Mostrando postagens com marcador autodromo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador autodromo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Últimos suspiros*

* Por Rodrigo Mattar


Eu bem que avisei aqui no blog. Na época, lembro que muitos desdenharam do que eu havia escrito e ninguém deu muito crédito.

Só que é hora de aproveitar, enquanto há tempo: o Autódromo Internacional de Curitiba exala seus últimos suspiros, de fato, neste ano de 2014. No ano que vem, ele deixa de existir e em seu lugar, como a postagem linkada aqui acima já tinha dito, o terreno servirá para a especulação imobiliária e a consequente construção de condomínios residenciais.

Aos fãs do esporte, só resta lamentar. Jacarepaguá, pelo visto, ganha ilustre companhia no rol dos circuitos nacionais que viraram pó e servirão ao bel-prazer das empreiteiras. Triste saber, também, que diversos pilotos e equipes sediadas em Curitiba e adjacências perdem uma pista que, desde 1989, tornou-se uma das mais importantes do esporte a motor do país após sua reinauguração.

Um novo capítulo de uma triste história, contribuindo para ferir de morte mais uma vez o automobilismo brasileiro.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Da série ‘parabéns aos envolvidos’: mais um autódromo brasileiro com morte decretada*

* Por Rodrigo Mattar


Aproveitem enquanto há tempo: o Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais, e o Kartódromo próximo ao circuito, vão ser desativados brevemente. A partir de 2015, a pista reinaugurada em 1989 com uma corrida de Stock Car, vai receber o chamado “beijo da viúva” e deixará de existir – tal como aconteceu com o Autódromo de Jacarepaguá.

Vence, mais uma vez, a especulação imobiliária, pois o terreno do autódromo será cedido para a construção de condomínios residenciais. Olhando no Google Maps, é realmente um terreno de extensão bem considerável, em torno de 657 mil metros quadrados. E, logicamente, a conta foi feita no seguinte prisma: se cabem muitos condomínios no terreno, para que ter um autódromo, não é mesmo?

É triste… Curitiba era uma das únicas duas pistas no padrão “FIA” no país e, desde que a MotoGP deixou de vir ao Brasil, sediava eventos internacionais como o WTCC e a AutoGP World Series, tal qual Interlagos, que tem a Fórmula 1 e o WEC e já recebeu também o ITC e o FIA GT.

A pista, inaugurada em 1967, permaneceu na ativa até 1973, quando foi desativada pela primeira vez. Com a iniciativa privada, o traçado foi reformado e reativado em 1989 com uma corrida de Stock Car (salvo engano, vencida por Chico Serra), com intensa atividade desde então – com uma ligeira intervenção da CBA por falta de segurança na pista, o que acarretou o fechamento temporário do autódromo e o retorno das atividades em 1996.

O grupo Inepar foi o responsável pela manutenção da estrutura durante praticamente todo este período. Ocorre, também o seguinte: o Autódromo está estabelecido como pessoa jurídica sem fins lucrativos. “Arrendamos o local em 1994, com um contrato de dez anos, automaticamente renovado por mais dez”, conta Jauneval de Oms, o Peteco, presidente do AIC e da Inepar.

E desde o início do ano, choviam boatos sobre um possível fim do Autódromo, uma vez que o terreno estava penhorado havia 17 anos em decorrência de dívidas trabalhistas de uma empresa da qual o proprietário original, Flávio das Chagas Lima, já falecido, era sócio.

Boatos que, infelizmente, devem se concretizar.

#RIP Autódromo Internacional de Curitiba. #RIP Automobilismo Brasileiro.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Figuras de papelão*

* Por Fábio Seixas


Certa vez, lá pelos idos de 2005, entrevistei Ecclestone em seu escritório em Princes Gate, área nobre de Londres.

Estudava Administração Esportiva na capital inglesa –eu, no caso. E a visita tinha caráter acadêmico, não jornalístico. Minha tese de mestrado tentava sugerir soluções para um problema que qualquer torcedor de arquibancada no esporte a motor já enfrentou: como aumentar o nível da informação que (quase nunca) chega até lá.

Quem já se aventurou a ver uma corrida in loco sabe que, depois de duas ou três voltas, fica quase impossível saber quem está em que posição. É uma grande curtição, sim, mas praticamente às cegas.

Ecclestone foi gentil e me recebeu num pequeno gabinete onde a única peça de decoração era um pôster, atrás da mesa, com capas célebres da “Playboy” nos anos 80.

O que saiu da conversa: para ele, a questão não interessava. Na lógica do homem forte da F-1, o público nos circuitos é apenas um detalhe. Com um adendo importante: um detalhe que incomoda.

Em resumo, a bilheteria significa pouco dentro do bolo de receitas da categoria, mas os problemas que causa são grandes –os promotores, parceiros de Ecclestone, precisam dar um mínimo de conforto e segurança para aqueles consumidores. E lidar com gente dá dores de cabeça.

O inglês disse que, se pudesse, substituiria o público nos autódromos por figuras de papelão, para que as arquibancadas vazias não causassem um efeito feio na TV.

