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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

ALGUÉM ME EXPLICA?

Senna na Tyrrell?

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

FOTO DO DIA

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

FOTO DO DIA

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

ALGUÉM ME EXPLICA?


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

FOTO DO DIA


COLUNA DO ROQUE: A BELEZA DOS CARROS ANTIGOS

Entra ano e novas regras são esperadas, é um tal de mexe daqui, mexe dali sempre em busca da tal competitividade entre os carros, equipes e pilotos. Tentou-se no começo dos anos 90, não deu certo. Proibiu-se a eletrônica, motor aspirado. Não deu certo. Fim dos motores de diferentes cilindradas. Não deu certo. Pneus raiados, novos formatos de treino. Não deu certo. Jogo de equipe, Safety cars, abastecimento. Nada deu certo.

Agora inventam a moda de termos asas desproporcionais e ainda móveis, algo bizarro para os dias atuais, que nos deixam perplexos de ver, de olhar. Justificando-se apenas pela palavra FEIO. Onde está a beleza que estava presente? Simplesmente sumiu.

A beleza dos carros está na sua essência, na sua construção, no seu desempenho. Os carros de hoje em dia são, com poucas diferenças aqui ou acolá, identicos. O mesmo formato, o mesmo padrão, as mesmas bigornas...tudo bem que funcione, mas falta identidade.

Não muito tempo atrás, sabíamos diferenciar uma Ferrari de outros carros simplesmente pelo lindo canto de seu motor V-12, agudo, que rasgava as retas de interlagos (novo ou velho) com seu desempenho que deixava todos maravilhados.

Quem não se lembra da lotus preta de Ayrton Senna? A beleza do carro era a sua essência, a mesma essência que foi a linha mestra dos carros de 1984 à 1988. O mesmo padrão, que encantou a todos. Já que falamos de Lotus, e a Lotus 72, que foi utilizada de 1970 a 1976 e que deixou muita gente babando ao vê-la passar pela reta oposta durante o GP Brasil de 2010? E as Mclarens de 1984, 1985, 1986 e 1987? E a Tyrrell P-34, aquela de 6 rodas? Existiram carros iguais e menos belos? Não, não existiram...

Por que não existiram carros tão belos? Porque se tinha liberdade para desenvolver novos formatos, novos desenhos, novas formas e isso durava. O tempo fazia com que a nossa memória fosse reativada, sempre com grandes lembranças, feitas por grandes carros e grandes pilotos.

Hoje, todos os carros estão sem a sua alma. Sem o seu encantamento. Tem lá seus brilharecos. Mas falta o principal, o amor, o desafio e a diferenciação. Desafio nas pistas, hoje parecendo pistinhas de autorama, diferenciação em pilotos que se arriscam por tudo (sem serem punidos), que coloquem o carro de lado, que levem na "ponta dos dedos", que fiquem sem combustíveis, que invente uma manta términca, que corrija os raios dos pneus de chuva porque o fabricante errou.

Hoje as corridas perderam a sua alma, ficam as lembranças da beleza dos carros antigos como este aqui:


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

CARROS CLÁSSICOS DA F-1 FEITOS DE LEGO

Quem é apaixonado pelos carros de antigamente, coleciona carrinhos, se diverte montando modelos e jogando autorama, Enduro e outros jogos no videogame e no computador, vai gostar muito dos modelos que fizeram de Lego:


Não sei porque fiquei com uma vontade de ir a uma loja comprar um desses...



quinta-feira, 21 de julho de 2011

FOTO DO DIA


quarta-feira, 13 de abril de 2011

RETROVISOR

13 de ABRIL


1931- Nasce Dan Gurney, ex-piloto norte-americano de corridas.

Daniel Sexton Gurney, mais conhecido por Dan Gurney (Port Jefferson, 13 de abril de 1931) é um piloto estadunidense e atual construtor e diretor de equipes. Gurney correu vários tipos de modalidades no automobilismo: Indy Car, NASCAR, Can-Am, Trans-Am Series e mais destacadamente na Fórmula 1. Venceu as 24 horas de Le Mans.





