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segunda-feira, 14 de abril de 2014
A Grana do Schumacher*
* Por Humberto Corradi
O piloto mais bem sucedido da Fórmula 1 com certeza também possui números impressionantes quando o assunto é dinheiro.
Preparada milimetricamente, a carreira de Michael Schumacher foi vitoriosa em todos os sentidos.
E você pode conferir isso olhando seus vencimentos nas 19 temporadas em que esteve presente na F1.
Os números, atualizados, estão em Euro.
Em 1991 o piloto alemão estreou na Benetton recebendo 200 mil.
Seu salário foi aumentando à medida que os frutos de seu talento eram reconhecidos.
Depois de cinco anos e dois títulos mundiais, Schumacher deixou a equipe com 21 milhões no bolso.
Não havia maneira de continuar.
Já em 1996, a Ferrari fechou um acordo de 27 milhões com o cara para sua primeira temporada na nova casa.
Ao todo, Schumacher ganhou 300 milhões da Scuderia Italiana nos onze anos em que lá esteve.
Dinheiro bem gasto.
Os cinco títulos mundiais trouxeram muitas alegrias para a Casa de Maranello.
Após o hiato, o multicampeão retornou para a Fórmula 1 nos braços da Mercedes.
Foram três temporadas sem vitórias.
Então, 40 milhões mais rico, Michael Schumacher foi aposentado compulsoriamente.
Sem volta.
Apesar de sua tentativas de continuar por mais um ano (recebeu um não da Ferrari) na categoria máxima do automobilismo.
Somando todos os vencimentos teremos a montante de 361 milhões de Euros só de salários.
Foi digno, não?
O piloto mais bem sucedido da Fórmula 1 com certeza também possui números impressionantes quando o assunto é dinheiro.
Preparada milimetricamente, a carreira de Michael Schumacher foi vitoriosa em todos os sentidos.
E você pode conferir isso olhando seus vencimentos nas 19 temporadas em que esteve presente na F1.
Os números, atualizados, estão em Euro.
Em 1991 o piloto alemão estreou na Benetton recebendo 200 mil.
Seu salário foi aumentando à medida que os frutos de seu talento eram reconhecidos.
Depois de cinco anos e dois títulos mundiais, Schumacher deixou a equipe com 21 milhões no bolso.
Não havia maneira de continuar.
Já em 1996, a Ferrari fechou um acordo de 27 milhões com o cara para sua primeira temporada na nova casa.
Ao todo, Schumacher ganhou 300 milhões da Scuderia Italiana nos onze anos em que lá esteve.
Dinheiro bem gasto.
Os cinco títulos mundiais trouxeram muitas alegrias para a Casa de Maranello.
Após o hiato, o multicampeão retornou para a Fórmula 1 nos braços da Mercedes.
Foram três temporadas sem vitórias.
Então, 40 milhões mais rico, Michael Schumacher foi aposentado compulsoriamente.
Sem volta.
Apesar de sua tentativas de continuar por mais um ano (recebeu um não da Ferrari) na categoria máxima do automobilismo.
Somando todos os vencimentos teremos a montante de 361 milhões de Euros só de salários.
Foi digno, não?
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quarta-feira, 9 de abril de 2014
O Dinheiro de Kubica*
* Por Humberto Corradi
Interessante analisar os vencimentos obtidos por Robert Kubica em sua curta passagem pela categoria máxima do automobilismo.
O piloto fez sua estreia oficial na Fórmula 1 substituindo Jacques Villeneuve nas últimas seis corridas de 2006.
Mas contei os recebimentos a partir de sua primeira temporada completa, logo no ano seguinte.
Lembrando que estamos falando apenas dos salários.
Os valores, atualizados, estão em Euro.
De 2007 até 2009 o polonês recebeu cerca de 13 milhões na BMW Sauber.
No ano seguinte, 2010, ele se mudou para a Renault.
Time que já contava com Eric Boullier controlando a parte técnica e a Genii Capital o lado financeiro.
Kubica faturou 7,5 mlhões naquela temporada, quando obteve a oitava colocação no Mundial..
O piloto da Polônia fez um acordo para defender a Lotus Renault em 2011.
