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quarta-feira, 28 de maio de 2014

GGOO MEMÓRIA: 25 ANOS DA VITÓRIA DE EMERSON NA INDY 500, 1989

28 de maio de 1989, há 25 anos acontecia a 73ª edição das 500 milhas de Indianápolis. 

Corrida esta que ficou marcada por um final épico e a primeira vitória brasileira, com Emerson Fittipaldi guiando pela equipe Patrick após largar na primeira fila (terceiro) e liderar o maior número de voltas (158). Raul Boesel completou a prova na terceira posição.

Assista aos melhores momentos desta corrida histórica, com a narração do saudoso Luciano do Valle:

segunda-feira, 21 de abril de 2014

GGOO MEMÓRIA: PRIMEIRA TRANSMISSÃO DA FÓRMULA INDY NO BRASIL, 1986

Nossa singela homenagem à Luciano do Valle.

Foi ele quem transmitiu ao vivo pela primeira uma corrida da Fórmula Indy para o Brasil, pela TV Bandeirantes, com reportagens de Roberto Cabrini. Assista à largada e e 25 primeiras voltas da "Phoenix Dana 200", 1986.

Alguns integrantes da GGOO com Luciano do Valle na São Paulo Indy 300

terça-feira, 24 de setembro de 2013

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

terça-feira, 16 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

A F1 cada vez mais longe dos brasileiros

* Por Fernanda de Lima


Well, well, my dears… Durante esse final de semana me ocorreu a seguinte questão depois de ler, ouvir e ver algumas coisas relacionadas a nossa amada Fórmula 1: qual o futuro da categoria no Brasil? Estaria chegando (ou já chegou) ao fim a comoção geral em torno do esporte?

É sabido que o brasileiro em sua maioria, e especialmente em esportes como a F1, torce muito mais pelo piloto do que pela equipe. Apesar de coletivo, o esporte é travestido de individual. Eu mesma nunca torci por uma escuderia, mas sim por um piloto.

Pois bem, como eu acredito que seja de comum conhecimento também, aos veículos de comunicação brasileiros não interessa a transmissão de um produto que não seja rentável, que não gere, no frigir dos ovos, audiência. Os números da F1 não são mais os mesmos, a tal comoção em torno da categoria vai se esvaindo a cada ano. Na minha visão, uma das razões mais significativas para o declínio da F1 no Brasil, é a falta de um grande nome para se depositar esperanças. Se torcêssemos por um piloto (e não por uma equipe), está faltando uma peça nesse quebra-cabeça.

Sei que naturalmente F1 não é um esporte de massa, mas enxergo também a carência do povo brasileiro. O Brasil é um país que busca a todo custo endeusar seus atletas, vide o futebol; todo campeonato, “ídolos” são desesperadamente “criados”por imprensa e torcedores. Claro que em solo tupiniquim é injusto comparar qualquer outra modalidade esportiva ao futebol, porém, tenho a convicção de que um ÍDOLO realmente tem a capacidade de renovar uma paixão adormecida desde 1994 e por que não trazer esse esporte para a massa?

Infelizmente, Felipe Massa não é esse nome. E lamentavelmente não vejo uma luz, ou melhor, um ídolo no fim do túnel. Para tantos brasileiros que necessitam de um espelho, Felipe talvez só apareça no retrovisor traseiro. Uma pena, porque ainda vejo resquícios de um ótimo piloto.

A fraqueza da F1 perante ao consumidor geral é tanta que não houve esforços para se transmitir o GP de Montreal ao vivo no último domingo. Fomos colocados de lado no meio de uma transmissão para dar lugar a uma decadente seleção brasileira de futebol. Mas que é futebol; e vende. Haveria uma manobra para driblar a “coincidência” de horários, fosse ali um brasileiro brigando com chances reais por um título na F1?

Claro que há outros motivos para essa queda no Brasil, uma, inclusive, crucial: a F1 como prática esportiva é quase inexistente no Brasil. Para se desenvolver é necessário deixar o país, os pilotos estão sendo formados lá fora porque não existe estrutura ou organização aqui dentro. Corrijam-me se eu estiver errada, mas enxergo uma Confederação Brasileira de Automobilismo inoperante no país. Se os nossos jogadores são formados aqui, os pilotos também deveriam ser.

