborar um regulamento que vai gerar carros com o degrau no bico a exemplo dos modelos deste ano? O aspecto elegância também faz parte do espetáculo.
Marcas como Ferrari, Mercedes investem milhões no desenvolvimento do design de seus projetos para atrair o consumidor também no aspecto visual. E justamente na sua atividade de maior tecnologia e emprego de dinheiro, a Fórmula 1, o carro que produzem se contrapõe a tudo o que fazem nos veículos de série. Que coerência da FIA não?
Como sempre, não estão nem aí para as consequências de suas medidas, muitas vezes descabidas, como essa, de limitar o número de jogos de pneus e obrigar todos a ver os monopostos de Fórmula 1 parados nos boxes. Bravo, pessoal!
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
ESPECIAL GP BRASIL 2011: GP BRASIL, 1993
No GP de 28 de março de 1993 em Interlagos, Ayrton Senna conseguia sua segunda vitória em casa, a 37ª na carreira e a 31ª na equipe McLaren e 100ª da McLaren na Formula 1. Nesta corrida, o rival Alain Prost liderava com Damon Hill na segunda posição.
Senna não conseguia se aproximar das duas Williams que a cada volta abria vantagem sobre o brasileiro, à vitória só poderia vim com uma ajuda dos céus, e ela veio, começou a chover forte em Interlagos, Senna foi um dos primeiros a colocar pneus de chuva o francês não trocou os pneus, bateu em Christian Fittipaldi e saiu da corrida. Senna então aproveitou e foi se aproximando de Damon Hill.
E quando a pista secou ele ultrapassou Damon Hill para assumir a liderança e vencer o GP. Mas na penúltima volta, a luz que acusa a pressão de óleo acendeu, indicando que o carro estava com problemas e iria quebrar. O piloto tremeu e não olhou mais para o painel de instrumentos. Ao entrar na reta começou a rezar e ainda estava em preces quando o motor apagou, felizmente 50 metros depois da bandeirada.
Como disse Senna: "Quando Deus quer...".
Foi uma vitória inesquecível que mereceu uma comemoração inédita: Ao cruzar a linha de chegada, Senna foi cercado por torcedores que invadiram a pista ao virem que o carro do brasileiro estava parando. Os torcedores fizeram questão de retirá-lo do cockpit e levá-lo nos ombros aos boxes.
Um momento inesquecível tanto para o piloto quanto para aqueles que acompanharam sua carreira. Senna foi simplesmente arrancado do carro e comemorou a vitória nos braços da eufórica e imensa torcida brasileira presente em Interlagos.
Resultado final
1 - Ayrton Senna - McLaren-Ford
2 - Damon Hill - Williams-Renault
3 - Michael Schumacher - Benetton-Ford
4 - Johnny Herbert - Lotus-Ford
5 - Mark Blundell - Ligier-Renault
6 - Alessandro Zanardi - Lotus-Cosworth
Pole-position - Alain Prost - Williams-Renault
Como disse Senna: "Quando Deus quer...".
Foi uma vitória inesquecível que mereceu uma comemoração inédita: Ao cruzar a linha de chegada, Senna foi cercado por torcedores que invadiram a pista ao virem que o carro do brasileiro estava parando. Os torcedores fizeram questão de retirá-lo do cockpit e levá-lo nos ombros aos boxes.
Um momento inesquecível tanto para o piloto quanto para aqueles que acompanharam sua carreira. Senna foi simplesmente arrancado do carro e comemorou a vitória nos braços da eufórica e imensa torcida brasileira presente em Interlagos.
Resultado final
1 - Ayrton Senna - McLaren-Ford
2 - Damon Hill - Williams-Renault
3 - Michael Schumacher - Benetton-Ford
4 - Johnny Herbert - Lotus-Ford
5 - Mark Blundell - Ligier-Renault
6 - Alessandro Zanardi - Lotus-Cosworth
Pole-position - Alain Prost - Williams-Renault
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
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terça-feira, 5 de julho de 2011
GGOO MEMÓRIA: GP DA INGLATERRA 1988
Silverstone, 10 de Julho de 1988, a 10º vitória de Ayrton Senna na Formula 1 foi com chuva e pista molhada. Nigel Mansell (Williams-Judd) em segundo e Alessandro Nanini (Benetton-Ford) em terceiro completaram o pódio. Maurício Gugelmin (March-Judd) foi o quarto colocado e Nelson Piquet (Lotus-Honda) terminou na quinta posição.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
F1 COM PISTA MOLHADA E A NOITE É ASSIM
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1991
Ayrton Senna decidiu que ganharia de qualquer maneira o GP de 1991, naquela oitava tentativa.
