quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
LANÇAMENTOS F1: RENAULT R28

E a Renault fez nesta quinta-feira (31) a apresentação do modelo com o qual disputará a temporada 2008 de Fórmula 1.
Renault F1 Team - Paris 31.01.2008
.
Dentre as surpresas da apresentação está o test-driver, o brasileiro Lucas Di Grassi, que superou, assim, o atual líder da GP2, Romain Grosjean. Vale lembrar que após a conquista do vice-campeonato da GP2 em 2007, Lucas Di Grassi havia se desligado do Programa de Desenvolvimento de Pilotos da Renault (RDD).
O R28, que já foi às pistas na semana passada, não trouxe novidades na pintura, mas o carro é 99% modificado em relação ao antecessor. Além da parte aerodinâmica, a Renault investiu brutalmente no CFD (Computational Fluid Dynamics), software que cria simulações com perfeição e que, segundo a equipe, poderá abolir os atuais túneis de vento.
Iceman: "Mais do Mesmo"
Kimi Raikkonen (Ferrari) - Jerez De La Frontera 2008Amigos leitores, se tivemos algo que não podemos reclamar em 2007 na Fórmula 1, foi de ter tido um campeonato chato.
É verdade que antes do GP do Canadá as corridas estavam realmente chatas e previsíveis, sendo construídas no sábado, ou seja, o pole vencia, ou quando muito, eram decididas na primeira curva. E só. Vale lembrar que Mônaco 2007 foi a corrida mais chata dos últimos anos, senão a pior de todas, parecia um carrossel interminável, maçante e sem graça.
E então veio o GP do Canadá, a primeira vitória de Lewis Hamilton, as primeiras rixas da McLaren, a desclassificação de Felipe Massa, o acidente de Robert Kubica, Takuma Sato passando Fernando Alonso e sim, um Alonso irreconhecível, dono de quatro péssimos erros durante a corrida.
E então vieram os casos de espionagem, e Ron Dennis parecia o Lula ante o mensalão: - Não sei de nada.
E então vieram acusações, lágrimas de crocodilo de dirigentes frios como gelo. Vieram companheiros de equipe brigando entre si, novatos vencendo veteranos, verdadeiros cavaleiros vencendo vilões, e vilões vencendo dragões. Enfim, de boato em boato, de escândalo em escândalo veio o componente principal para que a Fórmula 1 continuasse a trilhar o caminho do sucesso e as páginas de jornal e matérias na televisão. A chuva. Sim, ela veio e trouxe os melhores GPs, trouxe o complicado e emocionante GP de Nurbürgring, e mesmo nos tirando um terço da corrida, o ótimo GP do Japão. Isso fez com que a FIA realizasse um sonho antigo. Quatro postulantes ao título, um deles inglês, o outro espanhol, um sul americano, e assim, conquistou os cinco continentes, chamou a atenção da mídia, do público, do mundo.
O GP Brasil, que trouxe 3 pilotos disputando o campeonato, foi o segundo evento mais visto no mundo em 2007, e o mais democrático também. E, amigos, parecia coisa de cinema. Parecia que estava tudo estipulado. O vilão arrogante do início da temporada deu um giro de 180° e se tornou o pobre coitado excluído pela sua própria equipe, perdeu o campeonato, mas perdeu com sede de vingança, via-se no seu sorriso contido no final da corrida. O garoto fenômeno, tachado de gênio, amarelou, errou, perdeu, mas perdeu por cima, como vice-líder, vitorioso, com futuro promissor. E teve o campeão, o azarão, que deu uma reviravolta no campeonato, um ato milagroso de alguém com uma auto-confiança inabalável.
Precisa de mais alguma coisa?
