quinta-feira, 22 de abril de 2010
PIRELLI DE VOLTA?
“É uma hipótese a avaliar se as mudanças forem validadas”, declarou Provera. Assim como a Michelin, a Pirelli defende a introdução de rodas de 18 polegadas de diâmetro no lugar das de 13, usadas atualmente. Outra proposta é que os membros da Fota (associação das equipes de F1) ajudem nos custos do fornecimento da borracha, informa o site GRANDE PREMIO.
Além da Pirelli e da Michelin, a Cooper Avon é outra forte candidata para substituir a Bridgestone na F1 a partir do ano que vem. A fornecedora americana, aliás, é a preferida de Bernie Ecclestone, que não está disposto a trazer de volta para a categoria a “guerra dos pneus”.
Os times pressionam a FIA e Ecclestone para que uma decisão sobre o assunto seja tomada o mais rápido possível. As equipes esperam que a questão seja solucionada até o GP da Espanha, que acontece no início de maio, em Barcelona.
Se a Pirelli voltar, sem dúvida voltaremos a ver belos comerciais como este:
Ao contrário dos que a Bridgestone promove, como este aqui.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Bridgestone anuncia que vai deixar a F1 após fim da temporada 2010
Resquícios da crise econômica e problemas financeiros levaram o diretor da parte esportiva da Bridgestone, Hiroshi Yasukawa, a anunciar a saída da fornecedora da F1 no fim de 2010.
Mal terminou a temporada 2009, a F1 já sabe que vai sofrer uma baixa no fim de 2010. A Bridgestone anunciou na manhã desta segunda-feira (2) no Japão que não vai renovar o contrato para ser a fornecedora de pneus da categoria após o campeonato do ano que vem.
A Bridgestone esperou que o Mundial acabasse, mas não demorou nem o espaço de um dia para emitir um comunicado informando sua saída da F1. A fornecedora alegou que tem outros planos relativos a "tecnologias inovadoras e produtos estratégicos.
A verdade é que a Bridgestone vem registrando prejuízos, acentuados com a crise econômica do ano passado e similares aos problemas encontrados pelas compatriotas Honda — que deixou a F1 em 2008 —, Suzuki e Kawasaki — ambas acabaram com os projetos na MotoGP — e Subaru — que largou o WRC.
Na nota, a Bridgestone Motorsport atribui a decisão à corporação. "Nós entendemos e respeitamos as razões por esta decisão, mas acaba sendo uma grande decepção", disse Hiroshi Yasukawa, diretor da parte esportiva da companhia. "A F1 tem tido uma importância estratégica para desenvolvimento das tecnologias, aumentando a consciência da marca e fornecendo seus negócios por todo o mundo com ferramentas promocionais e de marketing que estão intrinsicamente ligadas aos nossos produtos".
Yasukawa agradeceu a Bernie Ecclestone e à sua FOM, às equipes e aos fãs "que seguiram as atividades da Bridgestone nos últimos 13 anos" e reiterou que vai continuar trabalhando da mesma forma em sua última temporada para "fornecer pneus seguros da maior qualidade".
Assim, a F1 vai ter de abrir um novo processo para escolha de uma fornecedora. A Michelin, última concorrente da Bridgestone, por princípio de competição, não deve participar. Pirelli e Goodyear surgem como prováveis favoritas.
Fonte: Grande Prêmio
Mal terminou a temporada 2009, a F1 já sabe que vai sofrer uma baixa no fim de 2010. A Bridgestone anunciou na manhã desta segunda-feira (2) no Japão que não vai renovar o contrato para ser a fornecedora de pneus da categoria após o campeonato do ano que vem.
A Bridgestone esperou que o Mundial acabasse, mas não demorou nem o espaço de um dia para emitir um comunicado informando sua saída da F1. A fornecedora alegou que tem outros planos relativos a "tecnologias inovadoras e produtos estratégicos.
A verdade é que a Bridgestone vem registrando prejuízos, acentuados com a crise econômica do ano passado e similares aos problemas encontrados pelas compatriotas Honda — que deixou a F1 em 2008 —, Suzuki e Kawasaki — ambas acabaram com os projetos na MotoGP — e Subaru — que largou o WRC.
Na nota, a Bridgestone Motorsport atribui a decisão à corporação. "Nós entendemos e respeitamos as razões por esta decisão, mas acaba sendo uma grande decepção", disse Hiroshi Yasukawa, diretor da parte esportiva da companhia. "A F1 tem tido uma importância estratégica para desenvolvimento das tecnologias, aumentando a consciência da marca e fornecendo seus negócios por todo o mundo com ferramentas promocionais e de marketing que estão intrinsicamente ligadas aos nossos produtos".