Começou fazendo a pole, na sua característica, nos últimos segundos do treino, tendo Alain Prost no mesmo instante dividindo a pista de Interlagos:
Senna partiu na pole position e liderava com sobras até a 65ª das 71 voltas, quando sentiu que a segunda marcha não engatava. Em seguida travaram a terceira e a quarta. Quando abriu a 68ª volta, o boxe mostrou-lhe a placa informando que tinha perdido 3 segundos em três voltas para o Williams-Renault de Riccardo Patrese. Resolveu pisar mais fundo mas sentiu uma pontada nas têmporas quando a quinta marcha também não encaixou. Só restava a sexta velocidade e ainda faltavam três voltas para o fim da corrida. Aí Senna decidiu desprezar as informações do boxe e dos instrumentos do painel e acelerou para o “fosse o que Deus quisesse”. Chegou à frente do FW14 de Riccardo Patrese a insignificantes 2 segundos, mas não viu a bandeirada, porque já chorava na reta final. E depois desabafou: “Foi a vitória mais sofrida. Mas, se era o preço de ganhar em Interlagos, valeu. Foi barato”.
Resultado final
1 - Ayrton Senna - McLaren-Honda
2 - Riccardo Patrese - Williams-Renault
3 - Gerhard Berger - McLaren-Honda
4 - Alain Prost - Ferrari
5 - Nelson Piquet - Benetton-Cosworth
6 - Jean Alesi - Ferrari
Pole-position - Ayrton Senna - McLaren-Honda
Começou fazendo a pole, na sua característica, nos últimos segundos do treino, tendo Alain Prost no mesmo instante dividindo a pista de Interlagos:
Senna partiu na pole position e liderava com sobras até a 65ª das 71 voltas, quando sentiu que a segunda marcha não engatava. Em seguida travaram a terceira e a quarta. Quando abriu a 68ª volta, o boxe mostrou-lhe a placa informando que tinha perdido 3 segundos em três voltas para o Williams-Renault de Riccardo Patrese. Resolveu pisar mais fundo mas sentiu uma pontada nas têmporas quando a quinta marcha também não encaixou. Só restava a sexta velocidade e ainda faltavam três voltas para o fim da corrida. Aí Senna decidiu desprezar as informações do boxe e dos instrumentos do painel e acelerou para o “fosse o que Deus quisesse”. Chegou à frente do FW14 de Riccardo Patrese a insignificantes 2 segundos, mas não viu a bandeirada, porque já chorava na reta final. E depois desabafou: “Foi a vitória mais sofrida. Mas, se era o preço de ganhar em Interlagos, valeu. Foi barato”.
Resultado final
1 - Ayrton Senna - McLaren-Honda
2 - Riccardo Patrese - Williams-Renault
3 - Gerhard Berger - McLaren-Honda
4 - Alain Prost - Ferrari
5 - Nelson Piquet - Benetton-Cosworth
6 - Jean Alesi - Ferrari
Pole-position - Ayrton Senna - McLaren-Honda
Para ver a corrida completa, entre neste link: http://www.torrentdownloads.net/searches/Ayrton+Senna+Gp+Brasil+1991+Corrida+Completa+Galv
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terça-feira, 13 de abril de 2010
CHUVA NA CHINA?
Depois da chuva esperada para os GPs de Austrália e Malásia, surge a possibilidade de o GP da China ser realizado em pista molhada. De acordo com a meteorologia, há grandes chances de a tarde de domingo (18) ser chuvosa em Xangai, informa o site GRANDE PREMIO.
As previsões de longo alcance — e por isso, mais falíveis — apontavam que havia 85% de chance de chover durante o domingo à tarde. Nesta terça-feira (13), o Weather Channel já aponta 60% de possibilidades. A temperatura máxima deve ser de 18ºC e a mínima de 13ºC.
Na sexta-feira e no sábado de treinos, é previsto apenas sol, embora sem calor. Para a classificação, por exemplo, a temperatura mais alta está estimada em 16ºC.
No ano passado, o GP chinês foi disputado sob chuva e vencido por Sebastian Vettel, com Mark Webber completando a dobradinha da Red Bull. Jenson Button, à época na Brawn, fechou o pódio em Xangai.
As previsões de longo alcance — e por isso, mais falíveis — apontavam que havia 85% de chance de chover durante o domingo à tarde. Nesta terça-feira (13), o Weather Channel já aponta 60% de possibilidades. A temperatura máxima deve ser de 18ºC e a mínima de 13ºC.