Porque, para ele, o telespectador é a antítese do público em carne e osso. A custo zero, ele revende o mesmo produto para emissoras do mundo todo por cerca de R$ 135 milhões/ano. E, de quebra, terceiriza as chateações.

Todo esse prólogo por conta de uma sacada do jornalista inglês Adam Cooper, nesta semana, no Twitter: dos 19 países confirmados no calendário da F-1 em 2013, apenas 5 terão um piloto da casa. São eles Austrália, Espanha, Inglaterra, Alemanha e Brasil.

Ou seja, em 74% das provas, o público não terá um conterrâneo para torcer.

(Não por acaso, em circuitos novos da Ásia e do Oriente Médio os assentos são coloridos, como um mosaico, para amenizar os clarões da falta de público. São, de certa forma, as figuras de papelão sonhadas por Ecclestone.)

Voltamos ao ponto da conversa em 2005, sob aquelas figuras lânguidas de pin-ups: o público, com sua paixão, é um detalhe. Circuito por circuito, ganha um GP aquele que paga mais. Só isso.

A F-1 vai aonde o dinheiro está.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Porque NÃO acredito em Deodoro…*

* Por Rodrigo Mattar


Neste país sem memória chamado Brasil, o Autódromo Nelson Piquet, em Jacarepaguá, com mais de 35 anos de funcionamento, afora a antiga pista que existiu de 1966 até 1972/73, mais ou menos, virou pó por conta da especulação imobiliária fortíssima naquela região do circuito, em que pese o fato do terreno ser o chamado “Parque Olímpico” para os jogos de 2016, sobre os quais NUNCA fui contra. Eu sempre fui contra a destruição de Jacarepaguá. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, é bom lembrar.

Enfim… o mal já está feito e, nesta sexta-feira, em cerimônia que contou com a presença do ministro dos Esportes Aldo Rebelo e com Eduardo Paes, prefeito reeleito do Rio de Janeiro, foi oficializada a “cessão” do terreno para a construção do “novo” Autódromo do Rio de Janeiro.

O leitor deve perguntar: por que a palavra novo entre aspas, caro blogueiro?

Simples assim… porque mais que o Rio de Janeiro mereça ter uma pista, não importando o lugar, se na capital ou fora dela, eu DUVIDO que Deodoro saia do papel.

O terreno de mais de 2 milhões de metros quadrados, para começar, é minado. Desde julho, aliás, nós todos já sabíamos disso. Ele terá que ser “descontaminado” porque existem explosivos não detonados enterrados no solo, para os trabalhos começarem. Imaginem quanto tempo isto pode demorar…

Afora que mostraram, para a imprensa, um projeto de pista que está definitivamente longe do ideal para receber os eventos que o prefeito, bravateador como ele só, garantiu que vai “tirar” de São Paulo, como a Fórmula 1 e outras corridas que não citou. Engraçado né… tínhamos uma pista onde bastava um “tapinha” no miolo norte, o traçado ficaria com bons 4,2 km e teríamos corridas como a do Mundial de Endurance em Jacarepaguá. Agora querem “trazer” a Fórmula 1 de volta ao Rio depois de mais de 20 anos?

Não, eu não caio nessa.

Esperar o que de uma prefeitura que não cumpriu um acordo lavrado na justiça, que previa PRIMEIRO a construção de um novo circuito antes da demolição do atual, se era esta a intenção? E o que dizer do Ministério Público do Rio de Janeiro, que se CALOU diante do crime cometido contra Jacarepaguá?

Esperar o que dos inapetentes dirigentes do nosso automobilismo?

Esperar o que do ministério do Esporte, que nunca fez nada pelos automobilistas e por quem depende dele?

Campeonato Carioca de Automobilismo no Mega Space? Em Minas?

Não caio nessa, também. E nem as equipes e pilotos.

Chega de factoides, contos do vigário, histórias da carochinha, coelhinho da páscoa e saci pererê…

Fazer todo mundo que depende do esporte esperar até 2015 por uma nova pista? Se é que essa pista de Deodoro sairá um dia do papel?

Quero que alguém me convença, com justeza de argumentos e sobretudo com garantias, que é possível acreditar neste projeto. Porque, por enquanto, eu não acredito.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Fotos WTCC, AUTO GP e MARCAS - Curitiba 22 e 23/07

WTCC
Com o domínio total dos Cruze's tanto na qualificação como nas corridas 1 e 2 o WTCC poderia se chamar
World Touring Chevrolet Championship.



Auto GP
Quem também dominou o final de semana em Curitiba foi Antonio Pizzonia.
Largando em 3º na primeira corrida e 8ª na segunda, venceu ambas as provas.
Os bólitos da Auto GP andam muito, berram alto e freiam só na placa de 50m.
Ótima categoria, o ponto ruim: Corridas com apenas 25 a 30 minutos.

Brasileiro de Marcas
Duas corridas bem movimentadas, muitos pegas, boas ultrapassagens, várias entradas do Safety Car
por motivos de batidas e de carros saindo da pista no S de Baixa e também no S de Alta.

