terça-feira, 6 de abril de 2010

REPLAY: GP DA MALÁSIA

segunda-feira, 5 de abril de 2010

SÁBIO, BERNIE ECCLESTONE

Bernie Ecclestone fez uma alerta quanto à necessidade de mudanças na F1, especialmente para proporcionar um maior número de ultrapassagens. Após o GP do Bahrein, a reclamação foi geral por conta da falta de emoção da prova, mas as duas etapas seguintes, na Austrália e a na Malásia, viram disputas emocionantes e um grid embaralhado muito em função da chuva, informa o site GRANDE PREMIO.

"Não se deixe enganar", disse Ecclestone, em entrevista ao jornal "The Telegraph". "Nós apenas tivemos sorte com a chuva", completou.

"Mas temos de fazer alguma coisa. Pela primeira vez as equipes perceberam que é preciso fazer algo sobre isso. É claro que não é necessário inverter o grid, mas precisamos de mais ultrapassagens", alertou o dirigente.

Para o britânico, a solução para o problema da ausência de ultrapassagens seria uma "asa dianteira menor" e a "proibição do uso do difusor duplo".

(OFF) GUITARRA MOTOR FERRARI...


Já vi o Dr. Roque fazer igual...

FOTO DO DIA: GP DA MALÁSIA

PILOTOS: JAN BALDER

Jan nasceu em Amsterdã, na Holanda, no dia 21 de junho de 1946.

Em 1954, com 8 anos, veio para o Brasil pois seu pai, Antoni Balder, engenheiro da fábrica de aviões “Fokker”, foi transferido para o Rio de Janeiro. Moraram um ano em Copacabana, depois mais um ano em Ipanema. Junto com a família veio seu padrinho, Otto Kuttner, também funcionário da “Fokker”.

Em 1956, com o término dos trabalhos a empresa retirou seu pessoal do país, mas os “compadres” resolvem ficar e se mudam para São Paulo, Bairro do Brooklin e vão trabalhar na Vemag, Otto no Departamento de Testes, mesmo departamento onde em 58 Jorge Lettry foi trabalhar, e seu pai, Antoni, como Gerente da Engenharia. Em junho, seu padrinho o leva a assistir a “Duas Horas de Velocidade” em Interlagos. ”Eu, com 10 anos, estava em êxtase, foi paixão à primeira vista, os pilotos se transformaram em meus heróis.” diz Jan.

Seu pai e seu padrinho trabalhavam no desenvolvimento dos DKW e recebiam em casa pilotos que iam trocar idéias e informações, e Jan tinha atenção especial sobre tempos de volta, logo aprendeu a usar um cronômetro. Quase toda tarde após as aulas ia à Interlagos acompanhar os treinos e testes e levava um cronômetro para marcar o tempo dos carros, e foi fazendo amizade com os pilotos, certa vez ganhou carona de volta para casa de ninguém menos que Chico Landi, um de seus ídolos.

“Toda vez que eu ia treinar, antes de colocar o meu capacete, recorria ao Jan para saber os tempos dos meus concorrentes”, lembrava Eugenio Martins.
Fã de Ciro Cayres, assistiu das arquibancadas seu acidente na Curva 3, nos “I 500 Quilômetros de Interlagos”, em 7 de setembro de 1957, tinha 11 anos.

Em outubro de 1959, foi assistir os “III Circuito de Poços de Caldas” (MG). Na comemoração da vitória do “Marinho” em um restaurante da cidade, pediu um omelete, que veio enorme. Quando alguém perguntou quem era aquele garoto com 13 anos, o preparador Sergio “Cabeleira” respondeu:”- É o Papa-omelete”. Pronto! Ganhava ali o apelido que o acompanhou a vida inteira.
A partir desse ano passa a cronometrista da equipe Vemag, iniciando nas “IV Mil Milhas”. Quando Otto é contratado pela equipe Willys, Jan passou a cronometrar para eles, ganhando logo a confiança e a amizade de Christian “Bino” Heins, fez sua estréia na prova “ 500 Milhas ” de 1962 e no início de 1963 a equipe, a mando de “Bino”, passa em sua casa para apanhá-lo, eram três Berlinetas e três Gordinis. Sua moral com a turma do bairro ficou lá em cima.

