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quinta-feira, 4 de julho de 2013
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
JIM CLARK, O SAUDOSO ESCOCÊS VOADOR*
* Por Red Bull
Em 1963, James Clark sagrou-se campeão da Fórmula 1 – o mais jovem, diga-se de passagem – com sete pole positions, nove pódios consecutivos, sete vitórias e seis voltas mais rápidas da temporada (e 73 pontos absolutos). Piloto da Lotus, Jim conquistou seu segundo campeonato em 1965. Mas foi na temporada de 67 que ele teve grande surpresas.
Jimmy, como também era carinhosamente chamado, era um dos favoritos ao título naquele ano, pois estava indo muito bem nos treinos livres e classificatórios. Só que foi uma temporada confusa, na qual a Lotus usou, com o piloto, nada menos do que três carros e motores diferentes.
O primeiro modelo, Lotus 43, foi mal na corrida da África do Sul. Em Mônaco, Clark pilotou um velho Lotus 33 – a suspensão falhou e ele teve de abandonar a prova. Então, em parceria com a Ford-Cosworth, a equipe adotou o Lotus 49 – que tinha aquele que foi considerado o motor de maior sucesso da F1, o Ford-Cosworth DFV. Com ele, Jimmy venceu na Inglaterra, Estados Unidos e México.
Mas foi na etapa italiana, em Monza, que a história aconteceu. Durante boa parte da corrida, Clark manteve a primeira posição, tendo Graham Hill (também da Lotus) em segundo, Denny Hulme em terceiro e Jack Brabham em quarto (ambos da Brabham). Mesmo com esse “time”, esperava-se uma vitória tranquila para o escocês.
Na 13ª volta, Jim foi obrigado a parar nos boxes por causa de um pneu furado. Ele passou uma volta inteirinha lá – o que o fez ver o título ir embora dando tchauzinho pra ele.
Foi aí que a coisa começou a ficar realmente boa: vários carros resolveram dar problemas. Hulme, Chris Amon e Bruce McLaren caíram fora da disputa. Hill estava em primeiro, seguido de Brabham (que também estava tendo problemas com o carro) e John Surtees. Clark estava em cima de Rindt, que ocupava a quarta coloção e, adivinha... tinha problemas no carro. Tudo parecia conspirar a favor de Jimmy, que acabou com a a terceira colocação.
Lá na 59ª volta, Hill parou nos boxes e Brabham assumiu. Por pouquíssimo tempo. Logo em seguida, com uma arrancada fenomenal, Clark ultrapassou Surtees e o próprio Brabham, voltando finalmente a liderar a prova.
Faltando apenas três voltas para o final, Surtees ultrapassou Brabham. Até aí, tudo bem. Foi quando Clark ficou sem combustível! É isso mesmo. Jim Clark, que fez uma corrida espetacular e a maior prova de recuperação da história da F1, perdeu por causa de um tanque vazio.
Infelizmente, o ídolo escocês morreu no ano seguinte, em um acidente na etapa da Alemanha da Fórmula 2, em Hockenheim. Com um currículo e tanto: 25 vitórias e 33 pole positions, mais do que qualquer piloto havia feito até então.
Em 1963, James Clark sagrou-se campeão da Fórmula 1 – o mais jovem, diga-se de passagem – com sete pole positions, nove pódios consecutivos, sete vitórias e seis voltas mais rápidas da temporada (e 73 pontos absolutos). Piloto da Lotus, Jim conquistou seu segundo campeonato em 1965. Mas foi na temporada de 67 que ele teve grande surpresas.
Jimmy, como também era carinhosamente chamado, era um dos favoritos ao título naquele ano, pois estava indo muito bem nos treinos livres e classificatórios. Só que foi uma temporada confusa, na qual a Lotus usou, com o piloto, nada menos do que três carros e motores diferentes.