Precisa. A Fórmula 1 tem glamour, tem estirpe, tem estigma de ser o melhor campeonato do mundo. Mas onde estão as ultrapassagens? Será que precisamos esperar a boa vontade dos céus para assistir uma boa corrida? O GP Brasil foi fantástico, mas foi fantástico pelo resultado inesperado, não pelas disputas e brigas nas pistas. A pontuação poda o talento dos pilotos, o risco poda a audácia, enfim, a Fórmula 1 atual sente o ranço de excesso, ela tem um “que” de mais do mesmo. É sempre McLaren, Ferrari, Renault, mas nunca as três juntas. São sempre duas equipes e dois pilotos. O último ano se diferenciou, pois o melhor piloto da McLaren estava claramente sendo podado em troca de uma promessa, e a Ferrari, que há muito foi criticada por dar preferências, viu uma oportunidade de mudar sua imagem e não favorecer ninguém. E não favoreceu, Kimi Raikkönen foi campeão por méritos próprios. É triste alguém dizer que o Massa deu o título, é como basear o trabalho de 16 corridas na 17ª. A Fórmula 1 é carente de ultrapassagens e em 2007 fez mais alardes fora das pistas do que dentro delas. É verdade que o grande barato são os aperfeiçoamentos técnicos das equipes, os carros mais belos do mundo. Vejam a IRL por exemplo, distâncias curtíssimas entre os competidores, corridas emocionantes, mas é de um brutal amadorismo. Os carros são esteticamente feios, não são padronizados na pintura, bandeiras amarelas brotam como grama e sem a menor necessidade, mas há ultrapassagens, há boas brigas, há equipes de mais destaque sim, mas sempre há a possibilidade de surpresas, e é isso que a F1 atual é totalmente carente. Surpresas. A última foi na Hungria em 2006, com Jenson Button.
As surpresas na Fórmula 1 ficam restritas as equipes pequenas que se tornam médias. Quem mais impressionou nos treinos até aqui? A Williams superando a BMW e o bom rendimento da Toro Rosso. E só. A BMW não liderou treino, aliás, já é dúvida para repetir o feito do ano passado. A Renault é uma incógnita. E o resto? Bem, o resto é resto, e irão dividir entre o quinto e oitavo posto. Então meus amigos amantes do esporte, creio que para repetir o feito em 2008, que convenhamos, começara em um clima extremamente ameno, será precisa tocar tambor, desafinar bastante e fazer muita dança da chuva.
É o mais do mesmo que continua assombrando a F1.
É verdade que antes do GP do Canadá as corridas estavam realmente chatas e previsíveis, sendo construídas no sábado, ou seja, o pole vencia, ou quando muito, eram decididas na primeira curva. E só. Vale lembrar que Mônaco 2007 foi a corrida mais chata dos últimos anos, senão a pior de todas, parecia um carrossel interminável, maçante e sem graça.
E então veio o GP do Canadá, a primeira vitória de Lewis Hamilton, as primeiras rixas da McLaren, a desclassificação de Felipe Massa, o acidente de Robert Kubica, Takuma Sato passando Fernando Alonso e sim, um Alonso irreconhecível, dono de quatro péssimos erros durante a corrida.
E então vieram os casos de espionagem, e Ron Dennis parecia o Lula ante o mensalão: - Não sei de nada.
E então vieram acusações, lágrimas de crocodilo de dirigentes frios como gelo. Vieram companheiros de equipe brigando entre si, novatos vencendo veteranos, verdadeiros cavaleiros vencendo vilões, e vilões vencendo dragões. Enfim, de boato em boato, de escândalo em escândalo veio o componente principal para que a Fórmula 1 continuasse a trilhar o caminho do sucesso e as páginas de jornal e matérias na televisão. A chuva. Sim, ela veio e trouxe os melhores GPs, trouxe o complicado e emocionante GP de Nurbürgring, e mesmo nos tirando um terço da corrida, o ótimo GP do Japão. Isso fez com que a FIA realizasse um sonho antigo. Quatro postulantes ao título, um deles inglês, o outro espanhol, um sul americano, e assim, conquistou os cinco continentes, chamou a atenção da mídia, do público, do mundo.
O GP Brasil, que trouxe 3 pilotos disputando o campeonato, foi o segundo evento mais visto no mundo em 2007, e o mais democrático também. E, amigos, parecia coisa de cinema. Parecia que estava tudo estipulado. O vilão arrogante do início da temporada deu um giro de 180° e se tornou o pobre coitado excluído pela sua própria equipe, perdeu o campeonato, mas perdeu com sede de vingança, via-se no seu sorriso contido no final da corrida. O garoto fenômeno, tachado de gênio, amarelou, errou, perdeu, mas perdeu por cima, como vice-líder, vitorioso, com futuro promissor. E teve o campeão, o azarão, que deu uma reviravolta no campeonato, um ato milagroso de alguém com uma auto-confiança inabalável.
Precisa de mais alguma coisa?
