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quinta-feira, 28 de março de 2013

terça-feira, 2 de outubro de 2012

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

1º DE MAIO, 1987: E SE FOSSE ELE?

Ímola, 1º de Maio de 1987. Curva Tamburello. Nelson Piquet, Williams.


Teríamos essa comoção toda? 

Cartas para a redação.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O QUE VOCÊ ESTAVA FAZENDO EM 29/04/1994?

Neste dia, aconteceu isso:


Qual foi a sua reação? E o que você estava fazendo?

sexta-feira, 1 de maio de 2009

COLUNA DO ROQUE: 1º DE MAIO DE 1994

Após um sábado intenso, em busca de notícias sobre Roland Ratzemberger até a certeza de sua morte, acordei naquele domingo faltando 10 minutos para a largada, com o meu pai ao lado da cama dizendo, já começou a transmissão e a volta de apresentação. Foi o tempo de pular da cama e correr para a sala, onde costumeiramente víamos a corrida.

O clima era estranho pelos acontecimentos ocorridos no dia anterior. Falva-se muito de Barrichello e de Ratzemberger. O rosto de Senna era focalizado e seu olhar ficava perdido, ao olhar para o infinito. É dada a autorização para a volta de apresentação. Começamos a nos ajeitar na cadeira e torcermos para que esta corrida fosse a da virada, que a partir de Ímola voltássemos a ver Senna vencendo novamente.

Os carros alinham. A largada. Senna larga bem. Os carros vão saíndo. Menos a Benneton de J. J. Letho. A batida. Destroços de carro voando para todos os lados. O pneu vou para a arquibancada. Susto. Safety-car. Apreensão. Voltas e mais voltas em ritmo lento. Vai começar novamente, informa Galvão Bueno. Os carros largam. Senna sai na frente novamente. Mal sabíamos que veríamos sua última volta. Cruzam a linha de chegada, vem a Taburello. A batida. Galvão Bueno grita, Senna bate forte! Todos esperam um sinal. O resgate demora uma eternidade para chegar. Gritamos junto, cadê o resgate? Cadê o resgate? Olho para meu pai e meu irmão, apreensão. Senna não se move. Angústia. Sua cabeça mexe. Começo a gritar de alegria: ele está vivo! ele está vivo. Meu pai começa a chorar. O resgate chega, a poça de sangue demostra que a situação é grave.

A corrida recomeça e com ela a busca por notícias. Enquanto todos vão tomar banho, fico com o ouvido grudado no rádio do meu quarto, a Jovem Pan estava com link aberto, passando todas as informações direto do hospital para onde Senna fora levado. Puta que pariu. Nenhuma notícia nova. Derrepente a primeira informação. Senna está em coma profundo. Não sei o que é isso, pergunto ao meu pai. Ele começa a falar que o que é e que as chances dele sobreviver são poucas.

O silêncio pairava no carro, a caminho da casa de minha avó. O som do rádio, sintonizado com as informações deixava todos apreensivos. Coma profundo e estado muito grave. A cada minuto, as notícias iam chegando e sempre com um clima de desolação no ar. A cada instante seu quadro piorava.

Começamos o almoço familiar. Plantão da Globo. Todos correm para a frente da televisão. Morreu Ayrton Senna da Silva. Uma notícia que nunca agente gostaria de dar. Morreu Ayrton Senna. Tristeza. Engulo o choro por alguns instantes. Vou para o quarto da minha avó. Choro baixinho para que ninguém ouvisse. A noite, em casa, a TV não cessava e o choro era intenso.

A dor, a perda, nunca havia se feito de maneira tão forte.

Eu perdia, naquele instante, um idolo. Perdia-se parte das alegrias das manhãs de domingo. Ficava a saudade e as lembranças das vitórias.

Valeu Senna!

15 ANOS DEPOIS...

01 de maio de 2009, ainda arrepia, emociona!

Viviane Senna, Galvão Bueno e Rubens Barrichello no programa "Mais Você" da TV Globo falando sobre Ayrton Senna. Vale (muito) a pena conferir!

FRASE DO DIA...

