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quinta-feira, 24 de abril de 2014
Corrida do Milhão em Goiânia?*
* Por Bruno Vicaria
É o que andam falando por aí. A capital de Goiás anda investindo pesado na reforma de seu circuito e, corre à boca pequena, lá e aqui, que a cidade pode ter duas corridas ainda neste ano, sendo uma delas a do Milhão.
Até então, a prova está marcada para São Paulo, em 3 de agosto. Porém, o circuito paulista será fechado em julho - ou seja, não terá corrida lá. A grande verdade é que Interlagos certamente fechará o calendário, no lugar de Brasília, que recebe a prova neste fim de semana.
E ainda tem mais: das duas corridas de rua, apenas Ribeirão Preto deve acontecer por questões contratuais. Isso não é notícia nova, mas Salvador corre sérios riscos de não receber prova alguma neste ano - o interesse do público é baixo e a prova não dá lucro. Cá entre nós, com essa pistinha fraca, não fará falta alguma.
Então, aguardem: teremos mudanças profundas no calendário da Stock Car deste ano.
ADENDO
Muitas pessoas e leitores me avisaram que a prefeitura de Ribeirão Preto está enfrentando problemas judiciais por conta das provas da Stock e muitos garantem que não teremos prova lá.
Uma pessoa bem próxima do staff da categoria não quis me dar detalhes, mas falou que teremos "mudanças surpreendentes" no calendário. Não interpretar "surpreendentes" como coisa excelente.
Ou seja: peguem o calendário, joguem fora que depois agosto muda tudo.
É o que andam falando por aí. A capital de Goiás anda investindo pesado na reforma de seu circuito e, corre à boca pequena, lá e aqui, que a cidade pode ter duas corridas ainda neste ano, sendo uma delas a do Milhão.
Até então, a prova está marcada para São Paulo, em 3 de agosto. Porém, o circuito paulista será fechado em julho - ou seja, não terá corrida lá. A grande verdade é que Interlagos certamente fechará o calendário, no lugar de Brasília, que recebe a prova neste fim de semana.
E ainda tem mais: das duas corridas de rua, apenas Ribeirão Preto deve acontecer por questões contratuais. Isso não é notícia nova, mas Salvador corre sérios riscos de não receber prova alguma neste ano - o interesse do público é baixo e a prova não dá lucro. Cá entre nós, com essa pistinha fraca, não fará falta alguma.
Então, aguardem: teremos mudanças profundas no calendário da Stock Car deste ano.
ADENDO
Muitas pessoas e leitores me avisaram que a prefeitura de Ribeirão Preto está enfrentando problemas judiciais por conta das provas da Stock e muitos garantem que não teremos prova lá.
Uma pessoa bem próxima do staff da categoria não quis me dar detalhes, mas falou que teremos "mudanças surpreendentes" no calendário. Não interpretar "surpreendentes" como coisa excelente.
Ou seja: peguem o calendário, joguem fora que depois agosto muda tudo.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
REPLAY: F-TRUCK - GOIÂNIA/GO, 2013
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
terça-feira, 21 de agosto de 2012
TIRO PELA CULATRA SALVA AUTÓDROMO DE GOIÂNIA*
* Por Leonardo Felix
Quem viu o governador de Goiás, Marconi Perillo, sorrir com a boca cheia de dentes ao lado de Felipe Massa na última quinta-feira, enquanto autorizava o início das obras de reforma do autódromo de Goiânia, sentiu-se aliviado. Afinal, é mais um sinal de vida para uma praça que esteve muito perto de ser riscada do mapa.
Aqueles com memória um pouco mais acurada, entretando, lembrar-se-ão que o mesmo chefe do Executivo goiano apresentava, exatamente um ano, dois meses e 22 dias antes, o mesmo riso colgate em seu rosto ao rubricar outro documento, no caso um projeto de demolição do atual circuito da capital e a construção de um novo, no município de Senador Canedo.
O plano mostrado à época era tão simples quanto utópico: vender o terreno da pista existente e usar o dinheiro arrecadado para erguer uma novinha em folha, com uma estrutura bem mais ampla. Conforme o link colocado acima mostra sem deixar mentir, a cerimônia contou até com a presença de Hermann Tilke, aquele mesmo alemão conhecido por projetar suntuosos, modernos e (para muitos) enfadonhos autódromos que recebem a F1 por alguns anos, geram mais alguns zeros na conta bancária de Bernie Ecclestone e depois viram gigantescos elefantes brancos.
Se há tão pouco tempo era este o “sonho” de Perillo, o que fez o governador mudar de ideia tão repentinamente e resolver apostar numa praça que até então vinha sendo deixada à míngua (principalmente em tempos nos quais ele tem de se preocupar com uma cachoeira de questões acerca de suas relações de poder)?