Em 1963, nas “12 Horas de Brasilia” cronometrou as Berlinetas, que foram quebrando, uma a uma, o que provocou o retorno de Otto para a Vemag, Jan voltou também. Dois meses depois, ouvindo os boletins pelo rádio, fica sabendo do acidente fatal do amigo Christian “Bino” Heins na prova 24 Horas de Le Mans, na França, foi um triste mês de junho.

Em 1964, aos 18 anos e com uma moto de 75 cc. começou a correr em Interlagos, fez 3 provas, venceu 2, na categoria, e nos treino para a quarta, em Santos (SP), bateu num caminhão que atravessou a pista improvisada, quebrou vários ossos e ficou “de molho” um bom tempo. Em compensação, no Natal e ainda com o braço engessado, ganhou de presente dos pais seu primeiro carro, um DKW é claro. Assim que se restabelece começa a participar de ralis com o carro, além de continuar os estudos.

Em 1966, aos 20 anos, participa de sua primeira corrida de estreantes com vitória, mas seu carro com freios a disco não homologados na categoria, foi desclassificado, mas tudo bem, na pista tinha vencido. Sua segunda corrida, “IV Aniversário da APVC”, marcou o encerramento das atividades da Equipe Vemag e um novo emprego de seu pai com a mudança da família para o bairro de Eldorado em São Bernardo do Campo (SP). Otto, seu padrinho, continuou na Vemag. Nesse ano participa de 5 provas de estreantes e ganha o troféu Victor de “Piloto Revelação” da revista 4 Rodas que foi entregue por Carlo Pintacuda, ex-piloto italiano que havia ganho duas vezes o Circuito da Gávea no RJ (37 e 38) e o GP Cidade de São Paulo (36).

No final de temporada por sugestão de Emerson Fittipaldi formam dupla e correm as “VIII Mil Milhas”. Na prova largaram mal, mas ganham posições até que faltando 20 voltas, com a quebra do Karmann Ghia do “Moco” e “Totó” Porto passam à primeiro, mas..., fatalidade, uma volta depois um cilindro deixou de funcionar, e a vitória ficou para a dupla Camillo e Celidonio na carretera 18, perdem também o segundo lugar para outro Malzoni da equipe, chegam em terceiro.

Em 1967 fazendo cursinho para engenharia e trabalhando à tarde na fábrica de volantes Fittipaldi volta a participar de ralis e a participar de provas de Kart, venceu 2 provas de estreantes, e em 1969, já no curso de Engenharia Industrial da FEI, como piloto e Alfred de navegador, em um Volks 1.600cc do “Team Fittipaldi” vencem 4 em 8 provas e são campeões paulistas de rali.

Ainda nesse ano com a chegada da Fórmula Vê, monoposto com chassi tubular e mecânica monomarca VW, participa dos “500 Quilômetros” pelo anel externo (da pista antiga) em dupla com “Maneco” Combacau, chegam em terceiro em sua primeira corrida de fórmula.

Com a Vemag fora das pistas, Jan aceitou o convite de Carlos Sgarbi para correrem a “IX Mil Milhas Brasileiras” com o Karmann Ghia/Corvair, emprestado pelo Celidonio, o mesmo para quem havia perdido as Mil Milhas do ano anterior. Rivais sim, mas só dentro da pista, fora, muita amizade e camaradagem.

Em 1968, aos 22 anos, participa de sua primeira prova internacional, as “6 Horas de El Pinar” no Uruguai, a convite de Karl Iwers e o filho Henrique, seu cunhado agora, vencem a prova na classe 1,0 litro. Na Equipe CBE de Eugenio Martins fez dupla com Pedro Victor Delamare e conseguiram a primeira vitória da marca no Brasil, foi nas “500 Milhas da Guanabara” (RJ), em seguida faz dupla com seu ídolo de adolescência, Chico Landi nos “500 Quilômetros de Porto Alegre” (RS), como tinham gasolina nas veias, saem de Porto Alegre direto para outros “500 Quilômetros”, em Salvador (BA). Na equipe ainda fez dupla com Luiz Pereira Bueno nos “Mil Quilômetros da Guanabara” (RJ), e nas “12 Horas de Porto Alegre”, prova reservada à carros nacionais, participa com Henrique Iwers no DKW deste.