Mas aí o acidente na pré-temporada interrompeu a trajetória de Kubica na categoria.
Mesmo sem correr, a escuderia ainda pagou os 9 milhões acordados para aquele ano.
Ao todo o motorista recebeu 29,5 milhões em cinco temporadas, sendo que a última ele não competiu.
Ah, sim...
Podemos arredondar o número para 31 milhões se contarmos o dinheiro recebido no pré-contrato com a Ferrari.
Fica ao seu critério.
Interessante analisar os vencimentos obtidos por Robert Kubica em sua curta passagem pela categoria máxima do automobilismo.
O piloto fez sua estreia oficial na Fórmula 1 substituindo Jacques Villeneuve nas últimas seis corridas de 2006.
Mas contei os recebimentos a partir de sua primeira temporada completa, logo no ano seguinte.
Lembrando que estamos falando apenas dos salários.
Os valores, atualizados, estão em Euro.
De 2007 até 2009 o polonês recebeu cerca de 13 milhões na BMW Sauber.
No ano seguinte, 2010, ele se mudou para a Renault.
Time que já contava com Eric Boullier controlando a parte técnica e a Genii Capital o lado financeiro.
Kubica faturou 7,5 mlhões naquela temporada, quando obteve a oitava colocação no Mundial..
O piloto da Polônia fez um acordo para defender a Lotus Renault em 2011.
Mas aí o acidente na pré-temporada interrompeu a trajetória de Kubica na categoria.
Mesmo sem correr, a escuderia ainda pagou os 9 milhões acordados para aquele ano.
Ao todo o motorista recebeu 29,5 milhões em cinco temporadas, sendo que a última ele não competiu.
Ah, sim...
Podemos arredondar o número para 31 milhões se contarmos o dinheiro recebido no pré-contrato com a Ferrari.
Fica ao seu critério.
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quarta-feira, 26 de março de 2014
O Dinheiro de Massa*
* Por Humberto Corradi
E o Felipe Massa?
Em termos de salário foi bem tratado até aqui pela categoria máxima do automobilismo?
Você pode avaliar.
Os valores estão atualizados.
O brasileiro fez sua primeira temporada pela Sauber em 2002.
E permaneceu ligado a equipe até 2005.
Nesse período Massa faturou cerca de 3 milhões de dólares.
Ah, sim!
Nesse meio houve o ano de 2003 em que o piloto ficou na reserva.
Apenas testando pela Ferrari.
Pelo seu esforço naquele ano, os italianos depositaram 500.000 dólares em sua conta.
No tempo em que assumiu o posto de piloto oficial da Scuderia Italiana, de 2006 até a temporada passada, Felipe faturou quase 97 milhões de dólares.
Somando tudo, descobrimos que o vice-campeão de 2008, só em salários (lembrando sempre!), arrecadou algo perto de 100 milhões de dólares em 11 temporadas oficiais na Fórmula 1.
Pouco?
Muito?
Julguem vocês!
E o Felipe Massa?
Em termos de salário foi bem tratado até aqui pela categoria máxima do automobilismo?
Você pode avaliar.
Os valores estão atualizados.
O brasileiro fez sua primeira temporada pela Sauber em 2002.
E permaneceu ligado a equipe até 2005.
Nesse período Massa faturou cerca de 3 milhões de dólares.
Ah, sim!
Nesse meio houve o ano de 2003 em que o piloto ficou na reserva.
Apenas testando pela Ferrari.
Pelo seu esforço naquele ano, os italianos depositaram 500.000 dólares em sua conta.
No tempo em que assumiu o posto de piloto oficial da Scuderia Italiana, de 2006 até a temporada passada, Felipe faturou quase 97 milhões de dólares.
Somando tudo, descobrimos que o vice-campeão de 2008, só em salários (lembrando sempre!), arrecadou algo perto de 100 milhões de dólares em 11 temporadas oficiais na Fórmula 1.
Pouco?
Muito?
Julguem vocês!
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sexta-feira, 21 de março de 2014
A Grana do Kimi*
* Por Humberto Corradi
Aí está um dos pilotos mais bem sucedidos da Fórmula 1 de todos os tempos.
Pelo menos em termos salariais.
