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domingo, 27 de novembro de 2016
GGOO BOLÃO F1 2016: RESULTADOS DO GP ABU DHABI
RESULTADO OFICIAL DA CORRIDA:
Pole Position - HAMILTON
Posição no Grid Aleatória (22º) - ERICSSON
Volta mais rápida na corrida - VETTEL
01º colocado na corrida - HAMILTON
02º colocado na corrida - ROSBERG
03º colocado na corrida - VETTEL
04º colocado na corrida - VERSTAPPEN
05º colocado na corrida - RICCIARDO
06º colocado na corrida - RAIKKONEN
07º colocado na corrida - HULKENBERG
08º colocado na corrida - PEREZ
09º colocado na corrida - MASSA
10º colocado na corrida - ALONSO
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+96 pontos - SERGIO ARRUDA
+91 pontos - CÁSSIO EDUARDO
+88 pontos - A. ROQUE | FELIPE AZEVEDO
+81 pontos - RODRIGO PIOIO
+71 pontos - MARCELO PAZETTO
+70 pontos - VALMIR BEZERRA
+69 pontos - DIMAS CARVALHO | LUIS CARLOS ZUIM
+64 pontos - MAURO EUGENIO
+63 pontos - SAMUEL CORREIA
+60 pontos - MILTON NEVES
+59 pontos - ANDRÉ PEREIRA
+58 pontos - ALLAN ALENCAR | JOPA
+56 pontos - EDUARDO CORRÊA
+53 pontos - MARCELÃO
+51 pontos - IGOR DPN | SANDRA TARALLO
+46 pontos - JOÃO GUILHERME
+43 pontos - DÉBORA LONGEN
+42 pontos - NELSON MARCHESIN JR.
+41 pontos - ANDRÉ DE ITU
+39 pontos - DR. ROQUE
+34 pontos - FABRICIO DUTRA
+22 pontos - DOUGLAS VIANNA
+18 pontos - THIAGO JONES | SANDRA BARROS
-10 pontos - RUDSON | SEVERIEN | GUILHERME ICEMAN | ARTHUR A&B | FILIPE NUVENZINHA | S | MARCOS | VICTOR GUIMARÃES | JIMMY | ANDRÉ ROQUE | ADEMIR RIBEIRO | BRUNA | GILDO A. | SÂNDERSON VEIGA | RODRIGO CABRAL | RICARDO
Pole Position - HAMILTON
Posição no Grid Aleatória (22º) - ERICSSON
Volta mais rápida na corrida - VETTEL
01º colocado na corrida - HAMILTON
02º colocado na corrida - ROSBERG
03º colocado na corrida - VETTEL
04º colocado na corrida - VERSTAPPEN
05º colocado na corrida - RICCIARDO
06º colocado na corrida - RAIKKONEN
07º colocado na corrida - HULKENBERG
08º colocado na corrida - PEREZ
09º colocado na corrida - MASSA
10º colocado na corrida - ALONSO
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+96 pontos - SERGIO ARRUDA
+91 pontos - CÁSSIO EDUARDO
+88 pontos - A. ROQUE | FELIPE AZEVEDO
+81 pontos - RODRIGO PIOIO
+71 pontos - MARCELO PAZETTO
+70 pontos - VALMIR BEZERRA
+69 pontos - DIMAS CARVALHO | LUIS CARLOS ZUIM
+64 pontos - MAURO EUGENIO
+63 pontos - SAMUEL CORREIA
+60 pontos - MILTON NEVES
+59 pontos - ANDRÉ PEREIRA
+58 pontos - ALLAN ALENCAR | JOPA
+56 pontos - EDUARDO CORRÊA
+53 pontos - MARCELÃO
+51 pontos - IGOR DPN | SANDRA TARALLO
+46 pontos - JOÃO GUILHERME
+43 pontos - DÉBORA LONGEN
+42 pontos - NELSON MARCHESIN JR.
+41 pontos - ANDRÉ DE ITU
+39 pontos - DR. ROQUE
+34 pontos - FABRICIO DUTRA
+22 pontos - DOUGLAS VIANNA
+18 pontos - THIAGO JONES | SANDRA BARROS
-10 pontos - RUDSON | SEVERIEN | GUILHERME ICEMAN | ARTHUR A&B | FILIPE NUVENZINHA | S | MARCOS | VICTOR GUIMARÃES | JIMMY | ANDRÉ ROQUE | ADEMIR RIBEIRO | BRUNA | GILDO A. | SÂNDERSON VEIGA | RODRIGO CABRAL | RICARDO
CLASSIFICAÇÃO GERAL:
SORTEIO, PREMIAÇÃO E NÚMEROS FINAIS DO GGOO BOLÃO 2016, AQUI!
PARABÉNS AO CAMPEÃO VALMIR BEZERRA!
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015
GGOO BOLÃO F1 2015: RESULTADOS DO GP ABU DHABI
RESULTADO OFICIAL DA CORRIDA:
Pole Position - ROSBERG
Posição no Grid Aleatória (18º) - GROSJEAN
Volta mais rápida na corrida - HAMILTON
01º colocado na corrida - ROSBERG
02º colocado na corrida - HAMILTON
03º colocado na corrida - RAIKKONEN
04º colocado na corrida - VETTEL
05º colocado na corrida - PEREZ
06º colocado na corrida - RICCIARDO
07º colocado na corrida - HULKENBERG
08º colocado na corrida - MASSA
09º colocado na corrida - GROSJEAN
10º colocado na corrida - KVYAT
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+67 pontos - FABRICIO | VALMIR ALVES
+63 pontos - MARCELÃO
+59 pontos - A. ROQUE | SANDRA BARROS | LUIS CARLOS ZUIM | RODRIGO CABRAL | RICARDO
+55 pontos - IGOR DPN | MILTON NEVES
+51 pontos - ANDRÉ PEREIRA
+45 pontos - SÂNDERSON VEIGA
+44 pontos - EDUARDO CORRÊA
+42 pontos - FABRICIO DUTRA
+34 pontos - CÁSSIO EDUARDO
+33 pontos - NELSON MARCHESIN JR.
+29 pontos - RUDSON
+27 pontos - JOPA
+16 pontos - ANDERSON MEYER | JOÃO GUILHERME
+08 pontos - THIAGO JONES | ANDRÉ DE ITU | ALLAN ALENCAR | RODRIGO PIOIO
+04 pontos - SÉRGIO ARRUDA
+00 pontos - DÉBORA LONGEN | GUILHERME ICEMAN | DR. ROQUE
-10 pontos - DOUGLAS VIANNA | SEVERIEN | ARTHUR A&B | S | MILTON JUNIOR | NATÁLIA WENDY | DIMAS CARVALHO | MARCOS | BUCÉFALO | MURILO MOURA | JOÃO FELICIANO | GUSTAVO LUZÓRIO | ADEMIR RIBEIRO | GILDO A. | ANDRÉ ROQUE | SANDRA TARALLO
Pole Position - ROSBERG
Posição no Grid Aleatória (18º) - GROSJEAN
Volta mais rápida na corrida - HAMILTON
01º colocado na corrida - ROSBERG
02º colocado na corrida - HAMILTON
03º colocado na corrida - RAIKKONEN
04º colocado na corrida - VETTEL
05º colocado na corrida - PEREZ
06º colocado na corrida - RICCIARDO
07º colocado na corrida - HULKENBERG
08º colocado na corrida - MASSA
09º colocado na corrida - GROSJEAN
10º colocado na corrida - KVYAT
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+67 pontos - FABRICIO | VALMIR ALVES
+63 pontos - MARCELÃO
+59 pontos - A. ROQUE | SANDRA BARROS | LUIS CARLOS ZUIM | RODRIGO CABRAL | RICARDO
+55 pontos - IGOR DPN | MILTON NEVES
+51 pontos - ANDRÉ PEREIRA
+45 pontos - SÂNDERSON VEIGA
+44 pontos - EDUARDO CORRÊA
+42 pontos - FABRICIO DUTRA
+34 pontos - CÁSSIO EDUARDO
+33 pontos - NELSON MARCHESIN JR.
+29 pontos - RUDSON
+27 pontos - JOPA
+16 pontos - ANDERSON MEYER | JOÃO GUILHERME
+08 pontos - THIAGO JONES | ANDRÉ DE ITU | ALLAN ALENCAR | RODRIGO PIOIO
+04 pontos - SÉRGIO ARRUDA
+00 pontos - DÉBORA LONGEN | GUILHERME ICEMAN | DR. ROQUE
-10 pontos - DOUGLAS VIANNA | SEVERIEN | ARTHUR A&B | S | MILTON JUNIOR | NATÁLIA WENDY | DIMAS CARVALHO | MARCOS | BUCÉFALO | MURILO MOURA | JOÃO FELICIANO | GUSTAVO LUZÓRIO | ADEMIR RIBEIRO | GILDO A. | ANDRÉ ROQUE | SANDRA TARALLO
CLASSIFICAÇÃO GERAL:
SORTEIO, PREMIAÇÃO E NÚMEROS FINAIS DO GGOO BOLÃO 2015, AQUI!
