quarta-feira, 20 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: CONHECENDO O SETOR D

Saímos da reta dos boxes e chegamos ao S do Senna, é lá que fica localizado o setor D. Sua vista se resume ao final da reta, de frente, aos boxes, e ao S propriamente.

Neste setor, existe telões e a comodidade de ser coberto. As pessoas que lá presenciarão o GP também não precisam dormir na fila para ter um bom lugar, basta chegar na abertura dos portões.

A vista é esta:

terça-feira, 19 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1989

A última corrida no Rio de Janeiro não começou bem para Ayrton Senna. Logo na largada, o brasileiro forçou a passagem entre Riccardo Patrese e Gerhard Berger e acabou levando a pior, batendo na Ferrari do austríaco.

Senna trocou o bico de seu carro, mas não conseguiu alcançar os primeiros colocados, terminando a corrida em 11º lugar. Prost parecia caminhar tranquilo para mais uma vitória no país, mas problemas em sua McLaren permitiram a aproximação e a ultrapassagem de Nigel Mansell.

O “Leão” venceria a prova com sua Ferrari, seguido pelo próprio Prost e pelo surpreendente Maurício Gugelmin, da March. Mas se Gugelmin foi bem, o mesmo não se pode dizer de seus compatriotas. Nelson Piquet abandonou a prova na décima volta e Roberto Moreno sequer disputou a corrida.


Resultado final
1 - Nigel Mansell - Ferrari
2 - Alain Prost - McLaren-Honda
3 - Muricio Gugelmin - March-Judd
4 - Johnny Herbert - Benetton-Cosworth
5 - Derek Warwick - Arrows-Cosworth
6 - Alessandro Nannini - Benetton-Cosworth
Pole-position - Ayrton Senna -McLaren-Honda


LEGENDE A FOTO

Kovalainen

PASTOR MALDONADO ASSINA COM A WILLIAMS!

Pastor Maldonado será o companheiro de Rubens Barrichello na temporada 2011. A informação é da Revista WARM UP, braço eletrônico do Grande Prêmio. O acordo foi assinado na segunda semana de outubro em Caracas, contando com a presença de um membro da cúpula da Williams e da Petróleos de Venezuela (PDVSA), principal patrocinadora do venezuelano.

O campeão da GP2 de 2010 vai ocupar o posto que pertence a Nico Hülkenberg, campeão da categoria de base no ano passado. O motivo é simples: quatro dos patrocinadores da Williams — Real Bank of Scotland, Philips, AirAsia e McGregor — deixam a equipe de Grove ao fim deste ano. Numa linguagem mais real, o time limparia a carenagem de seus veículos como os da Brawn no ano passado e os da Sauber nesta temporada.

A Petróleos de Venezuela financiou boa parte da carreira de Maldonado, mas estava, digamos, lenta ao decidir se liberaria ou não o dinheiro esperado pelo piloto para 2011. Demorou, mas saiu: € 15 milhões, cerca de R$ 34,7 mi, que a Williams não pensou mais do que meia vez para agarrar.

Maldonado se esforçou bastante para obter sua vaga na F1. Flertou com a Hispania, mas teve a consciência de ver que, assinando, apenas gastaria dinheiro e nada poderia acrescentar por lá. Antes disso, chegou a conversar com a Sauber, que optou pelo polpudo orçamento da Telmex de Carlos Slim.

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1988

Alain Prost sempre teve muita sorte em Jacarepaguá, e a história não foi diferente em 1988. O dia começou bem para o francês antes mesmo da largada, quando a McLaren do pole-position Ayrton Senna teve problemas. O brasileiro acabou pegando o carro reserva e largou dos boxes em último lugar.

Após o sinal verde, Prost saltou do terceiro lugar rumo à liderança, posição na qual permaneceu até a bandeirada final. Em uma corrida de recuperação, Senna chegou a ficar em segundo lugar, mas foi desclassificado por ter excedido o tempo permitido para a largada ao trocar de carro. Assim, Gerhard Berger, da Ferrari, herdou o segundo lugar, à frente de Nelson Piquet.


