Mostrando postagens com marcador Jackie Stewart. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jackie Stewart. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

terça-feira, 21 de agosto de 2012

JACKIE STEWART: TUDO POR UMA F1 MAIS SEGURA*

* Red Bull


Jackie Stewart tem um histórico notável e até hoje é considerado um dos pilotos mais bem sucedidos e influentes.


Ele começou sua carreira na BRM, em 1965. Em 1968, migrou para a Matra – e, um ano depois, conquistou seu primeiro título mundial. Em 1970 foi para a Tyrrell, onde conquistou mais dois títulos mundiais. No total, Jackie Stewart obteve 27 vitórias na Fórmula 1.

Mas por mais que esses feitos sejam marcantes e importantes, Stewart entrou para a história depois de sofrer um grave acidente em uma de suas corridas.

Calma. Em 1966, no Grande Prêmio da Bélgica, uma chuva muito forte caía. Logo na primeira volta, Stewart girou e caiu em uma vala, ficando preso dentro do carro com seu macacão coberto de gasolina. Jackie escapou somente com uma clavícula quebrada, mas depois desse acontecimento ele resolveu que só correria novamente se fosse com mais segurança.

Para muitos, na época, a Fórmula 1 só tinha graça por ser um esporte perigoso, que desafiava os competidores e era sempre emocionante. Stewart não desistiu de tentar mudar as regras.

Uma das coisas que ele pleiteou foi o uso do capacete fechado por todos os pilotos. Outras foram o macacão corta-chamas e o cinto de segurança dentro do veículo. Os requisitos básicos de segurança usados hoje na F1, só isso.

Mesmo que ele não tenha aproveitado os resultados de sua luta, não se pode negar a importância de Jackie Stewart para a segurança da Fórmula 1.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

quarta-feira, 20 de junho de 2012

FOTO DO DIA

Jackie Stewart - GP da França, 1969

sexta-feira, 13 de abril de 2012

FOTO DO DIA

quarta-feira, 7 de março de 2012

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

FOTO DO DIA

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

ALGUÉM ME EXPLICA?

quinta-feira, 21 de julho de 2011

FOTO DO DIA


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Stewart x Tilke*

* Por Fábio Seixas

Finalmente alguém com relevância e história na F-1 falou em alto e bom som aquilo que nós, torcedores e/ou jornalistas, comentamos há tempos.

Jackie Stewart caiu de pau em Hermann Tilke e seus "tilkódromos".

"Já fui um bom jogador de golfe e, quando penso nos grandes campos do mundo, todos têm grandes áreas de 'green' e bancos de areia estrategicamente posicionados. Alguns premiam as longas tacadas. Outros, a precisão. Cada um é especial ao seu modo. E, curiosamente, não há dois que tenham sido projetados pela mesma pessoa", disse o tricampeão, em entrevista ao "Daily Telegraph".

"Acredito que a principal razão para a falta de ultrapassagens sejam esses 'circuitos modernos', quase todos desenhados pelo mesmo homem, Tilke."

Stewart faz uma comparação interessante. Na sua época, conta, correr na F-1 era quase assinar uma sentença de morte. Hoje, o radicalismo foi em outra direção.

"Aumentar a segurança é uma coisa. A impunidade é outra".

Ele explica: "As pistas de hoje parecem cópias umas das outras, e não penalizam os erros. Cometer erros é algo que todos fazemos, e às vezes precisamos pagar por eles. Ninguém precisa morrer, mas se queremos ver os melhores pilotos em ação, não parece justo que alguns deles errem, saiam da pista e voltem como se não tivesse acontecido nada."

Aplausos para Jackie. Só espero que Todt e Ecclestone tenham lido o "Telegraph"...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

FOTO DO DIA

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

FOTO DO DIA

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

FOTO DO DIA

quinta-feira, 29 de abril de 2010

SAFETY CAR, PRA QUE?


Jackie Stewart, GP da Espanha, 1970

sexta-feira, 26 de março de 2010

LEGENDE A FOTO

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

FOTO DO DIA



O verdadeiro balet da Fórmula 1!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

COLUNA DO ROQUE: O DIA EM INTERLAGOS TREMEU

Muitas das vezes poucos gestos significam muito mais do que uma grande ação, assim começou a história do GP Brasil de 1999. Numa época em que a venda de ingressos era dificultada ao extremo, você só podia comprar diretamente na bilheteria do autódromo, uma ação mercadológica salvou aqueles tiveram dificuldades de adquirí-los.

Em uma ação inédita até então, a Petrobrás que acabara de ingressar na F-1, colocou um pacote especial de ingressos à venda na sua rede de postos de combustíveis. Ao comprar o ingresso, você ficaria em um setor exclusivo (setor E), com direto a lanche no local e ainda por cima ganhava um Kit composto por uma camiseta verde, um protetor auricular, uma almofadinha para se sentar e uma capa de chuva...tudo isso por apenas R$ 120,00. Sorte dos atrasadinhos que puderam comprar esta opção de ingresso com inúmeras vantagens, principalmente de acesso.

