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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO?

Dada as declarações e os vídeos apresentados. Vamos analisar atentamente a tal denúncia da "batida" proposital de Nelson Piquet no GP de Cingapura, a mando de Flávio Briatore.

Segundo Luiz Fernando Ramos, "ninguém confirma, mas não há muitas dúvidas que a denúncia partiu da parte do ex-piloto". E ao enfrentar Briatore existem duas possibilidades:

a) Ele nunca mais voltar para a categoria

b) Briatore ter que responder à FIA

Sobre nunca mais correr na categoria, possivelmente isso é improvável, dado a quantidade de novas equipes que debutam o ano que vem. Porém fica a dúvida, será que alguma equipe contrataria alguém que gerou tantos problemas, mas que é relativamente bom?

Agora, a hipótese b é a que, no momento, mais me chama a atenção. Se analisarmos bem, Ron Dennis e Flávio Briatore eram os grandes desafetos de Max Mosley. Desta forma, com a investigação presente, abre-se mais um pressuposto para o italiano deixar a categoria e, possivelmente, a paz reinar novamente.

Uma vez que, usando as palavras do Duff, Montezemolo só encrenca se algo 'prejudicar' a Ferrari, e, em um cenário político, digamos que Briatore é oposição e Montezemolo é PMDB.

Para bom entendedor, meia palavra basta.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

FIA X FOTA: A F-1 PERDE PÚBLICO

Segundo o site Grande Prêmio, a briga política entre a FIA e Fota (Associação de Equipes da F1) causou uma pequena queda no interesse do público na F1. Em uma pesquisa divulgada pela emissora de TV alemã RTL, 18,9% dos ouvidos disseram que perderam vontade de acompanhar a categoria por causa do imbróglio entre Max Mosley e os times.

Ainda assim, a F1 segue com espectadores fiéis. Cerca de 73% das pessoas que participaram da enquete falaram que seu interesse no esporte continua o mesmo, apesar de todas as confusões que aconteceram neste ano.

Será que nem assim percebem que estão levando a F-1 para o buraco?

quarta-feira, 15 de julho de 2009

MOSLEY CONFIRMA SUA SAÍDA!

E a mais longa (e chata) novela da F-1 está chegando ao fim (se o jogo de egos permitir).

Segundo o site Tazio, Max Mosley, para "felicidade" das equipes da F-1, decidiu não mais concorrer à presidência da FIA no final do ano.

Segundo o dirigente, o bom trabalho realizado na F-1 _com o novo Pacto de Concórdia prestes a ser aprovado_ o dá certa tranquilidade para manter a decisão original de deixar o posto de presidente.

A decisão de deixar a FIA estava consolidada nos últimos meses, mas a briga com a Fota (Associação das Equipes de F-1) nos últimos meses fez o inglês afirmar publicamente que se candidataria à reeleição.

"Sinto que preciso trabalhar menos, pois farei 70 no próximo ano. Por isso, agradeço pelas cartas, e-mails e mensagens, mas decidi reconfirmar minha decisão: não serei candidato em outubro", finalizou Mosley.

Enfim, já vai tarde (se realmente for).

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A FÓRMULA 1 NO DIVÃ*

* Por Luis Fernando Ramo, o Ico

Foram meses vivendo um confronto político aborrecido, confuso e cuja
resolução reside apenas nas aparências. Afinal, Max Mosley ainda ameaça
permanecer por mais um mandato na presidência da FIA, o regulamento para o ano que vem não está finalizado e times novos, como a Manor, ainda não confirmaram se correm numa categoria sem teto orçamentário. Aliás, não faltam acusações contra esse time no processo de escolha promovido pela FIA: existem alegações de que Alan Donelly, o braço-direito de Mosley e chefe dos comissários de prova a cada corrida, teria participação na equipe. Sem falar que Nick Wirth, o nome mais forte no projeto de F-1 da Manor, tem uma ligação tremenda com o atual presidente da FIA. Desde que nasceu.