Na sexta-feira e no sábado de treinos, é previsto apenas sol, embora sem calor. Para a classificação, por exemplo, a temperatura mais alta está estimada em 16ºC.
No ano passado, o GP chinês foi disputado sob chuva e vencido por Sebastian Vettel, com Mark Webber completando a dobradinha da Red Bull. Jenson Button, à época na Brawn, fechou o pódio em Xangai.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
COLUNA DO ROQUE: COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ DE SENNA NO MOLHADO!
Eram 12:30h, o telefone toca. Do outro lado da linha o Rodrigo Moconauta com um convite imperdível. Quer andar de Kart? Na Granja Viana eles estão fazendo uma promoção relâmpago. Fui consultar a agenda. O horário era compatível. Não tinha como perder. Correr na Granja, com os amigos não tem preço...e o melhor, no melhor dos traçados para uma bela disputa.
A única preocupação era a chuva. Nesta época do verão, calor, parece que estamos no Amazonas. Ou saímos antes da chuva ou saímos depois. E para nossa preocupação o horário coincidia bem com o que costumeiramente começava a chuva forte, aquela de verão.
Mas lá, corre-se na chuva. Mesmo sendo outdoor. Corre-se no molhado, mas com pneu de pista seca. Tudo bem, pensei eu. Vou torcer para não chover.
No dia, após uma consulta médica passei em casa e peguei os apetrechos e quinquilharias para levar, sem esquecer do manto sagrado. Era com ele que iríamos ser reconhecidos na pista. E de casa, parti rumo a Cotia, onde fica o Kartódromo. Estrada cheia, caminhões, transito. Muito transito. E, quase chegando, chuva. Muita chuva.
Chegando lá, mais chuva. Que, com o tempo, foi diminuindo até chegar todo mundo. Entre pegar todo o equipamento, se preparar, se vestir e ir para a pista a chuva já havia parado, mas a pista continuava muito molhada, com pontos que formavam uma espécie de rio, tamanha a quantidade de água acumulada.
A ansiedade tomava conta de mim. O frio da barriga aumentou quando fomos escolher os respectivos Karts. Fiquei com o nº 19. Capa nos bancos molhados posta. Ajeita de um lado, se espreme de outro, testa distnacia da perna no pedal. Perfeito.
Ligam-se os motores. Vai começar o treino.
Como de costume, todos sairam cautelosos. Ao fazer a primeira curva, a primeira rodada. Um susto ver todos tentando passar por você e você de frente para alguns Karts. Todos passaram quase ilesos. Algumas batidas depois, sem o motor morrer, volto a pista. Vou fazer uma curva à direita, o carro não vira, derrapa, vai pra lá da zebra, no cimento esburacado. Volto olhando para trás, assustado.
As próximas curvas feitas totalmente com o pé lá no alto, tentando manter o kart na pista. Era impossível. Na curva do rio, mais uma rodada e um rally pela grama. No S de alta, o Kart ia de lado e não dava para fazer muita coisa sem ser diminuir a velocidade, na entrada da reta, era divertido entrar com o Kart de lado, escorregando, tentando tracionar. No final da reta a freada tinha que ser feita 40 metros antes do normal, senão era rodada na certa. Foram 7 minutos tentando entender o que se passava e como andar naquela pista. Foram minutos de diversão.
Olho meu tempo, 7º tempo. Muito bom, para quem nunca andara assim.
O grid foi posicionado um pouco mais pra frente do que o comum, por conta da pista molhada. Na primeira curva um salseiro. Passei uns 3. Logo depois do S de baixa, foi a minha vez de atropelar uns dois. Estava em quinto. Nas curvas de baixa, mais molhadas, uma rodada. Voltei a ficar em sétimo.
Com o tempo a pista foi secando. O S de alta era feito de pé embaixo, fui ganhando confiança. Os tempos de volta baixavam a cada segundo. Após mais uma rodada, vou para o oitavo lugar. Porém logo na frente o sétimo. Começa a perseguição. 3 voltas na alça de mira. Porém, na empolgação, mais uma rodada. Não dava mais. O jeito foi acelerar, acelerar e acelerar. Na última volta, com a pista mais seca, fiz minha melhor volta. 20 segundos melhor do que a primeira volta. Uma bela diferença para apenas 1km de pista.
No final, valeu a experiência.
Sai de lá me sentindo o próprio Senna quando deu suas primeiras voltas de Kart na chuva. Pena que falta tempo e dinheiro para brincar mais vezes de ser piloto.
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
CHUVA PARA ANIMAR?
A previsão para o GP da Alemanhã que acontece domingo é de chuva.