PARABÉNS AO CAMPEÃO EDUARDO CORRÊA E ATÉ O BOLÃO 2016! (SERÁ?)
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domingo, 22 de novembro de 2015
domingo, 23 de novembro de 2014
GGOO BOLÃO F1 2014: RESULTADOS DO GP ABU DHABI
RESULTADO OFICIAL DA CORRIDA:
Pole Position - ROSBERG
Posição no Grid Aleatória (15º) - MALDONADO
Volta mais rápida na corrida - RICCIARDO
01º colocado na corrida - HAMILTON
02º colocado na corrida - MASSA
03º colocado na corrida - BOTTAS
04º colocado na corrida - RICCIARDO
05º colocado na corrida - BUTTON
06º colocado na corrida - HULKENBERG
07º colocado na corrida - PEREZ
08º colocado na corrida - VETTEL
09º colocado na corrida - ALONSO
10º colocado na corrida - RAIKKONEN
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+130 pontos - JOÃO FELICIANO
+124 pontos - FABRICIO DUTRA
+100 pontos - ALLAN ALENCAR
+88 pontos - RICARDO
+86 pontos - NELSON MARCH.JR.
+84 pontos - SÉRGIO ARRUDA
+80 pontos - FABIO MAROTTI
+76 pontos - NATÁLIA WENDY | DR. ROQUE
+74 pontos - ANDERSON MEYER | MILTON JUNIOR
+66 pontos - ANDRÉ DE ITU | JOPA
+64 pontos - RODRIGO PIOIO
+60 pontos - MARCOS
+58 pontos - CÁSSIO EDUARDO
+56 pontos - RODRIGO CABRAL
+52 pontos - SÂNDERSON VEIGA
+50 pontos - MARCELÃO | FABRICIO | NÍCOLAS 007 | DIMAS CARVALHO | JOÃO GUILHERME
+46 pontos - ANDRÉ PEREIRA | SANDRA BARROS | IGOR DPN
+40 pontos - GUILHERME ICEMAN
+26 pontos - ANDRÉ ROQUE
+24 pontos - STIK
+16 pontos - S | LUIS CARLOS ZUIM | MILTON NEVES
+08 pontos - DUH TIFOSI
+00 pontos - A. ROQUE | DÉBORA LONGEN | LUISFH
-10 pontos - RUDSON | SEVERIEN | ADHEMAR NETO | ARTHUR A&B | THIAGO JONES | BUCÉFALO | ALVARO WANDERLEY | HEVERTON NIKI | MAU SALAMON | ANDREY NEPERIANO | MURILO MOURA | VINICIUS BARCELOS | FABRICIO MOURÃO | GUSTAVO LUZÓRIO | JEFF. JASPION | ADEMIR RIBEIRO | GILDO A. | ARTUR ALVES
Pole Position - ROSBERG
Posição no Grid Aleatória (15º) - MALDONADO
Volta mais rápida na corrida - RICCIARDO
01º colocado na corrida - HAMILTON
02º colocado na corrida - MASSA
03º colocado na corrida - BOTTAS
04º colocado na corrida - RICCIARDO
05º colocado na corrida - BUTTON
06º colocado na corrida - HULKENBERG
07º colocado na corrida - PEREZ
08º colocado na corrida - VETTEL
09º colocado na corrida - ALONSO
10º colocado na corrida - RAIKKONEN
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+130 pontos - JOÃO FELICIANO
+124 pontos - FABRICIO DUTRA
+100 pontos - ALLAN ALENCAR
+88 pontos - RICARDO
+86 pontos - NELSON MARCH.JR.
+84 pontos - SÉRGIO ARRUDA
+80 pontos - FABIO MAROTTI
+76 pontos - NATÁLIA WENDY | DR. ROQUE
+74 pontos - ANDERSON MEYER | MILTON JUNIOR
+66 pontos - ANDRÉ DE ITU | JOPA
+64 pontos - RODRIGO PIOIO
+60 pontos - MARCOS
+58 pontos - CÁSSIO EDUARDO
+56 pontos - RODRIGO CABRAL
+52 pontos - SÂNDERSON VEIGA
+50 pontos - MARCELÃO | FABRICIO | NÍCOLAS 007 | DIMAS CARVALHO | JOÃO GUILHERME
+46 pontos - ANDRÉ PEREIRA | SANDRA BARROS | IGOR DPN
+40 pontos - GUILHERME ICEMAN
+26 pontos - ANDRÉ ROQUE
+24 pontos - STIK
+16 pontos - S | LUIS CARLOS ZUIM | MILTON NEVES
+08 pontos - DUH TIFOSI
+00 pontos - A. ROQUE | DÉBORA LONGEN | LUISFH
-10 pontos - RUDSON | SEVERIEN | ADHEMAR NETO | ARTHUR A&B | THIAGO JONES | BUCÉFALO | ALVARO WANDERLEY | HEVERTON NIKI | MAU SALAMON | ANDREY NEPERIANO | MURILO MOURA | VINICIUS BARCELOS | FABRICIO MOURÃO | GUSTAVO LUZÓRIO | JEFF. JASPION | ADEMIR RIBEIRO | GILDO A. | ARTUR ALVES
CLASSIFICAÇÃO FINAL:
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014
AO VIVO: FÓRMULA 1 - GP DE ABU DHABI 2014 (TREINOS E CORRIDA)
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Estratégia do GP de Abu Dhabi teve companheiros tomando decisões distintas – e vacilo da Ferrari*
* Por Julianne Cerasoli
A estratégia dos GPs de Abu Dhabi e da Índia deram a medida da complexidade da Fórmula 1: uma semana de uma prova para a outra, os mesmos compostos médio e macio e duas realidades completamente distintas devido às características das pistas e da variação de temperatura durante a prova, uma vez que como a largada nos Emirados é às 17h, a temperatura de pista cai mais de 10 graus entre o começo e o fim da prova.
Essa combinação significou que o desgaste do pneu médio foi maior que o esperado e que a grande diferença, de 1s a 1s5/volta observada entre os dois compostos – justamente o oposto do que ocorrera na Índia – foi decisiva.
Lembra como a rapidez com que Vettel se livrou do tráfego na primeira parte da corrida da Índia foi fundamental para sua vitória? Em Abu Dhabi, novamente o alemão sacramentou sua conquista nas primeiras voltas, ainda que com uma tática totalmente diferente. Na semana passada, antecipou ao máximo a primeira parada e aproveitou a queda de rendimento dos pneus macios dos adversários para recuperar todas as posições. No deserto, tratou de economizar seus pneus e usou o ar limpo da liderança – fundamental para os Pirelli – para adotar um ritmo alucinante e voltar em primeiro após a primeira parada. Depois, só controlou o ritmo.
Enquanto isso, para Webber, mais uma corrida perdida no primeiro stint. O australiano reconheceu após a prova que não consegue fazer os pneus durarem com o carro pesado. Parou cedo, voltou em um tráfego particularmente complicado pela grande diferença entre os compostos – quem estava com os pneus médios novos tinha ritmo semelhante àqueles com macios usados – e se viu 20s atrás do companheiro após míseras 16 voltas.
Sua corrida foi com Rosberg e Grosjean. A Lotus tentou o undercut antecipando a primeira parada do francês, mas a Red Bull neutralizou a jogada parando Webber na mesma volta. Lento nas retas, Romain perdeu tempo e se distanciou da briga. E Webber ainda se aproveitou de um dos “brancos” que a Mercedes parecia ter quando seguia outro carro para superar Rosberg em uma boa manobra e salvar a dobradinha.
Falando em Mercedes, os 3s conquistados nas primeiras voltas + as 3 voltas a mais que permaneceu na pista rodando forte no primeiro stint salvaram a corrida de Rosberg, que voltou do pit em sexto, enquanto Hamilton se colocou em 12º. Não é de hoje que a Mercedes se comporta mal em ultrapassagens, mas essa tendência pareceu acentuada na Abu Dhabi. Instável no ar turbulento e sem velocidade de reta, o carro gasta mais pneu e a corrida de Lewis estava acabada.
Por que faz isso, Ferrari?
O comportamento do W04 é diametralmente distinto da Ferrari, que engoliu os adversários em Yas Marina – Alonso fez sete ultrapassagens e Massa, três, representando 23% das manobras da corrida. O time italiano tentou fazer uma parada até perceber que pilotos que largaram com os médios (como Gutierrez e Bottas) não conseguiram prolongar seus stints como esperado. Na verdade, apenas Adrian Sutil e Paul Di Resta fizeram a tática, não coincidentemente a bordo da mesma Force India.
