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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

terça-feira, 1 de outubro de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

ALGUÉM ME EXPLICA?


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012

GGOO MEMÓRIA: GP DE LONG BEACH, 1980 (COMPLETO)

Texto de Fernando Silva

Em sua página oficial no Facebook, na noite de sexta-feira, Nelson Piquet divulgou um vídeo simplesmente histórico, e por que não dizer, lendário. No dia 30 de março, data em que celebrou os 32 anos de sua primeira vitória na F1 — o GP dos Estados Unidos (Oeste) de 1980 —, o tricampeão mundial postou a íntegra da conquista em Long Beach, tradicional circuito de rua norte-americano, na Califórnia, e que hoje sedia uma das mas especiais etapas da temporada da Indy.

O vídeo é histórico sob vários aspectos: primeiro, claro, pela primeira de 23 vitórias da carreira de Nelsão na F1, abrindo assim uma das carreiras mais vitoriosas de um piloto na F1. Depois, Emerson Fittipaldi fez corrida épica depois de ter largado em 24º e último lugar e terminou na terceira colocação, subindo ao pódio pela última vez na categoria.

Outro detalhe, claro que bem menos importante que os citados acima, mas não menos curioso, é o fato de que a narração da corrida no vídeo foi de Galvão Bueno, mas exibida pela TV Bandeirantes, que transmitiu a temporada da F1 em 1980 — um ano depois, a categoria voltou a ser exibida pela Globo, talvez por conta do sucesso de Piquet. O narrador teve ao seu lado o comentarista Gil Ferreira em uma transmissão de mais de duas horas.

Tá aí uma oportunidade de relembrar um momento histórico, para quem teve a chance de ver e viver aqueles momentos todos. Eu, particularmente, tinha apenas 18 dias de vida quando Piquet venceu a primeira de tantas outras na F1, então o registro é ainda mais importante. Vale a pena demais assistir cada segundo deste vídeo lendário!

segunda-feira, 19 de março de 2012

RELÍQUIAS NACIONAIS: FORMULA 5000 E DIVISÃO 3 - INTERLAGOS, 1980

O arqueólogo Dú Cardim disponibilizou no Twitter essas duas relíquias do automobilismo nacional: A Fórmula 5000 e a Divisão 3, no velho e bom Interlagos, ainda sem a favela do lado.

Aproveitem e vejam, sem moderação:

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1980

Algumas corridas são especiais não só pelo que nelas acontece, esta em especial era pelo momento que eu passava, o interesse muitas vezes não é só aquele momento de pista mas o que ansiosamente se aguarda, como veremos a seguir.

Em janeiro de 1980...

27 de Janeiro de 1980, a primeira vez de ver Fórmula 1 não estando no retão.

O setor escolhido foi o A, onde pelo menos via-se a largada e bastante da pista, hoje com a construção do Padock, Torre de cronometragem, vê-se apenas a largada.

No dia 26, preparativos, informes, troca de telefones, motivo da apreensão o nascimento de meu primeiro filho.

A indecisão, vou ou não? Um desavisado pode perguntar por que não levou o celular? Em 1980?

No dia anterior aluguel de uma garagem em uma casa que dava para sair de Interlagos em direção a ponte do Socorro e não pela av. Interlagos, que ao contrario dos dias de hoje permanecia com suas mãos de direção inalterada. Ah, previamente paga!

No dia da corrida, pela manhã, checagem dos detalhes finais, se com a esposa e o futuro filhote estava tudo bem, com meu pai se ele de fato tinha o telefone da rádio Bandeirantes e o local onde estaria, em frente ao portão 3, hoje setor A, bem em frente ou abaixo de uma Paineira (esta até hoje permanece por lá) e o mais importante um radinho de pilha! O local foi previamente escolhido por haver uma caixa de som que transmitia a corrida.