Resultado final
1 - Alain Prost - McLaren-Honda
2 - Gerhard Berger -Ferrari
3 - Nelson Piquet - Lotus-Honda
4 - Derek Warwick - Arrows-Megatron
5 - Michele Alboreto - Ferrari
6 - Satoru Nakajimi - Lotus-Honda
Pole-position - Ayrton Senna - McLaren-Honda

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1987

O ano de 1987 ficou marcado como a temporada do tricampeonato de Nelson Piquet, mas poderia ter sido ainda melhor para o brasileiro. Isso porque o piloto da Williams tinha tudo para vencer em Jacarepaguá, mas teve de parar nos boxes para retirar os papéis picados jogados na pista, que obstruíram o radiador de seu carro.

A parada acabou beneficiando Alain Prost, que conquistou sua quarta vitória no Brasil. Piquet cruzou a linha de chegada na segunda posição, seguido por Stefan Johansson. Ayrton Senna, em sua última temporada na Lotus, abandonou na volta 50.

Resultado final
1 - Alain Prost - McLaren-TAG Porsche
2 - Nelson Piquet - Williams-Honda
3 - Stefan Johansson - McLaren-TAG Porsche
4 - Gerhard Berger - Ferrari
5 - Thierry Boutsen - Benetton-Cosworth
6 - Nigel Mansell - Williams-Honda

Pole-position - Nigel Mansell - Williams-Honda


Fonte: 4 Rodas

ESPECIAL GP BRASIL: FOTO DO DIA

Niki Lauda e James Hunt, GP Brasil de 1976

ESPECIAL GP BRASIL: CONHECENDO O SETOR M

As novas arquibancadas fixas dão um novo visual à Interlagos. Porém este visual, para o público presente neste setor se resume a largada, os boxes e a entrada do S do Senna.

É o melhor ponto para ver uma ultrapassagem no final da reta, porém, por conta do acabamento fixo do paddock, não se enxerga mais nada do que isso.

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1986

Todo ano, o público comparecia ao GP Brasil na esperança de ver uma vitória brasileira. Depois de seguidas decepções, o ano de 1986 reservava uma boa surpresa para os fãs de automobilismo. O pole-position Ayrton Senna (Lotus) largou bem e manteve a liderança até a terceira volta, quando foi ultrapassado por seu compatriota – e eterno rival – Nelson Piquet. O piloto brasiliense perdeu a ponta apenas durante suas duas paradas, mas recuperou o primeiro lugar com facilidade.

Alain Prost, que ameaçou estragar a festa dos brasileiros, abandonou no final com problemas no motor. O caminho estava livre para Nelson Piquet, que venceu a prova, com Ayrton Senna no segundo lugar. No pódio, os dois comemoraram com a bandeira brasileira, formando a primeira dobradinha do país desde 1975, quando José Carlos Pace e Emerson Fittipaldi venceram em Interlagos.


Resultado final
1 - Nelson Piquet - Williams-Honda
2 - Ayrton Senna - Lotus-Renault
3 - Jacques Laffite - Ligier-Renault
4 - Rene Arnoux - Ligier-Renault
5 - Martin Brundle - Tyrrell-Renault
6 - Gerhard Berger - Benetton-BMW