Para completar o quadro, tivemos as infelizes declarações de Bernie Ecclestone ao “Times”. Ao fazer uma apologia das benesses de uma liderança autoritária, o diminuto citou Adolf Hitler, Sadam Hussein, Margareth Thatcher e o Talibã. Vamos deixar claro que ele não elogiou diretamente a política nazista que resultou no holocausto. Mas entrou na vala comum de citar que o governo de Hitler acabou com o desemprego na Alemanha como um feito positivo. O que dá mais ou menos no mesmo, já que a massa estava empregada para alimentar uma indústria militar com anseios de expansão territorial e destruição dos judeus – e em cima de uma política econômica que fatalmente quebraria o país, acontecesse ou não a II Guerra Mundial. Antes de subir ao poder, Hitler detalhou num livro o seu modo de pensar, por isso é ridículo vir o senhor Ecclestone agora dizer que o ditador pode ter sido persuadido a fazer coisas erradas. Um sinal claro de que ele não tem a menor idéia do que estava falando.

Esta série de manchetes negativas para o esporte são sintomas claros justamente disso: como as pessoas que têm o poder na Fórmula 1 perderam completamente a noção da realidade – e é preciso incluir nessa leva também uma boa parte dos manda-chuvas das equipes. Ficam todos trancados em seus motorhomes envidraçados, costurando a divisão de um bolo que era absolutamente rentável, mas que acabou completamente embolorado em meio à crise econômica.

Porque não há modalidade esportiva que (se) perdeu tanto com esta recessão como a Fórmula 1. Em parte, claro, por sua própria constituição, por ser um importante instrumento de marketing e de pesquisa da rica indústria do automóvel. Mas eu garanto também que está faltando visão para as pessoas que tomam as decisões, justamente por elas andarem viajando na maionese nesta insuportável briga de egos.

O curioso é ver que uma boa saída para a Fórmula 1 reencontrar o seu “eu” interior está bem debaixo do nariz deste povo. Afinal, foram eles mesmos que reafirmaram o desejo de levar os custos “para os níveis que existiam no início dos anos 90”. Para isso, caros Bernie, Max, equipes e patrocinadores, o caminho é claro como cristal:

- Esquecer corridas em lugares exóticos e sem tradição no esporte.
- Permitir que organizadores de GPs tradicionais paguem preços justos e realistas, o que refletiria em preços de ingressos também justos e realistas para os torcedores, uma garantia de arquibancadas lotadas.
- Tirar a mordaça de relações-públicas dos pilotos, deixarem eles terem idéias próprias, dizer o que realmente pensam, enfim, ganhar em carisma e personalidade.
- Criar um regulamento que seja estável e simples, uma fórmula que dá certo há anos no futebol, no tênis, etc. Ninguém quer saber de Kers, de troca de motores e câmbios, de cálculos matemáticos difíceis sobre volume de combustível versus delta do tempo no Q2 e no Q3 dividido por consumo de combustível por volta. O mais rápido larga na pole; e o que fizer o melhor trabalho no domingo ganha a corrida. Ponto final.

Era assim no início dos anos 90 e é esta a melhor maneira da categoria criar uma boa base para garantir seu futuro muito além dos tempos bicudos atuais. Investindo no seu maior bem: o interesse de uma audiência que vai muito além dos absolutamente malucos pelo automobilismo. Tendo uma cara de competição esportiva: simples, direta, fácil de acompanhar. Os que gostam de política e economia, é óbvio, lêem outros cadernos do jornal. Está na hora dos que ditam os rumos da Fórmula 1 começarem a ler a sessão de esportes.

Assinamos onde, Ico?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

COLUNA DO ROQUE: JÁ VIMOS ESTA HISTÓRIA?

Essa discussão sem fim sobre os possíveis campeonatos paralelos da FIA e da FOTA me faz relembrar exatamente do tempo em que Max Mosley apareceu como a alternativa para a F-1. Exatamente, 1991, depois de todo escandalo entre Senna, Balestre e Prost. Ele era o novo, a renovação e por isso, foi celebrado por todos.