Yasukawa agradeceu a Bernie Ecclestone e à sua FOM, às equipes e aos fãs "que seguiram as atividades da Bridgestone nos últimos 13 anos" e reiterou que vai continuar trabalhando da mesma forma em sua última temporada para "fornecer pneus seguros da maior qualidade".
Assim, a F1 vai ter de abrir um novo processo para escolha de uma fornecedora. A Michelin, última concorrente da Bridgestone, por princípio de competição, não deve participar. Pirelli e Goodyear surgem como prováveis favoritas.
Fonte: Grande Prêmio
Não sei quanto a vocês, mas a volta da Pirelli e/ou da Goodyear me agrada. Lembro da briga da Bridgestone com a Goodyear, creio que no final da decada de 90 para ver qual era a melhor, torci para a Goodyear, perdi.
Acho que o melhor para a F1 seria uma única fornecedora de pneus, mais de uma pode haver uma superioridade enorme de certa marca para outra. Ficamos a ver.
Para ser sincero queria ver a Dunlop no circo.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
GGOO NA TRUCK
Aproveitem...
quarta-feira, 22 de julho de 2009
GGOO NA TRUCK: O NOSSO DOMINGO
Porém o pensamento maior de todos era, como vamos dar a tal volta na pista? Quem devemos procurar? Como vai funcionar? Dúvidas pairavam na cabeça quando chega a hora de pegar nossos nobres (VIPs) colegas. Mais uma vez com certo atraso por conta da velocidade dos trens e na procura do nosso tradicional manto, nos reunimos novamente no metro Barra Funda para iniciarmos a nossa jornada "à lua".
Pontualmente às 8h, sem transito e sem a correria usual, estacionamos o carro nas imediações do autódromo e partimos em direção ao portão 7. Ao contrário de sábado, o dia estava frio e uma constante ameaça de chuva e garoa formava-se. Tão logo estávamos no portão de entrada, surge, surpreendentemente pontual, nosso inestimado presidente com a familia. A torcida estava pronta e unida para festa em plena entrada do portão 7.
Credenciais no peito, adentramos no complexo já conhecendo o caminho a ser seguido: descer e passar por debaixo da reta dos boxes, e depois de passar o laranjinha, subir e caminhar até a parte de trás dos boxes.

Nesta hora, por conta das credenciais diferentes, tivemos que nos separar, Marcos, Gui e Carola ficaram na ala da Brigestone, a mesma onde fiquei no GP Brasil de F-1 de 1990 e nós fomos para o Paddock, ansiosos para chegar logo o local em que ficaríamos.
Enquanto procurávamos a entrada certa do camarote da Volkswagen Caminhões e Ônibus, passamos novamente pelos boxes improvisados da Top Race que, naquele instante, começava a ligar os motores para a primeira bateria da manhã. Mesmo sem entender o porque desta bateria com 10 carros na pista, paramos para ver a movimentação nos boxes.
Findada a curiosidade dos "novatos", descobrimos a porta de entrada do camarote e lá fomos nós subindo as escadas. Com a credencial devidamente autenticada e o braço carimbado, como controle (me lembrou os tempos em que eu ia ao Playcenter), fizemos nosso cadastro junto à organização que nos retribui com a seguinte pergunta: - De qual empresa que vocês fazem parte? - A resposta, feita rapidamente, foi Blog a GGOO, é claro. Findada a etapa cadastral era hora de receber um boné e tomar um merecido café da manhã com direito a pão de queijo, suco, café, pão recheado e tudo mais.
Após um merecido café, uma vez que o frio começava a ficar cada vez mais intenso, tivemos o prazer de reencontrar a Babi, amiga do Jimmy e que comanda o blog Velocidade e que invadiu a pista conosco na primeira etapa de São Paulo na GT3 Brasil. Fofoca colocada em dia, estava na hora de procurar pela Fernanda para conseguir a tão sonhada pulserinha que daria direito a dar uma volta de caminhão pela pista de Interlagos.
Tão logo fomos procurá-la, ela apareceu toda sorridente, com etiquetas na mão para colocar nas respectivas credenciais. O nosso sonho estava se tornando realidade. A chance de dar uma volta na pista se aproximava a cada minuto.