Precisa. A Fórmula 1 tem glamour, tem estirpe, tem estigma de ser o melhor campeonato do mundo. Mas onde estão as ultrapassagens? Será que precisamos esperar a boa vontade dos céus para assistir uma boa corrida? O GP Brasil foi fantástico, mas foi fantástico pelo resultado inesperado, não pelas disputas e brigas nas pistas. A pontuação poda o talento dos pilotos, o risco poda a audácia, enfim, a Fórmula 1 atual sente o ranço de excesso, ela tem um “que” de mais do mesmo. É sempre McLaren, Ferrari, Renault, mas nunca as três juntas. São sempre duas equipes e dois pilotos. O último ano se diferenciou, pois o melhor piloto da McLaren estava claramente sendo podado em troca de uma promessa, e a Ferrari, que há muito foi criticada por dar preferências, viu uma oportunidade de mudar sua imagem e não favorecer ninguém. E não favoreceu, Kimi Raikkönen foi campeão por méritos próprios. É triste alguém dizer que o Massa deu o título, é como basear o trabalho de 16 corridas na 17ª. A Fórmula 1 é carente de ultrapassagens e em 2007 fez mais alardes fora das pistas do que dentro delas. É verdade que o grande barato são os aperfeiçoamentos técnicos das equipes, os carros mais belos do mundo. Vejam a IRL por exemplo, distâncias curtíssimas entre os competidores, corridas emocionantes, mas é de um brutal amadorismo. Os carros são esteticamente feios, não são padronizados na pintura, bandeiras amarelas brotam como grama e sem a menor necessidade, mas há ultrapassagens, há boas brigas, há equipes de mais destaque sim, mas sempre há a possibilidade de surpresas, e é isso que a F1 atual é totalmente carente. Surpresas. A última foi na Hungria em 2006, com Jenson Button.
As surpresas na Fórmula 1 ficam restritas as equipes pequenas que se tornam médias. Quem mais impressionou nos treinos até aqui? A Williams superando a BMW e o bom rendimento da Toro Rosso. E só. A BMW não liderou treino, aliás, já é dúvida para repetir o feito do ano passado. A Renault é uma incógnita. E o resto? Bem, o resto é resto, e irão dividir entre o quinto e oitavo posto. Então meus amigos amantes do esporte, creio que para repetir o feito em 2008, que convenhamos, começara em um clima extremamente ameno, será precisa tocar tambor, desafinar bastante e fazer muita dança da chuva.
É o mais do mesmo que continua assombrando a F1.
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TIMÃO EÔ
Diretamente do Blog do Fábio Seixas:
Recebo comunicado anunciando o Corinthians como mais novo integrante da Fórmula Superleague, categoria que promete estrear em novembro, unindo automobilismo e futebol.
O Corinthians seria o décimo clube a fechar com os organizadores, que já haviam anunciado Flamengo, Milan, PSV Eindhoven, Porto, Borussia Dortmund, Anderlecht, Basel, Galatasaray e Olimpiacos.
Mandaram até fotos.
O Corinthians seria o décimo clube a fechar com os organizadores, que já haviam anunciado Flamengo, Milan, PSV Eindhoven, Porto, Borussia Dortmund, Anderlecht, Basel, Galatasaray e Olimpiacos.
Mandaram até fotos.
A dúvida que restá é: Quem seria o piloto corintiano apto a pilotar este carro?
Minha sugestão: Rubens Barrichello
E pra você, quem seria o piloto ideal?
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terça-feira, 29 de janeiro de 2008
TÚNEL DO TEMPO: JANEIRO de 1980
Estes vídeos explicam, como era a Formula 1 a 28 anos atrás. A corrida, vencida por Renê Arnoux, mostra a sutileza e a maneira de como era se pilotar em Interlagos, desafiando as curvas 1 e 2, o retão...
Mas, essa história não tem a ver com a corrida em si, mas com os acontecimentos pré e pós evento. Durante o dia 27/01 de 1980, este que vos escreve foi encaminhado (dentro da barriga da mamãe) para o Hospital 9 de Julho, em São Paulo...para os últimos exames antes do nascimento.
Enquanto isso, o pai estava em Interlagos vendo essa corrida lá onde é hoje o setor G, perto da pick up branca que aparece em um dos vídeos. Terminada a corrida, todos se concentram no hospital.
