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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A F-1 de 1973 na visão da Lotus*

* Por Bruno Vicária


Achei uma coisa muito legal por aqui, que certamente deixará muitos encantados. Um documentário chamado "If You're Not Winning… You're Not Trying", que descreve a temporada de 1973 da Fórmula 1 pelos olhos da equipe Lotus.

Este filme mostra, entre outras coisas, a vitória de Emerson Fittipaldi em Interlagos, com imagens bem legais, assim como a pilotagem fabulosa de Ronnie Peterson, os dois pilotos imortalizados nos carros com a pintura preta e dourada.

São 60 minutos fantásticos, para serem vistos e apreciados por todos, dos jovens aos velhos. Afinal, também temos outros nomes fantásticos como Jacky Ickx, Jackie Stewart, Carlos Reutemann, Clay Regazzoni, entre muitos outros.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

FOTO(S) DO DIA

Luiz Razia testando pela Force India
Ronnie Peterson, de lado como sempre, no Kart



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

FOTO DO DIA

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

FOTO DO DIA

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

FOTO DO DIA

quarta-feira, 28 de julho de 2010

PILOTOS: RONNIE PETERSON

Bengt Ronald Peterson, mais conhecido como Ronnie Peterson (Örebro, 14 de fevereiro de 1944 — Milão, 11 de setembro de 1978), apelidado de "o sueco voador", foi um automobilista que guiou na Fórmula 1 na década de 1970.

Ronnie Peterson desenvolveu sua pilotagem muito jovem, quando ainda competia no kart, e carregou esse estilo até a Fórmula 1 - muitas das mais conhecidas fotografias de Peterson ao volante retratam seu carro deslizando nas quatro rodas em alguma curva qualquer. Peterson dominava esta técnica - também conhecida como drift - como poucos pilotos da história. Era extremamente arrojado e hábil, em contraste com sua aparência delicada, com seu físico relaxado e um jeito tímido que lhe rendeu fama de frio.

Ronnie fez sua estréia em Grandes Prêmios guiando para a March, no GP de Mônaco de 1970. Antes, após os tempos de kart, ele participou da Fórmula 3 competindo pela equipe Svebe. Em 1971 venceu o campeonato europeu de Fórmula 2 guiando pela March, e ainda obteve 5 segundos lugares na Fórmula 1, que lhe valeram o vice-campeonato da categoria. Peterson permaneceu na March até 1973, quando assinou contrato com a John Player Team Lotus para competir ao lado de Emerson Fittipaldi. Sua primeira vitória em grandes prêmios foi no Grande Prêmio da França de 1973. Naquele ano venceu mais três vezes. Em 1974 obteve mais três vitórias, nos GPs da França, Itália e Mônaco. Depois de um ano ruim em 1975, em que o Lotus 76 provou ser um erro, voltou a guiar pela March, equipe pela qual venceu o GP da Itália de 1976.



Em 1977 Peterson correu pela equipe Tyrrell, com o lendário carro de seis rodas, mas a antes vitoriosa esquadra dos carros azuis já havia iniciado sua longa e irreversível decadência. O ano foi particularmente ruim para Peterson e, para surpresa de muitos, o sueco voltou a assinar contrato com a Lotus para a temporada de 1978.



Pela equipe de Colin Chapman, que havia aperfeiçoado o revolucionário conceito aerodinâmico do carro asa, Peterson venceu os GPs da África do Sul e Áustria. Mesmo assim, por condição contratual imposta pela equipe, não lhe foi permitido duelar diretamente com o companheiro de equipe Mario Andretti, primeiro piloto do time. Apesar de os resultados já lhe assegurarem o vice-campeonato, tal situação na Lotus levou Peterson a negociar uma possível ida para a McLaren na temporada de 1979.

A Lotus chegou ao GP da Itália com a possibilidade de tornar Andretti campeão antecipado. Nos treinos, Peterson teve seu carro titular danificado, e precisou recorrer ao carro reserva, que era um modelo mais antigo da Lotus.



Foi exatamente nesta corrida que estreou na F-1 o semáforo, em substituição ao antigo método de largada em que se baixava uma bandeira com as cores do país-sede do GP. No entanto, o diretor da prova, Gianni Restelli, atrapalhou-se com a novidade: antes que os carros das últimas filas do grid houvessem parado, foi acionada a luz verde. Os pilotos que vinham de trás, portanto, arrancaram em maior velocidade, o que fez com que todos os carros chegassem juntos ao ponto em que a reta se estreitava antes da Chicane Goodyear. Alguns carros se tocaram, e o Lotus de Peterson foi jogado para fora da pista, de encontro ao guard-rail. O choque danificou seriamente a parte dianteira do Lotus e rompeu os tanques de combustível, causando um grande incêndio. Peterson foi tirado do carro com graves ferimentos nas pernas, por bombeiros e outros pilotos, e foi internado. Os primeiros procedimentos médicos no atendimento incluíram a amputação do pé esquerdo do piloto. No dia seguinte, Ronnie Peterson faleceu, vítima de embolia causada pelas fraturas.