Voltando à Ferrari: com a estratégia inicial jogada no lixo, o time tomou uma decisão estranha ao colocar pneus médios em Massa com 17 voltas para o fim. O brasileiro, ainda que em ritmo de conservação, havia feito um stint de 18 com tanque cheio e pista mais quente no início da prova. E nem Stefano Domenicali soube responder por que o time não optou pelos macios.
O que pareceu claro é que a parada de Massa visou tirá-lo da frente de Alonso e foi importante para o quinto posto do espanhol. O bicampeão tirou os 4s de desvantagem para o brasileiro em três voltas após superar Di Resta e ficou preso atrás do companheiro, 5km/h mais rápido no speed trap.
Tudo bem que o ritmo de Felipe não era dos melhores naquele momento e uma parada até seria justificada com base no desgaste, mas a boa e velha ordem de equipe faria ambos perderem menos tempo: na volta seguinte em que foi “liberado” por Massa, Alonso foi 1s1 mais rápido que no giro anterior. E seus tempos continuaram tão fortes com pneus de 20 a 30 de uso quanto os do companheiro preso no tráfego com borracha nova, explicando por que voltou na frente e teve caminho livre para usar a aderência dos pneus macios para engolir Hamilton e Di Resta e ser quinto.
Como Alonso provavelmente sairia atrás de Massa caso o brasileiro tivesse colocado pneus macios e o encontraria novamente no final por ter pneus 6 voltas mais novos, talvez a Ferrari quisesse evitar que seus pilotos se cruzassem ou temeu que o brasileiro, forçando mais os pneus do que no primeiro stint, acabaria com os macios em 17 voltas.
A estratégia dos GPs de Abu Dhabi e da Índia deram a medida da complexidade da Fórmula 1: uma semana de uma prova para a outra, os mesmos compostos médio e macio e duas realidades completamente distintas devido às características das pistas e da variação de temperatura durante a prova, uma vez que como a largada nos Emirados é às 17h, a temperatura de pista cai mais de 10 graus entre o começo e o fim da prova.
Essa combinação significou que o desgaste do pneu médio foi maior que o esperado e que a grande diferença, de 1s a 1s5/volta observada entre os dois compostos – justamente o oposto do que ocorrera na Índia – foi decisiva.
Lembra como a rapidez com que Vettel se livrou do tráfego na primeira parte da corrida da Índia foi fundamental para sua vitória? Em Abu Dhabi, novamente o alemão sacramentou sua conquista nas primeiras voltas, ainda que com uma tática totalmente diferente. Na semana passada, antecipou ao máximo a primeira parada e aproveitou a queda de rendimento dos pneus macios dos adversários para recuperar todas as posições. No deserto, tratou de economizar seus pneus e usou o ar limpo da liderança – fundamental para os Pirelli – para adotar um ritmo alucinante e voltar em primeiro após a primeira parada. Depois, só controlou o ritmo.
Enquanto isso, para Webber, mais uma corrida perdida no primeiro stint. O australiano reconheceu após a prova que não consegue fazer os pneus durarem com o carro pesado. Parou cedo, voltou em um tráfego particularmente complicado pela grande diferença entre os compostos – quem estava com os pneus médios novos tinha ritmo semelhante àqueles com macios usados – e se viu 20s atrás do companheiro após míseras 16 voltas.
Sua corrida foi com Rosberg e Grosjean. A Lotus tentou o undercut antecipando a primeira parada do francês, mas a Red Bull neutralizou a jogada parando Webber na mesma volta. Lento nas retas, Romain perdeu tempo e se distanciou da briga. E Webber ainda se aproveitou de um dos “brancos” que a Mercedes parecia ter quando seguia outro carro para superar Rosberg em uma boa manobra e salvar a dobradinha.
Falando em Mercedes, os 3s conquistados nas primeiras voltas + as 3 voltas a mais que permaneceu na pista rodando forte no primeiro stint salvaram a corrida de Rosberg, que voltou do pit em sexto, enquanto Hamilton se colocou em 12º. Não é de hoje que a Mercedes se comporta mal em ultrapassagens, mas essa tendência pareceu acentuada na Abu Dhabi. Instável no ar turbulento e sem velocidade de reta, o carro gasta mais pneu e a corrida de Lewis estava acabada.
Por que faz isso, Ferrari?
O comportamento do W04 é diametralmente distinto da Ferrari, que engoliu os adversários em Yas Marina – Alonso fez sete ultrapassagens e Massa, três, representando 23% das manobras da corrida. O time italiano tentou fazer uma parada até perceber que pilotos que largaram com os médios (como Gutierrez e Bottas) não conseguiram prolongar seus stints como esperado. Na verdade, apenas Adrian Sutil e Paul Di Resta fizeram a tática, não coincidentemente a bordo da mesma Force India.
Voltando à Ferrari: com a estratégia inicial jogada no lixo, o time tomou uma decisão estranha ao colocar pneus médios em Massa com 17 voltas para o fim. O brasileiro, ainda que em ritmo de conservação, havia feito um stint de 18 com tanque cheio e pista mais quente no início da prova. E nem Stefano Domenicali soube responder por que o time não optou pelos macios.
O que pareceu claro é que a parada de Massa visou tirá-lo da frente de Alonso e foi importante para o quinto posto do espanhol. O bicampeão tirou os 4s de desvantagem para o brasileiro em três voltas após superar Di Resta e ficou preso atrás do companheiro, 5km/h mais rápido no speed trap.
Tudo bem que o ritmo de Felipe não era dos melhores naquele momento e uma parada até seria justificada com base no desgaste, mas a boa e velha ordem de equipe faria ambos perderem menos tempo: na volta seguinte em que foi “liberado” por Massa, Alonso foi 1s1 mais rápido que no giro anterior. E seus tempos continuaram tão fortes com pneus de 20 a 30 de uso quanto os do companheiro preso no tráfego com borracha nova, explicando por que voltou na frente e teve caminho livre para usar a aderência dos pneus macios para engolir Hamilton e Di Resta e ser quinto.
Como Alonso provavelmente sairia atrás de Massa caso o brasileiro tivesse colocado pneus macios e o encontraria novamente no final por ter pneus 6 voltas mais novos, talvez a Ferrari quisesse evitar que seus pilotos se cruzassem ou temeu que o brasileiro, forçando mais os pneus do que no primeiro stint, acabaria com os macios em 17 voltas.
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Pílulas do Dia Seguinte: Abu Dhabi-13*
* Por Fábio Seixas
Faltando duas corridas para deixar a Ferrari, Massa pela primeira vez falou grosso contra a equipe. Acha que foi vítima da estratégia, que o chamou para os boxes a 17 voltas da bandeirada para colocar pneus médios. Alonso, que até então vinha na mesma toada, só parou 6 voltas depois e colocou os compostos macios. Resultado: Massa perdeu posições para o espanhol, Di Resta e Hamilton, e só terminou em oitavo. “Sacanearam mesmo?”, me perguntam no Twitter. Difícil dizer. Naquele momento da corrida, pareceu claro para mim que a estratégia de apenas uma parada não era das mais eficientes. Mais: Alonso saiu dos boxes muito junto de Massa _quase deu em acidente. Não tivesse perdido aqueles milésimos de segundo na troca da roda dianteira esquerda, o brasileiro poderia ter mantido a posição. Em outras palavras: se quisesse mesmo “sacanear” seu segundo piloto, a Ferrari teria feito melhor. Know-how para isso não falta em Maranello;
Falando em Massa, tem fato novo no mercado. Em crise financeira, a Lotus conseguiu enfim fechar com um novo investidor, uma tal Quantum Motorsports. Ocorre que esta empresa quer Hulkenberg no time. Acha que o alemão é a melhor opção do mercado _e é mesmo. Parece-me improvável que a Lotus desobedeça a dona do dinheiro. De duas, uma: Grosjean ou Maldonado dançam. Acho que vai ser o francês. Foi só elogiar...;
E Alonso? Não recebeu punição nenhuma por ter ido quase até o Catar na saída do seu segundo pit stop. Os comissários da FIA entenderam que Vergne não deixou espaço na pista e que a manobra foi necessária para evitar uma batida. Uma velha piada no paddock diz que FIA é sigla para “Ferrari International Assistance”. Certas piadas não envelhecem;
Mais sobre o episódio: a Ferrari de Alonso acertou a zebra com tanta força que acionou um dispositivo que avisa quando o piloto precisa passar pelo centro médico após a prova. O espanhol seguiu a dica e foi liberado sem grandes problemas;
Vettel não levou multa pelos zerinhos de ontem. Ufa;
Se vencer nos EUA e no Brasil, o alemão iguala Schumacher como o piloto com mais vitórias numa temporada: 13. Em termos de porcentagem, porém, não vai conseguir superar Ascari, que em 1952 conseguiu 6 vitórias em 8 corridas, aproveitamento de 75%;
Segundo Ecclestone, é “improvável” que México e Nova Jersey estejam na versão final do calendário de 2014, a ser divulgado em dezembro. Se ele falou, está falado. O Mundial terá, portanto, 20 etapas, com a volta da Áustria e a estreia da Rússia;
Na GP3, Kvyat venceu a prova de sábado, assumiu a liderança do campeonato pela primeira vez e garantiu o título. Em 2014, se tornará o quarto piloto a passar pela GP3 e chegar à F-1. Uma ótima estatística para uma categoria relativamente nova, com apenas quatro temporadas de vida;
A ironia é que, provavelmente, a GP2 não deverá levar pilotos à F-1 em 2014. Leimer, o campeão, disputou o campeonato pela quarta vez. Ok, um ou outro pode virar piloto de testes no ano que vem. Nasr, inclusive. Mas vocês sabem tão bem quanto eu que o que isso significa. Quase nada.
