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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

FOTO DO DIA

segunda-feira, 6 de junho de 2011

GGOO MEMÓRIA: GP DO CANADÁ 1995

Primeira e única vitória de Jean Alesi na Fórmula 1. Festa da equipe Jordan-Peugeot, com Rubens Barrichello em segundo (seu melhor resultado na categoria até então) e Eddie Irvine completando o pódio.

quarta-feira, 23 de março de 2011

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

GGOO MEMÓRIA: GP DA EUROPA, 1993



Show de Senna e Barrichello, na molhada Doninghton.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A VOLTA DE NANA?

A entrada de mais três equipes na F1 no próximo ano – US F1, Manor e Campos – renovou as esperanças de muitos pilotos que já correram na categoria de terem uma segunda chance, como Narain Karthikeyan, informa o site Grande Premio. O indiano declarou nesta quarta-feira (12) que espera poder voltar à F1 e afirmou que seus empresários estão em busca de vagas no grid de 2010.

"Eu ainda sou jovem e acredito que tenho mais alguns anos para fazer isso novamente", disse Karthikeyan à agência de notícias “IANS”. "Meus empresários estão, obviamente, à procura de oportunidades. Existem vários lugares disponíveis para o próximo ano, e isso é tudo o que posso dizer neste momento. Não estou diretamente [falando com equipes], mas estou esperançoso através dos meus empresários.”

Karthikeyan ressaltou também que não tem interesse em disputar categorias do automobilismo americano. "Existe uma recessão nos Estados Unidos, de modo que os orçamentos estão baixos. Não tenho planos para correr lá, tanto que tenho a Le Mans Series e A1GP para disputar, além de esperança de voltar à F1”, concluiu.

O piloto disputou a temporada de 2005 da F1 pela Jordan, tornando-se o primeiro indiano a competir na categoria, e tem como melhor resultado o quarto lugar no fatídico GP dos Estados Unidos, em que apenas os carros com pneus Bridgestone – Jordan, Minardi e Ferrari – largaram. Atualmente, o piloto representa a Índia na A1GP.

Da minha parte só posso dizer: Volta, Nana, volta!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

DEJA VU?

Neste vídeo, da classificação do GP do Japão de 1993 (onde Barrichello marcou seus primeiros pontos), Galvão Bueno e Reginaldo Leme fazem comentários muito interessante sobre a carreira de Rubinho, o seu futuro e a confiança em Eddie Jordan.


Dezesseis anos depois, uma situação muito parecida aconteceu. A falta de resultados, carros batidos, o talento colocado a prova. A história de Barrichello se repetiu com Nelson Piquet. Porém, um tinha o "sério" Eddie Jordan, o outro, encontrou pela frente o "carrasco" Briatore.

O resto da história já sabemos. Barrichello continua na F-1, alimentando esperanças e gerando grandes discussões. Piquet, pouco fez, e sua saída era mais do que esperada.

O mundo dá voltas, e nas voltas pelas pistas, só os mais fortes sobrevivem.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A PRIMEIRA VEZ, NUNCA ESQUECEMOS...

Hoje, 17 de Abril, será lembrado como o dia da primeira vez de Barrichello. Naquele fatídico ano de 1994, no dia 17 de Abril, em Aida no Japão, ele subia pela primeira vez no pódio.

"Naquela semana, ainda, nos encontramos na Disney de Tóquio, e tenho uma memória boa daquele cenário todo. Larguei em quinto, o Hakkinen bateu no Senna na largada e tive pista livre. Cheguei a ser segundo, mas caí para terceiro. Quem venceu foi o Michael Schumacher, com o Gerhard Berger em segundo."

"Aquele domingo foi uma coisa muito especial. Aida era no fim do mundo e não tinha nada. Depois da corrida, chegou um copo de champagne, que o Senna havia mandado. Isso aconteceu uma semana e meia antes de ele falecer e, para mim, esta é a melhor recordação", destacou ao Tazio.

As sambadinhas, a partir de então, ficaram pra sempre registradas. O sorriso de alegria, foi contagiante.