Logo em seu primeiro ano um campeonato sensacional com vitórias de Senna, Berger, Mansell e Piquet, disputadas, ultrapassagens e tudo mais. Logo em seguida o monótono campeonato de 1992 com a vitória da Williams nº 5 de outro planeta.

Em 1993, um novo campeonato equilibrado, no último duelo entre Senna e Prost. E o primeiro baque da sensação Mosley foi sentido, era 1994 e toda eletronica embarcada nos carros foi proibida. Novos carros novos conceitos, e o aceite geral da nação automobilistica.

É exatamente neste ponto que quero voltar. 1994 marcou o reinício da F-1, uma nova F-1, mais simples e que atraiu diversos adeptos como a Pacific e a Simtek. 14 equipes, 28 carros para as 26 vagas. A temporada deste ano deixava todos, principalmente no Brasil, anciosos e de olhos vidrados a cada chamada na tv oficial.

O resultado disso tudo sabemos: Tragédia. As mesmas que abafaram o primeiro título de Schumacher, o primeiro pódio e pole de Barrichello, as vitórias de Hill, as lambanças nos boxes, o fim da Lotus, novas promessas e tudo mais.

Em 2010, a F-1 toma um novo rumo. Uma nova F-1 vem por ai, com seus limites orçamentários, um novo chefe, novos carros, novos designs e equipes novas. Só espero que o resultado seja o espetáculo que foi naquela pré-temporada e não a tristeza que se formou ao entorno dela.

MMM...MM

E os mais intimos desejos expressados pelos MMM...MM foram traduzidos em música:



Perfeito!

E A PALHAÇADA CONTINUA - CAPÍTULO 137

A paz entre a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Associação de Times da Fórmula 1 (Fota) foi concretizada no papel na última quarta-feira, mas a troca de farpas ainda persiste entre as partes e ameaça o acordo que impediu o "racha" na categoria. Nesta quinta-feira, foi divulgada uma carta em que Max Mosley, presidente da entidade máxima do esporte, critica a atitude de dirigente da Fota, colocando novamente o futuro em risco.
A carta foi divulgada pelo site Racefax e nela Max Mosley ataca diretamente Luca Di Montezemolo por sua postura tomada no tratamento das relações entre as entidades. Segundo Mosley, já não há mais garantia de sua saída da presidência da FIA em outubro - esse fator era uma das bases do acordo firmado.

Confira trechos da carta de Max Mosley destinada a Lucca Di Montezemolo:
"Dada a tentativa deliberada de enganar a mídia, eu já considero minhas opções abertas. Pelo menos até outubro, sou presidente da FIA e com plena autoridade no ofício. Depois disso, são os membros da FIA, e não você ou Fota, quem vai decidir sobre a futura liderança da FIA"
"Nós fizemos um acordo, ontem, em Paris, para terminar as recentes dificuldades na Fórmula 1. Uma parte fundamental do acordo foi a de que iríamos ambos apresentar uma positiva e verdadeira conta com os meios de comunicação"
"Eu fiquei espantado ao saber que, no comunicado da Fota à imprensa, o senhor deu a (Michel) Boeri o controle da Fórmula 1, algo que você sabe é completamente falso, que eu tinha sido forçado a sair do escritório, também falso, e, aparentemente, que eu não teria qualquer papel na FIA após outubro, algo que é evidentemente falso"
"Além disso, você tem sugerido aos meios de comunicação que eu tenho sido um ditador, o que é um grave insulto aos 26 membros do Conselho Mundial de Esporte a Motor, onde foram discutidas e votadas todas as regras e procedimentos da Fórmula 1 desde a década de 1980, para não mencionar os representantes da FIA de 122 países que têm democraticamente aprovado tudo o que eu e os meus colegas do Conselho temos feito durante os últimos 18 anos"
"Se você deseja que o acordo que fizemos tenha alguma chance de sobrevivência, você e a Fota devem corrigir imediatamente suas ações. É necessário corrigir as falsas declarações que foram feitas e não repetir essas declarações. Você deve emitir uma correção adequada e desculpas à imprensa durante a coletiva de imprensa desta tarde. A Fórmula 1 é executada exclusivamente pelas equipes, sem qualquer ajuda minha ou de outra pessoa de fora. Não havia a necessidade de me afastar da Fórmula 1, uma vez que tínhamos um acordo. Da mesma forma, eu tinha um plano de longa data não tentar a reeleição em outubro. Ontem, eu deixei bem claro os dois pontos durante a reunião"

