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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

BOMBA: O NOVO PILOTO DA FERRARI SERÁ...

Os últimos dias foram de extrema agitação no mundo da F-1. Agitados e decepcionados com o desempenho do italiano Luca Badoer (ou segundo o Galvão, Luca How Bad you are), uma onda de boatos e candidatos sugiram querendo uma vaga no cobiçado carro de Felipe Massa.

Os bastidores desta história são de arrepiar e pude, nos últimos dias acompanhar bem o desenrolar desta história junto a alguns representantes da equipe italiana.

Conversas, pressões de empresários, e percepções a parte, a Ferrari decidiu, enfim, inovar na escolha de seus pilotos.

Considerou Badoer, mas ele não correspondeu.
Fisichella se ofereceu, mas para a cúpula ele é considerado velho demais. Schumacher, com dor no pescoço, desta vez amarelou.
Buscava-se um jovem, com garra, talento e no máximo 24 anos.

Dando início a um processo altamente criterioso, foram deixados de lados os métodos de avaliação tradicionais e buscou-se perfil em sites de relacionamento e blogs.

E para surpresa de todos o escolhido, em primeira mão divulgado por aqui, para pilotar o carro nº 3 será ninguém menos do que o piloto do GGOO car, Rodrigo Moconauta!

Pesou na escolha o fato dele correr bem (nos simuladores) e, principalmente, o fato de morar no bairro mais italiano de São Paulo, a Mooca, meu!

Para ficar apto em sua forma física e técnica, dizem até (uma mosca me contou)que ele já andou treinando de Kart estes dias em Interlagos.

Moconauta, boa sorte e bons resultados.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

40 ANOS DEPOIS DO HOMEM NA LUA, PISAMOS NA "NOSSA" LUA

20 de julho de 1969:
"Um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade."


A famosa frase do astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, exemplifica bem o tamanho da conquista coletiva, um objetivo havia sido atingido, um sonho alcançado!

Acho que todos nós temos nossas "luas individuais", as quais buscamos "pisar" durante a vida. Por mais que algumas dessas luas nos pareçam tão distantes, somos astronautas sempre viajando, algumas vezes sem sair do lugar.


19 de julho de 2009:
Não foi apenas um passo e sim muitos, que não significaram nada para a humanidade.

Mas para aqueles "astronautas" (Marcos, Carolina, Gui, Fernanda, Lucy e Igor) foram momentos únicos. Horas antes, o contato com os habitantes da famosa lua (pilotos e ex-pilotos, alguns de renome universal) só aumentou a vontade de completar logo aquela missão.

Finalmente pisar no solo asfáltico da "Lua Interlagos" com seu famoso clima gélido e úmido para depois dar uma volta ao redor de sua órbita à bordo da "TruckNave" foi especial até mesmo para aqueles astronautas que os acompanhavam na missão e que já haviam conquistado o mesmo terreno em outras oportunidades (Augusto e Augusto, os Roques).

"Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu..."
(David Bowie - O Astronauta de Mármore)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

COLUNA DO ROQUE: SONHOS DE UM CAMPEONATO PERFEITO - INDIANÁPOLIS

Após 3 semanas de descanso, a F-1 voltava à ativa em terras americanas. O palco escolhido era Indianápolis e a festa começava uma semana antes da corrida com muita animação, trailers, cerveja, churrasco e várias atrações para o público que dormia nas barracas e nos traillers nos gramados próximos as arquibancadas.

Ao contrário de Interlagos, primeira prova da temporada, Indianápolis exigia uma atenção especial, a pista era oval e qualquer errinho era muro na certa. Os pilotos demonstravam apreensão...Emerson Fittipaldi e Jackie Stewart eram contra a corrida, movimento logo depois apoiado por Nelson Piquet, Berger e Ingo Hoffman. Eles conversavam com os pilotos, boatos de que haveria greve, logo desmentida por Gilles Villeneuve e Ayrton Senna.

As equipes reclamavam dos pneus, os pilotos da segurança e o público vaiava-os a cada movimento. Era claro o sinal de descontentamento quando os carros foram para a pista nos primeiros treinos livres.

Porém as reclamações se dissiparam e logo os pilotos, públicos e equipes já estavam sorrindo e bolando estratégias para a mais oval das corridas. Logo chegaria sábado e tudo deveria estar perfeitamente redondo.