1940 - Nasce Mike Beuttler, piloto anglo-egípcio de F-1.

Mike Beuttler (Cairo, 13 de abril de 1940) foi um piloto egípcio de Fórmula 1, o único de seu país a dirigir um carro da categoria.






1949 - Nasce Ricardo Zunino, ex-piloto argentino de F-1.

Ricardo Zunino (nascido a 13 de abril de 1949 em San Juan) é um ex-piloto de Fórmula 1 da Argentina que disputou a categoria entre 1979 e 1981. Zunino disputou 11 Grandes Prêmios pelas equipes Brabham e Tyrrell.






Bjus até a próxima
Carolina Loli



quarta-feira, 28 de julho de 2010

PILOTOS: RONNIE PETERSON

Bengt Ronald Peterson, mais conhecido como Ronnie Peterson (Örebro, 14 de fevereiro de 1944 — Milão, 11 de setembro de 1978), apelidado de "o sueco voador", foi um automobilista que guiou na Fórmula 1 na década de 1970.

Ronnie Peterson desenvolveu sua pilotagem muito jovem, quando ainda competia no kart, e carregou esse estilo até a Fórmula 1 - muitas das mais conhecidas fotografias de Peterson ao volante retratam seu carro deslizando nas quatro rodas em alguma curva qualquer. Peterson dominava esta técnica - também conhecida como drift - como poucos pilotos da história. Era extremamente arrojado e hábil, em contraste com sua aparência delicada, com seu físico relaxado e um jeito tímido que lhe rendeu fama de frio.

Ronnie fez sua estréia em Grandes Prêmios guiando para a March, no GP de Mônaco de 1970. Antes, após os tempos de kart, ele participou da Fórmula 3 competindo pela equipe Svebe. Em 1971 venceu o campeonato europeu de Fórmula 2 guiando pela March, e ainda obteve 5 segundos lugares na Fórmula 1, que lhe valeram o vice-campeonato da categoria. Peterson permaneceu na March até 1973, quando assinou contrato com a John Player Team Lotus para competir ao lado de Emerson Fittipaldi. Sua primeira vitória em grandes prêmios foi no Grande Prêmio da França de 1973. Naquele ano venceu mais três vezes. Em 1974 obteve mais três vitórias, nos GPs da França, Itália e Mônaco. Depois de um ano ruim em 1975, em que o Lotus 76 provou ser um erro, voltou a guiar pela March, equipe pela qual venceu o GP da Itália de 1976.



Em 1977 Peterson correu pela equipe Tyrrell, com o lendário carro de seis rodas, mas a antes vitoriosa esquadra dos carros azuis já havia iniciado sua longa e irreversível decadência. O ano foi particularmente ruim para Peterson e, para surpresa de muitos, o sueco voltou a assinar contrato com a Lotus para a temporada de 1978.



Pela equipe de Colin Chapman, que havia aperfeiçoado o revolucionário conceito aerodinâmico do carro asa, Peterson venceu os GPs da África do Sul e Áustria. Mesmo assim, por condição contratual imposta pela equipe, não lhe foi permitido duelar diretamente com o companheiro de equipe Mario Andretti, primeiro piloto do time. Apesar de os resultados já lhe assegurarem o vice-campeonato, tal situação na Lotus levou Peterson a negociar uma possível ida para a McLaren na temporada de 1979.

A Lotus chegou ao GP da Itália com a possibilidade de tornar Andretti campeão antecipado. Nos treinos, Peterson teve seu carro titular danificado, e precisou recorrer ao carro reserva, que era um modelo mais antigo da Lotus.



Foi exatamente nesta corrida que estreou na F-1 o semáforo, em substituição ao antigo método de largada em que se baixava uma bandeira com as cores do país-sede do GP. No entanto, o diretor da prova, Gianni Restelli, atrapalhou-se com a novidade: antes que os carros das últimas filas do grid houvessem parado, foi acionada a luz verde. Os pilotos que vinham de trás, portanto, arrancaram em maior velocidade, o que fez com que todos os carros chegassem juntos ao ponto em que a reta se estreitava antes da Chicane Goodyear. Alguns carros se tocaram, e o Lotus de Peterson foi jogado para fora da pista, de encontro ao guard-rail. O choque danificou seriamente a parte dianteira do Lotus e rompeu os tanques de combustível, causando um grande incêndio. Peterson foi tirado do carro com graves ferimentos nas pernas, por bombeiros e outros pilotos, e foi internado. Os primeiros procedimentos médicos no atendimento incluíram a amputação do pé esquerdo do piloto. No dia seguinte, Ronnie Peterson faleceu, vítima de embolia causada pelas fraturas.