No final, a corrida mais importante foi a que menos curti. A classificação final foi: Renee Arnoux, Renault; 2º Elio de Angelis, Lotus; 3º Alan Jones, Willians. Tivemos na corrida de 80 a primeira comida em público de um primeiro piloto sobre a ultrapassagem de um segundo sobre ele, na Fittipaldi a estréia de Keke Rosberg, que seria campeão do mundo em 82 pela Willians e na corrida por ter ultrapassado seu “chefe” tomou uma comida homérica em público.

Sai de Interlagos, chego em casa e o filhote só nasceu dois dias depois, acabou esperando o pai ver a sua corridinha e provavelmente, ou melhor, com certeza, acabou sendo contaminado pelo vírus da velocidade, ele é ninguém mais que o Augusto Roque, companheiro das madrugadas em dias de corrida e treinos, de emoções, de pizzas geladas com coca cola. Passou por Piquet (o pai!), Moreno, Senna, Rubinho, Massa e mais um monte de botas.

Que em 2010, fora as palhaçadas da FIA, do Tiririca, do molusco...
Que tenhamos na pista tanta emoção quanto tive neste ano.

(To, um beijão de seu pai),

Dr. Roque

Resultado final

1 - Rene Arnoux - Renault
2 - Elio de Angelis - Lotus-Cosworth
3 - Alan Jones - Williams-Cosworth
4 - Didier Pironi - Ligier-Cosworth
5 - Alain Prost - McLaren-Cosworth
6 - Riccardo Patrese - Arrows-Cosworth

Pole-position - Jean-Pierre Jabouille - Renault


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ESPECIAL GP BRASIL: 1980 - A SURPRESA ESPECIAL

27 de Janeiro de 1980, a primeira vez de ver Fórmula 1 não estando no retão.

O setor escolhido foi o A, onde pelo menos via-se a largada e bastante da pista, hoje com a construção do Padock, Torre de cronometragem, vê-se apenas a largada.

No dia 26, preparativos, informes, troca de telefones, motivo da apreensão o nascimento de meu primeiro filho.

A indecisão, vou ou não? Um desavisado pode perguntar por que não levou o celular? Em 1980?

No dia anterior aluguel de uma garagem em uma casa que dava para sair de Interlagos em direção a ponte do Socorro e não pela av. Interlagos, que ao contrario dos dias de hoje permanecia com suas mãos de direção inalterada. Ah, previamente paga!

No dia da corrida, pela manhã, checagem dos detalhes finais, se com a esposa e o futuro filhote estava tudo bem, com meu pai se ele de fato tinha o telefone da rádio Bandeirantes e o local onde estaria, em frente ao portão 3, hoje setor A, bem em frente ou abaixo de uma Paineira (esta até hoje permanece por lá) e o mais importante um radinho de pilha! O local foi previamente escolhido por haver uma caixa de som que transmitia a corrida.

No final, a corrida mais importante foi a que menos curti. A classificação final foi: Renee Arnoux, Renault; 2º Elio de Angelis, Lotus; 3º Alan Jones, Willians, na Fittipaldi a estréia de Keke Rosberg, que seria campeão do mundo em 82 pela Willians e na corrida por ter ultrapassado seu “chefe” tomou uma comida homérica em público.

Sai de Interlagos, chego em casa e o filhote só nasceu dois dias depois, acabou esperando o pai ver a sua corridinha e provavelmente, ou melhor, com certeza, acabou sendo contaminado pelo vírus da velocidade, ele é ninguém mais que o Augusto Roque, companheiro das madrugadas em dias de corrida e treinos, de emoções, de pizzas geladas com coca cola. Passou por Piquet (o pai!), Moreno, Senna, Rubinho, Massa e mais um monte de botas.

Neste ano, 2009, tudo de novo e graças a Deus mais uma vez juntos, no mesmo retão, agora sobre ele, dos anos 70. Torcida igual, choro igual e neste ano independente de tudo POEIRA NELES RUBINHO.

(To, um beijão de seu pai)