No sábado, Gilles Villeneuve voa pela pista, Martini surpreendentemente vem logo atrás, os brasileiros vão mal e estão, até o momento posicionados na parte de trás do grid, junto com Alain Prost. Faltam 3 minutos para o final, agito nos boxes da Mclaren, Senna sai para a sua última volta...ele faz uam rápida volta de aquecimento, o tempo está acabando, 10 segundos para o final e ele inicia a entrada da última curva...3, 2, 1 segundo e Senna passa abrindo sua volta. Todos prendem a respiração, curvas 1 e 2, o carro de lado, reta oposta, curvas 3 e 4 quase raspando no muro, 40, 41, 42...43.323 e é Pole Positon Ayrton Senna, deixando todos boquiabertos.

No Brasil fogos são ouvidos, alegria geral, com direito a berros de emoção do locutor oficial da TV que transmite os GPs para esta terra brasilis...foi na raça, no braço e no sufoco, mas ele estava denovo na posição de honra: A posição de número 1.

O resto do dia foi de descanso para todos, menos para Arnoux que bateu o seu carro e agora ajudava os mecânicos a remonta-lo, tendo que ouvir e aguentar as brincadeiras dos demais pilotos que estavam nos pits. Barrichello foi jogar golf com Alonso e Mario Andretti, para relaxar.

No domingo o dia amanheceu nublado para desespero de todos. A chuva chegara como um dilúvio. Chuva sem parar, como nunca antes havia se visto. A corrida é transferida para segunda feira.

Segunda feira a chuva continua de forma intensa, ruas começam a transbordar e o estado de calamidade pública é levantado em Indianápolis.

Os pilotos assim, preferem cancelar a corrida. A classificação da prova se dará pela classificação. Renê Arnoux lamenta e chora...Senna vence, a corrida mais fácil (e molhada) da sua vida.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

COLUNA DO ROQUE: SONHOS DE UM CAMPEONATO PERFEITO - INTERLAGOS (VELHO)

29 de janeiro, uma data sem motivos de comemoração aparente para alguns, motivo de festa para milhares de pessoas que se encontravam em Interlagos naquele dia quente.

Passados 3 dias entre barracas, mato não carpido, comida fria e muita diversão o povo se reunia no final do retão fazendo um barulho ensurdecedor e animando todos que estavam com sono.

Começava a temporada dos sonhos. O campeonato perfeito, em uma das pistas mais seletivas do mundial: Interlagos. Com suas curvas, retas, subidas e descidas desafiava o brio dos pilotos pelas melhores voltas.

A disputa começou quente pela pole position entre a dupla da Lotus: Jim Clark e Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna na Mclaren e Ingo Hoffman na Fittipaldi, o que não era surpresa para a multidão. Os favoritos do público estavam disputando as melhores posições. No final do treino, pelos gritos da multidão, a pole ficou com Ayrton Senna, com Emerson Fittipaldi em segundo e Ingor Hoffman em terceiro. A festa estava preparada.

No meio do pelotão outras disputas interessantes entre Schumacher, Villeneuve, Alonso, Mansell e Barrichello. O final do grid era disputado volta a volta entre Boutsen, Martini e Damon Hill, cabendo ao piloto italiano a honrosa última posição.

A corrida seria longa e desgastante. Foram programadas 72 voltas, quase duas horas de corrida, um desafio físico para pilotos e equipamentos.

Enquanto não chega a hora da largada alguns pilotos estão tensos, outros muito descontraídos. Peterson brincava com todos, acompanhado de Villeneuve e Martini. Prost, o mais sisudo de todos, ficava só olhando, emburrado.

É hora de largar. A esquadrilha da fumaça passa sobre o autódromo com o aviso de ligar os motores. A platéia vibra, os motores são acionados, a partir de agora todos os olhos do mundo estão voltados para a pista.

Os carros alinham. Sinal vermelho. Sinal verde. Eles partem levantando muita fumaça. Na entrada da curva 1, Senna permanece em primeiro, com Ingo em segundo, Emerson em terceiro, Prost em quarto, Alonso em quinto, Barrichello em sexto, Mansell em sétimo, Schumacher em 8º, Stewart em 9º e Piquet em 10º. Villeneuve passa direto entre a curva um e a dois e bate, levando consigo Christian Fittipaldi.

