sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Os candidatos a uma vaga cobiçada*
* Por Luis Fernando Ramos
A Fórmula 1 é assim mesmo, nem começou a temporada de 2013 e já se pensa no ano seguinte. Com a recente bateria de críticas que o consultor e manda-chuva da equipe Red Bull, o austríaco Helmut Marko, endereçou a Mark Webber, é de se esperar que este seja o último campeonato do australiano na equipe. Até porque uma mudança faria sentido para uma F-1 com carros muito diferentes em 2014. Claro que não faltariam candidatos a uma vaga na melhor equipe dos últimos anos. Mas quais nomes são realistas? Chegamos à um total de seis:
Nico Hulkenberg - Um piloto em ascensão e que tem o aval de Marko, mas ninguém sabe direito quais as bases de seu contrato com a Sauber. Há quem aposte que o alemão já tem ligações com a Ferrari para entrar no time em 2014.
Kimi Raikkonen - É um nome de apelo forte no mercado, amigo de Sebastian Vettel e adoraria a chance de pilotar um carro competitivo. Mas foi abandonado pela própria Red Bull no Mundial de Rali por não demonstrar interesse em participar de ações promocionais.
Daniel Ricciardo - Seria o substituto natural de Mark Webber na lógica de ser o mais experiente do programa de jovens pilotos da Red Bull. Mas em um ano e meio na Fórmula 1 ainda não impressionou a ponto de se mostrar merecedor de uma vaga num time de ponta.
Jean-Eric Vergne - Também sofre do mesmo problema de Ricciardo. Com o agravante de que teve muitas dificuldades em treinos classificatórios em 2012, embora tenha demonstrado bom ritmo nas corridas.
Romain Grosjean - Precisa ter um 2013 bem melhor que o do ano passado, com alguns pódios e com performances consistentes. Caso isto aconteça, teria chance de ascender à principal equipe que utiliza motores Renault, os mesmos da Lotus.
Antonio Félix da Costa - O piloto português impressionou na World Series e nos testes de F-1 que fez com a Red Bull. Se Vergne ou Ricciardo forem mal no início do ano, pode ganhar uma vaga na Toro Rosso. Se continuar impressionando, poderia ser uma aposta da Red Bull para 2014.
A Fórmula 1 é assim mesmo, nem começou a temporada de 2013 e já se pensa no ano seguinte. Com a recente bateria de críticas que o consultor e manda-chuva da equipe Red Bull, o austríaco Helmut Marko, endereçou a Mark Webber, é de se esperar que este seja o último campeonato do australiano na equipe. Até porque uma mudança faria sentido para uma F-1 com carros muito diferentes em 2014. Claro que não faltariam candidatos a uma vaga na melhor equipe dos últimos anos. Mas quais nomes são realistas? Chegamos à um total de seis:
Nico Hulkenberg - Um piloto em ascensão e que tem o aval de Marko, mas ninguém sabe direito quais as bases de seu contrato com a Sauber. Há quem aposte que o alemão já tem ligações com a Ferrari para entrar no time em 2014.
Kimi Raikkonen - É um nome de apelo forte no mercado, amigo de Sebastian Vettel e adoraria a chance de pilotar um carro competitivo. Mas foi abandonado pela própria Red Bull no Mundial de Rali por não demonstrar interesse em participar de ações promocionais.
Daniel Ricciardo - Seria o substituto natural de Mark Webber na lógica de ser o mais experiente do programa de jovens pilotos da Red Bull. Mas em um ano e meio na Fórmula 1 ainda não impressionou a ponto de se mostrar merecedor de uma vaga num time de ponta.
Jean-Eric Vergne - Também sofre do mesmo problema de Ricciardo. Com o agravante de que teve muitas dificuldades em treinos classificatórios em 2012, embora tenha demonstrado bom ritmo nas corridas.
Romain Grosjean - Precisa ter um 2013 bem melhor que o do ano passado, com alguns pódios e com performances consistentes. Caso isto aconteça, teria chance de ascender à principal equipe que utiliza motores Renault, os mesmos da Lotus.