fonte: esportes Terra

NB: nosso amigo Marcelão acabou de postar essa notícia também na nossa comu, estou só colocando aqui a título de informação pros nossos leitores, mas, me desculpem o termo, essas sandices do velho tarado nazista decrépto já deram no saco.

FOTA, por favor, crie outro campeonato e deixem ele com a F-1, quero ver o que vai ser da categoria sem as oito equipes que sairão!!!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

FIA X FOTA: BANDEIRA BRANCA

Times da F-1 chegam a acordo com a FIA e desistem de criar campeonato paralelo.
Presidente Max Mosley desiste da reeleição em outubro e acalma as equipes ao propor uma redução de custos mais suave, em dois anos.


Uma semana após o racha, veio o remendo. As equipes da Fórmula 1 chegaram a um acordo com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) nesta quarta-feira, em Paris, e desistiram de criar uma categoria paralela em 2010. A novidade responsável pela paz foi a decisão do presidente da FIA, Max Mosley, de não concorrer à reeleição no pleito de outubro.

- Não vou concorrer à reeleição. Agora temos paz – declarou Mosley nesta quinta-feira.

O conflito terminou na manhã desta quarta (à tarde na França), durante a reunião do Conselho Mundial de Esporte a Motor da FIA. O encontro foi marcado para evitar a criação de uma categoria paralela por parte das escuderias, e o objetivo foi cumprido. Além da desistência de Mosley na próxima eleição, a FIA também cedeu na redução dos custos e propôs um reajuste mais suave, ao longo de dois anos.

- Não haverá separação; acontecerá um campeonato único em 2010. Chegamos a um acordo sobre a redução dos custos. O objetivo é chegar ao nível dos gastos do começo da década de 90 em dois anos – afirmou Mosley, ao deixar a sede da FIA.

Ainda nesta quarta-feira, a FIA deve anunciar a lista oficial com as equipes que vão disputar o campeonato de 2010. Com a paz selada, a próxima temporada terá Ferrari, McLaren, Renault, BMW Sauber, Toyota, Brawn GP, RBR e STR, que tinham ameaçada na última quinta-feira criar uma categoria paralela.

O chefão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da categoria, ficou aliviado após o encontro desta quarta. - Estou muito feliz por ver que o bom senso prevaleceu – disse.

fonte: globoesporte.com

NB: Igor, Fernanda e demais, agora não precisam mais vender seus ingressos, parece que tudo voltou ao que estava programado pra acontecer mesmo.
Mas...até quando?
Juro que eu tava muito afim de assistir outra categoria, só pra mudar um pouco o cenário do automobilismo mundial e ver a cara do maldito velho decrépto nazista se enfunhanhando.
Só posso dizer uma coisa dessa papagaiada toda até agora: M.M.M.......M.M.!!!

terça-feira, 23 de junho de 2009

FALE (MAS MORRA) MAX MOSLEY

E com vocês, a entrevista exclusiva que Max Mosley concedeu à reporter Mariana Becker da TV Globo durante o último final de semana em Silverstone:

Calmo, ao ouvir (ler) as palavras do velhinho temos a impressão que não há problema algum, que tudo será resolvido pacificamente e que ele não quer continuar tendo o poder máximo da FIA. Nem parece ser o tirano que está querendo sepultar a F1.

CHICOTADA NELE...
M.M.M... M.M!!!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

AGORA FOI: EQUIPES ROMPEM COM A F-1


Sem acordo com a FIA, equipes rompem com a F-1 e lançam categoria paralela.
Ferrari e McLaren estão entre os oito times que decidiram, em reunião nesta quinta-feira, não continuar no campeonato na próxima temporada.