Pole-position - Ayrton Senna - Lotus-Renault





Fonte: 4 Rodas

ESPECIAL GP BRASIL: PROGRAMAÇÃO OFICIAL

Sexta, 5 de novembro

10:00 - 11:30 Treino Livre, Fórmula 1TM

12:00 - 12:35 Treino Livre Evento Suporte, Porsche Cup

14:00 - 15:30 Treino Livre, Fórmula 1TM

15:40 - 16:15 Treino Livre Evento Suporte, Porsche Cup Light

16:25 - 17:00 Treino Livre Evento Suporte, Fórmula 3

17:05 - 17:25 Sessão de Classificação Evento Suporte, Fórmula 3

Sábado, 6 de novembro

09:25 - 10:00 Evento Suporte, Fórmula 3

11:00 - 12:00 Treino Livre, Fórmula 1TM

14:00 - 15:00 Sessão de Classificação, Fórmula 1TM

15:10 - 15:45 Sessão de Classificação Evento Suporte, Porsche Cup

16:00 - 16:35 Sessão de Classificação Evento Suporte, Porsche Cup Light

Domingo, 7 de novembro

09:00 - 09:35 Evento Suporte, Fórmula 3

09:50 - 10:25 Evento Suporte, Porsche Cup Light

10:35 - 11:10 Evento Suporte, Porsche Cup

12:30 Desfile de Pilotos, Fórmula 1TM

13:30 Formação do Grid de Largada, Fórmula 1TM

13:45 Fechamento saída de box, Fórmula 1TM

14:00 Grande Prêmio Petrobras do Brasil de Fórmula 1TM, 71 voltas

domingo, 17 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1985

O domingo não começou bem para o Brasil. Nelson Piquet abandonou a corrida logo na segunda volta e assistiu ao domínio de Alain Prost dos boxes. Ayrton Senna, a outra esperança verde-e-amarela, deixaria a corrida na volta 18. No final das contas, o “Professor” superou Keke Rosberg, que teve problemas com o turbo, e seus outros adversários, como Michele Alboreto. O francês venceu mais uma vez no Rio, a frente de Alboreto e Elio de Angelis.

Resultado final
1 - Alain Prost - McLaren-TAG Porsche
2 - Michele Alboreto - Ferrari
3 - Elio de Angelis - Lotus-Renault
4 - Rene Arnoux - Ferrari
5 - Patrick Tambay - Renault
6 - Jacques Laffite - Ligier-Renault

Pole-position - Michele Alboreto - Ferrari

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1984

A etapa de Jacarepaguá ficou marcada por dois momentos distintos: a estreia de Ayrton Senna na Toleman e a quantidade impressionante de abandonos no Rio de Janeiro.

Nada menos do que 19 pilotos deixaram a prova, que foi vencida por Alain Prost. Além de seu talento, o francês também contou com a sorte, já que vários outros pilotos chegaram a assumir a liderança, mas acabaram abandonando.

Os representantes do Brasil não foram bem. Nelson Piquet, da Brabham, deixou a corrida na volta 32. Já o estreante Senna foi menos longe e teve de recolher seu carro na oitava volta.

Resultado final
1 - Alain Prost - McLaren-TAG Porsche
2 - Keke Rosberg - Williams-Honda
3 - Elio de Angelis - Lotus-Renault
4 - Eddie Cheever - Alfa Romeo
5 - Patrick Tambay - Renault
6 - Thierry Boutsen - Arrows-Cosworth
Pole-position - Elio de Angelis - Lotus-Renault


sábado, 16 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1983

No ano em que o Brasil foi escalado para abrir o campeonato de F-1, Nelson Piquet teve a sorte como sua grande aliada. O brasileiro, que assumiu o terceiro lugar logo na largada e rapidamente chegou ao segundo lugar, ultrapassando Alain Prost.

Foi uma questão de tempo para que Piquet tomasse a liderança, em uma arrojada manobra que levantou as arquibancadas de Jacarepaguá. A vitória em casa levou o público ao delírio, que invadiu a reta do autódromo logo após a bandeirada final.

Niki Lauda ficou com o segundo lugar e Jacques Laffite conquistou a terceira posição. Quanto aos outros brasileiros, Chico Serra, da Arrows, ficou em 9º e Raul Boesel abandonou na volta 25.

Resultado final
1 - Nelson Piquet - Brabhan-BMW
2 - Keke Rosberg - Desclassificado
3 - Niki Lauda - McLaren-Cosworth
4 - Jacques Laffite - Williams-Cosworth
5 - Patrick Tambay - Ferrari
6 - Marc Surer - Arrows-Cosworth
Pole-position - Keke Rosberg - Williams-Cosworth



Fonte: 4 Rodas

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1982

O terceiro GP do Brasil realizado no Rio de Janeiro foi cercado de polêmicas. Na largada, os carros turbo de Gilles Villeneuve e René Arnaux dispararam na frente. Keke Rosberg também saiu bem e não demorou para ultrapassar o francês.

Nelson Piquet subiu para a sexta posição e rapidamente chegou ao terceiro lugar. O brasileiro travou um belo duelo com Arnaux, levando a melhor na Curva Sul.

O show continuou pouco tempo depois. No final da Curva dos Boxes, Rosberg passou Piquet, que rapidamente deu o troco. O finlandês repetiu a manobra duas voltas depois, mas tornou a perder a posição para o brasileiro.