A resposta é que o tiro do governador saiu pela culatra. A autoridade tinha tanta certeza de que haveria uma fila de compradores para o terreno do atual autódromo, que já saiu trazendo Tilkes da vida e prometendo prazos de “24 meses” para a conclusão das obras do novo circuito. Leia bem: conclusão, não início.
Conforme apurou o Tazio em dezembro do ano passado, o projeto da pista de Canedo vinha sendo amarrado por uma série de nós górdios. De um lado, estava a família do doador do lote do circuito original, que ameaçava reaver a posse da propriedade na justiça, já que o contrato de cessão, assinado nos anos 70, previa a obrigatoriedade do uso do local para fins públicos. Do outro, a própria sociedade goiana e a oposição ao governo do PSDB, alegando que a única finalidade do projeto era estimular a especulação imobiliária na região.
Diante de tantas dúvidas, não houve quem quisesse investir em uma bomba relógio. Pelo menos não pelo valor pedido: de R$ 150 a R$ 180 milhões. Ao Tazio, o presidente da Agel (Agência Goiana de Esporte e Lazer), José Roberto de Athayde Filho, admitiu ter recebido ofertas pela compra do lote, porém nenhuma a um preço satisfatório.
O mais interessante é como o discurso se alterou ao longo dos meses. Em dezembro último, afirmava-se que, apesar das dificuldades, o plano seria levado adiante, desde Tilke apresentasse o seu projeto, que estava em atraso. Agora, a informação oficial é de que em nenhum momento o alemão foi contratado, tendo sido apenas “consultado” para a viabilidade da obra. “Ainda não há um projeto pronto e só poderemos fazer um quando o terreno da outra pista estiver negociado pelo valor que queremos. Também não houve nenhuma despesa com o Hermann, mas ele pode vir a ser contratado caso o novo autódromo saia”, declarou Athayde Filho.
Ou seja: os prazos e as certezas do plano divulgado há mais de um ano já não existem e o assunto “autódromo de Canedo” tende a cair um pouco mais no esquecimento a cada dia.
No fim das contas, isso só proporciona ganhos ao automobilismo local. Após um período nebuloso e permeado pelo receio de que somente a primeira parte do tal projeto seria cumprida, Marconi Perillo foi vencido pelo cansaço e constatou que não adiantava viver de um “sonho” mirabolante, enquanto a realidade continuava ali, cada dia mais deteriorada.
Conforme anunciado, devem ser investidos R$ 4 milhões para arrumar a pista – incluindo a troca de todo o asfalto, o item que gera mais reclamações na pista -, mais R$ 1 milhão para reformar a área dos boxes. A promessa é que a obra esteja concluída em quatro meses. Para nós, fica a esperança de que, desta vez, o governador vá além dos sorrisos e cumpra aquilo que assinou, para que o autódromo de Goiânia volte a ser presença fixa na rota das principais categorias brasileiras.
Quem viu o governador de Goiás, Marconi Perillo, sorrir com a boca cheia de dentes ao lado de Felipe Massa na última quinta-feira, enquanto autorizava o início das obras de reforma do autódromo de Goiânia, sentiu-se aliviado. Afinal, é mais um sinal de vida para uma praça que esteve muito perto de ser riscada do mapa.
Aqueles com memória um pouco mais acurada, entretando, lembrar-se-ão que o mesmo chefe do Executivo goiano apresentava, exatamente um ano, dois meses e 22 dias antes, o mesmo riso colgate em seu rosto ao rubricar outro documento, no caso um projeto de demolição do atual circuito da capital e a construção de um novo, no município de Senador Canedo.
O plano mostrado à época era tão simples quanto utópico: vender o terreno da pista existente e usar o dinheiro arrecadado para erguer uma novinha em folha, com uma estrutura bem mais ampla. Conforme o link colocado acima mostra sem deixar mentir, a cerimônia contou até com a presença de Hermann Tilke, aquele mesmo alemão conhecido por projetar suntuosos, modernos e (para muitos) enfadonhos autódromos que recebem a F1 por alguns anos, geram mais alguns zeros na conta bancária de Bernie Ecclestone e depois viram gigantescos elefantes brancos.
Se há tão pouco tempo era este o “sonho” de Perillo, o que fez o governador mudar de ideia tão repentinamente e resolver apostar numa praça que até então vinha sendo deixada à míngua (principalmente em tempos nos quais ele tem de se preocupar com uma cachoeira de questões acerca de suas relações de poder)?
A resposta é que o tiro do governador saiu pela culatra. A autoridade tinha tanta certeza de que haveria uma fila de compradores para o terreno do atual autódromo, que já saiu trazendo Tilkes da vida e prometendo prazos de “24 meses” para a conclusão das obras do novo circuito. Leia bem: conclusão, não início.