Como nosso "trofeu" em mãos, fomos dar um giro pelos boxes, apreciar o warm up da Formula Truck e encontrar o Marcão, que, diz as más-línguas só comia no camarote. Mais uma vez tivemos contato com alguns pilotos, reencontramos Wilsinho Fittipaldi, falamos com o Thiago Camilo, observamos Jacques Villeneuve se preparar, fizemos algumas compras de produtos oficiais e, quando deu 10:15h, voltamos ao camarote para aguardar as instruções de como deveríamos proceder para o tal do Truck Test.
O frio aumentava e com ele a necessidade de tomar um chocolate quente com creme de chocolate com avelã fazia com que a fila do café ficasse confusa. Para complicar, os videogames instalados no nosso local simplesmente apagaram. Parecia até que, com um suposto pico de energia, todos eles tivessem queimados, mas não, no final do dia ele estavam funcionando novamente.
Neste interim, ainda aproveitamos para participar do concurso Click Truck, que tinha direito a empréstimo de máquinas e coletes de identificação. As fotos extras ficaram a cargo deste que vos escreve e da Fernanda, com sua máquina cor-de-rosa choque.
Porém, um anúncio é ouvido pelos auto-falantes do camarote, era a hora do Truck Test. Todos, então, tinham que ficar em uma fila indiana e seguir o caminho estipulado. Algumas pessoas andariam de caminhão e outras andariam de ônibus, o do Santos e do Corinthians, que pelo que pudemos observar, não tiveram grande aceitação. Todos ali queriam era andar no caminhão mesmo.
A fila começava na entrada do S do Senna e chegava até o seu final, sem ninguém reclamar da fila, do trânsito e tudo mais. O clima era de felicidade total, o frio e a garoa fina não incomodavam mais.
No ônibus do Corinthians não quisemos entrar, preferimos andar no caminhão normal e, o mais legal, todos fomos juntos. Começava a nossa volta à órbita. Inesquecível passar pelas curvas tão famosas e que sabemos de cor e salteado os seus nomes, relembrar o exato local onde presenciamos uma das maiores alegrias e uma das maiores decepções dentro de Interlagos, ver como o traçado é seletivo, com subidas, descidas, curvas cegas, relembrar onde fica o setor G, tudo isso em apenas 5 minutos, que foi o tempo de duração da volta. Inesquecível. Cada instante presenciado ali, naqueles eternos minutos, deram a sensação de que, por alguns instantes, aquilo tudo fosse nosso e nós eramos parte do show.
Ainda em êxtase total, de pernas trêmulas, fomos ao encontro do nosso presidente, na entrada dos boxes. Ele ainda não havia andado. Logo chegou a sua vez. Desejamos sorte. Quando voltou, o seu sorriso ia de orelha a orelha. Todos estavam sem palavras para descrever o que acabávamos de passar.
Chegava ao fim a visitação e o passeio pela pista, era hora de assistir as corridas. Porém antes, tivemos a oportunidade de tirar a nossa foto oficial, já característica quando vemos corridas juntos.

Fomos todos aos nossos respectivos lugares. Chegando lá, aproveitamos que era hora do almoço para descansarmos e reservarmos um lugar "na grade" para vermos a Top Race e comermos o churrasco oferecido.
Logo em seguida era a vez da categoria xodó, a F-Truck, que deu um espetáculo de belas disputas no pelotão intermediário, pelo que pudemos apreciar pelos telões espalhados pelo telão.
Terminada a corrida, ficou uma pergunta a ser respondida: Alguém conseguiu comer um churros?
Um GGOO encontro estava marcado para acontecer logo em seguida, mas, cansados, exaustos e ainda maravilhados com este dia, preferimos adiar para uma nova oportunidade.
Que chegue logo outubro, e com ele, o GP Brasil.
terça-feira, 21 de julho de 2009
GGOO NA TRUCK: O NOSSO SÁBADO
No carro, a trilha sonora lembrava os reis do rock e do iê-iê-iê...a ansiedade tomava conta de todos. Chegando mais próximo ao autódromo sinais claros de que haveria corrida já apareciam nas redondezas, faixas, cartazes, postos de apoio...tudo estava sendo montado para tal ocasião.
Mais alguns minutos e nós adentramos, com credencial no peito, pelo portão 7, agora era questão de tempo para entrarmos nos boxes e localizarmos o pessoal da VW, conforme as indicações recebidas.