Em 1969, aos 23 anos, começa a trabalhar na Pirelli fazendo testes de pneus e na revista Autoesporte onde testa e faz avaliações técnicas de carros e motos. Após a reabertura de Interlagos em 1970 foram realizados os “1500 Quilômetros” e a Equipe CBE comprada por Aguinaldo de Góes Filho e rebatizada de CEBEM convida Jan a fazer dupla com Ciro Cayres, outro de seus ídolos da adolescência, a bordo de uma BMW 2002 que teve sua capota cortada e foi logo apelidada de “esquife voador”. Na prova seguinte, “24 Horas de Interlagos”, reservada à carros nacionais participa com Ciro em um Opala, aproveitando para testar o cambio de 4 marchas, o motor de 4100cc e freios a disco dianteiros para a GM, onde Ciro trabalhava na engenharia experimental.

Nessa época vai para Milão fazer estágio na matriz da Pirelli, mas por causa da prova “12 Horas de Interlagos” adiou seu vôo de sábado para domingo e na corrida, que fez em dupla com Fernando Barbosa, saiu do autódromo duas horas antes do final para não perder o vôo, só ficou sabendo do resultado na Europa, por carta. Foram sétimo. Aproveitando o estágio foi conhecer Monza e sua famosa parabólica, depois visitou o amigo Emerson em Paul Ricard em uma corrida de F2. Depois de uma semana em Hockenheim, F1.

Ainda em 1970 corre as “X Mil Milhas Brasileiras” com Norman Casari a bordo de uma Lola T-70 da “Equipe Casari/Brahma”, mas na véspera da corrida seu pai sofre um grave acidente de transito e é hospitalizado desacordado, Jan pensa em desistir para ficar com o pai, mas este acorda de madrugada e o médico avisa que já estava fora de perigo, só então resolve participar da prova.

Jan participou do "1º Rali da Integração Nacional", para veículos nacionais, em 1971. Correu de Puma com Alfred Maslowski de navegador. Venceram e ganham um convite para participar do Rali da TAP em Portugal.
Antes vai com Norman à África participar da prova “6 Horas de Nova Lisboa” em Angola, com a Lola T-70, mas o carro quebra nos treinos e não correm, na volta participam dos “XII 500 Quilômetros de Interlagos” no Casari/Ford A1, pois Norman havia perdido a Lola T-70 num incêndio nos treinos, depois a equipe é desfeita.

Monta sua própria equipe e participa das “12 Horas de Porto Alegre” com um Volks em dupla com Fausto Dabbur e só então partem, ele e Alfred, para Portugal participar do Rali da TAP com um Puma 1800cc, mas, sem experiência em ralis de velocidade e sem apoio técnico adequado, resolveram desistir na metade da prova.

No ano seguinte, 1972, novo convite de Angola, dessa vez participam, ele e Norman, com um Porsche 907 de uma equipe suíça, mas um acidente liquida com a corrida deles. De volta ao Brasil participa da “Copa Brasil” com um protótipo Avallone/Chryler e sagra-se campeão na categoria esporte nacional (Divisão 4). Em 1975 novamente campeão, mas dessa vez Campeão Paulista e Vice-Campeão Brasileiro na categoria protótipo até 2.0, com um Polar/VW de 1950cc.

Participa como piloto até 1976 quando aos 30 anos se casa e volta a morar no bairro do Brooklin. Nesse mesmo ano a Brahma o convida para chefiar a equipe na categoria Fórmula Super Vê e Fórmula Ford, onde o piloto José Pedro Chateaubriand ganha o Campeonato Brasileiro.

Em 1979 chefia a equipe Gledson/Coca-Cola de Divisão 3, em 1980 volta à Super Vê chefiando a equipe Chantré/Fischer, onde o piloto Antonio Castro Prado vence 7 das 9 provas e ganha o campeonato brasileiro. Nos dois anos seguintes constrói carros de fórmula 2 em parceria com Pedro Muffato como representante de Oreste Berta, aí em 1983 é convidado pela Ford, junto com Francisco Lameirão, para desenvolver uma versão de competição do modelo Escort e após 7 anos volta a pilotar, fazem 3 provas de longa duração.
Em 1984, faz o mesmo com o modelo Voyage, da Volkswagen, e corre o Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos em parceria com Fausto Dabbur. Sua última prova como piloto foi em 1986, nas “12 Horas de Porto Alegre” (RS).