A crise na Fórmula 1 atingiu o status de racha nesta quinta-feira. Diante do impasse com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) sobre o teto orçamentário para a próxima temporada, a Associação das Equipes (Fota) rompeu com F-1 e anunciou que vai organizar uma categoria paralela em 2010. Após uma reunião de uma hora na fábrica da Renault, na cidade inglesa de Enstone, os oito times da Fota - Ferrari, McLaren, Renault, BMW Sauber, Toyota, Brawn GP, RBR e STR - confirmaram que não houve acordo com a FIA.

- As equipes não podem continuar a arriscar os valores fundamentais do esporte e se negaram a alterar suas inscrições condicionais para a temporada de 2010. Os times não têm alternativa a não ser se preparar para um novo campeonato, que reflita os valores de seus participantes e parceiros. Esta categoria terá um governo transparente, um regulamento, além de encorajar novas inscrições e ouvir os anseios dos fãs, oferecendo ingressos mais baratos. Os melhores pilotos, estrelas, marcas, patrocinadores e promotores historicamente associadas com o mais alto nível do automobilismo estarão na nova categoria – disse um porta-voz da Fota.


As equipes da Fórmula 1 tinham até a noite desta sexta-feira para retirar as condições impostas nas inscrições provisórias feitas no início deste mês, sob o risco de ficar fora da F-1 em 2010. Max Mosley, presidente da FIA, escreveu uma carta aos times na quarta-feira, na qual fazia algumas concessões, mas deixava claro que o teto orçamentário não seria abandonado. Além disso, o dirigente pediu para que as equipes se inscrevessem e se comprometeu a mudar o regulamento, fechando um novo Pacto da Concórdia, documento que rege as relações esportivas e comerciais na F-1. Após receberem a carta de Max Mosley, as equipes decidiram se reunir na fábrica da Renault para discutir novas medidas e chegaram à conclusão de que não poderia haver um acordo com a FIA. A inclusão da Ferrari, da RBR e da STR na nova categoria deve gerar mais polêmica, já que a FIA alega que as três ainda tem contrato com a atual categoria.

fonte: globoesporte.com

segunda-feira, 25 de maio de 2009

MENOS UMA....

A Williams se inscreveu, hoje, para o campeonato de 2010.

A tão propalada união entre as equipes começa a ruir.

O último, possivelmente a Ferrari, que apague a luz.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

PANELA DE PRESSÃO - MÔNACO AMEAÇA DEIXAR F1

A provável saída da Ferrari da F1 pode acabar com a prova mais tradicional da categoria. Rumores indicam que a organização do GP de Mônaco não está disposta a renovar o contrato de realização da corrida caso a equipe italiana confirme que não participará do campeonato de 2010. A informação é do jornal "La Stampa".

Depois das ameaças de times apoiados por montadores, como Renault e Toyota, e de pilotos, como Fernando Alonso e Felipe Massa, a etapa monegasca seria o primeiro GP afetado pela recente briga entre as equipes e a FIA por conta do regulamento do ano que vem.

A partir da próxima temporada, os times que não seguirem o teto orçamentário de £ 40 milhões (R$ 129 mi) vão ter limitações técnicas. Aqueles que adotarem o limite de gastos receberão em troca benefícios no campo tecnológico.

A Ferrari não concorda com isso, considerando que existirá dois regulamentos diferentes em um mesmo campeonato. A Federação Internacional de Automobilismo, via Max Mosley, está irredutível e não aceita mudar as regras, usando como argumento o interesse de novas equipes, que querem entrar na categoria justamente por causa da redução de custos.

Os dirigentes de Maranello tentaram tirar esse item do regulamento com um processo na justiça da França, onde fica localizada a sede da FIA, mas não tiveram sucesso.

FONTE: Grande Prêmio

quarta-feira, 20 de maio de 2009

ALONSO AMEAÇA SAIR DA FORMULA 1

Desde o começo da FIA x FOTA, talvez ninguém mais tenha falado tanto quanto Fernando Alonso e, mais além, falado aquilo que passa pela cabeça da grande maioria dos amantes da Formula 1.

