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quarta-feira, 21 de julho de 2010
[OFF] ENQUANTO ISSO, NA COPA DO MUNDO...
Mentira ou verdade??
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
[OFF] A NUMEROLOGIA DAS COPAS
Impressionante!
O Brasil ganhou a copa do mundo em 1994, antes disso, sua última conquista do título foi em 1970. Se você somar 1970 + 1994 = 3964
A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes disso, só em 1978. Somando 1978 + 1986 = 3964
Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974. Somando 1990 + 1974 = 3964
Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa do mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962!
Conferindo: 3964 -2002 = 1962
E o ganhador da copa em 1962 foi o Brasil!
Realmente, a numerologia parece funcionar...
E quem venceria a copa do mundo de 2010 na África do Sul?
Resposta: 3964 - 2010 = 1954
E quem ganhou em 1954?.... Alemanha!!!!
Será que a Alemanha será a campeã desta Copa?????
Guarde isto para você conferir no domingo, e ver se neste ano, prevalece a matemática ou o futebol!
O Brasil ganhou a copa do mundo em 1994, antes disso, sua última conquista do título foi em 1970. Se você somar 1970 + 1994 = 3964
A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes disso, só em 1978. Somando 1978 + 1986 = 3964
Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974. Somando 1990 + 1974 = 3964
Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa do mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962!
Conferindo: 3964 -2002 = 1962
E o ganhador da copa em 1962 foi o Brasil!
Realmente, a numerologia parece funcionar...
E quem venceria a copa do mundo de 2010 na África do Sul?
Resposta: 3964 - 2010 = 1954
E quem ganhou em 1954?.... Alemanha!!!!
Será que a Alemanha será a campeã desta Copa?????
Guarde isto para você conferir no domingo, e ver se neste ano, prevalece a matemática ou o futebol!
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terça-feira, 6 de julho de 2010
A COPA DO MUNDO E A FORMULA 1
A cada 4 anos nos meses de junho e julho prende a atenção do mundo para a disputa da Copa do Mundo de Futebol, por mais desligado que a pessoa seja, a quantidade de informações, publicidade, torcida por uma escalação de determinado jogador, escolha de amistosos, troca de figurinhas, bandeiras e um sentimento nacionalista toma conta de um povo inteiro, pelo menos aqui no Brasil, a coisa se torna ufanista, temos os melhores craques, não confundir com o pó preferido do Maradona, o melhor conjunto e a camisa mais bonita, na visão da Umbro.
Nesta fase da F1 começa a “silly season” com o Massa indo para a Sauber, a volta do Villeneuve, o azar do Schumacher e por aí vai, as corridas são lembradas não pelos pilotos e carros mas pelas disputas entre as nacionalidades.
Nesta copa o nível das esquadras é coisa para fazer pelada pós churrasco de verdadeiras partidas dignas de um Maracanã, Morumbi(?) ou pelo menos do campo da Portuguesa. Temos uma quantidade de seleções com alto gabarito, assim como, segundo a Plin Plin, a forte equipe da Coreia do Norte... e como diz aquele famoso ser do cala boca, Haja coração, no meu entender seria haja saco para as transmissões.
Voltando a F1, as fortes equipes da Virgin, Lotus e outras mais só servem para dar um número maior de competidores e são verdadeiras chicanes ambulantes, não possuem budget para desenvolvimento, os pilotos são de segunda ou terceira linha, alguns tem dinheiro, o que é compreensível em uma equipe pequena, e servem para dar emoção as provas, a aposta é quando alguém fará uma besteira e atrapalhar a vida de um Alonso, Massa, Button e suas corridas pragmáticas e burocráticas, afinal nas últimas provas tivemos em 5 etapas 15 ultrapassagens, mas a culpa é da aerodinâmica, dos pneus, da pista que apesar de ser larga não oferece condições seguras. O que torna as provas mais parecidas com corridas de autorama de uma única pista.
O mais comum é torcer para uma chuvinha, alguns mecânicos esquecerem os pneus, um safety-car provocado por um dejeto de pomba não identificado, senão o mais interessante é ver o treino de qualificação.