Conforme apurou o Tazio em dezembro do ano passado, o projeto da pista de Canedo vinha sendo amarrado por uma série de nós górdios. De um lado, estava a família do doador do lote do circuito original, que ameaçava reaver a posse da propriedade na justiça, já que o contrato de cessão, assinado nos anos 70, previa a obrigatoriedade do uso do local para fins públicos. Do outro, a própria sociedade goiana e a oposição ao governo do PSDB, alegando que a única finalidade do projeto era estimular a especulação imobiliária na região.
Diante de tantas dúvidas, não houve quem quisesse investir em uma bomba relógio. Pelo menos não pelo valor pedido: de R$ 150 a R$ 180 milhões. Ao Tazio, o presidente da Agel (Agência Goiana de Esporte e Lazer), José Roberto de Athayde Filho, admitiu ter recebido ofertas pela compra do lote, porém nenhuma a um preço satisfatório.
O mais interessante é como o discurso se alterou ao longo dos meses. Em dezembro último, afirmava-se que, apesar das dificuldades, o plano seria levado adiante, desde Tilke apresentasse o seu projeto, que estava em atraso. Agora, a informação oficial é de que em nenhum momento o alemão foi contratado, tendo sido apenas “consultado” para a viabilidade da obra. “Ainda não há um projeto pronto e só poderemos fazer um quando o terreno da outra pista estiver negociado pelo valor que queremos. Também não houve nenhuma despesa com o Hermann, mas ele pode vir a ser contratado caso o novo autódromo saia”, declarou Athayde Filho.
Ou seja: os prazos e as certezas do plano divulgado há mais de um ano já não existem e o assunto “autódromo de Canedo” tende a cair um pouco mais no esquecimento a cada dia.
No fim das contas, isso só proporciona ganhos ao automobilismo local. Após um período nebuloso e permeado pelo receio de que somente a primeira parte do tal projeto seria cumprida, Marconi Perillo foi vencido pelo cansaço e constatou que não adiantava viver de um “sonho” mirabolante, enquanto a realidade continuava ali, cada dia mais deteriorada.
Conforme anunciado, devem ser investidos R$ 4 milhões para arrumar a pista – incluindo a troca de todo o asfalto, o item que gera mais reclamações na pista -, mais R$ 1 milhão para reformar a área dos boxes. A promessa é que a obra esteja concluída em quatro meses. Para nós, fica a esperança de que, desta vez, o governador vá além dos sorrisos e cumpra aquilo que assinou, para que o autódromo de Goiânia volte a ser presença fixa na rota das principais categorias brasileiras.
domingo, 3 de junho de 2012
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
ENQUANTO ISSO NO BRASIL: NELSINHO E HERMAN TILKE
Um foi excecrado da Fórmula 1, já o outro é adorado pelos chefões da categoria, mas detestado pelo público em geral. Falamos de Nelsinho Piquet e Herman Tilke. Quis o destino que o Brasil fosse um elo de ligação entre ambos.
Diante da fama de seus trabalhos junto à FIA, a prefeitura de Goiania contratou a empresa de Tilke para desenvolver projeto de adaptação e modernização da pista. A idéia é transformá-la apta para receber todas as corridas internacionais, regulamentadas pela FIA, exceto a Fórmula 1.
Como o contrato com Interlagos vai até 2014, ainda tem-se tempo para uma possível adaptação dos conceitos, tornando-a, então favorita para receber a categoria máxima do automobilismo. Utopia? Basta vontade política para tal.
Já Nelsinho Piquet, que andava sumido, confirmou a presença do GP Cidade de São Paulo, que terá diversas atrações, como os 1000km de Interlagos, Classic Cup e F3. O filho de Nelson Piquet dividirá uma das Mitsubishis que correrão.
Para quem tiver interesse em assistir às provas, torcer por Nelsinho Piquet (ou não), a entrada é grátis. Paga-se somente o estacionamento.
Diante da fama de seus trabalhos junto à FIA, a prefeitura de Goiania contratou a empresa de Tilke para desenvolver projeto de adaptação e modernização da pista. A idéia é transformá-la apta para receber todas as corridas internacionais, regulamentadas pela FIA, exceto a Fórmula 1.
Como o contrato com Interlagos vai até 2014, ainda tem-se tempo para uma possível adaptação dos conceitos, tornando-a, então favorita para receber a categoria máxima do automobilismo. Utopia? Basta vontade política para tal.
Já Nelsinho Piquet, que andava sumido, confirmou a presença do GP Cidade de São Paulo, que terá diversas atrações, como os 1000km de Interlagos, Classic Cup e F3. O filho de Nelson Piquet dividirá uma das Mitsubishis que correrão.
Para quem tiver interesse em assistir às provas, torcer por Nelsinho Piquet (ou não), a entrada é grátis. Paga-se somente o estacionamento.
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