Nas entrevistas dos pilotos após a prova, o inglês James Hunt declarou que, pelo som que emitia no momento da largada, o antigo Lotus reserva que Peterson estava usando parecia ter problemas e não acelerar devidamente, o que teria contribuído para o desastre. No mesmo acidente foi seriamente ferido o piloto italiano Vittorio Brambilla, atingido na cabeça por uma roda solta de um dos carros envolvidos, e alguns meses depois outro piloto italiano, Riccardo Patrese, foi colocado em sursis pela FIA, sob a acusação de ter sido elemento culposo do acidente. Por conta da confusão ocorrida com o uso do semáforo no GP da Itália, determinou-se que a largada só poderia ser dada depois que um fiscal atravessasse o grid com uma bandeira na mão, sinalizando que todos os carros haviam parado.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

FOTO DO DIA

terça-feira, 11 de agosto de 2009

FOTO DO DIA

sábado, 27 de junho de 2009

F1-HISTORIC: WILSINHO EXIBIRÁ COPERSUCAR

Em caminhada pelo paddock de Interlagos, em São Paulo, onde esteve presente na tarde desta sexta-feira (26/06) para acompanhar os treinos livres da GT3, Wilsinho Fittipaldi conversou rapidamente com o Tazio a respeito da etapa brasileira da F-1 Histórica, antes da qual fará uma apresentação especial.

A lista de inscritos para o evento conta com um dos carros da Copersucar-Fittipaldi; no entanto, trata-se de um modelo Fittipaldi F5, cujo piloto será o belga Jean-Michel Martin; logo, não terá a participação direta dos irmãos Fittipaldi.

Mas Wilsinho falou a respeito de uma possível participação de um restaurado modelo FD01. O ex-piloto foi direto: "Não vamos participar da corrida. Se estivermos presentes, será apenas para uma única volta de exibição pelo circuito".

"O carro foi testado ontem em Interlagos e, mecanicamente, não está em condições de participar de uma corrida inteira", prosseguiu.

De acordo com o ex-piloto brasileiro, os motivos que impedem o clássico modelo de participar da prova são apenas mecânicos.

"Os carros que virão para cá têm toda uma mecânica reformada. Já a do nosso tem mais de 30 anos, então é impossível resistir a uma corrida longa", disse.

No entanto, Wilsinho confirmou que fará uma volta de exibição pelos 4.309 m do autódromo de Interlagos antes do início da prova, que está prevista para o próximo dia 16 de agosto.

E lá, em Interlagos durante a F-1 Historic, vou rever o carro que me encantou em 2007:


E você, está esperando o quê para assitir essa corrida histórica, junto com a GGOO?

quinta-feira, 28 de maio de 2009

BRINQUEDOTECA PARA ADULTOS E BAIXINHOS: TYRRELL 026

Em uma sessão remember deste blog, ressucitamos a nossa brinquedoteca com os maravilhosos carros de corrida para você recortar, colar e montar. Se errar, basta imprimir novamente.

O carro de hoje é o Tyrrell 026, que foi pilotado por Ricardo Rosset em 1998 e teve aqueles spoilers ridículos colocados na carenagem em cima dos radiadores.

Para fazer o download deste carrinho, basta clicar aqui.

Para seguir, passo a passo as instruções de montagem (em inglês) basta clicar aqui.