Espero que, mais uma vez, a previsão esteja certa, uma vez que, neste ano, todas as corridas com chuva foram emocionantes, com disputas, ultrapassagens e tudo mais.
Sem contar que na chuva, Rubens Barrichello sobra em relação aos demais pilotos.
Espero que, mais uma vez, a previsão esteja certa, uma vez que, neste ano, todas as corridas com chuva foram emocionantes, com disputas, ultrapassagens e tudo mais.
Sem contar que na chuva, Rubens Barrichello sobra em relação aos demais pilotos.
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domingo, 12 de abril de 2009
E NA MOTOGP...
Seria apenas mera coincidência com os fatos da Fórmula 1 no final de semana passado? A temporada 2009 da MotoGP começou no escuro e debaixo d'água. Na verdade praticamente não começou, afinal a prova das 125cc teve apenas quatro voltas e a categoria principal sequer largou pelas precárias condições da pista de Losail no Qatar, sendo remarcada para essa segunda-feira (13 de abril) às 21h locais.


Fotos: www.motogp.com
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
RAPIDINHAS DA ZOROPA
Prima, desculpe o plágio da coluna, mas não teve jeito!!
GP da Itália poderá ter chuva
Meteorologia aponta possibilidade de pista molhada nos três dias e duelo Massa x Hamilton deve ser sob chuva.
O GP da Itália, que será disputado no circuito de Monza, poderá ter chuva nos três dias de atividades da Fórmula 1, a partir desta sexta-feira. De acordo com o site oficial da categoria, chuvas esparsas podem cair durante os treinos livres, a classificação e a corrida.
Na sexta-feira, a temperatura deve ficar em torno dos 25ºC. No sábado, porém, a sensação térmica será menor, com 21º. No domingo, o calor deve aumentar, com 27ºC.
fonte: Globo.com
Hamilton critica 'falta de coragem' de Raikkonen no GP da Bélgica
Inglês diz que punição não irá alterar sua forma agressiva de pilotar e afirma que disputa com a Ferrari em Monza será um prazer para ele.
Hamilton mostra confiança nas declarações após a punição no GP da Bélgica
A ultrapassagem de Lewis Hamilton sobre Kimi Raikkonen no GP da Bélgica, que lhe garantiu uma punição e a perda da vitória da prova, continua rendendo declarações afiadas do inglês. De acordo com o piloto da McLaren, o finlandês da Ferrari freou muito cedo e desistiu da disputa por covardia.
- Esse é o jeito que ele dirige. Se ele não tem coragem para ser o último a frear, então é um problema dele. Nessas situações, vence quem consegue levar o carro ao seu limite. E eu sou ótimo nessas condições. Sinto mais a aderência do que ele. Eu sei aonde levar o meu carro – disse Hamilton.
GP da Itália poderá ter chuva
Meteorologia aponta possibilidade de pista molhada nos três dias e duelo Massa x Hamilton deve ser sob chuva.
O GP da Itália, que será disputado no circuito de Monza, poderá ter chuva nos três dias de atividades da Fórmula 1, a partir desta sexta-feira. De acordo com o site oficial da categoria, chuvas esparsas podem cair durante os treinos livres, a classificação e a corrida.Na sexta-feira, a temperatura deve ficar em torno dos 25ºC. No sábado, porém, a sensação térmica será menor, com 21º. No domingo, o calor deve aumentar, com 27ºC.
fonte: Globo.com
NB: será esse o motivo da alegria do Hamilton e do sorriso amarelo do Massa nessa foto?
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Hamilton critica 'falta de coragem' de Raikkonen no GP da Bélgica
Inglês diz que punição não irá alterar sua forma agressiva de pilotar e afirma que disputa com a Ferrari em Monza será um prazer para ele.
Hamilton mostra confiança nas declarações após a punição no GP da BélgicaA ultrapassagem de Lewis Hamilton sobre Kimi Raikkonen no GP da Bélgica, que lhe garantiu uma punição e a perda da vitória da prova, continua rendendo declarações afiadas do inglês. De acordo com o piloto da McLaren, o finlandês da Ferrari freou muito cedo e desistiu da disputa por covardia.
- Esse é o jeito que ele dirige. Se ele não tem coragem para ser o último a frear, então é um problema dele. Nessas situações, vence quem consegue levar o carro ao seu limite. E eu sou ótimo nessas condições. Sinto mais a aderência do que ele. Eu sei aonde levar o meu carro – disse Hamilton.
fonte: Globo.com
NB: noooooossaaaa, chamou a mãe de careca, o pai de gelatina e o tio de raspadinha!!!
Eu não deixava isso barato não!!
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