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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

10 corridas sensacionais de 2012*

* Publicado no site Autoracing


A temporada de 2012 da Formula 1 foi espetacular, mas nem só de F1 vive o fã de automobilismo no Autoracing. Tivemos muitas corridas excelentes em outras categorias

Abaixo você verá uma seleção de 10 grandes corridas em outras categorias que, se você não viu, veja agora alguns de seus melhores momentos!

Auto GP Marrocos – corrida 1
O destaque dessa corrida foi uma batalha roda-a-roda emocionante entre Sergio Campana e Adrian Quiafe-Hobbes.




Superstars – corrida 1 em Mugello
Melhores momentos de uma corrida selvagem desde o início. Destaque da batalha entre Johnny Herbert e Andrea Larini



Formula Indy – GP de Fontana
A corrida final da temporada numa das pistas mais rápidas do mundo.



F3 Europeia Open – Spa-Francorchamps corrida 1
A série F3 European Open pode não ser o mais prestigiado dos campeonatos de Formula 3, mas produziu uma das melhores corridas de 2012 no fabuloso circuito de Spa-Francorchamps.

Gianmarco Raimondo teve uma vitória apertada sobre Mans Grenhagen após uma batalha frenética ao redor do circuito clássico belga.


Watch live streaming video from gtopen at livestream.com


GP2 Valencia Sprint Race
Veja as últimas voltas com uma performance inesquecível do brasileiro Luiz Razia, que fez uma dupla ultrapassagem por fora para vencer!



DTM em Norising
Numa das pistas mais clássicas do DTM, Jamie Green ultrapassa Bruno Spengler e Martin Tomcyk para vencer na última curva.



ALMS em Elkhart Lake
Na mais bela pista dos Estados Unidos, só comparável a Spa-Francorchamps, a batalha final entre Guy Smith e Lucas Luhr foi antológica. Após 4 horas de corrida, Lucas Luhr, que recuperou 4 voltas de atraso devido a um vazamento de água no início da corrida, chega roda-a-roda na última curva. A diferença entre eles na linha de chegada foi de 0,1s.



GP3 em Monza – corrida 2
O resultado do campeonato da GP3 trocou de mãos durante a corrida em Monza. O confronto foi tão intenso que não havia tempo para piscar. Mitch Evans tinha uma vantagem de 14 pontos antes da corrida, mas alinhou em último no grid, enquanto o rival Daniel Abt largou em oitavo.

Evans fez uma tentativa corajosa para avançar no grid, mas quando ele saiu da pista nas curvas de Lesmo e Abt assumiu a liderança, parecia que o campeonato estava perdido.

Então veio a recompensa. Tio Ellinas ultrapassou Abt para vencer – e enviou do campeonato de volta para o piloto da Arden.



Formula Renault 3.5 em Barcelona – corrida 2
Última corrida para decidir o título, mas este transbordou em um confronto polêmico entre dois pilotos.

Robin Frijns, Jules Bianchi e Sam Bird foram todos para a última corrida no Circuito da Catalunha, com chances de vencer o título. Com Frijns segurando Bianchi após os pit stops obrigatórios, parecia que o resultado tinha sido resolvido.

Então Bianchi conseguiu ultrapassar Frijns no final da reta, mas Frijns retaliou logo em seguida e eles se tocaram. Bianchi saiu da pista e bateu. A ultrapassagem de Frijns sobre Bianchi foi considerada muito “otimista” pelos fiscais, que puniram Frijns com acréscimo em seu tempo final de corrida. Mesmo assim, com Bird conseguindo apenas o sétimo lugar, Frijns foi o campeão.

Enquanto isso, o impressionante português Antonio Felix da Costa contabilizou mais uma vitória em seu currículo.



500 Milhas de Indianapolis
Havia um ar sombrio quando a Indy voltou a Indianápolis para 96ª edição de uma das maiores corridas do esporte a motor. O vencedor do ano passado, Dan Wheldon, que tragicamente perdeu a vida em um acidente em Las Vegas em outubro de 2011, foi homenageado durante o evento.

Dario Franchitti sofreu um revés no início da corrida e caiu para o último lugar, o que foi um prelúdio para um desempenho que seu amigo Wheldon teria ficado orgulhoso.