F3 Sulamericana
Na corrida de sábado acabou a bateria da câmera e no domingo eu não vi a corrida.
Mais vai outras do correspondente GGOO Curitiba se divertindo no AIC.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

AUTÓDROMO DO RIO: TERRENO TEM ATÉ MINAS!


O terreno em Deodoro cedido pelo Ministério da Defesa ao Ministério do Esporte para construir o novo autódromo do Rio era este ano um campo de instrução militar onde, desde 1950, soldados aprenderam a manusear minas e granadas de mão e de bocal e dar tiros de rojão, entre outras atividades. Por isso, não está descartado que, no local, desativado há poucas semanas, haja explosivos não detonados. Segundo informou ao GLOBO o Comando Militar do Leste (CML), o uso civil da área exigirá a descontaminação prévia. As informações surpreenderam o governo do estado, que, em acordo intergovernamental para projetos ligados aos Jogos de 2016, assumiu em maio a responsabilidade de gerenciar as obras do novo complexo. No acordo, a União se compromete a repassar os recursos.


Área interditada para perícia
De acordo com ofício encaminhado pelo 1º Comando da Divisão do Exército ao Ministério Público estadual, o terreno é o mesmo onde, no dia 21 de junho passado, um militar da Escola de Sargentos de Logística morreu e outros dez ficaram feridos após uma explosão num acampamento até hoje não esclarecida. O MP queria que o Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico fizesse uma avaliação da biodiversidade da área, mas isso não foi possível. Segundo o Exército, o acesso ao local está proibido desde então porque uma perícia técnica está em andamento. O inquérito policial-militar (IPM) que investiga o acidente ainda não foi concluído.

— Outras explosões já ocorreram no mesmo local no passado. A construção do autódromo naquela área extrapola a discussão ambiental. A liberação dessa área deve ser analisada com muito rigor, não só do ponto de vista ambiental, mas de segurança — disse a promotora Rosani da Cunha Gomes, que instaurou inquérito no MP para acompanhar o caso.

Até então, o MP investigava apenas possíveis danos ambientais que a construção do autódromo poderia ocasionar e chegou a recomendar que as licenças de obras não fossem emitidas. A região conta com espécimes de Mata Atlântica raros e em extinção, como jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra) e a Mollienedia glabra.

O Ministério do Esporte não quis não comentar o caso. O secretário-chefe da Casa Civil do governo do estado, Régis Fichtner, que negocia a realização do projeto com a União, admitiu em nota não saber que houve manuseio de explosivos no local. O subsecretário estadual do Ambiente, Luiz Firmino, acrescentou que a informação também não constava dos estudos técnicos sobre a área encaminhados pelo Ministério do Esporte ao governo do estado no ano passado. O documento foi analisado pela Comissão Estadual de Controle Ambiental (Ceca) e acabou servindo de base para a concessão da licença prévia para o projeto.

— Se essa informação constasse do documento, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) incluiria uma orientação sobre a necessidade de descontaminação. Mas claro que vamos exigir isso na fase de concessão de licença — disse Firmino.

A notícia surpreendeu também o diretor jurídico da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), Felippe Zeraik. A entidade negociou um cronograma de obras em Deodoro com a prefeitura e o governo do estado para tentar reduzir os prejuízos de pilotos e quipes com o fechamento do Autódromo Nelson Piquet, em Jacarepaguá. O velho autódromo será fechado até o fim do ano para acelerar as obras que vão transformar a área no futuro Parque Olímpico. Em 2016, 15 modalidades serão disputadas no local.

— Se isso for verdade, é literalmente uma bomba para o automobilismo. Nós esperávamos que as obras fossem licitadas em dezembro. Vou solicitar os documentos ao MP. Se houver riscos para o automobilismo, podemos ter que recorrer à Justiça para retardar o fechamento do Nelson Piquet — disse Zeraik.

O representante da Federação das Associações de Moradores do Rio (Fam-Rio) no Conselho Municipal do Meio Ambiente, Abílio Tozini, acrescentou que os problemas identificados reforçam o pedido da sociedade civil para que os governos encontrem uma outra área para construir o novo autódromo, de modo que o impacto ambiental seja menor. A sugestão da Fam-Rio é que ele seja instalado no campo de instruções de Gericinó, vizinho ao terreno escolhido pelos governos, e que está mais devastado.
— Nos dois casos, o terreno terá que ser descontaminado. A diferença é que ao menos o Campo de Gericinó está desmatado. Isso reduziria os danos ambientais — disse Abílio.

O diretor Jurídico da CBA, Felippe Zeraik, porém, observa que os governos não dispõem de uma área alternativa para construir o novo autódromo.

Para o vice-governador Luiz Fernando Pezão, a hipótese de haver explosivos não detonados ocultos nas matas do Camboatá é um argumento favorável para licenciar o projeto.