Antonio Félix da Costa - O piloto português impressionou na World Series e nos testes de F-1 que fez com a Red Bull. Se Vergne ou Ricciardo forem mal no início do ano, pode ganhar uma vaga na Toro Rosso. Se continuar impressionando, poderia ser uma aposta da Red Bull para 2014.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
SENNA ESPECIAL: GP MÔNACO, 1987
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SENNA ESPECIAL
Senna: a caminho do DTM?*
* Por Rodrigo Mattar
Este é um assunto espinhoso. Envolve um sobrenome que mexe com o imaginário do torcedor – que ainda deseja ver a continuidade desse sobrenome na Fórmula 1. Categoria que, para o próximo campeonato, tem duas vagas apenas em aberto e existe um leilão por elas. Quem der mais “tutu” vai para Force India e Caterham, que são os times onde ainda não se definiram as duplas de pilotos.
E por que é um assunto espinhoso? Simples: porque ao mesmo tempo em que se deseja – torcedores e o próprio piloto – que Bruno Senna continue na Fórmula 1, quer na Force India, quer na Caterham, são cada vez mais fortes os rumores de que o piloto brasileiro está próximo de um acordo para disputar o DTM em 2013 pela Mercedes-Benz.
Diz o site Italiaracing.net, inclusive, que Bruno não estaria mais na disputa interna pela vaga na Caterham onde, segundo consta, o russo Vitaly Petrov parece a um passo de continuar. Mas é fato que o nome do sobrinho do tricampeão Ayrton Senna foi ventilado – como também o foi na Force India.
Mas na equipe de Vijay Malliya há outros problemas: o indiano quer Adrian Sutil de volta e ainda existe Jules Bianchi como uma possível aposta – se não este ano, talvez no próximo. A equipe estuda opções para o fornecimento de motores turbo para 2014 e a Mercedes está fora, razão pela qual Paul Di Resta não fica no time depois da temporada que ainda vai começar. Ferrari e Renault são as alternativas para Malliya e a Renault poderia impor o nome de Bruno Senna. Como eu disse, há outros problemas e a opção pelo brasileiro não parece ser a mais forte no momento.
Como a Mercedes passa por um momento de transição no DTM, tendo perdido nomes como Bruno Spengler, atual campeão pela BMW e Jamie Green, que foi para a Audi, faria mais sentido que a montadora de Stuttgart preferisse investir na contratação de Bruno Senna para formar um time repleto de sangue novo. A marca precisa de gente nova e as opções estão aí, todas vindas da Fórmula 1. Além dele, Jerôme d’Ambrosio, Robin Frinjs e Daniel Juncadella, este oriundo da F-3 europeia, têm tido seus nomes constantemente vinculados ao construtor, que já anunciou a permanência de Robert Wickens e Roberto Mehri em seus quadros.
O torcedor brasileiro, insisto, precisa entender que existe vida no automobilismo além da Fórmula 1. Já perdemos muitos nomes promissores no passado e pilotos como Augusto Farfus e João Paulo de Oliveira certamente estão muito felizes com o que fazem. Lucas Di Grassi percebeu que o WEC é um excelente caminho. Quem sabe, Bruno Senna não percebe que o DTM pode ser um campeonato capaz até de reconduzi-lo ao lugar que ele sempre sonhou?
Este é um assunto espinhoso. Envolve um sobrenome que mexe com o imaginário do torcedor – que ainda deseja ver a continuidade desse sobrenome na Fórmula 1. Categoria que, para o próximo campeonato, tem duas vagas apenas em aberto e existe um leilão por elas. Quem der mais “tutu” vai para Force India e Caterham, que são os times onde ainda não se definiram as duplas de pilotos.
E por que é um assunto espinhoso? Simples: porque ao mesmo tempo em que se deseja – torcedores e o próprio piloto – que Bruno Senna continue na Fórmula 1, quer na Force India, quer na Caterham, são cada vez mais fortes os rumores de que o piloto brasileiro está próximo de um acordo para disputar o DTM em 2013 pela Mercedes-Benz.
Diz o site Italiaracing.net, inclusive, que Bruno não estaria mais na disputa interna pela vaga na Caterham onde, segundo consta, o russo Vitaly Petrov parece a um passo de continuar. Mas é fato que o nome do sobrinho do tricampeão Ayrton Senna foi ventilado – como também o foi na Force India.