Nas entrevistas dos pilotos após a prova, o inglês James Hunt declarou que, pelo som que emitia no momento da largada, o antigo Lotus reserva que Peterson estava usando parecia ter problemas e não acelerar devidamente, o que teria contribuído para o desastre. No mesmo acidente foi seriamente ferido o piloto italiano Vittorio Brambilla, atingido na cabeça por uma roda solta de um dos carros envolvidos, e alguns meses depois outro piloto italiano, Riccardo Patrese, foi colocado em sursis pela FIA, sob a acusação de ter sido elemento culposo do acidente. Por conta da confusão ocorrida com o uso do semáforo no GP da Itália, determinou-se que a largada só poderia ser dada depois que um fiscal atravessasse o grid com uma bandeira na mão, sinalizando que todos os carros haviam parado.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

RONNIE PETERSON EM ANDERSTORP


Cortesia do Blog do Ico.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

RETROVISOR





19 de agosto de 1954

Nasce Oscar Larrauri, piloto argentino de automobilismo





19 de agosto de 1973

Ronnie Peterson vence o GP da Áustria











19 de agosto de 1973
José Carlos Pace sobe ao pódio pela primeira vez (GP da Áustria)







19 de agosto de 1975


Morre Mark Donahue piloto de Formula 1 norte-americano e também vencedor das 500 milhas de Indianápolis.


19 de agosto de 1984

Niki Lauda vence o GP da Áustria




19 de agosto de 2001


Michael Schumacher vence o GP da Hungria e conquista seu quarto título mundial.









Bjus até a próxima...
Carolina Loli


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

FOTO DO DIA


Interlagos, 1973

sábado, 25 de outubro de 2008

FOTO DO DIA (ESPECIAL GP DO BRASIL)


Patrick Depailler e Ronnie Peterson, na curva do Sol, em 1977

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

GP's CENTENÁRIOS: GP 300 - AFRICA DO SUL

O GP de Cingapura representará a 800ª corrida da história da Fórmula 1. É a primeira vez que a corrida centenária acontece em um GP estreante, tão especial quanto este.

O primeiro GP que selecionamos, foi o GP 300 realizado na África do Sul, com vitória de Ronnie Peterson, veja as imagens dos momentos finais em uma intensa disputa, roda a roda, curva a curva com Patrick Depailler, na última volta do GP:

quinta-feira, 3 de abril de 2008

RELEMBRANDO VALORES: TYRRELL

Dia desses, conversando com o Roque, falávamos da equipe Tyrrell, e sempre que esse nome é mencionado, me vem à cabeça aquela Tyrrell de seis rodas que, em minhas vagas lembranças de menino, tive a honra e o prazer de ve-la correr. Lembro que na época falava pro meu pai (que também não perdia nenhum GP e com o qual aprendi a gostar de F-1), que achava muito estranho aquele carro, "diferentão" dos outros.
Apesar da inviabilidade do projeto, a equipe merece menção honrosa pela inovação da época. Esse texto era pra falar só do carro de seis rodas, mas pesquisando algumas fotos, achei um artigo interessante e que resume bem a trajetória desta fabulosa equipe, pela qual passaram lendas da F-1 como François Cevert, Jackie Stewart, Patrick Depailler, Jody Scheckter, Ronnie Peterson, Michele Alboreto.
Assim, achei injusto falar de um só carro de uma equipe que fez história numa das décadas mais áureas da F-1 e decidi postar o texto e fotos que seguem, para o deleite dos saudosistas, assim como eu.
É fato que os tempos são outros, o mundo mudou, mas seria gratificante aos espectadores apaixonados desse esporte, se existissem mais Kens Tyrrells na F-1.


A história da equipe Tyrrell será contada agora, pois o fundador dessa equipe, o inglês Ken Tyrrell faleceu no último dia 25 de agosto de 2001. Essa será uma homenagem á uma equipe que insistia em ser "romântica" em plena era das grandes megalomanizações na Fórmula 1.

Em 1960 Ken Tyrrell fundou uma equipe de Fórmula 3, que obteve sucesso nos anos seguintes, e após contar com o escocês Jackie Stewart ao volante de seus carros, Ken Tyrrell deu sua palavra á Jackie de que se entrasse na Fórmula 1 um dia, contrataria o escocês.
A palavra de Ken Tyrrell era valiosa, valia mais que qualquer contrato.
Em 1968 a Tyrrell se uniu á Matra e assim tiveram Stewart ao volante dos carros. Naquele ano Stewart se sagrou vice-campeão da F-1, e em 1969 ele foi campeão. Prova dosucesso da equipe Tyrrell.Em 1970 a Tyrrell utilizou chassis March, e teve um ano fraco com apenas uma vitória. Em 1971 a Tyrrell iria fabricar seu próprio carro. E esse carro Tyrrell se demonstrou vencedor desde o início, Jackie Stewart conquistou o título naquela no com uma imensa vantagem sobre os outros adversários. A equipe também tinha o francês Françoi Cevert ao volante, e ele venceu uma corrida (EUA).