Assim, como em um campeonato brasileiro de futebol, a copa do um mundo e o campeonato de F1 deveriam ter uma segunda divisão, as duas últimas equipes seriam rebaixadas e outras elevadas ao primeiro time, como vemos um impossible dream... Os treinos deveriam ser mais costumazes ou liberados e de fato os pilotos ou os pretendentes terem de fato currículo e não um cara de 18 anos dá umas três voltas, não apresenta ou não faz nenhuma asneira crassa recebe a almejada carteira de piloto.
Talvez assim as provas seriam transmitidas de fato e não se preocupariam com os gritinhos histéricos da namorada do piloto, da arrumada de cabelo da modelo assim como no futebol o pessoal perseguir o vôo de uma ave durante o jogo, ou flagrar jogadores modelo se olhando no telão para ver se o cabelo não estava desarrumado, como com o lusitano e o brasileiro.
Atualmente precisamos de uma dose de paciência extra para agüentar a super equipe do Brasil a jogar contra a forte seleção do Costa do Marfim e da Coréia do Norte ou de uma formula 1 que depois da segunda ou terceira volta... haja pizza fria, coca cola sem gelo salgadinho murcho, barulho de corneta ou vuvuzela e antes do final CALA BOCA GALVÃO, CLEBER MACHADO e...
Grande abraço e até a próxima,
Dr. Roque
Nesta fase da F1 começa a “silly season” com o Massa indo para a Sauber, a volta do Villeneuve, o azar do Schumacher e por aí vai, as corridas são lembradas não pelos pilotos e carros mas pelas disputas entre as nacionalidades.
Nesta copa o nível das esquadras é coisa para fazer pelada pós churrasco de verdadeiras partidas dignas de um Maracanã, Morumbi(?) ou pelo menos do campo da Portuguesa. Temos uma quantidade de seleções com alto gabarito, assim como, segundo a Plin Plin, a forte equipe da Coreia do Norte... e como diz aquele famoso ser do cala boca, Haja coração, no meu entender seria haja saco para as transmissões.
Voltando a F1, as fortes equipes da Virgin, Lotus e outras mais só servem para dar um número maior de competidores e são verdadeiras chicanes ambulantes, não possuem budget para desenvolvimento, os pilotos são de segunda ou terceira linha, alguns tem dinheiro, o que é compreensível em uma equipe pequena, e servem para dar emoção as provas, a aposta é quando alguém fará uma besteira e atrapalhar a vida de um Alonso, Massa, Button e suas corridas pragmáticas e burocráticas, afinal nas últimas provas tivemos em 5 etapas 15 ultrapassagens, mas a culpa é da aerodinâmica, dos pneus, da pista que apesar de ser larga não oferece condições seguras. O que torna as provas mais parecidas com corridas de autorama de uma única pista.
O mais comum é torcer para uma chuvinha, alguns mecânicos esquecerem os pneus, um safety-car provocado por um dejeto de pomba não identificado, senão o mais interessante é ver o treino de qualificação.
Assim, como em um campeonato brasileiro de futebol, a copa do um mundo e o campeonato de F1 deveriam ter uma segunda divisão, as duas últimas equipes seriam rebaixadas e outras elevadas ao primeiro time, como vemos um impossible dream... Os treinos deveriam ser mais costumazes ou liberados e de fato os pilotos ou os pretendentes terem de fato currículo e não um cara de 18 anos dá umas três voltas, não apresenta ou não faz nenhuma asneira crassa recebe a almejada carteira de piloto.
Talvez assim as provas seriam transmitidas de fato e não se preocupariam com os gritinhos histéricos da namorada do piloto, da arrumada de cabelo da modelo assim como no futebol o pessoal perseguir o vôo de uma ave durante o jogo, ou flagrar jogadores modelo se olhando no telão para ver se o cabelo não estava desarrumado, como com o lusitano e o brasileiro.