Mas na equipe de Vijay Malliya há outros problemas: o indiano quer Adrian Sutil de volta e ainda existe Jules Bianchi como uma possível aposta – se não este ano, talvez no próximo. A equipe estuda opções para o fornecimento de motores turbo para 2014 e a Mercedes está fora, razão pela qual Paul Di Resta não fica no time depois da temporada que ainda vai começar. Ferrari e Renault são as alternativas para Malliya e a Renault poderia impor o nome de Bruno Senna. Como eu disse, há outros problemas e a opção pelo brasileiro não parece ser a mais forte no momento.
Como a Mercedes passa por um momento de transição no DTM, tendo perdido nomes como Bruno Spengler, atual campeão pela BMW e Jamie Green, que foi para a Audi, faria mais sentido que a montadora de Stuttgart preferisse investir na contratação de Bruno Senna para formar um time repleto de sangue novo. A marca precisa de gente nova e as opções estão aí, todas vindas da Fórmula 1. Além dele, Jerôme d’Ambrosio, Robin Frinjs e Daniel Juncadella, este oriundo da F-3 europeia, têm tido seus nomes constantemente vinculados ao construtor, que já anunciou a permanência de Robert Wickens e Roberto Mehri em seus quadros.
O torcedor brasileiro, insisto, precisa entender que existe vida no automobilismo além da Fórmula 1. Já perdemos muitos nomes promissores no passado e pilotos como Augusto Farfus e João Paulo de Oliveira certamente estão muito felizes com o que fazem. Lucas Di Grassi percebeu que o WEC é um excelente caminho. Quem sabe, Bruno Senna não percebe que o DTM pode ser um campeonato capaz até de reconduzi-lo ao lugar que ele sempre sonhou?
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temporada 2013
Restrição da asa em treinos e 22 carros no grid são novidades da F1 em 2013*
* Publicado no site IG
Depois de um campeonato decidido apenas na última prova no ano passado, os fãs da Fórmula 1 esperam ansiosamente pelo início da temporada 2013. Neste ano, a categoria contará com pequenas mudanças que vão alterar um pouco da rotina de equipes e pilotos. Confira abaixo o que de mais importante vai mudar na F1.
Uma equipe a menos: o grid da Fórmula 1 contará com dois carros a menos em 2013. Com a saída da HRT após problemas financeiros, a categoria terá 11 equipes e 22 carros, em vez de 24.
Um eliminado a menos no Q1: Como o número de carros será menor, o sistema do classificatório terá uma pequena mudança. Em vez de sete pilotos serem eliminados na primeira parte, serão seis. Depois disso, mais seis serão eliminados no Q2, mantendo os dez primeiros na briga pela pole position.
Bico dos carros poderá ser coberto: O polêmico bico de ornitorrinco que apareceu na temporada 2012 por causa de exigências de segurança poderá ser coberto pelas equipes com um painel que esconde o desnível, muito criticado durante a temporada.
Uso da asa móvel restrito nos treinos livres e classificatórios: O sistema de abertura da asa móvel, que dá mais velocidade aos carros e era permitido em todos os momentos dos treinos livres e classificatórios, será controlado. Assim como na corrida, os pilotos apenas poderão abrir a asa quando estiverem nas zonas apropriadas dos circuitos. A asa móvel dupla, usada pela Mercedes em 2012, também será proibida em 2013.
Testes de meio de temporada banidos: A volta dos testes de meio de temporada durou apenas um ano. Para 2013, as equipes concordaram em não realizar os treinos durante o campeonato, para evitar altos custos. Com isso, os times terão apenas os testes de pré-temporada, em Jerez e Barcelona.
Toque de recolher: O toque de recolher imposto para as equipes nos finais de semana de corrida terá uma alteração. Antes, os times podiam quebrar a regra em quatro oportunidades. Agora, só poderão escolher duas datas. A duração, porém, foi aumentada de seis para oito horas.
Calendário indefinido: Outra mudança que pode acontecer em 2013 na Fórmula 1 é a redução do número de provas de 20 para 19. Como a corrida de Nova Jersey não poderá ser realizada, Bernie Ecclestone ainda estuda um circuito europeu para receber uma etapa, mas já admitiu que o calendário poderá ter apenas 19 corridas em 2013.
Depois de um campeonato decidido apenas na última prova no ano passado, os fãs da Fórmula 1 esperam ansiosamente pelo início da temporada 2013. Neste ano, a categoria contará com pequenas mudanças que vão alterar um pouco da rotina de equipes e pilotos. Confira abaixo o que de mais importante vai mudar na F1.