A partir de então se torna organizador de Ralis, tanto de automóveis, de regularidade, como também náuticos para embarcações a motor, aproveitando toda experiência adquirida nos ralis automobilísticos. Entre 1991 e 2003 foi comentarista automobilístico na Rádio Eldorado, atividade que voltou a exercer em 2006, mas na Rádio Band News FM. Em 2005 lançou um livro “saboroso” de memórias onde conta o panorama e sua participação no automobilismo dos anos sessenta até os setenta.

Como se pode ver todas suas atividades sempre foram ligadas à essa paixão, o automobilismo: “Minha maior satisfação é que em todas as equipes por onde passei obtive grandes alegrias”.

SEM COMENTÁRIOS...


Alguém, um dia, imaginaria a Playboy patrocinando o Corinthians?

Carta para redação!

GP DA MALÁSIA: FELIPE MASSA É LÍDER

Pelo segundo ano consecutivo o Grande Prêmio da Malásia ganhou um atrativo a mais do que a disputa acirrada das escuderias do G4, e este atrativo é bem conhecido do mundo da F-1, a chuva.

Já esperada a chuva deu o tom e embaralhou a disputa pela Pole Position em Kuala Lumpur. O Sábado chuvoso e a soberba de Ferrari e Mclaren que “acreditaram” na meteorologia, fez com que a Red Bull conquistasse sua terceira Pole Position de maneira tranquila. Mais uma vez a Ferrari errou feio na estratégia e ganhou uma companheira, a Mclaren.

O Q1 atípico com Button em décimo sétimo, Alonso em décimo nono, Hamilton em vigésimo e Felipe Massa em vigésimo primeiro, faria o início da corrida agitado com a promessa de boas disputas por posições.

Lá na frente Red Bull, Mercedes, Force India, Williams e Renault aproveitaram a “escorregada” de Ferrari e Mclaren para largar na frente no GP Malaio que trouxe Mark Webber largando na Pole com uma semana de atraso, já que no último fim de semana o australiano perdeu a briga com seu companheiro Vettel guiando diante de sua torcida.

Mas o jovem e talentoso alemão Sebastian Vettel precisou apenas do apagar das luzes vermelhas para tracionar melhor que Rosberg e Webber para antes da primeira curva roubar a liderança de Webber que mais uma vez teve de se contentar em assistir a pilotagem constante e desta vez segura de seu companheiro.

No fim do grid Hamilton dava show, junto com ele veio Felipe Massa que ultrapassou Fernando Alonso e com uma condução perfeita sem arriscar e cometer erros Felipe acompanhava Hamilton fazendo uma bela corrida de recuperação.

No quinto giro Schumacher abandona a corrida com problemas mecânicos e deixa a prova no inicio. Não é um bom começo de temporada para o alemão multi campeão, que já no sábado estampou em seu rosto um sorriso amarelo após conquistar apenas o oitavo posto na classificação, resultado bem abaixo do segundo lugar conquistado por seu companheiro de Mercedes Nico Rosberg.

Enquanto Hamilton dava espetáculo forçando ultrapassagens e guiando de maneira arrojada pela segunda semana consecutiva. Jenson Button adotou outra estratégia e partiu para fazer sua única parada nos boxes antes de seus adversários. Aparentemente Button com pneus duros e novos começou a girar mais rápido que seus concorrentes diretos e até melhor do que as Red Bulls. Mas no final da prova Jenson sofreria com o desgaste excessivo de seus compostos. Na verdade Button deve ter apostado que choveria no fim da prova e todos parariam novamente para colocar pneus de chuva, sendo assim Button não chegaria até o fim com pneus desgastados. Na Malásia ficou provado que a meteorologia não é tão exata como parecia ser.


Lá na frente à Red Bull abriu boa vantagem sobre as demais equipes mostrando que apenas Ferrari e Mclaren no momento podem fazer frente ao seu desempenho. Na briga doméstica quem levou a melhor foi Vettel que contou com o problema de Webber em seu pit stop para assegurar de vez a vitória mais aguardada de sua carreira após o problema mecânico no Bahrein e o abandono na Austrália ambos na liderança.