O primeiro modelo, Lotus 43, foi mal na corrida da África do Sul. Em Mônaco, Clark pilotou um velho Lotus 33 – a suspensão falhou e ele teve de abandonar a prova. Então, em parceria com a Ford-Cosworth, a equipe adotou o Lotus 49 – que tinha aquele que foi considerado o motor de maior sucesso da F1, o Ford-Cosworth DFV. Com ele, Jimmy venceu na Inglaterra, Estados Unidos e México.
Mas foi na etapa italiana, em Monza, que a história aconteceu. Durante boa parte da corrida, Clark manteve a primeira posição, tendo Graham Hill (também da Lotus) em segundo, Denny Hulme em terceiro e Jack Brabham em quarto (ambos da Brabham). Mesmo com esse “time”, esperava-se uma vitória tranquila para o escocês.
Na 13ª volta, Jim foi obrigado a parar nos boxes por causa de um pneu furado. Ele passou uma volta inteirinha lá – o que o fez ver o título ir embora dando tchauzinho pra ele.
Foi aí que a coisa começou a ficar realmente boa: vários carros resolveram dar problemas. Hulme, Chris Amon e Bruce McLaren caíram fora da disputa. Hill estava em primeiro, seguido de Brabham (que também estava tendo problemas com o carro) e John Surtees. Clark estava em cima de Rindt, que ocupava a quarta coloção e, adivinha... tinha problemas no carro. Tudo parecia conspirar a favor de Jimmy, que acabou com a a terceira colocação.
Lá na 59ª volta, Hill parou nos boxes e Brabham assumiu. Por pouquíssimo tempo. Logo em seguida, com uma arrancada fenomenal, Clark ultrapassou Surtees e o próprio Brabham, voltando finalmente a liderar a prova.
Faltando apenas três voltas para o final, Surtees ultrapassou Brabham. Até aí, tudo bem. Foi quando Clark ficou sem combustível! É isso mesmo. Jim Clark, que fez uma corrida espetacular e a maior prova de recuperação da história da F1, perdeu por causa de um tanque vazio.
Infelizmente, o ídolo escocês morreu no ano seguinte, em um acidente na etapa da Alemanha da Fórmula 2, em Hockenheim. Com um currículo e tanto: 25 vitórias e 33 pole positions, mais do que qualquer piloto havia feito até então.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
segunda-feira, 19 de julho de 2010
PILOTOS: JIM CLARK
James Clark Jr., escocês nascido em 1936 na cidade de Kilmany e que ficou mundialmente conhecido como Jim Clark, piloto de Fórmula 1 durante os anos de 1960 a 1968, sempre correndo pela equipe Lotus.
Em 73 Grandes Prêmios disputados, conquistou 25 vitórias, 28 voltas mais rápidas, 32 pódios e 33 pole positions. Campeão mundial da categoria em 1963, repetiu o feito em 1965, ano em que também foi o vencedor da tradicional 500 Milhas de Indianápolis.
É reconhecido e respeitado por pilotos e ex-pilotos como um dos melhores pilotos da história do automobilismo. Faleceu em um trágico acidente durante corrida de Fórmula 2 disputada no circuito alemão de Hockenheim no ano de 1968.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A LISTA DOS 50 MELHORES DO JORNAL THE TIMES
O jornal britânico "The Times" publicou nesta quinta-feira uma lista com os 50 melhores pilotos da história da F-1, informa o site Tazio.
Jim Clark aparece no topo deste ranking, que conta com nada menos que 13 britânicos. O bicampeão mundial supera Ayrton Senna, segundo colocado, e Michael Schumacher, terceiro.
Fernando Alonso, oitavo colocado, é o melhor dos pilotos em atividade na F-1 atual e aparece à frente de nomes como Nigel Mansell, Alberto Ascari, Graham Hill, Niki Lauda e Nelson Piquet.
No entanto, a grande polêmica da lista fica por conta de Jenson Button e Lewis Hamilton, os dois últimos campeões mundiais da categoria: o campeão de 2009 aparece em 16º lugar, enquanto seu antecessor surge apenas em 21º.