As voltas são completadas e a disputa pelo primeiro lugar fica embolada. Senna tem problemas de câmbio após 20 voltas, mas se mantém na frente. Ingo, ao tentar se aproximar de Senna erra na curva três e deixa Schumacher passar. O alemão vinha assumindo riscos desnecessários, mas era recompensado com grandes ultrapassagens. Prost vinha em quarto e Emerson em quinto.

Vigésima segunda volta, começam as paradas nos boxes. Senna é o primeiro. Seu carro fica parado ao sairo, engasga, os mecânicos empurram e depois de um longo tempo ele volta. Parece que seu problema é na primeira marcha. Logo em seguida vem Schumacher que faz um pit stop perfeito, mas é atrapalhado ao sair dos boxes com a chegada do carro de Moreno. Os dois quase batem, mas o alemão volta em terceiro atrás de Prost e Emerson que não pararam. Em quinto vem Piquet, em sexto Senna e em sétimo Jackie Stewart.

Mais vinte voltas são completadas, Senna começa a recuperação. Ultrapassa Piquet e se aproxima perigosamente de Emerson que havia parado um pouco antes. Schumacher é o líder, com Prost em segundo.

O calor começa a fazer suas vítimas e o primeiro carro a abandonar por falha mecânica é justamente a Ferrari de Schumacher, na subida da junção. A torcida vibra e começa, a cada instante a secar Alain Prost, que já não tem o mesmo rendimento. Senna, com problemas de câmbio cada vez mais crônicos consegue se aproximar. Mas é cada vez mais pressionado por Fittipaldi.

Faltam 10 voltas. Os pneus parecem que não vão aguentar. Muitos carros se arrastam na pista. Emerson passa Senna. Faltam 2 voltas. Apreensão no ar. A diferença para Prost é de 15 segundos. Começa a última volta. Um sinal, uma fumaça e o motor de Prost não aguenta.

Mesmo assim ele vai levando o carro até onde dá. Ele se aproxima da junção, Emerson encosta. Começa a subida da reta dos boxes, o carro de Prost vai lento, Emerson espera, tem paciência. Na curva do café o carro do piloto francês para de vez. Emerson passa e ganha a corrida. Senna, se arrastando, completa em segundo. Festa na torcida. Clark completa o pódio.

Depois deste dia, Interlagos nunca mais vai ser a mesma...sempre, quem esteve lá, se lembrará como um dia dos mais emocionantes da história da F-1. Começava, disputado, aquele que seria o campeonato perfeito.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

COLUNA DO ROQUE: SONHOS DE UM CAMPEONATO PERFEITO

Um campeonato perfeito é composto por aquelas melhores equipes, que contém os melhores pilotos e correm nas melhores pistas. Uma equação difícil de se fazer, afinal todos tem seus pilotos favoritos e são, ainda bem, discordantes uns aos outros.

No meu campeonato perfeito, participariam as seguintes equipes e pilotos:

Ferrari - Michael Schumacher/ Gilles Villeneuve
Mclaren - Ayrton Senna/ Alain Prost
Williams - Nelson Piquet/ Niguel Mansell
Lotus - Jim Clark/ Emerson Fittipaldi
Brabham - José Carlos Pace/ Carlos Reuteman
Mercedes - J. M. Fangio/ Lewis Hamilton
Renault - Fernando Alonso/ Renê Arnoux
Ligier - Laffite/ Mario Andretti
Tyrrell - Roberto Moreno/ Ronnie Peterson
Minardi - Christian Fittipaldi/ Perluigi Martini
Arrows - Damon Hill/ Gehard Berger
Jordan - Thierry Boutsen/ Kimi Raikkonen
Stewart - Felipe Massa/ Jackie Stewart
Fittipaldi - Rubens Barrichello/ Ingo Hoffman

A pontuação seria para os 6 primeiros e valeria: 10, 6, 4, 3, 2, 1.

E teria as seguintes pistas, com um os respectivos vencedores:

Interlagos (velho)

Indianapolis

Kayalami

A1 Ring

Spa

Hockenhein (velho)

Silverstone (velho)

Monaco

Paul Ricard:
Dijon
Monza
Estoril
Jerez
Nurburgring (velho)
Suzuka
Adelaide

Grandes pistas, grandes pilotos, sem politicagem...e muita emoção.