Mias uma vez a Prefeitura de São Paulo colocava à disposição dos aficcionados brasileiros um sistema de transporte dito inteligente. Dito porque esqueciam de ensinar o caminho de Interlagos para os motoristas, então a viagem do metro república até a pista sempre rendia muitas risadas do pessoal ensinando o melhor caminho para se chegar. Como cada um sabe uma forma diferente de se chegar, muitas vezes os próprios passageiros se atrapalhavam e confundiam as bolas, o que gerava uma reclamação enorme dos demais e muitas risadas quando o motorista não se conformava com o trabalho.

Desta forma só conseguimos chegar ao setor E por volta das 9 horas da manhã na expectativa de ver Rubens Barrichello correr. Nos treinos ele deu um show à parte, contra as Mclarens do outro planeta, Rubinho conseguira o 3º tempo, mas devido à equipe em que ele estava e seus desempenhos anteriores pouca gente acreditava numa possível zebra, mas neste dia os raios intensos de sol indicavam uma coisa diferente. Surpresas estavam para acontecer.

E começaram a acontecer logo na largada, com Coulthard ficando parado e Barrichello largando bem pulando para o segundo lugar. Arquibancada em festa, gritos, ansiedade. Ninguém tirava o olho da pista...de repente a surpresa, Hakkinen fica lento, parece que a marcha certa não entrou e Rubinho passa para primeiro. De um circuito de F-1, Interlagos vira um estádio de futebol com 75 mil pessoas gritando sem parar o nome de Barrichello.

Um vibração sem tamanho, olhares incrédulos, uma alegria sem fim, algo impossível de descrever, será que era o dia? - alguns perguntavam...mas esta festa toda durou 19 voltas. O tempo de Barrichello parar nos boxes. Depois disso, ao voltar atrás de alguns pilotos que não haviam parado ainda, teve tempo para realizar novas ultrapassagens, com arrojo e coragem, reascendendo a vibração da galera. Ele chegaria facilmente no pódium, porém a sorte não acompanha Rubinho em seu GP local, e o resto está registrado na história...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

GP's CENTENÁRIOS: GP 200 - MONACO 1971

O GP 200, teve a vitória de Jackie Stewart que partia dai para seu bi-campeonato. Mas antes de mostrarmos a corrida, Stewart nos mostrará como era dirigir pelas ruas monegascas, com chuva:



Agora a corrida:



Muito legal ver o design dos carros, muito diferentes entre si e bem diferente da mesmice de hoje em dia.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

RELEMBRANDO VALORES: TYRRELL

Dia desses, conversando com o Roque, falávamos da equipe Tyrrell, e sempre que esse nome é mencionado, me vem à cabeça aquela Tyrrell de seis rodas que, em minhas vagas lembranças de menino, tive a honra e o prazer de ve-la correr. Lembro que na época falava pro meu pai (que também não perdia nenhum GP e com o qual aprendi a gostar de F-1), que achava muito estranho aquele carro, "diferentão" dos outros.
Apesar da inviabilidade do projeto, a equipe merece menção honrosa pela inovação da época. Esse texto era pra falar só do carro de seis rodas, mas pesquisando algumas fotos, achei um artigo interessante e que resume bem a trajetória desta fabulosa equipe, pela qual passaram lendas da F-1 como François Cevert, Jackie Stewart, Patrick Depailler, Jody Scheckter, Ronnie Peterson, Michele Alboreto.
Assim, achei injusto falar de um só carro de uma equipe que fez história numa das décadas mais áureas da F-1 e decidi postar o texto e fotos que seguem, para o deleite dos saudosistas, assim como eu.
É fato que os tempos são outros, o mundo mudou, mas seria gratificante aos espectadores apaixonados desse esporte, se existissem mais Kens Tyrrells na F-1.


A história da equipe Tyrrell será contada agora, pois o fundador dessa equipe, o inglês Ken Tyrrell faleceu no último dia 25 de agosto de 2001. Essa será uma homenagem á uma equipe que insistia em ser "romântica" em plena era das grandes megalomanizações na Fórmula 1.

Em 1960 Ken Tyrrell fundou uma equipe de Fórmula 3, que obteve sucesso nos anos seguintes, e após contar com o escocês Jackie Stewart ao volante de seus carros, Ken Tyrrell deu sua palavra á Jackie de que se entrasse na Fórmula 1 um dia, contrataria o escocês.
A palavra de Ken Tyrrell era valiosa, valia mais que qualquer contrato.
Em 1968 a Tyrrell se uniu á Matra e assim tiveram Stewart ao volante dos carros. Naquele ano Stewart se sagrou vice-campeão da F-1, e em 1969 ele foi campeão. Prova dosucesso da equipe Tyrrell.Em 1970 a Tyrrell utilizou chassis March, e teve um ano fraco com apenas uma vitória. Em 1971 a Tyrrell iria fabricar seu próprio carro. E esse carro Tyrrell se demonstrou vencedor desde o início, Jackie Stewart conquistou o título naquela no com uma imensa vantagem sobre os outros adversários. A equipe também tinha o francês Françoi Cevert ao volante, e ele venceu uma corrida (EUA).