Button aparece ainda à frente do tricampeão Jack Brabham e de Emerson Fittipaldi, bicampeão em 1972 e 1974.
As posições discutíveis da lista não param por aí: Juan Pablo Montoya, 30º melhor piloto, aparece imediatamente à frente de Damon Hill. Já David Coulthard, na avaliação do "The Times", é melhor piloto que Ronnie Peterson: o escocês é o 33º, enquanto o sueco é o 35º.
Confira a lista dos 50 melhores pilotos da história da F-1 elaborada pelo "The Times":
1º. Jim Clark (Escócia), 2 títulos
2º. Ayrton Senna (Brasil), 3 títulos
3º. Michael Schumacher (Alemanha), 7 títulos
4º. Alain Prost (França), 4 títulos
5º. Jackie Stewart (Escócia), 3 títulos
6º. Juan Manuel Fangio (Argentina), 5 títulos
7º. Stirling Moss (Inglaterra), nenhum título
8º. Fernando Alonso (Espanha), 2 títulos
9º. Nigel Mansell (Inglaterra), 1 título
10º. Mika Hakkinen (Finlândia), 2 títulos
11º. Alberto Ascari (Itália), 2 títulos
12º. Graham Hill (Inglaterra), 2 títulos
13º. Kimi Raikkonen (Finlândia), 1 título
14º. Niki Lauda (Áustria), 3 títulos
15º. Nelson Piquet (Brasil), 3 títulos
16º. Jenson Button (Inglaterra), 1 título
17º. James Hunt (Inglaterra), 1 título
18º. Jochen Rindt (Áustria), 1 título
19º. Gilles Villeneuve (Canadá), nenhum título
20º. Jack Brabham (Austrália), 3 títulos
21º. Lewis Hamilton (Inglaterra), 1 título
22º. Emerson Fittipaldi (Brasil), 2 títulos
23º. Alan Jones (Austrália), 1 título
24º. Keke Rosberg (Finlândia), 1 título
25º. Jacques Villeneuve (Canadá), 1 título
26º. Mike Hawthorn (Inglaterra), 1 título
27º. Mario Andretti (EUA), 1 título
28º. Bruce McLaren (Nova Zelândia), nenhum título
29º. John Surtees (Inglaterra), 1 título
30º. Juan Pablo Montoya (Colômbia), nenhum título
31º. Damon Hill (Inglaterra), 1 título
32º. Denny Hulme (Nova Zelândia), 1 título
33º. David Coulthard (Escócia), nenhum título
34º. Didier Pironi (França), nenhum título
35º. Ronnie Peterson (Suécia), nenhum título
36º. Felipe Massa (Brasil), nenhum título
37º. Jody Scheckter (África do Sul), 1 título
38º. Rubens Barrichello (Brasil), nenhum título
39º. Jackie Ickx (Bélgica), nenhum título
40º. Carlos Reutemann (Argentina), nenhum título
41º. Tony Brooks (Inglaterra), nenhum título
42º. Phil Hill (EUA), 1 título
43º. Giuseppe Farina (Itália), 1 título
44º. Jo Siffert (Suíça), nenhum título
45º. Lorenzo Bandini (Itália), nenhum título
46º. Gerhard Berger (Áustria), nenhum título
47º. Dan Gurney (EUA), nenhum título
48º. Clay Regazzoni (Suíça), nenhum título
49º. Peter Collins (Inglaterra), nenhum título
50º. Michele Alboreto (Itália), nenhum títulos
Jim Clark aparece no topo deste ranking, que conta com nada menos que 13 britânicos. O bicampeão mundial supera Ayrton Senna, segundo colocado, e Michael Schumacher, terceiro.
Fernando Alonso, oitavo colocado, é o melhor dos pilotos em atividade na F-1 atual e aparece à frente de nomes como Nigel Mansell, Alberto Ascari, Graham Hill, Niki Lauda e Nelson Piquet.