— O projeto ainda não está comigo. Mas foi uma surpresa saber dessa situação. Acho que será um argumento forte para superar as barrerias ambientais. Se pode ter explosivos, a área terá que ser limpa. E olha que de problema ambiental eu entendo: vide as pererecas que obrigaram a construção de um novo viaduto do Arco Metropolitano e a espécie de tatu de um olho só que criou problemas para concluir uma estrada em Paraty.


terça-feira, 17 de julho de 2012

Galvão lamenta fim do autódromo carioca *

* Por Galvão Bueno 

Em texto especial, narrador da TV Globo questiona: 'Será que para construir nova história é preciso destruir outra?'  

Uma prova muito especial e carregada de emoções, essa da Stock Car neste domingo, em Jacarepaguá, no autódromo Nelson Piquet. Legal a vitória de Allam Khodair, o japinha voador, de quem eu gosto muito. Mas bom mesmo foi o pai ver Popó Bueno voltar aos pontos "carregando" um carro complicado e, principalmente, curtir uma reação fulminante de Cacá Bueno, largando em 30º e protagonizando grandes duelos até chegar em oitavo e assumir a ponta do campeonato.

Mas Jacarepaguá, hoje, foi muito mais que uma simples corrida. Desde sábado, quando Cacá marcou a pole, depois cancelada, não esqueço das declarações dele, carregadas de sentimento. A foto a que ele se refere como a primeira dele em um autódromo, ao lado de Ayrton Senna, claro que me lembro bem. Fui eu quem a bateu. Ele tinha sete anos, e o levei para ver os testes de pneus da Fórmula 1. Lembro-me como os olhos dele brilharam, mas duvido que ali ele pudesse imaginar que seria hoje quem é. 

Um grande piloto e um grande ser humano, capaz de, com poucas palavras, definir tão bem e de forma tão corajosa o que todos nós sentimos hoje. Ele me fez viajar no tempo e me lembrar como ele, Cacá, e o irmão Popó foram criados. Como ele mesmo disse, ali atrás da Curva Sul, a das grandes ultrapassagens na Fórmula 1, no Kartódromo de Jacarepaguá que um dia alguém resolveu destruir. Fez-me lembrar como a mãe deles, Lúcia, e eu os levávamos e por eles torcíamos com os corações quase parando. Fez-me lembrar muito mais. Como eles começaram com os carros naquele santo asfalto. 

Como em 2000, quando em um domingo chuvoso, o Popó, com uma corrida de antecipação, virava campeão brasileiro, vencendo na Fórmula Chevrolet, a principal categoria de monopostos do país. Fez-me lembrar de uma façanha histórica de Cacá, já nem me lembro o ano, quando ele, ainda na Stock Ligth, que corria junto com os Stock Cars, venceu e bateu os grandes Ingo Hoffman, Paulo Gomes e Chico Serra. Ou então quando eu transmiti uma única vez uma vitória dele na Stock. Era dia dos pais, imaginem, e o carro dele trazia na grade dianteira a frase: "Feliz dia dos pais". 

Fiquei tão contido que o Reginaldo Leme, muito mais empolgado que eu, parecia o verdadeiro pai. Também foi lá que fiz meu primeiro Grande Premio do Brasil na Rede Globo, em 1982, e a estreia de Senna na Fórmula 1, em 1984. As vitórias de Alan Prost, o Rei do Rio, e a incrível dobradinha de Nelson Piquet e Ayrton Senna. Tudo isso em Jacarepaguá. Agora vejo como essa pista foi importante para a minha família. Imaginem, então, o que devem estar sentindo hoje os pais de família que tiram seu sustento do automobilismo carioca... 

Sei que a primeira parte destruída deu lugar a instalações do Pan, e agora tudo vai abaixo para instalações olímpicas. Mas pergunto: será que tinha que ser alí? Não poderia ser ao lado? Em qualquer outro lugar desta Cidade Maravilhosa? Será que para construir uma nova história é preciso destruir outra? Será que alguma autoridade política ou esportiva poderia me responder?

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O (anti)eurocentrismo da F1*

* Por Mauro de Bias



Foi-se Estoril, foi-se Magny-Cours, foi-se A1 Ring, foi-se Ímola, Spa cambaleou, Nurburgring e Hockenheim só aparecem uma vez a cada dois anos…

Lá em 1999, quando a F1 correu pela primeira vez na Malásia foi dado o primeiro passo para o êxodo europeu da categoria, que logo depois foi avançando para Bahrein, Turquia, China, Cingapura, Abu Dhabi e, mais recentemente, Coreia do Sul e Índia.

E nesses últimos anos, Bernie Ecclestone tem perseguido incansavelmente o objetivo de encaixar 20 corridas em uma temporada. E se tudo correr dentro do planejado, ele vai conseguir isso neste ano pela primeira vez.

As equipes reclamam de corridas demais. E além de serem muitas, elas acontecem longe das fábricas, que ficam na Europa. O incômodo então é duplo para os times. Há muitos deslocamentos e eles são grandes.

Obviamente as reclamações surgem aos montes. Pulam declarações aqui e ali de dirigentes de equipes reclamando do excesso de corridas fora da Europa. A mais recente veio da Ferrari. Ir para longe tantas vezes ao ano cansa.