Faltando duas corridas para deixar a Ferrari, Massa pela primeira vez falou grosso contra a equipe. Acha que foi vítima da estratégia, que o chamou para os boxes a 17 voltas da bandeirada para colocar pneus médios. Alonso, que até então vinha na mesma toada, só parou 6 voltas depois e colocou os compostos macios. Resultado: Massa perdeu posições para o espanhol, Di Resta e Hamilton, e só terminou em oitavo. “Sacanearam mesmo?”, me perguntam no Twitter. Difícil dizer. Naquele momento da corrida, pareceu claro para mim que a estratégia de apenas uma parada não era das mais eficientes. Mais: Alonso saiu dos boxes muito junto de Massa _quase deu em acidente. Não tivesse perdido aqueles milésimos de segundo na troca da roda dianteira esquerda, o brasileiro poderia ter mantido a posição. Em outras palavras: se quisesse mesmo “sacanear” seu segundo piloto, a Ferrari teria feito melhor. Know-how para isso não falta em Maranello;
Falando em Massa, tem fato novo no mercado. Em crise financeira, a Lotus conseguiu enfim fechar com um novo investidor, uma tal Quantum Motorsports. Ocorre que esta empresa quer Hulkenberg no time. Acha que o alemão é a melhor opção do mercado _e é mesmo. Parece-me improvável que a Lotus desobedeça a dona do dinheiro. De duas, uma: Grosjean ou Maldonado dançam. Acho que vai ser o francês. Foi só elogiar...;
E Alonso? Não recebeu punição nenhuma por ter ido quase até o Catar na saída do seu segundo pit stop. Os comissários da FIA entenderam que Vergne não deixou espaço na pista e que a manobra foi necessária para evitar uma batida. Uma velha piada no paddock diz que FIA é sigla para “Ferrari International Assistance”. Certas piadas não envelhecem;
Mais sobre o episódio: a Ferrari de Alonso acertou a zebra com tanta força que acionou um dispositivo que avisa quando o piloto precisa passar pelo centro médico após a prova. O espanhol seguiu a dica e foi liberado sem grandes problemas;
Vettel não levou multa pelos zerinhos de ontem. Ufa;
Se vencer nos EUA e no Brasil, o alemão iguala Schumacher como o piloto com mais vitórias numa temporada: 13. Em termos de porcentagem, porém, não vai conseguir superar Ascari, que em 1952 conseguiu 6 vitórias em 8 corridas, aproveitamento de 75%;
Segundo Ecclestone, é “improvável” que México e Nova Jersey estejam na versão final do calendário de 2014, a ser divulgado em dezembro. Se ele falou, está falado. O Mundial terá, portanto, 20 etapas, com a volta da Áustria e a estreia da Rússia;
Na GP3, Kvyat venceu a prova de sábado, assumiu a liderança do campeonato pela primeira vez e garantiu o título. Em 2014, se tornará o quarto piloto a passar pela GP3 e chegar à F-1. Uma ótima estatística para uma categoria relativamente nova, com apenas quatro temporadas de vida;
A ironia é que, provavelmente, a GP2 não deverá levar pilotos à F-1 em 2014. Leimer, o campeão, disputou o campeonato pela quarta vez. Ok, um ou outro pode virar piloto de testes no ano que vem. Nasr, inclusive. Mas vocês sabem tão bem quanto eu que o que isso significa. Quase nada.
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GP ABU DHABI,
temporada 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
GGOO BOLÃO F1 2013 - RESULTADOS DO GP ABU DHABI 2013
RESULTADO OFICIAL DA CORRIDA:Pole Position - WEBBER
Posição no Grid Aleatória (04º) - HAMILTON
Volta mais rápida na corrida - ALONSO
01º colocado na corrida - VETTEL
02º colocado na corrida - WEBBER
03º colocado na corrida - ROSBERG
04º colocado na corrida - GROSJEAN
05º colocado na corrida - ALONSO
06º colocado na corrida - DI RESTA
07º colocado na corrida - HAMILTON
08º colocado na corrida - MASSA
09º colocado na corrida - PEREZ
10º colocado na corrida - SUTIL
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+71 pontos - CÁSSIO EDUARDO
+60 pontos - LUIS CARLOS ZUIM
+57 pontos - IGOR DPN
+56 pontos - FABRICIO DUTRA
+55 pontos - FABRICIO | RICARDO
+50 pontos - DÉBORA LONGEN
+47 pontos - LUCAS NOGUEIRA
+43 pontos - LUISFH | S | ADEMIR
+41 pontos - ANDRÉ ROQUE
+40 pontos - MILTON NEVES
+33 pontos - NETO ROX
+29 pontos - MARCELÃO | JOÃO GUILHERME
+27 pontos - NICOLAS 007 | DR. ROQUE | JOÃO FELICIANO
+26 pontos - MURILO MOURA
+25 pontos - A. ROQUE | ANDRÉ PEREIRA | BUCÉFALO | FABIO MAROTTI | ANDREY NEPERIANO | GUSTAVO LUZÓRIO | RODRIGO CABRAL
+23 pontos - RODRIGO PIOIO
+15 pontos - MARCOS
+00 pontos - SANDRA BARROS | SÂNDERSON VEIGA
-10 pontos - RUDSON | SEVERIEN | ARTHUR A&B | RAFAEL FREITAS | ÍTALO SANTOS | NATÁLIA WENDY | DIMAS CARVALHO | OSORIO FEC | MARCUS LOPES | CRISTIANO FARIAS | ALVARO WANDERLEY | CARLOS MONTEIRO | GILDO A. | DUFF | SANDA TARALLO | ANDERSON RANGEL
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Resultados
Lágrimas e banho*
* Por Luis Fernando Ramos
Sebastian Vettel perdeu o controle. Não no circuito de Yas Marina em Abu Dhabi, no qual foi perfeito e conseguiu mais uma vitória incontestável, com mais de 30 segundos de vantagem para o concorrente mais próximo, seu companheiro de equipe Mark Webber. A perda de comando ocorreu na coletiva de imprensa, quando confrontado com o recorde de sete vitórias consecutivas numa temporada, que havia igualado de seu ídolo da infância, Michael Schumacher.
- É um choque ouvir isso. Qualquer tipo de recorde que envolva Michael é algo que te mexe. As pessoas vêem sete corridas, mas não o desafio envolvido para acertar cada uma delas. É excepcional o fato de termos combinado tudo. Pit-stops, confiabilidade, tudo precisa se juntar. Os números não são importantes para mim mas, ao mesmo tempo, eles me deixam muito orgulhoso - falou o tetracampeão.
Foi uma vitória com sua marca registrada. Segundo no grid, Vettel largou bem para assumir a liderança antes mesmo da primeira curva. Depois, imprimiu um ritmo alucinante. Abriu 30 segundos de vantagem em trinta voltas e depois só administrou a vantagem até o final. Para Webber, o pole position, só restou conceder a derrota.
- Não acho que a largada tenha sido decisiva para meu resultado. Sebastian estava em outro nível. Obtive o resultado máximo mesmo se eu tivesse liderado depois do início. Ele estava rápido e muito forte aqui - reconheceu.
Vettel voltou a fazer “zerinhos” para celebrar seu triunfo. Escaldado pela multa de 25 mil Euros que recebeu pela mesma ação na Índia, ele está confiante que não será penalizado dessa vez.
- Tecnicamente, não fiz nada de errado pois levei o carro de volta ao parque fechado. Acho que cumpri as regras. Estava simplesmente feliz. Há uma espécie de “estádio” no traçado, há pessoas em toda a volta e acho que elas adoraram!