Era a primeira vez que entravamos nos boxes com tantos membros da GGOO. Deslumbrados começamos a olhar os caminhões a partir do boxe 21, que fica no final da reta dos boxes, quando derrepente, ficamos estáticos, na nossa frente estava ninguém menos que Wilsinho Fittipaldi, como este momento precisava ser registrado e imediatamente o chamamos para uma foto. Fernanda, provavelmente ainda com sono ou deslumbrada com a pista, custou a entender quem era Wilsinho. Logo falamos, o irmão do Emerson, dono da equipe Fittipaldi, logo ela foi atrás dele também e mais uma foto foi tirada.
Curiosos que somos, futricávamos a cada detalhe, querendo saber um pouco mais sobre esta categoria bem como entender o seu funcionamento. Até que chegamos nos boxes nº 13 e lá avistamos a bandeira do Brasil estampada em um dos carros, olhando com mais detalhes, muita gente ao redor. O carro era o de Cacá Bueno e ao seu lado estava o carro de ninguém menos do que Jacques Villeneuve, campeão mundial de f-1, campeão da Indy, vencedor das 500 milhas de Indianápolis. Duvidávamos que pudessemos chegar perto destes carros uma vez que eles estavam separados dos demais (que ficaram atrás dos boxes). Na primeira tentativa, pudemos, por breve instantes tirar fotos do carro do filho do Galvão, uma vez que todos começavam a se preparar para um dos inúmeros treinos da Top Race V6, categoria argentina, que também marcou presença e trouxe o piloto canadense.
Chegamos no começo dos boxes, encontramos a Fernanda da Volkswagen que nos acolheu e nos passou mais informações de como seria o final de semana. Uma promessa de volta na pista acontecera e desejávamos por isso.
Logo após os boxes da equipe Volkswagen estava o caminhão de Roberval Andrade com um adesivo que, segundo o Igor, faria com que ele ganhasse a prova no dia seguinte. O adesivo era do Instituto Ayrton Senna, evocando o espírito Dele para a prova.
Começávamos a voltar para o final da reta dos boxes, quando o locutor anuncia que estão liberados os boxes para a bateria de treinos da Top Race, que foi dividida em 2 etapas. Enquanto calmamente nos dirigíamos ao final da reta, fomos encontrando diversos pilotos, que tiraram fotos conosco, tais como Débora Rodrigues, Renato Martins, Danilo Dirani, Pedro Gomes (que o Igor insistiu em chamá-lo de Marcos), Geraldo Piquet além de conversarmos um pouco com Teo José, locutor oficial da F-Truck.
Já no final da reta para apreciarmos a tocada de cada um, o estilo de tomada de curva e também para ver quem freava mais dentro, o que resultou em inúmeras fritadas de pneu, como essa:
Um verdadeiro colírio para os nossos olhos.
Após algum tempo observando os carros na pista, era hora de voltar a nossa atenção ao box 13, e ficarmos a espera de Villeneuve. Porém, como sempre e para manter a tradição, eis que surge, ninguém menos que o nosso presidente, o Marcão, correndo para saber o que estava acontecendo.
Junto com ele, a primeira dama e mais um fanático, o Guilherme, que desde que chegou, queria por que queria descobrir qual dos caminhões era aquele que "explodia" no show da Truck. Coube a mim, mostrar alguns detalhes, mostrar o motor, o escapamento e carregá-lo no colo por alguns instantes. O time agora estava completo, e, para deixar o dia ainda mais legal, descobrimos que era a primeira vez que nosso ilustre presidente pisava nos boxes de Interlagos. Nestes mesmos boxes carregados de história, escrevia-se mais um capítulo de lembranças.
Porém uma nova movimentação acontece, todos se agitam nos boxes, o capacete de Jacques Villeneuve é colocado em cima do carro. Uma multidão se aglomera para ver. No meio delas estava o pessoal do Octeto, a quem tivemos o prazer de conhecer. Como não queríamos perder nada, fomos chegando mais perto para fotografar o carro e o seu capacete, quando "do nada" surge o piloto canadense.
Surpreendentemente rápido, balbuciei algumas palavras em inglês, solicitando a ele uma foto com o pessoal da GGOO. Solícito ele nos atendeu com uma risada. Era hora de alguém tirar a foto. Minha máquina foi parar na mão de não sei quem. A primeira foto foi com zoom, não sai nada...tiramos o zoom rapidamente, e, enfim, conseguimos a nossa foto.
No embalo, o Marcão aproveitou para tirar uma foto também, porém na rapidez do momento, esqueceu que estava filmando, então sua foto ficou filmada...o que veremos em breve em nosso filme oficial.
Nosso dia já estava completo, felizes da vida, caminhavávamos em busca de novas fotos e de mais alguns detalhes. Porém, a partir daquele instante, podíamos voltar para casa felizes da vida.