O grande problema da expansão da F1 para os torcedores é a perda dos autódromos clássicos. A categoria perde muito da identidade sem corrida em Spa (batendo na madeira para a Bélgica não sair de novo do calendário), em Ímola, indo a Nurburgring só uma vez a cada dois anos… Melhor nem imaginar então o que seria ficar sem Monza, Silverstone ou outros do mesmo calibre.

As equipes pedem mais corridas na Europa. E mesmo que seja um eurocentrismo injustificado, já que a F1 é uma categoria internacional (mesmo tendo nascido lá), mais provas no Velho Mundo e menos nos suntuosos circuitos orientais não seria uma má ideia.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

A REINAUGURAÇÃO DO AUTÓDROMO A1-RING

Reforma e reconstrução bancada pela Red Bull, nova dona do autódromo que agora se chama "Red Bull Ring". Agora, os amantes da velocidade torcem para que a Fórmula 1 volte em breve a correr nessa tradicional pista.

terça-feira, 20 de julho de 2010

VOU DE TÁXI? DE FERRARI, COM LUCIANO BURTI

A apresentadora Angélica, que no passado já "Foi de Táxi", dessa vez deu um passeio em alta velocidade com o piloto Luciano Burti à bordo de uma Ferrari Challenge, modelo usado no campeonato GT Brasil. 

Acelerando pelo que restou do Autódromo de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, Burti falou um pouco sobre sua carreira no automobilismo, a passagem pelo Fórmula 1, o acidente em Spa, a Stock Car (categoria que disputa atualmente) e também sua função como comentarista na TV:

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

GGOO NA F-TRUCK: PROGRAMAÇÃO DE CURITIBA

Novamente a GGOO estará presente na Fórmula Truck à convite da VW Caminhões e Ônibus, desta vez na etapa que será disputada no próximo final de semana no Autódromo Internacional de Curitiba. Nossos representantes Fabricio e Marcelão prometem aproveitar a mordomia, nos trazendo o que de melhor e mais curioso acontecer no autódromo.

Confira a programação da 9ª e penúltima etapa do campeonato 2009:

SEXTA - DIA 13/11/2009
Das 10:00 às 11:45 hs- Vistoria Técnica
Das 12:00 às 13:00 hs- 1º Treino Livre
Das 15:00 às 16:00 hs- 2º Treino Livre
Às 16:30 hs-Briefing – Pilotos

SÁBADO - DIA 14/11/2009
Das 09:00 às 10:00 hs- 3º Treino Livre
Às 10:45 hs- Pesagem Oficial de Pilotos
Das 11:00 às 12:00 hs - 4º Treino Livre
Das 14.00 às 15.30 hs- Treino Classificatório
Das 15.45 às 16.15 hs- Top Qualifing

DOMINGO - DIA 15/11/2009
Das 09:00 as 09:30 hs- Teste Show
Das 09:45 as 10:30 hs- Warm-Up
Das 11:00 às 11:20 hs- Desfile dos Pilotos
Das 11:30 às 12:45 hs- Truck Test
Das 13:00 às 13:20 hs- Show De Motos – Jefão
Das 13:00 às 13:30 hs- Show De Caminhões – Dani, Gabi e Junior
Às 13:40 hs- Abertura de Box
Às 13:55 hs- Fechamento de Box
Às 14:01 hs- Placa de 5 Minutos
Às 14:06 hs Bandeira verde para volta de apresentação, mais 01:00 hs. de corrida (prova)

Obs: Sujeito a alteração de acordo com a Direção de Prova

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

ESPECIAL GP BRASIL: PARA QUEM VAI DE CARRO

A CET divulgou como será a area de bloqueio de trânsito durante o final de semana da corrida.

Para quem vai de carro próprio para o autódromo é de extrema importância consultar o mapa para ver qual o melhor caminho. Principalmente porque é fácil se perder nas ruas ao redor.

Para ver o mapa, clique aqui.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

COLUNA DO ROQUE: O TEMPLO E EU (+ OS VIPS)

No olhar a sensação de que vai acontecer algo. O dia especial se aproximava a cada instante. Ninguém acreditava se isso mesmo podia ser verdade. Tinha que ser um domingo, pela manhã, como em muitas vezes acompanhamos pela TV e vibramos.

Estar em interlagos, entrar nos boxes, de certo modo, para quem é de São Paulo e é apaixonado por corridas é até normal. Mas faltava um algo mais, faltava andar na pista, descobrir cada detalhe, ver aquilo que as teves não mostram, ver o que víamos lá de longe do setor G. Faltava sentir o asfalto sobre os nossos pés e relembrar cada curva, cada história, cada lembrança. Era mais um sonho que muitos de nós tem (ou tinham), dar uma volta na pista.

Este sonho conseguimos realizar na F-Truck, durante as atividades promocionais da categoria, onde alguns sortudos tiveram a chance de andar em um caminhão. Mas como todo sonho que vira realidade, só fomos acreditar quando fomos efetivamente chamados para tal feito.

