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quarta-feira, 20 de março de 2013

DTM e mestre Edgard Mello Fº (1995)*

* Por Rodrigo Mattar


Dica do Renato Paes via twitter, que não posso deixar passar em branco: eu felizmente sou da época em que o automobilismo tinha muito espaço na TV aberta nos anos 90. A saudosa Rede Manchete teve, entre 94/95, um programa chamado “A Grande Jogada”, uma espécie de Show do Esporte deles, onde o esporte a motor era um dos carros-chefe da atração.

E entre as categorias que passavam no extinto canal estava o DTM, na época chamado de Deutsche Tourenwagen Meisterschaft. As corridas – quase todas sensacionais – com Mercedes, Opel, Alfa Romeo e até algumas BMW E36 e uns Mustangs que frequentavam a rabeira – tinham narração de Edgard Mello Fº.

Narração, uma ova! Narração e aulas contínuas de automobilismo dadas por quem entendia do riscado (porque esteve lá: Edgard foi campeão brasileiro de Divisão 3 em 1974 derrotando com um Opala da equipe Itacolomy-Safra o lendário Maverick de 500 HP da Hollywood preparado por Oreste Berta, além de faturar o título da Divisão 1, também com Opala, em 77 ou 78, não estou certo do ano). E com tiradas que faziam o mais incauto dos telespectadores morrer de dar risada.

As transmissões do Edgard eram uma delícia de se ouvir e acompanhar porque, além do vasto conhecimento e do ótimo humor, iam direto ao ponto do que a gente queria saber. E o DTM era um senhor campeonato.

Para relembrar, escolhi a etapa de Avus/Berlim da temporada de 1995. Preparem-se para uma aula – e para rir um bocado com o mestre.

Edgard Mello Fº, a você, a minha mais sincera e profunda admiração!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ESPECIAL GP BRASIL 2011: GP BRASIL, 1995


O GP do Brasil de 1995 foi bem diferente das edições anteriores. A ausência de Senna ainda era muito sentida e, sem o ídolo, restava aos torcedores apostar em um bom desempenho dos outros brasileiros.

Rubens Barrichello ainda era um novato, mas já começava a sentir o peso da responsabilidade de “substituir” Senna no coração da torcida (o que viria a prejudicar seu desempenho ao longo dos anos). O piloto da Jordan abandonou na 16ª volta.



A liderança foi disputada entre Michael Schumacher e Damon Hill, que não resistiu e rodou no “S” do Senna na 30ª volta. A vitória ficou com o alemão da Benetton, seguido por David Coulthard – substituto de Senna na Williams – e Gerhard Berger, da Ferrari.


Horas depois da corrida, a FIA anunciou a desclassificação de Schumacher e Coulthard, acusados de usarem gasolina fora das especificações. O troféu ficou com o austríaco Berger, mas por pouco tempo.

Algumas semanas depois, a entidade revalidou o resultado de Interlagos, decidindo punir apenas as equipes.


Resultado final
1 - Michael Schumacher - Benetton-Renault
2 - David Coulthard - Williams-Renault
3 - Gerhard Berger - Ferrari
4 - Mika Hakkinen - McLaren-Mercedes
5 - Jean Alesi - Ferrari
6 - Mark Blundell - McLaren-Mercedes
Pole-position - Damon Hill - Williams-Renault