Uma equipe a menos: o grid da Fórmula 1 contará com dois carros a menos em 2013. Com a saída da HRT após problemas financeiros, a categoria terá 11 equipes e 22 carros, em vez de 24.
Um eliminado a menos no Q1: Como o número de carros será menor, o sistema do classificatório terá uma pequena mudança. Em vez de sete pilotos serem eliminados na primeira parte, serão seis. Depois disso, mais seis serão eliminados no Q2, mantendo os dez primeiros na briga pela pole position.
Bico dos carros poderá ser coberto: O polêmico bico de ornitorrinco que apareceu na temporada 2012 por causa de exigências de segurança poderá ser coberto pelas equipes com um painel que esconde o desnível, muito criticado durante a temporada.
Uso da asa móvel restrito nos treinos livres e classificatórios: O sistema de abertura da asa móvel, que dá mais velocidade aos carros e era permitido em todos os momentos dos treinos livres e classificatórios, será controlado. Assim como na corrida, os pilotos apenas poderão abrir a asa quando estiverem nas zonas apropriadas dos circuitos. A asa móvel dupla, usada pela Mercedes em 2012, também será proibida em 2013.
Testes de meio de temporada banidos: A volta dos testes de meio de temporada durou apenas um ano. Para 2013, as equipes concordaram em não realizar os treinos durante o campeonato, para evitar altos custos. Com isso, os times terão apenas os testes de pré-temporada, em Jerez e Barcelona.
Toque de recolher: O toque de recolher imposto para as equipes nos finais de semana de corrida terá uma alteração. Antes, os times podiam quebrar a regra em quatro oportunidades. Agora, só poderão escolher duas datas. A duração, porém, foi aumentada de seis para oito horas.
Calendário indefinido: Outra mudança que pode acontecer em 2013 na Fórmula 1 é a redução do número de provas de 20 para 19. Como a corrida de Nova Jersey não poderá ser realizada, Bernie Ecclestone ainda estuda um circuito europeu para receber uma etapa, mas já admitiu que o calendário poderá ter apenas 19 corridas em 2013.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
SENNA ESPECIAL: RALLY CAR TEST DAY, 1986
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SENNA ESPECIAL
GRID GIRLS: FORMULA 1 (GP BRASIL, 1980)
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INTERLAGOS
10 corridas sensacionais de 2012*
* Publicado no site Autoracing
A temporada de 2012 da Formula 1 foi espetacular, mas nem só de F1 vive o fã de automobilismo no Autoracing. Tivemos muitas corridas excelentes em outras categorias
Abaixo você verá uma seleção de 10 grandes corridas em outras categorias que, se você não viu, veja agora alguns de seus melhores momentos!
Auto GP Marrocos – corrida 1
O destaque dessa corrida foi uma batalha roda-a-roda emocionante entre Sergio Campana e Adrian Quiafe-Hobbes.
Superstars – corrida 1 em Mugello
Melhores momentos de uma corrida selvagem desde o início. Destaque da batalha entre Johnny Herbert e Andrea Larini
Formula Indy – GP de Fontana
A corrida final da temporada numa das pistas mais rápidas do mundo.
F3 Europeia Open – Spa-Francorchamps corrida 1
A série F3 European Open pode não ser o mais prestigiado dos campeonatos de Formula 3, mas produziu uma das melhores corridas de 2012 no fabuloso circuito de Spa-Francorchamps.
Gianmarco Raimondo teve uma vitória apertada sobre Mans Grenhagen após uma batalha frenética ao redor do circuito clássico belga.
GP2 Valencia Sprint Race
Veja as últimas voltas com uma performance inesquecível do brasileiro Luiz Razia, que fez uma dupla ultrapassagem por fora para vencer!
DTM em Norising
Numa das pistas mais clássicas do DTM, Jamie Green ultrapassa Bruno Spengler e Martin Tomcyk para vencer na última curva.
ALMS em Elkhart Lake
Na mais bela pista dos Estados Unidos, só comparável a Spa-Francorchamps, a batalha final entre Guy Smith e Lucas Luhr foi antológica. Após 4 horas de corrida, Lucas Luhr, que recuperou 4 voltas de atraso devido a um vazamento de água no início da corrida, chega roda-a-roda na última curva. A diferença entre eles na linha de chegada foi de 0,1s.