Os primeiros passos, ao descer o S do Senna, fizeram a perna tremer. O olhar fixo para o asfalto foram desfocados para uma breve vista das arquibancadas lotadas. O som que ecoava, fazia com que se sentíssemos na lua, na nossa lua, no nosso lar.

A fila era grande, mas não tão grande como a emoção de estar presenciando tudo, como foi presenciar a vitória de Massa em 2006 e 2008, como ver a arquibancada tremer em 1999 por Rubens Barrichello, lembrar de 1990 no GP que teve Ayrton Senna e Alain Prost. Boas lembranças que vinham a cada passo.

Ao entrarmos no caminhão, a surpresa, nosso percurso seria feito no sentido horário, ou seja, no sentido contrário ao que estamos acostumados. Dificil estava conter a animação...a ansiedade estava a mil, o coração disparado.

Logo nos primeiros metros, a única lembrança triste, a curva do café, onde presenciamos o mais terrível acidente da stok, logo em seguida o S feito para o pessoal do motociclismo (naquela época ainda eram 500cc) correr. Morro abaixo, a junção e sua curva de 90 graus.

O tempo foi passando, e, como num grande sinal, uma chuva começava a cair, como acontecera em 1991 com Ayrton Senna. Da descida para uma mini subida, "entramos pela saída" do bico de pato. Dentro do caminhão não sabíamos se falávamos, se brincavamos, se tirávamos fotos, se filvávamos ou se apenas apreciaríamos este momento, único para muitos. O jeito foi curtir tudo, cada instante, cada detalhe e, a cada curva e reta que foram se passando, tenho a certeza, que um pouquinho de nós foi ficando a cada metro de asfalto percorrido.

Desta história, das cruvas, das marcas de freada, do cheiro de gasolina jamais esqueceremos. Um dia onde pudemos ter o nosso sonho realizado. E melhor do que isso, ter o nosso sonho realizado em conjunto com grandes amigos que não mediram esforços para estar junto neste momento (seja presencialmente e até mentalmente). Tenho certeza de quem não vivenciou a nossa emoção, poderá sentir um pouco do que passamos, através do vídeo abaixo.

O Templo, eu, os vips. Todos nós, numa só órbita.

quarta-feira, 18 de março de 2009

SOS INTERLAGOS!

A idéia nos foi passada em Janeiro, durante o GP Cidade de São Paulo através de um abaixo assinado conduzido pelo Dú Cardim. Agora o que era só papel, passou a ser virtual, comandada por uma bela comissão formada por FRANCISCO LAMEIRÃO, INGO HOFFMANN, PAULO GOMES, BIRD CLEMENTE e BOB SHARP. A ideia, revigorar a pista velha de Interlagos.

Vamos fazer a nossa parte, vamos lutar pela volta da magia que é o velho circuito de Interlagos! Mais do que isso, vamos ajudar a transformar o complexo atual no SUPER INTERLAGOS, com três opções de traçados: FÓRMULA 1, ANEL de VELOCIDADE (ANEL EXTERNO, para provas de turismo) e CIRCUITO ANTIGO (para provas de longa duração e categorias de turismo).

Para participar, basta entrar no site oficial pró Interlagos, clicando aqui. Ou, participar mais ativamente através da realização de abaixo assinado, conforme segue:

OBSV."Cole o texto, imprima, obtenha assinaturas, e envie para":
World Copy
Rua Cesário Mota, 13. Bairro Boqueirão - Santos - S.P. Cep: 11045-040
Aos Cuidados de Daniela ou Júlia

CAMPANHA de REATIVAÇÃO do CIRCUITO de INTERLAGOS ANTIGO

REFORMA
Desde a grande reforma de Interlagos terminada no final de 1989, na gestão da prefeita Luiza Erundina, em que a pista foi literalmente mutilada, a comunidade automobilística não pára de lamentar a decisão.O traçado da pista do autódromo paulistano era magnífico sob todos os pontos de vista, elogiado em todo o mundo. Com seus quase oito quilômetros, era desafiante em inúmeros pontos. Suas curvas de vários tipos, de alta e de baixa velocidade, certamente contribuíram em muito para a formação do piloto brasileiro, notadamente Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet em seus anos de formação.

Pode-se creditar ao Interlagos antigo o sucesso dos pilotos brasileiros no exterior, não apenas o desses dois que acabaram conquistando o título mundial de Fórmula 1, trazendo-o para casa nada menos que cinco vezes, mas de todos os que correram na Europa, sempre com sucesso.

Como diz o grande ex-piloto Bird Clemente, "piloto brasileiro hoje é uma grife".

PORQUE FICOU MENOR
A pista foi drasticamente reduzida, de 7.960 M para 4.309 M . Até aí compreensível, graças ao desempenho fantástico da Fórmula 1 e normas de segurança.

O que ninguém esperava era a redução da pista siguinificar abandono completo da original, ao contrário do que fora feito no Circuito de Nürburgring, na Alemanha em que foi construído um menor, de 4,5 km para a Fórmula 1, porém mantendo intacto o anterior de 22,8 M, 189 curvas.