E, como é bom comemorar, vamos relembrar aquela corrida:



A primeira sambadinha, agente nunca esquece!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

RAPIDINHAS DA ZOOROPA

Vai ou não vai?

E a novela continua...

Hoje foi publicado no The Guardian (jornal britânico) que o "Virgin Group" fez uma proposta para comprar a Honda.

Uma fonte próxima a Honda confirmou ao jornal que a compania bilionária britânica está aquém dos valores esperados, mas tanto a Honda como o Virgin se negam a comentar o assunto.

Não seria a primeira vez que o Virgin Group estaria associada a F-1. Em 2002 a Virgin Mobile patrocinou a Jordan enquanto que a Virgin Atlantic Japan patrocinou o piloto Takuma Sato por vários anos.

Quando a novela vai acabar? Está difícil fazer previsões...

Fonte: http://www.planetf1.com/story/0,18954,3213_4938145,00.html

domingo, 15 de fevereiro de 2009

MINHAS PRECIOSIDADES: JORDAN

Mais uma da série de cartas enviadas, desta vez a resposta veio da Jordan:



Depois de uma temporada espetacular em 1994, com direito a pole-position, a Jordan se preparava para vôos mais altos. Seus pilotos, Rubens Barrichello e Eddie Irvine estavam aptos a conseguir os objetivos, mas o carro...

Cheio de inovações, como a falta de embreagem, entradas de ar que pouco refrigeravam o carro e uma crescente disputa interna, fizeram que a equipe só conseguisse um bom resultado, no Canadá, onde Barrichello foi segundo e Irvine o terceiro.

quarta-feira, 12 de março de 2008

FOTO DO DIA

Austrália, 1996.

Para "estrear" a nova pista de Melbourne que recebia pela primeira vez o circo da Fórmula 1, Martin Brundle aprontou das suas:


Ao contrário do que a foto sugere, o piloto saiu ileso.

terça-feira, 4 de março de 2008

UMA EQUIPE ROCK'N' ROLL

Diretamente do Blog do Fábio Seixas, perfeito, não é necessário mudar uma letra sequer para expressar este sentimento:

Já escrevi neste espaço, com tristeza, sobre os rumos que a Jordan tomou.

Em meados dos 90, era a equipe mais promissora do paddock. Comandada por gente que entende e que tem paixão pelo automobilismo, vira-e-mexe assustava uma equipe grande com bons resultados aqui e ali.

De quebra, era o time mais divertido da F-1. Eddie sempre foi uma figuraça. E nas coletivas, nos bate-papos informais, nos shows de rock pós-GP, era ele o animador.

Mas ele não agüentou as pressões da nova F-1. Esta F-1 das montadoras, que cria aberrações como a Toyota, que deve gastar € 290 milhões neste ano para não conquistar nada.

Eddie vendeu sua Jordan para o tal russo-canadense Alex Shnaider. Que só queria fazer negócios. Que fez, vendendo-a para a Spyker. Que pensei que daria um rumo diferente para a equipe. Que não deu. E que a vendeu para o tal Vijay Mallya. Que pensei que só queria fazer negócios. Mas que vem me surpreendendo.

Primeiro, porque parece comprometido com a F-1. Os testes, as contratações, as declarações, todas as suas ações até agora guardam uma lógica automobilística.

E o que motiva este post é o que acabo de ler na internet. Mallya que “resgatar o espírito rock’n’roll da Jordan”. Diz o indiano que o time deve batalhar para conquistar de volta a reputação e o amor pelo esporte que a levaram ao terceiro lugar no Mundial de Construtores de 1999.

Detalhe que eu não sabia, Mallya convidou Eddie para tocar baterias na festa de Natal da equipe. E ele aceitou, claro.

“Gosto dele. Ele não tem medo de gastar dinheiro. Ele diz que seu sonho é ser como a Jordan e ganhar corridas de vez em quando. E vai fazer um grande esforço para que isso aconteça”, diz o irlandês.

Que bom. Se a Force India for sombra do que a Jordan era nos 90, já será legal demais.