No entanto, a grande polêmica da lista fica por conta de Jenson Button e Lewis Hamilton, os dois últimos campeões mundiais da categoria: o campeão de 2009 aparece em 16º lugar, enquanto seu antecessor surge apenas em 21º.
Button aparece ainda à frente do tricampeão Jack Brabham e de Emerson Fittipaldi, bicampeão em 1972 e 1974.
As posições discutíveis da lista não param por aí: Juan Pablo Montoya, 30º melhor piloto, aparece imediatamente à frente de Damon Hill. Já David Coulthard, na avaliação do "The Times", é melhor piloto que Ronnie Peterson: o escocês é o 33º, enquanto o sueco é o 35º.
Confira a lista dos 50 melhores pilotos da história da F-1 elaborada pelo "The Times":
1º. Jim Clark (Escócia), 2 títulos
2º. Ayrton Senna (Brasil), 3 títulos
3º. Michael Schumacher (Alemanha), 7 títulos
4º. Alain Prost (França), 4 títulos
5º. Jackie Stewart (Escócia), 3 títulos
6º. Juan Manuel Fangio (Argentina), 5 títulos
7º. Stirling Moss (Inglaterra), nenhum título
8º. Fernando Alonso (Espanha), 2 títulos
9º. Nigel Mansell (Inglaterra), 1 título
10º. Mika Hakkinen (Finlândia), 2 títulos
11º. Alberto Ascari (Itália), 2 títulos
12º. Graham Hill (Inglaterra), 2 títulos
13º. Kimi Raikkonen (Finlândia), 1 título
14º. Niki Lauda (Áustria), 3 títulos
15º. Nelson Piquet (Brasil), 3 títulos
16º. Jenson Button (Inglaterra), 1 título
17º. James Hunt (Inglaterra), 1 título
18º. Jochen Rindt (Áustria), 1 título
19º. Gilles Villeneuve (Canadá), nenhum título
20º. Jack Brabham (Austrália), 3 títulos
21º. Lewis Hamilton (Inglaterra), 1 título
22º. Emerson Fittipaldi (Brasil), 2 títulos
23º. Alan Jones (Austrália), 1 título
24º. Keke Rosberg (Finlândia), 1 título
25º. Jacques Villeneuve (Canadá), 1 título
26º. Mike Hawthorn (Inglaterra), 1 título
27º. Mario Andretti (EUA), 1 título
28º. Bruce McLaren (Nova Zelândia), nenhum título
29º. John Surtees (Inglaterra), 1 título
30º. Juan Pablo Montoya (Colômbia), nenhum título
31º. Damon Hill (Inglaterra), 1 título
32º. Denny Hulme (Nova Zelândia), 1 título
33º. David Coulthard (Escócia), nenhum título
34º. Didier Pironi (França), nenhum título
35º. Ronnie Peterson (Suécia), nenhum título
36º. Felipe Massa (Brasil), nenhum título
37º. Jody Scheckter (África do Sul), 1 título
38º. Rubens Barrichello (Brasil), nenhum título
39º. Jackie Ickx (Bélgica), nenhum título
40º. Carlos Reutemann (Argentina), nenhum título
41º. Tony Brooks (Inglaterra), nenhum título
42º. Phil Hill (EUA), 1 título
43º. Giuseppe Farina (Itália), 1 título
44º. Jo Siffert (Suíça), nenhum título
45º. Lorenzo Bandini (Itália), nenhum título
46º. Gerhard Berger (Áustria), nenhum título
47º. Dan Gurney (EUA), nenhum título
48º. Clay Regazzoni (Suíça), nenhum título
49º. Peter Collins (Inglaterra), nenhum título
50º. Michele Alboreto (Itália), nenhum títulos
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terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
terça-feira, 8 de abril de 2008
40 ANOS SEM JIM CLARK
Apesar de estar um dia atrasado, vale a intenção de relembrarmos os 40 anos de passamento de Jim Clark, o escocês voador, que, dizem, era o melhor, dentre todos.
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