Dois dias depois, dia 29/01, nasce este que vos fala...já acelerando e nutrindo a paixão por corridas que vem desde o pré-nascimento.
Mas, essa história não tem a ver com a corrida em si, mas com os acontecimentos pré e pós evento. Durante o dia 27/01 de 1980, este que vos escreve foi encaminhado (dentro da barriga da mamãe) para o Hospital 9 de Julho, em São Paulo...para os últimos exames antes do nascimento.
Enquanto isso, o pai estava em Interlagos vendo essa corrida lá onde é hoje o setor G, perto da pick up branca que aparece em um dos vídeos. Terminada a corrida, todos se concentram no hospital.
Dois dias depois, dia 29/01, nasce este que vos fala...já acelerando e nutrindo a paixão por corridas que vem desde o pré-nascimento.
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LANÇAMENTOS F-1: HONDA RA108
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Cultura inútil - O SOLUCIONADOR DE PROBLEMAS

Já que fui um dos votados nesse quesito do GGOO AWARDS, segue mais uma.
É hilário, mas me parece ser uma metodologia bastante difundida pelas empresas do mundo todo.
Vai dizer que você nunca se utilizou disso??
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
sábado, 26 de janeiro de 2008
Jimmy News: Schumacher nas telonas.
Olha só que interessante: Michael Schumacher faz uma participação no filme Asterix nos jogos olímpicos. Ele será Schumix, e pilotará uma biga vermelha, com o símbolo da Ferrari.
Além do alemão, Jean Todt também aparece na produção.
Pessoalmente eu não acho muita graça no Asterix, mas vou querer ver esse filme!
C YA!!!
Além do alemão, Jean Todt também aparece na produção.
Pessoalmente eu não acho muita graça no Asterix, mas vou querer ver esse filme!
C YA!!!
COLUNA DO ROQUE: TENDÊNCIAS
Tendência...sempre as seguimos. O modo como nos vestimos, o jeito de falar, nossos gostos pessoasi sempre seguem tendências. Na Formula 1, isso não é diferente...desde os idos dos anos 50 as tendências são colocadas à prova, à disposição de todas as equipes. Dos anos 90 pra cá, a grande tendência seguida foi a do Bico de Tubarão, implementada pela Benneton em 1991.
De lá pra cá, as grandes tendências foram:
- Os chifres da Mclaren
- Os apêndices da Honda
- O bico da Toyota
- As calotas da Ferrari
- A boca de bagre da McLaren
- A aleta lateral da Mclaren
Mas tudo isso, não tem lógica se não trás resultados. Quantas destas equipes foram campeãs.
A mesma coisa é com os pilotos brasileiros. quem são as tendências a serem seguidas? Barrichello, Massa, Piquet?
Atualmente todos segundos pilotos. É com este espírito e sem o apoio da estimada CBA que o ano começa, sem uma tendência real a ser seguida.
De lá pra cá, as grandes tendências foram:
- Os chifres da Mclaren
- Os apêndices da Honda
- O bico da Toyota
- As calotas da Ferrari
- A boca de bagre da McLaren
- A aleta lateral da Mclaren
Mas tudo isso, não tem lógica se não trás resultados. Quantas destas equipes foram campeãs.
A mesma coisa é com os pilotos brasileiros. quem são as tendências a serem seguidas? Barrichello, Massa, Piquet?
Atualmente todos segundos pilotos. É com este espírito e sem o apoio da estimada CBA que o ano começa, sem uma tendência real a ser seguida.
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Youtube: Senna vs. Mansell em Mônaco.
Batalha inesquecível ocorrida em 1992.
Mesmo em Mônaco, não deve ter sido fácil segurar o carro "de outro planeta" do Mansell.
C YA!!!
Mesmo em Mônaco, não deve ter sido fácil segurar o carro "de outro planeta" do Mansell.
C YA!!!