Interlagos reformado, imaginava quem vivia em torno do automobilismo, significaria ter sido mantido o antigo, com seu miolo e anel externo, mais um novo e curto traçado que atendesse às necessidades da Fórmula 1 moderna.

Quando se soube que o traçado antigo seria abandonado para sempre, houve grande decepção. Entretanto, a luta para que isso não fosse feito foi pequena e muitos pilotos e pessoas envolvidas com o automobilismo até hoje se arrependem disso.

Desejo do Brasil, que se tornou referência mundial na Fórmula 1, títulos, vitórias, mitos eternos, nos fazem repensar a trajetória.

RETORNO
O retorno de Interlagos à plenitude é um anseio de todos que militam no automobilismo e até daqueles que já não pilotam mais.

Estudos demonstram ser viável reativar o traçado antigo, sem nenhuma interferência com o atual de Fórmula 1, uma vez que praticamente tudo do original continua a existir, estando apenas desativado.O único ponto do circuito antigo que exigirá mais trabalho será a Curva do Sargento, uma vez que ali foi construída uma quadra poliesportiva na gestão Marta Suplicy (sem uso atualmente). Mas não é nada que não possa ser resolvido.

Restabelecido o circuito original, poderão ali ser realizadas as famosas provas de longa duração, com toda a sua grandiosidade e espetáculo, hoje eclipsados pela pista de apenas 4,5 km de extensão que, inclusive, limita bastante o número de carros na largada.

O "Super Interlagos" representará a reafirmação da excelência e da supremacia de São Paulo como o maior centro de automobilismo do Hemisfério Sul.
Será possível, na mesma área, dispor-se de três circuitos em vez do único atual, com várias opções de traçado a saber:FÓRMULA 1, ANEL de VELOCIDADE e CIRCUITO ANTIGO.

Campanha de Reativação do Circuito de Interlagos Antigo
Você, como praticante ou entusiasta do automobilismo, paulistano ou não, pode participar desta campanha pondo seu nome completo, número de um documento de identidade e sua assinatura.

Este abaixo-assinado será levado à administração do Município de São Paulo.

Obrigado pelo seu apoio!

Comissão da campanha Pró-Reativação do Autódromo de Interlagos Antigo, formada por Francisco Lameirão, Ingo Hoffmann, Paulo Gomes, Bird Clemente e Bob Sharp.

Assinaturas pró-reativação do Interlagos antigo, a seguir:


A GGOO também apoia esta ideia.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

F-1 2009: TIPOS DE PNEUS

Dando sequência as nossas informações para a temporada 2009, desta vez analisaremos os tipos de pneus a serem utilizados em cada uma das pistas:

Venue - Tyre wear
Suzuka - duro
Istanbul - duro
Silverstone - macio/duro
Hungaroring - macio/duro
Spa - macio
Shanghai - macio
Interlagos - macio
Catalunya - macio
Bahrain - macio
Valencia - macio
Sepang - macio
Nürburgring - macio
Singapore - macio
Monte-Carlo - macio
Melbourne - supermacio
Monza – supermacio

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

COLUNA DO ROQUE: UM PINTO, NA FAMÍLIA PINTO

Época de carnaval, tudo fica meio que ao deus dará e o título da nossa coluna semanal parece um samba do crioulo doido.

Mas este Pinto, tão discreto, é tema e objeto para se pensar. Se pensar que tudo na vida acontece por alguma razão e se somos o que desejamos hoje, é porque fomos bem direcionados para tal coisa.

Essa é a história do Pinto, que é um fanático torcedor de Felipe Massa. O mesmo Massa que acompanhou pela TV, durante o ano de 2008 e viu seus pais festejando de alegria ou xingando-o por algum insucesso em uma das corridas.

Ele foi "picado" pelo bichinho da velocidade.

Esse bichinho que um dia também nos picou, passa a ser determinante para os nossos gostos pessoais. Quem de nós, nunca sonhou com um carrão, destes esportivos. Lembro-me que ficava encantado ao ver as revistas que publicavam fotos da Ferrari F-40. Lia, relia, olhava os detalhes. Era um sonho.

E este sonho era complementado com as corridas de Fórmula 1, e consequentemente com as excepcionais vitórias de Nelson Piquet e logo em seguida de Ayrton Senna, que trouxeram para a frente da TV milhões de pessoas e mais do que isso, alimentaram sonhos, que povoavam o imaginatório de cada um e era representado pelos sons de carros fictícios feitos com a boca, pelos desenhos no caderno de português, pelas corridas imaginárias feitas com carrinhos de miniatura, por defender esta paixão junto ao seus primos que nunca entendiam a graça de ver um carro dar trocentas voltas e não sair do lugar, de ir a Interlagos e se deixar levar pelo espírito da competição.

Hoje, o Pinto segue o mesmo caminho. Ele já vai a Interlagos, sonha com as vitórias de Felipe Massa, assiste vidrado as corridas de F-1 e povoa seus sonhos com os novos carros da moda. Para que andar de Uno 1.0, se o mais bonito é o Dodge Viper?