GP3 em Monza – corrida 2
O resultado do campeonato da GP3 trocou de mãos durante a corrida em Monza. O confronto foi tão intenso que não havia tempo para piscar. Mitch Evans tinha uma vantagem de 14 pontos antes da corrida, mas alinhou em último no grid, enquanto o rival Daniel Abt largou em oitavo.
Evans fez uma tentativa corajosa para avançar no grid, mas quando ele saiu da pista nas curvas de Lesmo e Abt assumiu a liderança, parecia que o campeonato estava perdido.
Então veio a recompensa. Tio Ellinas ultrapassou Abt para vencer – e enviou do campeonato de volta para o piloto da Arden.
Formula Renault 3.5 em Barcelona – corrida 2
Última corrida para decidir o título, mas este transbordou em um confronto polêmico entre dois pilotos.
Robin Frijns, Jules Bianchi e Sam Bird foram todos para a última corrida no Circuito da Catalunha, com chances de vencer o título. Com Frijns segurando Bianchi após os pit stops obrigatórios, parecia que o resultado tinha sido resolvido.
Então Bianchi conseguiu ultrapassar Frijns no final da reta, mas Frijns retaliou logo em seguida e eles se tocaram. Bianchi saiu da pista e bateu. A ultrapassagem de Frijns sobre Bianchi foi considerada muito “otimista” pelos fiscais, que puniram Frijns com acréscimo em seu tempo final de corrida. Mesmo assim, com Bird conseguindo apenas o sétimo lugar, Frijns foi o campeão.
Enquanto isso, o impressionante português Antonio Felix da Costa contabilizou mais uma vitória em seu currículo.
500 Milhas de Indianapolis
Havia um ar sombrio quando a Indy voltou a Indianápolis para 96ª edição de uma das maiores corridas do esporte a motor. O vencedor do ano passado, Dan Wheldon, que tragicamente perdeu a vida em um acidente em Las Vegas em outubro de 2011, foi homenageado durante o evento.
Dario Franchitti sofreu um revés no início da corrida e caiu para o último lugar, o que foi um prelúdio para um desempenho que seu amigo Wheldon teria ficado orgulhoso.
Ao contrário das previsões, os pilotos com motor Honda – como Franchitti – estavam fortes durante a corrida. Franchitti encostou no companheiro de equipe Scott Dixon. Atrás deles havia outro piloto Honda querendo a liderança: o ex-piloto de F1 Takuma Sato.
Com duas voltas para o final Franchitti mergulhou por dentro de Dixon na curva 1 e Sato o seguiu, o que deixou Dixon em terceiro. Começando a volta final, Sato ainda estava perto de Franchitti e tentou repetir a ultrapassagem sobre Dixon.
Mas o carro de Sato perdeu aderência e ele foi para o muro. De alguma forma Franchitti conseguiu se desvenciliar do acidente e, pelo segundo ano consecutivo, a Indy 500 foi decidida por um acidente dramático na última volta.
A corrida, que teve um número recorde de mudanças na liderança, terminou com Franchitti coroado pela terceira vez como o vencedor da Indy 500.
A temporada de 2012 da Formula 1 foi espetacular, mas nem só de F1 vive o fã de automobilismo no Autoracing. Tivemos muitas corridas excelentes em outras categorias
Abaixo você verá uma seleção de 10 grandes corridas em outras categorias que, se você não viu, veja agora alguns de seus melhores momentos!
Auto GP Marrocos – corrida 1
O destaque dessa corrida foi uma batalha roda-a-roda emocionante entre Sergio Campana e Adrian Quiafe-Hobbes.
Superstars – corrida 1 em Mugello
Melhores momentos de uma corrida selvagem desde o início. Destaque da batalha entre Johnny Herbert e Andrea Larini
Formula Indy – GP de Fontana
A corrida final da temporada numa das pistas mais rápidas do mundo.
F3 Europeia Open – Spa-Francorchamps corrida 1
A série F3 European Open pode não ser o mais prestigiado dos campeonatos de Formula 3, mas produziu uma das melhores corridas de 2012 no fabuloso circuito de Spa-Francorchamps.