Tudo que falo aqui são impressões gerais, nesse momento não me refiro ao público fanático, ainda que, porventura, no fim das contas, ele seja o principal prejudicado. Estaríamos chegando no ponto em que acompanhar as transmissões de F1 só será possível pela internet? Espero que não, ainda curto uma boa e velha tevê.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

REPLAY: F-INDY - TODAS AS VITÓRIAS BRASILEIRAS EM INDIANÁPOLIS

1989 - Emerson Fittipaldi
1993 - Emerson Fittipaldi
2001 - Hélio Castroneves
2002 - Hélio Castroneves
2003 - Gil de Ferran
2009 - Hélio Castroneves
2013 - Tony Kanaan

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Emerson Fittipaldi conta como derrotou “o carro mais selvagem da F-1”



Em um extenso post em seu novo blog no site da McLaren, Emerson Fittipaldi contou de uma vez por todas como conquistou seu título em 1974. O ano em que pela primeira vez a McLaren, até então uma equipe nova e sem tradição de vitórias, derrotou os carros renomados da Ferrari, além da Tyrrell (atual campeã) e da Lotus, de onde Emerson havia saído após o GP da Itália de 1973, quando Colin Chapman não deu ordens a Ronnie Peterson para que o deixasse passar, informa o site TotalRace.

“Tínhamos um acordo. Se estivesse liderando a 15 voltas do final e Ronnie fosse segundo, ele não tentaria me passar. Mas se ele estivesse liderando a 15 voltas do fim e eu estivesse em segundo, Colin Chapman instruiria Ronnie pelas placas para que ele me deixasse passar”, conta Fittipaldi.

“Ronnie era um cara legal – não o culpei por isso porque Colin não lhe deu nenhum sinal – mas no fim cheguei em segundo menos de um segundo atrás de Ronnie, e com o resultado, Jackie, que havia sido quarto, mais de 30 segundo atrás, foi campeão do mundo. Foi ridículo. Fiquei muito bravo com Colin”, recordou.

No fim da prova, Emerson decidiu sair da equipe ao final da temporada. Fittipaldi assinou um contrato com a Philip Morris, dona da marca Marlboro, que lhe disse, segundo o texto, “Escolha sua equipe”.

“Tive conversas com três times: Tyrrell, Brabham e McLaren”, explicou. O piloto assinou com a McLaren, aceitando o desafio de transformá-la em vencedora de campeonatos. “Minhas primeiras impressões do M23 estavam corretas, porque havia ganho três corridas na temporada de 1973”.

Mesmo abandonando a primeira corrida do mundial na Argentina, após acionar por acidente o interruptor da ignição pelo volante, “Emmo” venceu no Brasil e na Bélgica, sempre lutando com o carro nas ondulações dos circuitos.

O brasileiro só voltaria a vencer após Nivelles, na Bélgica (quinta corrida), na penúltima, em Mosport no Canadá. Foi quando ele e Clay Regazzoni, segundo naquele GP, empataram em 52 pontos para a decisão do mundial em Watkins Glen.

“Clay não era como o resto de nós. Todos descreviam sua Ferrari como 'o carro mais selvagem da Fórmula 1', isso porque ele usava toda a pista para não te deixar passar. Com Jody [Scheckter], Niki [Lauda], Ronnie [Peterson] e Carlos [Reutemann] você tinha confiança em disputar roda a roda. Com Clay, não.”

E foi com este Regazzoni que Emerson teve de disputar e, apesar de uma má largada, pôde passá-lo e faturar o título de 1974 chegando em quarto no GP dos EUA.

Para ler mais (em inglês), clique aqui.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Aos 92, morre o pai de Emerson e Wilsinho Fittipaldi


Morreu por volta da 1h segunda-feira no Rio o ex-radialista Wilson Fittipaldi, 92, conhecido como Barão. Ele é pai dos pilotos Emerson e Wilsinho Fittipaldi e avô de Christian Fittipaldi, informa o Jornal Folha de São Paulo.

Fittipaldi estava internado no centro de tratamento intensivo do hospital Copa D'Or, na zona sul do Rio. O hospital não deu detalhes sobre a causa da morte.

O "Barão " foi fundador da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) e trabalhou na rádio Jovem Pan e foi comentarista do telejornal Record em Notícia (TV Record). Ele narrou inclusive o primeiro título de campeão mundial na categoria do filho Emerson Fittipaldi.

No ano passado, o ex-piloto Emerson Fittipaldi participou do quadro "O que vi da vida", do Fantástico (Globo), e chorou ao lembrar do pai narrando seu primeiro título mundial.

"Meu pai foi muito responsável por tudo que aconteceu na minha carreira, tenho um amor por ele muito grande", disse Emerson emocionado ao programa.

Nesta madrugada, o piloto homenageou o pai postando mensagens nas redes sociais.



sexta-feira, 8 de março de 2013

CLASSIC PHOTO: A CHEGADA DE FITTIPALDI À EUROPA

Meu primeiro carro Magic Merlyn antes da minha estréia na Europa Março 1964 Wimbledon Inglaterra junto com o meu irmão Wilson!

quinta-feira, 7 de março de 2013

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013