Ao contrário das previsões, os pilotos com motor Honda – como Franchitti – estavam fortes durante a corrida. Franchitti encostou no companheiro de equipe Scott Dixon. Atrás deles havia outro piloto Honda querendo a liderança: o ex-piloto de F1 Takuma Sato.

Com duas voltas para o final Franchitti mergulhou por dentro de Dixon na curva 1 e Sato o seguiu, o que deixou Dixon em terceiro. Começando a volta final, Sato ainda estava perto de Franchitti e tentou repetir a ultrapassagem sobre Dixon.

Mas o carro de Sato perdeu aderência e ele foi para o muro. De alguma forma Franchitti conseguiu se desvenciliar do acidente e, pelo segundo ano consecutivo, a Indy 500 foi decidida por um acidente dramático na última volta.

A corrida, que teve um número recorde de mudanças na liderança, terminou com Franchitti coroado pela terceira vez como o vencedor da Indy 500.



terça-feira, 28 de setembro de 2010

SERÁ QUE VOCÊ CONSEGUIRIA GUIAR UM CARRO DE F1?

Mais uma excelente matéria do programa inglês "TOP GEAR", dessa vez desafiando um de seus apresentadores (Richard Hammond) a completar apenas duas voltas guiando o Renault R25, carro com o qual Fernando Alonso conquistou seu primeiro título na Fórmula 1, em 2005.

Para ir se adaptando à potência da máquina, o apresentador testou antes um modelo da Fórmula Renault e depois um carro da World Series. É impressionante a dificuldade que um "simples mortal" como nós enfrenta para guiar essas máquinas. Confira o vídeo, dividido em duas partes e com legendas em português, vale a pena:


sábado, 8 de agosto de 2009

DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO

Dezembro de 2002, Revista Racing:

quinta-feira, 12 de março de 2009

CASCOS

E no post de hoje o desenho simples e eficiente de Nelsinho Piquet!
Apesar de gostar mais do modelo cromado e vermelho, esse aí é bacana também!




C YA!!!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

"PERDI PARA O KUBICA"

Lembram-se desta história?

Pois bem, o Red Bulletin (jornal oficioso da stock car) publicou o outro lado da história, entrevistando os pilotos envolvidos. Simplesmente demais.

Ninguém poderia imaginar, mas um polonês feio e narigudo, convidado despretensiosamente para participar da etapa de encerramento da primeira temporada da extinta Fórmula Renault Brasileira - em 2002, em Interlagos - seria o único piloto da categoria a chegar à Fórmula 1, pelo menos por enquanto. Mas só não enxergou o talento dele quem não quis. Robert Kubica foi o mais rápido em todos os treinos livres, fez a pole position e ganhou a corrida com mais de dez segundos de vantagem sobre o segundo colocado, Marcos Gomes - um dos três pilotos da Stock Car que estavam naquele grid em que o sonho de correr na Fórmula 1 ainda era igual para todo mundo.

"Sabia que ele andaria bem, porque já estava em seu segundo ano na categoria, mas não esperava tanto assim", reconhece o piloto da Medley-A.Mattheis, que foi na onda divertida do pai, Paulão, e apelidou o simpático polonês publicamente de Padre Marcelo Rossi. Mais em função do nariz avantajado que da religiosidade, diga-se. "Ele pegou a mão da pista rapidamente, não foi tão superior na classificação, mas na corrida acabou abrindo muito porque eu e o (Sergio) Jimenez estávamos brigando bastante pela segunda posição", lembra. Além dele, estavam naquela corrida Daniel Serra e Allam Khodair. Que também reconheceram a velocidade do polonês logo de cara."Deu para ver que era um piloto muito rápido. Mas é claro que não dava para saber que seria um grande nome da Fórmula 1", revela Serrinha. Para ele, a superioridade do adversário não foi apenas em função do talento natural. "Além de ser ótimo piloto, ele estava no segundo ano de F-Renault, tinha feito milhares de quilômetros de treinos com vários jogos de pneu. A experiência era muito maior do que a de qualquer um no grid", analisa, lembrando que os testes eram proibidos para quem corria no Brasil. Daniel Serra fala com boa base porque em 2005, quando foi correr na Europa, pôde analisar o desempenho de Robert Kubica um pouquinho mais de perto.