Na briga pelo vice-campeonato de Construtores, o dia foi bom para a Mercedes, que colocou Nico Rosberg no pódio em terceiro e, com Lewis Hamilton ainda em sétimo, abriu 334 pontos contra 323 da Ferrari. A Lotus foi prejudicada com o abandono prematuro de Kimi Raikkonen e está agora em quarto lugar com 297 pontos. Não que ele se importasse com isso. Minutos depois de voltar aos boxes, colocou o chinelo e pegou o carro para deixar o circuito, numa cena insólita.
Sebastian Vettel perdeu o controle. Não no circuito de Yas Marina em Abu Dhabi, no qual foi perfeito e conseguiu mais uma vitória incontestável, com mais de 30 segundos de vantagem para o concorrente mais próximo, seu companheiro de equipe Mark Webber. A perda de comando ocorreu na coletiva de imprensa, quando confrontado com o recorde de sete vitórias consecutivas numa temporada, que havia igualado de seu ídolo da infância, Michael Schumacher.
- É um choque ouvir isso. Qualquer tipo de recorde que envolva Michael é algo que te mexe. As pessoas vêem sete corridas, mas não o desafio envolvido para acertar cada uma delas. É excepcional o fato de termos combinado tudo. Pit-stops, confiabilidade, tudo precisa se juntar. Os números não são importantes para mim mas, ao mesmo tempo, eles me deixam muito orgulhoso - falou o tetracampeão.
Foi uma vitória com sua marca registrada. Segundo no grid, Vettel largou bem para assumir a liderança antes mesmo da primeira curva. Depois, imprimiu um ritmo alucinante. Abriu 30 segundos de vantagem em trinta voltas e depois só administrou a vantagem até o final. Para Webber, o pole position, só restou conceder a derrota.
- Não acho que a largada tenha sido decisiva para meu resultado. Sebastian estava em outro nível. Obtive o resultado máximo mesmo se eu tivesse liderado depois do início. Ele estava rápido e muito forte aqui - reconheceu.
Vettel voltou a fazer “zerinhos” para celebrar seu triunfo. Escaldado pela multa de 25 mil Euros que recebeu pela mesma ação na Índia, ele está confiante que não será penalizado dessa vez.
- Tecnicamente, não fiz nada de errado pois levei o carro de volta ao parque fechado. Acho que cumpri as regras. Estava simplesmente feliz. Há uma espécie de “estádio” no traçado, há pessoas em toda a volta e acho que elas adoraram!
Na briga pelo vice-campeonato de Construtores, o dia foi bom para a Mercedes, que colocou Nico Rosberg no pódio em terceiro e, com Lewis Hamilton ainda em sétimo, abriu 334 pontos contra 323 da Ferrari. A Lotus foi prejudicada com o abandono prematuro de Kimi Raikkonen e está agora em quarto lugar com 297 pontos. Não que ele se importasse com isso. Minutos depois de voltar aos boxes, colocou o chinelo e pegou o carro para deixar o circuito, numa cena insólita.
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temporada 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
O demolidor*
* Por Rodrigo Mattar
Ele já é tetracampeão, mas a sanha de Sebastian Vettel em busca de recordes e mais recordes na Fórmula 1 não pára. O piloto da Red Bull conquistou hoje no GP de Abu Dhabi talvez a sua mais enfática vitória em 2013, a sétima consecutiva na atual temporada, igualando a marca histórica do compatriota e multicampeão Michael Schumacher. Foi a 37ª vez em que o “Colosso de Heppenheim” chegou ao topo do pódio, a quatro vitórias da marca de Ayrton Senna.
Mais: trata-se do sexagésimo pódio do piloto em toda a sua carreira de 118 GPs, igualando Nelson Piquet – só que na razão de um para cada duas corridas. Querem mais? Foi o 100º pódio da história da Red Bull, hoje a equipe a ser superada na categoria. Os rubrotaurinos celebraram também a 15ª dobradinha da dupla Vettel-Webber. Talvez as parcerias Prost-Senna nos anos de ouro da McLaren e Schumacher-Barrichello na Ferrari tenham sido tão ou mais profícuas que esta que reporto agora, mas a memória não me é amiga neste momento.
E quando falo que a vitória de Vettel foi enfática na antepenúltima corrida do campeonato, basta olhar a diferença que o separou de Webber na quadriculada. Exatos 30″829, praticamente um terço da distância da pista de Yas Marina. E ainda há quem diga que só o carro faz a diferença em favor do tetracampeão. Ok, então… podem continuar acreditando nessa ladainha.
O piloto da Red Bull voltou a comemorar com estilo e deu os “zerinhos” com que celebrou o tetra em Buddh, na semana passada. Desta vez, sem a interferência da FIA, que na ocasião passada multou a equipe porque Vettel parou o carro longe do parque fechado. Agora foi diferente e ele passou incólume de uma nova reprimenda da entidade máxima do desporto automobilístico.
A corrida, em si, foi desprovida de grandes emoções diante de mais um massacre de Vettel. Nem Kimi Räikkönen, cuja participação foi posta em sérias dúvidas diante da falta de pagamento por parte da Lotus, conseguiu dar algum brilho ao GP de Abu Dhabi, como era esperado: o vencedor do ano passado largou de último em razão de uma irregularidade em seu carro e logo na primeira volta pegou uma Caterham pela proa. Fim de prova prematuro para o finlandês, que não quis nem saber: fardou-se de roupa comum, com direito a prosaicos chinelos de dedo e foi para o hotel, provavelmente chorar as mágoas dos mais de € 13 milhões que a equipe lhe deve abraçado com uma “marvada”.
Na briga pelos milhões da receita auferida às equipes pela classificação do Mundial de Construtores, a Mercedes construiu mais alguns tijolinhos de vantagem em relação à Ferrari. Com o pódio de Nico Rosberg e a apagada 7ª colocação de Lewis Hamilton, a equipe alemã chegou ao total de 334 pontos contra 323 da Ferrari, que chegou hoje ao total de sessenta e cinco corridas consecutivas com pelo menos um carro na zona de pontuação – novo recorde histórico na Fórmula 1.
A performance da equipe italiana foi mediana, mais uma vez. Massa até figurou por oito voltas em 2º lugar e Alonso andou, no máximo, na 3ª posição, vindo de décimo no grid. Mas a estratégia de tentar fazer uma só parada não deu certo para o brasileiro, que acabou na oitava posição. Alonso, que largou com pneus macios, também trocou duas vezes e no fim, fez as voltas mais rápidas da corrida. Envolvido em mais uma polêmica na Fórmula 1 – já que voltou perigosamente dos boxes após sua última parada, investindo furiosamente para cima da Toro Rosso de Jean-Eric Vergne, com direito a uma “pisada” na linha dos boxes – o espanhol ficou livre de uma punição que o teria derrubado substancialmente na classificação final da corrida. Acabou em 5º lugar, a quilométricos 1’07″181 de Vettel. A Ferrari, como dizem por aí, é apenas e tão somente uma equipe histórica.
Os demais destaques foram o ótimo 4º lugar de Romain Grosjean (quarta corrida seguida nos pontos); a Force India com seus dois carros na zona de pontuação – pela segunda corrida consecutiva, aliás, o que não acontecia desde o GP da Inglaterra; e mais uma vez Sergio Pérez salvando a honra da McLaren num dos piores anos da história do time.
E foi tudo. Agora é esperar por Austin e pela movimentação no mercado de pilotos. Hoje, o oráculo finalmente admitiu o que já se sabe há alguns dias, acerca do futuro de Felipe Massa ligado à Williams. Também saberemos se Räikkönen e a Lotus vão chegar finalmente a um acordo e se o finlandês vai de fato correr no Texas e em Interlagos, nas duas corridas finais da Fórmula 1.
Ele já é tetracampeão, mas a sanha de Sebastian Vettel em busca de recordes e mais recordes na Fórmula 1 não pára. O piloto da Red Bull conquistou hoje no GP de Abu Dhabi talvez a sua mais enfática vitória em 2013, a sétima consecutiva na atual temporada, igualando a marca histórica do compatriota e multicampeão Michael Schumacher. Foi a 37ª vez em que o “Colosso de Heppenheim” chegou ao topo do pódio, a quatro vitórias da marca de Ayrton Senna.
Mais: trata-se do sexagésimo pódio do piloto em toda a sua carreira de 118 GPs, igualando Nelson Piquet – só que na razão de um para cada duas corridas. Querem mais? Foi o 100º pódio da história da Red Bull, hoje a equipe a ser superada na categoria. Os rubrotaurinos celebraram também a 15ª dobradinha da dupla Vettel-Webber. Talvez as parcerias Prost-Senna nos anos de ouro da McLaren e Schumacher-Barrichello na Ferrari tenham sido tão ou mais profícuas que esta que reporto agora, mas a memória não me é amiga neste momento.