Gianmarco Raimondo teve uma vitória apertada sobre Mans Grenhagen após uma batalha frenética ao redor do circuito clássico belga.
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GP2 Valencia Sprint Race
Veja as últimas voltas com uma performance inesquecível do brasileiro Luiz Razia, que fez uma dupla ultrapassagem por fora para vencer!
DTM em Norising
Numa das pistas mais clássicas do DTM, Jamie Green ultrapassa Bruno Spengler e Martin Tomcyk para vencer na última curva.
ALMS em Elkhart Lake
Na mais bela pista dos Estados Unidos, só comparável a Spa-Francorchamps, a batalha final entre Guy Smith e Lucas Luhr foi antológica. Após 4 horas de corrida, Lucas Luhr, que recuperou 4 voltas de atraso devido a um vazamento de água no início da corrida, chega roda-a-roda na última curva. A diferença entre eles na linha de chegada foi de 0,1s.
GP3 em Monza – corrida 2
O resultado do campeonato da GP3 trocou de mãos durante a corrida em Monza. O confronto foi tão intenso que não havia tempo para piscar. Mitch Evans tinha uma vantagem de 14 pontos antes da corrida, mas alinhou em último no grid, enquanto o rival Daniel Abt largou em oitavo.
Evans fez uma tentativa corajosa para avançar no grid, mas quando ele saiu da pista nas curvas de Lesmo e Abt assumiu a liderança, parecia que o campeonato estava perdido.
Então veio a recompensa. Tio Ellinas ultrapassou Abt para vencer – e enviou do campeonato de volta para o piloto da Arden.
Formula Renault 3.5 em Barcelona – corrida 2
Última corrida para decidir o título, mas este transbordou em um confronto polêmico entre dois pilotos.
Robin Frijns, Jules Bianchi e Sam Bird foram todos para a última corrida no Circuito da Catalunha, com chances de vencer o título. Com Frijns segurando Bianchi após os pit stops obrigatórios, parecia que o resultado tinha sido resolvido.
Então Bianchi conseguiu ultrapassar Frijns no final da reta, mas Frijns retaliou logo em seguida e eles se tocaram. Bianchi saiu da pista e bateu. A ultrapassagem de Frijns sobre Bianchi foi considerada muito “otimista” pelos fiscais, que puniram Frijns com acréscimo em seu tempo final de corrida. Mesmo assim, com Bird conseguindo apenas o sétimo lugar, Frijns foi o campeão.
Enquanto isso, o impressionante português Antonio Felix da Costa contabilizou mais uma vitória em seu currículo.
500 Milhas de Indianapolis
Havia um ar sombrio quando a Indy voltou a Indianápolis para 96ª edição de uma das maiores corridas do esporte a motor. O vencedor do ano passado, Dan Wheldon, que tragicamente perdeu a vida em um acidente em Las Vegas em outubro de 2011, foi homenageado durante o evento.
Dario Franchitti sofreu um revés no início da corrida e caiu para o último lugar, o que foi um prelúdio para um desempenho que seu amigo Wheldon teria ficado orgulhoso.
Ao contrário das previsões, os pilotos com motor Honda – como Franchitti – estavam fortes durante a corrida. Franchitti encostou no companheiro de equipe Scott Dixon. Atrás deles havia outro piloto Honda querendo a liderança: o ex-piloto de F1 Takuma Sato.
Com duas voltas para o final Franchitti mergulhou por dentro de Dixon na curva 1 e Sato o seguiu, o que deixou Dixon em terceiro. Começando a volta final, Sato ainda estava perto de Franchitti e tentou repetir a ultrapassagem sobre Dixon.
Mas o carro de Sato perdeu aderência e ele foi para o muro. De alguma forma Franchitti conseguiu se desvenciliar do acidente e, pelo segundo ano consecutivo, a Indy 500 foi decidida por um acidente dramático na última volta.
A corrida, que teve um número recorde de mudanças na liderança, terminou com Franchitti coroado pela terceira vez como o vencedor da Indy 500.
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E se Bernie deixasse a Fórmula 1?*
* Por Luis Fernando Ramos
O ano de 2013 começou com algumas incertezas rondando a Fórmula 1. Uma menor, mas nem tanto, é a indefinição do calendário deste ano, com a data da corrida do dia 21 de julho ainda reservada para uma corrida na Europa que ninguém sabe se vai ocorrer. Mas o principal assunto para a categoria é em relação ao futuro de Bernie Ecclestone.