Enquanto a Red Bull caminhava para a dobradinha Hamilton no sexto lugar forçava a ultrapassagem sobre Sutil, mas aí veio a maior dificuldade de Hamilton que com o mesmo motor do alemão e com pneus macios já desgastados pela maneira com que pilotou para se recuperar. O inglês tentou, mas sem sucesso ficou sem ultrapassar a Force India que já não surpreende o desempenho dos indianos e sim é a realização do sonho de Vijay Malya.

Logo atrás Felipe Massa também pressionava Button e com pneus macios Felipe Massa dava pinta que ganharia a sétima posição do inglês. Mas a potência do motor Mercedes impedia o avanço do brasileiro da Ferrari que com Alonso sofrendo com o câmbio de sua Ferrari pouco pressionava o brasileiro que tomou a decisão de esperar algum erro de Jenson para realizar a ultrapassagem.

Foram voltas e mais voltas de paciência até Massa pegar o vácuo na reta dos boxes e realizar a ultrapassagem que momento mais tarde daria a liderança do mundial de pilotos para o brasileiro quase dois anos depois de realizar o mesmo feito no GP da França em 2008.
Curiosamente depois de problemas mecânicos de Kimi Raikkonen, assim como Alonso que com o motor estourado na última volta zerou na pontuação e fez com que o Brasil surgisse novamente no topo da Fórmula 1.

Rubens Barrichello com problemas na largada, não conseguiu se recuperar e não realizou uma boa corrida quebrando a sequencia de pontos pela Williams.

Bruno Senna e Lucas di Grassi terminaram pela primeira vez uma corrida na temporada. E este é o único destaque dos brasileiros que sofrem com um carro “porcaria” certo Rubinho?!?!?

Com a vitória de Vettel, segundo lugar de Webber, terceiro de Rosberg, quarto lugar do surpreendente de Robert Kubica, abandono de Alonso, Hamilton em sexto, Massa sétimo e Button oitavo, o campeonato mundial de Fórmula 1 ficou equilibrado e com apenas três etapas o G4 composto por Red Bull, Ferrari, Mclaren e Mercedes, dá o tom de que esta temporada promete muitas emoções nas próximas etapas. Que venha o Grande Premio da China em Xangai e que a chuva embaralhe ainda mais o grid de largada para termos mais uma madrugada de emoção pura em alta velocidade.

Parabéns Felipe Massa, depois do acidente gravíssimo é um prazer vê-lo liderando o mundial de Fórmula 1. Com sorte e guiando com paciência seguro de seus objetivos, Felipe tem a certeza de que com a nova pontuação ser constante é a melhor estratégia a adotar neste momento. FORZA MASSA!!!

Classificação do campeonato
1- FELIPE MASSA BRASIL 39 ptos
2- Fernando Alonso 37 ptos
3- Sebastian Vettel 37 ptos
4- Nico Rosberg 35 ptos
5- Lewis Hamilton 31 ptos
6- Robert Kubica 30 ptos
7- Mark Webber 24 ptos
9- Michael Schumacher 09 ptos

domingo, 4 de abril de 2010

GGOO BOLÃO F1 2010 - Resultados do GP MALÁSIA

RESULTADO OFICIAL DA CORRIDA:
Pole Position - WEBBER
Posição no Grid Aleatória (06º) - KUBICA
Volta mais rápida na corrida - WEBBER
01º colocado na corrida - VETTEL
02º colocado na corrida - WEBBER
03º colocado na corrida - ROSBERG
04º colocado na corrida - KUBICA
05º colocado na corrida - SUTIL
06º colocado na corrida - HAMILTON
07º colocado na corrida - MASSA
08º colocado na corrida - BUTTON
09º colocado na corrida - ALGUERSUARI
10º colocado na corrida - HULKENBERG

PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
51 pontos - DR. ROQUE / MATHEUS SILVA
43 pontos - MARCOS
38 pontos - ANDRÉ ROQUE
33 pontos - CASSIOLEAO
25 pontos - FABRICIO / RUI LENHARI R10 / WESLEY / CARLOS CARIOCA / CAROL NICOLINI / RAFAEL FREITAS / TIO BRUNO / RENNER / JOÃO FELICIANO / IGOR DPN / DORLY PEREIRA / RICARDO
08 pontos - DUFF
06 pontos - RODRIGO PIOIO
01 ponto - STIK10
Os demais participantes não pontuaram

CLASSIFICAÇÃO GERAL:

quinta-feira, 1 de abril de 2010

AO VIVO: GP DA MALÁSIA



Se não funcionar, tente por este aqui: http://pt-br.justin.tv/tv_dream#r=hk8vdIs~&s=li.