Porém antes de irmos embora, paramos para comer na única lanchonete disponível no sábado e, em meio a tantos argentinos pedindo seus lanches, uma agradável surpresa acontece. Ninguém menos do que Ingo Hoffman e Wilsinho Fittipaldi, conversam descontraidamente sobre o Fittipaldi FD-01, carro que pilotaram. Aproveitamos para entrar na conversa, falarmos com nossos ídolos, comentar algumas histórias curiosas, entregarmos um cd com o vídeo "A era dos campeões" ao Ingo, e, principalmente para registrarmos na memória este nosso encontro, que acabou sendo a foto oficial de sábado.

O dia estava completo e, ainda assim, tivemos tempo de mais uma foto com Jacques Villeneuve...felizes, voltamos para casa, já ansiosos e contando os minutos para o grande dia, o dia da corrida da F-Truck.
GGOO NA TRUCK: AGRADECIMENTOS
Celso Oliveira, da Bandag de Campinas e a Fernanda Quintão, da Mapa Digital, pela Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Celso e o nosso presidente, Marcos
Estas duas pessoas foram fundamentais para que estivessemos presentes em Interlagos nas áreas VIP do autódromo e, mais do que isso, nos acolheram a cada instante, demonstrando preocupação de quem quer ver o outro satisfeito.
Nosso muito obrigado à Bridgestone e a Volkswagen Caminhões e Ônibus pela oportunidade.
E, da parte da GGOO, temos que agradecer a Carolina Nicolini que, mesmo não podendo ir, deu todo o start deste processo que garantiu um final de semana inesquecível, além do nosso amigo Marlon Ambrósio, da Transaccord, que nos apresentou ao Celso.
Aos GGOO's VIP (Marcão, Carola, Gui, Igor, Lucy, Fernanda e Dr. Roque), um muito obrigado emocionado, com a certeza de que a familia está cada vez mais junta, a cada nova corrida.
domingo, 19 de julho de 2009
GGGO NA TRUCK...
Curtindo os boxes...
Equipe Volkswagen na F-Truck
E uma posição previlegiada para ver a corrida, com toda comodidade:
sábado, 18 de julho de 2009
GGOO NA F-TRUCK: CHEGOU O DIA
E modéstia a parte, merecíamos sim!
Lembrando ainda que teremos a etapa da Top Race, com presença do ex-piloto da F-1 Jacques Villeneuve tendo como companheiro de equipe Cacá Bueno.
Ainda hoje (se nossa agenda deixar), postaremos aqui um pouco do que rolou dentro e fora da pista.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
GGOO NA F-TRUCK: MELHORES MOMENTOS - GOIÂNIA
Esperamos muitas emoções também na próxima etapa que acontecerá em Interlagos nesse fim de semana.
A GGOO vai estar lá, conferindo tudo de perto. Beeeem de perto!!
Já estamos na contagem regressiva.
terça-feira, 31 de março de 2009
DIVAGAÇÕES SOBRE OS PNEUS...
Isso posto, lembro que a próxima corrida é na Malasia, onde o calor e a umidade são absurdamente maiores do que as enfrentadas na Australia.
As perguntas que ficam são: O que acontecerá com os pneus? Quantas voltas eles durarão?
Cartas para redação!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
DÁ PRA VER?

Alguém conseguiu ver? Imagina isso em alta velocidade então...
Se é para identificar o pneu, que faça como a Benetton de 1986:

E cada pneu poderia ser pintado das cores da equipe.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A SUSTENTABILIDADE E OS CARROS DE CORRIDA...
Pera aí, quer dizer que pintar simplesmente o pneu de verde ajudará a conscientizar as pessoas? Que balela. Antes de mais nada é preciso saber se o pneu que vai ser utilizado foi composto por todo um processo estratégico de ações sustentaveis.
Da retirada do sugo da seringueira à forma como um pneu é confeccionado, levando-se em conta os impactos nas comunidades fim, tudo isso deve se considerar para a elaboração de um pneu "verde".
Simplesmente pintá-lo além de utilizar-se de instrumentos poluidores representará uma falta de conhecimento do conceito básico de sustentabilidade: "um princípio de uma sociedade que mantém as características necessárias para um sistema social justo, ambientalmente equilibrado e economicamente próspero por um longo período de tempo".
Em tempo, os pneus em Fuji terão o seguinte aspecto:

Acho que só combinará com a Honda...
quinta-feira, 20 de março de 2008
Jimmy News: Identificação nos pneus.

C YA!!!