Confira a última disparada pelo espanhol:

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Diante da briga entre as maiores equipes do grid e a FIA, a F1 corre risco de perder um de seus maiores nomes: Fernando Alonso disse nesta quarta-feira (20) que, se os grandes times não disputarem o Mundial de 2010, ele vai junto.

Em entrevista à revista inglesa "Autosport", o espanhol manifestou aflição quanto à possibilidade de não correr na próxima temporada. "É muito preocupante", disse. O bicampeão, entretanto, assegurou que não continuará no grid se as equipes mais tradicionais não alinharem no ano que vem. "Se as grandes equipes e montadoras deixarem a F1, eu não vou querer correr com times menores, porque não será mais a F1. Há muitas outras categorias", acrescentou.

Segundo Fernando, a questão do teto orçamentário de £ 40 milhões prejudica também os pilotos, que não conseguem mirar somente seu trabalho. "Aqui em Mônaco, eu estarei 100% concentrado no GP. Mas é verdade que, na semana passada, era impossível se desligar. Não sei se esta será a minha última vez em Mônaco", declarou.

O asturiano foi duro nas críticas à Max Mosley. "Para mim, é estranho que ninguém pense em quanto estão prejudicando o esporte e quanto dano o esporte tem sofrido nos últimos dois meses. Não consigo entender a F1 ter três ou quatro novas equipes e perder sete grandes montadoras. Aliás, não perderia apenas as montadoras, mas também os dez melhores pilotos do mundo. A F1 deixaria de ser interessante."

FONTE: Grande Prêmio

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É, são tempos difíceis. Junto-me ao coro: "Até quando?"

segunda-feira, 18 de maio de 2009

FRASE DO DIA

"De três a seis equipes deverão ter enviado suas inscrições (até 29 de maio), depois disso, se houver espaço, poderemos colocá-las no campeonato; se não houver, não poderemos."

Max Mosley, comprando briga com as equipes rebeldes....

segunda-feira, 4 de maio de 2009

MUDA TUDO DENOVO (4)...

E a FIA aprontou mais uma das suas. Agora, no novo regulamento da F-1, não se pode abastecer (boa), não se pode aquecer os pneus (mais ou menos), fixou-se um teto financeiro (péssimo) e a última é que o campeão será o que vencer mais corridas.

Como já havia dito antes, simpatizo com a ideia, porém, qual é a essencia do esporte?

Precisa mudar as regras? Ou fazer como fazem no Futebol, não deu certo, mandam o técnico embora. Não está na hora da F-1 mandar seus chefes embora?

domingo, 22 de março de 2009

3 HOMENS E UM SEGREDO...

Foto: Voando Baixo

Os três homens acima escondem um segredo. Na busca pela vaidade, pelo poder e pelo dinheiro, o segredo de cada um é colocado a prova a cada instante.

Mas como descobrir este segredo? Neste trama que envolve sexo, mulheres, bebidas, iates, dinheiro, muito dinheio e corridas, o segredo é algo supremo. É através dele que o mundo se transformará.

Mas este segredo não pode ficar escondido, é preciso ser compartilhado e debatido com aqueles que querem descobrir o segredo do segredo.

Essa é a FIA, a FOM e a FOTA...e seus três homens que comandam um segredo: A Fórmula 1.

quarta-feira, 18 de março de 2009

NOVAS REGRAS: A MELHOR DAS DEFINIÇÕES

"A Fórmula 1 virará um campeonato brasileiro futebol com pontos corridos. Justo, porém sem aquelas emoções das fases finais".

Frase proferida pelo nosso presidente Marcos, a respeito das novas regras.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

PODE OU NÃO PODE, DR. MAX?

E a notícia do dia é que poderemos ter a volta das asas móveis. Aquelas mesmas proibidas em 2007, agora podem ser mais uma "solução" para o aumento das ultrapassagens nas corridas.

Primeiro não pode, agora vai poder?

