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sexta-feira, 24 de abril de 2009
BRAWN GP: Rubens' China Diary
Muito legal como a Brawn GP tem feito os reports das corridas disputadas. Por meio do Youtube, seus pilotos relatam o seu diário, contando, sob a sua ótica, como foi a corrida.
Então, apartir de agora, todos os diários de bordo de Rubens Barrichello serão publicados neste modesto espaço. Começamos com a corrida da China:
Aproveitem!
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segunda-feira, 9 de março de 2009
GGOO WTCC-IRC CURITIBA: DIÁRIO DE BORDO - DIA 3
O nosso último dia em Curitiba amanheceu com sol a pino e muito calor. Dia bem propício para acompanharmos as duas etapas da WTCC e da Porsche Cup.
Após fecharmos a conta no hotel, pegamos o carro rumo ao autódromo que tinha um esquema muito bem organizado de sinalização, porém o estacionamento (liberado no dia anterior) estava reservado só para os VIPs, com isso tivemos que andar um pouquinho para chegarmos na pista.

Mas nada tão cruel quanto andar as 1300 metros da reta dos boxes de Curitiba até chegarmos à placa dos 50 metros, ponto de maior emoção do circuito.

Lá ficamos e acompanhamos e por lá vimos as duas corridas da Porsche e a primeira do WTCC, aquela categoria feita com carros de verdade e pilotos de verdade, numa pista bem seletiva...

Entre a segunda bateria da Porsche e a chuva, fomos reconhecidos por um leitor do blog, o Marcelo, que fez questão de nos agradecer pelas informações da corrida e tirar uma foto conosco de recordação...

Logo em seguida o mundo desabou, tão forte quanto a chuva que enfrentamos no GP Brasil e com ventos de aproximadamente 60 km/h, não havia capa de chuva que impedia de nos molharmos, a pista encheu de água, a corrida teve seu início atrasado em meia hora, mas nada que impedisse de vermos muito mais ação na pista...

Final de corrida, era hora de voltarmos. A aventura estava terminando, mas a chuva não. Durante praticamente todo o percurso de volta encaramos chuva forte, com direito a ondinhas provocadas pelos caminhões que duravam de 3 a 4 segundos, uma eternidade...
Porém, logo que chegamos à cidade de São Paulo a chuva deu uma trégua e pudemos dar risada de tudo.
No final de tudo fica a lembrança de uma viagem inesquecível, com pessoas inesquecíveis. Obrigado Marcos, Carolina, Igor, Fabrício e Anna, por todos os momentos.
Viagem melhor que essa, jamais...igual, quem sabe.
Após fecharmos a conta no hotel, pegamos o carro rumo ao autódromo que tinha um esquema muito bem organizado de sinalização, porém o estacionamento (liberado no dia anterior) estava reservado só para os VIPs, com isso tivemos que andar um pouquinho para chegarmos na pista.

Mas nada tão cruel quanto andar as 1300 metros da reta dos boxes de Curitiba até chegarmos à placa dos 50 metros, ponto de maior emoção do circuito.
Lá ficamos e acompanhamos e por lá vimos as duas corridas da Porsche e a primeira do WTCC, aquela categoria feita com carros de verdade e pilotos de verdade, numa pista bem seletiva...

Entre a segunda bateria da Porsche e a chuva, fomos reconhecidos por um leitor do blog, o Marcelo, que fez questão de nos agradecer pelas informações da corrida e tirar uma foto conosco de recordação...

Logo em seguida o mundo desabou, tão forte quanto a chuva que enfrentamos no GP Brasil e com ventos de aproximadamente 60 km/h, não havia capa de chuva que impedia de nos molharmos, a pista encheu de água, a corrida teve seu início atrasado em meia hora, mas nada que impedisse de vermos muito mais ação na pista...

Final de corrida, era hora de voltarmos. A aventura estava terminando, mas a chuva não. Durante praticamente todo o percurso de volta encaramos chuva forte, com direito a ondinhas provocadas pelos caminhões que duravam de 3 a 4 segundos, uma eternidade...
Porém, logo que chegamos à cidade de São Paulo a chuva deu uma trégua e pudemos dar risada de tudo.
No final de tudo fica a lembrança de uma viagem inesquecível, com pessoas inesquecíveis. Obrigado Marcos, Carolina, Igor, Fabrício e Anna, por todos os momentos.
Viagem melhor que essa, jamais...igual, quem sabe.
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GGOO WTCC-IRC CURITIBA: DIÁRIO DE BORDO - DIA 2
O sábado começou animado, cheio de preparativos, a expectativa era grande. Como será que é ver um rally? O que tem de diferente além da terra? O jeito foi ler os jornais locais para descobrir alguma informação nova...

Mais ainda, escaldados pelo GP Brasil de F-1, nada melhor do que levar um importante acessório para casualidades temporais, uma vez que o tempo estava nublado, apesar de bem abafado...

Com os guias de público na mão, fomos descobrir as entranhas curitibanas em pontos escondidos e de dificil acesso, muitas vezes não sinalizados tudo para ver, no meio de inúmeras cabeças, um carro passando levantando poeira...

Mas a diversão não parou por ai, logo depois do Rally, demos um pulinho no autódromo internacional de Curitiba para vermos os treinos classificatórios do WTCC com direito a algumas vistas privilegiadas, onde muitas vezes só a GGOO tem acesso...

No final do treino, já cansados da maratona automobilistica, voltamos para o hotel para descansarmos um pouquinho e analisarmos os estragos causados pelo sol, poeira, mato e asfalto comparando-o com a parte já limpa:

Mas quem disse que o dia havia terminado? A noite estava reservada para conhecermos os encantos noturnos de Curitiba. Para que isso fosse possível, nosso representante na sucursal sul, elaborou um extenso caminho de visitas que culminou em um jantar verdadeiramente mexicano para apimentarmos ainda mais a noite, com direito a tacos e muito mais...