No último domingo, o inglês admitiu em uma entrevista ao “The Sunday Telegraph” que deixaria o comando da F-1 caso seja condenado por suborno no processo que está correndo na Alemanha, relativo à venda dos direitos comerciais da categoria para o grupo de investidores CVC, em 2006. Algo lógico, ele não poderia tocar o negócio de dentro da cadeia. Importante citar que ele alega inocência.
Preso ou não, Ecclestone está em idade avançada e muita gente já se mexe nos bastidores de olho neste negócio lucrativo - o fato é que a F-1 rende muito dinheiro tanto para o grupo CVC como para as equipes e também para a FIA. As brigas que ocorrem remetem justamente a algum lado insatisfeito com a distribuição atual desse bolo.
É por isso que Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, já deu algumas indiretas via imprensa ao dizer que a categoria precisa de “gente com uma visão mais moderna” e que “Bernie precisa entender que o show de um homem só acabou”.
Faz um tempo que o italiano pleiteia mais poder de decisão para os times. É algo que funciona bem na DTM. Mas fica a dúvida se isto seria o melhor para a F-1. Afinal, a Ferrari cansou de dar exemplos recentes de não se importar em jogar o espírito esportivo para o inferno quando pode ganhar uma vantagem para si. Imagine só como seria isto com os times no poder. Provavelmente uma enorme confusão.
A gestão de Ecclestone tem seus defeitos, especialmente em relação à política de organização das corridas quando a tradição não conta nada, apenas o tamanho do cheque do organizador. Mas será que um novo comando não continuaria apostando também no mercado e fugindo da Europa em crise?
Vai saber, quem sabe o resultado final seria pior sem Bernie no comando. Por mais que ele pense sempre nos negócios em primeiro lugar, pelo menos demonstrou ao longo de tantas décadas que jamais deixaria o show descambar para o ridículo. A ótima temporada de 2012 está aí para mostrar isso.
O ano de 2013 começou com algumas incertezas rondando a Fórmula 1. Uma menor, mas nem tanto, é a indefinição do calendário deste ano, com a data da corrida do dia 21 de julho ainda reservada para uma corrida na Europa que ninguém sabe se vai ocorrer. Mas o principal assunto para a categoria é em relação ao futuro de Bernie Ecclestone.
No último domingo, o inglês admitiu em uma entrevista ao “The Sunday Telegraph” que deixaria o comando da F-1 caso seja condenado por suborno no processo que está correndo na Alemanha, relativo à venda dos direitos comerciais da categoria para o grupo de investidores CVC, em 2006. Algo lógico, ele não poderia tocar o negócio de dentro da cadeia. Importante citar que ele alega inocência.
Preso ou não, Ecclestone está em idade avançada e muita gente já se mexe nos bastidores de olho neste negócio lucrativo - o fato é que a F-1 rende muito dinheiro tanto para o grupo CVC como para as equipes e também para a FIA. As brigas que ocorrem remetem justamente a algum lado insatisfeito com a distribuição atual desse bolo.
É por isso que Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, já deu algumas indiretas via imprensa ao dizer que a categoria precisa de “gente com uma visão mais moderna” e que “Bernie precisa entender que o show de um homem só acabou”.
Faz um tempo que o italiano pleiteia mais poder de decisão para os times. É algo que funciona bem na DTM. Mas fica a dúvida se isto seria o melhor para a F-1. Afinal, a Ferrari cansou de dar exemplos recentes de não se importar em jogar o espírito esportivo para o inferno quando pode ganhar uma vantagem para si. Imagine só como seria isto com os times no poder. Provavelmente uma enorme confusão.
A gestão de Ecclestone tem seus defeitos, especialmente em relação à política de organização das corridas quando a tradição não conta nada, apenas o tamanho do cheque do organizador. Mas será que um novo comando não continuaria apostando também no mercado e fugindo da Europa em crise?
Vai saber, quem sabe o resultado final seria pior sem Bernie no comando. Por mais que ele pense sempre nos negócios em primeiro lugar, pelo menos demonstrou ao longo de tantas décadas que jamais deixaria o show descambar para o ridículo. A ótima temporada de 2012 está aí para mostrar isso.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
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