E o que mais surpreendeu o piloto da Red Bull Racing não foi nenhuma característica técnica do polonês. "Estávamos sempre na mesma pista, nunca chegamos a conversar, mas nos cumprimentávamos. No ano seguinte, ele chegou à Fórmula 1. Na corrida do Brasil, quando os pilotos estavam voltando da apresentação na pista, ele saiu do meio de todos e veio falar comigo, perguntar como eu estava. Achei uma atitude legal e humilde", conta. A postura tranqüila é uma característica de Robert Kubica. Não por acaso elogiada pelos três pilotos da Stock Car que tiveram contato com ele em Interlagos. E que por força do destino não vão enfrentá-lo na Fórmula 1.

Allam Khodair, que não chegou a completar aquela corrida, reconhece toda a habilidade de Robert Kubica, mas acha que a diferença imposta ao segundo colocado foi apenas circunstancial. "Se você voltar a fita ele foi superior sim, mas na classificação foi somente um ou dois décimos mais rápido. Na corrida ele abriu porque a briga pelo segundo lugar era forte. O Marquinhos segurou o Jimenez a prova inteira e deu essa falsa impressão de muita diferença, mas não foi", lembra. "Aconteceu a mesma coisa comigo na primeira corrida do ano seguinte. Teve uma briga pelo segundo lugar e eu abri 29 segundos para o segundo! Mais do que ele conseguiu", conclui.Mas quem, naquele grid de Marcos Gomes, Daniel Serra e Allam Khodair, reúne maiores chances de cruzar novamente o caminho de Robert Kubica? Nesta questão, eles são unânimes. "O único que tem chances e já chegou lá é o Lucas Di Grassi. Os outros estão bem em outras categorias", comenta Marquinhos. "Quem está mais perto disso hoje é o Di Grassi. Nós nos conhecemos e torço para que ele consiga chegar", conclui Serrinha. "Os demais tomaram rumos diferentes e já é tarde para chegar à F-1", acredita Khodair. Apesar dos caminhos diferentes, fica claro, pela forma como tocam no assunto, que os pilotos da Stock Car sentem-se realizados profissionalmente, mesmo distantes do rival que um dia dividiu com eles um grid de Fórmula Renault.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

DESAFIO DO ROQUE



Identifique qual(is) destes pilotos estão hoje na Fórmula 1, informando o nº do carro em que pilotava na Fórmula Renault (foto) e sua equipe atual na Fórmula 1.

sexta-feira, 7 de março de 2008

COLUNA DO ROQUE: AS REALIDADES...

No último final de semana se iniciaram oficialmente as atividades automobilismo internacional. Em Curitiba, o WTTC deu um show de competência, de disputa e principalmente uma grande lição para os dirigentes daqui.

É possível fazer um campeonato multi-marcas, com carros de verdade e ter disputas equilibradíssimas. Seat, BMW, Chevrolet e até a Lada (para alegria de Flávio Gomes) disputam o campeonato que são disputados palmo a palmo e possuem inúmeras possibilidades para os pilotos. O clima é descontraído, existe uma certa nostalgia no ar. Pilotos de turismo se encontram com ex-pilotos de Fórmula 1 para o que parece ser, além da corrida propriamente dita, uma grande confraternização.

Já pelos lados de cá, na mesma pista de Curitiba ocorreram as provas da F-Brasil (campeonato criado com os restos de Formula Renault) e do Brasileiro de Marcas e Pilotos. Ao todo (nas duas categorias) participaram 14 carros (6 na F-Brasil e 8 no campeonato de "marcas" e pilotos, sendo 3 carros emprestados por uma escola de pilotagem). A culpa para este número enorme de participantes, segundo o nosso inestimável presidente da CBA, é das próprias equipes a quem chama de rídiculas e despreparadas (?!).

Pois é, diante dos olhos do mundo, demonstramos a nossa incapacidade de se fazer algo decente, algo direito e com participação efetiva de todos os públicos (pilotos, equipes, patrocinadores e principalmente o público). Está na hora de alguma coisa mudar. Ou a CBA, enfim realiza sua atividades de fomento ao automobilismo, ou toda a nossa história se resumirá em conquistas e doces lembranças. E isso, para um país 8 vezes campeão do mundo de Formula 1, Campeão da Formula Indy, tantas vezes vencedores das 500 milhas de Indianápolis e de tantas outras corridas importantes, é inaceitável.