Piquet assumiu a liderança de forma polêmica, forçando a passagem sobre Villeneuve, que só não bateu no guard-rail graças a sua habilidade. Enquanto Chico Serra e Raul Boesel abandonavam, Piquet abriu uma vantagem de quase cinco segundos para Rosberg, vencendo a prova carioca.

O esforço de Piquet foi tamanho que o piloto acabou desmaiando no lugar mais alto do pódio. Ele foi socorrido pelo então governador do Rio de Janeiro, Chagas Freitas, e por Rosberg, segundo colocado.

Mas o resultado de Jacarepaguá acabou sendo modificado dias depois, graças à descoberta de um engenhoso recurso que beneficiava os carros de Brabham e Williams. Explica-se: o sistema de refrigeração dos freios era feito com água, o que deixava os carros dentro do peso mínimo estipulado antes da largada.

Porém, ao longo da corrida, a água armazenada nos carros era utilizada, o que deixava os monopostos mais leves do que os das demais equipes. Como o regulamento permitia a reposição dos fluídos antes da pesagem obrigatória, os carros voltavam a ficar dentro das regras.

No final das contas, a FIA decidiu desclassificar Piquet e Rosberg, e a vitória caiu no colo de Alain Prost.

Resultado final
1 - Alain Prost - Renault
2 - John Watson - McLaren-Cosworth
3 - Nigel Mansell - Lotus-Cosworth
4 - Michele Alboreto - Tyrrell-Cosworth
5 - Manfred Winkelhock - ATS-Cosworth
6 - Didier Pironi - Ferrari

Pole-position - Alain Prost - Renault


Fonte: 4 Rodas

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1981

De volta à Cidade Maravilhosa, a etapa brasileira foi dominada por um argentino. Com a pista molhada, Carlos Reutemann largou na primeira fila, ao lado do pole-position Nelson Piquet, e logo assumiu a liderança. A prova ficou marcada por um episódio polêmico envolvendo Reutemann e seu chefe Frank Williams. Faltando poucas voltas para o fim da corrida, Williams ordenou que o argentino abrisse passagem para seu companheiro de equipe Alan Jones.

Reutemann, no entanto, ignorou o pedido e cruzou a linha de chegada em primeiro lugar. A atitude do piloto gerou um mal-estar com Jones, que expressou sua insatisfação publicamente após a corrida. Já Piquet errou ao largar com pneus slick, apostando que a pista secaria ao longo da prova. O tempo não ajudou e o brasileiro amargou um 12º lugar. Chico Serra, da Fittipaldi, foi ainda mais azarado e abandonou logo após a largada.

Resultado final
1 - Carlos Reutemann - Williams-Cosworth
2 - Alan Jones - Williams-Cosworth
3 - Riccardo Patrese - Arrows-Cosworth
4 - Marc Surer - Ensign-Cosworth
5 - Elio de Angelis - Lotus-Cosworth
6 - Jacques Laffite - Talbot Ligier-Matra

Pole-position - Nelson Piquet - Brabhan-Cosworth

ESPECIAL GP BRASIL: ENTENDENDO O SETOR B

É no setor B que os privilegiados vêem a largada, o pódio e a movimentação dos boxes.

O ensudercedor barulho da largada é a recompensa para quem pouco verá da corrida, apesar de ser um setor coberto.

Abaixo um exemplo:

ESPECIAL GP BRASIL: FOTO DO DIA

Ingo Hoffman, GP Brasil de 1977

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1980

Algumas corridas são especiais não só pelo que nelas acontece, esta em especial era pelo momento que eu passava, o interesse muitas vezes não é só aquele momento de pista mas o que ansiosamente se aguarda, como veremos a seguir.

Em janeiro de 1980...

27 de Janeiro de 1980, a primeira vez de ver Fórmula 1 não estando no retão.

O setor escolhido foi o A, onde pelo menos via-se a largada e bastante da pista, hoje com a construção do Padock, Torre de cronometragem, vê-se apenas a largada.

No dia 26, preparativos, informes, troca de telefones, motivo da apreensão o nascimento de meu primeiro filho.

A indecisão, vou ou não? Um desavisado pode perguntar por que não levou o celular? Em 1980?