E quando falo que a vitória de Vettel foi enfática na antepenúltima corrida do campeonato, basta olhar a diferença que o separou de Webber na quadriculada. Exatos 30″829, praticamente um terço da distância da pista de Yas Marina. E ainda há quem diga que só o carro faz a diferença em favor do tetracampeão. Ok, então… podem continuar acreditando nessa ladainha.
O piloto da Red Bull voltou a comemorar com estilo e deu os “zerinhos” com que celebrou o tetra em Buddh, na semana passada. Desta vez, sem a interferência da FIA, que na ocasião passada multou a equipe porque Vettel parou o carro longe do parque fechado. Agora foi diferente e ele passou incólume de uma nova reprimenda da entidade máxima do desporto automobilístico.
A corrida, em si, foi desprovida de grandes emoções diante de mais um massacre de Vettel. Nem Kimi Räikkönen, cuja participação foi posta em sérias dúvidas diante da falta de pagamento por parte da Lotus, conseguiu dar algum brilho ao GP de Abu Dhabi, como era esperado: o vencedor do ano passado largou de último em razão de uma irregularidade em seu carro e logo na primeira volta pegou uma Caterham pela proa. Fim de prova prematuro para o finlandês, que não quis nem saber: fardou-se de roupa comum, com direito a prosaicos chinelos de dedo e foi para o hotel, provavelmente chorar as mágoas dos mais de € 13 milhões que a equipe lhe deve abraçado com uma “marvada”.
Na briga pelos milhões da receita auferida às equipes pela classificação do Mundial de Construtores, a Mercedes construiu mais alguns tijolinhos de vantagem em relação à Ferrari. Com o pódio de Nico Rosberg e a apagada 7ª colocação de Lewis Hamilton, a equipe alemã chegou ao total de 334 pontos contra 323 da Ferrari, que chegou hoje ao total de sessenta e cinco corridas consecutivas com pelo menos um carro na zona de pontuação – novo recorde histórico na Fórmula 1.
A performance da equipe italiana foi mediana, mais uma vez. Massa até figurou por oito voltas em 2º lugar e Alonso andou, no máximo, na 3ª posição, vindo de décimo no grid. Mas a estratégia de tentar fazer uma só parada não deu certo para o brasileiro, que acabou na oitava posição. Alonso, que largou com pneus macios, também trocou duas vezes e no fim, fez as voltas mais rápidas da corrida. Envolvido em mais uma polêmica na Fórmula 1 – já que voltou perigosamente dos boxes após sua última parada, investindo furiosamente para cima da Toro Rosso de Jean-Eric Vergne, com direito a uma “pisada” na linha dos boxes – o espanhol ficou livre de uma punição que o teria derrubado substancialmente na classificação final da corrida. Acabou em 5º lugar, a quilométricos 1’07″181 de Vettel. A Ferrari, como dizem por aí, é apenas e tão somente uma equipe histórica.
Os demais destaques foram o ótimo 4º lugar de Romain Grosjean (quarta corrida seguida nos pontos); a Force India com seus dois carros na zona de pontuação – pela segunda corrida consecutiva, aliás, o que não acontecia desde o GP da Inglaterra; e mais uma vez Sergio Pérez salvando a honra da McLaren num dos piores anos da história do time.
E foi tudo. Agora é esperar por Austin e pela movimentação no mercado de pilotos. Hoje, o oráculo finalmente admitiu o que já se sabe há alguns dias, acerca do futuro de Felipe Massa ligado à Williams. Também saberemos se Räikkönen e a Lotus vão chegar finalmente a um acordo e se o finlandês vai de fato correr no Texas e em Interlagos, nas duas corridas finais da Fórmula 1.
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Vettel, um passeio por Abu Dhabi*
* Por Fábio Seixas
Título no bolso, Vettel passeou neste domingo em Abu Dhabi.
Um passeio veloz, com direito a um novo recorde para a coleção.
Foi sua sétima vitória seguida, igualando Ascari (nas temporadas de 52 e 53) e Schumacher (em 2004). Em Austin, ele deve se isolar nesta estatística.
(Repito aqui a pergunta que mais fiz neste ano: alguém duvida?)
Um GP sem emoções lá na frente, embora agitado um pouco mais atrás.
Na largada, Webber, como sempre, esqueceu de largar.
Vettel agradeceu e pulou para a ponta. Começou ali seu passeio.
Rosberg assumiu a segunda posição, o australiano caiu para terceiro.
Saindo em último, por conta de uma irregularidade no assoalho verificada no sábado, Raikkonen acertou Pic e, com a suspensão destruída, abandonou. Foi embora do circuito ainda com a corrida rolando...
Completando o top 10 ao fim da primeira volta, Grosjean, Hamilton, Hulkenberg, Massa, Alonso, Pérez e Di Resta.
Na terceira volta, Button, com a asa dianteira danificada, foi para os boxes e aproveitou para colocar um novo jogo de pneus macios. Pelo rádio, Webber relatava problemas com o Kers.
Maldonado parou na sexta. Pérez e Chilton, na sétima. Hamilton e Ricciardo, na oitava. Webber e Grosjean, na nona. Hulkenberg, na décima. Todos colocaram médios.
Vettel? Já tinha, na décima volta, 11s2 sobre Rosberg, então o segundo colocado _que, reclamando muito dos pneus, parou logo depois.
O tetracampeão entrou na 14ª e retornou à pista na liderança.
Com bom ritmo, Massa sustentava a segunda colocação, seguido por Alonso.
O espanhol fez seu pit na 17ª volta. Massa só parou duas depois. As Ferrari davam pinta de que fariam apenas uma parada.
Com Vettel disparado lá na frente, Massa protagonizou a melhor ultrapassagem da prova, na 26ª volta. Enquanto Hamilton tentava superar Sutil, o brasileiro mergulhou e ganhou a posição do inglês. Na sequência, o ferrarista passou também o alemão e assumiu o quinto lugar.
Aplausos nos boxes.
Hulkenberg e Pérez abriram a segunda janela de pits na 28ª volta _a Sauber liberou o alemão de forma imprudente, ele quase acertou o mexicano no pit lane e acabou levando um drive through.
Vettel tinha então 28s9 (!!) sobre Webber, seguido por Rosberg, Grosjean, Massa, Hamilton e Alonso.
Hamilton foi para os boxes na 30ª volta e colocou um novo jogo de médios.
Continuando seu passeio, Vettel cravou a melhor volta da corrida na 31ª e aumentou para 30s3 sua folga para o piloto com o mesmo carro.
Webber e Rosberg entraram na 34ª. Vettel, três voltas depois.
E Alonso chegou em Massa. O espanhol tinha pneus duas voltas mais gastos, mas a vantagem de poder usar a asa traseira. Haveria briga na pista?
Não. Porque a Ferrari chamou o brasileiro para os boxes, na 38ª volta. Ficou com cara de mudança de estratégia.
Uma parada só não era mesmo uma boa ideia...
No pit, um contratempo no pneu dianteiro esquerdo tirou ainda alguns segundos do brasileiro. Ele voltou à pista atrás de Hamilton.
Vettel? Continuava o passeio e, na 39ª, cravou a melhor volta da prova de novo _por alguns instantes, Rosberg havia tomado essa condição, que ultraje!
Alonso foi para os boxes na 45ª. E saiu dos boxes feito um louco, para ganhar a posição de Massa.
Nessa, quase acertou o meio do carro de Vergne, que estava por ali. Acabou colocando as rodas na área de escape e se manteve à frente do companheiro.
A FIA ficou de investigar após a corrida. Já vi gente ser punida por manobras semelhantes...
Ah, sim: Alonso fez a melhor volta da prova na 48ª e Grosjean o superou na seguinte. Vettel tomou de volta na 51ª. Alonso deu o troco na 52ª e melhorou ainda mais na penúltima. Essa não deu pro alemãozinho.
Na linha de chegada, Vettel mandou 30s8 sobre Webber. Rosberg completou o pódio.
Grosjean ficou em quarto, seguido por Alonso, Di Resta e Hamilton. Massa cruzou em oitavo. Pérez e Sutil completaram o top 10.
Na comemoração, depois de dizer que ama a equipe, Vettel desafiou a FIA e deu zerinhos na área de escape. Virá uma nova multa, com certeza. Só espero que a chatice dos burocratas fique por aí.
Com o resultado, a Mercedes aumentou sua vantagem para a Ferrari na luta pelo segundo lugar no Mundial de Construtores: de quatro para 11 pontos.
E Alonso praticamente sacramentou o vice-campeonato, abrindo 34 pontos sobre Raikkonen.
Vettel já está alheio a tudo isso.
Ele só quer é passear...
Título no bolso, Vettel passeou neste domingo em Abu Dhabi.
Um passeio veloz, com direito a um novo recorde para a coleção.