Raikkonen gostaria de ter Alonso na equipe
Finlandês afirma que apenas dessa maneira poderia tirar a prova sobre quem é o melhor.fonte: GLOBOESPORTE.COM
Valência, Espanha
Raikkonen foi o mais rápido nesta quinta
Em entrevista ao diário espanhol "Marca", Kimi Raikkonen disse que gostaria de um dia dividir a mesma equipe com Fernando Alonso. O finlandês garantiu que não teria problemas de relacionamento com o espanhol, e que só assim seria possível uma comparação entre os pilotos. - Não bateria de frente com Alonso, nunca tive problemas com nenhum companheiro de equipe. Eu gostaria, porque sem os dois pilotos na mesma equipe, fica difícil saber quem é o melhor - diz o atual campeão. Raikkonen, que fez o melhor tempo do dia nos testes em Valência, mostrou-se mais do que satisfeito em permanecer na Ferrari. - Não vejo nenhuma razão para ir embora da Ferrari, ainda que me faltem dois anos de contrato. Mas, em todo caso, acredito que esta será minha última equipe - avalia. Indagado se o bicampeão Fernando Alonso seria rival para o título nesta temporada, o finlandês esclareceu: - Se oferecerem um bom carro a Alonso, será muito difícil batê-lo. Então seria um a mais na corrida pelo título. McLaren vai estar forte com certeza, e a BMW, assim como a Renault, depende do rendimento do carro.
NOTA (só pra polemizar): na minha humilde opinião, não foi muito feliz essa declaração do Iceman. Deixa uma interpetração ambígua. O Kimi quer saber quem é o melhor da F-1 ou só o melhor dos dois? Na primeira hipótese, deixou o parceiro da Ferrari de fora??
O que estaria pensando Massa sobre isso??
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Jimmy News: Vídeos de Valência.
Falae galera!!
Achei uns vídeos bacanas com os treinos de ontem em Valência.
Divirtam-se!
Achei uns vídeos bacanas com os treinos de ontem em Valência.
Divirtam-se!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
F1-LANÇAMENTOS: HONDA RA108
E saiu a nova Honda, coube à Barrichello as primeiras voltas, aparentemente diferente de todas as outras equipes...





Aliás, linda corrigida Rubinho... (mesmo com o carro antigo)






Aliás, linda corrigida Rubinho... (mesmo com o carro antigo)

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Jimmy News: Tempos de hoje.
Salve galera!!
Eis os tempos dos treinos de hoje na Espanha.
McLaren na frente pela primeira vez, Massa colocando tempo em Raikkonen novamente, as Williams no hall das "equipes médias".
Já na parte de baixo da tabela, a Honda, com Rubens, de carro novo ficando quase 4s atrás de Kovalainen e as BMW começando a preocupar.
E aí, notou mais alguma coisa interessante sobre os tempos? Então comente!! =]

C YA!!!
Eis os tempos dos treinos de hoje na Espanha.
McLaren na frente pela primeira vez, Massa colocando tempo em Raikkonen novamente, as Williams no hall das "equipes médias".
Já na parte de baixo da tabela, a Honda, com Rubens, de carro novo ficando quase 4s atrás de Kovalainen e as BMW começando a preocupar.
E aí, notou mais alguma coisa interessante sobre os tempos? Então comente!! =]

C YA!!!
Iceman: "A Era do Gelo"
Kimi Raikkonen - Ferrari
Amigos leitores, estamos na quarta semana de 2008 e as todas as grandes equipes mostraram as armas com as quais irão lutar pelo campeonato. Pela prévia que tivemos em 2007, de um campeonato competitivo com três pilotos chegando à última etapa com condições de disputar o campeonato, 2008 tem a missão de ser igual, ou melhor. É isso que espera a FIA para continuar a ter uma audiência extrema em todos os continentes. É isso que apostam os patrocinadores que expõe suas marcas 17 vezes por ano para o mundo todo. É isso que apostam os repórteres que se deliciaram com escândalos, brigas de ego e tiveram assunto para preencher tablóides. É isso que espera o público, que nos últimos anos sempre viu a superioridade de Michael Schumacher. Mas, sem trocadilhos, se analisarmos friamente a situação, teremos um cenário não muito favorável para obter a tão sonhada temporada com oito carros disputando vitórias. Comecemos de baixo para cima para que possamos entender o que acontece na Fórmula 1 em 2008.