No dia anterior aluguel de uma garagem em uma casa que dava para sair de Interlagos em direção a ponte do Socorro e não pela av. Interlagos, que ao contrario dos dias de hoje permanecia com suas mãos de direção inalterada. Ah, previamente paga!

No dia da corrida, pela manhã, checagem dos detalhes finais, se com a esposa e o futuro filhote estava tudo bem, com meu pai se ele de fato tinha o telefone da rádio Bandeirantes e o local onde estaria, em frente ao portão 3, hoje setor A, bem em frente ou abaixo de uma Paineira (esta até hoje permanece por lá) e o mais importante um radinho de pilha! O local foi previamente escolhido por haver uma caixa de som que transmitia a corrida.

No final, a corrida mais importante foi a que menos curti. A classificação final foi: Renee Arnoux, Renault; 2º Elio de Angelis, Lotus; 3º Alan Jones, Willians. Tivemos na corrida de 80 a primeira comida em público de um primeiro piloto sobre a ultrapassagem de um segundo sobre ele, na Fittipaldi a estréia de Keke Rosberg, que seria campeão do mundo em 82 pela Willians e na corrida por ter ultrapassado seu “chefe” tomou uma comida homérica em público.

Sai de Interlagos, chego em casa e o filhote só nasceu dois dias depois, acabou esperando o pai ver a sua corridinha e provavelmente, ou melhor, com certeza, acabou sendo contaminado pelo vírus da velocidade, ele é ninguém mais que o Augusto Roque, companheiro das madrugadas em dias de corrida e treinos, de emoções, de pizzas geladas com coca cola. Passou por Piquet (o pai!), Moreno, Senna, Rubinho, Massa e mais um monte de botas.

Que em 2010, fora as palhaçadas da FIA, do Tiririca, do molusco...
Que tenhamos na pista tanta emoção quanto tive neste ano.

(To, um beijão de seu pai),

Dr. Roque

Resultado final

1 - Rene Arnoux - Renault
2 - Elio de Angelis - Lotus-Cosworth
3 - Alan Jones - Williams-Cosworth
4 - Didier Pironi - Ligier-Cosworth
5 - Alain Prost - McLaren-Cosworth
6 - Riccardo Patrese - Arrows-Cosworth

Pole-position - Jean-Pierre Jabouille - Renault


CASCOS: LUCAS DI GRASSI

Casco que Lucas di Grassi usará no GP da Coréia.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1979

Com a reforma de 1979, o autódromo com mais visão da corrida na F-1 (70%) assistiu ao irresistível passeio da Ligier-Ford de Jacques Laffite. Um carro-asa espetacular e um magnífico Laffite que fizeram tudo em Interlagos: pole, volta mais rápida, vitória e dobradinha com Patrick Depailler.

A Ligier foi o espetáculo e Nelson Piquet, que se recuperava da luxação no tornozelo sofrida num acidente na Argentina, foi o melhor coadjuvante. Ele sabia que o pé direito, mesmo sedado, não resistiria a acelerar nos 318 quilômetros da corrida e resolveu divertir-se. Largou em 22º – antepenúltimo – com pouquíssimo combustível e foi ultrapassando todo mundo. Já na reta oposta passou Jan Lammers, Elio de Angelis, Jochen Mass e Niki Lauda. Mais dois no miolo, Patrick Tambay e John Watson, e na reta dos boxes venceu Riccardo Patrese, por fora, e Jean-Pierre Jarier, por dentro. Tudo isso em três voltas. Mas o povão ficou de pé quando Piquet chegou na Ferrari do famoso tranca-pista Clay Regazzoni. E Rega justificou a fama ao fechar a passagem do brasileiro em quatro tentativas. Piquet teimou em passar o suíço e levou um chega-pra-lá. Perdeu o nariz do Brabham e acabou desistindo da corrida na quinta volta. Mas deu seu show.

Resultado final

1 - Jacques Laffite - Ligier-Cosworth
2 - Patrick Depailler - Ligier-Cosworth
3 - Carlos Reutemann - Lotus-Cosworth
4 - Didier Pironi - Tyrrell-Cosworth
5 - Gilles Villeneuve - Ferrari
6 - Jody Scheckter - Ferrari
Pole-position - Jaques Laffite - Ligier-Cosworth




Fonte: 4 Rodas, Wikipedia, Dr. Roque, Globo