Atualmente precisamos de uma dose de paciência extra para agüentar a super equipe do Brasil a jogar contra a forte seleção do Costa do Marfim e da Coréia do Norte ou de uma formula 1 que depois da segunda ou terceira volta... haja pizza fria, coca cola sem gelo salgadinho murcho, barulho de corneta ou vuvuzela e antes do final CALA BOCA GALVÃO, CLEBER MACHADO e...
Grande abraço e até a próxima,
Dr. Roque
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
[OFF] NOSSO COLUNISTA DOU JUANES SURTANDO
Eu acho, na realidade, que a bronca do Dou é por perder a folga da terça feira, mas enfim....
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terça-feira, 8 de junho de 2010
COPA DO MUNDO DE FUTEBOL E A F-1
Uma coincidência histórica pode fazer alguns pilotos supersticiosos da F-1 pensarem duas vezes antes de torcerem por seus países na Copa do Mundo de futebol, que começa na sexta-feira: nunca na história um piloto foi campeão no mesmo ano que o seu país venceu o Mundial de futebol, informa o site TAZIO.
Caso essa tendência continue, os pilotos das principais equipes estarão atentos ao que irá acontecer na Copa. Dos oito integrantes das quatro equipes mais fortes da categoria, apenas a Austrália de Mark Webber não é uma das cotadas ao título do torneio de futebol. Os outros, Sebastian Vettel, Michael Schumacher e Nico Rosberg (Alemanha), Lewis Hamilton e Jenson Button (Inglaterra), Felipe Massa (Brasil) e Fernando Alonso (Espanha), todos são de países que figuram na lista de favoritos na África do Sul.
Porém, os únicos que poderiam mesmo estar tranquilos quanto ao tabu são Robert Kubica (Polônia), Vitaly Petrov (Rússia), Heikki Kovalainen (Finlândia) e Karun Chandhok (Índia), já que seus países sequer se classificaram para a Copa do Mundo.
No restante do grid, oito países que jogarão o Mundial estão representados e podem acabar com esta sequência negativa: Austrália (Webber), Alemanha (Vettel, Rosberg, Schumacher, Sutil, Hulkenberg e Glock), Brasil (Massa, Barrichello, Di Grassi e Senna), Espanha (Alonso, Alguersuari e De la Rosa), Inglaterra (Hamilton e Button), Itália (Liuzzi e Trulli), Japão (Kobayashi) e Suíça (Buemi).
Em 2002, esta coincidência quase terminou. Neste ano, os dois primeiros colocados da Copa do Mundo e do campeonato da F-1 foram os mesmos, mas de forma invertida. Enquanto o Brasil venceu a Alemanha na final do torneio sediado na Coreia do Sul e no Japão, o alemão Michael Schumacher foi o campeão nas pistas com o brasileiro Rubens Barrichello como vice.
Confira a lista dos campeões da F-1 nos anos de Copa do Mundo:
Ano / Campeão da F-1 (país) / Campeão da Copa do Mundo
1950 / Giuseppe Farina (Itália) / Uruguai
1954 / Juan Manuel Fangio (Argentina) / Alemanha
1958 / Mike Hawthorn (Inglaterra) / Brasil
1962 / Graham Hill (Inglaterra) / Brasil
1966 / Jack Brabham (Austrália) / Inglaterra
1970 / Jochen Rindt (Áustria) / Brasil
1974 / Emerson Fittipaldi (Brasil) / Alemanha
1978 / Mario Andretti (EUA) / Argentina
1982 / Keke Rosberg (Finlândia) / Itália
1986 / Alain Prost (França) / Argentina
1990 / Ayrton Senna (Brasil) / Alemanha
1994 / Michael Schumacher (Alemanha) / Brasil
1998 / Mika Hakkinen (Finlândia) / França
2002 / Michael Schumacher (Alemanha) / Brasil
2006 / Fernando Alonso (Espanha) / Itália
Caso essa tendência continue, os pilotos das principais equipes estarão atentos ao que irá acontecer na Copa. Dos oito integrantes das quatro equipes mais fortes da categoria, apenas a Austrália de Mark Webber não é uma das cotadas ao título do torneio de futebol. Os outros, Sebastian Vettel, Michael Schumacher e Nico Rosberg (Alemanha), Lewis Hamilton e Jenson Button (Inglaterra), Felipe Massa (Brasil) e Fernando Alonso (Espanha), todos são de países que figuram na lista de favoritos na África do Sul.