A Renault, quarta força do ano passado, aposta todas as fichas nos tão falados sete décimos que Fernando Alonso levou para a McLaren. Certamente o piloto já provou do que é capaz na categoria vencendo Michael Schumacher em uma equipe cujo último título foi com o próprio Schumacher em 1995, 10 anos depois. O espanhol provou que tem liderança, talento e frieza, pois em seus dois títulos abriu muita vantagem quando tinha um equipamento melhor e administrou a diferença até o final. Foi com Kimi Raikkönen em 2005 e com Schumacher em 2006. Mas o ano do espanhol não começa muito confiante. A Renault diz que resolveu o problema com os pneus Bridgestone e que o R28, modelo com o qual disputará a temporada de 2008, foi pensado desde julho do ano passado. A confiança terá de ser transmitida nas primeiras corridas. Vale lembrar que a McLaren de 2006 também não venceu nenhuma corrida. Mesmo assim, Alonso já diz que espera um ano de recuperação para a Renault e, praticamente, joga a toalha quando o assunto é o título mundial. Pelo contrário, Alonso diz temer que os maus resultados o façam perder a motivação. Para Piquet, o que resta é sentar no assento de número 6 e tentar acompanhar o espanhol, que terá toda a atenção necessária. É impensável que uma equipe que necessita se reerguer, dê igualdade de condições para que seus pilotos briguem entre si. Eles precisam se ajudar, trocar informações e serem parceiros de equipe, para que a mesma volte ao topo e deixe de coadjuvar.
A BMW, terceira força de 2007, precisa dar um upgrade na sua escalada rumo ao topo. A equipe veio sempre com propostas humildes e maduras, mas diferentemente de equipes como Toyota e Honda, vem cumprindo o cronograma, ou seja, a antiga Sauber era uma equipe média em 2005, em 2006 começou a faturar pontos com freqüência, em 2007 foi a terceira maior força, tendo o quinto e sexto lugares praticamente garantidos. A meta de 2008 é se aproximar de Ferrari e McLaren e obter a primeira vitória. Se isto se cumprir, a BMW entra na briga pelo título em 2009. Há quem diga que falta na equipe um piloto vencedor. Kubica vem sendo o grande nome da equipe, mas convenhamos, perdeu de longe de Nick Heidfeld no ano passado. O alemão sim parece ser a aposta do time alemão, afinal, é a prata da casa. Heidfeld não tem pinta de vencedor, mas está errando pouco, teve resultados expressivos e andou no limite do carro quando pôde, como andou com parcimônia quando não havia mais o que fazer.
A McLaren vem de um ano conturbado, leva na carenagem o resultado de uma falha de caráter, os números 22 e 23, mas ainda é a grande rival da Ferrari. Se levarmos em consideração que sete décimos seriam virtualmente retirados com a saída de Alonso, a briga pelo título já seria descartada, mas a equipe diz que resolveu problemas em pistas como Austrália e Brasil, onde a Ferrari foi extremamente superior, e tem a estrela Lewis Hamilton, cujo único objetivo é ser campeão mundial. Eis o problema de obter tudo muito cedo, no seu primeiro ano, Hamilton sentiu o prazer da primeira vitória, da primeira disputa interna, de ser líder do mundial e de ser vice-campeão. Tornou-se celebridade internacional e carrega nos ombros a responsabilidade de dar o título que a McLaren apostava que obtivesse com Fernando Alonso. A equipe trocou a certeza pela aposta. Trocou, mesmo sendo clichê, o certo pelo duvidoso. Diria até que, assim como a Ferrari não fazia questão de ter o título com Irvine em 1999, preterindo Schumacher, a McLaren não fez questão de ter o título com Alonso, preterindo que o título fosse 100% inglês, mesmo sendo a Fórmula 1 uma grande Torre de Babel, mesmo que os motores sejam alemães, o patriotismo da terra da rainha continua intacto. Além dos tão falados sete décimos, a McLaren poderá ter outro problema: Heikki Kovalainen. Há quem diga que o finlandês veio fazer figuração no carro 23, mas eu não diria isso. Kovalainen vem da terra que gerou, nos últimos dez anos, dois campeões mundiais e três títulos, mas como o solo pátrio não gera talento, vejamos pelo lado político. Kovalainen terá na equipe um grande padrinho, figura simpática e simbólica, porém respeitada na equipe de Wooking, Mika Hakkinen, e enquanto Fernando Alonso brigava sozinho em 2007, Kovalainen possuirá aliados.