Foi sua sétima vitória seguida, igualando Ascari (nas temporadas de 52 e 53) e Schumacher (em 2004). Em Austin, ele deve se isolar nesta estatística.
(Repito aqui a pergunta que mais fiz neste ano: alguém duvida?)
Um GP sem emoções lá na frente, embora agitado um pouco mais atrás.
Na largada, Webber, como sempre, esqueceu de largar.
Vettel agradeceu e pulou para a ponta. Começou ali seu passeio.
Rosberg assumiu a segunda posição, o australiano caiu para terceiro.
Saindo em último, por conta de uma irregularidade no assoalho verificada no sábado, Raikkonen acertou Pic e, com a suspensão destruída, abandonou. Foi embora do circuito ainda com a corrida rolando...
Completando o top 10 ao fim da primeira volta, Grosjean, Hamilton, Hulkenberg, Massa, Alonso, Pérez e Di Resta.
Na terceira volta, Button, com a asa dianteira danificada, foi para os boxes e aproveitou para colocar um novo jogo de pneus macios. Pelo rádio, Webber relatava problemas com o Kers.
Maldonado parou na sexta. Pérez e Chilton, na sétima. Hamilton e Ricciardo, na oitava. Webber e Grosjean, na nona. Hulkenberg, na décima. Todos colocaram médios.
Vettel? Já tinha, na décima volta, 11s2 sobre Rosberg, então o segundo colocado _que, reclamando muito dos pneus, parou logo depois.
O tetracampeão entrou na 14ª e retornou à pista na liderança.
Com bom ritmo, Massa sustentava a segunda colocação, seguido por Alonso.
O espanhol fez seu pit na 17ª volta. Massa só parou duas depois. As Ferrari davam pinta de que fariam apenas uma parada.
Com Vettel disparado lá na frente, Massa protagonizou a melhor ultrapassagem da prova, na 26ª volta. Enquanto Hamilton tentava superar Sutil, o brasileiro mergulhou e ganhou a posição do inglês. Na sequência, o ferrarista passou também o alemão e assumiu o quinto lugar.
Aplausos nos boxes.
Hulkenberg e Pérez abriram a segunda janela de pits na 28ª volta _a Sauber liberou o alemão de forma imprudente, ele quase acertou o mexicano no pit lane e acabou levando um drive through.
Vettel tinha então 28s9 (!!) sobre Webber, seguido por Rosberg, Grosjean, Massa, Hamilton e Alonso.
Hamilton foi para os boxes na 30ª volta e colocou um novo jogo de médios.
Continuando seu passeio, Vettel cravou a melhor volta da corrida na 31ª e aumentou para 30s3 sua folga para o piloto com o mesmo carro.
Webber e Rosberg entraram na 34ª. Vettel, três voltas depois.
E Alonso chegou em Massa. O espanhol tinha pneus duas voltas mais gastos, mas a vantagem de poder usar a asa traseira. Haveria briga na pista?
Não. Porque a Ferrari chamou o brasileiro para os boxes, na 38ª volta. Ficou com cara de mudança de estratégia.
Uma parada só não era mesmo uma boa ideia...
No pit, um contratempo no pneu dianteiro esquerdo tirou ainda alguns segundos do brasileiro. Ele voltou à pista atrás de Hamilton.
Vettel? Continuava o passeio e, na 39ª, cravou a melhor volta da prova de novo _por alguns instantes, Rosberg havia tomado essa condição, que ultraje!
Alonso foi para os boxes na 45ª. E saiu dos boxes feito um louco, para ganhar a posição de Massa.
Nessa, quase acertou o meio do carro de Vergne, que estava por ali. Acabou colocando as rodas na área de escape e se manteve à frente do companheiro.
A FIA ficou de investigar após a corrida. Já vi gente ser punida por manobras semelhantes...
Ah, sim: Alonso fez a melhor volta da prova na 48ª e Grosjean o superou na seguinte. Vettel tomou de volta na 51ª. Alonso deu o troco na 52ª e melhorou ainda mais na penúltima. Essa não deu pro alemãozinho.
Na linha de chegada, Vettel mandou 30s8 sobre Webber. Rosberg completou o pódio.
Grosjean ficou em quarto, seguido por Alonso, Di Resta e Hamilton. Massa cruzou em oitavo. Pérez e Sutil completaram o top 10.
Na comemoração, depois de dizer que ama a equipe, Vettel desafiou a FIA e deu zerinhos na área de escape. Virá uma nova multa, com certeza. Só espero que a chatice dos burocratas fique por aí.
Com o resultado, a Mercedes aumentou sua vantagem para a Ferrari na luta pelo segundo lugar no Mundial de Construtores: de quatro para 11 pontos.
E Alonso praticamente sacramentou o vice-campeonato, abrindo 34 pontos sobre Raikkonen.
Vettel já está alheio a tudo isso.
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
AO VIVO: FÓRMULA 1 - GP DE ABU DHABI 2013 (TREINOS E CORRIDA)
*** PRÓXIMAS TRANSMISSÕES AO VIVO ***
GP DOS ESTADOS UNIDOS - TREINOS LIVRES - 15/11/2013 (sexta-feira)
ACOMPANHE A CRONOMETRAGEM OFICIAL, AO VIVO. CLIQUE AQUI!
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
REPLAY: F1 - GP DE ABU DHABI 2012
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
A conquista do respeito*
* Por Fábio Seixas
Existem curtições especiais entre os prazeres de assistir a uma prova de carros, motos, cavalos, gente, qualquer coisa que se mova…
Uma delas é a chamada “corrida de recuperação”.
Tem a ver com a tentação de torcer pelo mais fraco _ou por aquele que, por alguma condição especial, é momentaneamente o mais fraco. Tem a ver, ainda, com testar limites, com curtir o sofrimento alheio.
E até com aquela curiosidade sacana de “vamos ver se ele é bom mesmo”.
Se o sujeito fica pelo caminho, normal. Recebe uma ou outra crítica pontual, e logo aquilo cai no esquecimento.
Mas quando a reação acontece… Não há como não se empolgar, não vibrar, não aplaudir, não comentar no trabalho no dia seguinte, não lembrar por anos e anos.
Cada um tem sua lista, seus critérios e preferências. Este colunista não é diferente.
A preferida, por ter significado um título mundial, é a reação de Senna em Suzuka-88. Pole, viu o motor apagar no grid, aproveitou-se de estar num declive, fê-lo pegar no tranco, mas caiu para 14º. Levou só 28 voltas para chegar à liderança, ultrapassando Prost, com um carro igual. Venceu. Foi campeão.
Outro brasileiro tem lugar na galeria: Barrichello, em Hockenheim-2000. Saiu em 18º, desesperançoso, prevendo um GP difícil. Mas foi brilhante quando começou a chover, segurando-se na pista com pneus para piso seco. Venceu. Resultado que foi festejado não apenas pela façanha, mas por todo o alívio que, naquele momento, representava para o ferrarista.
Raikkonen fez parecido em Suzuka, cinco anos depois. Saindo em 17º com a McLaren, punido por uma troca de motor, ultrapassou cinco pilotos só na primeira volta. Continuou passando seus adversários como se fosse o último GP de sua vida e, na última volta, chegou em Fisichella. Passou. Venceu.
A história conta ainda que, em 1983, Watson venceu o GP dos EUA após começar em 22º. Num circuito de rua, Long Beach. É o recorde da F-1.
Isso tudo só valoriza o que Vettel fez em Abu Dhabi
Saindo dos boxes, em 24º lugar _ou 23º, porque De la Rosa teve problemas_, terminou a primeira volta em 20º. Chegou a 11º na 13ª volta, mas teve de entrar nos boxes para trocar pneus e bico. Caiu para o fundão de novo.
Dez voltas depois, já estava nos pontos. Na 29ª, era quarto. E, na 52ª, a três da bandeirada, passou Button e cavou um lugar no pódio.
Não, não venceu. Mas o efeito do que fez estava no rosto de Alonso. Ali, Vettel derrubou a adversário, selou o destino do Mundial. E conquistou algo além, inestimável: respeito de quem ainda desconfiava de seu talento.
Existem curtições especiais entre os prazeres de assistir a uma prova de carros, motos, cavalos, gente, qualquer coisa que se mova…
Uma delas é a chamada “corrida de recuperação”.
Tem a ver com a tentação de torcer pelo mais fraco _ou por aquele que, por alguma condição especial, é momentaneamente o mais fraco. Tem a ver, ainda, com testar limites, com curtir o sofrimento alheio.
E até com aquela curiosidade sacana de “vamos ver se ele é bom mesmo”.
Se o sujeito fica pelo caminho, normal. Recebe uma ou outra crítica pontual, e logo aquilo cai no esquecimento.
Mas quando a reação acontece… Não há como não se empolgar, não vibrar, não aplaudir, não comentar no trabalho no dia seguinte, não lembrar por anos e anos.