Em que critérios estas decisões são tomadas? Pelo visto no humor do Sr. Max Mosley, que mesmo pregando o corte de custos a qualquer custo, vive inventando modos de se gastar mais dinheiro.

Afinal, isso pode ou não pode?

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

COLUNA DO ROQUE: FIM DE FESTA

Acabou a festa. Acabou a brincadeira. O anúncio de que a Honda deixa a Fórmula 1 em prol do seu core business, sob a rubrica da crise financeira global que aflinge o mundo, nos leva a repensar o atual estágio do mundo.

Que as montadoras só visam o lucro isso é mais do que certo, porém em uma atividade como a Fórmula 1, mais do que só o lucro deve ser colocado no cerne da questão. A paixão pela marca e pelos pilotos de uma determinada equipe são a força motriz das competições, gerando discussões e levando público para as arquibancadas.

Publico que se anima a cada volta e faz das tripas coração para poder ver uma corrida "in loco" e se diverte com as brincadeiras e provocações daqueles que tem opiniões diferentes das suas. Agora a festa acabou e com ela parte da alegria deste público que assite corridas.

Passou da hora de se repensar a Fórmula 1 como instrumento de marketing. Não é possível ficar na dependência só de montadoras, elas deveriam ser o elo de ligação entre os garagistas, fornecendo motores e tecnologia de construção para estes loucos apaixonados e não sendo a peça principal deste quebra cabeça.

Um solução imediata poderia ser a permição da venda de chassis e motores para demais interessados, isso baratearia os custos da categoria e voltaríamos a ter verdadeiros apaixonados por corridas e automóveis na direção de diversas equipes.

Para quem chegou a ver pré-qualificação às sextas feiras e vibrava a cada vez que alguns carros obscuros passavam, a situação atual é vergonhosa e vexatória. A água chegou e mais do que rápido é preciso se levantar e tomar uma atitude.

Depois da Honda, a Toyota pode sair, a Toro Rosso também e a Renault já ameaçou sair várias vezes. Com quantos carros a F-1 ficará? 4? 8?

Junto com esta triste estória, parece que a carreira de Barrichello se encerra de forma melancólica e a de Bruno Senna nem começará.

Que fim de festa, hein?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

RAPIDINHAS DA ZOROPA

Bom dia!!!

Aqui estou com mais algumas noticias publicadas no site da BBC na ultima semana.


F1 teams to reduce engine costs

De acordo com o presidente da Ferrari, Luca de Montezemolo, os times da F1 concordaram em cortar os custos dos motores para 2011.

A mudanca veio apos a solicitacao de Max Mosley por corte de custos na F1.
Montezolo disse que os motores vendidos pelos fabricantes para os times terao seus custos reduzidos no futuro: "Nos decidimos unanimemente que a partir de 2011 um motor custara £4m, comparado com os mais de £16m que eles custam hoje."

Esta mudanca sera uma grande ajuda para os times menores que tentam sobreviver na F1.
Mosley esta preocupado que com o atual alto custo da F1 os times como Williams, Red Bull e Force India - que nao fabricam seus proprios motores - nao consigam competir. Entao ele solicitou para todos os times concordarem em manter um cust menor - lembrando que ele podera surgir com sua propria solucao caso os times falhem no acordo.

Fonte: http://news.bbc.co.uk/sport2/hi/motorsport/formula_one/7718682.stm



Canadian GP stays off F1 calendar

Os oficiais canadenses falharam em conseguir um acordo para restabelecer o GP de Montreal na temporada de 2009.

A etapa foi excluida do calendario da proxima temporada e no site da cidade de Montreal a explicacao e que a F1 fez "solicitacoes nao razoaveis" para a realizacao do evento.

A decisao de cortar o Canada, juntamente com o GP dos Estados Unidos, desanimou os times da F1 ao cortar o maior mercado para os fabricantes de carros e patrocinadores.


Fonte: http://news.bbc.co.uk/sport2/hi/motorsport/formula_one/7732618.stm

Para acessar a reportagem completa, por favor entrem nos links em referencia!

Ate a proxima!!!