Detentor de um título mundial, Kimi Raikkonen tem muito pouco o que reclamar de seus patrões.
Vamos aos números.
Todos os valores estão atualizados em Euro, OK?
O simpático e alegre piloto chegou a Sauber com o salário de iniciante.
Em 2001, Peter Sauber pagou algo em torno de 190 mil para contar com o jovem finlandês dentro de um de seus carros.
Pra você ter uma ideia, Michael Schumacher naquele mesmo ano recebeu 25 milhões da Ferrari e Juan Pablo Montoya 3 milhões da Williams.
Na temporada seguinte tudo mudou.
Inclusive sua personalidade.
Algo em Woking transformou Raikkonen num boneco que pilotava.
Surgia então na McLaren o mito do Homem de Gelo.
Uma grande bobagem.
Nos cinco anos em que esteve sob a batuta de Ron Dennis, Kimi recebeu 110 milhões em salários.
A Ferrari, na sua estratégia natural de contratar estrelas, ainda em 2006, tratou de garantir com um contrato o garoto de ouro nas suas fileiras.
No outro ano, Raikkonen estreava pela mítica equipe vermelha.
Foram três temporadas.
Que renderam um campeonato mundial de pilotos e 115 milhões no bolso.
No ano de 2010 a Scuderia Italiana pagou o piloto para não correr o montante de 50 milhões.
Muito, não?
Mas metade dessa grana do ano em que ficou parado, pelo acordo, acabou nos cofres de Steve Robertson, seu empresário.
O combinado não é caro...
Por isso Robertson ainda conduz a carreira de Kimi, assim como a do brasileiro Felipe Nasr.
O retorno de Raikkonen para a Fórmula 1, depois de uma passagem pelo Rally, se deu em 2012.
Nos dois anos com a Lotus, o finlandês recebeu um vale de 23 milhões.
Vale?
Sim, a turma de Estone ainda está pagando suas dívidas... Você sabe!
Fazendo as contas, até 2013, o piloto acumulou cerca de 300 milhões de Euros só em salários.
Nada mal.
Ainda mais se lembrarmos que essa história ainda está rendendo, não é mesmo?
Aí está um dos pilotos mais bem sucedidos da Fórmula 1 de todos os tempos.
Pelo menos em termos salariais.
Detentor de um título mundial, Kimi Raikkonen tem muito pouco o que reclamar de seus patrões.
Vamos aos números.
Todos os valores estão atualizados em Euro, OK?
O simpático e alegre piloto chegou a Sauber com o salário de iniciante.
Em 2001, Peter Sauber pagou algo em torno de 190 mil para contar com o jovem finlandês dentro de um de seus carros.
Pra você ter uma ideia, Michael Schumacher naquele mesmo ano recebeu 25 milhões da Ferrari e Juan Pablo Montoya 3 milhões da Williams.
Na temporada seguinte tudo mudou.
Inclusive sua personalidade.
Algo em Woking transformou Raikkonen num boneco que pilotava.
Surgia então na McLaren o mito do Homem de Gelo.
Uma grande bobagem.
Nos cinco anos em que esteve sob a batuta de Ron Dennis, Kimi recebeu 110 milhões em salários.
A Ferrari, na sua estratégia natural de contratar estrelas, ainda em 2006, tratou de garantir com um contrato o garoto de ouro nas suas fileiras.
No outro ano, Raikkonen estreava pela mítica equipe vermelha.
Foram três temporadas.
Que renderam um campeonato mundial de pilotos e 115 milhões no bolso.
No ano de 2010 a Scuderia Italiana pagou o piloto para não correr o montante de 50 milhões.
Muito, não?
Mas metade dessa grana do ano em que ficou parado, pelo acordo, acabou nos cofres de Steve Robertson, seu empresário.
O combinado não é caro...
Por isso Robertson ainda conduz a carreira de Kimi, assim como a do brasileiro Felipe Nasr.
O retorno de Raikkonen para a Fórmula 1, depois de uma passagem pelo Rally, se deu em 2012.
Nos dois anos com a Lotus, o finlandês recebeu um vale de 23 milhões.
Vale?
Sim, a turma de Estone ainda está pagando suas dívidas... Você sabe!