Diante do cenário incerto das demais equipes nós temos uma certeza na Fórmula 1 2008, a Ferrari já entra como favorita. Enquanto as demais equipes são incógnitas, ou pela sua falta de experiência ou pelo troca-troca de pilotos, a Ferrari tem o mesmo staff técnico de 2007 que a levou ao campeonato mundial. As mudanças ocorreram de forma gradativa e nada radical. Ross Brown saiu em 2006 com Schumacher, mas a cabeça pensante de Jean Todt segurou o barco, saindo em 2007 com o título e deixando o Stefano Domenicalli com o cargo confortável, em que participou todo o ano passado. Além disso possuem dois pilotos talentosos e o ar de grande família italiana, mesmo que mafiosa, paira na equipe de Maranello, fazendo com que todos pareçam felizes 24 horas por dia. Diria eu que a Ferrari é a equipe com mais visão de futuro da Fórmula 1, ela aposta na continuidade. Foi-se Schumacher e Brown, ficou Todt e Massa, veio Raikkonen, fechou-se o cerco, foram campeões. Certamente a tática deu e continuará dando certo. A Ferrari tem a situação mais cômoda do grid, sem grandes surpresas, sem grandes alardes, sem briga interna, sem ter de se recuperar. Raikkonen é o grande nome e Massa terá muito trabalho, pois precisa provar que pode.
Com tudo o que foi exposto, infelizmente eu estou prevendo um campeonato em que haverá a briga de dois carros vermelhos, isso se a Ferrari não preterir o finlandês, e outros seis carros se degladeando para ver quem será a segunda força de 2008.
Sinceramente, espero estar errado, pois a era do gelo costuma ser extensa.
Copyright®Iceman.2008
TUNEL DO TEMPO - direto de Bauru


O gosto pela velocidade desde mil novecentos e espingarda de pau!!!
Bauru, Parque União, 1986, eu no auge dos meus 14 anos, com minha super máquina. Um carrinho de rolimã tendo como chassi, uma tábua sutilmente furtada da construção do vizinho da rua de cima, com assento estofado descaradamente furtado da banqueta da cômoda da minha mãe e modelito "aviador da 2ª guerra" (é que naquela época eu já voava baixo) e as rolimãs adquiridas no ferro velho da Rua Boa Esperança através de "escambo" de fios de cobre e algumas torneiras. E assim como na F-1 de hoje, já fazia moda com um bico inovador.
A máquina estava pintada de preto, como podem ver na foto, pq no dia seguinte estampei nela o logo da John Player Special (1986 / Ayrton Senna / Lótus preta / JPS....entendeu???)
Descolei um maço de cigarro da marca, recortei o logo, e pelo esquema de qradrícula, amplei e pintei no carrinho. Infelizmente a foto dele pronto eu não tenho.
O mesmo, alguns dias depois, ainda seria equipado com freio e encosto. Um sistema de frenagem super eficiente, dois pedaços de caibro pegados um em cada lateral, puxava um lado pra cima e o outro fritava no chão. E lógico que não freava merda nenhuma e tinha que apelar pro velho Kichute, o qual não durava nem um mês, pra felicidade dos meus pais.
Um projeto muuuuuuuuito a frente de seu tempo.
É Jimmy, eu já causava por aí quando vc nem imaginava.
Tombos e ralados a parte, saudades de um tempo que não volta mais!!!
Tombos e ralados a parte, saudades de um tempo que não volta mais!!!
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Em Tempo: a vítima que aparece comigo na foto, é o Maurinho, meu irmão mais novo.
Lógico que hoje ambos estão muito mais bonitos e gostosos, saradões e tal, nada mais a ver com a foto......lógico!!!
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Roque: desculpe plagiar o nome da coluna, mas olha o naipe da foto. Tinha outro título pra por???
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Jimmy News: Tempos de hoje.
Terminou mais uma seção na espanha, com Felipe Massa na frente.
Me chamou a atenção a Williams, com o FW-30 em 3º, os "Sebastiões" da Toro Rosso andando bem e as Toyotas mais uma vez lá no final.
Tá certo que esses testes não querem dizer muita coisa, mas seria legal se a Williams voltasse aos velhos tempos.

Me chamou a atenção a Williams, com o FW-30 em 3º, os "Sebastiões" da Toro Rosso andando bem e as Toyotas mais uma vez lá no final.
Tá certo que esses testes não querem dizer muita coisa, mas seria legal se a Williams voltasse aos velhos tempos.

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