Cada um tem sua lista, seus critérios e preferências. Este colunista não é diferente.
A preferida, por ter significado um título mundial, é a reação de Senna em Suzuka-88. Pole, viu o motor apagar no grid, aproveitou-se de estar num declive, fê-lo pegar no tranco, mas caiu para 14º. Levou só 28 voltas para chegar à liderança, ultrapassando Prost, com um carro igual. Venceu. Foi campeão.
Outro brasileiro tem lugar na galeria: Barrichello, em Hockenheim-2000. Saiu em 18º, desesperançoso, prevendo um GP difícil. Mas foi brilhante quando começou a chover, segurando-se na pista com pneus para piso seco. Venceu. Resultado que foi festejado não apenas pela façanha, mas por todo o alívio que, naquele momento, representava para o ferrarista.
Raikkonen fez parecido em Suzuka, cinco anos depois. Saindo em 17º com a McLaren, punido por uma troca de motor, ultrapassou cinco pilotos só na primeira volta. Continuou passando seus adversários como se fosse o último GP de sua vida e, na última volta, chegou em Fisichella. Passou. Venceu.
A história conta ainda que, em 1983, Watson venceu o GP dos EUA após começar em 22º. Num circuito de rua, Long Beach. É o recorde da F-1.
Isso tudo só valoriza o que Vettel fez em Abu Dhabi
Saindo dos boxes, em 24º lugar _ou 23º, porque De la Rosa teve problemas_, terminou a primeira volta em 20º. Chegou a 11º na 13ª volta, mas teve de entrar nos boxes para trocar pneus e bico. Caiu para o fundão de novo.
Dez voltas depois, já estava nos pontos. Na 29ª, era quarto. E, na 52ª, a três da bandeirada, passou Button e cavou um lugar no pódio.
Não, não venceu. Mas o efeito do que fez estava no rosto de Alonso. Ali, Vettel derrubou a adversário, selou o destino do Mundial. E conquistou algo além, inestimável: respeito de quem ainda desconfiava de seu talento.
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Sebastian Vettel,
temporada 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
GGOO BOLÃO F1 2012 - RESULTADOS DO GP ABU DHABI
RESULTADO OFICIAL DA CORRIDA:
Pole Position - HAMILTON
Posição no Grid Aleatória (16º) - RICCIARDO
Volta mais rápida na corrida - VETTEL
01º colocado na corrida - RAIKKONEN
02º colocado na corrida - ALONSO
03º colocado na corrida - VETTEL
04º colocado na corrida - BUTTON
05º colocado na corrida - MALDONADO
06º colocado na corrida - KOBAYASHI
07º colocado na corrida - MASSA
08º colocado na corrida - SENNA
09º colocado na corrida - DI RESTA
10º colocado na corrida - RICCIARDO
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+45 pontos - MILTON NEVES
+41 pontos - SANDRA BARROS
+35 pontos - JOÃO FELICIANO
+31 pontos - GUSTAVO LUZÓRIO
+29 pontos - ANDRÉ DE ITU
+27 pontos - RICARDO
+26 pontos - SANDRA TARALLO
+25 pontos - A. ROQUE
+23 pontos - RUI LENHARI R10 | MARCOS
+22 pontos - CELSO COELHO | EGIDIO SILVA
+21 pontos - RODRIGO PIOIO | CAROLINA
+20 pontos - GABRIELA ARGENTINA
+12 pontos - MARCELÃO
+08 pontos - FABRICIO | IGOR DPN
+00 pontos - RUDSON | CÁSSIO EDUARDO | NETO ROX | DR. ROQUE | MURILO MOURA | GILDO A. | ANDRÉ ROQUE | RODRIGO CABRAL
-10 pontos - WALISSON | STIK | RAFAEL FREITAS | NATÁLIA WENDY | S | FABIO MAROTTI | CARLOS MONTEIRO | ROSE STABILE | DUFF
Pole Position - HAMILTON
Posição no Grid Aleatória (16º) - RICCIARDO
Volta mais rápida na corrida - VETTEL
01º colocado na corrida - RAIKKONEN
02º colocado na corrida - ALONSO
03º colocado na corrida - VETTEL
04º colocado na corrida - BUTTON
05º colocado na corrida - MALDONADO
06º colocado na corrida - KOBAYASHI
07º colocado na corrida - MASSA
08º colocado na corrida - SENNA
09º colocado na corrida - DI RESTA
10º colocado na corrida - RICCIARDO
PONTUAÇÃO NO BOLÃO:
+45 pontos - MILTON NEVES
+41 pontos - SANDRA BARROS
+35 pontos - JOÃO FELICIANO
+31 pontos - GUSTAVO LUZÓRIO
+29 pontos - ANDRÉ DE ITU
+27 pontos - RICARDO
+26 pontos - SANDRA TARALLO
+25 pontos - A. ROQUE
+23 pontos - RUI LENHARI R10 | MARCOS
+22 pontos - CELSO COELHO | EGIDIO SILVA
+21 pontos - RODRIGO PIOIO | CAROLINA
+20 pontos - GABRIELA ARGENTINA
+12 pontos - MARCELÃO
+08 pontos - FABRICIO | IGOR DPN
+00 pontos - RUDSON | CÁSSIO EDUARDO | NETO ROX | DR. ROQUE | MURILO MOURA | GILDO A. | ANDRÉ ROQUE | RODRIGO CABRAL
-10 pontos - WALISSON | STIK | RAFAEL FREITAS | NATÁLIA WENDY | S | FABIO MAROTTI | CARLOS MONTEIRO | ROSE STABILE | DUFF
CLASSIFICAÇÃO GERAL:
Marcadores:
2012,
Bolão,
F1,
Formula 1,
GGOO,
GP ABU DHABI,
Resultados
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Um recorde inglório*
* Por Luis Fernando Ramos
O esporte pode ser maquiavelicamente irônico. Justamente numa corrida em que não tinha o que comemorar, a McLaren se tornou a equipe a pontuar por mais GPs consecutivos na história da Fórmula 1. São 56, ou desde o GP do Bahrein de 2010, a corrida que abriu aquela temporada. O recorde pertencia a Ferrari, que pontuou 55 vezes em série, entre os GPs da Malásia de 1999 e o de 2003.
A ironia está no fato do recorde ter vindo numa corrida em que o time tinha tudo para vencer. Lewis Hamilton voou baixo ao longo de todo o final de semana, fez uma pole position assombrosa e liderava a parte inicial da corrida com uma certa folga quando um problema na bomba de combustível cortou o motor de seu carro.
Qualquer quebra irrita um piloto, mas quando se está liderando uma corrida é ainda pior. E é a segunda vez que isso acontece com Hamilton neste ano: houve também o problema com o câmbio que lhe tirou uma vitória praticamente certa em Cingapura.
Se é contraditório que este recorde de pontuação consecutiva ser efetivado com um carro que deu tantos problemas mecânicos, é ainda mais curioso o fato dele ocorrer num período em que a McLaren não ganhou nenhum título. Foram 16 vitórias nestas 56 corridas. A Ferrari ganhou sete títulos mundiais e 35 corridas no período em que registrou seu recorde de 55 provas. No caso dos prateados, a ótima consistência não veio acompanhada de uma velocidade superior aos demais.
Alguns recordes são mesmos curiosos.
O esporte pode ser maquiavelicamente irônico. Justamente numa corrida em que não tinha o que comemorar, a McLaren se tornou a equipe a pontuar por mais GPs consecutivos na história da Fórmula 1. São 56, ou desde o GP do Bahrein de 2010, a corrida que abriu aquela temporada. O recorde pertencia a Ferrari, que pontuou 55 vezes em série, entre os GPs da Malásia de 1999 e o de 2003.
A ironia está no fato do recorde ter vindo numa corrida em que o time tinha tudo para vencer. Lewis Hamilton voou baixo ao longo de todo o final de semana, fez uma pole position assombrosa e liderava a parte inicial da corrida com uma certa folga quando um problema na bomba de combustível cortou o motor de seu carro.
Qualquer quebra irrita um piloto, mas quando se está liderando uma corrida é ainda pior. E é a segunda vez que isso acontece com Hamilton neste ano: houve também o problema com o câmbio que lhe tirou uma vitória praticamente certa em Cingapura.
Se é contraditório que este recorde de pontuação consecutiva ser efetivado com um carro que deu tantos problemas mecânicos, é ainda mais curioso o fato dele ocorrer num período em que a McLaren não ganhou nenhum título. Foram 16 vitórias nestas 56 corridas. A Ferrari ganhou sete títulos mundiais e 35 corridas no período em que registrou seu recorde de 55 provas. No caso dos prateados, a ótima consistência não veio acompanhada de uma velocidade superior aos demais.
Alguns recordes são mesmos curiosos.
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