Ao final da labuta, o carro deve ficar mais ou menos assim:


Divirtam-se e não se esqueçam de mandar as fotos de como o carrinho ficou para o nosso email: galera.ggoo@yahoo.com.br

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A FÓRMULA 1 DOS SONHOS EM SÃO PAULO

Por Castilho de Andrade
Diretor de Imprensa do GP Brasil de F1

McLaren, Tyrrell, Brabham, Lotus, Williams, March, Ferrari. A primeira etapa da Historic F1 no Brasil trará para o autódromo de Interlagos alguns dos carros que correram no antigo traçado de 7.960 metros na década de 70 e também no autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, nos anos 80. Todos rigorosamente iguais como eram no passado. Quem já admirou e se emocionou com esses monopostos de três litros terá a chance de revê-los. Quem não acompanhou de perto a Fórmula 1 das décadas de 70 e 80 poderá observar como os carros mudaram ao longo dos anos e o que exigiam dos pilotos.
Há muitas preciosidades na pré-lista de inscritos para a etapa brasileira. A McLaren M23, por exemplo, um carro que resistiu a quase seis anos, obteve 16 vitórias na Fórmula 1 e deu o bicampeonato mundial a Émerson Fittipaldi, em 74, e também o único título da carreira do inglês James Hunt, em 76. Desenhado por Gordon Coppuck, o M23 ainda foi pilotado, entre outros, por Denny Hulme e Nelson Piquet, em seu primeiro ano na F-1.
A Tyrrell 001 nunca correu no Brasil. Foi um dos carros do tricampeão mundial Jackie Stewart entre 70 e 71, desenhado por Derek Gardner. Como a McLaren M23, também utilizava motor Ford Cosworth. Outros modelos da Tyrrell que estarão em Interlagos são 007, pilotado por Ronnie Peterson, Jody Scheckter e Patrick Depailler, também de Derek Gardner, e a 009, do projetista Maurice Phillippe, que Jean Pierre Jarier e Didier Pironi correram entre 79 e 80.
Com sete vitórias entre 79 e 82, a Brabham BT-49, equipe de Bernie Ecclestone, deu a Nelson Piquet seu primeiro título mundial em 1981 quando seu companheiro era o mexicano Hector Rebaque.
Já a Williams FW08, do projetista Patrick Head, foi o carro que deu o título mundial ao finlandês Keke Rosberg, em 1982. A March, equipe de Max Mosley, lançou o modelo 761 em 1976. Projetado por Robin Herd, o carro foi pilotado, entre outros, por Ronnie Peterson, Vitorio Brambilla e pelo brasileiro Alex Dias Ribeiro.
Outros carros da pré-lista são o Hesketh de James Hunt (74/75), a Wolf de Jody Scheckter e Keke Rosberg (78/79), a Shadow de Jean Pierre Jarier (75 a 77), o Ensign 180 de Clay Regazzoni (80/81) e o Theodore TR1, do projetista Ron Tauranac, que Keke Rosberg pilotou em 78.
Entre os pilotos inscritos estão Mauro Pane, ex-piloto da F3 italiana, campeão de 2008, o inglês Steve Hartley, bicampeão (2006/2007), Peter Dunn, ex-piloto de testes e de F-Ford, Richard Eyre que correu em diversas categorias européias e o dinamarquês Peter Wunsch, que disputou provas de Speedway na Alemanha antes de correr na HFO.

INGRESSOS
Os ingressos para assistir à primeira edição da Historic Formula 1 em Interlagos já estão à venda no site oficial do evento.
Para o evento, que acontece nos dia 15 e 16 de agosto, estarão disponíveis os setores A (em frente à reta dos boxes), B (em frente à largada, aos boxes e ao pódio) e M (em frente aos boxes e ao início do “S” do Senna). Os ingressos custarão a partir de R$ 180 e serão válidos para os dois dias de programação. Também serão vendidos pelo site ingressos para a área vip mais nobre do autódromo, o Historic Paddock Club, localizado sobre os boxes e com ampla vista do circuito. O pagamento deverá ser feito com cartão de crédito Mastercard ou Dinners.
No sábado acontecem um treino livre às 11h30 e um treino classificatório às 14h. No domingo, haverá um warm up às 8h20 e a prova final às 11h30, com duração de 30 minutos e transmissão ao vivo pela Rede Globo. Antes da largada, carros históricos farão um desfile na pista. Completam o evento treinos e provas da Porsche Cup e do Trofeo Maserati. Para o domingo do evento, são esperadas no autódromo 20 mil pessoas.
A Historic Formula 1 é realizada em circuitos clássicos da Europa desde 1995 e esta será a primeira vez que deixará o continente. Este ano, além do Brasil, compõem o calendário Spa (Bélgica, em 26/04), Monza (Itália, em 07/06), Brands Hatch (Inglaterra, em 05/07), Nürburgring (Alemanha, em 27/09) e Jarama (Espanha, em 25/10) .