Porém, os únicos que poderiam mesmo estar tranquilos quanto ao tabu são Robert Kubica (Polônia), Vitaly Petrov (Rússia), Heikki Kovalainen (Finlândia) e Karun Chandhok (Índia), já que seus países sequer se classificaram para a Copa do Mundo.
No restante do grid, oito países que jogarão o Mundial estão representados e podem acabar com esta sequência negativa: Austrália (Webber), Alemanha (Vettel, Rosberg, Schumacher, Sutil, Hulkenberg e Glock), Brasil (Massa, Barrichello, Di Grassi e Senna), Espanha (Alonso, Alguersuari e De la Rosa), Inglaterra (Hamilton e Button), Itália (Liuzzi e Trulli), Japão (Kobayashi) e Suíça (Buemi).
Em 2002, esta coincidência quase terminou. Neste ano, os dois primeiros colocados da Copa do Mundo e do campeonato da F-1 foram os mesmos, mas de forma invertida. Enquanto o Brasil venceu a Alemanha na final do torneio sediado na Coreia do Sul e no Japão, o alemão Michael Schumacher foi o campeão nas pistas com o brasileiro Rubens Barrichello como vice.
Confira a lista dos campeões da F-1 nos anos de Copa do Mundo:
Ano / Campeão da F-1 (país) / Campeão da Copa do Mundo
1950 / Giuseppe Farina (Itália) / Uruguai
1954 / Juan Manuel Fangio (Argentina) / Alemanha
1958 / Mike Hawthorn (Inglaterra) / Brasil
1962 / Graham Hill (Inglaterra) / Brasil
1966 / Jack Brabham (Austrália) / Inglaterra
1970 / Jochen Rindt (Áustria) / Brasil
1974 / Emerson Fittipaldi (Brasil) / Alemanha
1978 / Mario Andretti (EUA) / Argentina
1982 / Keke Rosberg (Finlândia) / Itália
1986 / Alain Prost (França) / Argentina
1990 / Ayrton Senna (Brasil) / Alemanha
1994 / Michael Schumacher (Alemanha) / Brasil
1998 / Mika Hakkinen (Finlândia) / França
2002 / Michael Schumacher (Alemanha) / Brasil
2006 / Fernando Alonso (Espanha) / Itália
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
SE CHEGAR NA FINAL...*
* Por Felipe Paranhos.
Um detalhe me chamou a atenção no calendário da F1 para 2010: o GP da Inglaterra acontecerá em 11 de julho, mesma data da final da Copa do Mundo da África do Sul. A corrida será às 9h e a partida às 15h30, ambas no horário de Brasília.
Ao contrário do que possa parecer, esta não é exatamente uma invenção de Bernie Ecclestone: será a sétima vez que a decisão da Copa coincide com um GP da F1. Isso já aconteceu com outras seis finais: 1954, 1962, 1970, 1974, 1990 e 1998.
Em 1954, a Hungria de Sandor Kocsis e Ferenc Puskas sucumbiu aos surpreendentes alemães, que haviam perdido por 8 a 3 na primeira fase e conseguiram o que ficou conhecido como Milagre de Berna ao vencer por 3 a 1. No mesmo dia 4 de julho, Juan Manuel Fangio ganhava o GP da França.
Jim Clark venceu o GP da Bélgica de 17 de junho de 1962, enquanto parte do mundo voltava seus olhos para Mauro Ramos de Oliveira, que erguia a taça Jules Rimet no Chile, após a vitória do Brasil sobre a Tchecoslováquia.
A coincidência aconteceu de novo em 1970, novamente com um título brasileiro, e em 1974, quando a Alemanha Ocidental desbancou a Holanda de Johan Cruijff de virada. Naquelas ocasiões, Jochen Rindt ganhou o GP da Holanda e Niki Lauda Ronnie Peterson o da França.