GGOO News Edição Nº 1

Para quem não viu e quer ver, e também para quem viu e quer rever, a primeira edição de nossa revista, a GGOO News. Lançada em Outubro de 2009, teve a disputa de titulo entre Vettel, Button e Barrichello como matéria de capa. Em seu interior, a coluna de Augusto Roque e a história do GP Brasil realizado em Brasília foram outros destaques, sem esquecer é claro da coluna OFF, escrita por Fabricio Spada, que dava dicas de alimentação para os loucos de interlagos. Imperdível, histórica e agora com um novo modo de visualização. Clique agora na figura abaixo!


E fiquem ligados, porque nos próximos dias a 2ª edição da GGOO News deverá ir ao ar. E será bem melhor. Mais matérias, mais colunas e... entrevista! Aguardem!

LEGENDE A FOTO

KUALA LUMPUR BY GGOO

Chegamos na Malásia, onde acontece a 3ª etapa da temporada. Possui duas grandes retas com freadas fortes, deixando claro que os pontos de ultrapassagem existem.

Acompanhem uma volta pelo circuito e tirem suas conclusões se poderá ser uma corrida ala Sahkir ou ala Melbourne.

Patrocionadores desistem e Bruno Senna perde vaga na HRT

Em comunicado a imprensa no dia 31, a assessoria do piloto brasileiro de F1 Bruno Senna confirmou o que muitos suspeitavam. As empresas "Embratel" e "Banco Cruzeiro do Sul" desistiram do acordo com Bruno e deram fim a parceria que o mantinha na HRT, equipe de F1. "Infelizmente não deu certo, eles sabiam que o carro não brigaria por posições no topo do grid, mas também não esperavam tão pouca exposição", disse Bruno.

Bruno Senna irá viajar para o Brasil no sábado, o motivo ainda não se sabe, mas uma vaga na Stock Car poderá ser a razão desta viajem.

FIA PROÍBE ESPELHOS COMO APÊNDICES AERODINÂMICOS

A FIA decidiu proibir as equipes de posicionarem os espelhos retrovisores nas laterais de seus carros, segundo informações do site da revista inglesa “Autosport”. A partir do GP da China, daqui a duas semanas, os retrovisores deverão ficar perto do cockpit do piloto.

Muitas equipes fizeram seus modelos com a base dos espelhos retrovisores fixada nos radiadores dos bólidos, por razões aerodinâmicas. A tática é mais evidente na F10 da Ferrari e no RB6 da Red Bull, informa o site Grande Premio.


Depois do GP da Austrália, muitos pilotos reclamaram à FIA sobre os problemas de segurança causados pela colocação dos espelhos. Muitos competidores foram bloqueados durante os treinos por causa da fraca visibilidade dos adversários daqueles que estão vindo atrás.

Pedro de la Rosa, ex-presidente da GPDA (Associação dos Pilotos da F1), acostumado a tomar a iniciativa em questões como essa, fez várias reclamações a respeito dos problemas enfrentados pelos pilotos em Melbourne.

“Todos têm problemas com os espelhos. A verdade é que os retrovisores nas laterais [do carro] te dão uma pequena visão do que está acontecendo atrás e balançam muito, então você vê pouco”, disse o espanhol.

“Se você não tem um monte de informações via rádio, então você tem um problema. Você consegue ver quando tem um carro bem atrás, mas quando está 2 segundos atrás, não tem a menor ideia de onde esteja. Isso é um problema desde quando colocaram os espelhos nas laterais”, continuou o piloto da BMW Sauber.

Porém, Felipe Massa representa o outro lado. Com um carro que utiliza esse recurso, o brasileiro falou que está satisfeito com o design de seu modelo. “Não tenho problemas com a minha visibilidade”, comentou.