A Família Pinto agora compatilha destes sonhos, que vão passando de pai para filho e, graças a este Pinto, que mesmo sem entender tudo o que se passa em volta, não larga o carrinho da mão e se submete as loucuras da GGOO com o sorriso mais puro de uma criança, nos faz sorrir e recordar de nossos sonhos.

Esse é o futuro, este será o nosso futuro. E que estes sonhos que temos, jamais se apaguem das nossas lembranças e que sirva sempre de referência para a nossa vida.

PS: Essa coluna é dedicada ao Guilherme Pinto e seu pai Marcos Pinto.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

iiGGOOrr: CALENDÁRIO DO AUTOMOBILISMO BRASILEIRO 2008

Foi divulgado no último dia 19/01 pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), o calendário 2008 do automobilismo brasileiro. Ainda com algumas indefinições (duas provas nos calendários da Stock Car V8, Stock Light, Stock Jr., Pick-Up Racing, GT3 e Trofeo Maserati), em parte devido às duvidas sobre o futuro do Autódromo de Jacarepaguá que será demolido pela Prefeitura (com a concordância da própria CBA após promessa do COB em construir um novo autódromo na cidade), em prol da candidatura do Rio de Janeiro às Olimpíadas de 2016.

A antiga Fórmula Renault (disputada até 2006), volta em 2008 rebatizada como “F-Brasil 2000”. O calendário da Porsche Cup não foi divulgado. As demais categorias nacionais serão: Fórmula Truck, Stock Car V8, Stock Light, Stock Jr., Pick-Up Racing, GT3 Brasil, Trofeo Maserati, Copa Clio, Marcas & Pilotos e Endurance.

Sobre as categorias internacionais que serão disputadas em solo brasileiro, os destaques principais ficam para a prova de abertura da temporada do WTCC em Curitiba e a prova de encerramento da temporada de Fórmula 1 em São Paulo. Até o momento, o calendário da F-3 Sul-Americana ainda não foi divulgado, bem como a confirmação da data das Mil Milhas Brasil, que em 2007 integrou o calendário da Le Mans Series. E continuam os esforços de Emerson Fittipaldi para viabilizar uma etapa brasileira da A1-GP no calendário 2008/2009, provavelmente em Brasília. Para 2009, há também a possibilidade da realização e uma etapa da Champ Car (antiga Fórmula Mundial) em Goiânia.

I GGOO? WE GGOO? Programe-se!
Abaixo as datas das provas em cada autódromo, sempre sujeita a alterações:

CORRIDAS EM SÃO PAULO:
Autódromo José Carlos Pace (Interlagos)

06/04 – Fórmula Truck (a confirmar, devido à limitação de veículos com peso máximo de 1.400kg sobre o asfalto construído para a Fórmula 1)
13/04 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr. / Pick-Up Racing
15/06 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
11/05 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
13/07 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
02/08 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
31/10 a 02/11 – FÓRMULA 1
07/12 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr. / Pick-Up Racing
14/12 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos

CORRIDAS NO RIO DE JANEIRO*:
Autódromo Internacional Nelson Piquet (Jacarepaguá)
* se o COB e a Prefeitura não o destruírem antes
06/07 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
03/08 – Fórmula Truck
07/09 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati

CORRIDAS NO PARANÁ:
Autódromo Internacional de Curitiba (Pinhais)
29/02 a 02/03 – FIA WTCC

09/03 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos
06/04 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
18/05 – Stock Car V8 / Stock Jr. / Pick-Up Racing
28/09 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
12/10 – Fórmula Truck
Autódromo Internacional Ayrton Senna (Londrina)
10/08 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
13/09 – Stock Car V8 / Stock Jr. / Pick-Up Racing
09/11 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance

CORRIDAS NO RIO GRANDE DO SUL:
Autódromo Internacional de Tarumã (Viamão)
20/04 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
12/10 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
09/11 – Fórmula Truck
23/11 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr. / Pick-Up Racing
Autódromo Internacional de Guaporé
02/03 – Fórmula Truck
21/09 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
Autódromo de Santa Cruz do Sul
21/06 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr. / Pick-Up Racing

CORRIDAS NO CENTRO-OESTE:
Autódromo Internacional Nelson Piquet (Brasília/DF)
03/05 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
07/12 – Fórmula Truck
Autódromo Internacional de Goiânia (GO)
15/06 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
06/07 – Fórmula Truck
Autódromo Internacional de Campo Grande (MS)
05/07 – Stock Car V8 / Stock Jr. / Pick-Up Racing
14/09 – Fórmula Truck

CORRIDAS NO NORDESTE E ESPÍRITO SANTO:
Autódromo Virgílio Távora (Eusébio/CE)
11/05 – Fórmula Truck
17/08 – Pick-Up Racing
Autódromo de Caruaru Ayrton Senna (Caruaru/PE)
01/06 – Fórmula Truck
Circuito Urbano da Enseada do Suá (Vitória/ES)
07/09 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos

CORRIDAS COM LOCAL A DEFINIR:
09/06 – Pick-Up Racing
31/08 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
19/10 – Pick-Up Racing
09/11 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
30/11 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
14/12 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati