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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Duelos Internos 2014 – Lotus*

* Por Luis Fernando Ramos


A Lotus foi no mínimo ousada em juntar no mesmo time os dois “garotos enxaqueca” da Fórmula 1 atual. Mas não é uma aposta sem fundamento. Fundos, os dois trazem - Romain Grosjean é apoiado pela Total, Pastor Maldonado pela PDVSA. E potencial, também. Ambos já provaram que são velozes. Só falta provar que são constantes. E ficarem longe das confusões.

De certa forma, o francês mostrou no ano passado que está neste caminho. Teve uma sequência boa de pódios no terço final do campeonato e, no Japão, foi o piloto que mais chegou perto de interromper a hegemonia do binômio Vettel/Red Bull naquela fase. Os apelidos de “Crash Kid” e “Maluco da primeira volta” ficaram esquecidos e sua meta neste ano precisa ser crescer em cima dessa boa base.

Já o venezuelano segue uma incógnita. Sua velocidade inata ficou óbvia em Barcelona 2012. Mas sua performance no duelo interno contra Valtteri Bottas no ano passado - 12 a 7 a favor do finlandês nas classificações - geraram algumas dúvidas. Maldonado argumentou que foi um dos que sofreu com a delicadeza dos pneus e a ineficiência do carro: seu estilo agressivo não trazia bons tempos de volta e acabava com a borracha. Talvez ele volte a ser rápido com os compostos mais duros deste ano. Mas é papel de um bom piloto se adaptar à todas as condições que se apresentam e isto ele não fez.

Por isso tudo, aposto em Grosjean levando vantagem nessa briga. Está num melhor momento, conhece bem o time e, dos dois, parece ser o que melhor trabalhou para responder na pista as críticas que receberam em 2012. E você, o que acha?

Romain Grosjean
Número: 8
Local de Nascimento: Genebra (Suíça - corre com nacionalidade francesa)
Idade: 27
GPs disputados: 45
Vitórias: 0
Poles: 0
Melhores voltas: 1
Pontos: 228

Pastor Maldonado
Número: 13
Local de Nascimento: Maracay (Venezuela)
Idade: 28
GPs disputados: 58
Vitórias: 1
Poles: 1
Melhores voltas: 0
Pontos: 47

segunda-feira, 15 de julho de 2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Carreira solo*

* Por Luis Fernando Ramos




Num Mundial marcado pelo equilíbrio, Sebastian Vettel deu no Bahrein um primeiro sinal de domínio muito claro. O trabalho mais duro do piloto alemão durou duas voltas. Na primeira, se recuperou da ultrapassagem que havia levado de Fernando Alonso com uma bela manobra na parte mais sinuosa do circuito. Na segunda, passou Nico Rosberg. Depois, sumiu na frente. Um passeio.

- Não esperava tanta facilidade. Sabia que seria crucial tomar a liderança logo, o que te permite cuidar melhor dos pneus e administrar sua corrida. Vi que deu para abrir vantagem com os compostos médios e sabia que tinha um carro bom para os jogos de pneus duro que eu havia guardado. Tudo veio na nossa direção e fiquei muito satisfeito com o resultado.

Atrás de Vettel, a corrida trouxe de sobra tudo o que havia faltado na etapa anterior, na China: disputas autênticas por posição. A proximidade de performance dos dois compostos de pneus juntou pilotos que atuavam em estratégias diferentes. Os duelos aconteceram em profusão. O mais intenso foi entre os companheiros de equipe da McLaren, que incluiu alguns toques entre o carro. Jenson Button, décimo colocado, chiou. Talvez até por ter terminado a prova atrás de Sergio Perez, que foi sexto.

- A grande maioria das disputas foi divertida, porque foi limpa, ao contrário do que aconteceu com meu companheiro de equipe. Ele fez um grande trabalho em termos de economizar os pneus e é ótimo que tenha conquistado pontos para a equipe, mas ele não fez isso de maneira limpa. E não acho que é só comigo. Daqui a pouco, algo sério vai acontecer, então ele tem de se acalmar. É desnecessário
Quem passou incólume às confusões do pelotão intermediário foi a dupla da Lotus. Kimi Raikkonen cimentou sua posição de vice-líder com o segundo lugar na corrida e Romain Grosjean mostrou, pela primeira vez, ter aprendido as lições do ano passado ao se envolver em diversas disputas mas em nenhum acidente. Com o terceiro lugar obtido pelo francês, repetiu-se o pódio do GP barenita do ano passado.

“Domingo amaldiçoado”. Foi assim que a Ferrari definiu o seu domingo no GP do Bahrein no comunicado oficial de imprensa depois da corrida. Todo o bom potencial demonstrado pelo F138 nos treinos livres e na classificação foi desperdiçado em uma série de problemas mecânicos e azares que jogaram seus pilotos para o fundo do pelotão. Fernando Alonso, com problemas na asa traseira móvel, foi apenas o oitavo colocado. Felipe Massa, com dois pneus furados, ficou em 15º lugar.

- Depois do primeiro problema do pneu ainda estava na briga, podia até pontuar. Mas depois do segundo a corrida acabou. Desestimula, porque você sabe que não vai marcar ponto e não vai fazer nada demais - falou o brasileiro, que antes já havia tido problemas em fazer sua estratégia funcionar. A Pirelli afirmou que vai investigar a causa das falhas nos pneus do carro de Massa.

Alonso, que ainda conseguiu salvar alguns pontinhos em uma prova em que parou quatro vezes nos boxes, preferiu ser filosófico sobre a falha de sua asa móvel traseira - o dispositivo travou aberto, foi fechado pelos mecânicos nos boxes e ele não pôde mais utilizá-lo no resto da corrida.

- Não é que desejo má sorte para os outros, mas que a nossa termine. Só peço corridas normais, sem problemas. Quando isto acontece, ganharei algumas, chegarei ao pódio em outras e isto nos ajudaria a estar na briga pelo título, já que o carro é melhor do que o do ano passado.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

domingo, 27 de janeiro de 2013

F-1 LANÇAMENTOS (TEASER): LOTUS E21



Lotus F1 Team E21 First Fire-Up




terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Grosjean fica*

* Por Rodrigo Mattar


Mais uma vaga está preenchida para a temporada 2013 da Fórmula 1. O polêmico francês Romain Grosjean renovou por mais um ano com a Lotus e permanece na equipe que defendeu neste ano, ao lado do finlandês Kimi Räikkönen.

Vencedor recente do Race Of Champions em Bangcoc, na Tailândia, o piloto de 26 anos foi personagem junto ao venezuelano Pastor Maldonado dos momentos de maior pânico no ano. O acidente provocado por Grosjean no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps, inclusive lhe custou uma suspensão de uma corrida.

Mas apesar do histórico pouco abonador de acidentes, colisões, rodadas e punições, Romain mostrou velocidade – e não foi pouca. Das 19 corridas que disputou no ano, só não alcançou a Superpole em três oportunidades. E ainda fez três pódios, com um 2º lugar no Canadá e dois terceiros, no Bahrein e na Hungria. Os números podem até não ser impressionantes em termos de pontos com relação a Kimi Räikkönen, já que Grosjean foi o 8º colocado no Mundial com 96 pontos, mas parece claro que, se ele conseguir domar seu ímpeto, ele terá muito a mostrar na próxima temporada.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

CHARGE DA GGOO: GROSJEAN E O BIG ONE

* Dica do Rodrigo Mattar



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Pesos e medidas diferentes*

* Por Bruno Vicaria


Vi muita gente apoiar a punição a Romain Grosjean pelo acidente de largada em Spa. OK. Ele foi culpado pelo acidente, o acidente poderia provocar algo mais grave (risco que existe em qualquer largada) mas achei injusta a suspensão de uma corrida, perto de outras coisas que aconteceram nos últimos anos. Estão tratando o menino como o maior vilão do universo. Não que ele não mereça ser punido, mas muita gente já deveria ter levado um gancho nos últimos anos.

Achei injusta a punição a Grosjean por um motivo: se fosse um Hamilton, um Alonso, ou um Vettel, isso não aconteceria. São dois pesos e duas medidas neste caso. Um caso que, na minha opinião, mereceria suspensão foi aquela fechada de Schumacher em Barrichello na Hungria em 2010, e não de uma corrida só.

Ele não foi punido por dois motivos: 1 - por ser Schumacher; 2 - por não ter acontecido um acidente. Mas deveria, principalmente, por ter sido um ato intencional de Schumacher, o que em si só já é infinitamente mais grave que o ato de Grosjean neste domingo, o que merecia um belo gancho. Neste ano, por exemplo, ele já fez as dele, tirando Bruno Senna da corrida em Barcelona e recebendo uma leve punição. Isso me faz acreditar que a política ainda é muito importante nas decisões da F-1.

Aliás, a FIA e os comissários só esperam dar zebra para fazer a punição ou realizar mudanças. Já faz tempo, né? Eles talvez estejam esperando algo ruim acontecer novamente. Curiosamente, a última vez que algum piloto foi suspenso em alguma corrida foi, mesmo, em 1994, quando Eddie Irvine, Mika Hakkinen e o próprio Schumacher foram suspensos por atitudes e acidentes. E se não fosse Grosjean em Spa?

As atitudes de Hamilton nas primeiras etapas do ano passado também não eram dignas de um corretivo? Ou se as fechadas de Rosberg no Bahrein levassem a alguma batida séria? E a pilotagem de Maldonado em muitas oportunidades? Será que é preciso de um acidente para que punições deste tipo aconteçam? Ou será que apenas os novatos serão responsabilizados por acidente e os figurões quando aprontam passarão ilesos?

Nossa, quanta pergunta.

PS: Se a F-1 tiver cockpit fechado, vamos colocar as 24h de Le Mans no calendário. Cockpit fechado não rola!

FRASE DO DIA

Quem reclamava do "De Crasheris" é porque nunca imaginou que existiria um "Crashjean"!! 


terça-feira, 4 de setembro de 2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Grosjean reabre o campeonato*

* Por Lívio Oricchio


Se o GP da Bélgica, ontem, no desafiador circuito de Spa-Francorchamps, pudesse ser definido em uma frase, seria: “Romain Grosjean reabre o campeonato”. O renascido Jenson Button, da McLaren, venceu a emocionante 12.ª etapa do calendário, como parecia possível depois de estabelecer a pole position, sábado.

Mas há uma relação direta entre a segunda colocação do combativo Sebastian Vettel, da Red Bull, depois de largar apenas em 11.º, e o acidente provocado por Grosjean na largada. Kimi Raikkonen, da Lotus, completou o pódio em terceiro, mas se esperava mais da equipe. Foi o terceiro pódio seguido do finlandês.

O resultado de ontem deixa Vettel a apenas 24 pontos do ainda líder Fernando Alonso, da Ferrari, 164 a 140, uma das muitas vítimas de Grosjean, ontem. E restam ainda oito provas para o encerramento da temporada. A próxima é já domingo, na também veloz pista de Monza, na teoria, não favorável de novo à Ferrari. A vantagem anterior de Alonso era de 40 pontos para o então segundo colocado no Mundial, Mark Webber, agora terceiro, 132, com o sexto lugar na Bélgica.

O francês da Lotus desta vez se superou, mais que nos seis acidentes que provocou ou se envolveu este ano. Em Spa, Grosjean tirou da prova Alonso, Lewis Hamilton, McLaren, e Sérgio Perez, da surpreendente Sauber, ainda antes da primeira curva. Mais: o choque generalizado entre os carros comprometeu a corrida do arrojado Kamui Kobayashi, companheiro de Perez, por danificar o seu modelo C31. Era excelente segundo no grid.

O comportamento desmedido de Grosjean, não apenas em Spa, lhe custou caro: os comissários lhe aplicaram ontem a suspensão de um GP, mais uma multa de 50 mil euros (R$ 125 mil). Assim, não corre na Itália, no fim de semana. O belga Jerome D’Ambrosio, terceiro piloto da Lotus, deverá substituí-lo.

Button estava feliz como poucas vezes, apesar de já ter até mesmo vencido o Mundial, em 2009, com a Brawn GP. “Quando eu era pequeno, assistia às corridas e ficava encantado com este lugar. Hoje faço parte da sua história. E é um circuito que todos adoram. É mesmo especial vencer aqui.” Apesar de ter apenas 101 pontos, sexto na classificação, o inglês não se vê fora da luta pelo título. “Vimos hoje como as coisas mudam rápido na Fórmula 1.” Enquanto nas últimas três etapas Button somou 51 pontos, nas seis anteriores havia feito apenas sete.

Mas se existe alguém que já abriu luta direta a Alonso é o atual bicampeão do mundo, Vettel, apesar do discurso dissuasivo. “Não me atenho aos pontos do campeonato, faltam muitas corridas, ainda, mas, claro, é melhor ter reduzido a diferença para Fernando.” Vettel disputou grande prova. Realizou manobras espetaculares, como as ultrapassagens em Michael Schumacher, da Mercedes, Bruno Senna, Williams, e duas vezes em Felipe Massa, da Ferrari, todas no mesmo local, a freada do último S, conhecido como Bus Stop.

“É, mas em 2010 eu tirei Jenson da prova lá também”, disse, rindo. Foi um erro grave do jovem alemão. “Às vezes funciona, como hoje, às vezes não. Liguei para Jenson para pedir desculpa.” O inglês estava ao seu lado na entrevista e riu. Vettel desmentiu, desta vez, a ideia que se fez dele de não ser tão eficiente quando larga atrás.

As mudanças introduzidas na Lotus de Raikkonen e a velocidade demonstrada na Hungria, GP anterior ao da Bélgica, faziam acreditar que o finlandês pudesse lutar pela vitória em Spa, onde venceu em quatro ocasiões. “Não tinha velocidade para acompanhar Jenson. Aqui, depois de algumas voltas, o carro tornava-se instável, escorregava.” O campeão do mundo de 2007 fez uma ultrapassagem espetacular em Schumacher, na 31.ª volta de um total de 44.

Os dois desceram quase lado a lado a reta que antecede as duas curvas ultravelozes, Eau Rouge e Raiddilon, contornadas a 290 km/h. Num show de coragem e habilidade extremas, o finlandês não reduziu a velocidade e superou o alemão. Vettel acabou na sua frente, em segundo, no fim, por ter optado pela estratégia de um pit stop apenas, como Button, enquanto todos os demais que marcaram pontos realizaram duas paradas.

Raikkonen descreveu a proeza em Spa: “Como aumentamos a pressão aerodinâmica para reduzir o desequilíbrio do carro, minha velocidade na reta diminuiu. A chance de ultrapassar Michael era usar o kers (sistema de recuperação de energia) antes da Eau Rouge, não na reta. Sabia que ele poderia com o DRS (flap móvel) voltar a me ultrapassar, mas consegui ampliar um pouco a distância entre nós e deu certo.”

O piloto da Lotus é o quarto no Mundial, com 131 pontos, também candidato ao título. Depois do GP da Bélgica, a expectativa de a definição do campeonato se estender até a última ou penúltima etapa ganhou ainda mais força.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Uma troca de Hamilton por Raikkonen? Pouco provável.*

* Por Lívio Oricchio


Não acredito nem por um instante que Lewis Hamilton esteja pensando com seriedade em deixar a equipe McLaren. Tive a oportunidade de conhecer as duas escuderias, refiro-me a suas sedes, e olha que quando visitei a McLaren as novas dependências, Paragon, não estavam prontas.

Ron Dennis é obcecado por organização. Não chega a ser um Frank Williams, capaz de investir no time quase tudo que ganha, mas dá para ver seu idealismo e paixão por automobilismo na complexidade da sede da McLaren, ontem e hoje.

Na temporada de 1970 Ron Dennis era o mecânico chefe de Jack Brabham. No fim do ano o autraliano parou de correr e Ron decidiu partir para um projeto de equipe própria, mas ainda com carro comprado, o modelo Brabham BT 36, em 1971. Não foi por obra do acaso que sob sua direção, a partir de 1980, a McLaren conquistou 10 títulos mundiais de pilotos e 7 de construtores. Jack está bastante debilitado. Não o vi em Silverstone, onde costuma ir nos dias do GP. Uma experiência interessante é ver Jack entrando no motorhome da McLaren para se encontrar com Ron Dennis.

A estrutura da Lotus, ex-Renault, é respeitável, mas não dá para comparar com a atual da McLaren. Ok, verdade, só isso não garante vitória, mas sob a condução de Ron Dennis representa a certeza de ser protagonista do evento. Por se recusar a sequer citar o seu passado de mecânico, acreditava de o inglês fosse indiferente ao piloto que ajudou a ganhar o GP da África do Sul de 1970. Falsa impressão, Ron Dennis trata Jack com deferência.

A Lotus tem um grupo unido, hoje, a perda dos cardeais da escuderia ascendeu profissionais jovens e competentes, como o projetista-chefe Martin Tolliday, no lugar de Tim Denshan, James Allison, em substituição a Bob Bell. E dá gosto ver como trabalham, quanto amor há nesse projeto. Mas se a base do bom modelo E20 não fosse tão boa a capacidade de a Lotus intervir tecnica e financeiramente para melhorá-lo é menor que a da McLaren, por isso enquanto a Lotus apresenta altos e baixos, a média da McLaren é bem melhor.

Por outro lado, ver Hamilton em outro time seria sensacional do ponto de vista esportivo. Se isso ocorrer, o que não acredito, seria uma grande surpresa, mas bem vinda, a pergunta sem resposta seria: quem sai na Lotus. Não hesito em afirmar: Kimi Raikkonen. O finlandês voltou diferente à Fórmula 1, mais motivado, interessado, simpático. Suas reclamações com o sistema de direção, porém, e até com a posição de pilotar, ainda, como foi em Mônaco, já faz alguns integrantes da Lotus olharem entre si nesses momentos.

Gerard Lopez é homem de negócios. Duvido muito que ao contratar Raikkonen, depois de dois anos longe da Fórmula 1, lhe ofereceria um contrato de dois anos sem uma cláusula que o permitisse rever o acordo ao final do primeiro ano. E do jeito que estamos falando parece que o campeão do mundo de 2007 está sendo um fracasso. Qual nada!

Para quem ficou parado e nem sequer via as corridas na TV pilotar com faz está bem além do que se poderia esperar do finlandês. Já foi três vezes ao pódio. Até o fim do ano aposto boas fichas que vencerá uma das etapas.

Ocorre que Eric Boullier, diretor da Lotus, tem certeza de que Romain Grosjean será campeão do mundo também. É a menina dos seus olhos. Fala nele com entusiasmo amador para o padrão da Fórmula 1. E de fato o francês ou suíço, como queiram, segundo ele próprio, realiza importante trabalho na sua primeira temporada efetivamente.

Bem, mas ficando por aqui porque se deixar o teclado correr solto vou longe. O que desejo dizer, em resumo, é: primeiro, Hamilton está usando essas notícias de que pode se transferir para a Lotus para Ron Dennis aceitar suas condições financeiras, no mínimo repetir o que ganha hoje, estimado em US$ 25 milhões por ano. Hamilton quer ainda permanecer com os troféus que conquistar nas corridas. Na McLaren, todos os troféus vão para a galeria da equipe.

E Gerhard Lopez não pagaria essa quantia a Hamilton, a não ser que encontre um grupo de empresas dispostas, também pouco provável hoje.

E se tudo isso que imagino furar, ou seja, Hamilton assinar com a Lotus, saiba que boa parte dos que gostam de Fórmula 1 ficaria feliz. Dentre eles, eu. Seria outra garantia de espetáculo em 2013.

terça-feira, 13 de março de 2012

GUIA F1 2012 - LOTUS


09 - Kimi Raikkonen

10 - Romain Grosjean

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

POR QUE GROSJEAN MERECE UMA SEGUNDA CHANCE*

* Por Tony Dodgins, do AUTOSPORT.com

A Lotus Renault fez dois anúncios interessantes em dez dias. Primeiro, Kimi Raikkonen e, depois, Romain Grosjean.

Apesar de eu ter simpatia por Bruno Senna e torcer para que ele arrume uma vaga em outro lugar, o acordo com Grosjean é muito empolgante. Isso faz parecer que a equipe, que se tornará Lotus no próximo ano, assinou com a dupla mais rápida que poderia ter, uma vez que Robert Kubica não era uma opção.

Com as regras de testes da maneira que são hoje, é difícil para um piloto jovem causar uma boa impressão. Grosjean se mostrou promissor em 2009, mas não teve chances de mostrar seu valor em circunstâncias difíceis.

Ironicamente, Grosjean colocou seu pé na categoria justamente quando Raikkonen estava prestes a sair, em 2009. Era um segredo aberto que a Ferrari estava se preparando para pagar pela saída do finlandês e assinar com Fernando Alonso um ano antes.

Enquanto isso, na Renault, a fatídica decisão havia sido tomada na substituição de Nelsinho Piquet por Grosjean ao lado de Alonso.

Grosjean, nascido em Genebra e com dupla nacionalidade (é francês e suíço, apesar de correr com licença francesa), estreou na F1 aos 23 anos, no GP da Europa, em Valência.

A Renault não era um carro forte em 2009 e chamou atenção quando Grosjean fez, no Q1, um tempo apenas 0s170 atrás de Alonso, quando a dupla avançou ao Q2.

As esperanças de Grosjean por uma estreia forte acabaram em circunstâncias bizarras na volta inicial, quando bateu na Ferrari de Luca Badoer. Depois de ver pedaços de fibra de carbono voarem, Grosjean pensou que eram de sua asa dianteira, o que lhe fez ir aos boxes. Na verdade, eles pertenciam à Toro Rosso de Sébastien Buemi.

Em Spa, Grosjean bateu com Jenson Button na primeira volta, na curva Les Combes. Houve mais danos na volta inicial na corrida seguinte, em Monza, onde, novamente, ele teve desempenho impressionante na classificação, apenas 0s230 atrás de Alonso.

O GP de Cingapura foi exatamente um ano depois do escândalo da Renault em 2008. Naquela época, a equipe entrou em crise, com Flavio Briatore e Pat Symonds fora e Bob Bell promovido ao posto de chefe de equipe. Assim, não foi o melhor momento quando Grosjean bateu no muro da curva 17 de maneira semelhante à de Piquet na sexta-feira.

Em um primeiro momento, todos pensaram que estavam assistindo a reedição do acidente de Piquet na temporada anterior. No pitwall, o queixo de Bell caiu tanto que ele quase engoliu seu monitor.

Se olharmos para as performances de Grosjean na classificação contra Alonso, houve as corridas de Valência, Spa e Yas Marina, onde a diferença esteve dentro de 0s3. Mas o déficit médio em sete corridas foi superior a 0s5, número distorcido por diferenças maiores, como na chuva em Interlagos ou em Cingapura, onde Grosjean sofreu com os freios.

Quando ouvimos que “há um problema com os freios”, a tendência é assumir que se trata de um problema no carro. Lembro de ter ficado impressionado com a proximidade de Grosjean para Alonso até ver o experiente engenheiro da Renault, Alan Permane.

Permane era aberto e informativo e, lembro, não era excessivamente simpático. Na verdade, ele provavelmente estava apenas aliviado em falar de algo técnico em vez da suposição da mídia cada vez mais divulgada de que ele seria a “Testemunha X” nos documentos da FIA que vazaram sobre o caso Piquet...

Além disso, ele trabalhou com talentos do calibre de Michael Schumacher e Alonso no passado, então era improvável que o pessoal mais experiente estivesse muito empolgado com um novato que se envolveu em três acidentes na primeira volta de forma consecutiva. Mesmo que ele estivesse poucos décimos de segundo atrás de Alonso que suspeitavam que não estava 100% motivado.

A pista de Cingapura é dura na temperatura de freios, o que pode causar vitrificação. Isso fica agravado se o piloto exagera no pedal, sendo que Permane confirmou o problema estava apenas em um carro. Era um problema do qual Grosjean não conseguiria se livrar – ele se classificou atrás de Alonso antes de abandonar em três voltas. Alonso, enquanto isso, desmotivado ou não, fez daquele um de seus domingos implacáveis e terminou no pódio com o outro carro.

Naquele momento, era questão de sobrevivência para a Renault. A BMW estava saindo da categoria, assim como a Toyota. Se a Renault seguisse o padrão e parasse, a F1 teria um problema.

O burburinho no paddock dizia que a situação já poderia ter sido definida. Politicamente, seria bom para a entidade para evitar o retorno de Flavio Briatore. Mas o dano à marca Renault, além da humilhação que um banimento do esporte traria, poderia ser evitada se somente a equipe se mantivesse à tona, com o fornecimento de motores assegurado. Quem sabe? Mas o certo é que o futuro imediato de Grosjean não estava na lista de prioridades de ninguém.

Dizem que o momento é tudo e a situação Grosjean não poderia estar pior. O que também não ajudava é que não fazia muito tempo que Lewis Hamilton chegara da GP2 e fizera um trabalho impressionante na mesma equipe de Alonso.

No entanto, a situação do inglês era diferente. Sua estreia aconteceu depois de 16 mil km de testes em um ótimo carro, contra um piloto que chegava em uma nova equipe e mudava para os Bridgestone depois de guiar com a Michelin em toda a sua carreira na F1. Se você acha que os pneus não importam na F1, fale com Schumacher ou Mark Webber. Sim, os que são bons se adaptam, como fez Alonso, mas isso leva tempo.

Recentemente, tive uma conversa interessante sobre jovens pilotos com Jacky Eeckelaert, atualmente líder técnico da Hispania. Altamente experiente e um entusiasta como sempre, Eeckelaert já viu vários jovens chegarem à F1. Ele é outro que pensa que Grosjean teve dificuldades, mas é talentoso. Ele também acha que o cenário enfrentado pelos novatos atualmente, sem testes e com a pressão de render imediatamente, é provavelmente a mais dura que já existiu.

Tendo em vista a situação dos pilotos da Red Bull – com Jaime Alguersuari, Buemi, Daniel Ricciardo e Jean-Eric Vergne –, me interessei em sua experiência com o novato australiano na Hispania, especialmente depois de conversar com Giorgio Ascanelli, da Toro Rosso, sobre ele.

“Ricciardo é um garoto bom”, disse Ascanelli. “Mas eu não acho que ele foi ousado o suficiente. Em todas as manhãs de sexta-feira ele estava no mesmo décimo de segundo de seu companheiro de equipe, mas, em todos, ele teve a sorte por ter um segundo jogo de pneus para desenvolvimento.”

“Se você está no mesmo décimo de segundo de seu companheiro e não comete erros, isso é bom. Ele nunca pôs uma roda fora da pista, então teve essa margem, o que era outro bom indicativo. Talvez ele tenha tido como meta fazer o que tivesse que fazer sem assumir riscos.”

“Não acho que ele tenha feito um trabalho ruim – eu gostava de seu rosto sorridente pelo paddock. Mas, por outro lado, sendo franco, eu acho que ele perdeu a chance de fazer mais. Acho que ele tinha munição, mas simplesmente não atirou.”

“Ele ficou contente com o que alcançou, o que é inteligente. Mas foi Thomas Edison que disse que um gênio é 1% inspiração e 99% ao estabelecer altas metas. Mas Ricciardo é brilhante.”

Eeckelaert teve um ponto de vista semelhante sobre a capacidade de Ricciardo.

“Fiquei feliz que tivemos [Vitantonio] Liuzzi no carro porque ele já é conhecido. Daniel leva tempo para se adaptar, mas, no final, ele estava com velocidade parecida – às vezes mais rápido, às vezes mais lento.”

“Ele chegou lá muito rapidamente para um novato e sem cometer erros – sem rodar, sem travar pneus nem nada. Isso foi muito impressionante. Tinha outros, mesmo que tivessem mais experiência, como Bruno Senna, que iam para lá e para cá.”

“Na Índia, Daniel estava fazendo um primeiro trecho impressionante quando, no pitstop, sua roda não foi bem encaixada e ele teve de voltar aos boxes. Por isso, ele terminou atrás de Narain [Karthikeyan], mas ele estava chegando. É difícil para esses caras porque, no fundo do pelotão, as pessoas não os notam.”

“Mas Ricciardo tirou mais do que o carro tinha, especialmente em condições de corrida. Acho que ele tem um grande potencial.”

Eeckelaert acredita que essa abordagem talvez seja uma tendência da nova era, quando o tempo ao volante é tão limitado que os pilotos têm medo de estragar tudo. Ascanelli disse algo do tipo no passado sobre Alguersuari e Buemi. Estou interessado em ver o que Grosjean fará com sua rara segunda chance. Posso errar, mas acho eu ele acompanhará Kimi muito honestamente.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

BRUNO SENNA FORA, GROSJEAN DENTRO!

As especulações se confirmaram. Romain Grosjean é o novo piloto titular da Renault, futura Lotus, para a temporada de 2012 da F1. Campeão da GP2, o jovem francês, de 25 anos, terá sua segunda oportunidade na equipe de Enstone, depois de fraca performance em 2009, quando substituiu Nelsinho Piquet e disputou sete GPs no fim do campeonato. A contratação de Grosjean, anunciada nesta sexta-feira (9), significa que Bruno Senna e Vitaly Petrov, titulares na metade final da temporada, foram dispensados do time, a julgar pela mensagem em tom de despedida proferida pelo chefe da Lotus Renault, Eric Boullier, informa o site Grande Prêmio.

Apontado como o menos provável do trio Senna-Petrov-Grosjean para ficar com a segunda vaga de titular da Lotus Renault, por supostamente contar com menos patrocinadores, o francês garantiu sua vaga principalmente por conta da Total, fornecedora de combustível da equipe, que sempre deixou claro o desejo de ver um piloto de seu país guiando um carro de F1. Na condição de fornecedora e também de um dos principais patrocinadores da escuderia de Enstone, a Total foi decisiva para que a Lotus Renault optasse por Romain para a segunda vaga disponível.

Romain sempre foi o preferido de Boullier para assumir a segunda vaga da escuderia anglo-francesa. O jovem piloto participou de duas sessões de treinos livres no fim desta temporada, em Abu Dhabi e no Brasil, o que reacendeu os rumores sobre sua contratação para 2012, o que acabou se confirmando. Grosjean sacramenta assim sua volta por cima no automobilismo. Depois de fracassar na Renault em 2009, o gaulês teve de recomeçar a carreira. Desde então, Romain não parou de ganhar títulos. Foi assim na AutoGP, em 2010, e neste ano, quando conquistou a taça na GP2 pela Dams, braço da Renault na categoria de acesso à F1.

Em comunicado divulgado pela Lotus Renault, Grosjean não escondeu a felicidade com a confirmação de que será titular da equipe, um dia depois de ser noticiado que o piloto estaria próximo de desistir da F1 se não tivesse a chance de alinhar no grid da próxima temporada, e, principalmente, por ser companheiro de Raikkonen.

“Estou muito feliz por ser um dos titulares da equipe em 2012. Há um grande sorriso no meu rosto com a perspectiva de guiar o carro da próxima temporada e eu me sinto muito privilegiado por ter essa oportunidade. Correr ao lado de um ex-campeão mundial e que está com fome ao retornar à F1 será uma grande experiência, e estou certo que isso vai me ajudar a elevar meu nível de performance também”, celebrou Grosjean.

“Sinto que meu sucesso na temporada da GP2 ajudou a me tornar mais maduro, e agora eu sou um piloto muito mais completo do que eu era em relação à última vez que eu competi nesse esporte. Retornar a Enstone como titular é como voltar para casa. Não vou decepcionar e gostaria de agradecer a todas as pessoas, sem as quais esse retorno à F1 não seria possível. A Total, que me apoia desde 2006, e a Gravity Sport Managemant, os primeiros dessa lista”, acrescentou um felicíssimo Romain.

Por sua vez, Bouller exaltou a confirmação do retorno de seu pupilo ao posto de titular da Renault, que a partir de janeiro vai se chamar Lotus. “Estou muito feliz que Romain Grosjean estará ao lado de Kimi no ano que vem. Romain mostrou muita maturidade nos últimos 12 meses, quando alcançou sua vitória na GP2 e seu desenvolvimento como terceiro piloto conosco. Ficamos muito impressionados pela forma como ele guiou para nós no primeiro treino livre em Abu Dhabi e no Brasil”, declarou o comandante da equipe de Enstone.

“Estamos confiantes de que sua confirmação como um dos nossos titulares vai nos ajudar em nosso processo de reconstrução”, acrescentou o dirigente francês, que em seguida, se despediu dos agora ex-pilotos da Lotus Renault. “Gostaria de agradecer Vitaly Petrov e Bruno Senna por suas respectivas contribuições para o desempenho da equipe neste ano e eu lhes desejo o melhor para o futuro”, encerrou Boullier.

Assim como o chefe de equipe da Lotus Renault, o dono do time e presidente do Grupo Genii, Gerard López, também celebrou a nova fase em Enstone com a chegada de Grosjean, o que sacramenta a reformulação tão propalada pelo executivo espanhol nos últimos dias. “Na semana passada eu reiterei que a equipe está no início de um novo ciclo. O anúncio de Romain como nosso titular ao lado de Kimi é uma grande notícia e isso vai nos ajudar a alcançar nossa meta de voltar para o topo. Os anúncios que fizemos hoje e na semana passada são animadores para nossa equipe e há grande expectativa entre nós agora”, vibrou López.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O FATOR GROSJEAN*

* Por Luis Fernando Ramos

Durante todo o final de semana do Grande Prêmio da Índia, Romain Grosjean esteve acompanhado aonde estivesse por um sujeito com uma indefectível jaqueta vermelha. Era um dos diretores da Total, empresa francesa que fornece combustíveis e lubrificantes para os times que utilizam os motores Renault na Fórmula 1 e uma das maiores petrolíferas do mundo.

Este é o apoio que está por trás dos testes de sexta-feira que ele fará nas duas próximas corridas - e das negociações para uma vaga na próxima temporada. Mais que uma fornecedora, a Total é também uma das principais patrocinadoras das equipes Red Bull e Renault, estampando seus logotipos em lugares com certa proeminência nos carros delas. No caso da equipe Lotus (verde), por exemplo, não há esta parceria e a marca não aparece na lista de parceiras nem no carro (e nem no site do time).

O acordo da Total com a equipe Renault (que se chamará apenas “Lotus” no ano que vem) se encerra em dezembro e o time estuda a possibilidade de contratar o francês Grosjean (embora tenha nascido na suíça, ele é filho de francês, possui cidadania e corre com licença deste país) para agradar esse cliente nessa fase de renegociação de acordo de patrocínio.

Isto, claro, coloca pressão sobre Bruno Senna. Não apenas na pista, com o brasileiro tendo duas corridas para voltar a causar a mesma boa impressão que deixou nas provas de Spa e de Monza. Mas também fora delas, já que Grosjean se torna uma peça atrativa no mercado por ser um nome que agrada à Total e com potencial de atrair apoio financeiro da marca.

O alvo principal do piloto francês é a equipe Renault mas, dependendo das circunstâncias, ele pode mirar uma vaga também em outras equipes que utilizam os motores franceses (e o combustível da petrolífera), como a Williams ou a Lotus (verde), sempre buscando levar consigo o patrocínio da Total.

Depois de uma passagem abaixo da crítica pela F-1 nas últimas corridas de 2009, Grosjean aparece com boas possibilidades de cavar uma segunda chance. Ao menos, mostrou na GP2 deste ano não ser mais o piloto afobado do passado recente. Vale ficar de olho no trabalho que fará nos treinos livres de Abu Dhabi e de Interlagos.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

RENAULT COGITA SENNA E GROSJEAN


Conforme a revista alemã 'Auto Motor und Sport', a Renault estuda a possibilidade de efetivar os pilotos Bruno Senna e Romain Grosjean como titulares em 2012. Caso seja confirmada, Robert Kubica e Vitaly Petrov deixarão a escuderia francesa.

A revista informa que os dirigentes da equipe talvez não esperem a recuperação do polonês Kubica, que ficou fora do Mundial neste ano por conta de um grave acidente em um rali em fevereiro, na Itália. O piloto ainda está em processo de reabilitação das lesões, no entanto há a possibilidade de voltar a pilotar já no próximo mês.

Atualmente, Robert não possui contrato para a temporada do ano que vem e o chefe da escuderia Eric Boullier pretende fechar a dupla titular para 2012 o mais breve possível. Já o russo Petrov tem um acordo firmado, porém, segundo a publicação alemã, Senna 'tem um maior potencial para encontrar patrocinadores no Brasil, diferente do que acontece com Petrov na Rússia'.

Por fim, Romain Grosjean é cotado pois facilitaria as negociações para que a equipe permaneça utilizando os motores da Renault.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

BOATOS E FOFOCAS

Bruno Senna e Romain Grosjean podem formar a dupla da Renault-Lotus para a temporada 2012 da Fórmula 1. De acordo com a revista alemã "Auto Motor und Sport", a equipe francesa está avaliando com muito interesse a possibilidade de contar com os dois. O russo Vitaly Petrov tem contrato com o time para o próximo ano, mas depende da manutenção de seus patrocinadores.

Segundo a publicação, os patrocinadores trazidos pelo piloto brasileiro (EBX, Gillette e Embratel) agradaram aos dirigentes do time, que veem mais potencial no mercado brasileiro que no russo. A equipe ainda tem de lidar com a questão do retorno de Robert Kubica, que sofreu um grave acidente no rali Ronde di Andora no início do ano. O polonês não tem contrato para o próximo ano e a Renault-Lotus já deu um prazo para a decisão sobre um possível retorno: outubro. A situação de Grosjean depende da Renault. Campeão da GP2, o piloto conta com o apoio da montadora, que poderia oferecer um desconto no contrato de fornecimento de motores para 2011. O governo francês pressiona a fabricante para ter novamente um piloto local na Fórmula 1.

Já a namorada de Lewis Hamilton, campeão da Fórmula 1 em 2008, Nicole Scherzinger colocou o inglês em maus lençóis nesta quarta-feira. Em entrevista à rádio inglesa Capital FM, a cantora americana de 33 anos fez uma inusitada revelação ao ser perguntada se já havia vestido um dos macacões de corrida ou um dos capacetes do inglês.

- Não, mas ele já usou uma das minhas roupas de látex – disse Scherzinger.

Você imaginaria o Hamilton usando uma roupa destas?