No mesmo domingo, a Fórmula Truck levou o seu show para Guaporé e disputou uma corrida ora no seco, ora no molhado que foi emocionante, cheio de toques e enfim, disputada. Porém após a corrida, a Truck perdeu o seu showman, idealizador e promotor que, acima de tudo e todos, superou todas as dificuldades impostas pela CBA, conseguiu fazer com que a Truck chamasse a aatenção e desse show. Espero que este show continue após a perda de seu front man. À família de Aurélio Batista Félix, os sentimentos da família GGOO com muito pesar.

E enquanto isso a vida segue e o show precisa continuar...

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

iiGGOOrr: CALENDÁRIO DO AUTOMOBILISMO BRASILEIRO 2008

Foi divulgado no último dia 19/01 pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), o calendário 2008 do automobilismo brasileiro. Ainda com algumas indefinições (duas provas nos calendários da Stock Car V8, Stock Light, Stock Jr., Pick-Up Racing, GT3 e Trofeo Maserati), em parte devido às duvidas sobre o futuro do Autódromo de Jacarepaguá que será demolido pela Prefeitura (com a concordância da própria CBA após promessa do COB em construir um novo autódromo na cidade), em prol da candidatura do Rio de Janeiro às Olimpíadas de 2016.

A antiga Fórmula Renault (disputada até 2006), volta em 2008 rebatizada como “F-Brasil 2000”. O calendário da Porsche Cup não foi divulgado. As demais categorias nacionais serão: Fórmula Truck, Stock Car V8, Stock Light, Stock Jr., Pick-Up Racing, GT3 Brasil, Trofeo Maserati, Copa Clio, Marcas & Pilotos e Endurance.

Sobre as categorias internacionais que serão disputadas em solo brasileiro, os destaques principais ficam para a prova de abertura da temporada do WTCC em Curitiba e a prova de encerramento da temporada de Fórmula 1 em São Paulo. Até o momento, o calendário da F-3 Sul-Americana ainda não foi divulgado, bem como a confirmação da data das Mil Milhas Brasil, que em 2007 integrou o calendário da Le Mans Series. E continuam os esforços de Emerson Fittipaldi para viabilizar uma etapa brasileira da A1-GP no calendário 2008/2009, provavelmente em Brasília. Para 2009, há também a possibilidade da realização e uma etapa da Champ Car (antiga Fórmula Mundial) em Goiânia.

I GGOO? WE GGOO? Programe-se!
Abaixo as datas das provas em cada autódromo, sempre sujeita a alterações:

CORRIDAS EM SÃO PAULO:
Autódromo José Carlos Pace (Interlagos)

06/04 – Fórmula Truck (a confirmar, devido à limitação de veículos com peso máximo de 1.400kg sobre o asfalto construído para a Fórmula 1)
13/04 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr. / Pick-Up Racing
15/06 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
11/05 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
13/07 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
02/08 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
31/10 a 02/11 – FÓRMULA 1
07/12 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr. / Pick-Up Racing
14/12 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos

CORRIDAS NO RIO DE JANEIRO*:
Autódromo Internacional Nelson Piquet (Jacarepaguá)
* se o COB e a Prefeitura não o destruírem antes
06/07 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
03/08 – Fórmula Truck
07/09 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati

CORRIDAS NO PARANÁ:
Autódromo Internacional de Curitiba (Pinhais)
29/02 a 02/03 – FIA WTCC

09/03 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos
06/04 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
18/05 – Stock Car V8 / Stock Jr. / Pick-Up Racing
28/09 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
12/10 – Fórmula Truck
Autódromo Internacional Ayrton Senna (Londrina)
10/08 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
13/09 – Stock Car V8 / Stock Jr. / Pick-Up Racing
09/11 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance

CORRIDAS NO RIO GRANDE DO SUL:
Autódromo Internacional de Tarumã (Viamão)
20/04 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
12/10 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
09/11 – Fórmula Truck
23/11 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr. / Pick-Up Racing
Autódromo Internacional de Guaporé
02/03 – Fórmula Truck
21/09 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos / Endurance
Autódromo de Santa Cruz do Sul
21/06 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr. / Pick-Up Racing

CORRIDAS NO CENTRO-OESTE:
Autódromo Internacional Nelson Piquet (Brasília/DF)
03/05 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
07/12 – Fórmula Truck
Autódromo Internacional de Goiânia (GO)
15/06 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
06/07 – Fórmula Truck
Autódromo Internacional de Campo Grande (MS)
05/07 – Stock Car V8 / Stock Jr. / Pick-Up Racing
14/09 – Fórmula Truck