1972 não foi o melhor ano da Tyrrell, já que Stewart conquistou apenas um vice-campeonato. Já 1973 foi o auge da Tyrrell, Stewart foi tri-campeão á bordo dos carros da equipe. Porém uma tragédia mudou os rumos da Tyrrell e decretou um ponto-final em seu auge..
No último GP daquele ano o tri-campeão Stewart iria completar seu 100º GP, mas nos treinos o francês Françoi Cevert morreu após se chocar fortemente com um Guard-Rail e ser degolado pela lâmina da proteção. Jackie Stewart decidiu não largar naquele GP e depois desse incidente decidiu nunca mais correr. Abandonou as pistas em honra á seu melhor amigo.




Assim a Tyrrell começava a temporada de 1974 com dois jovens estreantes, Jody Scheckter e Patrick Depailler.
Scheckter até que esteve na disputa pelo título daquele ano, mas a Tyrrell já sentia uma leve decadência. Em 1975 uma ou outra vitória era pouco para uma equipe que tinha dominado as pistas anos antes.


Em 1976 a Tyrrell apostou em uma inovação técnica que foi considerada loucura por muitos engenheiros: um carro de 6 rodas!

O carro era esquisito, mas fez Scheckter e Depailer conseguirem uma dobradinha no GP da Suécia daquele ano. Em 1977 com Depailler e Ronnie Peterson o carro andou bem em algumas provas, mas o carro de 6 rodas dificultava a fabricação de pneus para as rodas dianteiras (que eram muito menores que a média). O projeto foi abandonado no final daquele ano.

Em 1978 Depailler venceu um GP, mas nos anos seguintes a Tyrrell experimentaria suas últimas vitórias. As duas últimas com Michele Alboreto em Las Vegas-82 e Detroit-83.
Á partir de 1984 a Tyrrell nunca mais venceria uma corrida, seria confinada á ser eternamente uma equipe média e/ou pequena.
Nos anos de 1989 e 1990 a Tyrrell voltaria á andar bem por causa de um fantástico piloto que surgia na equipe: Jean Alesi, que impressionava toda a Fórmula 1 com sua espetacular pilotagem. Alesi quase venceu o GP dos EUA de 1990 onde duelou com Senna.
Em 1991 a Tyrrell como um motor Honda V10 teve em Stefano Modena a promessa de bons resultados. Em Mônaco chegou á andar em 2º após largar na primeira-fila. No Canadá conquistou um 2º lugar que foi um dos últimos pódios da Tyrrell.
As temporadas de 1992 e 93 foram ruins para a Tyrrell que raramente marcava algum ponto. Em 1994 já com motor Yamaha a Tyrrel ameaçou renascer pois até mesmo o piloto japonês Ukyo Katayama marcou pontos e Mark Blundell conquistou um pódio na Espanha.
Mas em 1995 a Tyrrel estaria confinada á nunca mais marcar presença em pódios, e em 1996 alguns pontos de Mika Salo foram poucos. Esse era o último ano com os motores Yamaha. Ken Tyrrell já estava velho e sua equipe nunca mais seria a mesma.
Em 1997 a Tyrrel marcou seus últimos pontos em Mônaco com Mika Salo. Em dezembro daquele ano Ken Tyrrel decidiu vender sua equipe para abandonar as pistas. O grupo tabagista British American Tobacco comprou a equipe. Porém um desacordo entre Ken Tyrrell e Craig Pollock, o novo dono da equipe fez com que Ken Tyrrell se zangasse e abandonasse a Fórmula 1 antes do final da temporada. O pivô da briga foi Jos Verstappen, que Ken Tyrrel havia dado sua palavra que o holandês pilotaria em 1998.
No seu último ano a Tyrrel teve pilotos pagantes como Tora Takagi e Ricardo Rosset. Triste fim para a mesma equipe que teve Jackie Stewart no início dos anos 70.
O problema da Tyrrell sempre foi o fato de Ken Tyrrell insistir em manter um certo romanticismo em seu time. Não se ultra-profissionalizou, manteve o amadorismo. Mas era um amadorismo de quem estava lá por amor á Fórmula 1 e ao automobilismo.
Ao final de 1998 o milhonário australiano Paul Stoddart comprou as instalações da Tyrrell para preservar essa parte da história da Fórmula 1. Inclusive chegou a cogitar a fundação de uma "Fórmula Tyrrell" com antigos carros da equipe.
Também em 1999 a Tyrrel deu lugar á BAR, a equipe British American Racing, com uma super-estrutura.
Em março de 1999 uma das figuras mais importantes da Tyrrel faleceu: Harvey Postletwaite, que durante muitos anos foi o projetista-chefe da equipe.
Em agosto de 2001 Ken Tyrrel faleceu de câncer em sua casa na Inglaterra. Esse foi o fim da história de uma parte da história do automobilismo recente.