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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ESPECIAL GP BRASIL 2011: PIQUET GUIARÁ CARRO DE 1981

É verdade que Nelson Piquet anda sumido. Quase não tem dado entrevistas e não aparece em autódromos desde o escândalo que envolveu seu filho, Nelsinho Piquet, e a Renault no GP de Cingapura, em 2009. Mas no ano em que o tricampeão mundial de Fórmula 1 comemora 30 anos de seu primeiro título, conquistado no GP de Las Vegas, Nelsão fará um retorno em grande estilo no GP do Brasil de Fórmula 1, informa o Globo.com

Aos 59 anos, Piquet dará a bandeirada na corrida que encerra a temporada 2011 da Fórmula 1. E mais: antes do GP ainda dará uma volta no circuito de Interlagos com a Brabham-Ford BT-49C, com a qual conquistou seu primeiro Mundial, em 1981.

- A escolha de Nelson Piquet para dar a bandeirada e uma volta com a Brabham em Interlagos é uma homenagem da organização do evento pela importância do que ele fez pelo Brasil na história da Fórmula 1 - diz Claudia Ito, diretora executiva do GP do Brasil de Fórmula 1.


Será o segundo ano consecutivo que um brasileiro campeão mundial de Fórmula 1 reencontrará na pista paulistana o carro com o qual conquistou um de seus títulos. Em 2010, Emerson Fittipaldi celebrou os 40 anos da primeira vitória brasileira na categoria dando uma volta a bordo da famosa Lotus preta e dourada de 1972.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PIQUET CAMPEÃO, 30 ANOS

Em homenagem aos 30 anos do primeiro título de Nelson Piquet na Fórmula 1, o iG contou a história de toda aquela temporada, prova a prova. O brasileiro teve como principal rival o argentino Carlos Reutemann. Os dois pilotos brigaram pelo título até a última corrida, em Las Vegas, onde Piquet levou a melhor.

Largar em quarto, ver o rival sair na pole e precisar chegar na frente dele para ser campeão. A última corrida de 1981, em Las Vegas, resume bem como foi a temporada do primeiro título de Piquet na Fórmula 1. O brasileiro sempre esteve em desvantagem com relação a Reutemann e assumiu a liderança do Mundial apenas após a última corrida.

Piquet começou a temporada pontuando, mas de maneira discreta. Após largar na quarta colocação no Grande Prêmio dos Estados Unidos, o piloto contou com o abandono de Riccardo Patrese, que saiu na pole, para chegar em terceiro e subir ao pódio. Resultado que não se repetiu em casa. No GP do Brasil, prova que Piquet venceria pela primeira vez apenas em 1983, o brasileiro terminou apenas na 12ª posição.

Com isso, o australiano Alan Jones, campeão mundial em 1980, e Reutemann, que venceu o GP do Brasil, dispararam na liderança do Mundial. Cada piloto da Williams já somava 15 pontos após as duas primeiras corridas, contra quatro de Piquet, terceiro colocado. Mas a reação do brasileiro não demorou a começar.

Na Argentina, terceira prova da temporada, os carros da Brabham instalaram uma saia lateral móvel, solução desenvolvida pelo projestista Gordon Murray. A inovação ajudou Piquet a dominar o fim de semana, fazendo a pole, vencendo e devolvendo a vitória que Reutemann havia assegurado em sua casa.

Em San Marino, Piquet começou a demonstrar sua sorte de campeão. Após largar em quinto, o brasileiro fez boa prova e caminhava para terminar a corrida em segundo. Mas um problema mecânico na Ferrari de Didier Pironi tornou o carro uma presa fácil para a Brabham de Piquet. A segunda vitória seguida colocou o piloto a apenas três pontos de Reutemann.

A corrida seguinte, na Bélgica, foi marcada por um episódio triste. Durante os treinos livres, o mecânico Giovanni Amadeo, da equipe Osella, tropeçou e acabou atropelado por Reutemann, que nada pode fazer para desviar. Amadeo morreu alguns dias depois.