Em 8 de julho de 1990, Alain Prost venceu em casa e a Argentina perdeu para os alemães. Oito anos depois, Zidane e Petit derrubaram o Brasil de Ronaldo na final da Copa da França, horas depois de Michael Schumacher levar a taça do GP da Inglaterra.
Notaram que os três títulos alemães aconteceram quando finais de Copa coincidiram com GPs de F1? Ballack, Schweinsteiger e Gomez comemoram.
Um detalhe me chamou a atenção no calendário da F1 para 2010: o GP da Inglaterra acontecerá em 11 de julho, mesma data da final da Copa do Mundo da África do Sul. A corrida será às 9h e a partida às 15h30, ambas no horário de Brasília.
Ao contrário do que possa parecer, esta não é exatamente uma invenção de Bernie Ecclestone: será a sétima vez que a decisão da Copa coincide com um GP da F1. Isso já aconteceu com outras seis finais: 1954, 1962, 1970, 1974, 1990 e 1998.
Em 1954, a Hungria de Sandor Kocsis e Ferenc Puskas sucumbiu aos surpreendentes alemães, que haviam perdido por 8 a 3 na primeira fase e conseguiram o que ficou conhecido como Milagre de Berna ao vencer por 3 a 1. No mesmo dia 4 de julho, Juan Manuel Fangio ganhava o GP da França.
Jim Clark venceu o GP da Bélgica de 17 de junho de 1962, enquanto parte do mundo voltava seus olhos para Mauro Ramos de Oliveira, que erguia a taça Jules Rimet no Chile, após a vitória do Brasil sobre a Tchecoslováquia.
A coincidência aconteceu de novo em 1970, novamente com um título brasileiro, e em 1974, quando a Alemanha Ocidental desbancou a Holanda de Johan Cruijff de virada. Naquelas ocasiões, Jochen Rindt ganhou o GP da Holanda e Niki Lauda Ronnie Peterson o da França.
Em 8 de julho de 1990, Alain Prost venceu em casa e a Argentina perdeu para os alemães. Oito anos depois, Zidane e Petit derrubaram o Brasil de Ronaldo na final da Copa da França, horas depois de Michael Schumacher levar a taça do GP da Inglaterra.
Notaram que os três títulos alemães aconteceram quando finais de Copa coincidiram com GPs de F1? Ballack, Schweinsteiger e Gomez comemoram.
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sábado, 3 de janeiro de 2009
OFF - DICA CULTURAL, O MUSEU DO FUTEBOL
Como sabemos, nosso pilotos na fórmula 1 adora comentar (e alguns até cornetar) sobre seu time de futebol do coração, mostrando-se apaixonado pelo esporte bretão. Eu não posso falar que não goste de tal esporte, pois, apesar de torcer para o grande SÃO CAETANO, sempre fui fã dos maiores goleiros brasileiros e estrangeiros, que me encantavam mais do que a plástica dos gols.
Pensando nisso, compareci ontem ao Museu do Futebol, localizado no estádio do Pacaembu. Por módicos R$ 6,00 (estudante paga meia), você entra num verdadeiro túnel do tempo, vendo a evolução do esporte no Brasil e no mundo.
Ao chegar você é recepcionado por ninguém menos do que Pelé, em meio a quadros e mais quadros de álbuns de figurinhas, futebol de botão, flamulas e revistas, logo depois projeções de jogadores famosos, gols inesquecíveis e locuções imperdíveis.
Nas entranhas das arquibancadas do estádio, os gritos da torcida, que fazem tremer tudo e arrepiar de emoção.
A seguir, quadros, história, objetos, o futebol e o Brasil, entre 1900 e 1940, seguido de um túnel do sofrimento, marcado pela copa de 1950, para em seguida, entrar em uma sala das glórias com as copas de 58, 62, 70 e 94, sempre permeados com a história, aqui claras ilusões à Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna, todos citados nos murais...
Andando mais um pouquinho e a camiseta que Pelé usou na final da copa de 70, com seus gols e jogadas inesquecíveis...