"Se eu tiver que sofrer um acidente que eventualmente custe minha vida, eu espero que seja de uma vez. Eu não quero ficar numa cadeira de rodas. Não quero ficar num hospital sofrendo com os ferimentos. Se eu tiver que viver, eu quero viver plenamente, intensamente, porque eu sou uma pessoa intensa. Eu arruinaria minha vida se tivesse que viver parcialmente." 
(Ayrton Senna, janeiro de 1994, quatro meses antes do acidente que o matou).

HÁ 15 ANOS... (4)

01 de maio de 1994, o Brasil de luto!

A tristeza estampada no rosto dos apresentadores da TV Globo, dos repórteres e do povo pelos estádios de futebol em todo o país:





Reginaldo Leme e Pedro Bial, falam direto de Ímola ao "Fantástico" daquela noite:

HÁ 15 ANOS... (3)

01 de maio de 1994, um domingo, único e inesquecível! Ainda abalados pelo fortíssimo acidente com Rubens Barrichello nos treinos de sexta-feira e com a morte de Roland Ratzenberger na classificação do dia anterior, os pilotos voltam a pista de Ímola para a disputa do GP da San Marino.

Na largada mais um acidente fortíssimo: A Bennetton de J.J. Lehto fica parada no grid e é acertada pela Lotus de Pedro Lamy, os destroços do acidente ferem vários torcedores nas arquibancadas. Safety Car na pista e após cinco voltas a pista é liberada. Logo após abrir a sétima volta a barra de direção da Williams de Senna falha na curva Tamburello, o carro sem controle choca-se contra o muro (próximo demais à curva) e o piloto é fatalmente atingido na cabeça por uma das rodas dianteiras que se soltaram do carro no impacto.



O angustiante resgate é exibido ao vivo para todo o mundo, manchas de sangue na roupa dos médicos e ao lado dos destroços do carro, nesses minutos que pareceram horas os médicos lutam para manter o piloto vivo, apesar das lesões serem irreversíveis. O helicóptero de resgate pousa na pista e leva Ayrton.

Exatamente no horário desse post (13h40 no Brasil), Ayrton Senna da Silva, brasileiro de 34 anos é declarado oficialmente morto pelos médicos do Hospital Maggiore de Bolonha.

Seguido de anúncio, no Brasil, feito por Roberto Cabrini:

CASCOS



...

quinta-feira, 30 de abril de 2009

HÁ 15 ANOS... (2)

30 de abril de 1994, sábado. Depois de muitos anos, a Fórmula 1 voltaria a se deparar com um acidente fatal. Roland Ratzenberger, piloto austríaco de 33 anos, que disputava sua primeira temporada pela equipe Simtek, é traído pelo equipamento durante o treino classificatório. A asa dianteira de seu carro se solta, o piloto perde o controle do carro e choca-se contra o muro da curva Villeneuve a mais de 300km/h. Chega o resgate, os médicos fazem massagens cardíacas para manter o piloto vivo, mas as diversas fraturas em seu crânio e pescoço eram irreversíveis. Sua morte é declara poucos minutos após sua entrada no hospital.



Apesar de todos os fatos ocorridos nos treinos, a corrida foi confirmada para o dia seguinte. Um dia que jamais seria esquecido por uma nação e todos os fãs do automobilismo....

quarta-feira, 29 de abril de 2009

HÁ 15 ANOS... (1)

29 de abril de 1994, há exatos quinze anos tinha início o final de semana mais trágico da história da Fórmula 1. A combinação de carros com sérios problemas de segurança com uma pista obsoleta e com graves falhas em suas áreas de escape provoca a primeira vítima já nos treinos livres de sexta-feira: Rubens Barrichello, jovem piloto brasileiro da equipe Jordan que foi arremessado por uma zebra contra o muro, ficando o mesmo desacordado após o choque, sendo necessária sua remoção e hospitalização, o que o impediu de disputar a corrida.



Imagens fortes? Ninguém imaginava que veríamos coisa pior no dia seguinte...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

FOTO DO DIA



Imola, 1986...carros tão belos e tão diferentes entre si.