Na próxima coluna a explicação de cada corrida e o respectivo campeão.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

COLUNA DO ROQUE: UM PINTO, NA FAMÍLIA PINTO

Época de carnaval, tudo fica meio que ao deus dará e o título da nossa coluna semanal parece um samba do crioulo doido.

Mas este Pinto, tão discreto, é tema e objeto para se pensar. Se pensar que tudo na vida acontece por alguma razão e se somos o que desejamos hoje, é porque fomos bem direcionados para tal coisa.

Essa é a história do Pinto, que é um fanático torcedor de Felipe Massa. O mesmo Massa que acompanhou pela TV, durante o ano de 2008 e viu seus pais festejando de alegria ou xingando-o por algum insucesso em uma das corridas.

Ele foi "picado" pelo bichinho da velocidade.

Esse bichinho que um dia também nos picou, passa a ser determinante para os nossos gostos pessoais. Quem de nós, nunca sonhou com um carrão, destes esportivos. Lembro-me que ficava encantado ao ver as revistas que publicavam fotos da Ferrari F-40. Lia, relia, olhava os detalhes. Era um sonho.

E este sonho era complementado com as corridas de Fórmula 1, e consequentemente com as excepcionais vitórias de Nelson Piquet e logo em seguida de Ayrton Senna, que trouxeram para a frente da TV milhões de pessoas e mais do que isso, alimentaram sonhos, que povoavam o imaginatório de cada um e era representado pelos sons de carros fictícios feitos com a boca, pelos desenhos no caderno de português, pelas corridas imaginárias feitas com carrinhos de miniatura, por defender esta paixão junto ao seus primos que nunca entendiam a graça de ver um carro dar trocentas voltas e não sair do lugar, de ir a Interlagos e se deixar levar pelo espírito da competição.

Hoje, o Pinto segue o mesmo caminho. Ele já vai a Interlagos, sonha com as vitórias de Felipe Massa, assiste vidrado as corridas de F-1 e povoa seus sonhos com os novos carros da moda. Para que andar de Uno 1.0, se o mais bonito é o Dodge Viper?

A Família Pinto agora compatilha destes sonhos, que vão passando de pai para filho e, graças a este Pinto, que mesmo sem entender tudo o que se passa em volta, não larga o carrinho da mão e se submete as loucuras da GGOO com o sorriso mais puro de uma criança, nos faz sorrir e recordar de nossos sonhos.

Esse é o futuro, este será o nosso futuro. E que estes sonhos que temos, jamais se apaguem das nossas lembranças e que sirva sempre de referência para a nossa vida.

PS: Essa coluna é dedicada ao Guilherme Pinto e seu pai Marcos Pinto.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

COLUNA DO ROQUE: ATÉ PARECE SONHO...

Revirando as fitas de vídeo lá de casa, acabei encontrando algumas corridas antigas que foram gravadas, na lateral de uma deles estava a inscrição: GP da Austrália, 1985. Curioso que sou, coloquei-a no aparelho e comecei a relembrar de como eram interessantes as disputas entre pilotos, como a pista de Adelaide trazia novos desafios.

Nesta corrida, Ayrton Senna após 2 escapadas de pista, correu sem parte do aerofólio dianteiro por mais de 15 voltas. Será que não é exatamente isso que falta para as atuais corridas? Pilotos com raça e carros menos dependentes da aerodinâmica?

Mais do que isso, será que não faltam pistas desafiadoras, onde o piloto realmente façam a diferença?

Isso me faz sonhar em uma disputa, que pode acontecer com os pilotos de autorama atuais, nas pistas antigas e este sonho seria mais ou menos assim:

"Na pista velha de Interlagos, na pole está Fernando Alonso, ao seu lado está Lewis Hamilton, em terceiro Felipe Massa e em quarto um surpreendente Sebastian Vettel. Apagado como sempre, em quinto sai Kimi Raikkonen, em sexto Nelsinho Piquet, em sétimo Mark Webber e apenas em oitavo Kovalainen.