Logo depois as regras e curiosidades do futebol, com direito a jogo de pebolim, uma visita às arquibancadas do estádio e uma coleção mostrando evolução das chuteiras, dizem as más linguas que a de 2008 é o modelo dos jogadores são-paulinos por ser toda rosa...
Mas o mais legal estava na próxima sala, um gol a gol virtual, você poderia disputar um jogo de verdade, em um campo de miniatura, sem bola...fantástico. Logo depois a ficha catalográfica de todos os times do Brasil e um cinema 3D. Para encerrar, não perca a chance de bater um penalty contra um goleiro e medir a força do seu chute (o meu deu 96 km/h).
Fim de estadia, reserve no mínimo 3 horas para visitar o museu, sem dúvida valerá muito a pena.
Para maiores detalhes, acesse o site do Museu do Futebol.
Pensando nisso, compareci ontem ao Museu do Futebol, localizado no estádio do Pacaembu. Por módicos R$ 6,00 (estudante paga meia), você entra num verdadeiro túnel do tempo, vendo a evolução do esporte no Brasil e no mundo.
Ao chegar você é recepcionado por ninguém menos do que Pelé, em meio a quadros e mais quadros de álbuns de figurinhas, futebol de botão, flamulas e revistas, logo depois projeções de jogadores famosos, gols inesquecíveis e locuções imperdíveis.
Nas entranhas das arquibancadas do estádio, os gritos da torcida, que fazem tremer tudo e arrepiar de emoção.
A seguir, quadros, história, objetos, o futebol e o Brasil, entre 1900 e 1940, seguido de um túnel do sofrimento, marcado pela copa de 1950, para em seguida, entrar em uma sala das glórias com as copas de 58, 62, 70 e 94, sempre permeados com a história, aqui claras ilusões à Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna, todos citados nos murais...
Andando mais um pouquinho e a camiseta que Pelé usou na final da copa de 70, com seus gols e jogadas inesquecíveis...
Logo depois as regras e curiosidades do futebol, com direito a jogo de pebolim, uma visita às arquibancadas do estádio e uma coleção mostrando evolução das chuteiras, dizem as más linguas que a de 2008 é o modelo dos jogadores são-paulinos por ser toda rosa...
Mas o mais legal estava na próxima sala, um gol a gol virtual, você poderia disputar um jogo de verdade, em um campo de miniatura, sem bola...fantástico. Logo depois a ficha catalográfica de todos os times do Brasil e um cinema 3D. Para encerrar, não perca a chance de bater um penalty contra um goleiro e medir a força do seu chute (o meu deu 96 km/h).
Fim de estadia, reserve no mínimo 3 horas para visitar o museu, sem dúvida valerá muito a pena.
Para maiores detalhes, acesse o site do Museu do Futebol.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Massa 2009
Estados Unidos, 17 de julho de 1994 às 16:00, Brasil, 02 de novembro de 2008, às 16:37, o que estes dois dias podem ter em comum?
Nos Estados Unidos, neste horário, o italiano Roberto Baggio chutava, por cima da trave de Taffarel, o último pênalti que deu ao Brasil o título do tetra campeonato de futebol. No Brasil, durante 2 minutos e 51 segundos, sentimos o gosto de sermos campeões mundiais de Formula 1 depois de 15 anos de jejum de títulos de um brasileiro na principal categoria do automobilismo mundial. Ao contrário do futebol em 2004, a bola não saiu!!! Havia um alemão, que dirigia um carro japonês, numa pista brasileira, que deixou de trocar os pneus do seu carro quando a chuva começou a cair no circuito, e um inglês que, precisava marcar apenas 4 pontos naquela corrida, fez o que nenhum brasileiro gostaria que ele fizesse, terminou a prova na 5ª colocação.
As lágrimas que por uns instantes brotaram nos nossos olhos, como brotaram as lágrimas de 1994, lágrimas de alegria, se transformaram em lágrimas de tristeza após a bandeirada final. 500 metros, essa foi a distância determinante para mudar o sentido de nossas lágrimas, faltavam 1 curva para a linha final.