E assim, neste clima festeiro e com todos sorridentes, voltamos para o hotel, sem antes não tirarmos fotos dos taxis laranja da cidade:

Mas, ainda assim, nossa aventura pela capital paranaense só estava chegando na metade, a outra metade é assunto para daqui a pouco.

Mais ainda, escaldados pelo GP Brasil de F-1, nada melhor do que levar um importante acessório para casualidades temporais, uma vez que o tempo estava nublado, apesar de bem abafado...

Com os guias de público na mão, fomos descobrir as entranhas curitibanas em pontos escondidos e de dificil acesso, muitas vezes não sinalizados tudo para ver, no meio de inúmeras cabeças, um carro passando levantando poeira...

Mas a diversão não parou por ai, logo depois do Rally, demos um pulinho no autódromo internacional de Curitiba para vermos os treinos classificatórios do WTCC com direito a algumas vistas privilegiadas, onde muitas vezes só a GGOO tem acesso...
No final do treino, já cansados da maratona automobilistica, voltamos para o hotel para descansarmos um pouquinho e analisarmos os estragos causados pelo sol, poeira, mato e asfalto comparando-o com a parte já limpa:

Mas quem disse que o dia havia terminado? A noite estava reservada para conhecermos os encantos noturnos de Curitiba. Para que isso fosse possível, nosso representante na sucursal sul, elaborou um extenso caminho de visitas que culminou em um jantar verdadeiramente mexicano para apimentarmos ainda mais a noite, com direito a tacos e muito mais...
E assim, neste clima festeiro e com todos sorridentes, voltamos para o hotel, sem antes não tirarmos fotos dos taxis laranja da cidade:
Mas, ainda assim, nossa aventura pela capital paranaense só estava chegando na metade, a outra metade é assunto para daqui a pouco.
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GGOO WTCC-IRC CURITIBA: DIÁRIO DE BORDO - DIA 1
Começamos a descrever nossas aventuras pelas terras paranaenses desde a chegada do pessoal em São Paulo, para uma rápida janta, contarmos algumas histórias, vermos muitos carrinhos e alguns pedaços de carros de corrida.
Como o trânsito imperava na Grande São Paulo só saímos por volta das 23h rumo à Curitiba. A rodovia Regis Bittencourt era o nosso destino e uma longa viagem nos esperava.
A ordem era não dormir e para isso contávamos histórias e demonstrávamos a expectativa de chegar logo, expectativa essa que com o tempo foi diminuindo dada a distância interminável da estrada.
Soma-se a isso o fato de, muitas vezes, estar rodeado somente de caminhões, o que dificultava ainda mais o nosso percurso.
Para variar, a chuva ajudou um pouquinho junto à Caverna do Diabo. Era hora de descansar e em Registro, paramos para o nosso primeiro stop and ggoo. Como já era tarde, ficamos pouco tempo...tempo suficiente para se comprar um carrinho na loja, tomarmos um café e marcarmos nossa presença no mural de visitantes do posto:

Mais duas horas de viagem depois convivendo com a solidão na estrada, os caminhões e a chuva, avistamos as placas rumo à Curitiba. Estávamos chegando.
Como não conhecíamos o caminho das pedras, erramos algumas vezes o caminho, até finalmente chegar ao hotel.

Ao chegar no hotel, às 5 da manhã, uma surpresa nada agradável, as reservas dos quartos feitas e confirmadas, segundo a pessoa que nos atendeu, foram vendidas para outras pessoas em virtude das corridas que aconteceriam no final de semana. Nada como um jeitinho e as provas de que chegaríamos tal horário para que a confusão fosse dissipada.
Subimos para os micro quartos com um único pensamento: precisávamos descansar um pouco.
Mas nada mais do que duas horinhas, porque as atividades só estavam começando...porém isso é assunto para mais tarde.
Como o trânsito imperava na Grande São Paulo só saímos por volta das 23h rumo à Curitiba. A rodovia Regis Bittencourt era o nosso destino e uma longa viagem nos esperava.
A ordem era não dormir e para isso contávamos histórias e demonstrávamos a expectativa de chegar logo, expectativa essa que com o tempo foi diminuindo dada a distância interminável da estrada.
Soma-se a isso o fato de, muitas vezes, estar rodeado somente de caminhões, o que dificultava ainda mais o nosso percurso.
Para variar, a chuva ajudou um pouquinho junto à Caverna do Diabo. Era hora de descansar e em Registro, paramos para o nosso primeiro stop and ggoo. Como já era tarde, ficamos pouco tempo...tempo suficiente para se comprar um carrinho na loja, tomarmos um café e marcarmos nossa presença no mural de visitantes do posto:

Mais duas horas de viagem depois convivendo com a solidão na estrada, os caminhões e a chuva, avistamos as placas rumo à Curitiba. Estávamos chegando.
Como não conhecíamos o caminho das pedras, erramos algumas vezes o caminho, até finalmente chegar ao hotel.

Ao chegar no hotel, às 5 da manhã, uma surpresa nada agradável, as reservas dos quartos feitas e confirmadas, segundo a pessoa que nos atendeu, foram vendidas para outras pessoas em virtude das corridas que aconteceriam no final de semana. Nada como um jeitinho e as provas de que chegaríamos tal horário para que a confusão fosse dissipada.
Subimos para os micro quartos com um único pensamento: precisávamos descansar um pouco.
Mas nada mais do que duas horinhas, porque as atividades só estavam começando...porém isso é assunto para mais tarde.
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