Na prova, esperava-se um grande duelo, já que Reutemann largou em primeiro e Piquet completou a primeira fila. Logo no início, com muita chuva, o brasileiro ultrapassou o argentino. Porém, na décima volta, um acidente tirou o piloto da Brabham da disputa, abrindo caminho para nova vitória do argentino. Aquele, porém, seria o último triunfo do piloto da Williams na história da Fórmula 1.

As duas corridas seguintes, em Mônaco e na Espanha, foram vencidas pelo canadense Gilles Villeneuve. Piquet não marcou um ponto sequer nas provas, e viu Reutemann, quarto colocado em Jarama, colocar 15 de vantagem sobre ele.

No Grande Prêmio da França, Piquet chegou a esboçar uma reação chegando na terceira colocação, com seu rival em décimo. Porém, em Silverstone, a situação se inverteu: Reutemann acabou em segundo, e foi o brasileiro que não pontuou após abandonar logo na 11ª volta por conta de um pneu furado. A esperança diminuía, já que o argentino estabelecera ali o placar de 43 x 26 no Mundial.

Na Alemanha aconteceu o cenário perfeito para que Piquet entrasse na briga pelo título novamente. O brasileiro largou apenas em sexto, mas viu o Reutemann, que saiu em terceiro, abandonar na 27ª volta por conta de problemas no motor. A saída do argentino serviu de combustível para Piquet vencer em Hockenheim e diminuir a diferença para oito pontos.

Nos quatro GPs seguintes (Áustria, Holanda, Itália e Canadá), nenhum dos dois venceu. O brasileiro foi ao pódio duas vezes – terceiro na Áustria e segundo na Holanda. O melhor resultado do argentino neste período foi o terceiro lugar na Itália. Deste modo, o roteiro para a corrida final não poderia ser melhor: Reutemann chegaria a Las Vegas, palco da última corrida do ano, com 49 pontos, contra 48 de Piquet.

A Williams foi mais rápida durante os treinos, e Reutemann garantiu a pole no sábado. Enquanto isso, Piquet largou apenas na quarta posição. Porém, logo nos primeiros metros, o argentino caiu para quarto, enquanto o brasileiro apareceu em quinto. Começou a batalha direta pelo campeonato. Melhor para Piquet, que conseguiu passar o rival na 17ª volta.

Mais tarde, Reutemann teve problemas no câmbio e não conseguia trocar de marchas nem usar a quarta corretamente. O argentino tornou-se presa fácil para os rivais e acabou a corrida em 8º. Com isso, Piquet precisava apenas terminar entre os seis primeiros para pontuar. O brasileiro ainda seria ultrapassado por Nigel Mansell e perderia a quarta posição, mas o quinto lugar foi suficiente para que ele se tornasse o dono da temporada 1981 da F1.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

NELSON PIQUET, 30 ANOS #1

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ESPECIAL GP BRASIL: GP BRASIL, 1981

De volta à Cidade Maravilhosa, a etapa brasileira foi dominada por um argentino. Com a pista molhada, Carlos Reutemann largou na primeira fila, ao lado do pole-position Nelson Piquet, e logo assumiu a liderança. A prova ficou marcada por um episódio polêmico envolvendo Reutemann e seu chefe Frank Williams. Faltando poucas voltas para o fim da corrida, Williams ordenou que o argentino abrisse passagem para seu companheiro de equipe Alan Jones.

Reutemann, no entanto, ignorou o pedido e cruzou a linha de chegada em primeiro lugar. A atitude do piloto gerou um mal-estar com Jones, que expressou sua insatisfação publicamente após a corrida. Já Piquet errou ao largar com pneus slick, apostando que a pista secaria ao longo da prova. O tempo não ajudou e o brasileiro amargou um 12º lugar. Chico Serra, da Fittipaldi, foi ainda mais azarado e abandonou logo após a largada.

Resultado final
1 - Carlos Reutemann - Williams-Cosworth
2 - Alan Jones - Williams-Cosworth
3 - Riccardo Patrese - Arrows-Cosworth
4 - Marc Surer - Ensign-Cosworth
5 - Elio de Angelis - Lotus-Cosworth
6 - Jacques Laffite - Talbot Ligier-Matra

Pole-position - Nelson Piquet - Brabhan-Cosworth