Ao ser dada a largada, para as 55 voltas da corrida, Alonso assume a ponta, com Massa em segundo, Hamilton em terceiro, Piquet em quarto, Vettel em quinto. Passam pela curva 1, de lado fazem a curva 2, retão...Massa pega o vácuo de Alonso mas não consegue passar, Piquet vem lado a lado com Hamilton, que fecha a porta, mas dá uma bobeada e ao chegar pela primeira vez na Ferradura, Piquet ultrapassa Hamilton que também é ultrapassado por Vettel. Uma disputa interessante entre Raikkonen e o surpreendente Kubica que já havia passado 5 carros desde a largada, acontece pelo sexto lugar

Reta oposta, entrada da longa curva do sol, carros enfileirados, barranco a baixo, chegam na curva do sargento, Massa coloca por dentro e passa Alonso, Kubica faz o mesmo e passa Raikkonen. A torcida vibra, pedaços de papel são jogados na pista, um verdadeiro carnaval toma conta de Interlagos ainda na primeira volta.

Logo em seguida, Laranjinha, Pinheirinho, bico de pato, Junção e completam a primeira volta na seguinte sequencia: Massa, Alonso, Piquet, Vettel, Hamilton, Kubica, Raikkonen, Webber.

No final do retão, Vettel ultrapassa Piquet, e a corrida começa a ganhar contornos mais mornos, sem tantas emoções, na 20 volta começam as paradas de boxes. Massa é o primeiro e a mangueira fica enroscada no bocal, por sorte o homem do pirulito está lá e não deixa ele sair com mangueira e tudo. Alonso faz o seu pit stop e volta para a primeira posição. Massa volta em 4º, com Hamilton grudado.

Após a sessão de paradas de boxes, Alonso lidera, Vettel aparece em segundo, Piquet em terceiro, Massa em quarto e Hamilton está quinto quando o seu motor explode, gerando alegria na torcida que não pára um segundo de cantar.

A luz acende e Massa parte com tudo pra cima de Piquet que sem muitas resistencias o deixa passar.

Alonso, já no final da corrida, começa a diminuir o ritmo, Vettel se aproxima e Massa vêm babando atrás, quando começam a última volta. Massa, no final do retão passa Vettel, e a diferença são de apenas 2 segundos.

Infelizmente não dá para Massa...Alonso ganha, a torcida aplaude, e todos saem elogiando o traçado desafiador de Interlagos, dizendo ser a melhor pista do mundo."

Será que é difícil sonhar assim?

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

COLUNA DO ROQUE: CONCRETIZANDO SONHOS

A nossa vida é sempre baseada em sonhos e atitudes para os realizarmos. Sempre estamos buscando algo que, em um primeiro momento, parece distante, quase impossível de ser realizado, mas estamos lá, na luta, brigando por aquilo que acreditamos, em busca da realização de nossos sonhos.

Nesta semana me recordei de como foram os preparativos para o GP Brasil deste ano. Já mais familiarizado com o pessoal e com as brincadeiras, com um pessoal muito mais amigo do que qualquer outra coisa, estavamos lá diante de um sonho: ir novamente ao GP Brasil com o povo da GGOO.

Para que isso acontecesse, tudo funcionou com base na ajuda dos amigos: a divulgação da abertura de vendas dos ingressos, à compra dos ingressos em Jaboticabal, à discussão de como seriam as camisetas, à busca efetiva de fornecedores, os preparativos para a corrida, o pré-encontro numa pizzaria, as faixas que fizeram o maior sucesso e por fim a corrida que ficará sempre marcada em nossas vidas.

A realização do sonho se fez, e na foto abaixo, mostra como um bando de loucos se mostram humanos, amigos e principalmente solidários. Essa foto mostra a realização de um sonho, que não tem data para terminar e que servirá de referência para outras e outras pessoas.



Mas além da F-1, de assistir a corrida com a galera da GGOO, nós também temos que ter sonhos individuais, que podem e devem ser profissionais, acadêmicos ou pessoais. Um dos meus sonhos pessoais, realizei uma semana depois da corrida: tocar e cantar com o Ultraje a rigor.





Junto com os companheiros da primeira formação do Ultraje (Roger, Maurício e Leospa), pude perceber que, quando há amizade sincera, as coisas fluem de um modo muito mais legal, mesmo quando estamos à tempos sem se encontrar, buscando concretizar os nossos outros sonhos, exatamente os ingredientes que existem na GGOO.

Parafraseando a música Prelúdio, de Raul Seixas: "Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade". Hoje a GGOO é realidade, graças ao sonho de cada um de nós.

Muito obrigado a todos.