“Se é a mesma [visibilidade], prefiro manter como está, mas vamos ver como vai ser. Espero não perder nada mudando retrovisores de um lugar para o outro”, finalizou o representante da Ferrari.

ALGUERSUARI, O SÁBIO

Sepang, na Malásia, que recebe a F1 neste fim de semana, é um circuito projetado por Hermann Tilke, responsável pela maioria dos autódromos modernos da categoria. E isso vai limitar as chances de pontos para a Toro Rosso, na opinião de Jaime Alguersuari. Para o espanhol, a equipe tem mais chances em pistas como a de Albert Park, na Austrália, onde quase conseguiu terminar entre os dez primeiros.

“Em circuitos permanentes, especialmente os de Tilke, amplos, seguros e previsíveis, a Toro Rosso, hoje, não está [preparada] para pontuar”, disse o jovem piloto, que, no entanto, garantiu que o desenvolvimento do carro do time segue muito bem para que isso não se repita para as próximas provas, principalmente nos “tilkódromos”.

Agora pergunto, porque não mudar? Porque não voltarmos a ter uma nova velha F-1? Porque deixar tudo na mão deste Tilke?

Cartas para redação!

quarta-feira, 31 de março de 2010

FOTO DO DIA

GGOO MEMÓRIA: GP DA MALÁSIA 2009

SOLUÇÃO PARA F1: MÁQUINA DA CHUVA*

* Por Felipe Paranhos

O GP da Austrália mostrou que na F1, pra ter emoção, o negócio é chover. A corrida teve gente errando, ultrapassagens, indefinição até o fim e dois azarões no primeiro e no segundo lugares — e quem diria que o Button fosse começar como underdog…

Por isso, deixo aqui meu conselho sacana para Bernie Ecclestone: tio, compra a máquina do Boninho! É simples: sabe aquele sistema interativo que o BBB usa nas provas do líder? Então: quando a corrida tiver chata, o povo vota na internet: “Chuva!” “Calor!” “Neve!” Aí pronto: ninguém vai mais reclamar de falta de emoção…

Bahrein? Tempestade de areia. Turquia? Puro vento. Brasil? Chuva. Abu Dhabi? Hum… Aí não tem jeito, viu… Dá pra colocar tudo ao mesmo tempo?

GP DA MALÁSIA: SERÁ QUE VAI CHOVER?*

* Por Teo José

A meteorologia indica que teremos temperaturas elevadas neste fim de semana em Kuala Lumpur, mas existe também a possibilidade de chuvas fortes - principalmente no domingo. A prova no ano passado começou as cinco da tarde e a luz natural (falta dela) foi um problema. Neste ano, a largada será as quatro de lá, cinco da manhã daqui. A situação melhora.

Se realmente chover, Sebastian Vettel, bom com piso molhado, e sua Red Bull, com um carro também com boas características para água, é uma boa aposta. Como também sem chuva. Mas acredito que pode ter um pouco mais de dificuldade nesta segunda condição. Se for uma corrida com pista seca, os pneus devem sofrer um pouco mais em Sepang.

Pelas características vejo mais possibilidades para Ferrari e Red Bull. A McLaren deve estar um pouco mais atrás. Os setores de alta vão fazer a diferença e, no caso da equipe inglesa, esta ainda é uma deficiência. A Mercedes só em situação anormal poderá pensar em um pódio nesse final de semana.

É um circuito técnico, bem largo e com duas grandes retas. O S, depois da reta dos boxes, é um ponto claro de ultrapassagem. O mais complicado é encontrar o acerto já que se precisa de velocidade final devido as retas e, também, pressão aerodinâmica nas curvas de baixa. Será uma ótima oportunidade para sabermos qual vai ser a Fórmula 1 deste ano: A do Bahrein ou a da Austrália?

GP DA MALÁSIA - HORÁRIOS

Sex 02 Abril 2010
Treino Livre 1 (Qui) 23:00 - (Sex) 00:30
Treino Livre 2 03:00 - 04:30
Sáb 03 Abril 2010
Treino Livre 3 02:00 - 03:00
Treino Classificatório 05:00
Dom 04 Abril 2010
Corrida 05:00
* Horários de Brasília (GMT -03:00)