CORRIDAS NO NORDESTE E ESPÍRITO SANTO:
Autódromo Virgílio Távora (Eusébio/CE)
11/05 – Fórmula Truck
17/08 – Pick-Up Racing
Autódromo de Caruaru Ayrton Senna (Caruaru/PE)
01/06 – Fórmula Truck
Circuito Urbano da Enseada do Suá (Vitória/ES)
07/09 – Copa Clio / F-Brasil 2.0 / Marcas & Pilotos

CORRIDAS COM LOCAL A DEFINIR:
09/06 – Pick-Up Racing
31/08 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
19/10 – Pick-Up Racing
09/11 – Stock Car V8 / Stock Light / Stock Jr.
30/11 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati
14/12 – GT3 Brasil / Trofeo Maserati

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

MÁQUINA DO TEMPO: Fórmula Renault 2002

Quente. Esse foi o clima dentro e fora das pistas do Autódromo de Interlagos durante as decisões da Copa Clio e da Fórmula Renault 2002. As provas ocorreram no domingo à tarde sob um sol escaldante e muita emoção.




Os primeiros carros que entraram na pista não fizeram uma corrida de verdade, foi apenas uma simulação que contou com a participação de quatro pilotos profissionais e quatro "sortudos" passageiros. A revista Racing e o Portal Carro Online sortearam centenas de ingressos para o GP e entre eles quatro leitores foram "premiados" para dar umas "voltinhas" nos carros da Copa Clio.




Augusto Roque, Fábio Uteschek de Oliveira, Thiago Crivelli Nunes e Leonardo Pecora não conseguiram esconder a emoção de correr nas pistas de Interlagos.







Segundo Roque, que ficou em 1º lugar na "prova", a experiência foi inesquecível.


Depois da "brincadeira" começou a corrida de verdade. O campeão da Copa Clio foi André Bragantini, que venceu a última etapa, em Interlagos, mas o título ficou mesmo com Luís Carreira Júnior, que se classificou em 2º lugar na prova (Luís Frediani foi 3º). Na classificação geral, Carreira Júnior ficou com 132 pontos, Bragantini, com 122, Elias Nascimento, com 101, e Fábio Carreira, com 97.


Mas a prova mais esperada do dia foi a conquistada pelo paulista Sérgio Jimenez, que se consagrou como o primeiro campeão da F-Renault brasileira. Ele garantiu o campeonato ao chegar em 2º lugar. Com o resultado, Jimenez, de 18 anos, superou os favoritos Lucas Di Grassi e Allam Khodair, também paulistas, que começaram a corrida com 13 pontos a mais que ele na classificação. No entanto, com o abandono de Khodair e o 10º lugar de Di Grassi, o piloto da equipe Bassani Racing assegurou a conquista histórica.


No domingo, na pista, Jimenez, na realidade, ficou em 3º lugar. A vitória foi do polonês Robert Kubica, com Marcos Gomes, piloto paulista, em 2º lugar. No entanto, Kubica não tem o resultado computado para a classificação, por ser convidado. Assim, Gomes ficou com os 30 pontos atribuídos ao vencedor e Jimenez com os 25 do 2º lugar (já havia ganho um pela pole, apesar de se colocar em 2º lugar no grid), o que foi suficiente para lhe dar o título. Num campeonato que teve muito equilíbrio, Jimenez foi campeão em função de se manter regular. Ele não venceu nenhuma corrida. Mas pontuou em 8 das 10 etapas e teve três segundas colocações e duas terceiras como seus melhores resultados.


Na largada, Jimenez não saiu bem e perdeu a 2ª posição para Gomes, 3º no grid. Depois, na maioria das 17 voltas da corrida, tentou recuperar o posto, arriscando demais algumas vezes na entrada do "S" do Senna, até que se convenceu que ficar onde estava já lhe daria o título. Enquanto isso, Kubica ficava sozinho na frente. Ele venceu a prova com 12s244 de vantagem para Gomes. Mas o que o polonês fazia parecia não importar a Jimenez. O campeonato terminou com Jimenez com 144 pontos, Di Grassi com 137, Khodair com 133 e Gomes com 119.


Haja coração!!!

Depois de 5 anos, será que algum destes pilotos vingou???