Fazendo as contas, até 2013, o piloto acumulou cerca de 300 milhões de Euros só em salários.
Nada mal.
Ainda mais se lembrarmos que essa história ainda está rendendo, não é mesmo?
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Salário*
* Por Humberto Corradi
Uma curiosidade sobre valores (atualizados) envolvendo Rubens Barrichello na Fórmula 1.
Antes um esclarecimento.
A grana citada aqui não envolve patrocínios pessoais ou propagandas.
É só o salário de piloto, OK?
O números foram arredondados.
Pouca diferença.
No final você verá que 100 mil a mais ou a menos não distorcem a realidade.
Vamos lá.
No seu período inicial na Fórmula 1, quando se juntou à Jordan, o cara faturou 1.500.000 dólares.
Isso em quatro temporadas sob a batuta de Eddie.
Até que se mudou para a Stewart.
Uma clara evolução.
Na equipe de Jackie, em três anos, Rubinho recebeu quase 9.000.000 dólares.
Tá bom?
Você que pensa!
A coisa ficou boa na Era Ferrari.
O piloto brasileiro juntou aproximadamente 59.000.0000 dólares em seis temporadas com os italianos.
Interessante notar que o salário de Rubinho foi diminuindo nos primeiros anos dentro da Scuderia.
A Honda o acolheu por 3 anos.
Anos gordos.
Barrichello com os japoneses recebeu cerca de 52.000.000 dólares.
Impressionante, não?
Na Brawn, naquela fase fica ou não fica na Fórmula 1, o salário foi de apenas 1.700.000 dólares.
Algo parecido com o que ganhava na primeira temporada com a Stewart.
No final de sua carreira houve um último suspiro com a Williams.
Por duas temporadas de trabalho Rubens colocou em sua conta 14.000.000 dólares.
Ao todo o piloto recebeu um valor em torno de 137 milhões de dólares na sua passagem pela categoria máxima do automobilismo.
Valeu?
Uma curiosidade sobre valores (atualizados) envolvendo Rubens Barrichello na Fórmula 1.
Antes um esclarecimento.
A grana citada aqui não envolve patrocínios pessoais ou propagandas.
É só o salário de piloto, OK?
O números foram arredondados.
Pouca diferença.
No final você verá que 100 mil a mais ou a menos não distorcem a realidade.
Vamos lá.
No seu período inicial na Fórmula 1, quando se juntou à Jordan, o cara faturou 1.500.000 dólares.
Isso em quatro temporadas sob a batuta de Eddie.
Até que se mudou para a Stewart.
Uma clara evolução.
Na equipe de Jackie, em três anos, Rubinho recebeu quase 9.000.000 dólares.
Tá bom?
Você que pensa!
A coisa ficou boa na Era Ferrari.
O piloto brasileiro juntou aproximadamente 59.000.0000 dólares em seis temporadas com os italianos.
Interessante notar que o salário de Rubinho foi diminuindo nos primeiros anos dentro da Scuderia.
A Honda o acolheu por 3 anos.
Anos gordos.
Barrichello com os japoneses recebeu cerca de 52.000.000 dólares.
Impressionante, não?
Na Brawn, naquela fase fica ou não fica na Fórmula 1, o salário foi de apenas 1.700.000 dólares.
Algo parecido com o que ganhava na primeira temporada com a Stewart.
No final de sua carreira houve um último suspiro com a Williams.
Por duas temporadas de trabalho Rubens colocou em sua conta 14.000.000 dólares.
Ao todo o piloto recebeu um valor em torno de 137 milhões de dólares na sua passagem pela categoria máxima do automobilismo.
Valeu?
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Ferrari é Ferrari*
* Por Teo José
A Ferrari é uma equipe muito estranha. Muito esquisita. Cobrar pilotos de forma incessante, em várias frentes pode, agora divulgar salários (ou algo relativo com grana) nem pensar. E é caso de grande revolta. Andaram publicando na imprensa europeia, aqui também, que o salário do Fernando Alonso está em 30 milhões de euros por ano - quase 76 milhões de reais. O time disse que a informação é descabida. Uma mentira deslavada.
Não creio. Felipe Massa deve estar perto mesmo dos 10 milhões. Isso significa, pelas suas maiores qualidades, que seria justo Fernando ganhar quase duas vezes mais. Pode até ser que de salário mesmo gire entre 20 e 23 milhões. Porém, com bônus de resultados, pontuação e outros prêmios chegue nos 30 milhões. Ou perto disto.
Fiquei tentando entender porque a revolta brava e a rápida missão de desmentir. Aí surgiu uma possibilidade. Será que isto vazou no momento que se busca o segundo piloto para 2012? Pode ser. Se o primeiro ganha perto de 30 milhões, o segundo vai querer uns dez ou mais. Só isto explicaria o barulho todo.
Geralmente os pilotos para o ano seguinte são definidos até o fim de agosto. As opções de renovação de contratos em vigor terminam no fim de julho ou agosto, isto na maioria. Por isso, eu vejo que o time, muitas vezes esquisito, já está se mexendo para 2013. Acredito até que Felipe Massa também.
A Ferrari é uma equipe muito estranha. Muito esquisita. Cobrar pilotos de forma incessante, em várias frentes pode, agora divulgar salários (ou algo relativo com grana) nem pensar. E é caso de grande revolta. Andaram publicando na imprensa europeia, aqui também, que o salário do Fernando Alonso está em 30 milhões de euros por ano - quase 76 milhões de reais. O time disse que a informação é descabida. Uma mentira deslavada.
Não creio. Felipe Massa deve estar perto mesmo dos 10 milhões. Isso significa, pelas suas maiores qualidades, que seria justo Fernando ganhar quase duas vezes mais. Pode até ser que de salário mesmo gire entre 20 e 23 milhões. Porém, com bônus de resultados, pontuação e outros prêmios chegue nos 30 milhões. Ou perto disto.
Fiquei tentando entender porque a revolta brava e a rápida missão de desmentir. Aí surgiu uma possibilidade. Será que isto vazou no momento que se busca o segundo piloto para 2012? Pode ser. Se o primeiro ganha perto de 30 milhões, o segundo vai querer uns dez ou mais. Só isto explicaria o barulho todo.
Geralmente os pilotos para o ano seguinte são definidos até o fim de agosto. As opções de renovação de contratos em vigor terminam no fim de julho ou agosto, isto na maioria. Por isso, eu vejo que o time, muitas vezes esquisito, já está se mexendo para 2013. Acredito até que Felipe Massa também.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
ALONSO, O MAIOR SALÁRIO DA F-1
Após surpreender a todos e levar o até então criticado carro da Ferrari à vitória no GP da Malásia, segunda etapa da temporada da F-1 2012, Fernando Alonso foi presenteado pela equipe com um ‘mimo’: o modelo "Ferrari FF" da montadora italiana. O carro, que possui valor médio de R$ 600 mil, é um presente e tanto, mas para o espanhol, o valor deve ser apenas sentimental. Segundo a "Business Book GP" (publicação francesa que faz uma avaliação financeira anual da F-1), Alonso é o piloto mais bem pago da Fórmula 1. Com faturamento estimado em 30 milhões de euros anuais, o equivalente a R$ 75 milhões, o espanhol poderia adquirir nada mais nada menos que 125 unidades do modelo que recebeu de presente da Ferrari. E não é "apenas" isso que Alonso ganha por ano. O estudo considera apenas o salário pago pela equipe, excluindo rendimentos provenientes de campanhas publicitárias.
A receita anual de Alonso é quase o dobro do recebido pelos ingleses Jenson Button e Lewis Hamilton, que ganham, cada um, R$ 40 milhões da McLaren. De acordo com a publicação, o espanhol fatura também três vezes mais que o companheiro de equipe Felipe Massa. O estudo aponta que o brasileiro tem o rendimento de R$ 25 milhões, o mesmo que a dupla da RBR, Sebastian Vettel e Mark Webber, e o piloto da Mercedes, Nico Rosberg. Na lista, o alemão fica à frente do compatriota heptacampeão Michael Schumacher. Bruno Senna aparece em 21º, com rendimentos anuais de 625 mil. O escocês Paul di Resta, da Force India, figura na penúltima posição, ganhando mais, somente, que o novato Charles Pic, da Marussia.
Confira o rendimento anual de cada piloto em 2012, segundo a "Business Book GP":
1 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 30 milhões de euros (R$ 75 milhões)
2 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 16 milhões de euros (R$ 40 milhões)
2 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 16 milhões de euros (R$ 40 milhões)
4 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 10 milhões de euros (R$ 25 milhões)
4 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 10 milhões de euros (R$ 25 milhões)
4 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 10 milhões de euros (R$ 25 milhões)
4 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 10 milhões de euros (R$ 25 milhões)
8 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 8 milhões de euros (R$ 20 milhões)
9 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - 5 milhões de euros (R$ 12,5 milhões)
10 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - 4 milhões de euros (R$ 10 milhões)
11 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - 3 milhões de euros (R$ 7,5 milhões)
12 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1 milhão de euros (R$ 2,5 milhões)
12 - Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) - 1 milhão de euros (R$ 2,5 milhões)
14 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - 500 mil euros (R$ 1,25 milhões)
14 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - 500 mil euros (R$ 1,25 milhões)
14 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - 500 mil euros (R$ 1,25 milhões)
14 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - 500 mil euros (R$ 1,25 milhões)
18 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) - 400 mil euros (R$ 1 milhão)
18 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - 400 mil euros (R$ 1 milhão)
18 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - 400 mil euros (R$ 1 milhão)
21 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) - 250 mil euros (R$ 625 mil)
21 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) - 250 mil euros (R$ 625 mil)
23 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 200 mil euros (R$ 500 mil)
24 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - 150 mil euros (R$ 375 mil)
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
DISCREPÂNCIAS NA FÓRMULA 1*
* Por Luis Fernando Ramos
A coluna é sobre Fórmula 1, mas vamos nos transferir para o cenário do futebol espanhol. Enquanto os gigantes Barcelona e Real Madrid acumulam milhões entre direitos de imagem e dinheiro de patrocinadores, as outras equipes passam por sérias dificuldades financeiras e estão atrasando o pagamento de seus jogadores, o que levou a uma greve que adiou o início da temporada.
Na categoria máxima do automobilismo, as estrelas ainda recebem em dia. Mas o caminho que ela está seguindo é o mesmo. Se olharmos para as doze equipes do grid, metade delas sofre de problemas financeiros em maior ou menor grau. E são poucos os indícios de que há um movimento sério para mudar este quadro.
Os times com dificuldades no orçamento são Renault, Force India, Williams, Lotus, HRT e Virgin. Em níveis diferentes, elas buscam alternativas para compensar a debandada de grandes fontes de dinheiro na F-1. As montadoras e os bancos foram embora, o jeito é apostar na boa vontade de milionários e, principalmente, vender bem caro os cockpits.
Para reverter o quadro, os times se unem em busca de condições melhores na hora de repartir os lucros da F-1. O objetivo é que eles tenham direito a 75% do bolo a partir de 2013, contra os 50% atuais. Bernie Ecclestone se defende com unhas e dentes e a briga nos bastidores vai ferver nos próximos meses.
Mas há um ponto em que os times discordam entre si. Para ajudar os times menores, a FIA busca introduzir uma série de medidas como restrições no orçamento e no uso do túnel de vento. Mas os times grandes são contra. Muitas vezes eles têm mais dinheiro para gastar no desenvolvimento de um carro do que um time pequeno tem para construir o seu. Uma vantagem financeira da qual eles não querem abrir mão.
Sem compromisso, a bola de neve deve crescer. Será que um dia teremos greve de pilotos por falta de pagamento?
(Texto da coluna "Direto do Paddock", publicada na edição de 25/08/2011 do Diário Lance!)
A coluna é sobre Fórmula 1, mas vamos nos transferir para o cenário do futebol espanhol. Enquanto os gigantes Barcelona e Real Madrid acumulam milhões entre direitos de imagem e dinheiro de patrocinadores, as outras equipes passam por sérias dificuldades financeiras e estão atrasando o pagamento de seus jogadores, o que levou a uma greve que adiou o início da temporada.
Na categoria máxima do automobilismo, as estrelas ainda recebem em dia. Mas o caminho que ela está seguindo é o mesmo. Se olharmos para as doze equipes do grid, metade delas sofre de problemas financeiros em maior ou menor grau. E são poucos os indícios de que há um movimento sério para mudar este quadro.
Os times com dificuldades no orçamento são Renault, Force India, Williams, Lotus, HRT e Virgin. Em níveis diferentes, elas buscam alternativas para compensar a debandada de grandes fontes de dinheiro na F-1. As montadoras e os bancos foram embora, o jeito é apostar na boa vontade de milionários e, principalmente, vender bem caro os cockpits.
Para reverter o quadro, os times se unem em busca de condições melhores na hora de repartir os lucros da F-1. O objetivo é que eles tenham direito a 75% do bolo a partir de 2013, contra os 50% atuais. Bernie Ecclestone se defende com unhas e dentes e a briga nos bastidores vai ferver nos próximos meses.
Mas há um ponto em que os times discordam entre si. Para ajudar os times menores, a FIA busca introduzir uma série de medidas como restrições no orçamento e no uso do túnel de vento. Mas os times grandes são contra. Muitas vezes eles têm mais dinheiro para gastar no desenvolvimento de um carro do que um time pequeno tem para construir o seu. Uma vantagem financeira da qual eles não querem abrir mão.
Sem compromisso, a bola de neve deve crescer. Será que um dia teremos greve de pilotos por falta de pagamento?
(Texto da coluna "Direto do Paddock", publicada na edição de 25/08/2011 do Diário Lance!)
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
QUANTO VALE O SHOW DOS PILOTOS?

O conteúdo dos contratos na Fórmula 1 é sagrado e não pode ser revelados nem sobre tortura. Por isso, é sempre interessante quando surge uma lista com os salários dos pilotos, como a publicada pelo semanário alemão “Kicker” e reproduzida abaixo. Ainda que os valores são apenas estimados com base em informações extra-oficiais, a lista serve ao menos para dar uma luz no valor de cada piloto no mercado e também na maneira com que o próprio mercado funciona: como os veteranos ganham muito mais do que jovens promessas, ainda que andem atrás delas a maior parte do tempo. Os valores são anuais e dados em Euros, confira!
Fernando Alonso – 29 milhões
Kimi Räikkönen – 20 milhões
Lewis Hamilton – 12 milhões
Felipe Massa – 11 milhões
Jarno Trulli – 6 milhões
Jenson Button – 6 milhões
Rubens Barrichello – 6 milhões
David Coulthard – 5 milhões
Nick Heidfeld – 4 milhões
Nico Rosberg – 4 milhões
Heikki Kovalainen – 4 milhões
Mark Webber – 3 milhões
Timo Glock – 2 milhões
Robert Kubica – 1,2 milhão
Nelsinho Piquet – 1 milhão
Sébastien Bourdais – 1 milhão
Takuma Sato – 1 milhão
Kazuki Nakajima – 0,5 milhão
Sebastian Vettel – 0,5 milhão
Anthony Davidson – 0,5 milhão
Giancarlo Fisichella – 0,5 milhão
Adrian Sutil – 0,4 milhão
Fernando Alonso – 29 milhões
Kimi Räikkönen – 20 milhões
Lewis Hamilton – 12 milhões
Felipe Massa – 11 milhões
Jarno Trulli – 6 milhões
Jenson Button – 6 milhões
Rubens Barrichello – 6 milhões
David Coulthard – 5 milhões
Nick Heidfeld – 4 milhões
Nico Rosberg – 4 milhões
Heikki Kovalainen – 4 milhões
Mark Webber – 3 milhões
Timo Glock – 2 milhões
Robert Kubica – 1,2 milhão
Nelsinho Piquet – 1 milhão
Sébastien Bourdais – 1 milhão
Takuma Sato – 1 milhão
Kazuki Nakajima – 0,5 milhão
Sebastian Vettel – 0,5 milhão
Anthony Davidson – 0,5 milhão
Giancarlo Fisichella – 0,5 milhão
Adrian Sutil – 0,4 milhão
Abaixo temos um estudo com os valores dos salários acima calculados em real e por tempo. É sensacional, confira abaixo.
E eu ainda faço mestrado...
Fonte: Blog do Ico
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