1972 não foi o melhor ano da Tyrrell, já que Stewart conquistou apenas um vice-campeonato. Já 1973 foi o auge da Tyrrell, Stewart foi tri-campeão á bordo dos carros da equipe. Porém uma tragédia mudou os rumos da Tyrrell e decretou um ponto-final em seu auge..
No último GP daquele ano o tri-campeão Stewart iria completar seu 100º GP, mas nos treinos o francês Françoi Cevert morreu após se chocar fortemente com um Guard-Rail e ser degolado pela lâmina da proteção. Jackie Stewart decidiu não largar naquele GP e depois desse incidente decidiu nunca mais correr. Abandonou as pistas em honra á seu melhor amigo.




Assim a Tyrrell começava a temporada de 1974 com dois jovens estreantes, Jody Scheckter e Patrick Depailler.
Scheckter até que esteve na disputa pelo título daquele ano, mas a Tyrrell já sentia uma leve decadência. Em 1975 uma ou outra vitória era pouco para uma equipe que tinha dominado as pistas anos antes.


Em 1976 a Tyrrell apostou em uma inovação técnica que foi considerada loucura por muitos engenheiros: um carro de 6 rodas!

O carro era esquisito, mas fez Scheckter e Depailer conseguirem uma dobradinha no GP da Suécia daquele ano. Em 1977 com Depailler e Ronnie Peterson o carro andou bem em algumas provas, mas o carro de 6 rodas dificultava a fabricação de pneus para as rodas dianteiras (que eram muito menores que a média). O projeto foi abandonado no final daquele ano.

Em 1978 Depailler venceu um GP, mas nos anos seguintes a Tyrrell experimentaria suas últimas vitórias. As duas últimas com Michele Alboreto em Las Vegas-82 e Detroit-83.
Á partir de 1984 a Tyrrell nunca mais venceria uma corrida, seria confinada á ser eternamente uma equipe média e/ou pequena.
Nos anos de 1989 e 1990 a Tyrrell voltaria á andar bem por causa de um fantástico piloto que surgia na equipe: Jean Alesi, que impressionava toda a Fórmula 1 com sua espetacular pilotagem. Alesi quase venceu o GP dos EUA de 1990 onde duelou com Senna.
Em 1991 a Tyrrell como um motor Honda V10 teve em Stefano Modena a promessa de bons resultados. Em Mônaco chegou á andar em 2º após largar na primeira-fila. No Canadá conquistou um 2º lugar que foi um dos últimos pódios da Tyrrell.
As temporadas de 1992 e 93 foram ruins para a Tyrrell que raramente marcava algum ponto. Em 1994 já com motor Yamaha a Tyrrel ameaçou renascer pois até mesmo o piloto japonês Ukyo Katayama marcou pontos e Mark Blundell conquistou um pódio na Espanha.
Mas em 1995 a Tyrrel estaria confinada á nunca mais marcar presença em pódios, e em 1996 alguns pontos de Mika Salo foram poucos. Esse era o último ano com os motores Yamaha. Ken Tyrrell já estava velho e sua equipe nunca mais seria a mesma.
Em 1997 a Tyrrel marcou seus últimos pontos em Mônaco com Mika Salo. Em dezembro daquele ano Ken Tyrrel decidiu vender sua equipe para abandonar as pistas. O grupo tabagista British American Tobacco comprou a equipe. Porém um desacordo entre Ken Tyrrell e Craig Pollock, o novo dono da equipe fez com que Ken Tyrrell se zangasse e abandonasse a Fórmula 1 antes do final da temporada. O pivô da briga foi Jos Verstappen, que Ken Tyrrel havia dado sua palavra que o holandês pilotaria em 1998.
No seu último ano a Tyrrel teve pilotos pagantes como Tora Takagi e Ricardo Rosset. Triste fim para a mesma equipe que teve Jackie Stewart no início dos anos 70.
O problema da Tyrrell sempre foi o fato de Ken Tyrrell insistir em manter um certo romanticismo em seu time. Não se ultra-profissionalizou, manteve o amadorismo. Mas era um amadorismo de quem estava lá por amor á Fórmula 1 e ao automobilismo.
Ao final de 1998 o milhonário australiano Paul Stoddart comprou as instalações da Tyrrell para preservar essa parte da história da Fórmula 1. Inclusive chegou a cogitar a fundação de uma "Fórmula Tyrrell" com antigos carros da equipe.
Também em 1999 a Tyrrel deu lugar á BAR, a equipe British American Racing, com uma super-estrutura.
Em março de 1999 uma das figuras mais importantes da Tyrrel faleceu: Harvey Postletwaite, que durante muitos anos foi o projetista-chefe da equipe.
Em agosto de 2001 Ken Tyrrel faleceu de câncer em sua casa na Inglaterra. Esse foi o fim da história de uma parte da história do automobilismo recente.