Para ver o mapa de setores, a tabela de preços e garantir seu lugar para assistir ao Historic F1 - GP Brasil no autódromo de Interlagos, visite a seção "ingressos" do site.

fonte: historicf1.com.br

NB: não esperava ingressos tão caros, mas é bem provável que eu vá.
Pra galera que só conhece F-1 da era Schumacher em diante (nada contra), é uma excelente oportunidade de ver o que era a (saudosa) F-1 de verdade.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

MINHAS PRECIOSIDADES: TYRRELL

O próximo item da série Minhas Preciosidades são as informações técnicas do novo carro da Tyrrell para o ano de 1995.

O interessante deste "press release", é ver que os motores são Yamaha e os pneus Goodyear, que os mais jovens possivelmente não lembram de ter equipado as equipes...



Junto desta apresentação técnica dos carros, foi enviado, também por carta o resumo da carreira de um de seus pilotos, Ukyo Katayama.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

COLUNA DO ROQUE: A BELEZA DOS CARROS ANTIGOS

Entra ano e novas regras são esperadas, é um tal de mexe daqui, mexe dali sempre em busca da tal competitividade entre os carros, equipes e pilotos. Tentou-se no começo dos anos 90, não deu certo. Proibiu-se a eletrônica, motor aspirado. Não deu certo. Fim dos motores de diferentes cilindradas. Não deu certo. Pneus raiados, novos formatos de treino. Não deu certo. Jogo de equipe, Safety cars, abastecimento. Nada deu certo.

Agora inventam a moda de termos asas desproporcionais, algo bizarro para os dias atuais, que nos deixam perplexos de ver, de olhar. Justificando-se apenas pela palavra FEIO. Onde está a beleza que estava presente? Simplesmente sumiu.

A beleza dos carros está na sua essência, na sua construção, no seu desempenho. Os carros de hoje em dia são, com poucas diferenças aqui ou acolá, identicos. O mesmo formato, o mesmo padrão, as mesmas bigornas...tudo bem que funcione, mas falta identidade.

Não muito tempo atrás, sabíamos diferenciar uma Ferrari de outros carros simplesmente pelo lindo canto de seu motor V-12, agudo, que rasgava as retas de interlagos (novo ou velho) com seu desempenho que deixava todos maravilhados.

Quem não se lembra da lotus preta de Ayrton Senna? A beleza do carro era a sua essência, a mesma essência que foi a linha mestra dos carros de 1984 à 1988. O mesmo padrão, que encantou a todos. Já que falamos de Lotus, e a Lotus 72, que foi utilizada de 1970 a 1976?

E as Mclarens de 1984, 1985, 1986 e 1987? Existiram carros iguais e menos belos? Não, não existiram...

Por que não existiram carros tão belos? Porque se tinha liberdade para desenvolver novos formatos, novos desenhos, novas formas e isso durava. O tempo fazia com que a nossa memória fosse reativada, sempre com grandes lembranças, feitas por grandes carros e grandes pilotos.

Hoje, todos os carros estão sem a sua alma. Sem o seu encantamento. Tem lá seus brilhos. Mas falta o principal, o amor, o desafio e a diferenciação. Desafio nas pistas, hoje parecendo pistinhas de autorama, diferenciação em pilotos que se arriscam por tudo, que coloquem o carro de lado, que levem na "ponta dos dedos", que fiquem sem combustíveis, que invente uma manta términca, que corrija os raios dos pneus de chuva porque o fabricante errou.

Hoje as corridas perderam a sua alma, ficam as lembranças da beleza dos carros antigos.