Como brasileiros que somos, foi difícil aceitar e acreditar em tudo aquilo que estava acontecendo. Em pouco menos de 3 minutos vimos, dentro daquele circuito, um brasileiro quebrar o jejum de títulos na Formula 1. Bem na frente de nossos olhos ele se tornaria o campeão de um dos mais disputados campeonatos nos últimos 10 anos, porém, o que nossos olhos viram foi um inglês, com um estilo de pilotagem arrojado, que para muitos, é a promessa do automobilismo mundial, se tornar campeão e confirmar o seu favoritismo. Lewis Hamilton, o novo campeão mundial de Formula 1.
Outros campeonatos virão, outros encontros da GGOO serão marcados, mas sempre haverá em nossas lembranças as lembranças dessa corrida histórica. A chuva que caiu quando torcemos para que ela caísse e que não foi embora como queríamos que ela fosse. A chuva serviu para lavar as nossas lágrimas de tristeza por este momento inesquecível e histórico que vivemos, mas mais do que isso, a chuva fez brotar também a esperança de que nos próximos anos teremos alguém que representará muito bem o sonho verde amarelo de vermos novamente um brasileiro na Formula 1. Daqui a 10, 20 anos, essa corrida será lembrada como uma das mais emocionantes da formula 1 e nós tivemos o imenso prazer de estarmos lá. Teremos muitas lembranças para contar para os nossos filhos e netos. Dessa vez a bola bateu na trave, que venha 2009. Valeu Massa 2009 será o seu ano!!!
Nos Estados Unidos, neste horário, o italiano Roberto Baggio chutava, por cima da trave de Taffarel, o último pênalti que deu ao Brasil o título do tetra campeonato de futebol. No Brasil, durante 2 minutos e 51 segundos, sentimos o gosto de sermos campeões mundiais de Formula 1 depois de 15 anos de jejum de títulos de um brasileiro na principal categoria do automobilismo mundial. Ao contrário do futebol em 2004, a bola não saiu!!! Havia um alemão, que dirigia um carro japonês, numa pista brasileira, que deixou de trocar os pneus do seu carro quando a chuva começou a cair no circuito, e um inglês que, precisava marcar apenas 4 pontos naquela corrida, fez o que nenhum brasileiro gostaria que ele fizesse, terminou a prova na 5ª colocação.
As lágrimas que por uns instantes brotaram nos nossos olhos, como brotaram as lágrimas de 1994, lágrimas de alegria, se transformaram em lágrimas de tristeza após a bandeirada final. 500 metros, essa foi a distância determinante para mudar o sentido de nossas lágrimas, faltavam 1 curva para a linha final.
Como brasileiros que somos, foi difícil aceitar e acreditar em tudo aquilo que estava acontecendo. Em pouco menos de 3 minutos vimos, dentro daquele circuito, um brasileiro quebrar o jejum de títulos na Formula 1. Bem na frente de nossos olhos ele se tornaria o campeão de um dos mais disputados campeonatos nos últimos 10 anos, porém, o que nossos olhos viram foi um inglês, com um estilo de pilotagem arrojado, que para muitos, é a promessa do automobilismo mundial, se tornar campeão e confirmar o seu favoritismo. Lewis Hamilton, o novo campeão mundial de Formula 1.
Outros campeonatos virão, outros encontros da GGOO serão marcados, mas sempre haverá em nossas lembranças as lembranças dessa corrida histórica. A chuva que caiu quando torcemos para que ela caísse e que não foi embora como queríamos que ela fosse. A chuva serviu para lavar as nossas lágrimas de tristeza por este momento inesquecível e histórico que vivemos, mas mais do que isso, a chuva fez brotar também a esperança de que nos próximos anos teremos alguém que representará muito bem o sonho verde amarelo de vermos novamente um brasileiro na Formula 1. Daqui a 10, 20 anos, essa corrida será lembrada como uma das mais emocionantes da formula 1 e nós tivemos o imenso prazer de estarmos lá. Teremos muitas lembranças para contar para os nossos filhos e netos. Dessa vez a bola bateu na trave, que venha 2009. Valeu Massa 2009 será o seu ano!!!
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